quarta-feira, 30 de dezembro de 2009


O CONSOLIDADOR

É UM GADITA



+ Que tipo de caráter você tem? Seu caráter precisa ser consolidador. Porém, só consolida quem é consolidado.

+ Deus quer remover toda pedra que queira impedir o processo da consolidação. E para isso precisamos estar atentos ao que Deus está nos ministrando. Ele está nos dizendo que o consolidador tem um perfil.

+ “Dos gaditas se passaram para Davi, ao lugar forte no deserto, homens valentes adestrados para a guerra, que sabiam manejar escudo e lança; seus rostos eram como rostos de leões, e eles eram tão ligeiros como corças sobre os montes. Ezer era o chefe, Obadias o segundo, Eliabe o terceiro, Mismana o quarto, Jeremias o quinto, Atai o sexto, Eliel o sétimo, Joanã o oitavo, Elzabade o nono, Jeremias o décimo, Macbanai o undécimo. Estes, dos filhos de Gade, foram os chefes do exército; o menor valia por cem, e o maior por mil” (I Cr 12:8-14).

+ Todo consolidador precisa ter o caráter de um gadita, ser um valente, ter um caráter indubitável.

+ O líder de célula deve ter esse caráter consolidador, pois é responsável por cada um de seus discípulos.

+ Os gaditas foram responsáveis pela consolidação das 12 tribos de Israel. Eles eram valentes e destemidos e, onde chagavam, transformavam o lugar. Na história de Israel, não há um registro de derrota das guerras onde os gaditas estiveram envolvidos.

+ Davi permaneceu por muito tempo morando no deserto e em cavernas, quando era fugitivo de Saul. Um dia, ouviu dizer que os gaditas estavam indo ao seu encontro. Ao ouvir tal informação, ele foi antes ao encontro deles, pois sabia que nunca haviam perdido uma guerra. Um dos filhos dos gaditas se apressou e disse a Davi que a entrada deles era de paz e de conquista.

+ A Bíblia relata que esse jovem profetizou para o rei Davi e as palavras por ele emitidas trouxeram consolo. Naquele momento, Davi foi consolidado. E os gaditas se uniram a Davi e tornaram-se capitães de tropas.

+ Os consolidadores são linha de frente de guerra. Andam unidos em um só propósito. Eram 11 homens, 12 com Davi.

+ Qual o perfil do gadita? O gadita tem uma unção de caráter e de personalidade. Eles eram homens que tinham o caráter tão ajustado e por isso não perdiam nenhuma batalha. Você terá um caráter tão ajustado que não perderá nenhum fruto fiel.

+ A consolidação exige um caráter decisivo. Não consolidamos perguntando a pessoa se ela quer ou não ser consolidada, porque o novo convertido não sabe esboçar nada no reino espiritual. O ímpio está nascendo, é como uma criança. Você não pergunta a um bebê se ele quer mamar, se ele quer que troque a fralda, se ele quer tomar banho. Não! Você vai até ele e faz, você toma a iniciativa.

+ O consolidador precisa receber um caráter de iniciativa, não pode ficar esperando que o ímpio ou o novo convertido venha à sua procura. O discipulador é você, logo, quem tem que consolidar é você.

+ Se você acompanhar uma pessoa por um ano e dois meses, ela nunca mais se afastará do Reino.

+ É por isso que a consolidação começa desde o Pré-encontro, indo até a Escola de Líderes para entrar no Reencontro.

+ É tempo suficiente para que ela receba um perfil seguro, já tendo passado por experiências com Deus e, portanto, podendo andar com suas próprias pernas, com base em todas as orientações que recebeu.

+ Você é um consolidador de êxito que receberá a unção de iniciativa pelo próprio Espírito de Deus. É Ele quem lhe dará um caráter consolidador para usar a sua iniciativa e influenciar milhares de milhares.

+ Vejamos as características que fazem de todo líder um consolidador valente, de caráter indubitável, eis as características de um gadita:

Não tem medo de fortalezas.

+ O consolidador valente enfrenta qualquer fortaleza com ousadia.

+ Não tem medo de autoridade. Ele respeita as autoridades, mas não tem medo de nenhuma delas.

+ Não tem medo de guerra. O consolidador de caráter é um líder de guerra.

+ Existem momentos nos quais o Reino de Deus não é tomado com poesia, mas com ousadia. Arrancar uma vida do inferno, das garras do diabo não fala de poesia, mas de firmeza.

+ Deus lhe dará graça e onde você entrar, sairá com a vitória nas suas mãos.

+ É um homem de destreza, preparado para a peleja.É um homem vitorioso. Como um gadita que tem garras de leão, traz o resultado e entrega-o ao rei.

+ Ele apresenta o seu fruto fiel porque não é abatido na batalha.

+ É um líder armado com escudo e com lança. Está pronto para o ataque e para a defesa. Haverá momentos nos quais o consolidador precisará atacar e para isso usará a lança. A lança não é usada por qualquer pessoa, mas por quem é adestrado. No mundo espiritual, você é um arqueiro. Toda flecha e toda lança que o Senhor colocar na sua mão, você tirará da aljava e não errará o alvo.

+ O gadita sabe o momento certo para atacar e para se defender.

+ Tem personalidade de um líder. Quando a Bíblia diz que o gadita tem cara de leão, está identificando-o como um líder que governa. Quem não governa é governado; quem não orienta é orientado; quem não lidera é liderado. Ter cara de leão representa denunciar a destreza de governarcom autoridade.Não recebe mediocridade sobre sua vida.

+ Ele tem unção e conquista sempre no sobrenatural. Recebe a excelência do Reino. Há pessoas que são pobres por uma questão de circunstância; outras, por uma questão de alma.

+ É veloz como a gazela. O consolidador deve ser veloz como a gazela das montanhas. Uma gazela pula em média seis metros para cima e nove metros para frente, de forma que corre em uma velocidade muito grande para fugir do predador a ponto de ele ficar cansado e desistir dela. Essa mesma unção Deus nos dará. Não somos comida de predador, portanto, quando ele quiser vir atrás de nós, terá que desistir, pois a velocidade de um gadita frustra o plano do inimigo.Ter unção do mínimo. Ter um aprisco completo que comporta no mínimo 100 ovelhas. E esse aprisco multiplica gerando outros apriscos. Você como gadita, nessa unção e caráter consolidador, terá ovelhas e discípulos debaixo de sua autoridade.

+ A unção do máximo. O mínimo tem cem e o que tem mais é porque conquistou mil. “O mais pequeno virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte” (Is 60:22). Você terá unção para começar com os seus 100 discípulos, terá unção para tratar com os 1.000 discípulos, debaixo docaráter consolidador da personalidade do governo e não permitirá que o rebanho se disperse.

+ Tem o governo do Espírito sobre a sua vida. Quem governa o gadita não são as suas emoções, suas convicções. A Bíblia diz que o Espírito de Deus tomou a Amasai e ele começou a profetizar e consolidou o coração do rei.

