segunda-feira, 17 de janeiro de 2011


Tudo Tem Sua Razão.

Quebra-gelo: Você já adquiriu algo sem utilidade ?

Textos: Eclesiastes 3:1

Amós 4:12b


Introdução:

- Algumas vezes somos vítimas da conhecida “compra por impulso”; ou seja, adquirimos alguns produtos sem utilidade somente pela propaganda e, depois, ficamos com um monte de coisas encalhadas em casa.

- Deus não faz nada que não tenha utilidade. Tudo Deus criou com um propósito.

Por isso é bom saber:

1) Deus te criou com uma finalidade.

- Você só será feliz se sua vida estiver experimentando o propósito com que Deus te criou.

- Ex: Você não compra uma geladeira para guardar sacolas, não tem sentido.

2) Você precisa querer experimentar o propósito de Deus.

- Apesar de Deus ter te criado com uma finalidade Ele nunca te obrigará a fazer a vontade de Dele. Você precisa escolher o propósito de Deus.

3) Tudo tem um tempo determinado.

- Sua vida teve um início e terá um fim. Você precisa estar preparado.

- Precisamos estar preparados para encontrar a Deus e dar conta de nossas vidas.

Conclusão:

- Você pode escolher encontrar com Deus hoje ou somente após a morte, mas um dia encontrará com Ele.

- Hoje você pode escolher abandonar o pecado, viver para fazer a vontade de Deus, experimentando o propósito com que Deus te criou.

- Hoje você pode escolher buscar a Deus de todo coração e encontrá-lo. É o que você q uer ? Levante a mão. Vamos orar.



Fonte:
http://www.imm.com.br/celulas01.php?cod=203




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domingo, 16 de janeiro de 2011


A FINALIDADE

DA CRUZ

DE CRISTO

"Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim..." (Gl 2.19b-20).




I. A ilusão do "símbolo" do cristianismo

- Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas.

- A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa.

- É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.

- Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema.

- A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves.

- O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina.

- Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

II. A "palavra da cruz": poder de Deus

- Paulo afirmou que a "palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho.

- O evangelho é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.

- O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: "venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15.1-4).

- Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção.

- O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); "é o sangue que fará expiação em virtude da vida" (Lv 17.11).

- Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano.

- Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador!

- Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

III. A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus

- Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é "enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto" (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre.

- Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração?

- Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!

- Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz.

- Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo "a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.

IV. A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados

- Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa.

- A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos.

- Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e "sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado" (Is 53.10); Deus fez "cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Is 53.6); e "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pe 2.24).

- A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão.

- O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados ["Se possível, passe de mim este cálice!" (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido.

- Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria.

- Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!

- Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores.

- Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34).

- Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.

V. Cuidado: não anule a cruz de Cristo!

- A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo.

- Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz "com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo" (1 Co 1.17).

- Muitos pensam: "É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente.

- Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade.

- Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas?

- E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança?

- Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!" Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.

- Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu: "Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."

VI. A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo

- Eis o "x" da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava: "Estou crucificado com Cristo".

- A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar "o poder da sua ressurreição" (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados.

- Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de "nova cruz".

- Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também.

- Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.

- Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos.

- Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle: "...julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Co 5.14-15).

"Mas eu não estou morto", é a reação veemente. "O eu ainda está bem vivo." Paulo também reconheceu isso: "...não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19).

- Então, o que é que "estou crucificado com Cristo" realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente "mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.

VII. O poder sobre o pecado

- Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui?
- Primeiramente, temos paz com Deus "pelo sangue da sua cruz" (Cl 1.20).

- A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. "Se alguém me ama, guardará a minha palavra" (Jo 14.23), disse o nosso Senhor.

- Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.

- Em segundo lugar, ao invés de "dar duro" para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.

- Em terceiro lugar, depois de declarar que estava "crucificado com Cristo", Paulo acrescentou: "logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.20). O justo "viverá por fé" (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.

VIII. A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz

- Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida.

- Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito.

- Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.

- Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: "Está consumado" (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente.

- Entretanto, o novo Catecismo da Igreja Católica diz: "Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus" (parágrafo 1414, p. 356). Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada.

- A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz!

- O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

IX. Segurança para o presente e para toda a eternidade

- Muitos protestantes vivem em incerteza semelhante, com medo de que tudo será perdido se eles falharem em viver uma vida suficientemente boa, ou se perderem sua fé, ou se voltarem as costas a Cristo.

- Existe uma finalidade abençoada da cruz que nos livra dessa insegurança. Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que "foram crucificados com Cristo" ser "descrucificados" e aí "recrucificados"!

- Paulo declarou: "porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3).

- Que segurança para o presente e para toda a eternidade! (Dave Hunt – TBC 10/95 – traduzido por Eros Pasquini, Jr.)



Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 1996.

FONTE:
http://www.chamada.com.br/mensagens/cruz.html





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A Cruz de Cristo

Gal. 6:14


- Quando Jesus Cristo foi morto, tendo sido pregado na cruz, aqueles homens que o crucificaram, pensavam simplesmente que estavam executando um homem que estava “perturbando” o seu estilo de vida.

Eles não perceberam que a cruz fora planejada por Deus desde o início do mundo...

