quarta-feira, 5 de junho de 2013

Diligência, o Segredo do Êxito

 

Diligência,

o Segredo

do Êxito

Texto: Pv 22.29

 

Introdução

> Verdadeira diligência é contrária à natureza dos seres humanos.

> Desejo de gratificação instantânea é a característica comum a todos os seres humanos. Queremos o máximo possível o mais rápido possível.

> Diligência é uma habilidade adquirida que combina persistência criativa, esforço inteligente, planejado e executado de forma honesta e sem atrasos, com competência e eficácia, de modo a alcançar um resultado puro e dentro do mais alto nível de excelência.

I.) Recompensas da diligência:

1. Prosperidade – Pv 10.4

> Os textos falam sobre enriquecer mesmo. Se se trabalhar com toda a diligência, a riqueza se torna uma realidade!

2. Domínio, controle, governo – Pv 12.24

> Você terá controle sobre a situação, em vez de ser controlado por ela.

3. Bem precioso – Pv 12.27

> Segundo esta tradução, ser diligente é um dos bens mais preciosos de um homem!

4. Fartura, satisfação – Pv 13.4

> “Se farta”, literalmente, “engorda”. Ver também Pv 28.19

> Quando usa a palavra “alma”, Salomão se refere à parte mais íntima do ser humano, seu núcleo, a morada de sua personalidade e de suas emoções.

5. Abundância – Pv 21.5

> Diligência nos dará uma vantagem única que resultará em maior produtividade, realização, riqueza e satisfação.

6. Respeito e admiração dos poderosos – Pv 22.29

> As conquistas dos diligentes tornam-se estrelas tão brilhantes que chamam a atenção de todos ao redor

II.) Conseqüências da preguiça (Preguiça é a inimiga da diligência):

1. Provoca pobreza, fome, necessidade – Pv 6.6-11; 19.15, 24; 24.30-34

2. Não permite que o desejo seja satisfeito – Pv 21.25

3. Produz presunção, arrogância – Pv 26.16

Conclusão

> Você persiste com criatividade diante de decepções e fracassos?

Trabalha de forma inteligente?

Planeja e executa as coisas corretamente?

Trabalha com prontidão, eficiência e eficácia?

Produz um resultado de qualidade?

Alcança a verdadeira excelência?

 

Autor: Pr. Ronaldo Guedes, com o Livro: “Salomão, o homem mais rico que já existiu” de Steven K. Scott.

 

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Cristo e suas Ovelhas

 

Cristo e

suas Ovelhas

Texto: João 10.1-5, 24-30.

 

I.) Como aqueles que não são ovelhas de Cristo (os incrédulos) agem – v. 24-26

> Os incrédulos estão sempre pedindo maiores evidências e jamais se satisfazem com a prova oferecida.

> A incredulidade deles mostra que “não sois das minhas ovelhas”, não pertencem ao rebanho.

> A partir do v. 27, por inferência, podemos dizer que esses não ouvem a voz de Cristo e tampouco o seguem.

> A razão por que esses não crêem é que estão ouvindo e seguindo outras vozes, e não a voz do bom pastor.

> Que outras vozes as pessoas estão ouvindo hoje em dia para não dar ouvidos à voz do bom pastor?

- A voz do inimigo que sempre procurou colocar em dúvida e questionar a Palavra de Deus, desde o Éden (Gn 3.1-5);

- As vozes de pessoas que tem valores completamente diferentes dos nossos; A voz da nossa própria carne;

- A voz do mundo (através da mídia, dos valores que caracterizam o nosso tempo). Vale lembrar aqui o Salmo 1.

II.) Como as ovelhas de Cristo agem – v. 27

> 1. Elas ouvem a voz do bom pastor – v. 3, 27

- “Ouvem” inclui a idéia de atender, de fé obediente que se expressa no ato de seguir.

- Benefícios de se ouvir a voz do bom pastor – Pv 8.32-36; 15.31

> 2. Elas reconhecem a voz do bom pastor – v. 4

> 3. Elas seguem o bom pastor, justamente porque lhe reconhecem a voz – v. 4, 27

- Exemplo de alguém que não quis seguir a Cristo, pois não quis se amoldar ao que Cristo lhe pediu – Mc 10.17-22 (Jovem rico – “Uma coisa ainda te falta …”).

- Seguir a Cristo exige renúncia – Lc 8.23,24.

