segunda-feira, 16 de julho de 2012

Perdão, 
a cura para 
os relacionamentos 
feridos  


- O perdão é o melhor remédio para a saúde emocional. 


- O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração, a cura das emoções. 


- Perdoar é lembrar sem sentir dor. 


- Perdoar é zerar a conta e não cobrar mais a dívida. 


- O perdão é ato de misericórdia e manifestação da graça. 


O perdão é absolutamente necessário. E isso, por várias razões: 


 1. O perdão é necessário porque temos queixa uns dos outros. 


- Nós não somos perfeitos, não viemos de uma família perfeita, não temos um casamento perfeito, não temos filhos perfeitos nem frequentamos uma igreja perfeita. 


- Consequentemente, nós temos queixas uns dos outros. Na verdade, nós decepcionamos as pessoas e as pessoas nos decepcionam. 


- Nossas fraquezas transpiram em nossas palavras e atitudes. 


- Sem o exercício do perdão ficamos entupidos de mágoas e a mágoa gera raiz de amargura no coração. Não somente isso, a amargura perturba a pessoa que a alimenta e contamina as pessoas ao redor. 


 2. O perdão é necessário porque fomos perdoados por Deus. 


- Quem é receptáculo do perdão precisa transformar-se em canal do perdão. 


- Aqueles que retêm o perdão ao próximo fecham-se para receber o perdão de Deus. 


- Não existe uma pessoa salva que não tenha sido perdoada. 


- Na verdade, no céu só entrarão os perdoados. Logo, é impossível ser um cristão sem exercitar o perdão. Devemos perdoar assim como fomos perdoados. 


- Como Deus nos perdoou devemos nós também perdoar uns aos outros. 


- Quando compreendemos a enormidade do perdão recebido por Deus, não temos mais motivos para sonegar perdão ao próximo. 


- Nossa dívida com Deus era impagável e Deus no-la perdoou completamente. 


- Não fomos perdoados por mérito, mas por graça. Perdão não é reinvindicação de direito, mas o clamor solícito da misericórdia. 


 3. O perdão é necessário porque por meio dele restauramos relacionamentos feridos. 


- A Bíblia não oculta o perigo devastador da mágoa dentro da família e da igreja. 


- Exemplos como Caim e Abel, José e seus irmãos, Absalão e Amnon retratam essa amarga realidade. 


- Há pessoas feridas dentro do lar e também na assembleia dos santos. 


- Há pessoas doentes e perturbadas emocionalmente porque um dia foram injustiçadas por palavras impiedosas e atitudes truculentas. 


- Há pessoas prisioneiras de traumas e abusos sofridos na infância. 


- Há indivíduos que não conseguem avançar vitoriosamente rumo ao futuro porque nunca se desvencilharam das amarras do passado. 


- O perdão destampa esse poço infecto. Espreme o pus da ferida. Cirurgia os abcessos da alma. Promove uma assepsia da mente e proclama a libertação das grossas correntes do ressentimento. 


- O perdão constrói pontes no lugar que a mágoa cavou abismos. 


- O perdão passa o óleo terapêutico da cura, onde o ódio abriu feridas. 


- O perdão promove reconciliação onde a indiferença quebrou relacionamentos. 


- O perdão expressa o triunfo da graça, onde o ódio mostrou a carranca do desprezo. 


 4. O perdão é necessário para experimentarmos plena felicidade.


- Uma pessoa que nutre mágoa no coração não é feliz. 


- O ressentimento é autofagia, é autodestruição. 


- Guardar mágoa é a mesma coisa que o indivíduo beber um copo de veneno pensando que o outro é quem vai morrer. 


- Nenhum calmante químico pode aquietar uma alma desassossegada pela mágoa. 


- Nenhum prazer deste mundo pode aliviar a dor de um coração ferido pelo ódio. 


- A mágoa produz muitas doenças. 


- Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. 


Mas, o perdão traz cura completa para o corpo e felicidade plena para a alma.








AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes




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 O valor de 
uma alma 


 Texto Base: Lucas 19:1-3, Lucas 19:1-3 


- O cenário que contemplamos é no mínimo curioso. Uma população alvoroçada pela presença de Jesus que passava por Jericó. Cidade esta que segundo Josefo, desde a construção de seus palácios, não funcionou apenas como um centro agrícola e nem como um cruzamento, mas como uma estação de inverno à aristocracia de Jerusalém contando com milhares de habitantes. 