1. Na Cruz Deus Lida com o Pecado.

a) Na cruz Deus estava tratando com o pecado, o sofrimento, e a angústia de todas as pessoas.

b) A aceitação pessoal do que Jesus fez na cruz traz a resposta a todas as nossas necessidades...(Quem somos? O que estamos fazendo aqui? Para aonde vamos?).

c) Deus revela o Seu poder através da cruz de Cristo.(I Cor. 1:18; Rom. 1:16).

d) Deus mostra o seu amor na cruz de Cristo. (Rom. 5:8).

e) Deus removeu as nossas dores na cruz de Cristo. (Is. 53:4).

f) Jesus tomou a punição pelos nossos pecados na cruz de Cristo.(Is. 53:5,6; I Ped.2:24).

2. Temos um Novo Relacionamento com Deus Através da Cruz de Cristo.

a) A cruz tornou possível conhecermos a Deus pessoalmente e experimentarmos o amor, a paz, a alegria e comunhão com o Pai celeste.

b) Tornamo-nos aceitáveis diante de Deus através da cruz. (II Cor. 5:21).

c) Recebemos o perdão dos pecados através da cruz. (Col. 1:13,14; I Jo.2:1,2).

d) Tornamos-nos membros da família de Deus através da cruz. (Heb. 2:11,12; Jo.1,12; Ef. 2:19).

e) Barreiras raciais, sociais são quebradas através da cruz.(Ef.2:13-16).

Ex. os escravos que se tornaram líderes dos seus patrões na Igreja...

3. Há Liberdade Através da Cruz de Cristo

a) A morte de Jesus na cruz foi uma grande vitória para nós.

b) Somos livres de satanás. (Col.2:15; Heb.2:14).

c) Somos livres dos pecados passados. (Jo.8:36;Col.2:13 ).

d) Somos livres dos pecados presentes através da cruz. ( Rom. 6:14).

e) Somos livres das enfermidades na cruz de Cristo. ( Mat. 8:17).

f) Somos livres da maldição através da cruz de Cristo. ( Gal. 3:13; Deut. 28:15-68).

g) Somos livres do julgamento pela cruz de Cristo.( Jo 5:24; 3:18, 36; Heb. 9:26,27).

h) Somos livres da morte eterna através da cruz de Cristo. ( Jo 3:16 e 10:28).

4. O Amor e a Justiça de Encontram na Cruz de Cristo. ( Rom. 5:8-11).

a) A cruz é o lugar onde o amor de Deus e o justo julgamento de Deus se encontram.

b) O seu justo julgamento exigia a penalidade de morte pelo pecado – o derramamento de sangue.

c) O seu amor satisfez as suas próprias exigências, e Jesus, o Filho de Deus, morreu em nosso lugar.

5. A Cruz de Cristo é o Centro da História.

a) A cruz de Cristo é o Ponto Central da existência da humanidade na terra.

b) Desde o momento em que Adão e Eva pecaram já havia sido planejado por Deus que Jesus morreria na cruz. ( I Ped. 1:19,20; Apoc. 13:8).

c) As pessoas salvas do Velho Testamento foram salvas pela fé no Salvador que havia sido prometido por Deus, que viria na Plenitude dos tempos. ( Heb. 11:13; Gal. 4:4).

d) Hoje olhamos para trás, e, crendo no que Jesus fez por nós na cruz, recebemos o perdão dos pecados e uma nova vida... ( Rom. 10:9,10).

- Coloco minha total confiança no que Deus fez por mim quando Jesus morreu na cruz.

- Creio que Ele levou a punição pelo meu pecado. Recebo o perdão que Deus está me oferecendo, e agradeço-lhe pelo relacionamento que isto agora me proporciona com Ele.

- Viverei cada dia neste relacionamento pessoal com Deus e me comprometo a compartilhar esta verdade com outros.








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sábado, 15 de janeiro de 2011


Antes e depois
da morte

Referência: LUCAS 16.19-31


- Há uma coisa notável acerca desta passagem das Escrituras: ela é fácil de entender. Podemos discordar dela, negar sua veracidade ou desprezar seus ensinamentos, mas só uma pessoa obtusa não a entenderia.

- A verdade básica é que a vida é mais do que simplesmente viver, e a morte é mais do que simplesmente morrer. A morte não é o fim de todas as coisas.

- Há muitas especulações sobre o que acontece depois da morte.

- Há um profundo mistério acerca da morte e milhões de pessoas buscam os terreiros de Umbanda, os médiuns para tentar falar com os mortos. Mas isto tudo é em vão.

- Jesus nesse texto abre as cortinas e levanta a ponta do véu e nos mostra o que vem depois da morte:
CÉU OU INFERNO.

- “GEENA” =
lugar final dos ímpios.

- Esta palavra INFERNO vem do vale dos filhos de Hinon. A princípio era um lugar belo.

- Acaz e Manassés queimaram crianças a Moloque ali. Era o vale da matança.

- Josias profanou este lugar de idolatria e transformou aquele lugar no escoadouro dos lixos da cidade – e ali o bicho roía dia e noite e o fogo era inextinguível.

=> Os homens não gostam da doutrina do inferno.

