quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Conselho ao 
jovem cristão



 “Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos” (Tt 2.6). 

I. Ter um compromisso sério com Deus – Isto é fundamental para o jovem cristão. 

- O compromisso com Deus é demonstrado através da sua fé, da sua confiança no Senhor e do seu modo de viver. 

- A leitura constante da Bíblia, a vida de oração, o prazer pelos momentos de culto, o bom testemunho diante de Deus, da Igreja e do mundo, a obediência a Deus e à sua palavra, a fidelidade às doutrinas bíblicas, o respeito e obediência aos pais e superiores, “no Senhor” (Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). Tudo isso ilustra o alcance do compromisso que o jovem, deve ter com Deus. 

- Ele deve assumir e viver este compromisso com alegria, coragem, determinação e ousadia. É verdade que as barreiras são muitas, mas a Palavra diz: “maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1Jo 4.4). 

II. Ter cuidado com os amigos – Nunca ter como amigo íntimo alguém que não seja amigo de Deus (Pv 17.17). 

- Seguir o exemplo de Davi: “Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos” (Sl 119.63). Ler também Pv 13.20 e 1Co 15.33. 

III. Ser obediente aos pais ou responsáveis, no Senhor – Nenhum jovem deve sair de casa, para realizar qualquer tarefa, sem a bênção e aprovação dos pais. 

- Os pais têm o direito e o dever de participar das decisões importantes na vida dos filhos. 

- Os filhos que honram os pais serão honrados por Deus (Ex 20.12; Ef 6.1-3; Pv 10.1; 23.22). 

- Por outro lado, os pais ou responsáveis que não conhecem o Senhor podem não compreender as decisões de um jovem cristão comprometido nessas situações, o jovem deve ser prudente, paciente e confiar inteiramente na ação de Deus (1Pe 1.13), mas só obedecer “no Senhor” (Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). 

- Obedecer “no Senhor” é agir sempre de forma a agradá-lo. Os pais ou responsáveis não podem apoiar os filhos na prática de atos ímpios e pecaminosos. 

IV. Ter cuidado com os sentimentos – Ter cuidado com seus próprios sentimentos e com o das outras pessoas. 

- O jovem precisa reconhecer que tem valor próprio e também que cada jovem, que vê ao seu lado, tem virtudes que são únicas e valiosas. 

- Não zombar de ninguém, não fazer piadas e gracejos depreciativos com o fim de ridicularizar características e atitudes pessoais de qualquer pessoa. “Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31). 

V. Ser fiel cumpridor dos compromissos assumidos – Ser firme no cumprimento dos deveres é atitude que agrada e honra ao Deus que serve, como jovem cristão, além de ser uma postura de grande valor para a vida inteira. 

- É triste saber de jovens – ou de qualquer outra pessoa – que não gozam da confiança dos outros ao redor. 

- Ser honesto e sempre falar o que é verdadeiro (Ef 4.25, 28; Mt 5.37). 

VI.  Ser vigilante com suas palavras e hábitos – As palavras refletem o que está na alma (Mt 12.34). 

- Precisamos falar o que agrada ao Senhor. Expressões chulas e pornográficas, bem como palavras levianas e grosseiras não podem estar nos lábios do jovem cristão (Sl 141.3; Mt 12. 36-37; Cl 1.6). 

- Submeter seus hábitos à palavra de Deus. Levar em conta o bom-senso cristão. 

- O desejo do Senhor é que todos sejamos uma luz que reflita a sua Glória no mundo (Mt 5.16; 1Co 6.12; 10.23). 

VII. Ter um namoro que agrade a Deus – Namorar é natural, é normal, mas deve ser um ato agradável ao Senhor. 

- O namoro é uma experiência bonita, no entanto tem que ser coerente com os ensinos da palavra de Deus. 

- O período de namoro serve para inspirar afeto, carinho e respeito entre os namorados. 

- Por outro lado, longe da Palavra de Deus, o namoro pode resultar em decepção, vergonha e traumas para a vida toda. 