- A multidão o apertava e comprimia, querendo tocar no Senhor, querendo uma benção, um milagre, uma solução… 


- Lá estava também um homem que vivia naquela região, um homem rico de pequena estatura, chefe dos cobradores de impostos, seu nome era Zaqueu, o Publicano. 


 1 - Uma Multidão à frente de um necessitado. 


-  A bíblia diz que este homem desejava ver quem era Jesus, mas era impedido pela grande multidão que estava próxima de Jesus e pela sua pequena estatura.


- Nós vamos analizar um pouco a vida que Zaqueu vivia naquela sociedade, o tipo de homem que possivelmente ele era, mas não é este o foco desta palavra.


- Alguns comentaristas dizem que havia naquela época um ditado em Israel: “Um Publicano vivo vale menos que um cachorro morto.” 


- Alguns publicanos converteram-se ao cristianisno, entre os quais Mateus. (Mt 9:9) deixou o ofício para tornar-se apóstolo e como cada peixe gera os de sua espécie, creio que muitos mais se convertaram através de Mateus.


- Publicano é o nome dado aos coletores de impostos nas províncias do Império Romano.


- Buckland afirma que havia duas espécies de publicanos: os publicanos gerais que eram responsáveis pela renda do império, frente ao Imperador, e os publicanos delegados por estes em cada província. Os que eram considerados pelas “suas rapinas e extorsões, como ladrões e gatunos” seriam as classes inferiores dos publicanos, sendo que para tal, os publicanos gerais nomeavam nas províncias entre os próprios da nação a ser tributada. Destarte, eram odiados entre os judeus, um judeu que cobrava impostos para nação dominadora. Ainda segundo Buckland, uma virtude sobre eles residia, não eram hipócritas, como alguns fariseus que se denominavam vigilantes da lei mosaica, e não admitia que se comesse a mesa com um publicano.” (Wikipédia)


- É neste cenário que vivia Zaqueu, que não somente era um Publicano cobrador de impostos ele era o chefe deles. 


- Quando algum cobrador de impostos ia cobrar os cidadãos, possivelmente eles diziam: Zaqueu nosso chefe nos mandou cobrar seus impostos. 


- João Batista, quando foi indagado pelos publicanos sobre como deveriam proceder, recomendou-lhes que não tomassem das pessoas além do que lhes estava ordenado recolher (Lc 3:12-13). 


- Você consegue então imaginar o ódio que aquela população nutria por Zaqueu? 


- Possivelmente ele era um homem que quando passava as pessoas chegavam a virar o rosto e a cuspir, pois o consideravam um tremendo pecador, uma pessoa desprezível e indigna de convívio social. 


- Talvez tentando se aproximar de Jesus tenha recebido muitas cotoveladas daquela multidão que estava ao redor, o broqueio era impenetrável o cerco à Bênção (Jesus) era forte e uma pessoa indesejável como Zaqueu jamais entraria para que conseguisse estar frente a frente co!m Jesus, pois era só isso que o Publicano precisava, mas havia uma multidão no caminho que não deixava ele chegar ao mestre. 


- É sobre essa multidão que lotam nossas igrejas que queremos falar nesta palavra. Gente que quer Jesus, mas que esquece que outros precisam entrar. 


 2 - Uma Multidão Egoísta e Convencida.


- Era uma multidão de pessoas em campanha, com um desejo enorme de serem abençoados por Jesus, talvez tenha se espalhado a notícia de que quem estivesse a frente de Jesus quando ele passasse seria curado, liberto, restaurado, abençoado com toda a sorte de Bênçãos. 


- Então imaginamos os gritos frenéticos das pessoas dizendo: Jesus de Nazaré olha para mim! Jesus Cura-me! Jesus filho de Davi salva meu filho! Jesus abençoa minha vida financeira! Cura minha mãe! Liberta meu filho! Quebra as cadeias de minha vida! Jesus me dê um emprego! Jesus eu estou nesta corrente desde manhã! 


- Não estou aqui criticando as campanhas de busca, pois creio que tem seu valor, mas apenas afirmando que cristianismo não é isso ou só isso como queira o amado leitor. 


- Para aquela multidão que corria atrás das suas bênçãos não importava mais ninguém, eles queriam ser abençoados e não estavam preocupados com mais ninguém a não ser consigo mesmos… 


- Eram crentes egoístas correndo at!rás de bênçãos, Eram crentes em Jesus sim! Mas, crentes sem visão, e que egocêntricos perseguiam Jesus pensando somente em si mesmos e nunca veriam a necessidade de um homem que parecia ter tudo, mas que era um excluído social, um solitário, carente, perdido e doente precisando de cura, mas aqueles crentes em Jesus estavam preocupados demais consigo mesmos para o ajudar.