+ A segurança de um consolidador é depender do Espírito Santo.Receberemos unção para consolidar dos súditos ao rei e todos aqueles que desejam receberão o caráter que Deus está imprimindo em nossos corações. Precisamos desejar o caráter consolidador, o caráter de governo.
Receba a unção de governo para consolidar uma nação: garras de leoa, cara de leão, pés ligeiros como os da gazela, destreza para alcançar as fortalezas e governo do Espírito Santo.



FONTE: - MIR -

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O LEVITA



Louvor e Adoração

"Ofereçam sacrifícios de louvor e relatem as suas obras com regozijo.”(Sl.107:22)

- Estamos iniciando este estudo com o objetivo de treinar aqueles que trabalham na área de louvor na igreja. Os músicos, os cantores, os solistas, enfim, todos precisam ser trabalhados na esfera espiritual.

- Louvor não é cantar e nem tocar.

- Adorar não é simplesmente se emocionar com um cântico lento. A Bíblia é profundamente clara neste assunto.

- O problema esta sempre no homem que, muitas vezes troca o que na realidade vem a ser verdadeira adoração.

- Se o grupo de louvor não estiver consciente do que a Palavra diz, com certeza terá grandes dificuldades para desenvolver ao Senhor um louvor sincero. Da mesma forma o coral, o regente, o pianista e o organista. Este é um trabalho sério, que envolve dedicação, consagração, oração e espiritualidade.

- Certa vez A. W. Tozer, escrevendo sobre o Espírito Santo e sua ação na vida dos crentes disse que , para muitos cristãos Ele é profundamente negligenciado. Para Tozer, este Espírito também é negligenciado no louvor. Diz Ele: “Acredito que um vigoroso ressurgimento do poder do Espírito entre nós romperá de novo as fontes da hinologia há muito esquecidas. Pois os cânticos jamais podem trazer o Espírito Santo, mas o Espírito sim, invariavelmente traz cânticos.”.

- O que Tozer tem em mente aqui é fantástico. Não é simplesmente cantar que fará o Espírito trabalhar em nossas vidas. É o contrário. O poder do Espírito, transformando o meu viver, me fará cantar com uma profundidade nunca vista. É aqui a grande questão. Muitos pensam que para sentirmos a presença de Deus temos que cantar. Não é assim que Deus trabalha. Ele não é como nós que nos tocamos com qualquer sentimentalismo. Isto não é louvor.

- Por esta razão temos que buscar na Palavra orientações para um louvor que nasça do coração, mas que acima de tudo, seja experiência viva com Deus e Seu Espírito.

Que Deus nos abençoe ricamente em Cristo, para o louvor da Sua glória.

I – LOUVOR E ADORAÇÃO NA BÍBLIA

- No A.T., as palavras que significam louvor principalmente empregadas, são: hãlal, cuja raiz significa algo como fazer ruído; yãdhâ, que originalmente estava associada com as ações e gestos corporais que acompanham o louvor; e zãmar, que é associada com a música tocada ou cantada.

- No N.T., eucharistein (literalmente, “agradecer”) é o vocábulo favorito, que subentende, da parte da pessoa que louva, a atitude de alguém mais íntimo com a pessoa louvada do que no caso do termo mais formal, eulogein, “bendizer”.

- Podemos ver no A.T. outros vocábulos para louvor, tais como, hillûl (júbilo, exultação, louvor), mahãlãl (louvor) e t hillâ (louvor). Estas palavras derivam da palavra hebraica hãlal, já mencionada acima, que significa “exaltar, louvar, vangloriar”. Esta raiz conota as idéias de estar sincera e profundamente agradecido e de estar satisfeito em elogiar alguma(s) qualidade(s) superior(es) ou grande(s) feito(s) do objeto da ação. Seus sinônimos são yãdhâ, “louvar, dar graças”; rãnan, “cantar ou gritar de júbilo”; shîr, “cantar(louvores)”; bãrak, “louvar, bendizer”; gãdal, “engrandecer”; rûm, “exaltar”; zãmar, “cantar, tocar, louvar”. O verbo hãlal pode ser usado de diversas maneiras, como por exemplo exaltar a beleza humana (Gn.12:15; II Sm.14:25), o entendimento humano (Pv.12:8), pode descrever o elogio devido a uma boa dona de casa (Pv.31:28,31), a um diplomata sábio (I Rs.20:11) e que procede de um rei (Sl.63:11,12).

- O substantivo t hillâ é usado em relação ao renome de cidade em Jr.48:2. Mas geralmente a palavra em hebraico se refere ao louvor das divindades, mesmo que sejam falsos deuses (Jz.16:24). O uso mais freqüente desta raiz diz respeito ao Deus de Israel. Quase um terço de tais passagens ocorrem nos Salmos.

- Destas, o maior número é o de imperativos, de convocações de louvor. A freqüência e o modo de ocorrência enfatizam a necessidade vital de tal ação. Os temas relacionados e incluídos nas expressões verbais de louvor (os salmos) demonstram que é imperativo que Deus seja reconhecido em sua divindade (Sl.102:21,22) e que a plenitude dessa divindade seja confirmada e declarada. Isto deve ser oferecido numa atitude de prazer e regozijo.

- A fé e a alegria estão inextricavelmente entrelaçadas. É importante notarmos que a maioria dessas ocorrências está no plural, nos mostrando que o culto em Israel ao Senhor era especialmente congregacional. Este louvor podia envolver coros e instrumentos musicais.

- Podia ser expresso pela fala (Jr.31:7), pelo canto (Sl.69:30,31) e pela dança (Sl.149:3). Tal louvor era um elemento essencial do culto público formal em Israel. É importante notar a forte relação entre o louvor e o conteúdo intelectual.

- Toda criação, tanto terrestre (Sl.148:1) quanto celeste (Sl.148:2) é convocada a louvar a Deus. Isto não implica, todavia, que tal atividade fosse qualquer coisa menos inteligente.

- Tais personificações (Rm.8:20 e ss.) enfatizam a responsabilidade de toda a criação de dar a Deus o que lhe é devido (Sl.150:6). O louvor e o culto são constantes na obrigação e no privilégio do homem perante o seu Criador e Salvador (Sl.106:1).

- Hillûl, que significa “júbilo, festivo, canções de louvor, festas”, representavam alegres festivais de louvor realizados entre os israelitas. Geralmente era realizado na festa das primícias que celebrava a colheita. O substantivo mahãlãl (louvor) representa o grau de louvor ou a falta dele tributado a outrem (Pv.27:21). É aquilo que é posto à prova, e que é comparado a um cadinho (vaso empregado em operações químicas a temperaturas elevadas; crisol) em que ouro e prata são provados.

