
ABRINDO A PORTA
PARA O IMPOSSÍVEL
Textos: Luc.10:38/ II Rs.4:8ª10
Textos: Luc.10:38/ II Rs.4:8ª10
Introdução:
- Nesses dois textos vemos pessoas recebendo em seus lares, Eliseu e Jesus.
- Essas pessoas mais do que receber, abriram suas portas para o encontro do sobrenatural: A ressurreição de seus entes queridos.
O que temos que fazer para receber isso em nossas casas hoje?
1) Ambientação para presença e morada
- Não há como ficar num lugar sem ter um ambiente favorável para estadia e habitação. Só conseguimos ficar num ambiente favorável sociologicamente, psicologicamente e fisicamente.
- Eliseu tornou-se um morador na casa da sunamita, recebendo um tratamento vip, tendo um canto de sua casa ocupado por ele, construído e doado bondosamente pela mulher, que reconheceu nele um homem de Deus.
- Jesus tornou-se hóspede habitual na casa de Marta e Maria em Betânia, tendo seus dois lados satisfeitos ali: Humano e Divino. Marta ocupava-se do lado humano, cuidando da alimentação e acomodação do Mestre e Maria do divino, assentada aos seus pés ouvindo embevecida seus ensinos.
2) Ter comunhão mais do que interesse
- A Sunamita nunca reivindicou nada pelo favor feito ao profeta. Tudo o que fez foi por querer uma comunhão mais próxima de Deus, e julgou que o profeta ali na sua casa seria um canal de transmissão dessa presença santa. Quando o profeta lhe oferece a oportunidade de um benefício ela rejeita, mostrando que tudo que fez, foi pelo prazer de servir e não pelo desejo de retribuição (II Rs.4: 13).
- Maria aprendeu esse princípio primeiro do que Marta. Ela entendeu logo de cara que Jesus não estava reivindicando ali um banquete. Uma comida simples estava bom demais. O que Jesus queria não era um ativismo desenfreado sem tempo para ouvi-lo. Enquanto Marta correu para cozinha, Maria foi para seus pés ouvi-lo, e Jesus disse que a parte principal foi Maria quem escolheu (Luc.10:41e42).
3) Saber aguardar na sala de espera
- Ambos os casos, os personagens arrolados foram vítimas de uma terrível tragédia. A Sunamita perdeu seu filho único e Marta e Maria perderam seu irmão Lázaro.
- Quando o filho da Sunamita morreu, Elizeu estava longe de casa e quando chegou, entrou sozinho no quarto e a deixou na “sala de espera”, na expectativa de um milagre. Enquanto esperamos não pode haver questionamentos nem dúvidas, mas aguardar em silêncio enquanto Deus trabalha.
- Quando Lázaro morreu Jesus demorou quatro dias para atendê-las, mostrando que intimidade não dá direitos a privilégios. Esses quatro dias foram a sala de espera daquelas irmãs desesperadas e aflitas, que viam a cada dia que passava qualquer esperança fugir. Sala de espera sempre antevê o momento de um grande milagre.
4) Recebendo o impossível
- A sunamita teve seu filho de volta, ressuscitado por Eliseu, dando continuidade em sua história.
- Marta e Maria receberam a Lázaro, não terminando assim seus dias como mendigas em Israel.
Conclusão:
1) Ambientação para presença e morada
- Não há como ficar num lugar sem ter um ambiente favorável para estadia e habitação. Só conseguimos ficar num ambiente favorável sociologicamente, psicologicamente e fisicamente.
- Eliseu tornou-se um morador na casa da sunamita, recebendo um tratamento vip, tendo um canto de sua casa ocupado por ele, construído e doado bondosamente pela mulher, que reconheceu nele um homem de Deus.
- Jesus tornou-se hóspede habitual na casa de Marta e Maria em Betânia, tendo seus dois lados satisfeitos ali: Humano e Divino. Marta ocupava-se do lado humano, cuidando da alimentação e acomodação do Mestre e Maria do divino, assentada aos seus pés ouvindo embevecida seus ensinos.
2) Ter comunhão mais do que interesse
- A Sunamita nunca reivindicou nada pelo favor feito ao profeta. Tudo o que fez foi por querer uma comunhão mais próxima de Deus, e julgou que o profeta ali na sua casa seria um canal de transmissão dessa presença santa. Quando o profeta lhe oferece a oportunidade de um benefício ela rejeita, mostrando que tudo que fez, foi pelo prazer de servir e não pelo desejo de retribuição (II Rs.4: 13).
- Maria aprendeu esse princípio primeiro do que Marta. Ela entendeu logo de cara que Jesus não estava reivindicando ali um banquete. Uma comida simples estava bom demais. O que Jesus queria não era um ativismo desenfreado sem tempo para ouvi-lo. Enquanto Marta correu para cozinha, Maria foi para seus pés ouvi-lo, e Jesus disse que a parte principal foi Maria quem escolheu (Luc.10:41e42).
3) Saber aguardar na sala de espera
- Ambos os casos, os personagens arrolados foram vítimas de uma terrível tragédia. A Sunamita perdeu seu filho único e Marta e Maria perderam seu irmão Lázaro.
- Quando o filho da Sunamita morreu, Elizeu estava longe de casa e quando chegou, entrou sozinho no quarto e a deixou na “sala de espera”, na expectativa de um milagre. Enquanto esperamos não pode haver questionamentos nem dúvidas, mas aguardar em silêncio enquanto Deus trabalha.
- Quando Lázaro morreu Jesus demorou quatro dias para atendê-las, mostrando que intimidade não dá direitos a privilégios. Esses quatro dias foram a sala de espera daquelas irmãs desesperadas e aflitas, que viam a cada dia que passava qualquer esperança fugir. Sala de espera sempre antevê o momento de um grande milagre.
4) Recebendo o impossível
- A sunamita teve seu filho de volta, ressuscitado por Eliseu, dando continuidade em sua história.
- Marta e Maria receberam a Lázaro, não terminando assim seus dias como mendigas em Israel.
Conclusão:
- Faça o ambiente para a morada divina, cuidando de o servir sem nenhum interesse, aguardando na sala de espera o milagre que vai acontecer. Amém.
AUTOR: Pr. Josias Almeida
FONTE: http://www.josiasalmeida.blogspot.com/
AUTOR: Pr. Josias Almeida
FONTE: http://www.josiasalmeida.blogspot.com/
*
**
***
****
*****
******
*******
********
*********
**********
***********
************
*************
=================
=================
=================
Nenhum comentário:
Postar um comentário