- Quando vejo a Igreja de hoje correndo atrás somente de bênçãos através de campanhas e mais campanhas disto e daquilo, as vezes consigo compara-los com aquela multidão que pensava: Cada um por si e Deus por todos. 


- E quando vejo ministros incentivando esta multidão a correr atrás somente de seus interesses, então penso o quanto longe estão da visão de Jesus a qual você verá nestas linhas que foi completamente diferente da visão de muitos ministros de hoje.


- Graças a Deus que nem todos estão preocupados somente consigo mesmos na Igreja de hoje, vejo que muitos tem ainda a mesma visão de Jesus quanto as almas perdidas a sabem que uma alma vale mais que o mundo todo e estão obedecendo a palavra e levantando os olhos “…levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa.” (João 4:35)


- A Igreja só poderá ver os Zaqueus ao seu redor quando tirar os olhos de seus próprios umbigos e levantar a visão para olhar mais longe. Então encontraremos mendigos, drogados, solitários, ricos e pobres precisando de Jesus e os levaremos à salvação.


- Em Lucas capitulo 5:17 encontramos mais um quadro em que se aproximar de Jesus era algo impossível por conta da multidão que estava na casa e fora da casa que ele ensinava e curava. Porem havia alguns homens que não pensaram somente em si, pensaram em ajudar um paralítico que estava em um leito.E eis que uns homens, trazendo num leito um paralítico, procuravam introduzi-lo e pô-lo diante dele.Mas, não achando por onde o pudessem introduzir por causa da multidão, subiram ao telhado e, por entre as telhas, o baixaram com o leito, para o meio de todos, diante de Jesus.(Lucas 5:18-19)


- Esse é o espírito que sempre moveu a Igreja de Cristo, o desejo ardente de sempre conduzir o pecador o necessitado até Jesus, não impedir a chegada deles até o Senhor.


- A Multidão do tempo de Zaqueu também era convencida de que Jesus era somente para eles, para lhes atender seus caprichos e necessidades. Estavam convictos de que Jesus viera somente por eles, um povo que se sentia detentores da verdade e cumpridores da lei de Deus. 


- Em sua curta visão, jamais imaginavam que Jesus viera por causa de um miserável Publicano. 


 3 - Jesus despreza esta Igreja Egoísta. 


-  E correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque havia de passar por ali.(Lucas 19:4)


- Jesus tinha uma grande missão e o alvo de Jesus era um Zaqueu que jamais imaginava que Jesus o conhecia pelo nome. 


- Jesus chega debaixo do sicômoro e o chama! Que surpresa não foi para aquela grande multidão que Jesus desse atenção para um desprezível Publicano e em seguida, deixando todos para estar com aquele homem que todos odiavam ao invés de amar. 


- Aquela multidão ficou indignada por se sentir desprezada por Jesus. 
“Ao verem isso, todos murmuravam, dizendo: Entrou para ser hóspede de um homem pecador” (Lc 19:7) 


- Uma multidão com uma grande fé, mas sem nenhuma visão. O egoísmo daquela época ainda existe no meio dos que dizem seguir Jesus hoje, O ódio e o desprezo tragicamente ainda faz parte da vida de muitos… 


- Imagine você no meio daquela multidão, sendo abandonado por Jesus por alguém que você despreza. Creio mesmo que a graça e unção de Deus nos deixará enquanto formos celetistas.


- A mensagem de Jesus era clara! Ninguém merece menos que atenção, carinho e amor. 


- Quando Jesus deixa esta multidão ele estava dando uma lição e de alguma forma mostrando sua visão de que ele deixa tudo por uma Ovelha perdida, lembra da parábola das cem Ovelhas? 


- Amado leitor: Se você quiser andar com Jesus terá que andar perto dos desprezíveis, abandonados, repugnantes criaturas de nossa sociedade, sociedade esta que se diz tão certa, tão perfeita ao ponto de excluir e nunca incluir. A Igreja de Jesus é Igreja de Inclusão! Jesus ama os excluídos! 


 4 - Jesus acredita que todos podem se arrepender.


- Existe uma expectativa maravilhosa no coração Jesus acerca do arrependimento e salvação do perdido, expectativa esta que parece ter desaparecido do coração de muitos seguidores de Jesus. 


- Eles dizem: Esta pessoa não tem jeito! Este não muda nunca! Pau que nasce torto morre torto! Bom, eu não acredito que essa figura mudou, creio que está fingindo! 