- E o substantivo t hillâ (louvor, atos dignos de louvor) representa os resultados de hãllal, bem como os atos divinos que merecem a atividade humana do louvor como resposta. Isto ocorre tanto no singular (Sl.106:47) como no plural (Êx.15:11; Sl.78:4). Palavras paralelas são kãbôd, “honra” (Is.42:8), e shem, “nome” (Sl.48:10,11; Is.48:9).

- Essas palavras ocorrem 57 vezes. Adoração é muito usado em toda a Bíblia. Aparecem dois vocábulos em hebraico, hãwâ e hishtahãwâ. A idéia é de “prostrar-se”, “adorar”. Em seu sentido original o verbo significava prostrar-se no solo, como em Neemias 8:6.

- Esse ato de prostra-se era bem comum como prova de submissão diante de um superior. A prostração era um ato comum de auto-humilhação, realizado perante parentes, estranhos, superiores e, principalmente, da realeza. O verbo é usado em I Cr.29:20 em conjunto com duas expressões, “prostrando-se perante o Senhor e perante o rei”. Este verbo mostra ação específica da adoração.

Vejamos alguns exemplos:

· Abraão no sacrifício de Isaque (Gn.22:5)

· Saul perturbado (I Sm.15:25,30,31) · Gideão (Jz.7:15) Existe um outro vocábulo hebraico, ‘ªbhôdhâ, que significa o trabalho efetuado pelos escravos ou empregados.

- No N.T. aparecem duas palavras, latreia, que tem o mesmo significado de ‘ªbhôdhâ, e proskyneõ que tem a mesma idéia de hishtahãwã, ou seja, de manifestação de temor, reverência, admiração e respeito.

- Podemos perceber que as palavras trazem um significado profundo deste ato.

- Adoração vai trazer esta idéia de prostar-se diante do Todo Poderoso, em reconhecimento do que Ele é, da Sua majestade e Sua glória. Portanto, louvor e adoração não é simplesmente cantar hinos, bater palmas, levantar as mãos, etc.

- Sabemos que estas coisas fazem parte, mas não são a essência.

- O louvor e a adoração devem fazer parte da experiência de cada um daqueles que ministram na presença de Deus.

- Eu devo adorar e exaltar ao Senhor não porque gosto de cantar, e sim pelo prazer de estar em Sua presença. Por isto, estar ministrando ao Senhor é algo que traz muita responsabilidade e seriedade.

- A Bíblia nos mostra que devemos adorar a Deus.

Vejamos algumas colocações sobre isto:

· “e agora trago as primícias dos frutos da terra que tu, ó Senhor, me deste. Então as porás perante o Senhor teu Deus, e o adorarás.”(Dt.26:10). O que vemos aqui é um princípio básico da adoração verdadeira. Deus quer as primícias, ou seja, o melhor deve ser posto diante dEle.

· “Tributai ao Senhor a glória de seu nome. Trazei presentes, e vinde perante ele; adorai ao Senhor na beleza da sua santidade.”(I Cr.16:29; Sl.29:2).

- Ele merece o nosso tributo, ou seja, a nossa homenagem. Só Ele merece a glória e o louvor. Quando o adoramos, estamos na beleza de sua santidade.

- Você já pensou nisto?

· “Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos, ajoelhemo-nos diante do Senhor que nos criou;”(Sl.95:6). Aqui traz a idéia mencionada acima, e nos mostra porque devemos adorar ao Senhor. Ele é o Criador!!!

· “Adorai ao Senhor na beleza da sua santidade; tremei diante dele todos os moradores da terra.”(Sl.96:9; 99:5; Zc.14:17). Adorar é ter consciência de que estamos em Sua presença. Por isso devemos tremer diante do Senhor. ·

“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e verdade.”(Jo.4:24). Aqui podemos ver o modelo exato da adoração e louvor.

- Jesus nos mostra que estas atitudes devem ser feitas em espírito, ou seja, em profundidade e intimidade, e em verdade, portanto uma ação verdadeira, livre dos conceitos e preconceitos da religiosidade que amarra.

- Há muito mais na Bíblia sobre este assunto. É importante que saibamos estes princípios da Palavra de Deus.

- Devemos comparece diante dEle com alegria, júbilo, prazer, reverência e contrição.

II – ORIENTAÇÕES PARA OS LEVITAS

- Vale salientar que levita era aquele que descendia de Levi, filho de Jacó.

- Quando Deus instituiu o sacerdócio levítico a Arão, designou também que os descendentes de Levi fossem ajudantes deste sacerdócio.

- Existiam três clãs na tribo de Levi, os Gersonitas, descendentes de Gérson o primogênito de Levi, os Coatitas, descendentes de Coate o segundo filho e os Meraritas, descendentes de Merari o terceiro filho.

- Arão e Moisés eram do clã de Coate. Cada clã tinha uma missão.

- Os Gersonitas transportavam o Tabernáculo (a tenda, as cobertas, as cortinas, etc.), os Coatitas transportavam os móveis e os vasos e os Meraritas carregavam as armações do Tabernáculo.

- Cada um tinha uma função, e Deus é quem tinha escolhido esta tribo para realizar estas funções na Tenda da Revelação, assim chamada porque Deus ali se revelava.

- Os descendentes de Arão eram responsáveis pelo sacerdócio. Este ministério era santo. Os levitas trabalharam assim até a chegada na Terra Prometida.

- Muitos anos depois o rei Davi faz com que o culto, que era em Siló (local onde ficava o Tabernáculo), se centralizasse em Jerusalém, levando a Arca da Aliança. Este episódio mostra Davi orientando os levitas para buscarem a Arca da Aliança.

- Leiamos I Cr.15:11-29. A partir deste momento os levitas, sob a direção de Davi, tornam-se músicos e cantores consagrados para o louvor de Deus.

- Se você perceber com atenção, estes levitas são divididos cada um com sua função. Fizemos este histórico resumido para que você entenda o que é ser levita.

- O levita têm responsabilidades tremendas com o Senhor. E nesta segunda parte do estudo queremos trazer algumas orientações para nós que estamos na frente do povo de Deus.

1º) O levita deve ter uma vida de santidade e consagração.

- Leiamos Nm.3:1-12; Lv.10:1-3, 8-11; 11:44,45; Nm.1:50; 8:14; Sl.24:3,4. Sem uma vida santa e consagrada não é possível estar na presença de Deus.

- Ele exige de seus servos uma vida digna de Sua presença.

- Quantas vezes não comparecemos diante do Senhor sujos pelo pecado? Hebreus 12:14 diz: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”.

2º) O levita expressa seu compromisso com Deus de forma visível.

- Quando Deus separou os levitas para a obra, Ele afirmou que estes eram seus, ou seja, posse do Senhor. Para tanto, Deus exigia não somente santidade e consagração, mas acima de tudo uma exteriorização desta ação.

- Os levitas deviam ter sempre vestes santas, mostrando assim o estilo de vida. Jesus e Paulo vão fazer uma analogia da vestimenta como mostra deste viver que agrada a Deus.

