quarta-feira, 19 de junho de 2013

ELISEU AINDA FALA

 

ELISEU

AINDA FALA

 

- Eliseu, em heb. Significa: Deus é salvação.

- Profeta de Israel no século IX A. C. Pouco se sabe sobre seu passado, mas parece que era de uma família de recursos. Seu ministério estendeu-se no reinado de Acabe, Acazias, Jeorão, Jeú, Jeoacaz e Joás, um período de mais de 50 anos. Embora tenha sucedido Elias cujo ministério se compara ao e João Batista, o ministério de Eliseu antecipa o aspecto miraculoso do ministério de Jesus.

INTRODUÇÃO:

- Eliseu não teve um chamado extraordinário. Foi apenas uma convocação. Isto implicou deixar a família: "deixou a família e foi..."; fazer uma decisão rápida: "correu para seguir Elias..."; deixar a profissão: "carro de bois" (v.20,21) .

Podemos aprender muitas coisas com o chamado de Eliseu.

I) O HOMEM CONVOCA E TREINA, MAS SÓ DEUS UNGE.

1. Convocado por Elias (1 Reis 19).

2. Treinado por Elias (2 Reis 2.1-9).

3. Ungido por Deus (2 Reis 2.9-14).

Muitas vezes damos mais importância ao simbolismo "manto de Elias" do que ao Senhor "Deus de Elias".

II) PERSONALIDADE DE ELISEU COMO LIDER..

1. Decidido (1 Reis 19) . Não hesitou em atender o chamado.

2. Ambições espirituais (1 Reis 2.9-10): Porção dobrada.

3. Sem ambições materiais (2 Reis 5.15,16): Não aceitou presentes.

4. Corajoso (2 Reis 2.14): Onde está, o Deus de Elias?

5. Sensível ao problema do próximo: Viúva (2 Reis 4.1-7); sunamita (2 Reis 4:80) veneno no cozido (2 Reis 4:38-41).

6. Prático ( 2 Reis 2.15-18).

III) SIGNIFICADO DOS ATOS MILAGROSOS DE ELIZEU

1.Água (2 Reis 2:19-22). Deus quer o bem estar da cidade

2.A maldição dos jovens (2 Reis 2.23-25): Deus quer ser respeitado na vida

daqueles que andam com Ele.

3.O azeite da viúva ( 2 Reis 4:1-7): Deus espera investimento, mesmo no tempo da escassez.

4.A ressurreição do menino (2 Reis 4:8-36): Há coisas que o dinheiro não pode comprar.

5.O veneno na panela (2 Reis 4:39-40): Não há nada definitivamente condenado.

6. O pão (2 Reis 6:1-7): O milagre acontece quando eu compartilho o que é meu.

7. O machado ( 2 Reis 6:1-7): Deus não aceita o trabalhador individado.

 

Fonte: http://amofamilia.com.br/portal/artigos_detalhe.asp?cod=81&sessao=5#.UcHzUaL2YmM

 

 

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A CURA PARA PESSOAS DIFICEIS

 

A CURA PARA

PESSOAS

DIFICEIS

 

Um lista dos exemplos mais comuns de tipos de personalidade que você pode estar representando.

Quando você não consegue expressar seu verdadeiro eu.

1 - O EXECUTIVO

Essa pessoa foi muito amada por superar-se em seu desempenho, quando criança. O desempenho é a condição presumida para o amor e o reconhecimento. Ela está sempre tentando estar à altura das expectativas dos outros e muitas vezes se auto-impôe exigências cada vez maiores. Elas sempre se sente pressionada e levada à auto-realização, sem tempo para descansar. Não pode tolerar fraqueza em si ou nos outros e também tende a ser muito critica.

No tipo executivo, o que motiva seu jeito de ser é o medo secreto de rejeição ou abandono. O executivo precisa relaxar mais e saber que ele pode ser amado mesmo quando não está fazendo algo. (É preciso tirar férias, descanso, pausa...)

O executivo se sente pressionado a dar o máximo. Para ele não há descanso; ele se sente compelido a executar e atingir resultados.

2 - O CRITICO

O critico está preocupado em descobrir, apontar e comentar os defeitos dos outros. Ele tem prazer em criticar e diminuir os que estão a sua volta. Talvez odeie uma parte dele próprio, projetando essa característica sobre os outros e, assim, tornando-se extremamente seu critico e censor. Sempre que ele tem medo de ser julgado, apressa-se em revidar com uma série de criticas, de natureza freqüentemente sarcástica. Para ele a melhor defesa é um ferino e contundente ataque. Se você tem essas características, tente começar a se ver em todos aqueles que você julga e critica.

Assim como você sabe encontrar motivos para afastar-se dos outros, tente encontrar motivos para se ligar a eles.

O que o Critico odeia em si mesmo, ele achará e criticará nos outros.

3 - O FANFARÃO

Essa pessoa compensa sua parca auto-estima vangloriando-se e aumentando a verdade. Na fase de crescimento ela aprendeu que, para conseguir atenção, tinha de dramatizar e aumentar a realidade.

O fanfarrão não planeja mentir - isso acontece naturalmente. Mesmo quando a verdade em si é digna de atenção, ele precisa aumenta-la.

No intimo, o fanfarrão sente que não é suficientemente bom para garantir o amor e atenção. Sente que a verdade nunca é suficiente para que ele obtenha o reconhecimento de que precisa perante si mesmo e os outros; assim ele a aumente.

O fanfarrão aprendeu a conseguir atenção dramatizando e exagerando a verdade.

O fanfarrão nunca consegue confiar no amor dos outros, pois, no fundo, sabe que está mentindo.