- Amado leitor: Você já ouvio isto em algum lugar? “Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado.” (Lc 19:8)


- A proposta de Jesus frente aquela multidão era que aqueles presentes pudessem entender que não ha vida que não possa mudar com a presença Dele. 


- Eu pessoalmente creio que quem não crê que alguém possa mudar é porque não mudou efetivamente! 


- A Igreja tem que voltar a crer que é possível o impenitente tornar-se penitente, que o torto se endireita sim. Jesus acredita nisto e deseja mover-nos a acreditar. 


“Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (lc 19:9)


Nosso Deus é o Deus do Impossível e enquanto Ele for este Deus ele fará coisas que aos olhos dos homens parecem impossíveis. Em Uma Visão de Fé! 




AUTOR E FONTE: Por Rildo G. Lopes / www.missaoterra.com www.cristovivecampinas.com






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quarta-feira, 11 de julho de 2012

QUE SE LEVANTEM 
AS TEMPESTADES 


 Atos 27:9-10 


- O que fazemos em meio às tempestades da vida? 


 Há tempestades permitidas por Deus por muitas razões: Deus quer que aprendamos em meio às tempestades. 


 I. As tempestades vêm para nos tirar de um falso conforto: 


Atos 27:13 - E, soprando o sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta. Eles criam que já tinham tudo o que esperavam; seus planos, anelos e estavam satisfeitos. 


 Atos 27:14 - Mas não muito depois deu nela um pé de vento, chamado Euro-aquilão. 


- Uma tempestade sempre nos leva a examinar a nossa vida, nossos valores, nossos princípios e crenças. 


-  Há pessoas que na calma se comportam e falam de uma forma, mas quando a tormenta vem, caem no desespero e agem de um modo imprevisto. 


PERGUNTA: 
QUANDO VOCÊ ESTÁ PASSANDO POR UMA GRANDE LUTA, O QUE GERALMENTE VOCÊ FAZ? 


II. As tempestades nos forçam a deixar TUDO NAS MÃOS DE DEUS: 


 Atos 27:15 - O navio foi arrastado pela tempestade, sem poder resistir ao vento; assim, cessamos as manobras e ficamos à deriva. Era inútil tentar se mover contra o vento. 


-  Jesus disse que o Espírito é como o vento e que ouvimos a sua voz, mas não sabemos de onde vem, nem para onde vai. 


 Deus quer que te deixes guiar por Ele em meio a qualquer crise. 


 PERGUNTA: 
DE QUE MANEIRAS NÓS CONSEGUIMOS DEIXAR TUDO NAS MÃOS DE DEUS? 


III. As tempestades nos levam a desfazer dE TUDO AQUILO que não serve PARA NÓS. 


 Atos 27:18 - E, andando nós agitados por uma veemente tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio. 


Atos 27:19 - E ao terceiro dia nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio. Por causa da tempestade, deram conta que o barco estava carregado com muitos trastes que colocavam em perigo suas vidas. 


 PERGUNTA: 
CITE ALGUMAS COISAS QUE PRECISAMOS JOGAR FORA! 


IV. As tempestades SURGEM PARA revelaR ONDE ESTÁ A NOSSA FÉ: 


Atos 27:20 Eles estavam sem nenhuma esperança Eles estavam desanimados, pois não viam saída nenhuma As tempestades mostram onde está nossa confiança. 


Mas Paulo confiava no Senhor: Atos 27:2-25 


Conclusão: 


- Estás em meio a uma tempestade? 
- Não te desesperes, ainda que haja algum destroço, se ouvires a voz de Deus e te deixares levar por Ele, não sofrerás perdas, aprenderás e sairás fortalecido. 


- Não permita que teus impulsos te dominem, pois arriscará tua vida e tudo o que Deus pôs em tuas mãos. 


-  Confia na direção do Senhor, Ele saberá te conduzir para que, quando fores provado, possas ser aprovado.  


AUTOR: Pr. Maucir Lehn Voltar




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Marcas de um 
Verdadeiro Pastor 


 1. Apascentador 


 - Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente. 


- Isaías 40:11 - Já que o pastor de igreja é comparado ao pastor de ovelhas e os crentes também são comparados a ovelhas. 


- A figura do pastor de ovelhas no antigo testamento é muito importante para compreendermos um pouco do ministério pastoral nos dias de hoje. 


- Uma das tarefas do pastor de ovelhas era a de ser apascentador. Quando falamos de apascentador estamos falando do cuidado que deve ter o pastor com suas ovelhas. Saber se o seu rebanho está com sede ou bebendo água suja, saber se está passando fome ou comendo alimento estragado, saber se o seu rebanho está saudável ou doente. Tudo isso são atribuições do pastor. 