- É um lugar de tormento eterno.

- É um lugar de trevas.

- É um lugar de choro e ranger de dentes.

- É um lugar onde o fogo não se apaga.

- É um lugar onde o bicho não deixa de roer.

- É um lugar de lembranças das oportunidades perdidas.

- É o lugar de remorso acusador.

- É lugar de separação eterna de Deus.

O homem sempre quis apagar as chamas do inferno. Sempre quis anular essa doutrina. Tenta fazer isso de várias formas:

1. Negando que haja uma coisa chamada pecado = Se não há pecado, não há necessidade de castigo para ele, nem necessidade de um Salvador. Mas o pecado acontece 24 horas por dia: crimes, assaltos, mentira, suborno…

2. Achando que se existe um inferno, ele é aqui na terra mesmo.

- É o que estamos vivendo = Mas no inferno não vai ter igreja, não vai ter Bíblia, não vai ter música, louvor, alegria, vida, amor, arrependimento, flores, água, filhos de Deus.

3. Reencarnação
– v. 31

4. Purgatório – v. 26

5. Sono da alma ou aniquilamento – v. 23

6. Deus é bom demais para punir alguém. Não precisamos nos preocupar com o além.

7. Andar tão ocupado que não tem tempo para pensar nas coisas eternas = aprisiona a alma nas grades das atividades.

- TODAVIA, estas respostas e esses subterfúgios nem sempre aquietam a nossa voz interior. Nem a incredulidade nem o desprezo pode apagar as chamas do inferno. Elas permaneceram para sempre.

- A ira de Deus contra o pecado deve ser satisfeita em algum lugar, algum dia, de alguma forma. Quem mais falou sobre inferno foi Jesus. O inferno é uma realidade ou Jesus é um embusteiro.

I. PRIMEIRO ATO: O LADO TERRESTRE DA VIDA – O QUE ACONTECE NESSE LADO DA MORTE

1. O HOMEM RICO = No primeiro ato, tudo na vida desta homem rico é só beleza. Vivia em uma mansão. Tinha servos e servas. O mobiliário de sua casa era luxuoso. Carruagens do último tipo. Vivia na opulência e no prazer. Vestia-se com púrpura. Banquetes, festas, música. Vivia para si mesmo. TODOS OS DIAS SE REGALAVA EXPLENDIDAMENTE. Era religioso, pois conhecia a Abraão e o chamava de Pai.

- Não é o rico acusado de crimes horrendos.

- Não é tachado de caluniador, fraudulento, assassino, adúltero, ébrio ou imoral. Mas também, não tem tempo para Deus, não tem tempo para o necessitado à sua porta.

- Seu Deus é o dinheiro.

- Sua vida é narcisista. Vive para si mesmo.

- Seu negócio é o hedonismo.

- Seu problema não é a riqueza, mas a riqueza sem Deus. Tudo corria bem… até que um dia…

- O homem rico ficou doente. A morte está constantemente procurando novas vítimas. Ela entrou rudemente pela porta de frente da casa do homem rico, com as botas sujas de lama fresca, enquanto este se encontrava assentado à sua farta mesa bebendo o doce vinho da vida. A morte arrancou o copo de seus dedos cheios de anéis e lhe falou abruptamente, enquanto o homem empalidecia: VOCÊ VAI MORRER HOJE – Ele morreu.

- E que funeral! Todos os parentes estavam lá. Muitos amigos. As autoridades da cidade foram dar o último adeus ao ilustre cidadão. Políticos discursaram ao lado do caixão. Elogios foram tecidos ao morto. Havia flores por toda parte. A urna mortuária era toda enfeitada e cheia de riqueza. Foi um funeral cheio de pompa.

- A cerimônia religiosa foi pomposa. Agora todos dizem: DESCANSOU! Ah! Não se esqueça, esse é apenas um lado da história. Há mais, muito mais.

2. LÁZARO = Vamos agora nos voltar para o outro personagem do primeiro ato: O POBRE HOMEM LÁZARO (Lc 16.20,21).

- Não gostamos de ficar observando esta cena. Basta saber que um dia o mendigo também acabou morrendo. Os gélidos dedos da morte também arrancaram a sua vida. Ele não tinha amigos, nem cortejo, nem flores, nem hinos, nem cerimônia fúnebre, pois ninguém se importava com ele.

- Não sabemos ao certo o que fizeram com o corpo do mendigo. Do que sabemos acerca dos cães do oriente, podemos até afirmar que eles foram os seus agentes funerários, o seu cortejo e a sua sepultura. Com um estremecimento de nojo nos afastamos dizendo: QUE TRAGÉDIA!

- Mas aqui vimos apenas um lado da história também. Agora Jesus levanta a ponta do véu e mostra que a vida depois da morte é real. Mostra que a sepultura não é o seu ponto final.

II. SEGUNDO ATO: O QUE ACONTECE DEPOIS DA MORTE

- No primeiro ato o lado terrestre de suas vidas, um deles era extremamente rico e o outro extremamente pobre.

- Um sentava-se a uma mesa farta, o outro jazia junto à porta do rico mendigando uma migalha.

- Um é atraente pela sua riqueza, o outro é repulsivo pela sua extrema miséria.

