quarta-feira, 6 de abril de 2011


Por Que as

Pessoas Sofrem?

- Jo 9.1-41




Introdução:


- Esta é a pergunta universal: “Por que as pessoas sofrem?”.

- A resposta kardecista diz: “pecou em outra vida”;


- a explicação da Teologia da maldição hereditária, afirma: “Os pais pecaram”;


- a Teologia de Causa e Efeito assevera: “Cometeu um pecado gravíssimo”.

- Todavia, a preocupação da Bíblia em explicar é nenhuma. A de Jesus, também é nenhuma. Esta seria a oportunidade ideal para Jesus explicar o problema do bem e do mal; a origem do mal; e, o sofrimento universal. Isto por que:

1. O SOFRIMENTO É REALIDADE DE UM MUNDO CAÍDO E IMPERFEITO

Segundo Jesus, o sofrimento humano não é um juízo divino por um pecado específico do sofredor, Lc 13.1-5

• O terremoto no Haiti, a catástrofe em Angra dos Reis e o terremoto no Chile não podem ser explicados como juízo divino sobre os habitantes destes lugares.

2. TODO SOFRIMENTO DEVE SER TRATADO COM HUMANIDADE

Jesus trata sofrimento com humanidade, Jo 11.35. Por isso Jesus chora.

• O que Jesus ensina é que nesta hora não se fazem perguntas (v.2); se socorre (v.6), cf. Jó 6.14.

3. CADA SOFRIMENTO TEM SUA ORIGEM PARTICULAR

Não há pacote universal doutrinário. Não há uma explicação universal para o mal universal.

A resposta de Jesus a este caso é particular: “Deus tem algo com este moço”.

• Há apenas uma resposta para cada um em particular. Ainda que esta resposta seja simplesmente “para que nele se manifeste a glória de Deus” (v.3).

O sofrimento do paralítico do tanque de Betesta tinha como origem o seu pecado, Jo 5.14.

O sofrimento de Jonas tinha como origem seus atos inconseqüentes, Jn 1.3,4

O sofrimento de Jó tinha como origem a tentação do diabo e a provação de Deus, Jó 1.6-12

O sofrimento deste cego tinha como origem a inexplicabilidade da vida, Ec 9.2,11.

4. CADA SOFRIMENTO TRAZ CONSIGO UMA EXPERIÊNCIA PESSOAL DE CRESCIMENTO

• Este cego teve mais maturidade do que seus pais e os fariseus, que o questionavam-no sobre quem o curou (vs.25, 30-32,39).

• É o que Paulo declara em Rm 5.3-5.

• É o que afirma Tiago em sua epístola (1.3).

CONCLUSÃO:

- Portanto, diante de todo e qualquer sofrimento, a atitude mais sábia sempre será a de adorar e crer (v.38).

- Esta foi a atitude de Jó (1.20-22).



AUTOR: Pr. Adriano Moreira



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