O fanfarrão precisa praticar a verdade no que diz. Precisa aprender a confiar em si e nos outros.

4 - A VÍTIMA

Essa pessoa, em geral, foi magoada muito profundamente quando era bem jovem, e recebeu muita compreensão. A vítima sente-se indigna de amor apoio, a menos que estes sejam precedidos de um grande infortúnio ou uma tragédia ou que, ou que, pelo menos, revelem uma tragédia passada. Sempre que uma alguma história ruim lhe acontece, pode apostar que a historia vai longe.

Se você está recebendo muito amor, atenção e compreensão com suas histórias de vítima, preste atenção - você está reforçando um padrão para ser amado, transmitindo dor e sofrimento. Assim, quando suas histórias envelhecem e você deseja alguma manifestação de amor, você terá sempre que criar uma nova tragédia. Talvez até mesmo fique doente para ser mais amado.

A vítima geralmente sente-se impotente na vida e tenta controlar as pessoas fazendo-as se sentir culpadas. Ela recusa-se a assumir responsabilidade pelas coisas que lhe acontecem; assim, inconscientemente, os outros são atraídos pela tentativa de agrada-la e faze - feliz.

A vítima deve aprender a desenvolver seu próprio potencial, assumindo responsabilidade pela própria vida. Precisa resolver sua raiva acumulada e reprimida e praticar perdão.

5 - O GENTIL

Essa pessoa está sempre de bom humor, é alegre e muito agradável. Demonstra grande amizade e, geralmente, tem uma porção de amigos e conhecidos. O gentil aprendeu desde cedo que a condescendência traz uma recompensa, um sorriso ou um abraço. Ele se submete a todas as regras com precisão mecânica. Sempre faz o que "deveria", está sempre disposto a agradar aos outros, dizendo "sim" a todos. O gentil nunca fica zangado; eplo contrário, aprende a aceitar qualquer situação e a adaptar-se a ela. Ele nunca tumultua a cena.

Superficialmente, o Gentil está feliz e contente por fazer parte do grupo, mas interiormente sente-se vazio e sozinho. Tem medo de ser ele mesmo, pois, fazendo o que quer, arrisca-se à desaprovação. Assim, ele perde a noção do que realmente deseja e de quem é, de fato. Ele faz tudo certo e de acordo com as regras, mas secretamente sente-se controlado e enganado, entediado e sem vida.

O gentil está numa armadilha - nunca pode abrir-se realmente, porque os outros descobririam que ele na verdade não é tão gentil assim. Sendo sempre agradável, ele reprimiu com sucesso sua própria individualidade, e tornou-se um ninguém.

O gentil precisa habituar-se a dizer "não", querendo mesmo dizer isso. Precisa aprender a expressar sua raiva. Precisa arriscar a mostrar-se como a pessoa não tão agradável de seu interior e ver não só que os outros o amarão, mas podem sentir-se mais próximos, porque agora ele é mais real.

6 - O FARISEU

Essa pessoa aprendeu que se estiver errada, as outras não a amarão e a considerarão má. A fim de ser amado, o Fariseu enta estar certo a qualquer custo. Nunca pode admitir que está errado, pois confessar suas falhas e seus fracassos significaria a perda do amor, o que seria muito penoso. O fariseu tenta geralmente tornar os outros errados, de modo que ele mesmo possa mostrar certo. Tem um pretexto racional para tudo o que faz. Pode até mesmo tornar-se um grande professor. Mas nunca tenha uma discussão com um fariseu, porque ela acabará se tornando mais uma conferência sobre os motivos por que você está errado e ele, certo.

O fariseu precisa começar a pedir desculpas sempre que comete um erro, mesmo quando tem um pretexto. A racionalização e a justificação são os meios favoritos de evitar os sentimentos, especialmente o de culpa. Essas pessoas precisam aprender que os outros o amarão, mesmo que ela esteja errada ou cometa um engano.

7 - O ZANGADO

Ele é um eterno brigão. Para ele, a raiva é uma proteção; é um rugido para afugentar a adversidade. O Zangada sente uma inadequação interior e está sempre tentando se proteger. Para compensar esse sentimento de inadequação, ele se recusa a ser convenientemente satisfeito pelo mundo exterior. Nada pode agrada-lo. Ele projeta a sua própria inconveniência em todo lugar, daí sentir-se frustrado e amargo em relação ao mundo.

O Zangado sente-se dilacerado pela vida, e está constantemente tentando dar o troco. Fica zangado por qualquer ninharia e lembra-se de todas as injustiças de que foi vitima. Ele se delicia com as confidências e dos fracassos dos outros e, assim, torna-se excessivamente competidor.

O Zangado está atolado em sentimentos de raiva e censura como um disfarce para os seus próprios sentimentos de inadequação e mágoa.

Ele precisa aprender que ainda merece ser amado, mesmo que seja inconvenientemente sob alguns aspectos. Todo dia ele deve praticar o perdão e a o amor.

8 - O IMPORTOR

Essa pessoa representou tantos papéis que não sabe mais quem é. Por traz de toda máscara existe um outro. Ele está sempre agindo conforme os outros o aceitam. O Impostor não se arrisca à controvérsia. Ele é um especialista em impressionar as pessoas para ser estimado. Representa os papéis que ele acha que os outros querem que ele represente e, nesse processo torna-se hipócrita e embusteiro.

O impostor provavelmente nunca se sentiu valorizado por ser autêntico, enquanto se tornava adulto; portanto, decidiu que, para ser amado, teria de tornar-se outra pessoa, não importando quem fosse para satisfazer os outros. Infelizmente, ele não consegue confiar no amor ou na amizade de ninguém, pois, no fundo, sabe que é um impostor e que os outros não sabem quem ele realmente é.