- Um andava empavonado em linho finíssimo, o outro cheio de trapos. MAS HÁ DIFERENÇAS NOS HOMENS QUE NÃO APARECEM NAS ROUPAS, NAS CASAS, NAS OCUPAÇÕES.

- Depois da morte, o contraste no destino destes dois homens continuou, mas a sua situação se inverteu.

1. LÁZARO = Quando a cortina foi levantada depois da morte do pobre, vemos anjos, cheios de alegria em servir, carregando Lázaro para o céu.

LÁZARO = “Deus é meu auxílio”.

- Embora desprezado pelos homens, embora considerado como escória, embora na sarjeta do esquecimento, embora prostrado cheio de chagas, com fome e desejando comer as migalhas que caem da mesa do rico, embora privado do convívio humano e assediado pelos cães – Ele confiava em Deus. O RICO TINHA TUDO, MENOS DEUS; LÁZARO NÃO TINHA NADA SENÃO DEUS.

- No céu havia consolo, música, vestes brancas, coroas, harpas angelicais, delícias perpetuamente, a face de Jesus. NENHUM OLHO VIU… Oh! Quão cedo Lázaro se esqueceu dos seus andrajos, da fome, dos cães, das noites frias, e do homem rico que o deixou na miséria. Ele foi afinal confortado!

2. O HOMEM RICO = Aquele que viveu aqui sem Deus, depois da morte, abriu os olhos e estava no lar dos desesperados. O mendigo repousou no seio de Abraão. O rico não teve repouso nenhum, pois como é possível descansar no inferno?

- Em Hebreus 9.27 lemos: “E assim como aos homens está ordenado…”. O julgamento não acontece nesta vida. Primeiro vem a morte, depois o juízo.

- Quando transgredimos as leis da natureza sofremos imediatamente = QUANDO COLOCAMOS A MÃO NO FOGO.

- Mas as leis de Deus podem ser aparentemente transgredidas repetidas vezes sem nenhum castigo.

- O homem que blasfema não parece sofrer com isto.

- O homem que rouba parece ter motivos para se vangloriar que vive melhor do que o que não rouba.

- Aquele que vive na impureza pode achar que isso é que é vida. Mas as Escrituras não dizem que toda vez que pecamos Deus envia um anjo com vara de ferro para nos bater.

- A Bíblia diz que Deus marcou um dia em que vai julgar os homens (At 17.31) e eles não vão poder fugir de Deus nem subornar o tribunal de Deus.

- Naquele terrível dia do juízo, eles vão dar conta por cada palavra frívola que proferiram.

- Cada ação está registrada nos livros de Deus.

- Cada pensamento, cada intenção está registrado.

- Naquele dia os livros serão abertos. Será o dia do juízo. Ah! Dia do juízo!!!

- O homem rico não despertou santo. A morte não é uma varinha mágica que algum anjo agita sobre os moribundos, transformando todo o pecado em justiça, varrendo toda maldade, apagando todo o passado e transformando o pecador em filho de Deus.

- As pessoas gostam de crer que tudo vai bem e que todos estarão bem, tão logo morram. Mas o fato persistente é que as identidades não se alteram com a morte. Não foi outro homem que se despertou na eternidade. Foi o mesmo. E despertou para saber que…

a) O inferno é um lugar de tormento – v. 23

b) O inferno é um lugar de onde se vê o gozo do céu – v. 23b

c) O inferno é um lugar onde não há consolo – v. 24,25

d) O inferno é um lugar de onde não se pode sair – v. 26

e) O inferno é um lugar onde o pedido de socorro não é atendido – v. 27

f) O inferno é um lugar de lembranças amargas – v. 27,28

g) O inferno é um lugar de onde não se pode mais ajudar a família – v. 28-30.

- Para este homem já era tarde demais para ajudar a sua família. O desejo estava ali, mas a oportunidade passara para sempre.

- Observem que ele não ignorava o caminho da salvação.

- Ele sabia que seus 5 irmãos precisavam de alguém que lhes falasse acerca da salvação.

- Ele perdera a sua oportunidade e perdera a sua alma e a oportunidade de ajudar a sua família.

- Talvez ele fosse covarde.

- Talvez tivesse medo do que a sua família pudesse pensar caso ele se voltasse para Deus. Mas agora já não tinha mais medo.

- Talvez por causa da sua posição de rico, ele tivesse considerado a crítica dos seus amigos como um preço alto demais para pagar se andasse nos caminhos do Senhor. Mas agora tudo havia acabado. Era tarde demais.

- Não há poder que nos salve depois da morte. A grito TEM MISERICÓRDIA DE MIM obteve uma única resposta: FILHO LEMBRA-TE.

- O abismo fora fixado.

- Os limites estabelecidos.

- O destino determinado.

- O QUE É A ETERNIDADE?

CONCLUSÃO

· Homem não tem de fazer nada para ir para o inferno.

- Com suas virtudes e predicados morais, ele é um pecador perdido. Mesmo sendo religioso e honrado cidadão ele está condenado, se não crer em Jesus.

- Não é preciso roubar, matar, adulterar. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.