Vejamos o que a Bíblia nos diz:

- I Cr.15:11-15; II Cr.5:2-14; 20:18-22; Mt.22:1-14; Ef.4:20-24.

3º) O levita deve manter uma comunhão profunda com os outros irmãos.

- O que mais o Diabo gosta de fazer é promover a discórdia. Todos devemos saber que somos diferentes uns dos outros, que temos temperamentos e reações diferentes. Mas o que é igual entre nós é o amor que nos alcançou.

- Diz a Palavra que o amor é o vínculo da perfeição (Cl.3:14).

- Estejamos atentos as armadilhas do inimigo, pois ele odeia o louvor e pior, deseja que a igreja permaneça calada, fria e dividida. Entre nós não maior e menor. Todos são importantes.

Vejamos o que João nos diz sobre amar o irmão: I João 3:11-19; 4:7-13.

4º) O levita deve ter consciência de batalha espiritual.

- Baseados no que falamos acima, o levita deve entender que a nossa luta não é contra carne ou sangue, e sim, contra os principados e potestades do mal (Ef.6:10-12).

- Infelizmente, somos às vezes levados a pensar que a nossa luta é contra o outro.

- Se desenvolvermos esta consciência de que o Diabo é o grande inimigo da Igreja, e que ele não cansa de fazer o mal, então estaremos desenvolvendo o pensamento certo.

- Nunca deixe que fofocas, palavras maldosas, mentiras, o disse me disse, envenenar o ministério de louvor, e muito menos a sua vida espiritual.

5º) O levita pensa em fazer sempre o melhor para Deus e sua obra.

- O importante para aquele que serve a Deus é a obra.

- O pensamento do levita comprometido com o Senhor é o mesmo de João Batista: “Convém que ele cresça e que eu diminua.”(Jo.3:30).

- Quando Deus ordenou Moisés construir o Tabernáculo, Deus pediu o melhor. Da mesma forma nós devemos fazer, sempre o melhor para Deus.

6º) O levita sempre se preocupa com a espiritualidade.

- Muitas vezes seremos tentados a buscar uma perfeição musical, uma técnica vocal apurada e tantas outras coisas, que de vez em quando nos desviam do propósito primeiro.

- Não estamos dizendo que o aperfeiçoamento musical não deva ser buscado. Quanto mais aprendermos será cada vez mais bonito e perfeito o louvor.

- A questão é não deixar se iludir que isto seja primordial, e cairmos na síndrome de lúcifer.

7º) O levita tem uma vida de obediência.

- A obediência é uma marca do servo de Deus.

- Diz I Sm.15:22-23 que a desobediência é como pecado de feitiçaria.

Deus preza aquele que vive em obediência.



FONTE: Pr. Gilson Souto Maior Jr.




terça-feira, 29 de dezembro de 2009


NOSSOS FILHOS

NO TEMPLO


A criança é a Igreja de hoje, e não a Igreja de amanhã como fomos ensinados.

Podemos ter como exemplo o rei Josias que com oito anos de idade começou a reinar; e a Bíblia diz que "Fez o que era reto aos olhos do Senhor".(II Reis 22:2)

A Palavra de Deus diz: "Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus." (Lucas 18:16)

Como podemos impedir uma criança de ir ao Senhor?


1º Não levando-a ao culto - queridos, não deixem seus filhos em casa nos dias de culto.

No início pode ser difícil para eles ficarem quietos, mas com o tempo eles aprenderão a amar ao Senhor e a reverenciá-lo.

2º Não ensinando o caminho que eles devem andar - não devemos achar que nossos filhos são novos demais para aprender, devemos inculcar neles a Palavra de Deus. Inculcar no hebraico significa costurar no coração.

3º Não tenha um tempo de oração com eles, adoração e louvor ao Senhor.

Ensine-os o caminho da adoração - da boca dos pequeninos sai o perfeito louvor. Adore ao Senhor junto com seus filhos; tenha um tempo de oração com eles, adoração e louvor ao Senhor.

Os discípulos tentaram impedir as crianças de chegarem até Jesus, mas os pais que as levaram até Ele, sabiam que se Ele as tocasse a vida delas seria transformada e Jesus queria tocá-las e abençoá-las. E esse é o desejo de Jesus para nossos filhos: tocá-los e abençoá-los.





domingo, 27 de dezembro de 2009


COMO COMUNICAR

A SUA VISÃO


- Muitos pastores e líderes de ministérios têm, graças a Deus, fantásticas visões do que Deus quer fazer através das suas organizações.

- Por alguma razão, porém, a visão de ministério fica empacada. Comunicar a sua visão é essencial para o sucesso de seu ministério.

- Aqui estão cinco sugestões para espalhar a sua visão:

1 - Seja um exemplo pessoal.

- Jesus era um exemplo supremo disso.

- Você deve ser vulnerável. Você precisa deixar que as pessoas vejam você.

- As pessoas precisam ver o seu compromisso e perceber você como um modelo. De muitas formas, você deve personificar o seu ministério.

- Os valores que você está tentando passar através dele devem ser vistos em sua vida.

- Lee Iacocca também é um exemplo disso. Ele personificou a visão da Chrysler. A empresa estava morrendo até que Lee Iacocca colocou o seu capacete e começou ele mesmo a fazer os comerciais. De uma hora para outra as pessoas estavam falando: "Lee Iacocca é um homem de compromisso, integridade, visão. Acho que vou comprar um Chrysler". Ele basicamente personificou uma reviravolta.

2 - Use slogans verbais.

- Desenvolva slogans particulares para aplicar ao seu ministério. Todo grande líder tem um slogan poderoso.

- Se ouviu alguma vez, você nunca esquece o "Eu tenho um sonho" de Martin Luther king Jr. Ele fala sobre crianças, negras e brancas, brincando juntas em um mundo onde caráter é mais importante que a cor. "Eu tenho um sonho" é repetido diversas vezes e alcança as pessoas.

- O poder de um slogan é imenso. Pessoas não se lembram de discursos e tampouco lembram de sermões. Elas se lembram de frases.

- Você precisa ter frases que traduzam rapidamente e em poucas palavras o que você está tentando fazer.

- As pessoas se conectarão a isso.

- Franklin D. Roosevelt basicamente gerou uma reviravolta nos Estados Unidos depois da época da Depressão, quando disse: "Não há nada a temer, a não ser a si mesmo".

- Kennedy disse: "Não pergunte o que o seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país". Essas frases ficarão para sempre.

- Ninguém vai lembrar dos discursos deles, mas dessas frases sim. Elas são sintéticas, suaves e simples.

- O maior erro das pessoas que lideram um ministério é falar demais e dizer muitas coisas às pessoas.

- Na igreja de Saddlebaack temos dezenas de slogans. "Cada membro é um ministro". "Os pastores são os administradores; os membros são os ministradores". Estes são apenas alguns slogans eficazes de que fazemos uso.

3 - Empregue analogias ou metáforas.