9 - O CRENTE

Essa pessoa tornou-se tão dependente dos outros para saber a verdade, que não acredita em seus próprios sentimentos. Cresceu aprendendo que, para ser amado, tem que simplesmente concordar com o que os outros lhe dizem e acreditar neles. Se vocês tem uma crença em comum, então o Crente é o seu amigo, e se você contradiz a sua crença, passa a ser seu inimigo. O Crente adora delegar seu próprio poder e sua responsabilidade a outros que possam resolver os problemas para ele. Ele espera que você o ame porque concorda com você. Se você desapontar suas expectativas irreais, ele deixa de amá-lo e de apóia-lo.

O Crente é tão dependente dos outros para saber a verdade, que perde a noção da realidade.

O Crente nunca superou o fato de que seus pais não eram perfeitos. Ele sempre tem esperanças elevadas, mas inevitavelmente é desiludido pelos outros e continuará a sê-lo, até que comece a acreditar em si mesmo.

Ele precisa aprender a assumir responsabilidade por sua própria vida, e perdoar todas as pessoas que o desiludiram. Deve questionar todas as crenças e relaciona-las à sua própria experiência pessoal. O Crente precisa aprender a confiar em seus próprios sentimentos, instintos e escolhas e considerar-se a fonte de poder e sabedoria de sua vida.

10 - O TÍMIDO

A reação básica desta pessoa aos outros é de medo. Ela tema a crítica, teme a avaliação que se faz a seu respeito e teme a inaceitável rejeição ao final. O tímido não acredita muito na possibilidade de ser amado pelo outros. Ele aprendeu que as pessoas só o aceitarão sob determinadas condições e se estas não existirem, ele teme a rejeição. Ele pode ser um músico incrível ou um excelente intérprete no palco, mas fora dele torna-se envergonhado e inseguro.

O Tímido deve aprender a correr risco. Deve vislumbrar a possibilidade de um risco e então representa-lo, gradualmente, acreditando mais em si e dispersando o medo que sente dos outros. Ele precisa expor-se mais e aprender a confiar em si e nas pessoas novamente.

11 - O EXIBICIONISTA

O Exibicionista acredita que o que faz ou possui compensará o que ele próprio não consegue ser. Procura compensar sua falta de auto estima possuindo grandes coisas, esperando atrair a atenção e o reconhecimento de que tanto precisa. Para o Exibicionista, o dinheiro é o símbolo do amor, sem o qual teme perder esse amor. Ele não consegue conquistar o amor, mas tenta compra-lo. É incapaz de partilhar seus sentimentos diretamente, mas faz isso oferecendo ou negando presentes e bens materiais.

Infelizmente, o exibicionista nunca se sente digno de amor que ele realmente recebe, porque sabe que estás sendo amado pelo que pode comprar e possuir e não por si mesmo. Freqüentemente, sente-se usado e desvalorizado.

O exibicionista precisa habituar-se a compartilhar seus sentimentos e permitir que os outros vejam interiormente. Precisa trabalhar sua auto-imagem, e gozar a imagem externa. Ele então que pode ser amado pelo que é, e não pelo que tem ou faz.

14 - O SOLITÁRIO

Essa pessoa está sempre provando que não precisa dos outros. Em alguma etapa do seu desenvolvimento, ela não conseguiu se amada e reconhecida como queria, e então decidiu que não precisava disso. O Solitário aprendeu a se tornar auto suficiente. No íntimo, ele é um espírito extremamente sensível e atencioso, a se desligar de seus sentimentos, pois reconhecê-los seria penoso demais.

O Solitário sente-se culpado por precisar ser muito amado, e renega suas necessidades. "Posso fazer sozinho" ele proclama orgulhosamente. "Não preciso de você". Como ele não expressa a suas carências claramente, sempre se decepciona e se magoa nos relacionamentos. Ele também se ressente tato de ser obrigado a satisfazer as necessidades de seu parceiro, como de ter as suas necessidades próprias. Para o Solitário, as necessidades são um sinal de fraqueza.

A opção mais fácil para o solitário é simplesmente evitar relacionamentos e viver sozinho. Quanto mais se sente carente, mais ele se afasta e se esquiva, tornado, assim, mais remota a possibilidade de ser amado como precisa.

O Solitário deve aprender a partilhar suas necessidades e demonstrar sua emoções. Deve revelar aos outros todas as suas expectativas e desilusões ocultas. Sempre que ele começar a ficar mal humorado e retirar-se, deve encontrar alguém de quem goste e compartilhar seus sentimentos. O Solitário precisa aprender que carência não é uma palavra feia, e deve buscar pessoas na vida que preencham suas necessidades de amor e valorização.

13 - O MÁRTIR

O Mártir aprendeu que amar significa sacrificar-se ou desistir de alguma coisa por alguém. Provavelmente, na sua face de crescimento, seus pais nunca permitiram que se esquecesse do que eles se sacrificaram, esperando o mesmo dele. Para ele, amar é um tema cansativo porque, para mostrar seu amor, ele sempre tem de fazer o que não quer ou desistir do que quer.

O Mártir nunca pode ser o que pretende, pois isso seria egoísta demais. Para ele, dar não significa conceder as coisas livremente, mas é uma desistência ou abnegação com uma expectativa definida de receber o mesmo em troca. O Mártir espera que aquele que seja amado por ele retribua o seu amor com um sacrifício igualmente penoso. "Sofri pro você, portanto sofra por mim".

Para ele, o sofrimento é uma virtude e o símbolo do verdadeiro amor.

