sexta-feira, 11 de novembro de 2011



A Morte do
Velho Homem

Romanos 6:1-13




- A Cruz não é um mero símbolo do Cristianismo. Deus escolheu a cruz como centro de sua revelação amorosa e como a demonstração da experiência genuína da fé cristã.
A ênfase desta mensagem é a nossa crucificação juntamente com Cristo, pois não há vida ressuscitada sem a operação da cruz, e é falsa toda religiosidade que não trouxer as marcas dos cravos no caráter cristão.

1. Nossa Velha Historia Termina com a Cruz de Cristo; Nossa Nova Historia Começa com a Ressurreição (II Corintios 5:17)

a) Você precisa saber disso... (Rom 6:6)

b) Nossa morte com Cristo é um fato histórico... (Rom 6:1-11)

c) A morte do Senhor Jesus é representativa e inclusiva; na sua morte todos nós morremos (II Cor 5:14)

d) A mesma escritura que diz que Cristo morreu por nós, diz também que nós morremos com Ele (Rom 5:8; 6:6-8) (II Cor 5:14).

e) O sangue de Cristo nos purifica de todo pecado, a Cruz de Cristo golpeia a raiz daquilo que somos – pecadores por natureza (I Jo 1:7; Gal 2:19-20).

f) Em Cristo somos novas Criaturas (I Cor 5:17; Gal 6:15; Efe 2:1; 6)

Ilustrações: - A lagarta que passa pela metamorfose e torna-se uma borboleta.
- O Filho pródigo... “Este é meu filho estava morte e reviveu (Luc 15:24)”.

g) Deus nos liberta do domínio do pecado, não fortalecendo nosso velho homem, mas crucificando-o. Estou morto e sepultado com Cristo – sim, ressurreto e também elevado às alturas com Ele (Rom 6:4,6,8; Efe 2:6).

2. Precisamos Considerar-nos Mortos para o Pecado (Romanos 6:11)

a) Precisamos crer nessa verdade pela fé...

b) A única maneira de nascer de novo é morrendo (Jo 3:3,14,15; I Cor 15:36).

c) Precisamos de revelação para entender e crermos que fomos crucificados com Cristo (Mat 16:17; Efe 1:17,18; Rom 6:6,11).

d) Precisamos crer na palavra de Deus e vivermos a luz dessa verdade: “Considerai-vos mortos para o pecado” (Rom 6:11)

e) A fé deve levar-nos a dizer: “Graças a Deus, em Cristo estou crucificado”.
Exemplo: Morto não tem mais gostos, vontades, prazeres, tendências, brigas, orgias, pecados...

f) Crer,é permanecer nessa verdade, é o único caminho para a libertação do pecado (I Jo 3:9). Deus o incluiu em seu Filho (II Cor 5:21)

g) A vida de Cristo foi plantada em nós pelo novo nascimento e sua natureza não é caracterizada por cometer pecados (I Jo 3:9)

h) Deus incluiu-nos em Cristo, portanto, tudo que é verdade a respeito dele também se aplica a nós. Precisamos permanecer em Cristo...

i) Se você não viver como morto para o pecado e vivo para Deus, você é apenas um religioso maquiado (Mat 9:16,17).

Exemplo: pintar um urubu de amarelo e achar que ele é um canarinho...

3. É Preciso Oferecer-nos a Deus... (Romanos 6:12-14,19)

a) A cruz de Cristo acaba com tudo aquilo que pertence ao primeiro sistema, a ressurreição é o novo ponto da partida de Deus... (Adão X Cristo)

b) É preciso oferecer-nos a Deus como ressurretos dentre os mortos (Rom 6:13), considerando toda nossa vida consagrada e pertencente ao Senhor.

c) Entrego-me inteiramente a Cristo – isso é santidade ao Senhor, para fazer a Vontade de Deus para sempre.

d) Sem reservas, devemos consagrar-nos a Deus para que Ele faça conosco o que lhe agrada (Rom 6:13).

e) Ao nos entregarmos e nos consagrarmos a Deus sem reservas, muitos ajustes ainda precisam ser feitos, na família, nos negócios, na igreja, na vida pessoal, etc.

f) Ao oferecer-nos a Deus tornando-nos participantes da natureza divina (II Pe 1:4).

g) Nossa consagração permite que Deus efetue em nós tanto o querer como o realizar segundo a sua vontade (Fil 2:12,13).

4. O Caminho para a Vitória é Andar no Espírito (Romanos 8:1-4)

a) Andar no Espírito é estar sujeito a Ele, ser guiado por Ele, e ensinado por Ele (Rom 8:14)

b) O Espírito Santo faz com que tudo quanto é nosso em Cristo torne-se realidade em nossa vida.

c) O Espírito Santo nos ensina as Escrituras, nos dirige em oração, governa nossa vida, reproduz o caráter de Jesus em nós...

d) Andar no poder do Espírito Santo é a nossa única maneira de viver como ressurretos dentre os mortos

e) O fruto do Espírito Santo é a marca de todos que foram crucificados com Cristo e agora andam em novidade de vida (Gal 5:22).

f) As obras da carne são evidências de que você não está crucificado com Cristo, e ainda não nasceu de novo (Gal 5:19-21).

g) Andar no Espírito é algo espontâneo e natural para todos os que foram crucificados com Cristo...

h) Andar no Espírito é o Caminho para a vitória em Cristo.