· Para ir para o céu é preciso NASCER DE NOVO. CRER EM CRISTO COMO SENHOR E SALVADOR. (At 4.12; Jo 14.6; Jo 5.24)

Se você morrer agora, para onde vai a sua alma: para o céu ou para o inferno?

Ilustração: O SONHO DE WESLEY: foi ao inferno e ao céu.

AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes.

FONTE:
http://hernandesdiaslopes.com.br/2004/03/antes-e-depois-da-morte/



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O CEGO QUE
ENXERGAVA

Texto: Marcos 10:46-52



Introdução:


- Jesus foi com sua comitiva em direção a Jerusalém para celebrar a Páscoa. Todos se aglomeraram ao redor do "Mestre" divino para ouvir o que esse rabino santo tinha a dizer. Só o cego Bartimeu parecia "ver" o significado do momento.

- A mensagem de hoje é intitulada:

"O cego que enxergava"

1. Bartimeu enxergou: Que Jesus era o Cristo.

- Quando o cego perguntou quem era aquele que vinha pelo caminho, eles responderam: "Jesus de Nazaré".

- Bartimeu deve ter ouvido muitas histórias sobre Jesus. Ele acreditava que Jesus era o Cristo.

- Tudo na mensagem de hoje vai girar em torno desta verdade.

- Bartimeu sabia que "Cristo" teria o poder de curar os olhos cegos.

- Quando ele gritou: "Tem misericórdia de mim Jesus, Filho de Davi", estava declarando sua fé.

2. Bartimeu enxergou: Que esta era sua única chance.

- Note que eu não disse "última chance". Ele não teve a oportunidade de ter os olhos curados antes de surgir esta oportunidade, e talvez nem tivesse outra.

- Jesus não é apenas um caminho, uma verdade, uma vida. Jesus é o único caminho, a única verdade, a única vida. Se ele deixasse este momento passar, a oportunidade de ter os olhos cegos curados seria perdida para sempre.

3. Bartimeu enxergou: Que a multidão estava errada.

- A multidão em volta dele repreendeu Bartimeu por chamar a Cristo. Poucos dias depois, outra multidão iria dizer: "Crucifica-o, crucifica-o".
Bartimeu teria que ficar contra o fluxo da multidão. Ele gritou mais alto.

4. Bartimeu enxergou: Que ele teria de fazer um tolo de si mesmo aos olhos do mundo.

- Bartimeu, tomou a decisão de se tornar um "louco por Cristo".

- Se você tomar a decisão de vir a Cristo, os outros vão rir de você. Você está disposto a ser um mártir?

- "Todos os que vivem para Cristo sofrerão perseguições."

5. Bartimeu enxergou: Que não havia como voltar atrás.

- Quando foi dito que Cristo chamava por ele, Bartimeu tirou a capa de mendigo, e deixou para trás. Nossos trapos de justiça não vão entrar na presença de Deus. Esta é uma imagem de arrependimento.

- Bartimeu sabia que uma vez que ele fosse a Cristo, ele nunca teria que estar em cativeiro e implorar do mundo novamente.

6. Bartimeu enxergou: O óbvio.

- Quando Cristo perguntou Bartimeu, o que é que você quer que eu faça por você, ele respondeu: "Mestre, que eu torne a ver." Isso foi uma resposta óbvia a uma pergunta óbvia.

- No entanto, todo homem sem Cristo é cego. Muitas almas cegas nunca veem sua necessidade de Cristo.

- Porque é que um homem perdido não vê sua necessidade evidente de Cristo? Bartimeu viu.

7. Bartimeu enxergou: Que ele nasceu abençoado.

- Ao longo dos dias sombrios de sua vida, Bartimeu deve Muitas vezes ter perguntado, "Porque eu tive de nascer?" Sua vida era apenas uma questão de sobrevivência do dia a dia. Ele era apenas um mendigo nas ruas da vida.

- Tudo mudou no dia em que Cristo passou por seu caminho. Bartimeu sabia que, para Cristo cumprir a profecia bíblica, ele teria de "curar os olhos dos cegos."

- Ele tinha os olhos cegos.

- Ele pode ajudar Cristo cumprir a finalidade para a qual viera ao mundo. Deve ter ocorrido a Bartimeu: "Então, este é o meu propósito na vida. Esta é a razão que eu nasci cego”

- Nem todos na geração de Cristo receberam Jesus como seu Senhor e Salvador, mas o cego Bartimeu estaria entre o número dos redimidos. Por causa de seus olhos cegos, ele veio a conhecer Cristo.
“A fé vem pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus”

Conclusão:

- Hoje, Deus está olhando para buscar e salvar o que está perdido.

- Você se qualifica?

- Você pode "invocar o nome do Senhor para ser salvo?”

Oração: "Senhor, abre os olhos do meu coração. Eu quero te ver”.


AUTOR: Pr. Aldenir Araújo





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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011


O pecado e
a graça comum

(Mt 5.43-48)


Objetivo do Estudo:

- Saber que a graça comum é o meio que Deus usa para refrear o pecado e possibilitar aos seres humanos uma vida até certo ponto digna e desenvolvida, apesar de todo o pecado e maldade existentes.