- Se ele não sabe dessas coisas ele não está apascentando. Se um pastor não é apascentador não serve para ser pastor! 


2.  Irrepreensível 


- O pastor precisa ser irrepreensível. O que é alguém irrepreensível? É alguém que não dá motivos para ninguém falar mal dele. Mesmo que alguém se levante contra ele não terá sucesso, por que ele vive uma vida irrepreensível. 


-  Quantos pastores existem que estão com medo que as suas más ações seja descobertas. 


-  O pastor que é um homem de Deus vive tranquilo, por que tem uma vida pastoral sem manchas. 


3. Temperante 


- Temperante a pessoa que tem domínio próprio, moderada. 


-  A temperança é extremamente importante por que faz com que a pessoa sempre analise as consequências antes de tomar qualquer decisão. 


- Aquele que age precipitadamente tem mais chances de cair em fracassos. Todo pastor precisa ser temperante. 


4.  Sóbrio 


-  Sóbrio é o oposto de ébrio. O ébrio gosta de viver embriagado. Já o sóbrio gosta de viver atento ao que acontece a sua volta. 


-  Todo pastor precisa estar ligado, vigilante contra as astutas ciladas do inimigo. 


- Um pastor despercebido é presa fácil para as investidas do adversário. Abre o olho meu irmão! 


5. Modesto 


-  A modéstia é algo inseparável do caráter do pastor. O pastor precisa ser uma pessoa simples. 


-  Temos visto pastores orgulhosos sem o mínimo de humildade que ainda não compreenderam o que é ser pastor. 


-  Graças a Deus que também temos muitos homens de Deus que entendem e respeitam o seu ministério e também a igreja de Cristo. 


6.  Apto para ensinar 


-  É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 1 Timóteo 3:2 


-  Quando fui consagrado ao presbitério, o meu amigo pastor Júnior que na época era o meu pastor me disse uma frase que nunca esqueci. 
“O presbítero tem que está apto para ensinar”. Essa frase atravessou a minha alma naquele dia. Já gostava muito de estudar a palavra de Deus, mas a partir daquele instante senti a necessidade de manejar bem a palavra da verdade para com ela conduzir vidas ao reino de Deus. 


-  Todo pastor precisar estar pronto para ensinar. É inaceitável um ministro do evangelho que não estuda a Bíblia e que não sabe ensinar. 


- Existem igrejas que o nível de conhecimento Bíblico delas é maior do que dos seus pastores. 


-  É verdade que o pastor não precisa necessariamente ser um “doutor da lei”, mas precisa ter bagagem bíblica suficiente para está pronto para ensinar e suprir as necessidades do seu rebanho. 


Conclusão 


- Que Deus nos dê condições para nos mantermos firmes em meio a tantas coisas que não orgulham a nenhum crente, mas que infelizmente acontecem no nosso meio. 


- O Senhor Jesus está voltando para buscar a sua igreja. 


- Que cada um de nós possa vigiar e está alerta para que por meio de nossas ações não venhamos ficar reprovados. 


Que nosso Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo guarde as nossas vidas. Amém. 




 AUTOR E FONTE: PB. JURANDIR LIMEIRA / http://pbjurandirlimeira.blogspot.com.br/




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sexta-feira, 6 de julho de 2012

A CONSAGRAÇÃO DA VONTADE 




 INTRODUÇÃO 


- Um dos exercícios espirituais mais difíceis que um homem tem é o de transformar a sua vontade em ação. 


- Temos algumas convicções tão fortes, que nos levam a querer fazer algumas coisas, mas não as fazemos. 


- Vejamos por exemplo, como é forte a nossa convicção a respeito da oração, da evangelização, da obra missionária, do serviço de Deus, do ministério que cada um de nós tem para fazer. 


- Temos cravada em nossa mente a convicção de que estes valores são os mais altos. As nossas convicções são facilmente transformadas em vontade, em um profundo desejo de fazer algo, de construir, de abençoar, de crescer, de mudar, de obedecer o que Deus nos ordena. No entanto, fazer a convicção e a vontade se transformarem em atitude, em comportamento, em ação, é a parte mais difícil. 


- Vemos esta luta no Apóstolo Paulo. Ele sabe que o Espírito Santo habita nele e o convence da verdade; ele tem a convicção e a vontade, mas não consegue agir de maneira correspondente a elas. 


- Ele declara que faz o que detesta e o que não quer fazer. 