O objetivo de Deus é que a igreja seja gloriosa, sem ruga, macula, coisa semelhante, porém santa e sem defeito (efe 5:25-27). Isso só é possível se vivermos essa verdade, de que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, e ele mesmo nos ressuscitou para andarmos em novidade de vida.


FONTE: http://www.pibmarilia.org.br/sermoes.php?ida6_sermoes=145







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Qualidades de uma
Família
Bem Estruturada

Lucas 1:5-17




Não existe família perfeita, porém, é possível ter uma família feliz, desfrutando sempre da paz, da graça, do amor e da harmonia de Deus no lar.

1. Uma Família Bem Estruturada Têm Expectativas Claras e Bem Definidas. (V. 13)

a) Para termos uma família feliz e bem estruturada, precisamos elaborar (todos em conjunto) uma lista de princípios para o relacionamento e para o nosso modo de viver.

b) Honrar todos o entes queridos.

c) Elaborar um plano para solucionar o problema de conflitos não resolvidos (Efésios 4:26). Toda família tem problemas.

d) Realizar atividades quer fortalecem os laços afetivos.

e) Honrar a Deus acima de todas as coisas. (v.6)

2. Uma Família Bem Estruturada Comunica-se de Forma Compreensível e Significativa.

a) O importante na comunicação familiar é aprofundar cada vez mais a comunhão ...

b) Numa família bem equilibrada, as pessoas são ligadas entre si emocional, espiritual, física e psicologicamente.

c) A comunicação vai do nível superficial, comunicação de algum fato; emissão de uma opinião; expressão de sentimentos; expressão de nossas necessidades pessoais.

3. Uma Família Bem Estruturada Participa de um Grupo de Apoio.

a) Sugerimos que cada casal participe de um Grupo Familiar ou Casados Para Sempre.

b) Um grupo que tenha seriedade, amor, segurança e liberdade de expressar seus pensamentos em voz alta.

c) Um grupo que tenha um compromisso profundo com Deus.

e) No grupo você recebe forças..., você presta contas...; você recebe carinho e apoio...

4. Uma Família Bem Estruturada Tem Consciência das Práticas Agressivas e Errôneas Provenientes da Formação Recebida.

a) A Bíblia ensina que Deus visita a maldade dos pais nos filhos até a quarta geração (Êxodo 34:7).

b) Alguns dos erros que você está cometendo com esposa e filhos, podem estar relacionados com a conduta e erros do seu bisavô, pai...

c) Tome as providências necessárias para que daqui em diante, Deus possa abençoar todas as gerações de sua família.

d) Faça do seu lar um local de honra a Deus e bênção para o próximo.

5. Uma Família Bem Estruturada Desfruta de um Relacionamento Vital com Jesus. (v. 11,13,19)

a) Jesus é o Senhor de seu lar?

b) Seu lar tem em Jesus a única fonte de vida abundante? (João 10:10)

c) Em seu lar reina o verdadeiro amor, paz, alegria, paciência, bondade, fidelidade, mansidão domínio próprio? (Gálatas 5:22,23)

d) O verdadeiro amor que é a maior força do universo, reina em seu lar? (I Corintios 13:1-8)

e) Tudo o que ocorre em seu lar passa pelo “crivo” de Jesus? (Isaías 61:1-3; Mat. 28:18-20)

- Em sua família as expectativas de uns para com as outras se acham bem definidas?
- Todas se expressam de forma franca? A comunicação é boa?
- Vocês já identificaram os problemas do passado?
- Sua família participa de um grupo familiar, um grupo de apoio?
- Vocês estão servindo a Jesus com fidelidade?

“Eu e minha casa serviremos ao Senhor”. (Josué 24:15)


FONTE: 1ª. IGREJA BATISTA DE MARÍLIA




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quinta-feira, 10 de novembro de 2011



O homem,

esse desconhecido




- Alex Carrell escreveu um livro com este título, “o homem, esse desconhecido”.

- O homem conhece o mundo ao seu redor, mas não conhece a si mesmo. Explora o espaço sideral, mas não viaja pelos labirintos da sua alma. Investiga os segredos da ciência, mas não ausculta seu próprio coração.

- A pergunta do salmista ainda ecoa nos nossos ouvidos: “Que é o homem?” (Sl 8.4).

- As respostas foram muitas: “O homem é um bípede depenado”; “o homem é a medida de todas as coisas”; “o homem é um caniço agitado pelo vento”.

- O rei Davi, respondeu a essa pergunta de forma magistral: (Sl 8.5,6).