O estudo numa frase:

- A graça comum é a responsável pelo refreamento do pecado e pelo desenvolvimento da sociedade humana.

Panorama bíblico:

- No Sermão do Monte, Jesus explica o valor da lei. As atitudes externas são apenas conseqüências de sentimentos interiores. Por isso o pecado reside no interior e não apenas no exterior.

- Jesus não está abolindo as leis civis e criminais, apenas destacando que cristãos, pessoalmente, precisam ter atitudes diferentes.

- Jesus coloca como exemplo supremo dessa bondade o próprio Deus, que distribui seus benefícios mesmo para os desobedientes. Isso demonstra, indiretamente, que Deus tem uma graça até para os perdidos, o que chamamos de “graça comum”.

- Por essa graça Deus concede benefícios para a humanidade, mesmo sobre aqueles que não são nem serão salvos.

INTRODUÇÃO

- Jesus ensinou que Deus mostra favor até ao perverso (Mt 5.44-45). Há uma parcela da bondade de Deus que é acessível a todos os seres humanos, mas isso nada tem a ver com salvação.

- O ser humano, após a queda, foi expulso do jardim. Seguiu sua vida e construiu sua existência, quase sempre longe de Deus. Assim, a situação humana é de total depravação, que implica a submissão do mundo ao maligno e a escravidão do homem ao pecado.

“Por causa da queda, cada ser humano é fundamentalmente egocêntrico e sem amor, odiando Deus e odiando os outros”. [1]

- Contudo, ao olharmos em derredor encontraremos muitas pessoas neste mundo que nos parecem dignas, muitas delas demonstram compaixão e amor pelos semelhantes.

Como podemos explicar que exista uma certa medida de bondade nas pessoas?
I – QUE BONDADE É ESSA?

- Um monge chamado Pelágio ensinava que o homem não havia herdado nenhum pecado de Adão. O que acontecia era que o homem geralmente imitava Adão.

- O Pelagianismo, portanto, defende que a natureza humana não é essencialmente má, ao contrário, é boa.

- Posteriormente, uma espécie de Semipelagianismo sustentou que as pessoas eram apenas inclinadas ao pecado, mas que não eram necessariamente de todo corruptas.

- No tempo da Reforma, calvinistas e arminianos voltaram a debater o assunto. Os arminianos negaram a total depravação, ficando mais próximos do Semipelagianismo.

- O Calvinismo seguiu a linha de Agostinho enfatizando a total depravação do ser humano.
- Contudo, Calvino diferiu um pouco de Agostinho na interpretação do significado das “boas obras” que os decaídos produzem.

- Agostinho entendia que até mesmo as boas ações das pessoas não regeneradas eram atitudes pecaminosas, pois não eram feitas para a glória de Deus e sim para o mérito pessoal.

- Calvino sustentou que o homem é totalmente decaído, mas que Deus tem uma graça “comum” que faz com que as pessoas não regeneradas façam coisas boas, da perspectiva do senso comum.

- Ele entendia que a graça especial é a única responsável pela salvação, porém, Deus usava Sua graça de uma forma diferente, sem o objetivo de salvação, para tornar a vida dos seres humanos mais suportável.

- Portanto, graça comum é a bondade de Deus sobre todas as pessoas, mesmo as não crentes que, sendo criaturas de Deus, são alvo do cuidado divino.

- A graça comum tem a ver com a preservação da vida neste mundo. É por isso que o ser humano não é tão corrupto quanto poderia ser, porque a graça comum o refreia.

II – A GRAÇA COMUM E A CONTINUIDADE DA VIDA

- Desde o início, quando Deus amaldiçoou o ser humano, Sua graça comum já se manifestou pelo fato de permitir que ele continuasse vivendo.

- Embora a terra passasse a produzir “cardos e abrolhos” produz também o alimento necessário para a sobrevivência.

- Ainda que Deus tenha dito à mulher que ela teria dores terríveis na concepção, garantiu que a própria concepção acontecesse.

- A graça comum se manifestou na seqüência, quando o ser humano passou a desenvolver os recursos naturais do mundo.

- Afinal, de onde teria vindo a habilidade para criar gado, fazer e tocar instrumentos musicais e manejar com o ferro (Gn 4.20-22)?

- Parece, entretanto, que pouco antes do dilúvio, Deus recuou o Seu poder de refreamento do ser humano.

- O capítulo 6 de Gênesis descreve a situação, como: “O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplica na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn 6.1-5).

- Foi desastroso, a ponto de Deus chegar a entender que a única solução seria o aniquilamento da raça humana por meio do dilúvio.

- O dilúvio, entretanto, não extinguiu a nossa raça, pois Deus separou Noé. E quando Noé saiu da arca, Deus demonstrou Sua decisão de novamente refrear o pecado do ser humano. O homem não viveria mais do que cento e vinte anos, o que refrearia bastante o mal (Gn 6.3).

III – COMO A GRAÇA COMUM SE MANIFESTA

- Em geral, o ser humano não é tão mau quanto poderia ser. Isso se deve a um refreamento que Deus lhe impõe. Esses limites são internos e externos. Internamente há a lei da consciência (Rm 2.14-15).