- Se quer comunicar a sua visão de ministério ou a visão da sua igreja, você precisa compará-la a algo que todos conheçam.

- Quantas vezes Jesus disse no Novo Testamento que "o Reino dos Céus é como..."? Depois ele oferece uma analogia, uma parábola ou uma metáfora.

- Ronald Reagan foi chamado de "o Grande Comunicador". Na verdade, não havia nada de especial na forma como ele se comunicava. Ele era simplesmente um mestre em fazer ilustrações. Ele tinha a habilidade de pegar uma coisa complexa - como o déficit do orçamento, com pilhas de papel sobre a sua mesa - e resumir assim: "Um trilhão de dólares é uma pilha do tamanho do prédio do Empire State". Ele usou essa ilustração em seu primeiro pronunciamento sobre o orçamentos. As pessoas pegaram a idéia. Era uma coisa tangível que permitia que se fizesse uma conexão.

4 - Imagine símbolos.

- O simbolismo atinge as pessoas em um nível emocional e não num plano intelectual.

- Frases, logomarcas e coisas afins são muito importantes.

5 - Faça contatos pessoais.

- Fique face a face com as pessoas, pois são elas que dão legitimidade ao seu ministério. Gaste tempo pessoal com elas. Compartilhe sua visão com elas, quem sabe durante um café da manhã, um almoço, um jantar ou algo semelhante. Elas serão seus sustentadores.

- Em geral, as pessoas se desinteressam por aquilo em que não estão integradas.


FONTE: (tradução de Raquel Vieira Belo de Azevedo).



O CLAMOR

EMOCIONADO

DE DEUS

Jeremias 2.1-13



INTRODUÇÃO

São impressionantes as semelhanças que há entre a vida de Jeremias e a de Jesus:

1) Os dois nasceram e cresceram em pequenos povoados: Jeremias em Anatote e Jesus, em Nazaré.

2) Os habitantes de Anatote rejeitaram Jeremias e procuraram mata-lo, da mesma maneira que os habitantes de Nazaré rejeitaram Jesus.

3) Os líderes religiosos foram os principais inimigos de Jeremias, e a mesma coisa aconteceu com Jesus.

4) Jeremias atacou o povo de então por causa da sua fé supersticiosa que tinham no Templo, e por crerem que a conduta moral não era importante, já que eles obedecem ao ritual do Templo.

-= Jeremias disse assim: “Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, Templo do Senhor é este... Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam... Será esta casa, que se chama pelo meu nome, um covil de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu, eu mesmo, vi isto, diz o Senhor” (Jr 7:4,8-11).

- Jesus “tendo entrado no templo, expulsou a todos os ali vendiam e compravam; também derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada Casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores” (Mt 21:12-13).

5) Tanto Jeremias como Jesus estavam destinados a viver vidas solitárias.

6) Jeremias e Jesus choraram sobre Jerusalém. Ouçamos primeiramente as palavras de Jeremias: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos. Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; estou de luto; o espanto se apoderou de mim. Acaso não há bálsamo em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo? Oxalá a minha cabeça se tornasse em águas, e os meus olhos em fonte de lágrimas. Então choraria de dia e de noite os mortos da filha do meu povo” (Jr 8:20-9:1).

Agora, ouçamos as palavras de Jesus: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os pintos debaixo das asas, e tu não quiseste” (Mt 23:37).

7) Tanto Jeremias como Jesus sabiam que a palavra de final de Deus ao seu povo não era de juízo, mas de uma nova aliança. Assim diz Jeremias: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá” (Jr 31:31). E na noite em que foi traído, Jesus se reuniu com os seus discípulos no cenáculo, para celebrar a Páscoa. E, depois de haver tomado o cálice e orado, ele o deu aos seus discípulos, e disse: “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados” (Mt 26:27-28).

8) Tomando-se em conta todas essas semelhanças não é de se admirar que, quando Jesus apareceu, algumas pessoas pensassem que ele fosse Jeremias (Mt 16:13,14). Assim como Jesus veio para proclamar aos homens o amor de Deus e convocá-los para se voltarem para Deus, Jeremias também levanta aos ouvidos da nação o clamor de Deus. Esta é a primeira mensagem de Jeremias.
Ouçamo-la

I. A SAUDADE DE DEUS – V. 1-3

1. Deus sente saudade dos tempos áureos de afeição do seu povo por ele – v. 2

• “Lembro-me de ti, da tua afeição...” (v. 2). O coração de Deus se move de amor por você. Ele tem saudade daquele tempo quando você o conheceu, quando você se afeiçoou a ele e entregou-lhe seu coração.

- Deus tem saudade daquele tempo em que você se deleitava nele e tinha prazer de ler sua Palavra e falar com ele em oração.

- Deus tem saudade daquele tempo que você vinha a sua casa exultando de alegria e cantava louvores a ele com todo o fervor da sua alma.

- Deus tem saudade daquele tempo quando seu coração era totalmente dele e você descansava nele nas horas da sua aflição.

2. Deus sente saudade dos tempos do seu primeiro amor por ele – v. 2

• Naquele tempo você tinha afeição por Deus. Naquele tempo você estava encantando com a graça de Deus. Você se assentava aos seus pés para adorar. Você não cessava de falar do seu doce nome. Naquele tempo seu coração exultava com as coisas de Deus.

• Hoje, as coisas acontecem. Você vem ao templo, você gosta dos rituais. Você mantém um compromisso externo, mas o seu coração está frio. Sua alma já não está enamorada de Deus. O ritual tomou o lugar da devoção. O templo substituiu a comunhão com o Senhor do templo. Tudo continua acontecendo, mas seu coração já não é mais puro, sua vida já não é mais santa, Deus não é mais o prazer da sua alma (Jr 7:4).
3. Deus sente saudade daquele tempo que você tinha comunhão com ele – v. 2

• Deus sente saudade daquele tempo que você era noiva. Oh como você se preparava para encontrar-se com o Senhor. Como você tinha prazer de estar com ele. Como gostava de ouvir sua voz. Oh! Como se deleitava nos seus conselhos! Deus se alegrava em você como o noivo se alegra com a sua noiva. Deus tinha em você todo o seu prazer. Você era a delícia de Deus. A menina dos olhos de Deus.

4. Deus sente saudade daquele tempo que você o seguia no deserto – v. 2

• Andar com Deus era uma aventura. Seu coração confiava no Senhor sem duvidar. Você saiu do cativeiro e mergulhou na aventura do deserto confiante no cuidado, no livramento, na proteção e na providência divina.

• Deus tem saudade desse tempo que não havia rebeldia no seu coração, nem incredulidade, nem dúvida.

5. Deus tem saudade daquele tempo que você era consagrado a ele – v. 3

• Você se entregou a Deus sem reservas. Seu coração, sua vida, seu destino, seu futuro: tudo você entregou ao Senhor. Você era totalmente dele. Deus tem saudade desse tempo quando Deus era o seu maior tesouro, maior riqueza, maior alegria, sua grande recompensa.