O Mártir deve aprender a aliviar o fardo que imputou ao amor e aos relacionamentos. Precisa curar a raiva e o ressentimento reprimidos e acumulados me relação ais seus pais e aos outros, bem como perdoa-los por terem-no prendido com o laço da culpa. O Mártir precisa aprender a amar livremente, sem esperar sacrifício igual em troca, devendo lembra-se de não abrir mão de sua próprias coerências.

O Mártir precisa tornar mais leve o fardo que colocou sobre o amor e os relacionamentos.

O Mártir aprendeu que amar significa sacrificar-se pelo outro ou abrir mão de si.

 

Fonte: ----www.familiaegraca.com.br ------

 

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Ser Religioso não basta!

 

Ser Religioso
não basta!


(Mt 21.28-32)

- Muitas pessoas acham que o medo do desconhecido e a necessidade de dar sentido ao mundo, são fatores que levaram o homem a criar diversas crenças, cerimônias e cultos. Daí surgirem tantos mitos, superstições e ritos para o homem manter contato com o mundo sobrenatural. Entretanto, a bíblia afirma que o homem foi criado á imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26a), e ao ser criado á imagem de Deus, o homem trouxe consigo a propensão e a necessidade de cultuar o criador.

- Necessidade porque é o próprio Deus quem pede aos homens que o adorem. O Senhor Jesus confirmou este fato ao ratificar o decálogo em (Lc 4.8) “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto”.

Diante disso, nós concluímos que: Não foi o ser humano quem “inventou” a religião para buscar a Deus, mas, sim o Criador quem deu ao homem a capacidade de adorá-lo.

- Já parou para se perguntar do porque o homem em sua totalidade é um ser religioso?

- A resposta bíblica é simples e clara: O homem é um ser religioso porque foi criado á imagem e a semelhança de Deus.

Mais o que significa o homem ter sido criado á imagem e semelhança de Deus?

IMAGEM (Hb. Tsélem), que significa a expressão da realidade. Por isso podemos afirmar que significa sombra, pois uma sombra tem semelhança com a pessoa, mas não é exatamente uma cópia da pessoa.

SEMELHANÇA (Hb. Demut), que significa principalmente aparência, correspondência, cópia. Podemos então dizer, que a idéia de semelhança de Deus é o homem ser a imagem de Deus.

- Veja, o homem não tem a imagem de Deus, ele é a imagem de Deus. Mesmo depois da queda pelo pecado no Éden, essa imagem ficou distorcida, mas sempre esteve presente.

E esta expressão imagem de Deus, refere-se ao homem como um ser espiritual, racional, moral e social.

Espiritual – O homem tem a capacidade de conhecer a Deus e manter comunhão com ele, se relacionando com ele.

Racional – O homem foi criado com capacidade para adquirir, descobrir, compreender, interpretar e avaliar os fatos.

Moral – O homem tem o senso da obrigação moral, o tremendo senso do dever.

Social – O ser humano foi criado para viver em grupo, em sociedade; o homem é um ser sociável, gregário. Interessante que isso tem haver com a própria trindade, porque Deus nunca existiu sozinho, sempre em três pessoas vivendo em co-harmonia e com a mesma essência.

O que a imagem de Deus no homem tem a ver com a religiosidade humana?

Pense um pouco: Dentre todas as criaturas, somente o homem foi criado e destinado para ser a imagem de Deus no mundo. Isso significa que o homem não possui somente um corpo físico, mas também alma, mas também espírito, na verdade o homem possui o Dna de Deus, que justamente nos possibilita ter um relacionamento pessoal com ele, orar a ele, louvar a ele, ouvir as palavras dele.

- A imagem de Deus no homem é o principal sinal de que a religiosidade humana não é uma invenção, pois a consciência humana sempre vai considerar que existe um ser superior que precisa ser adorado.

- Veja o que diz (Ec 3.11) “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim”.

- Ao afirmar que Deus colocou a eternidade no coração humano, Salomão estava nos revelando tanto a glória, quanto à miséria humana. O homem foi criado para algo muito maior do que a limitação que a nossa vida nos impõe. Deus pôs dentro de nós o conhecimento de que este mundo decaído e limitado não é suficiente para a existência humana, para o homem que ele mesmo criou.

Um historiador russo declarou: “Dê ao homem tudo o que ele quer, e logo ele verá que o tudo não é tudo”.

A.W. Tozer disse: “A eternidade de Deus e a mortalidade do homem, se unem a fim de nos convencer que a fé em Cristo Jesus não é uma opção”.

- Somente Jesus Cristo que é o pai da eternidade, pode justamente nos colocar nessa eternidade que Deus colocou no coração do homem, e assim dar fim a uma busca incansável.

- O homem tem buscado incansavelmente Deus através das religiões, e isto é fato, segundo o último senso do Ibge em 2000: Católicos 73,8%, Evangélicos 15,4%, Espíritas 1,3%, Umbandistas e candomblecistas 0,3%, Outras religiões 1,8%, Sem religião 7,4%.

Ao longo da história da humanidade, as religiões mundiais têm apresentado diferentes sistemas sagrados, cujo objetivo maior é o caminho para o mundo espiritual. Religiões nascem, crescem e geram novas religiões devido a algum tipo de “verdade” supostamente revelada, por meio da qual o ser humano busca entender melhor a razão da sua existência.

É interessante notar que a religião está intimamente relacionada a algum tipo de revelação: fenômenos da natureza, livros sagrados, líderes espiritualistas, experiências místicas e transcendentais, comunicação com seres espirituais, obediência a dogmas ou prática de rituais, podem exemplificar algumas das maneiras pelas quais as divindades são reveladas nas mais diferentes religiões.