- Ele vê a crise entre o crer, o querer e o fazer: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto...pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo (Rm 7.15,18). 


-  E ainda, ele, se vê agindo de forma contrária ao que entende como certo e ao que almeja. Há uma disfunção entre vontade e o procedimento, entre o cognitivo e o volitivo: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço(Rm 7.19)”. 


-  Às vezes temos uma forte convicção do que deve ser feito; uma vontade imensa de fazê-lo mas uma dificuldade enorme em transformar a convicção e a vontade em ação. 


- O que fazer então para que a nossa convicção (o que cremos) e a nossa vontade (o que queremos) se transformem em atitudes e comportamentos que concordem com a vontade de Deus? 


 Paulo nos propõe um exercício espiritual contínuo que tem pelo menos três passos: 


 1 – NEUTRALIZAR O INIMIGO DE DENTRO (v.1-8) 


- Paulo fala que em nós existem duas naturezas, a velha e a nova e uma se opõe à outra. 


- A primeira é chamada de carne pecaminosa (v.3), é uma natureza que se utiliza dos apetites do corpo para se realizar. 


- A segunda é espiritual e deseja agradar a Deus. Sobre a velha natureza Paulo fala: “Mas vejo nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros” (v. 7:23). 


-  Essa natureza carnal tem suas aspirações. Ela é carnal e buscará satisfazer, através de mim a sua vontade. (5,6). 


- Ela tem sua vontade bem definida, aspirações que em sua natureza são contrarias à lei de Deus: “Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus”. (Rm 8.7, 8). 


-  A biologia não quer se dobrar diante da teologia. A carne não quer se dobrar diante do Espírito. Então, conquanto a nossa vontade seja a de produzir frutos para Deus, a nossa vontade encontra a resistência do inimigo que está dentro de nós, a nossa velha natureza, o velho Adão,que não quer agradar a Deus (v.8). 


- Essa natureza carnal produz as suas obras, pois jamais pode produzir frutos que agradam a Deus. 


- Paulo nos mostra que as obras da carne são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes (Gl. 5:19-21). 


-  Conquanto para o nosso homem espiritual seja difícil fazer com que a convicção e a vontade se transformem em comportamento espiritual, para o nosso homem carnal a transição é fácil. 


- A inclinação natural de nosso velho homem é para o pecado. Por isso pecamos com muita facilidade. Esse velho homem é o nosso inimigo de dentro que quer abrir a porta de nossa vida para o inimigo do lado de fora. 


- O Adão que habita em nós é um Cavalo de Tróia que quer abrir a porta de nossa vida para os inimigos do lado de fora, ou seja o mundo e o diabo. Esse velho homem, diz Paulo, precisa ser neutralizado conquanto nunca morre, a não ser com a nossa morte física. Para a carne não devemos dispor nada (Rm 13.14). Para ele não devemos nos inclinar (Rm 8.5). 


 2 – EXPERIMENTAR PODER DO ESPÍRITO SANTO 


-  Se temos a nossa carne lutando contra nós, há uma boa noticia: o Espírito Santo também está em nós, formando uma natureza espiritual, que faz oposição à nossa natureza carnal. 


- O Espírito Santo trabalha para que aquelas convicções que Deus nos dá, e a nossa vontade, produzam frutos espirituais através de nós. 


- Há uma lei nova em nós, uma regra gravada em nossa mente, a lei do Espírito da vida (Rm 8.1)). 


- O Espírito Santo produz em nós um novo procedimento e uma nova maneira de andar (Rm 8.4). 


- Vitória espiritual aqui é subjugar a vontade do nosso corpo que quer produzir as suas obras, à vontade do Espírito que habita em nós, que quer produzir os seus frutos espirituais. 


- É a motivação espiritual de negar o alimento que a carne quer, e não deixar nada a sua disposição (Rm. 13:14). 


- Talvez seja esta luta espiritual que fez o Apóstolo Paulo declarar que esmurrava o seu próprio corpo e o reduzia à escravidão, para que não se achasse desqualificado (1 Co 9.27). 


- O desafio que tenho é o de deixar de agir ou reagir de acordo com os instintos humanos que tenho e mim. 


- É a prática de uma disciplina espiritual que visa não permitir que o velho homem se sobreponha à nova criatura que eu sou. 


-  A palavra chave para vitória aqui é também a palavra “inclinar” (v.5). Inclinar significa prestar atenção, gastar tempo, estar sob a influência. Podemos deduzir que os que se inclinam para aquilo que satisfaz a velha natureza estarão propícios a produzirem obras da carne. 