6. Deus tem saudade daquele tempo ele tinha profundo zelo pela sua vida – v. 3

• Tocar em você era tocar na menina dos olhos de Deus. Aqueles que declaravam guerra contra você, declaravam guerra contra Deus.

Ele ia à sua frente para lhe defender.

Ele desalojava os seus inimigos.

Ele guerreava as suas guerras.

Ele desbaratava os seus adversários. Sua confiança não estava na sua força, nem na sua riqueza, nem na sua inteligência, mas no Senhor. Você confiava nele e Deus defendia você. Sua caminhada com Deus era uma aventura deleitosa.

II. O LAMENTO DE DEUS – V. 4-8

1. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da redenção de Deus – v. 5-6

• A noiva amada de Deus tornou-se infiel. Ela se enamorou pelos seus muitos amantes e se afastou do amado da sua alma. A causa da sua infidelidade não estava em nenhuma injustiça do seu noivo, mas na sua própria infidelidade.

• Deus tirou o povo do Egito, debaixo do chicote, das algemas de ferro, da escravidão opressa. Deus quebrou os seus grilhões, tirou-o das gargantas do inferno, mas agora, o seu povo o abandona apesar de tão grande redenção.

• Deus nos tirou do império do império das trevas, da potestade de Satanás. Ele quebrou os nossos grilhões, perdoou-nos, remiu-nos. Éramos escravos e ele nos amou, mas muitos hoje o abandonam e o trocam por outros deuses.

2. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da proteção de Deus – v. 6

• Deus não só tirou o seu povo do cativeiro, mas o guiou pelo deserto. Deus o livrou dos seus inimigos.

Deus lhe deu vestes e sandálias que não ficaram rotas.

Deus lhe deu água no deserto.

Deus lhe deu maná do céu.

Deus lhe abriu fontes nas rochas.

Deus estampou diante deles milagres extraordinários.

Deus guerreou suas guerras e lhes deu grandes vitórias. Mas apesar de tão grande amor, o seu povo o deixou e o trocou por outros deuses.

• Deus também tem nos abençoado. Ele tem nos dado a vida, saúde, a família, o alimento, o abrigo, a proteção. Ele tem nos guiado e nos livrado do mal. Mas, apesar da proteção divina, nós também o temos deixado.

3. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou a despeito da provisão divina – v. 7

• Deus introduziu o seu povo em Canaã, uma terra deleitosa. Deus foi fiel em todas as suas promessas. A terra foi presente de Deus, não conquista do povo. A entrada na terra foi ação divina, não obra humana. Tudo foi feito por Deus. Tudo veio de Deus.

• Mas quando o povo entrou na terra prometida, em vez de dar a glória devida ao Senhor, contaminaram a terra. Em vez de serem luz entre as nações, corromperam-se como as outras nações. Em vez de influenciar as outras nações, foram influenciadas por elas.

4. O povo de Deus de forma ingrata o abandonou por causa da corrupção de sua própria liderança – v. 8

• O povo é um retrato da sua liderança. Enquanto estamos buscando melhores métodos, Deus está buscando melhores homens. Aqueles que deveriam conduzir o povo a Deus, a liderança desviou o povo de Deus. Tornaram-se laço, em vez de canais. Tornaram-se lobos, em vez de pastores.

• Os sacerdotes tornaram-se omissos.

• Os mestres da Palavra tornaram-se ímpios.

• Os pastores tornaram-se aproveitadores.

• Os profetas tornaram-se apóstatas.

III. A INDIGNAÇÃO DE DEUS – V. 9-13

1. O povo de Deus tornou-se mais infiel do que os pagãos – v. 10-11

• Os ímpios, mesmo adorando ídolos mudos, que não deuses, não trocavam esses ídolos por outros deuses. Mas, Israel mesmo servindo o Deus vivo, abandonou o Senhor e o trocou por ídolos de nenhum valor. A fidelidade dos ímpios aos seus deuses reprovava a infidelidade de Israel.

• Os pagãos são mais dedicados aos seus deuses do que o povo de Deus ao Senhor. Eles são mais zelosos, do que o próprio povo de Deus.

2. O povo de Deus abandonou o Senhor, a fonte das águas vivas – v. 13

• O pecado do povo de Deus é tão grave que até os céus ficam espantados. É algo inacreditável. O povo de Deus abandonou o seu Senhor. Que Senhor?

• Jeremias retrata a Deus com uma figura. Para Davi Deus é o bom pastor. Para Moisés é um fogo que consome. Para Jeremias é a fonte das águas vivas.

• Ilustração:

Como explicar Deus? Agostinho: Esvaziar o oceano com uma vazilha.

a) Deus é a fonte da vida, nossa vida depende dele – A alma afastada de Deus já está morta. Sem Deus você não vive. Só na presença de Deus tem plenitude de alegria.

b) Deus é a fonte de vida abundante – Deus não é uma cisterna, mas uma fonte. Uma cisterna apenas armazena água, mas uma fonte produz água. A água corre da fonte.

A fonte é inesgotável.

A fonte tem água viva, água limpa, água que flui abundantemente. Isso é símbolo da vida que Cristo oferece.

Quem nele crê tem uma fonte a jorrar para a vida eterna.

Quem nele crê nunca mais tem sede.

Quem nele crê, rios de água viva fluem do seu interior. Jesus veio para lhe dar vida em abundância.

3. O povo de Deus cavou cisternas rotas que não retém as águas – v. 13

• Ilustração:

O povo que vive no vale: de um lado tudo seco, do outro tudo exuberante.

O povo vive do lado seco em vez de viver no pomar frutuoso. De repente o povo começa a cavar a areia dura do deserto. Abre uma cacimba. Todos gritam: água!

O povo desesperado de sede corre. Ao chegar, descobre que a cisterna está rachada e não pode reter as águas. Apesar de tanto trabalho, não há esperança para essas pessoas. Isso é um símbolo da insensatez do povo que abandona o Senhor e busca satisfação em outras fontes.

a) Se Deus é o manancial das águas vivas, por que seu o povo o abandona? – Muitas vezes, o povo de Deus tem se cansado de Deus. Tem sido atraído e seduzido pelo pecado, pelo mundo, pelas cisternas rotas. Miquéias pergunta: “Povo meu, que te tenho feito? Por que te enfadaste de mim? Responde-me” (Mq 6:3). O Filho Pródigo sentiu-se insatisfeito na casa do Pai e foi para um país distante, onde gastou tudo que tinha vivendo dissolutamente. Hoje, trocamos a Deus pelo prazer, pelo dinheiro, pelo sucesso, pelos ídolos modernos.

b) O perigo de ser seduzido por algo artificial – Israel deixou o Senhor e se deixou seduzir por ídolos. Israel pensou: O nosso Deus é muito exigente. Queremos uma religião que nos custe menos, que nos dê mais liberdade, que não nos cobre tanto. Queremos ser livres como os outros povos para fazermos tudo sem drama de consciência. Trocaram a verdade pela mentira e Deus pelos ídolos.

c) Alimentando-se de pó em vez de beber da fonte – Quem troca o Senhor por outras fontes começa a morrer de sede. Só o Senhor tem a água da vida. Só Ele pode matar a nossa sede. Só nele a sua alma pode dessedentar-se. Só ele satisfaz a sua alma.