Ouça isso: Muito embora o estudo das ciências das Religiões defina o cristianismo como uma religião, a Palavra de Deus ensina claramente que os verdadeiros cristãos não vivem em função de religião, filosofia ou ideologia, mas de uma experiência real com o evangelho e com o Cristo glorioso do evangelho.

Stanley Jones: “A religião é o homem buscando a Deus, por isso há muitas religiões. O evangelho é Deus buscando o homem, por isso há um só evangelho”.

- O cristão é alguém que crê que a fé cristã está fundamentada na revelação e na manifestação de Deus ao ser humano, porém esta revelação gera relacionamento com Deus e não cria uma religião fria e mecânica sem propósitos em si mesma.

- Se a religião está intimamente relacionada a uma revelação, assim também o cristianismo está relacionado a uma revelação, não numa revelação qualquer, mas a maior das revelações. Que revelação?

Que o Deus da Bíblia é único, pessoal, criador, eterno, onipotente, onipresente, onisciente, soberano, santo, justo, infinito e sustentador de todo o universo e que se revelou de maneira especial aos homens através de Jesus que é o único caminho, a verdade e a vida, o único mediador entre Deus e os homens, que veio ao mundo para salvar os pecadores que se relacionarem com ele.

Ser religioso não basta para irmos para a eternidade, vir à igreja de domingo a domingo não basta para entrarmos na eternidade, fazer sacrifícios de tolos e praticar ordenanças cerimoniais não basta para adentrarmos a eternidade, somente uma experiência real e pessoal com Cristo nos leva a eternidade.

- Somente um relacionamento aquecido e constante com Cristo nos leva a eternidade.

“Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. (At 4.12)

A parábola dos dois filhos (Mt 21.28-32)

Filhos do mesmo pai (v.28) – O pai (Deus) é quem chama, dá oportunidade de trabalho, vai até ao filho, quer recompensar o filho. O pedido ou a ordem não foi seguido de repreensão ou de obrigação, porém cada filho teve a oportunidade de corresponder ao pai de acordo com sua própria vontade; é o livre-arbítrio concedido pelo pai aos filhos. Deus espera que todo crente, por amor, gratidão, chamada, privilégio e oportunidade, e não apenas o dever (por religiosidade), sirva-O com alegria, dedicação, zelo e resignação.

DEUS não colocou robôs na terra para lhe obedecerem forçadamente, mas colocou seres pensantes e deseja que estes seres, os homens, o sirvam de livre e espontânea vontade e com desejo de agradar-lhe em tudo.

O que representam os filhos (v.28) - Os filhos representavam respectivamente os pecadores religiosos e líderes do povo (tanto líderes políticos, como religiosos e até anciãos) e os pecadores comuns dentre o povo em geral.

- Esses pecadores religiosos eram os "representantes de DEUS" na terra, ou seja, as autoridades de Israel, que se escondiam por detrás de suas capas de santidade, porém eram religiosos - hipócritas.

- Já os pecadores dentre o povo comum eram os que em resumo, não observavam a Lei para fazerem as purificações, ritos, separações e sacrifícios.

1º filho – representava os pecadores religiosos (autoridades de Israel)

2º filho – representava os pecadores dentre o povo em comum

A conduta diferenciada dos filhos (Vs. 29,30)

Os dois filhos receberam do pai a mesma ordem ou pedido: “Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha”(vs.28,30), a resposta de cada um e a reação de cada um diante do chamado do pai, nós sabemos. Todos os dois deram resposta ao chamado do pai no mesmo instante em que foram chamados, não pensaram antes de responder, não analisaram o trabalho antes de responder; o primeiro que foi chamado disse logo, Eu vou, senhor. O segundo, porém respondeu imediatamente, Não quero senhor.


O PRIMEIRO FILHO: mostrou-se obediente, amoroso e delicado; procurou agradar o pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu: "Eu vou, senhor" - Era seu desejo no momento, sabia o que representava trabalhar na vinha de seu pai, porém não foi trabalhar, era orgulhoso e preguiçoso. Este filho era como os religiosos (as autoridades de Israel) que obedeciam verbalmente ao Senhor. A espiritualidade de um religioso pode ser tão superficial quanto a naturalidade em se pronunciar uma frase. O primeiro filho da parábola mostrou prontidão na obediência verbal, mas foi omisso na prática. Nossa adoração poderá ser vã, se o que dissermos a Deus não for uma expressão do coração. Se a nossa obediência ao Pai Celestial se limitar apenas a expressões verbais e ao linguajar igrejeiro, seremos tidos como meros religiosos frios. O coração deste filho era dominado por um sentimento farisaico: fazer para mostrar a todos que estava obedecendo sem querer obedecer. Era hipócrita; de duas caras; de duas palavras. “Eu vou, senhor; e não foi”. Este filho demonstrou ser um rebelde enrustido. Um cristão nessa situação perde a identidade bíblica, ou seja, perde a visão de salvação em JESUS CRISTO.

- Não basta fazer coisas para Deus e mostrar coisas para Deus, se faz necessário ser de Deus primeiro, para então querer mostrar alguma coisa para alguém.

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mt 7.21).