- Externamente existe a autoridade civil e a própria opinião pública (Rm 13.1). Deus concedeu poderes às autoridades civis para que executem a justiça a fim de tornar a vida humana mais suportável (Rm 13.4).

- Uma pessoa não precisa ser cristã para saber que matar, roubar, mentir, adulterar etc., são coisas erradas.

- Essa opinião pública ajuda a restringir o pecado e deve ser considerada uma atuação da graça comum. Porém essa manifestação da graça comum de Deus parece estar cada vez menos atuante no mundo.

- Frente aos ataques maciços dos meios de comunicação, a moralidade que dominava a opinião pública tem recuado. Isso só pode ser uma preparação maligna para a manifestação do anticristo e seu reino imoral.

- São aqueles tenebrosos tempos profetizados pela Escritura, em que o mistério da iniqüidade terá livre curso neste mundo. Parece que já podemos avistá-los.

- Podemos também ver a manifestação da graça comum naquilo que denominamos cultura.

- Deus possibilitou ao homem desenvolver talentos naturais a fim de que por meio da medicina, da tecnologia, das artes etc., pudesse tornar a vida humana menos penosa.

- Essas coisas não colaboram para a salvação de ninguém, pois não têm caráter redentivo, sendo simplesmente benefícios que o Senhor concede aos homens porque Deus é bom.

IV – A GRAÇA COMUM NO FIM DOS TEMPOS

- Parece, entretanto, que no fim dos tempos, a atuação da graça comum irá regredir.

- Deduzimos isso de uma citação de Jesus em Lucas 17.26-27. Talvez Jesus não esteja apenas alertando a possibilidade de Sua vinda pegar as pessoa de surpresa. O comparativo que Ele faz com a situação dos dias de Noé é muito significativo.

- As pessoas daquele tempo não ficaram sem pregação, pois o próprio Noé lhes testemunhava (II Pe 2.5). O fato é que não acreditaram no testemunho dele.

- Parece, pois, que nos dias que antecederão a segunda vinda de Jesus, a graça comum de Deus irá recuar para que o homem seja tão mau quanto conseguir ser.

- Isso parece até bem lógico, pois é nesse tempo que se manifestará plenamente o mistério da iniqüidade, que, segundo Paulo, já opera neste mundo (II Ts 2.6-7).

- A cada ano que passa, as pessoas rejeitam de modo mais consciente e consistente a influência de Deus em sua vida.

V – O VALOR DA GRAÇA COMUM

- A doutrina bíblica da graça comum tem implicações muito saudáveis para os cristãos. Ela acentua o poder destrutivo do pecado. Não há um terreno neutro entre Deus e o mal.

- A ciência, as artes e a tecnologia não estão numa faixa neutra como se pudessem ser buscadas sem a preocupação com distinção cristã.

- A graça comum demonstra que os dons que vemos nos irregenerados são dons de Deus. Eles até podem estar sendo usados para servir a satanás, mas são dons vindos de Deus que, quando bem usados, ajudam os homens a viver melhor.

- Desse modo, não precisamos rejeitar tudo aquilo que os incrédulos produzem, ainda que não precisemos compartilhar das convicções deles.

- Podemos ainda louvar a Deus por ter concedido esses dons, ainda que essas pessoas não façam essas coisas para glorificar a Deus.

- Embora saibamos que um dia este mundo deixará de existir como existe hoje, e devamos ansiar por aquela pátria celestial que nos está reservada, ainda temos muito que fazer e contribuir aqui.

- É preciso que nos interessemos pela política, economia, cultura, ecologia etc. Não devemos fazer isso com um sentimento crédulo de que este mundo será totalmente cristão, porque ele não está reservado para isto, mas podemos lutar por um mundo melhor aqui porque Deus deseja que façamos isso, como parte de nossa vocação cristã.

CONCLUSÃO

- É por causa da graça comum que está em atuação neste mundo que o ser humano não é tão mau quanto pode ser.

- Mas a graça comum de Deus é ainda mais extensa. Embora não contribua para a salvação, pois não tem esse propósito, ela torna a existência humana mais digna em meio à maldição do cosmos.

- É por causa da graça comum que existe o progresso científico, tecnológico e cultural, muito embora, às vezes essas coisas sejam usadas contra Deus.

- Devemos louvar o Senhor do universo por repartir parte de suas bênçãos sobre justos e injustos. Isso demonstra Sua soberania e Sua misericórdia, ao mesmo tempo em que enfatiza Sua santidade e justiça.

APLICAÇÃO

- Você tem dado graças diante de todas as coisas?

- Você tem agradecido a Deus pelo sol e pela chuva, pelos dias bons e pelos dias maus, pelos amigos e pelos inimigos?

- Tem procurado envolver-se com a sociedade de modo construtivo?

- Saiba que essa é a vontade de Deus para o pleno exercício de uma vida cristã saudável!

Autor: Leandro LimaEditora Cultura Cristã - Adaptações: Alceu de Amorim Von-Held

Fonte: http://www.ibsweb.com.br/ipsw3/index.php?option=com_content&view=article&id=436:o-pecado-e-a-graca-comum-&catid=21:estudos-biblicos&Itemid=38

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[1] Anthony Hoekema, Criados a Imagem de Deus, p.208.