- O homem foi criado por Deus e criado para ser o gestor da criação. A origem do homem está ancorada em Deus e seu propósito é ser co-regente de Deus, como mordomo da criação.

Destacamos, aqui três verdades sublimes acerca do homem.

1. O homem é a imagem de Deus criada.

* O homem não veio à existência por geração espontânea nem por um processo evolutivo de milhões e milhões de anos.

* Nossa origem não está ligada aos macacos; nossa gênese está ligada a Deus. Fomos criados por ele e somos à semelhança dele.

* O homem é a coroa da criação de Deus. Foi criado um pouco menor do que Deus e coroado de glória e honra. Somos um ser físico e espiritual. Temos um corpo e uma alma.

* Podemos amar a Deus e adorá-lo. Podemos conhecê-lo e responder ao seu amor. Nenhum outro ser tem essa característica.

* Os anjos são espíritos, mas não tem corpos. Os animais têm corpos, mas não têm espírito. Temos corpo e espírito. Somos a imagem de Deus criada.

2. O homem é a imagem de Deus deformada.

* O pecado entrou na história humana com a queda dos nossos primeiros pais.

* O pecado atingiu todo o nosso ser, corpo e alma; razão, emoção e vontade.

* O pecado não destruiu à imagem de Deus em nós, mas a deformou. Agora, não podemos ver, com diáfana clareza, a imagem de Deus no homem, pois o pecado a desfigurou.

* Somos como uma poça de água turva. A lua com toda a sua beleza ainda está refletindo, mas não conseguimos ver essa imagem refletida; não porque a lua não esteja brilhando, mas porque a água está suja.

* A corrupção do pecado atingiu todos os homens e o homem todo. Todos os homens pecaram e o homem é todo pecado. Não há parte sã em sua carne. Tudo foi contaminado pela mancha do pecado.

3. O homem é a imagem de Deus restaurada.

* O homem criado e caído, é agora restaurado. Essa restauração, porém, não é autoproduzida. Ela não vem do próprio homem, vem de Deus. É Deus mesmo quem tomou a iniciativa de restaurar sua imagem em nós.

* E como Deus fez isso? Enviando seu Filho ao mundo! Ele é a imagem expressa e exata de Deus. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.

* Jesus veio ao mundo para nos trasladar do império das trevas para o reino da luz. Ele veio para nos tirar do calabouço da escravidão para a liberdade.

* Ele veio para nos arrancar das entranhas da morte para a vida. Em Cristo temos perdão, redenção e restauração. Por meio de Cristo somos feitos filhos de Deus e herdeiros de Deus.

* A imagem de Deus criada e, deformada pelo pecado, é restaurada por Cristo. Pela operação da graça, nascemos de novo, nascemos de cima, nascemos do Espírito e somos co-participantes da natureza divina.

* A glória e a honra perdidas na queda são agora restauradas na redenção!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes












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quarta-feira, 9 de novembro de 2011



BEM-AVENTURADOS

OS PACIFICADORES

Texto Bíblico: Mateus 5:9

Proposto: Edificação Cristã / Crescimento Pessoal





1. INTRODUÇÃO

- Promover a paz não é coisa fácil. Devemos ser pacíficos porque a paz é fruto do Espírito Santo em nós e parte da sabedoria dos céus (Tiago 3:17).

- Quem promove a paz tem que amar profundamente o seu próximo, tem que exercitar a misericórdia e a bondade, tem que ser sofredor para demonstrar a grandeza da mansidão cristã.

- Certa vez perguntaram ao Dr Martin Luther King o que significava ser pacificador. A sua resposta foi contundente: “Ser pacificador significa receber de Deus uma missão de juntar pessoas das mais diversas ideologias e mostrar para elas o preço caro de milhares de mortes desnecessárias e o valor dos novos sonhos e das novas esperanças”. Deu para você perceber o papel do pacificador?

2. DESENVOLVIMENTO DO SERMÃO (Análise e Exposição Doutrinal)

I – PRECISAMOS COMPREENDER A ESSÊNCIA DA PAZ DE DEUS

1. No Antigo Testamento a palavra paz (shalom) significa quietude, contentamento, unidade e justiça.

2. No Novo Testamento a palavra paz (eirenê) significa harmonia entre as pessoas, sentimento de alegria pessoal.

3. No Novo Testamento a palavra pacificadores (eirenopoios) significa fazedores da paz, articuladores da paz, idealizadores práticos da concordia, reestabelecedores da ordem publica que resulta na cessação de uma guerra.

4. Os pacificadores (eirenopoios) são pessoas usadas por Deus para por fim a qualquer distúrbio comunitários ou institucional, que promovem o bem estar geral do reino de Deus em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias.

5. A palavra pacificadores (eirenopoios) só aparece uma única vez no Novo Testamento, em Mateus 5:9, com o sentido pleno de harmonizar, trazer concórdia e ordem entre as pessoas em conflito.