> 4. Elas não conhecem a voz dos estranhos – v. 5

> Aplicação:

- Estamos mais parecidos com os incrédulos ou com a ovelhas de Cristo?

- Temos ouvido a voz do bom pastor ou temos dado ouvidos a outras vozes? Estamos tendo o discernimento de reconhecer a voz do bom pastor?

- Temos seguido ao bom pastor, abrindo mão de tudo aquilo que nos impede de segui-lo com total compromisso?

III.) Bênçãos desfrutadas pelas ovelhas de Cristo – v. 3, 4, 9-11, 14, 15, 27-29

> 1. O bom pastor conhece suas ovelhas pelos seus nomes – v. 3, 14, 27
- Ele conhece a cada uma individualmente.

> 2. O bom pastor dá verdadeira liberdade às suas ovelhas – v. 3

- “… as conduz para fora … entrará e sairá …” (v. 3, 9)

> 3. O bom pastor guia, dirige suas ovelhas – v. 4
- “… vai adiante delas …”

> 4. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas – v. 11, 15b

- “Pelas” enfatiza a sua morte como um sacrifício “a favor” das suas ovelhas, substituindo as mesmas a fim de protegê-las da morte, a fim de que mediante a sua morte as ovelhas possam ter vida.

> 5. O bom pastor dá a Vida Eterna às suas ovelhas – v. 28

- Vida em abundância (v. 10)

- Vida eterna (v. 28) – A vida eterna que Ele está dando é vida tanto agora como no futuro. A ênfase aqui está na qualidade de vida, vida em Cristo e Deus, e não primariamente na duração da vida.

- Aplicação:

- Quantas pessoas têm vivido uma vida miserável, sendo que poderiam estar vivendo uma vida abundante já agora “nesta vida”! Basta que cressem, ouvissem e seguissem a Cristo!

- Como têm a Vida eterna, jamais perecerão eternamente (v. 28), o que não acontecerá com aqueles que não creram, com aqueles que não são ovelhas de Cristo, pois estes sim perecerão eternamente – ver Jo 3.16; Mt 25.41

> 6. O bom pastor não permitirá que suas ovelhas sejam arrebatadas de suas mãos, pois elas lhe pertencem, são sua propriedade – v. 4, 28

- Quão grande segurança é dada ao que crê em Cristo! Ele está seguro na mão de Cristo e poder nenhum poderá arrebatar dele (de Cristo) o cristão.

- Jesus dá a grandeza de Deus como garantia de que nada e ninguém poderão arrebatar suas ovelhas de suas mãos (v. 29), afinal, Jesus e o Pai são um (v. 30).

- O que esta passagem ensina é que inimigo algum pode vencer a Deus e Cristo, arrebatando os crentes de seu cuidado, mas os homens podem voluntariamente voltar-se para o mal, e deixar de seguir Cristo, perecendo então por sua própria vontade.

 

Fonte: Pr. Ronaldo Guedes Beserra com auxílio do “Comentário Bíblico – O Evangelho Segundo João” – Frank Pack.

 

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Características do Pai Celestial

 

Características

do Pai Celestial

Texto: Lucas 15.11-32

 

 

Introdução

> Se você pudesse traçar algumas características de seu pai, o que você destacaria? O que ele gosta de fazer? O que ele gosta de comer? Qual é o temperamento dele? Quais são suas virtudes, qualidades, defeitos? Ele é calmo, nervoso, agitado, tranqüilo, amoroso, brincalhão, sério, engraçado, extrovertido, introvertido?

> Da mesma maneira que nossos pais terrestres têm suas características, suas virtudes, qualidades, o nosso Pai Celestial também tem maravilhosas “características”, maravilhosos atributos!

> A parábola do Filho Pródigo parece ser inesgotável em suas lições e aplicações! O pai representa o próprio Deus e os seus filhos representam a cada um de nós!

Vamos aprender juntos algumas maravilhosas lições?

Transição

> O Pai Celestial tem características e atributos próprios.

> O texto nos mostra pelo menos três características do Pai Celestial.