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O QUE É SER PAI


- Temos a tendência de pensar que Deus, como Pai é igual ao nosso pai. Se o nosso pai foi amoroso, cordial e cuidadoso, também esperamos o mesmo de Deus. Mas, se o nosso pai foi o contrário, frio, distante, e ocupado demais com coisas mais importantes do que nos dar atenção, temos a tendência de pensarmos de Deus a mesma coisa.

VEJAMOS ABAIXO ALGUNS ATRIBUTOS DE DEUS COMO PAI:

1. REFÚGIO

- O pai deve ser alguém para quem o filho pode correr e encontrar refúgio.

- Ele deve ser a primeira pessoa a quem filho pensa, numa hora de aperto, hora de pedir proteção.

- Davi pedia proteção ao Senhor dizendo: “ o Senhor é o meu escudo, meu esconderijo, meu refugio, minha rocha, minha fortaleza, minha torre”. São várias as passagens bíblicas. Salmos: Sl.3:3, 5:11-12, 32:7 etc.

- O pai é alguém que está a disposição do filho

- Ele é o refugio que a criança procura.

- Se passarmos pouco tempo de qualidade com nossos filhos, ou se formos rudes, indiferentes, os nossos filhos não irão considerar-nos como lugar de segurança.

2. AMIGO

- Deus é um amigo cordial e íntimo - Sl.5:3 “ De manhã senhor, ouves a minha voz, de manhã te apresento a minha oração e fico esperando”

- Davi está dizendo: Pai, eu posso lhe contar tudo. Tu estás sempre disponível.

- Deus aceita como somos - o pai deve aceitar o filho como é.

- Sl.145:8 – “benigno e misericordioso é o senhor, tardio em irar-se...”

- O pai que não explode de ira;

- Deus é assim.

3. SUSTENTADOR

- O pai é o que sustenta o filho nas dificuldades da vida. – Sl.34:17,18

- Desde pequeninos precisamos de alguém para nos ajudar a enfrentar as dificuldades e esse alguém deve ser o pai.

- O que destrói as pessoas são elas não terem o pai a quem buscar nas horas de dificuldades.

- Is.40:11 – “como o pastor, Ele o Senhor, pai, apascentará o rebanho entre seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seio; as que amamentam, ele guiará mansamente.”

4. COMPANHEIRO

- Um companheiro alegre – Davi disse para Deus “guarda-me como a menina dos Teus olhos” Sl.17:8

- Nossos filhos precisam saber que existe alguém que os ama, gosta de estar com eles,

- A criança precisa sentir que é amada e assim terá mais paz consigo mesma e com outros.

- Os pais precisam dar palavras de encorajamento e afirmação.

- Os especialistas infantis dizem que precisa, de pelo menos quatro comentários positivos para consertar o dano de um comentário negativo.

Ex. Filha comentava que as colegas eram boas alunas e que ela não, o pai abraça a filha e diz: no meu modo de pensar você é a numero um”

5. PRESENTE NA VIDA DO FILHO

- A presença do pai na vida do filho é motivo de alegria.

- O filho ama a presença do pai. Certa vez uma criança pergunta ao seu pai quanto ele ganhava. O pai indagou ao filho porque do seu interesse em saber. Ao que o filho respondeu, pois eu quero pagar uma hora por dia para você brincar comigo.

- Davi experimentou esse desejo, no Sl. 63

- O pai que moldará a vida do filho é aquele que está presente.

6. CONSELHEIRO E GUIA

- O pai deve estar pronto para socorrer o filho nas horas de indecisão

- Sempre pronto par ajudar, ouvir, sorrir, chorar com o filho.

- Davi diz: Senhor dá-me ouvidos, fala comigo, ...

7. PERDOADOR

- O pai é aquele que não guarda rancor do filho

- Tardio em irar, grande em clemência

- Nossos filhos vão cometer erros, pois nós cometemos quando criança.

- A criança cujo pai é paciente será muito abençoada.

8. CONFIAVEL

- Davi dizia para Deus uns confiam em carros, outros em cavalos, mas nós confiamos em Ti, ò Senhor.

- Uma das coisas que logo o filho aprende é se pode ou não confiar no pai.

- Essas características da paternidade podem ser oportunidades ou obstáculos

Nós pais devemos ter o desejo de que essas características sejam nossas:

- Esteja onde estiver no processo de ser pai, você pode estabelecer uma filosofia eficaz do que é ser pai .

- O que queremos deixar para os nossos filhos?

- Uma bela idéia de Deus como Pai

- Pais que serão lembrados com saudades! Amigo, cheio de amor e carinho.

- Até que ponto você tem esses atributos como pai?

Agradeça a Deus por Ele ser Seu Pai.
Peça a Deus para você ser esse pai para os seus filhos.
Numa lista de 1 a 10 dê notas para você mesmo.
Se você tirou menos que oito, faça um propósito de melhorar.

AUTOR: Rev. Washington Paulo Emrich




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ROBERNANE FERREIRA

O Inestimável Valor de uma Aliança

  O Inestimável Valor de uma Aliança Introdução No decorrer da história, as alianças têm desempenhado um papel crucial na formação de so...