- Por outro lado é necessário se “inclinar” para as coisas do Espírito, para assim, de maneira natural produzir o fruto do Espírito, que conforme o mesmo Paulo são: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio(Gl 5.22,23). 


-  Como se inclinar para o Espírito? Quero sugerir o que tenho chamado de o Tripé da Espiritualidade, que é: Leitura bíblica, oração e comunhão com os irmãos. Estes exercícios fazem oposição à nossa natureza adâmica e alimentam a nossa nova natureza. 


- Se lermos constantemente a Bíblia e nela meditarmos; se orarmos regularmente, passando por todo o desdobramento dela (louvor, adoração, confissão, súplica, intercessão); se mantivermos comunhão constante com os irmãos em Cristo, já seremos capazes de subjugar a nossa natureza adâmica ao Espírito Santo. 


- É claro que a vida cristã é mais ampla do que orar, ler a Bíblia e manter comunhão com os irmãos, mas este Tripé é o mais básico dos exercícios espirituais e são imprescindíveis e insubstituíveis para a saúde espiritual. O Espírito Santo faz uso destas ferramentas para nos ajudar a vencer o velho homem. 


 3 – OBSERVAR O MODELO DE CRISTO 


-  Finalmente, Paulo apresenta Jesus como o modelo e a fonte de nossa vitória espiritual: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas segundo a carne, da lei do pecado. Agora pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte (Rm 7.25, 8.1,2). 


- Sem Jesus o nosso esforço é humano. É Jesus em nós que nos fortalece. Jesus reinando em nós nos garante a vitória sobre o pecado. Assim, completa o Apóstolo: Se, porem, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça (Rm 8.10). 


- O mesmo que ressuscitou a Jesus dentre os mortos opera em nós para que possamos viver uma vida bonita, vistosa e espiritual. Há poder suficiente à nossa disposição para vencermos o velho homem. Que poder é este? A força do Espírito Santo, a mesma que ressuscitou a Jesus dentre os mortos (Rm 8.11). 


- Quanto mais mantenho esta comunhão deliciosa com Jesus, tanto mais sou vitorioso. Na vitória de Cristo nos apoiamos e vencemos também. Eu posso ser derrotado; Jesus jamais. Somente estando em Cristo é que somos conduzidos em triunfo e exalamos o seu bom perfume (2 Co 2.14-17). 


- Em Cristo o velho homem foi vencido. Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado (Rm 8.3). 


- Tomemos posse de sua vitória dia após dia. Se lutarmos conforme as nossas próprias armas seremos derrotados; mas em obediência a Cristo e em comunhão com Ele seremos mais do que vencedores (Rm 8.37). 


- Olhando para Jesus eu descubro o caminho para derrotar o meu velho homem. 


CONCLUSÃO/APLICAÇÃO 


-  Pelas nossas próprias forças ficaremos sempre no nível da convicção da verdade e da vontade de praticar o que cremos; mas seremos incapazes de agir. 


- Foi assim que Paulo experimentou seu fracasso e se entendeu como o mais desventurado de todos os homens (Rm 7:24). 


-  Ficaremos desanimados e frustrados todas as vezes que confiarmos em nossa própria força e determinação. No entanto, enquanto lutamos diariamente para não alimentar a nossa velha natureza; enquanto exercitamos a nossa fé em oração, leitura bíblica e comunhão com os irmãos ( O Tripé da Espiritualidade); enquanto continuamos a olhar para o modelo de Jesus e o seu poder em nós, dia após dia, mortificamos o nosso velho homem, subjugando-o ao comando de Jesus. 


- O Espírito Santo agindo em nós trabalhará de tal forma, não com as nossas forças, mas com as armas espirituais, que seremos capazes de fazer com que as convicções que temos da vontade de Deus, especialmente as reveladas em sua Palavra, se transformem na nossa própria vontade, em um desejo imenso de concordar com a vontade de Deus, que por sua vez se tornarão em ações práticas que agradam a Deus. 


Todo este maravilhoso processo, esta viagem espiritual, nada mais é do que a consagração da vontade. 


AUTOR:  Pr. Luiz César Nunes de Araújo




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quinta-feira, 5 de julho de 2012

O INSTRUMENTO DE DEUS! 


 (Atos 9:15) - Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel. 


Vejamos o que há nos instrumentos de Deus. 


 I. DEUS ESCOLHE AS COISAS LOUCAS. (I Corintios 1:26) 


- Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. (I Corintios 1:27) 


- Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; O que significa coisas loucas? Alguém que está fora dos padrões normais do mundo. Alguém que está disposto a crer no inacreditável: (I Corintios 1:18) 


- Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. (I Corintios 1:21)


 - Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Alguém que crê que alguém morreu numa cruz, porém ressuscitou. (I Corintios 1:22) 


- Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; (I Corintios 1:23) 


- Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. 