II – PRECISAMOS SER PACIFICADORES DO REINDO DE DEUS.

1. Fomos salvos em Cristo para promovermos a paz entre os homens. Este é o ensino basilar do Novo Testamento:

“E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações e sede agradecidos” (Colossenses 3:15).

“Aparta-te do mal e faça o bem; busque a paz e siga-a” (I Pedro 3:11)

“Se for possível, o quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12;18).

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém vera o Senhor” (Hebreus 12:14)

2. Devemos ser pacificadores porque a nossa paz vem diretamente de Deus.


A Bíblia nos orienta assim:

“Porque Ele (Jesus) é a nossa paz...” (Efésios 2:14)

“E a paz de Deus que excede todo entendimento guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:9)

“Deixo-vos a paz, a minha paz dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração nem atemorize” (João 14:27)

“Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacifica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia” (Tiago 3:17)

3. CONCLUSÃO

- Os pacificadores são pessoas importantes no reino de Deus. Eles sabem que a paz é fruto do Espírito Santo e não brincam diante dos desafios do mundo e da vida.

- Os pacificadores promovem a paz por amor à Deus, fazem o bem por consideração ao reino dos céus e perseguem a concórdia e a unidade, em nome de Jesus. (I Coríntios 7: 15; Tiago 3:18; Efésios 4:3; Romanos 14:19)


FONTE: http://www.pibhortolandia.com.br/index.php?option=com_content&view=section&layout=blog&id=2&Itemid=6






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BEM-AVENTURADOS

OS PERSEGUIDOS

Texto Bíblico: Mateus 5:10-12

Proposto: Edificação Cristã / Crescimento Pessoal





1. INTRODUÇÃO

- Talvez você seja uma pessoa que não veja graça na perseguição aos cristãos do século I, contudo, foi essa perseguição que fez a fé cristã se expandir a ponto de em 25 anos conquistar todo o mundo conhecido da época.

- A perseguição sempre será uma realidade na vida cristã em qualquer tempo.


- No sermão profético, em Mateus 24, Jesus disse para os seus discípulos o seguinte: “Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; sereis odiados de todos por causa do meu nome” (verso 29).

- A perseguição da fé cristã prepara cada crente para testemunhar da melhor maneira possível.


- Donovan Bagaddian, cristão árabe-indiano, disse certa vez: “Não abro mão da minha fé em Jesus por nada. Já me amputaram um pé, três dedos da minha mão esquerda; já mataram três filhos meus, estupraram minha esposa e me impediram de pregar a Palavra de Deus várias vezes queimando a minha boca, mas permaneço de pé e fiel ao Deus da minha salvação.”

2. DESENVOLVIMENTO DO SERMÃO (Análise e Exposição Doutrinária)

I – PRECISAMOS COMPREENDER A ESSÊNCIA DA PERSEGUIÇÃO À FÉ CRISTÃ

1. A perseguição pode ser de natureza religiosa, política, cultural, radcial e ideológica. A perseguição pode ser de ordem física, mental, emocional, sentimental ou espiritual. Mas a Bíblia só garante vitória para quem perseverar, para quem for paciente no Senhor (Mateus 24:13).

2. Toda perseguição gera sofrimento das mais diversas formas: tribulação, aflição, humilhação, depressão, enfermidades, dores, desespero e morte cruel. Não é fácil suportar torturas, estupro, jejum alimentar imposto e maldades requintadas por causa do nome de Jesus.

II – PRECISAMOS NOS PREPARA PARA VIVENCIAR A PERSEGUIÇÃO

1. A perseguição faz parte do exercício da fé cristã. Deus não poupou Jesus de nenhum sofrimento (Romanos 8:32).

2. A nossa fidelidade a Cristo será testada sempre com perseguições (II Timóteo 3:12).

3. A Bíblia não nega que todo soldado do reino de Deus sofre aflições (II Timóteo 2:3).

4. Mesmo em meio a perseguição Deus não nos abandona (II Coríntios 4:8-9).

3. CONCLUSÃO

- A perseguição é a prova de fogo da fidelidade cristã. Não espere a ausência de sofrimento no exercício da sua fé cristã, isto jamais acontecerá. Todos os crentes que querem viver uma vida de santidade e justiça na presença de Deus padecerão perseguição, é a promessa bíblica (II Timóteo 3:12).

- A perseguição nos ensina a permanecer fiel aos ensinos da Palavra de Deus. Ela nos ensina a dar prioridade às coisas de Deus e não aos homens que nos ameaçam.


- A perseguição produz sofrimento intenso, mas não pode matar a nossa viva esperança em Jesus Cristo. Jesus e o apóstolo Paulo nos mandaram orar por aqueles que nos perseguem (Mateus 5:44 e Romanos 12:14).



FONTE: http://www.pibhortolandia.com.br/index.php?option=com_content&view=section&layout=blog&id=2&Itemid=6





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terça-feira, 8 de novembro de 2011



Que fazes aqui?