CONCLUSÃO

1. Mesmo quando abandonamos o Senhor, ele não nos abandona.

Deus continuou pleiteando com o povo e com seus filhos (v. 9).

Deus não abre da sua vida.

Ele não desiste de você.

Ele não deixa o seu encalce. Pedro desistiu de Jesus, mas Jesus não desistiu de Pedro. A seca é um brado de Deus ao seu coração. As cisternas rotas é uma voz do céu ao seu coração.

2. A disciplina de Deus é uma poderosa de Deus ao seu coração.

Deus mandou o povo para o cativeiro. Quando não ouvimos a voz, temos que experimentar a vara de Deus. A Babilônia foi a vara da ira de Deus para trazer o povo de volta ao Senhor.

3. O chamado de Deus continua (3:14; 4:1,3,4).

O que você vai fazer? O tempo de Deus é agora. Volte-se para o Senhor. Ele o espera de braços abertos. A festa da sua reconciliação já está pronta. Os anjos já estão prontos para festejar a sua volta ao Lar.


FONTE: Rev. Hernandes Dias Lopes




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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009


DA MALDIÇÃO À BÊNÇÃO:

A UNÇÃO DO GADITA


“Dos gaditas se passaram para Davi, ao lugar forte no deserto, homens valentes adestrados para a guerra, que sabiam manejar escudo e lança; seus rostos eram como rostos de leões, e eles eram tão ligeiros como corças sobre os montes. Ezer era o chefe, Obadias o segundo, Eliabe o terceiro, Mismana o quarto, Jeremias o quinto, Atai o sexto, Eliel o sétimo, Joanã o oitavo, Elzabade o nono, Jeremias o décimo, Macbanai o undécimo. Estes, dos filhos de Gade, foram os chefes do exército; o menor valia por cem, e o maior por mil” (I Cr 12:8-14).



Introdução:

Gade nasce debaixo do discurso da maldição que visita até cinco gerações – a idolatria.
1ª Maldição

-Gade foi o sétimo filho de Jacó. “Zilpa, serva de Lia, deu a Jacó um filho. Disse Lia: Afortunada! E lhe chamou Gade” ( Gênesis 30: 10-11).

- A princípio, pela idolatria de Zilpa, o filho da serva de Lia recebia um nome em louvor a deusa cananita para a prosperidade (“a deusa da fortuna” - Is. 65:11) .

- Gades, assim, quer dizer: boa fortuna (bem afortunado), e gadita quer dizer próspero aquele que tem o dom da fortuna.

- Esse filho de número 7 de Jacó, teve também 7 filhos (Gn.46:16), que governaram 7 clãs.

2ª Maldição

- Jacó ainda pronunciou outra maldição, de que ele seria perseguido por tropas de guerrilheiros, mas também disse, que por fim ele os perseguiria (Gn.49:19).

- O 1°Antídoto profético

- Essa maldição foi cancelada na bênção de Moisés: “E de Gade disse: Bendito aquele que faz dilatar a Gade; habita como a leoa, e despedaça o braço e alto da cabeça. E se proveu da primeira parte, porquanto ali estava escondida a porção do legislador; pelo que veio com os chefes do povo, executou a justiça do Senhor e os seus juízos para com Israel” (Dt. 33:20-21).

- A tribo que descende de Gade toma posse de um território e ele é dividido em 7 clãs, pois cada um de seus filhos se tornou príncipe de um território (Nm. 26:15-18).

- Tinha no comando de sua tribo Eliasafe, comandante e representante. Apesar de ter suprido espias para Canaã, declinou à herança recebendo juntamente com Rubem e a meia tribo de Manasses, o território da Cisjordânia. Ali, conquistaram cidades e as reedificaram (Nm.32:34-38).

3ª Maldição

- Vemos no capítulo 22:1-8 do livro de Josué, que o propósito do coração de Gade, Rubem e Manassés era o de ajudar aos seus irmãos. Mas, quando lemos do versículo 9 ao 34, vemos que um incidente trouxe feridas de acusações de infidelidade e divisão entre eles.

- Uma atitude mal interpretada pode trazer o desconforto de uma divisão, respaldadas por textos, onde as experiências bíblicas tornam-se argumento de acusação.

- Apesar de Finéias, filho do sacerdote ter assegurado que o Senhor estava com eles, que o seu altar era um modelo de fidelidade e não de divisão, essas tribos ficariam distante dos assuntos de Israel e Judá, tornando-se até mesmo em território de refúgio nos dias que Saul perseguia a Davi (I Sm.13:7).

- Nesse tempo, gaditas e outros se somaram ao fugitivo Davi e lhe deram suporte até que ele se tornasse o primeiro rei e líder da única dinastia que governou sobre as 12 tribos e com 12 príncipes (I Cr. 12:1,8-15, 37,38).

O 2°Antídoto profético

- Quando chegamos à altura do texto do primeiro livro de Crônicas, percebemos o que a unção gadita fez com seu povo e com o fugitivo Davi:

● Gades se uniu a Davi quando ele era um fugitivo na terra, e ficou com ele até que se tornasse no rei mais importante e poderoso de seus dias;

● Gades deu refúgio a Davi e aos seus também perseguidos “candidatos” a valentes;

● Gades se uniu a Davi no deserto, e transformou com sua fidelidade e bravura, a caverna da vergonha e da dívida, na “fortaleza do deserto” .

● Os bravos de Gades estavam dispostos a darem suas vidas , por amor a Davi (a água do poço da entrada de Belém);

● Os gaditas tornaram-se administradores de todos os negócios do rei e da casa do Senhor: I Cr.26:32 “Seus irmãos, homens valentes, dois mil e setecentos, chefes das famílias; e o rei Davi os constituiu sobre os rubenitas, os gaditas e a meia tribo dos manassitas, para todos os negócios de Deus e para todos os negócios do rei”.

- Uma unção de empresariado empreendedor, que é um referencial para os negócios de Deus e os negócios temporais.

- Vemos que, ainda que Gades tenha recebido o seu nome por uma motivação equivocada de sua mãe, a serva da esposa não desejada, Deus converte a vergonha em dupla honra, a proposta do caos na realidade profética redentiva.

● A unção do Gadita é a unção para a conquista e restauração de territórios. Territórios amaldiçoados pela idolatria tornar-se-ão o epicentro de avivamentos!

● A unção do Gadita vem com o escudo da fé e a ponta de lança profética, que fará conquistar primeiro.

● A unção do Gadita lhe dá rosto de leão no momento da peleja.