- “Os crentes primitivos eram de nascimento humilde e destituídos de posição na sociedade. 


 II. DEUS ESCOLHE AS COISAS FRACAS: (I Corintios 1:27) 


- Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; 


- O que significa coisas fracas? 


III. DEUS ESCOLHE AS COISAS VIS, DESPREZÍVEIS E QUE NÃO SÃO. (I Corintios 1:28) 


- E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; O que significa coisas vis, desprezíveis e as que não são? 


- Finalmente, todo o prestígio humano será aniquilado; isso é decretado por Deus. 


 IV. QUAL É O PROPÓSITO DE DEUS COM ISTO? (I Corintios 1:29) 


- Para que nenhuma carne se glorie perante ele. 


CONCLUSÃO


Veja alguns exemplos bíblicos: 
-  Uma vara nas mãos de Moisés – Êxodo 4:2; 
- A queixada de um jumento nas mãos de Sansão; 
- Cinco pedrinhas nas mãos de Davi – I Samuel 17:40; 
- Um punhado de farinha e um pouco de azeite nas mãos de uma viúva pobre – I Reis 17:12; 
- Uma nuvem do tamanho da mão de um homem; 
- Cinco pães de cevada no meio de uma multidão – João 6:9. 




Deus te abençoe 
Pr. Maucir Lehn






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O CAMINHO QUE 
NÃO PERTENCE A DEUS! 


 (Gênesis 12:10) 


- E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra. 


 I. O CAMINHO DO EGITO É SEMPRE UM CAMINHO DE DESCIDA: (Gênesis 12:10) 


- E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra. 


- Canaã: Lugar de Presença e comunhão com Deus, lugar de vitória e bênção. 


-  Ir para o Egito (o mundo), ele sempre está descendo. O melhor lugar para se estar é onde o Senhor coloca você, mesmo que seja difícil. 


II. O CAMINHO DO EGITO É SEMPRE UM CAMINHO DESONESTO: (Gênesis 12:11-15) 


 A. Abrão concebeu uma mentira - É um dia triste quando um crente se afasta da verdade, e abraça uma mentira. Este pode ser o mais triste episódio na vida de Abraão. 


-  Nós todos temos aqueles momentos em que concebemos uma mentira em nossos corações para tentar justificar as coisas que fazemos e permitimos em nossas vidas. É um dia triste quando isso acontece! 


 B. Abrão tornou-se a mentira - Depois que ele contou a mentira, ele começou a viver na mentira! Uma mentira sempre leva a outra! 


 III. O CAMINHO DO EGITO É SEMPRE UM CAMINHO DE MALDIÇÕES: (Gênesis 12:15-17) 


-  Quando um crente vai para o Egito espiritual, faz com que outros caiam ou permaneçam longe. 


-  O pecado de Abrão trouxe a mão do julgamento de Deus sobre a situação! 


- A lição aqui é esta: "O que achamos que são as melhores bênçãos do mundo, muitas vezes tornam-se os maiores problemas da nossa vida" 


 IV. O CAMINHO DO EGITO É SEMPRE O CAMINHO DA VERGONA E DA HUMILHAÇÃO (Gênesis 12:18-20) 


-  O mundo e todas as suas seduções não pode satisfazer a alma que já provou a bondade do Senhor! Abrão perdeu o seu testemunho no Egito. 


- Faraó lhe disse, "Leve-a e vá!" Ele foi literalmente expulso do mundo do mundo! 


-  As pessoas perdidas nunca esquecem um testemunho em ruínas! 


- Eles nunca se lembram de suas boas obras, mas eles nunca vão esquecer seus fracassos! 


(Exemplo: De quem lembramos mais, “a pregação de Pedro no dia de Pentecostes, ou sua negação de Cristo?” )


 Conclusão: 


Onde está a sua tenda acampada esta noite? 


Você está acampado em Canaã, firmemente fixado na terra da vitória bênção e testemunho, ou você tem descido ao Egito? 


 Meu conselho é que você volte para casa, reconstrua seus altares e viva para Jesus. No amor de Cristo! 




AUTOR: Pr. Maucir Lehn




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ROBERNANE FERREIRA

O Inestimável Valor de uma Aliança

  O Inestimável Valor de uma Aliança Introdução No decorrer da história, as alianças têm desempenhado um papel crucial na formação de so...