- Como sabemos, a vida humana parece acontecer no meio de uma guerra. O existir de cada um de nós é extremamente ambíguo, e porque não dizer, às vezes até contraditório.

- Há dias em que estamos efervecendo de alegria; há outros, porém, em que nos liquefazemos de tristeza.


- Há dias em que somos cidadãos da esperança; há dias em que habitamos as regiões mais escuras da desilusão, da incerteza e da incredulidade.

- Há dias em que somos campeões da fé; há dias em que já estamos derrotados, abatidos e vencidos antes mesmo do início da batalha. Há dias em que amanhecemos com um canto de louvor e exultação nos lábios; há dias que anoitecemos com a boca cheia de lamúrias e murmurações.

- Há dias de luz; há dias de trevas. Há dia para tudo debaixo do sol, e nenhum de nós passa a vida inteira sem se chocar com essas contradições, com essa dialética da existência… com o sim, com o não… com o que é… com o que quero… com o que não posso. Todos nós (mais cedo ou mais tarde) nos chocamos com isso! Todos nós estamos sujeitos a essa ambigüidade da vida.

=> Todavia, essa ambigüidade muitas vezes se instala em nós e dependendo do momento:
- Ou se cria em nosso interior um fruto amargoso, uma alma azeda, revoltada, rebelde…
- Ou nos faz perder a fé na vida, nos faz arriar da esperança, nos faz entregar os pontos diante dos desafios.

Narração: Eu digo isso, queridos – porque o texto lido nesta hora nos fala de Elias.
Elias era um dos grandes expoentes do povo de Deus no Velho Testamento e talvez seja o maior profeta no tempo da monarquia em Israel.

Em Mateus 17, quando Jesus revelou-se a Pedro, Tiago e João, apareceram 2 personagens ao lado do Senhor: Moisés e Elias.

- Elias era este sujeito tremendo, por meio de quem Deus fez coisas extraordinárias e impactou toda uma nação e toda uma geração. Ao mesmo tempo, Elias era capaz de enfrentar 450 profetas de Baal, e no instante seguinte, ao invés de comemorar a maior vitória da obra profética em Israel – ele entra em uma caverna, deprimido, se encaverna, se enclausura, se abate e pede para si a morte.

- Quantos de nós vivemos experiências deste porte em nossas vidas ? Tempos de grandes vitórias e situações de intenso abatimento, exaustão, fadiga, cansaço e depressão ?

- Nesta dialética da vida, nesta ambigüidade da jornada – Elias havia se tornado um soldado fora do posto. Por duas vezes no texto, versos 9 e 13, Deus indaga de seu servo: “Que fazes aqui, Elias ?”

- Conta-se que Martinho Lutero, após o início da reforma protestante, com a fixação das 95 teses na igreja de Wittember. Conta-se que a contra-reforma estava vivendo dias de grande furor. Gente sendo perseguida, morta nas fogueiras… e muitos companheiros de Lutero sucumbiam diante do martírio. Notícias e mais notícias de mortes atrozes chegavam a este grande reformador que abatido, cansado, exaurido, prostrado.. Ele entra em seu quarto e ali permanece sem comer, sem sair por uma semana inteira. Conta-se que ao final desta semana, uma jovem vestida de preto bateu a porta de seu quarto, e Lutero ao atender, abatido, desfigurado… Ele logo indaga, ao vê-la de preto: Quem morreu desta vez ? E a jovem dispara com convicção: Deus morreu! Lutero então passa a condena-la… que loucura é essa! Deixe de blasfemar! Deus não morreu!
E a jovem docemente então lhe indaga: Se Deus não morreu, que fazes tu ai neste quarto, abatido e prostrado ? Se Deus não morreu, saia e lute como um soldado em seu posto!
Lutero havia se tornado um soldado fora do posto. Elias havia se tornado um soldado fora do posto. Disse-lhe Deus: “Que fazes aqui, Elias ?”

- Como Elias tornou-se este soldado fora do posto ?

- O que levou um homem de Deus com um ministério tão tremendo e vitorioso a agir como alguém fora do seu posto ?

1. PERDEU A SENSIBILIDADE DA DIREÇÃO DIVINA

I Reis 17.2-3: Disse-lhe Deus: Retira-te daqui para o ribeiro de Querite…”
I Reis 17.9: “Dispõe-te e vai a Sarepta (terra de Jezabel)…”
I Reis 18.1: “Apresenta-te ao rei Acabe…”
I Reis 19.9 e 13: “Que fazes aqui, Elias?”

- O ministério de Elias surgiu devido a direção da Palavra de Deus. I Reis 16 – quando da reconstrução da cidade de Jericó, morrem os 2 filhos do construtor, assim como Deus havia previsto nas palavras de Josué (Js 6.26). - A vida, o ministério e o êxito da caminhada de Elias tinha relação direta com a direção de Deus para sua vida. Deus dizia e Elias fazia.

- Elias perdeu o referencial.