O SEGUNDO FILHO: Mostrou-se desobediente, grosseiro e indelicado; não procurou analisar o pedido do pai e a primeira resposta que lhe veio à boca, respondeu: “Não quero” - Não era seu desejo no momento, pois não sabia direito o que representava trabalhar na vinha de seu pai. Ele respondeu: “Não quero”, mas não justificou; não esclareceu nada. E o pai tinha urgência: “Trabalhar hoje na vinha” (v.28). A vinha era da família; portanto, era dos próprios filhos. O segundo filho, inicialmente, desobedeceu, mas depois se arrependeu e foi para o trabalho. Nele vemos a importância do quebrantamento e da humildade. Ele pensou no que fez de errado e arrependeu-se ainda em tempo e foi trabalhar na vinha do Pai. Quando existe arrependimento verdadeiro, se manifesta em nosso exterior exatamente a transformação que houve no interior.

- O segundo filho que representava os pecadores dentre o povo comum (publicanos e meretrizes), estes não observavam a lei para fazerem sacrifícios, ritos e purificações como os religiosos e as autoridades de Israel faziam. Só tinha uma diferença, eles estavam se arrependendo e entrando pela porta do Reino de Deus, e os religiosos não. Eles até diziam não para Jesus inicialmente, mas depois diziam sim. A Bíblia mostra que muitos se arrependeram tarde demais como Judas e Esaú.

Jesus termina a parábola, fazendo uma pergunta a todos os religiosos (Vs.31,32)

“Qual dos dois fez a vontade do pai?” (v.31) Eles reponderam o segundo.

Jesus então lhes revela que publicanos e meretrizes os precedem no Reino de Deus, porque se arrependem de uma vida de pecado, no entanto, eles, sendo religiosos não conseguiam se arrepender de sua religiosidade frívola. Jesus ainda justificou que João já os chamava ao arrependimento, mais eles não conseguiam crer.

Se você acha que ser religioso basta para adentrar o Reino de Deus, é porque você ainda não teve uma experiência real com Jesus. Porque se você tivesse uma experiência real com Jesus você enxergaria que a verdadeira religião é Jesus, que é o único que tem o poder de reconciliar o homem com Deus!

Ser religioso não basta!


 

Autor: Pr. Flavio Muniz

 

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Entendendo e reagindo as mudanças

 

Entendendo
e reagindo
as mudanças

 

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Rm 8.28)".

 

- Enquanto o conhecimento, a experiência e a rotina proporcionam SEGURANÇA, para muitas pessoas a incerteza da mudança é DESCONFORTÁVEL.

- Nós geralmente até gostamos de mudar algo em nossa vida, ou aceitamos as mudanças que surgem por naturalidade, porém nós sempre ficamos desconfiados.

Exemplos: o carro que ficou velho e precisou ser trocado, o chefe que foi trocado, o namoro que terminou etc.

- E nós vivemos em um mundo que sofre constantes mudanças, já percebeu que a filosofia das empresas mudou, as crianças mudaram, a tecnologia foi alterada profundamente. Já percebeu que a sociedade mudou: na moral, na ética, na cultura e etc. (nós fazemos parte disso!)

- Nós sempre estamos querendo controlar as coisas para que elas mudem de acordo com as nossas necessidades ou não mudem para não ocorrer o pior. Porém nós precisamos aceitar que mudanças fazem parte da nossa vida. Muitas vezes planejamos as mudanças e as coisas mudam para melhor, outras vezes não planejamos as mudanças e as coisas mudam naturalmente. E lá estamos nós tendo que reagir as mudanças!

A Bíblia também nos mostra pessoas que foram afetadas pelas mudanças e que reagiram das formas mais diversas, vejamos:

1) Ana mulher de Elcana – apesar de muito amada pelo marido, ela sofria pois era estéril e além disso Penina (outra mulher de Elcana) a irritava e ela vivia chorando e não comia. – reagiu com fé.

2) o povo de Israel pedindo um rei a Samuel – os filhos de Samuel se corromperam (eram juízes) e eles pediram um Rei e isso não agradou a Samuel. Porém Deus disse a Samuel: “Eles não rejeitaram a ti, mas a mim para eu não reinar sobre eles”. – reagiram com incredulidade.

3) Daniel foi levado para a babilônia – foi levado para servir na coorte do rei da babilônia como um sábio. Seus amigos: sadraque, mesaque e abede-nego foram colocados sobre os negócios do Rei – reagiu com coragem e ousadia.

- E em nossa vida as coisas também mudam, todos nós estamos em contato quase constante com a mudança – casamento, profissão, os filhos, a enfermidade, as finanças, os sentimentos. E é importante nós notarmos que algumas mudanças são voluntárias (nós fazemos parte delas).

Ex: fazer faculdade, mudar a rotina acordando cedo, emagrecer, cuidar da saúde (remédios) etc. Já outras são involuntárias, forçadas pelas circunstâncias (nós fomos obrigados a mudar) ex; perca de um emprego, diagnóstico médico, perca de um ente querido etc...

- O que eu quero lhe dizer é que essas mudanças sendo voluntárias ou involuntárias podem se tornar em experiências fortalecedoras, experiências positivas, e isto caso nós venhamos a nos colocar sob a poderosa mão de Deus, sob a autoridade de Deus, reconhecendo a soberania de Deus. Porém eu quero lhe dizer também que essas mudanças sendo voluntárias ou involuntárias, podem se tornar em experiências frustrantes e confusas, caso não reconheçamos a autoridade da palavra e da soberania de Deus.

Diante disso, nós precisamos responder a uma pergunta muito singular: Como nós temos reagido às constantes mudanças em nossa vida?

- É bem verdade que as pessoas reagem as mudanças da vida de maneira diferente, não é verdade.

- Algumas pessoas reagem com alegria, sem medo, confiantes na vitória e seguras. (ex: Ana, Daniel etc.).

- Já outras reagem com medo do desconhecido, com falta de autoconfiança, outras reagem com frustração, solitárias e cheias de sofrimento.