● A unção do Gadita lhe dá pés de corça no momento do livramento. Em En-Gedi, Davi recebeu essa unção quando era perseguido pelos exércitos de Saul, e saltou sobre as pedras e aquele lugar passou a se chamar “rocha de livramento” .

● A unção do Gadita que maximiza a conquista faz com que o menor tenha o valor de 100 valentes e o maior valha por mil. Conquistadores de centenas e de milhares! “O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte” (Is 60:22).

● A unção do Gadita é uma unção administrativa e de prosperidade.

● A unção do Gadita adestra e equipa um verdadeiro exército de valentes.

Conclusão:

- Oficialmente não consegui provar uma ligação entre o povo de Gadara e os Gaditas, a não ser que este fora um território ocupado pela tribo de Gades (Josué 13:24-28).

- Era agora, uma das cidades da grande Decápolis a 10km a sudeste do mar da Galiléia. Bem, desse pequeno distrito surgiria uma figura pouco observada no que diz respeito, a maldição que é convertida em bênção.

- Conhecido como “ O endemoniado de Gadara ”, ou ainda “endemoniados gadarenos” como afirma Mateus 8:28 . Dando a entender que era um mal coletivo e não particular.

- Jesus liberta aquele homem de cadeias e algemas que os demônios nunca o permitiram se ver livre. E depois, resiste ao seu apelo para que o seguisse e manda que ele volte a sua casa e parentela, e lhes ministrasse a experiência que havia recebido (Mt.8:28; Mc.5:1; Lc.8:26).

- Vejo aqui a Unção do Gadita sendo liberada por Jesus Assim como Davi foi um instrumento para que os Gaditas finalmente tomassem parte da herança em Canaã e de seu reino, Jesus quer que você e eu sejamos hoje livres de toda cadeia e algema de maldição.

- Ele nos diz: Vocês são prósperos! Não porque Mamom diz, mas porque eu disse! E mais do que isso, quer que nossa casa passe por toda essa experiência!

- Hoje, Deus precipitará no abismo do mar, toda imundícia (porcos em Israel eram sinal de maldição) que nos separa de nossa herança.

- A unção do gadita será liberada sobre você, convertendo toda fortaleza de dívida e perseguição, em uma fortaleza intransponível.

- Com os gaditas, Davi conquistaria a fortaleza dos Jebuseus, edificaria um altar na antiga eira de Araúna, e selaria, assim, a sua prosperidade (II Sm 24:10-25).

- Ali, depois de advertido por um profeta Gadita, Davi converte a maldição em bênção, não permitindo que a avareza lhe impedisse de pagar um alto preço, por sua oferta no altar do Senhor.

- A unção do Gadita arrancará de nosso coração todo sentimento de autocomiseração, de necessidade, todo espírito de ‘vitimismo' e nos dirá que somos prósperos. Por isso, ofereceremos do fruto da nossa prosperidade e conquista ao Senhor.






FONTE: Pr. Vladimir Soares





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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009


FUJA DO
MODELO DE CAIM

Gn. 4:6-11



Verdade Central:

Só em Jesus a influência do caráter de Caim pode ser vencida.

Introdução:

- Você já se surpreendeu com alguém por ter feito algo errado sem ter tido para isso motivo algum? Este comportamento tem sua referência no caráter de Caim.

Saiba como este comportamento se expressa e conheça como vencê-lo.

I. Onde estão os teus reais motivos?

Texto: Gn. 4:6 “Por que te iraste? E por que está descaído o teu semblante?”

- Existem sentimentos que brotam no coração que não possuem base legal. Tal era a condição de Caim em relação a seu irmão Abel. O questionamento de Deus era para denunciar a Caim que os seus sentimentos não possuíam reais motivos para serem levados adiante.

- Quando este comportamento se apresenta, ainda que o mesmo não seja detectado pelo homem, será detectado por Deus. Este é um problema de caráter que o próprio Deus promoverá o devido confronto.

- Em Caim temos o perfil do homicida que aborta projetos, daquele que ouve o bom conselho e prefere fazer a sua própria rota, deixa a responsabilidade do ser modelo e referência para valorizar seus sentimentos particularizados, e para todos estes sintomas a pergunta inicial de Deus é para revelar que este comportamento não é digno de alguém que almeja prestar-lhe culto agradável.

II. Não existe justificativa para o pecado.

Texto: Gn 4:7 “...mas sobre ele tu deves dominar.”

- Caim passou tempo com Deus sendo confrontado e esclarecido, mas em seguida decidiu fazer a sua própria rota.

- O conselho de Deus apontava para a superação dos limites de seus sentimentos: governe-os! Mas a decisão de Caim foi: serei governado por meus sentimentos. O pecado será fruto desta decisão.

- Mas quem encontrará diante de Deus a justificativa para tal comportamento, diante do cuidado que Ele dispensa em todo o tempo para nos aconselhar e nos apontar o caminho bom: “...pus diante de ti a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas...” (Dt. 30:19)

III. Nossa esperança: Deus é preservador da vida.

Texto: Gn. 4:15 “E pôs o Senhor um sinal em Caim...”

- Existem momentos que perdemos algo para preservar a primícia. Deus preservou a Adão por ser a primícia das suas mãos, e diante do clamor de Caim, põe sobre ele um sinal para que sua vida fosse preservada.

- Caim é a primícia de Adão. Deus é Preservador da vida, e como tal tem recursos soberanos para nos apontar um caminho de superação e restauração.

- O sangue de Abel clamava desde a terra por justiça, imputando sobre Caim condenação, que o fez ser errante e vagabundo na terra, mesmo assim Deus ainda proveu livramento ao lhe poupar a vida.

- Hoje, o sangue de Jesus clama aos ouvidos do Pai, sempre que o acusador de nossas almas comparece perante ele querendo fazer reivindicações a nosso respeito.

- No entanto, este clamor não é para condenação, mas para livramento: “...e o sangue de Jesus seu filho nos purifica de todo pecado.”(I Jo. 1:7).

- Livramento quando reconhecemos os nossos próprios limites e confessamos nossa culpa: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (I Jo. 1:9).

- E para nossa confiança, um sinal da parte de Deus também nos foi imputado: “...fostes selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor da nossa herança...” (Ef. 1:13-14).

Conclusão:

- A velocidade para deixar a personalidade de Caim dominar é muito rápida, e precisamos investir e perseverar na personalidade de Abel, que é uma figura do Messias.

- Quando o coração está endurecido não ouve a voz de Deus. Caim ouviu a voz de Deus cara-a-cara e em seguida matou seu irmão.

- O governo de um sentimento está em uma decisão. E o conselho de Deus é: “governe os seus sentimentos”.

Decida pelo caminho apontado por Deus.




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ROBERNANE FERREIRA

O Inestimável Valor de uma Aliança

  O Inestimável Valor de uma Aliança Introdução No decorrer da história, as alianças têm desempenhado um papel crucial na formação de so...