- Quando não ouvimos a voz de Deus… quando não escutamos o que Deus tem a nos dizer… Acabamos fatalmente dando ouvidos a outras vozes: Jesabel falou a Elias: “Amanhã farei contigo, o que fizeste aos meus profetas e sacerdotes…” e temendo as palavras de Jezabel (rainha de Israel), Elias fugiu, Elias temeu, Elias se encavernou…

- Precisamos dar ouvidos a Deus. Precisamos estar sensíveis as suas orientações. Cuidado com o que você tem ouvido! Cuidado com as vozes que estão lhe direcionando o caminho. êxito, vitória, sucesso só acontecem quando ouvimos a voz do Senhor:

“Tenhas o cuidado de fazer segundo tudo quanto na lei está escrito; então farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido por onde fores” (Js 1.8)

2. PERDEU A SENSIBILIDADE DO PODER DE DEUS

- Salmo 103.1-2: “Bendize, ò minha alma ao Senhor e tudo que há em mim bendiga seu santo nome. Bendize, ò minha alma ao Senhor e não te esqueças de nenhum só de seus benefícios”…

- Lamentações 3.21: “Quero trazer a memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim; renovam-se a cada manhã”.

Meus queridos!
- Quantas coisas Deus havia feito na vida de Elias, através da vida de Elias e a despeito de Elias ? Quantas coisas ?
- Deus preservou Elias dos dias de fome em toda terra!
- Deus o poupou em dias de estiagem e seca
- Deus o sustentou por meio de corvos duas vezes ao dia – com pão e carne.
- Deus o sustentou por meio da farinha e do azeite da viúva em Sarepta
- Deus reviveu o filho da viúva por intermédio de Elias
- Deus respondeu o clamor do profeta com fogo no altar ante 450 sacerdotes de Baal…

- Quantas Bênçãos! Elias conta as benção!
Nosso hinário traz um hino que reafirma em seu coro tal atitude:
“Conta as benção dize quantas são
Recebidas da divina mão
Vêm diê-las, todas de uma vez
E verás surpreso quanto Deus já fez”

Ah queridos!
Quando perdemos a sensibilidade do mover de Deus,
Quando perdemos a sensibilidade do poder de Deus,
passamos a ser guiados pelos temores…
Somos guiados pelas circunstâncias…
Somos dirigidos pelos medos e receios que a vida nos impõem…

Lucas 24.13-35, Dois discípulos desciam caminho de Emaús. Jesus pôs a andar com eles e não fora por eles percebido. Ao descambar o dia, eles entram na aldeia e imploram ao viajante: “Fica conosco, a estrada é perigosa, há assaltantes pelo caminho… já se fazia tarde!”

3. PERDEU A SENSIBILIDADE DA PROVIDÊNCIA DIVINA

- O texto nos diz que Elias se escondeu em uma caverna.
Deus não largou Elias para lá. Deus foi ao encontro de seu servo. Elias estava prostrado, Elias estava exaurido, desencorajado, assustado e temeroso. Deus vai ao seu encontro para revigorá-lo.

- A desculpa de Elias para se justificar escondido na caverna foi que ele estava sendo zeloso em preservar o remanescente fiel do povo do Senhor. Dizia Elias a Deus: “Só eu escapei”.

- Como se não bastasse uma afirmação dessas, ele a referenda novamente no verso 13. Quando perdemos a sensibilidade da Providência de Deus, vivemos sob o governo do EU. Eu escapei, eu fiz isso acontecer, eu fiqueri só, eu tenho sido extremamente zeloso para com a obra do Senhor… Há uma exacerbação do valor do Eu em detrimento da graça, do sustento e da providência divina.

- Deus rebate a Elias esta visão míope das coisas dizendo: “EU, o Senhor, conservei em Israel 7 mil joelhos que não se dobraram a Baal”.

* No livro de Ester, um livro que não cita Deus em nenhum momento… Neste livro podemos perceber a providência divina, mesmo quando seu nome é obrigatoriamente proibido de ser usado. Ester 4.14 diz que Mordecai (tio de Ester) conta-lhe tudo o que Hamã havia tramado para matar o povo judeu. Assim diz Mordecai a Ester: “Porque se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento… e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a condição de rainha?”

- Como Deus tratou Elias ? Como Deus restaurou seu grande servo ?
Todavia, meus queridos, o texto não trata apenas de um momento de abatimento de Elias, de como ele chegou a tal situação. O texto nos fala também, de como Deus tratou com Elias, como Deus trata conosco em meio ao nosso abatimento.

- O Salmo 136.23 diz: “Lembrou-se o Senhor de nós, em nosso abatimento, porque a sua misericórdia dura para sempre”.

1. Deus se fez presente, Deus pôs-se ao lado, Deus não nos abandona!

- Deus veio ao encontro de Elias na caverna! Elias estava escondido para Jezabel, estava escondido para os homens, mas nunca o estaria para Deus.