- Outras ficam desanimadas e tristes.

E Se este é o seu caso, eu quero lhe dizer quatro coisas que você não pode deixar de saber:

1) Que Deus nunca mudou e nem mudará, ele permanece o mesmo (Ml 3.6).

2) Todas as coisas são transitórias e passarão, mais a Palavra de Deus não passará (Mt 24.35).

3) Confie em Deus nos momentos de mudanças (Sl 40.4a/ Hb 3.14/Hb 10.35).

4) Reconheça a sua soberania (Rm 8.31).

 

 

Autor: Pr. Flavio Muniz

 

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

O QUE DIRIGE SUA VIDA?

 

O QUE DIRIGE
SUA VIDA?
 
- Sl 32.1

 

“Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados” - Sl 32.1

- Tudo que se move na terra é dirigido, movido, guiado, controlado, direcionado por algum tipo de força. Precisamos de uma força dinâmica e propulsora.

- Um carro que se locomove, um prego que entra na madeira, absolutamente tudo é dirigido por alguma força maior motriz!
Qual é a força que guia a sua vida?

Por exemplo: neste exato momento dentro de você existe algo o direcionando.
Você pode estar sendo dirigido por uma pressão, um problema, uma enfermidade, um desejo, uma ansiedade, um prazo limite, uma incerteza....

Existem centenas de tipos diferentes de circunstâncias, valores e emoções que podem dirigir sua vida, algumas destas coisas são positivas outras negativas, algumas evitáveis ou inevitáveis.

1. MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO GUIADAS PELA CULPA - Sl. 32:2

“Como é feliz aquele a quem o SENHOR não atribui culpa”

- A culpa é um sentimento de opressão. Esta pressão passa a vida toda fugindo do remorso e ocultando a vergonha.

- É verdade que somos produtos do nosso passado, mas não podemos ser prisioneiros dele.

- O propósito de Deus não é restrito ao passado, muito pelo contrário.

- Veja Moisés, Davi, Paulo, Pedro, homens que a Bíblica nos conta as histórias de seus fracassos e derrotas, todavia nos mostram também, duas verdades:

a. DEUS NUNCA PAROU DE AMÁ-LOS
b. O ARREPENDIMENTO FOI A CHAVE DO RECOMEÇO

- E você vai permanecer cercado, pressionado, paralisados pelo sentimento de culpa fracasso e derrota?

- O que você vai ganhar com isto?

- Espero que você não seja daqueles que gostam de se esconder atrás da culpa para aquilo que os outros pensam de você.

2. MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO GUIADAS PELO RANCOR - Jó: 5:2.

“O ressentimento mata o insensato, e a inveja destrói o tolo”.

- Lamentavelmente muitas pessoas são dirigidas pelo rancor, mágoa, ira e raiva.
Ao invés de esfriar seus corações com o amor, o perdão, a sublimação, são escravas de uma mente recalcitrante que se apega à mágoa e jamais conseguem superá-las, revivem continuamente e diariamente a mesma imagem em suas vidas.

- Estas pessoas se fecham e se interiorizam e de quanto em quanto explodem sobre os outros.

- O Rancor fere mais a você do que a qualquer outra pessoa.

- Quando você guarda mágoa no coração, seu interior apodrece.

- As pessoas que lhe magoaram no passado continuarão lhe magoando ao menos que você decida superar isto e virar a página da sua vida.

- Não viva no passado, liberte-se dele, não deixe controlar, guiar a sua vida hoje!
Nada pode mudar seu passado, mas sua decisão hoje determinará seu futuro.

3. MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO GUIADAS PELO MEDO - I Jo. 4:18

“No amor não há medo; ao contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor”.

- Pessoas assim perdem grandes oportunidades porque não aceitam correr riscos, têm medo deles, a raiz geralmente está na vida familiar ou na formação, repressão, limitação, traumas, etc...

- Cuidado! Para que o medo não roube seus melhores sonhos, não roube suas oportunidades, não roube seus ideais, e não deixe você se tornar o que Deus sonhou para sua vida.

4. MUITAS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO GUIADAS PELO MATERIALISMO - Mt. 6: 24

-"Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”

- Muitas vezes as pessoas são dirigidas por materialismo.

- Pensam que não têm um “deus”, enganam-se... Porque Mamom é o seu deus!

- Tem pessoas que não topam nada até que se fale em valores. Vivem para o seu trabalho porque lá ele recebe e quem distância da igreja, porque aqui é pura doação.

Você jamais será mais feliz...

...por TER mais,
...por SER mais importante
...ou por ESTAR mais protegido.

- Todas as posses trazem felicidade passageira e temporária.

- Em matéria de coisas sempre queremos novas, maiores e melhores.

- Só Jesus nos satisfaz plenamente, Ele é o mesmo de ontem, de hoje e será o mesmo amanhã.

- Auto-estima e patrimônio não são sinônimos!

5. MUITOS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO GUIADAS PELA APROVAÇÃO

- Mt. 6:24.
“Ninguém pode servir a dois senhores”.

- Muitas pessoas vivem baseadas na aprovação dos outros, são dirigidos pelas expectativas dos pais, dos cônjuges, filhos, professores e amigos. Todos acabam controlando sua vida e sua agenda.

- Tem muitos filhos adultos que vivem tentando aprovação dos seus pais em seus atos, que na verdade nunca estão satisfeitos com nada.

- Outros vivem pensando na questão social, a célebre frase: “O que os outros vão pensar de mim?”.
Infelizmente aqueles que seguem a multidão acabam perdidos nela!

