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Por Que as
Pessoas Sofrem?
- Jo 9.1-41
Introdução:
- Esta é a pergunta universal: “Por que as pessoas sofrem?”.
- A resposta kardecista diz: “pecou em outra vida”;
- a explicação da Teologia da maldição hereditária, afirma: “Os pais pecaram”;
- a Teologia de Causa e Efeito assevera: “Cometeu um pecado gravíssimo”.
- Todavia, a preocupação da Bíblia em explicar é nenhuma. A de Jesus, também é nenhuma. Esta seria a oportunidade ideal para Jesus explicar o problema do bem e do mal; a origem do mal; e, o sofrimento universal. Isto por que:
1. O SOFRIMENTO É REALIDADE DE UM MUNDO CAÍDO E IMPERFEITO
• Segundo Jesus, o sofrimento humano não é um juízo divino por um pecado específico do sofredor, Lc 13.1-5
• O terremoto no Haiti, a catástrofe em Angra dos Reis e o terremoto no Chile não podem ser explicados como juízo divino sobre os habitantes destes lugares.
2. TODO SOFRIMENTO DEVE SER TRATADO COM HUMANIDADE
• Jesus trata sofrimento com humanidade, Jo 11.35. Por isso Jesus chora.
• O que Jesus ensina é que nesta hora não se fazem perguntas (v.2); se socorre (v.6), cf. Jó 6.14.
3. CADA SOFRIMENTO TEM SUA ORIGEM PARTICULAR
• Não há pacote universal doutrinário. Não há uma explicação universal para o mal universal.
• A resposta de Jesus a este caso é particular: “Deus tem algo com este moço”.
• Há apenas uma resposta para cada um em particular. Ainda que esta resposta seja simplesmente “para que nele se manifeste a glória de Deus” (v.3).
• O sofrimento do paralítico do tanque de Betesta tinha como origem o seu pecado, Jo 5.14.
• O sofrimento de Jonas tinha como origem seus atos inconseqüentes, Jn 1.3,4
• O sofrimento de Jó tinha como origem a tentação do diabo e a provação de Deus, Jó 1.6-12
• O sofrimento deste cego tinha como origem a inexplicabilidade da vida, Ec 9.2,11.
4. CADA SOFRIMENTO TRAZ CONSIGO UMA EXPERIÊNCIA PESSOAL DE CRESCIMENTO
• Este cego teve mais maturidade do que seus pais e os fariseus, que o questionavam-no sobre quem o curou (vs.25, 30-32,39).
• É o que Paulo declara em Rm 5.3-5.
• É o que afirma Tiago em sua epístola (1.3).
CONCLUSÃO:
- Portanto, diante de todo e qualquer sofrimento, a atitude mais sábia sempre será a de adorar e crer (v.38).
- Esta foi a atitude de Jó (1.20-22).
AUTOR: Pr. Adriano Moreira
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