- O Salmo 139.7 diz: “Para onde me ausentarei do teu Espírito ? Para onde fugirei da tua face ? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alva e me detenho nos confins dos mares… ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá”.

- Deus não é utilitarista.
Usou e jogou fora. Elias foi útil, mas agora não é mais. Paulo desprezou João Marcos e depois disse: “Trazei João Marcos porque agora me é útil”….

- Pedro negara Jesus, voltara a pescaria e abandonara os discípulos. Jesus não abandonou a Pedro e mandou dizer-lhe que o veria de novo na Galiléia…
- Deus é um Deus que põe-se ao lado!

2. Deus levanta companheiros para apoiar o ministério.

- Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Há pessoas que se acham independentes de tudo e pensam que conseguirão algo de extraordinário sozinhos. Conseguirão estafa, exaustão, abatimento, depressão.

- Deus levantou Eliseu para apoiar Elias no Ministério. Deus levantou outros companheiros que seguiriam na mesma direção que Elias tinha em seu ministério. Deus suscitou pessoas apoiadoras para levantar seu servo.

Eclesiastes 4.9 diz: “Melhor é serem dois do que um…”

- Deus levanta companheiros… Não competidores na obra. Esta também era a percepção de Paulo: “Eu plantei, Apolo regou… de maneira que somos cooperadores na obra de Deus”

Escrevendo aos Colossenses 4.10-17, Paulo afirma sobre sua equipe de trabalho:
- Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo…
- Marcos (primo de Barnabé) e Justo (…) Eles tem sido meu lenitivo.
- Saúda-vos Epafras, que se esforça sobremaneira em orações por vós
- Saúda-vos Lucas, o médico amado…

3. Deus renova o desafio das responsabilidades.

- Deus tirou Elias da caverna porque a obra ainda não havia sido concluída. Ainda existia inúmeros desafios para que se fizesse frente. Deus renova na vida e no ministério de Elias algumas sérias responsabilidades.

- No Evangelho de João, o Senhor ressurreto conversa com Pedro e lhe indaga: “Tu me amas ? Apascenta as minhas ovelhas…!”
A responsabilidade dada para o pastoreio, foi a Pedro que caiu. Deus renovou em sua vida a vocação, o chamado e a importância de seu ministério!

Conclusão:

Meu querido, Saia Já de sua caverna! Deus tem muito a fazer !

- Não se prostre, Não se enclausure! Não permitas que a exaustão, o cansaço e o desânimo roubem as bênçãos de Deus na sua vida!
Que fazes ai ? Sai da caverna agora, diz o Senhor!

- Você pode ter perdido o ânimo diante das adversidades. As ameaças podem ter te levado para o fundo poço emocional…
Deus cuida de ti!
Deus dirige sua vida!
Deus sustenta nossa caminhada por meio de sua providência!
Deus põe gente santa, gente boa ao seu lado para te abençoar!
Deus renova sobre ti nesta hora o chamado, a vocação e a responsabilidade de seu ministério….

Vamos orar!

FONTE: Por Carlos Orlandi Junior










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segunda-feira, 7 de novembro de 2011



Joel,
o profeta
do avivamento

Joel 2: 28-32




- O nome Joel significa “o Senhor é Deus”.

- É provável que Joel tenha vivido e profetizado em Jerusalém. Teria, assim, em sua mocidade, conhecido Elias e Eliseu. Data provável: 830 anos antes de Cristo, ao tempo do rei Joás.

- Joel tem sido chamado de “o profeta do avivamento”.

- Ele compreendeu que o arrependimento sincero é a base da verdadeira espiritualidade e era para que isto acontecesse com seu povo que ele se esforçava.

- O conteúdo básico de seu livro é o apelo ao arrependimento.


Estudando com interesse suas grandes lições seremos edificados.

I - A ÉPOCA EM QUE JOEL PREGOU

- Quando o profeta Joel pregou suas mensagens, a situação econômica era desesperadora, em razão de um ataque de gafanhotos sem igual.

- Ele parte deste fato para alertar o povo para a prática da santificação, do quebrantamento, e de maior submissão ao Senhor, 1: 14, mensagens que tornam o livro muito atual.

- Joel também anuncia o dia do Senhor e previne sob a iminência de um ataque militar que viria por parte de uma nação estrangeira e termina o livro com a preciosíssima mensagem sobre o derramamento do Espírito Santo.

a) A praga dos gafanhotos - Dentre as mais de 80 variedades de gafanhotos, Joel diz que quatro: o cortador, o migrador, o devorador e o destruidor, v. 4, haviam devastado a terra de Israel. O povo calou-se, em sinal de tristeza. Tudo secou e o campo nada produzia.

b) As lições da devastação - A notícia de tal calamidade deveria ser passada de geração a geração, v. 3, porque se refere a um tempo de juízo do Senhor em que os prazeres da vida foram retirados e houve um lamento geral. Até os bêbados lamentaram porque os gafanhotos devoraram as videiras, v. 5, e não tinham mais o vinho; destroçaram a figueira, arrancando-lhes as cascas, v. 7.