Rick Warren disse:
“EU NÃO CONHEÇO AS CHAVES DO SUCESSO, MAS A DO FRACASSO É TENTAR AGRADAR TODAS AS PESSOAS”.

- Se você não decidir quem vai dirigir sua vida, você vai chegar à final indeciso, perdido e com a vida não realizada.

- Você não tem tempo aqui na terra para fazer tudo que as pessoas querem que você faça, você só tem tempo para fazer o que Deus deseja que você faça!

- O que deve dirigir minha vida?

- Você precisa deixar que sua vida seja guiada e dirigida pelos eternos propósitos de Deus:
“Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações.” – Sl. 33:11

Você passa a viver para:

- O prazer e alegria de Deus,
- Para comunhão com seu próximo, trazendo pessoas para a família de Deus,
- Para servir a Deus e as pessoas,
- Para levar outros a crescerem na fé e aprenderem de Jesus,
- Para cumprir sua missão no mundo!
Este é o verdadeiro sentido da vida. E por isto que você está aqui neste mundo!

 

FONTE: http://israelhdaciolo.blogspot.com.br/2009/06/o-que-dirige-sua-vida-sl-321.html

 

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A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO

 

A SEGUNDA
VOLTA
DE CRISTO -
Mt.24.44

 

“Portanto, Vigiai, Porque Não Sabeis Em Que Dia Virá O Vosso Senhor”. (Mateus 24:44)

- A segunda vinda de Cristo é mencionada diretamente nos 25 livros dos vinte e sete que compõe o Novo Testamento;

- é tão certa quanto a Sua primeira vinda,

- Jesus mesmo falou muitas vezes sobre Sua volta.

Vejamos:

I. Será Numa Ocasião Desconhecida. (Mateus 24:34,44)

a) Será como um relâmpago. (Mateus 24:27)

b) Ninguém sabe o dia. (Mateus 24:36)

c) Muita gente vai ser pega de surpresa. (Lucas 12:40)

d) A nós cabe vigiar e orar. (Mateus 24:42; I Tessalonicenses 5:2)

e) Será como um ladrão. (Apocalipse 16:15)

II. Está Muito Próxima. (Tiago 5:8)

a) O Senhor está perto. (Filipenses 4:5)

b) Ele não tardará. (Hebreus 10:37)

c) Ele vem sem demora. (Apocalipse 3:11; 22:7,12)

d) Jesus voltará nessa geração. (Apocalipse 22:20)

e) O tempo está próximo. (Apocalipse 22:10; I João 2:18)

III. A 2ª Vinda de Cristo Tem um Grande Propósito.

a) Recompensar os fiéis. (Mateus 16:27)

b) Acontecerá o juízo das nações. (Mateus 25:31,32)

c) Ele trará à luz as coisas ocultas. (I Coríntios 4:5)

d) Acontecerá o julgamento dos vivos e mortos. (II Timóteo 4:1; Judas 14,15)

e) Ele voltará rodeado de anjos eleitos e com poder e grande glória. (Mateus 25:31)

IV. Qual Deve Ser a Nossa Atitude Como Cristãos, Diante da Iminente Volta d Senhor Jesus?

a) Estarmos prontos. (Mateus 24:44)

b) Sermos bons mordomos. (Lucas 19:13)

c) Sermos pacientes. (I Coríntios 1:7)

d) Santidade. (I Tessalonicenses 5:23; Hebreus 12:14)

e) Obediência. (I Timóteo 6:14)

f) Aguardar com paciência. (Tito 2:13)

g) Perseverança. (I João 2:28; I Coríntios 15:58)

h) Vigiar sempre. (Mateus 25:13)

i) Desejar a volta do Senhor Jesus. (Apocalipse 22:17)

V. Na Sua 2ª-Vinda o Senhor Jesus Recompensará a Cada um dos seus Servos.

a) Honra Da parte de Jesus. (Lucas 12:37)

b) Estaremos para sempre com Jesus... (João 14:3; I João 3:2; Mateus 25:46)

c) Seremos semelhantes a Ele. (Filipenses 3:20,21)

d) Participantes da glória de Cristo. (Colossenses 3:4)

e) Receberemos a cora de glória. (I Pedro 5:4; II Timóteo 4:8)

Você está preparado para a 2ª vinda do Senhor Jesus?

Você deseja a 2ª vinda do Senhor Jesus?

Você está vivendo como mordomo fiel do Senhor Jesus?


FONTE: www.pibmarilia.org.br

 

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Três coisas impossíveis

 

Três coisas impossíveis


I – SEM DERRAMAMENTO DE SANGUE NÃO HÁ REMISSÃO. HB. 9:22

“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão”.

1) O sangue é a base divina para o plano da redenção.

2) O sangue é um testemunho eloqüente da justiça de deus.

3) O Sangue é o selo aceito por Deus para nos perdoar completamente.
4)- O sangue é a moeda que nos garante acesso no céu.

II – SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR A DEUS. HB. 11:6

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aqueles que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que buscam”.

1) A fé é a condição divina para nos aproximar de Deus.

2) A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus.

3) A fé é a provisão e o sustento do justo.

4) A oração da fé salva o doente.

III – SEM SANTIDADE NINGUÉM VERÁ O SENHOR. HB. 12:14

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”.

1) A santificação é a conseqüência da redenção.

2) A santificação é o resultado positivo de nossa entrega completa para Deus.

3) A santificação é realizada em nós pelo Espírito Santo de Deus.

4) A santificação abre nossos olhos espirituais e nos permite ver a eternidade.

 

 

Por Pr. Lindemberg / http://www.ministeriofama.org/portal/esbocos/tres-coisas-impossiveis.html?Itemid=56

 

 

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