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OS GEMIDOS
DO MUNDO
- O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte.
- O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também, a natureza.
Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la.
Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz.
- A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua.
- A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua.
- O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento. As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta.
- O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que "toda criação geme e suporta angústias até agora" (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração.
Duas verdades devem ser aqui apontadas:
1. O cativeiro da criação
- É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22).
1. O cativeiro da criação
- É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22).
Notemos três fatos:
- A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão "cativeiro da corrupção" traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição.
- A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão "cativeiro da corrupção" traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição.
- Os sinais da morte estão presentes na natureza. O que está presente não é a evolução do universo, mas sua decadência. Vale ressaltar que essa sujeição da criação é involuntária.
- A criação não é o agente da sua queda. Ela é vítima e não ré. Ela não se submeteu; foi submetida.
- A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21).
- A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21).
- A criação não pode redimir-se nem libertar a si mesma. A terra e os animais estão gemendo nesse cativeiro como prisioneiros num calabouço.
- A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais.
- A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais.
- Nossos rios estão se transformando em esgotos a céu aberto.
- Nosso ar está sendo poluído por toneladas de dióxido de carbono a cada minuto.
- Nossos campos estão se transformando em desertos e nossas fontes estão morrendo. Os animais do campo, os peixes do mar e as aves do céu estão gemendo.
2. A expectativa da criação
Destacamos três pontos importantes:
- A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21).
2. A expectativa da criação
Destacamos três pontos importantes:
- A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21).
- A criação foi amaldiçoada por causa do pecado do homem e será redimida do cativeiro da corrupção na glorificação dos salvos. Sua redenção do cativeiro não se dará antes nem à parte da glorificação dos salvos.
- Então, haverá liberdade em vez de escravidão, glória incorruptível em vez de decomposição. Se nós vamos participar da glória de Cristo, a criação participará da nossa glória.
- A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21).
- A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21).
- A criação vive como que na ponta dos pés, esticando o pescoço, olhando para esse futuro que virá trazendo em suas asas a restauração de todas as coisas. A expectativa da criação é uma esperança viva e certa.
- Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22).
- Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22).
- A criação não se contorce com os gemidos da morte, mas ela geme como uma mulher que está para dar à luz. Seus gemidos não são de desespero, mas de gloriosa expectativa.
- Ela não geme por causa de um passado inglório, mas por causa de um futuro glorioso.
- Os gemidos da criação não são dores que carecem de sentido e de propósito, mas são dores inevitáveis no vislumbre de uma ordem nova.
- A escravidão da decadência dará lugar à liberdade da glória (Rm 8.21). Às dores de parto seguirão as alegrias do nascimento (Rm 8.22).
- O universo não será destruído, mas sim libertado, transformado e inundado da glória de Deus. Amém!
AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes
AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes
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