Por causa dessa miséria até os jovens choraram, v. 8. Todo cereal se perdeu e os lavradores ficaram envergonhados e desorientados, vv. 10, 11, porque o juízo veio através de um inimigo pequeno, mas em grande número e sábio, Pv 30: 27.

c) Reações à devassidão, 1: 10-14 - Com a destruição das pastagens e das lavouras, até os sacerdotes lamentavam porque não havia nem elementos para os sacrifícios ao Senhor, v. 9. Assim como a calamidade era geral, o pecado também havia devastado todos os domínios da vida. É nessa hora que diz o Senhor: “Lamentai, sacerdotes".

Quando a igreja experimenta flagelo de tal natureza, engolfada em confusões, pecados e enfermidades que devastam famílias após famílias, 1Co 11: 30-32, o ensino bíblico para resolver tal situação é que ministros e povo retornem ao Senhor com a mesma sinceridade, intensidade, arrependimento e interesses descritos em Jl 1: 13-14 e 2: 12-17e Dt 4: 30-31.

II - O DIA DO SENHOR

- O profeta descreve esse quadro terrível para preparar as pessoas sobre o que iria falar a respeito do “Dia do Senhor”, v. 15, que também virá como uma assolação. Percebe-se que Joel avista algo por trás dessa praga de gafanhotos; ele enxerga além dela, vê um dia de desolação em toda a terra.

- O acontecimento pelo qual o povo chorava no momento era prefiguração de um outro dia de juízo: um julgamento a ser derramado nos dias finais deste mundo.

a) Um exército preparado contra Judá, 2: 1-11. Joel anuncia que estava prestes a acontecer uma grande invasão militar. Compara isso a uma devastação pelos gafanhotos que haviam assolado a terra.

- Ele pergunta: “Vocês já ouviram, em toda sua vida, em toda história do seu povo, alguma coisa igual?” A resposta ao v. 2 só teria que ser um enfático não!

b) Julgamento final - Joel usa quase todo seu livro para falar sobre o Dia do Senhor, 2: 1, 11, 31; 3: 14; este será o julgamento final de Deus sobre todo mal e também o fim desta era.

- Tal dia vai iniciar-se com o arrebatamento da Igreja, 1Ts 4: 15-17; 5: 2; inclui os sete anos de tribulação, que é a última semana de Daniel, 9: 24-27, e culminará com o retorno de Cristo com sua Igreja para reinar sobre a terra, Ap 20: 1-6.

c) Um chamado ao arrependimento, 2: 12-17. A catástrofe que acomete Israel nos tempos de Joel leva a nação, politicamente, ao caos. Mas essa intervenção divina é meramente ilustrativa.

- Como o pior ainda está por vir, Deus levanta Joel para inquietar os sacerdotes e exortar o povo ao arrependimento, v. 13, e que este retorne humildemente ao Senhor, não com mãos vazias, mas com sacrifícios de pranto e lamentação genuínos, jejuns e súplicas pelas misericórdias de Deus, v. 12.

- Para isso, deveriam proclamar uma assembleia solene, 2: 15-17. Ninguém deveria faltar; nada de desculpas, vv.15 e 16. E os sacerdotes iriam orar com todos, clamando: “Poupa o teu povo, oh, Senhor”, v. 17.

d) Derramamento do Espírito Santo, 2: 28-32. Num tempo futuro, marcado pelo advérbio “depois”, v. 28, o Espírito Santo seria derramado sobre toda carne. Examinando Os 3: 5, veremos que essa promessa abrange os últimos dias Israel, iniciando-se com a tribulação e adentrando o reinado do Messias, que vem em seguida.

- Compare, Is 2: 2 com At 2: 17. O tempo é enfático, no v. 29. Deus faz questão de repetir que tal se dará “naqueles dias”. Ou seja, depois do arrependimento nacional e restauração futura de Israel, Zc 11: 10; 13: 1, eventos que serão simultâneos à Segunda Vinda de Cristo.

- Esse “grande e terrível Dia do Senhor" se apresentará com prodígios de Deus na terra e no céu, vv. 30-31. Mas Jerusalém e Sião permanecerão, v. 32, e acontecerá depois... que o Espírito Santo será derramado ao remanescente fiel. Note que não haverá qualquer restrição à recepção desse dom: nem diferenças de idade (velhos e jovens), nem de sexo (filhos e filhas), e nem de posição social (servos e servas).

- O que aconteceu em At 2 foi o cumprimento dessa profecia, mas o cumprimento total ainda está por vir: Is 32: 15; 44: 3,4; Ez 36: 27,29; 37: 14; 39: 29.



Assim, o estudo do profeta Joel relembra que a Igreja deve viver num permanente clima de avivamento, a fim de fazer a vontade do Senhor.


Fonte: Revista de Estudos Bíblicos Aleluia




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ROBERNANE FERREIRA

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