Observemos alguns princípios que agradam a Deus: 

 a) não namorar por lazer – Namorar não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante na construção de um relacionamento duradouro e feliz; 

 b) não namorar alguém que não serve ao Senhor (2Co 6.14-18) 

– Iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura, pode resultar em um casamento equivocado e muito perigoso. 

- É preciso cuidado até mesmo com as pessoas que freqüentam as igrejas, pois podem não ser verdadeiramente convertidas ou não levarem o relacionamento com Deus a sério. Tais pessoas podem, na verdade, serem lobos devoradores; 

 c) impor limites no relacionamento – O namoro “moderno”, seguindo o padrão dos incrédulos, está deformado. 

- Neste, a intimidade sexual ou as práticas que levam a uma intimidade crescente, são normais. Mas o namoro do cristão não pode ser assim. 

- O aconchego é prejudicial, pois pode levar ao “abrasamento” (virar brasa; muito quente). 

- É muito difícil que os jovens namorados “abrasados” não terminem por chegar ao ato sexual, coisa que é pecado sério diante de Deus. 

=> Lembre-se: o sexo é bênção de Deus para os casados. Fora do casamento, as práticas sexuais são fontes de impureza, vergonha, pecado e colheitas desagradáveis. Trazem muitos danos; 

 d) adotar práticas devocionais no namoro – O jovem deve: conversar com Deus sobre sua vida, orar, ler a Bíblia, freqüentar os cultos e reuniões da Igreja. 

- Muitos jovens, quando começam a namorar, param de ir à igreja, se afastam, se isolam dos irmãos na fé. O namoro cristão não pode ser assim; 

 e) namorar com dignidade e respeito – No namoro equilibrado prevalece o tratamento recíproco de dignidade, respeito, fidelidade e valorização do outro. 

- A bendita Palavra de Deus, diz: “O amor não trata com leviandade” (1 Co 13.4). 

- Se alguém se demonstrar leviano para com você, fuja! Além de não te amar, vai te causar danos.

 f) esperar o tempo certo e a pessoa certa para namorar e casar 

– Qual seria o tempo certo para namorar e casar? O tempo certo é o da maturidade. É quando há maturidade física e mental (ou psicológica), para assumir os compromissos com responsabilidade. 

- Jovens muito novos são, potencialmente, imaturos para o namoro. Os pais ou responsáveis não deviam estimular ou tratar com naturalidade os casos de precocidade no interesse de jovens – ainda crianças – pelo namoro. Por outro lado, cada jovem (ou cada solteiro) precisa esperar encontrar a pessoa certa para o namoro e casamento. 

- Não basta ser cristão e agradar à vista. É preciso que Deus confirme essa aproximação e amizade. 

- Também não é certo alimentar um sentimento de aflição e ansiedade pela demora em encontrar uma companhia para o namoro e, conseqüentemente, para o casamento, mas, sim, procurar confiar e esperar em Deus! (Sl 84.11). 

 g) Não desprezar as orientações do seu pastor 

– Conversar sempre com o pastor sobre seus planos, é fator importantíssimo para a vida do jovem. 

- Ele é ministro de Deus e foi constituído para orientar o povo de Deus, segundo os princípios da Bíblia Sagrada e do bom-senso cristão. 

- É uma perda quando o pastor da Igreja não tem conhecimento dos planos, das dúvidas, das expectativas, das decisões, das experiências, dos namoros, relacionados aos jovens do seu rebanho. 

- Os pais cristãos, por sua vez, devem recomendar que os filhos procurem o pastor sobre seus problemas (Hb 13.17), sem abrir mão do seu dever de orientar os filhos no caminho do Senhor (Ef 6.4). 

 Finalmente, o jovem cristão deve ser forte sempre, não desprezar a lei de Deus, não desistir da certeza de que Deus tem o melhor plano para sua vida, esperar nele com confiança e paciência. 

- Guardar no coração a Palavra do Senhor, que diz: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o (observando o seu caminho) segundo a tua palavra” (Sl 119.9). 




Fonte: http://www.ipjc.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=633:conselho-ao-jovem-cristao&catid=44:palavra-do-pastor&Itemid=13



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