sábado, 19 de junho de 2010


O pródigo
amor
de Deus


- Deus é amor.

- Ele nos ama com amor eterno e imutável. A causa do seu amor está nele mesmo e não em nós.

- Ele nos ama, não por causa de nós, mas apesar de nós. Seu amor transcende todas as palavras humanas.

- O poeta, num arroubo de entusiasmo escreveu:

“Ainda que todos os mares fossem tinta e todas as nuvens fossem papel; ainda que todas as árvores fossem penas e todos os homens escritores, nem mesmo assim se poderia descrever o amor de Deus”.

- A Bíblia diz que Deus amou o mundo de tal maneira a ponto de dar seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

- O Senhor Jesus, em Lucas 15.1-24 contou três parábolas para enaltecer o amor de Deus.

Nelas podemos destacar três aspectos desse sublime amor.

1. O amor que procura

Deus é representado pelo pastor que procura a ovelha perdida, pela mulher que diligentemente procura a dracma perdida e pelo pai que corre para abraçar e beijar o filho que retorna ao lar.

- O amor de Deus é incansável no propósito de buscar o perdido.

- Deus nos atrai para si com cordas de amor.

- Ele não abre mão de direito que tem de nos ter para si.

- Deus não abdica do direito que tem de nos conquistar com seu amor. Fato digno de nota é que Deus nos busca mesmo quando não o buscamos.

- Deus nos ama mesmo quando não devotamos a ele nenhum amor. Seu amor é incondicional.

2. O amor que perdoa

A parábola do Filho Pródigo é o clímax das três parábolas. Ela retrata a triste trajetória do filho, que insatisfeito saiu da casa do pai e foi para um país distante, onde dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.

- Atraído pelos encantos do mundo, bebeu todas as taças dos prazeres, cercado de amigos. Porém, sua aparente felicidade transformou-se em solidão amarga, em pobreza extrema e em fome assoladora. Foi parar no fundo do poço, ou seja, num chiqueiro de porcos.

- Ali estava só, faminto e maltrapilho. Então, lembrou-se de seu pai e tomou a decisão de voltar; agora, não mais como filho, mas apenas como um empregado.

- Para sua surpresa, o pai o avistou de longe, correu, abraçou-o, beijou-o, mandou colocar nele a melhor roupa, o anel no dedo e as sandálias nos pés. O pai lhe perdoou e lhe restaurou, dando-lhe a dignidade de filho. É assim o amor de Deus por nós. Ele nos perdoa e nos restaura.

- Perdoa completa e incondicionalmente. Deus apaga as nossas transgressões e desfaz os nossos pecados como a névoa. Ele sepulta nossos pecados nas profundezas do mar, nos recebe e nos restaura como filhos amados.

3. O amor que celebra

Nas três parábolas:

- da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido encontramos o mesmo desfecho, a celebração festiva pelo encontro do que estava perdido.

- O pastor chamou seus vizinhos e amigos para festejar com ele (Lc 15.6). A mulher igualmente chamou suas vizinhas e amigas para celebrar com ela (Lc 15.9) e o pai mandou preparar um banquete, dizendo: "… comamos e regozijemos-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” (Lc 15.23,24).

- Há mais alegria por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove que pensam que não precisam de arrependimento (Lc 15.7).

- Há júbilo diante dos anjos de Deus por um só pecador que se arrepende (Lc 15.10).

- Há festa na casa do pai, quando o pródigo volta ao lar (Lc 15.23,24).

- Deus festeja e celebra a nossa volta para ele. Que grande amor! Que imenso amor! Que sublime amor, o amor de Deus!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes



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