I.) O Pai Celestial concedeu o livre-arbítrio aos seus filhos – v. 11-20a

> Ainda que isso o magoe, se volte contra Ele mesmo – O filho mais novo pediu sua parte na herança antes de o Pai morrer. Essa atitude demonstrou falta de consideração para com o Pai, deve ter magoado seu coração (v. 12)

> Ainda que isso traga tristes conseqüências para os filhos que fizerem as escolhas erradas – Escolhas erradas sempre trazem tristes conseqüências (v. 13,14)

> Ainda que isso lhes cause grande humilhação – A pior humilhação que poderia haver para um judeu era cuidar de porcos (animal que eles consideram imundo). Além disso, o filho pródigo teve desejo de comer da comida dos porcos, mas mesmo assim ninguém lhe dava nada! (v. 15,16)

> Ao fazer as escolhas erradas, Deus permite o sofrimento aos seus filhos, para que estes se voltem a Ele – Imagine se o filho pródigo não tivesse passado pelo sofrimento; ele jamais teria voltado para o Pai! (v. 17-20 a) Infelizmente, mesmo em meio ao sofrimento, muitos não se voltam para o Pai, pelo contrário se rebelam ainda mais contra Ele!

II.) O Pai Celestial nos ama com amor incondicional – v. 20b-24

> O amor incondicional do Pai Celestial nos é revelado pelo amor demonstrado pelo pai do filho pródigo nesta parábola:

- Pelo Seu perdão – mesmo tendo sido desprezado por seu filho que pediu a sua parte na herança antes da morte do Pai, este o perdoou. Mesmo quando “desprezamos” o nosso Pai Celeste, Ele está disposto a nos perdoar, Ele nos perdoa!

- Pela Sua espera – “… quando seu pai o avistou …” (v. 20). O texto dá a impressão que o pai estava continuamente à espera de seu filho. Assim o Pai Celeste está continuamente à nossa espera!

- Pela Sua compaixão – “… compadecido dele …” (v. 20). O Pai se compadece de nós!

- Pela Sua iniciativa de ir ao encontro daqueles que dão um sinal de arrependimento – “… Vinha ele ainda longe … correndo, o abraçou, e beijou” (v. 20). Ao primeiro sinal de arrependimento genuíno, ainda que estejamos longe, o Pai Celeste corre ao nosso encontro! Mas é necessário um sinal de arrependimento!

- Pela Sua afeição – “… correndo, o abraçou, e beijou” (v. 20). Quando nos voltamos ao Pai, Ele nos abraça, nos “beija”, nos dá do seu afago!

- Pela Sua restituição à nossa posição de filhos (v. 22).

- Pela Sua festa e alegria (v. 23,24) – Ver ainda Lc 15.7,10.

III.) O Pai Celestial nos trata com grande longanimidade (paciência, misericórdia, graça) – v. 25-32

> Apesar de nossa indignação sem justificativa – “Ele se indignou …” (v. 28)

> Apesar de nosso orgulho – “… e não queria entrar” (v. 28)

> O Pai nos ensina a humildade – Ele demonstrou aqui o que C. S. Lewis chama de “humildade divina” – “… saindo, porém, o pai …” (v. 28)

> O Pai procura nos conciliar com Ele, com os outros e conosco mesmo – “… procurava conciliá-lo” (v. 28)

> Apesar de nossa justiça própria (como se por nossa própria justiça, que não passa de trapos imundos, pudéssemos alcançar o favor de Deus, ter direitos diante de Deus) – “… Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua …” (v.29 a)

> Apesar de nosso egoísmo – “… nunca ME deste um cabrito sequer para alegrar-ME com MEUS amigos” (v. 29). Temos sido muito egoístas. Às vezes achamos que sofremos! Na verdade não sabemos o que é sofrimento!

> Apesar de nosso ciúmes, de nossa inveja – v. 30

> Apesar de o acusarmos injustamente, de questionarmos (injustamente) os seus caminhos– A acusação do filho mais velho era injusta, pois tudo que pertencia ao pai era dele também (v. 29-31)

Conclusão

> O Pai Celestial tem nos dado o livre-arbítrio, o direito de fazer nossas próprias escolhas. Nós temos alegrado ou entristecido o coração do Pai com nossas escolhas?

> Você tem se sentido distante do Pai? Tem sentido que suas escolhas tem sido erradas e tem afastado você do Pai?

> Lembre-se que Ele é longânimo e nos ama com amor incondicional, mas somos nós quem temos de nos arrepender, nos levantar e ir em direção ao Pai. Ele esta ansioso à nossa espera. Está de braços abertos para nos receber. Só aguarda um sinal de arrependimento e rendição para correr ao nosso encontro. Que tal voltar hoje aos braços do Pai?

 

 

Autor: Pr. Ronaldo Guedes Beserra

 

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