quarta-feira, 17 de abril de 2013

CELEBRE UM NOVO TEMPO

 

CELEBRE UM
NOVO TEMPO

Salmo 51:1-3 e outras passagens

 

- O Dr. Paul Tournier, famoso conselheiro suíço, disse: “Não há sofrimento pior nem, certamente, mais prejudicial do que o sentimento de incerteza”.

 

  • A incerteza:

a)    ROUBA a sua SATISFAÇÃO de VIDA.

b)    SINALIZA a sua DERROTA.

c)     ANTECIPA a sua CONDENAÇÃO.

 

  • Nos reunimos nesta celebração porque:

1) DEUS  NOS ALCANÇOU COM A SUA MISERICÓRDIA.

(Vs. 1-3) “Por causa do teu amor, ó Deus, tem misericórdia de mim. Por causa da tua grande compaixão apaga os meus pecados. Purifica-me de todas as minhas maldades e lava-me do meu pecado. Pois eu conheço bem os meus erros, e o meu pecado está sempre diante de mim.”

2) DEUS NOS PERDOOU COM O SEU AMOR.

(Vs. 5-7) “De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido. O que tu queres é um coração sincero; enche o meu coração com a tua sabedoria. Tira de mim o meu pecado, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve.”

3) DEUS NOS SALVOU COM O SEU PODER.

(Vs. 8, 10 e 12) “Faze-me ouvir outra vez os sons de alegria e de felicidade; Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! Dá-me novamente a alegria da tua salvação e conserva em mim o desejo de ser obediente.”

CONCLUSÃO:

Ó Deus, tu não rejeitarás um coração humilde e arrependido.”(V. 17).

 

FONTE: http://prvitorhugo.com/100-esbocos-biblicos-2/elebre-um-novo-tempo/

 

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JUNÍPERO NO DESERTO OU CARVALHO DE JUSTIÇA

 

JUNÍPERO NO DESERTO OU CARVALHO DE JUSTIÇA

Texto: Jeremias 17:1-18

 

- O junípero, também chamado de tamargueira, é utilizado pelo profeta em comparação com a árvore plantada junto ao ribeiro de águas, saudável, frondosa e frutífera.

- Trata-se de um arbusto, de aparência rude e que, devido as suas raízes atrofiadas que não penetram até o nível de água abaixo da superfície, não tem perspectivas de melhoras.

As pessoas nascem e vivem como “juníperos” neste mundo e somente através de Deus elas podem ser transformadas em “carvalhos”.

I. É junípero enquanto não resolve a questão do pecado em sua vida (v. 1).

- O pecado é algo terrível, que gera conseqüências desastrosas. No verso 1 o profeta declara: O pecado de Judá está escrito com um ponteiro de ferro; com ponta de diamante está gravado na tábua do seu coração...

- Todo ser humano tem este problema. O povo de Judá estava longe de resolver o seu porque se recusava ao arrependimento: (23) Mas eles não escutaram, nem inclinaram os seus ouvidos; antes endureceram a sua cerviz, para não ouvirem, e para não receberem instrução.

II. É junípero por causa da sua ligação com demônios (v. 2).

- O v. 2 descreve: Enquanto seus filhos festejam ao redor dos seus altares e dos seus postes-ídolos, ao lado de árvores frondosas, sobre montes altos.

- Os postes-ídolos (Aserins, em hebraico) eram a reprensentação da deusa cananita Aserá.

- A Lei era muito clara em proibir tais atitudes.

- Lemos em Dt 16:20-22: A justiça, somente a justiça seguirás, para que vivas, e possuas em herança a terra que o Senhor teu Deus te dá. Não plantarás nenhuma árvore como asera, ao pé do altar ao Senhor teu Deus, que fizeres. Nem levantarás para ti coluna, coisas que o Senhor teu Deus detesta.

- Esta ligação do homem com o Diabo só lhe traz prejuízos.

- O verso 4 dá idéia dos prejuízos dos judeus: Assim tu, por ti mesmo, te privarás da tua herança que te dei, e far-te-ei servir aos teus inimigos, na terra que não conheces; porque acendeste um fogo na minha ira, o qual arderá para sempre.

- Deus criou o homem para o louvor da Sua glória, mas o pecado e a ligação com o Diabo afasta o homem deste destino. Jesus veio justamente corrigir isto.

- Aos Efésios o apóstolo Paulo escreveu que em Cristo temos (Ef 1:7) a redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos, segundo as riquezas da sua graça.

- A conseqüência desta “redenção pelo sangue” é existirmos “para o louvor da sua glória” (cf. 1:6, 1:12 e 1:14)

III. É junípero porque confia na força do braço (v. 5).

- o teor do verso 5: Assim diz o Senhor: Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço e aparta o seu coração do Senhor.

- Tal pessoa é maldita porque não consegue livrar-se da maldição – a força do braço é insuficiente.

- O texto bíblico ainda destaca, no verso 10, a justiça de Deus: Eu, o Senhor, esquadrinho a mente, eu provo o coração; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações.

Deus é justo. Há uma maldição sobre a humanidade! Gn 3:17-19: ...maldita é a terra por tua causa, em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida. Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo. Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.

- Nada do que a força do braço do homem possa fazer é capaz de livra-lo desta maldição.

- Somente Jesus (a semente da mulher, a quem Deus prometeu enviar ainda no Éden). Eis o que Gl 3:13 afirma: Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.

- Em contrapartida, a Bíblia afirma em Jr 17:7: Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor.

- Confiando no Senhor a maldição é quebrada. Gl 3:13 afirma: Pois todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo.

IV. É junípero porque é apegado às coisas materiais (v. 11).

- Para elucidar esta questão o profeta compara as pessoas que vivem na rebeldia contra o Criador e que se valem dos bens e riquezas que tem às perdizes: Como a perdiz que ajunta pintainhos que não são do seu ninho, assim é aquele que ajunta riquezas, mas não retamente; no meio de seus dias as deixará, e no seu fim se mostrará insensato.

A Bíblia é clara em mostrar que os servos do Senhor têm vida muito melhor que os ímpios:

a) vida abundante: João 10:10 (Sl 119:165)

b) vida próspera: Lc 18:29 e 30 Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por amor do reino de Deus, que não haja de receber no presente muito mais, e no mundo vindouro a vida eterna.

c) vida de vitória: Rm 8:37 Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.

d) vida de poder: Fp 4:13

e) vida bem sucedida: Sl 1:3 Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu futo na estação própria, e cuja folha não cai.

- O profeta afirma que a pessoa comparada ao junípero se mostrará insensata “no seu fim”. A morte virá a revelar sua insensatez.

Conclusão:

- Para aqueles que se arrependem e se entregam a Jesus Cristo há promessas maravilhosas.

- A metáfora que o profeta apresenta é bem diferente do junípero nos versos 7 e 8: Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão se afadiga, nem deixa de dar fruto.

 

 

AUTOR: Paulo Rogério Petrizi

 

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ERROS DE UM FILHO CERTO

 

ERROS DE UM FILHO CERTO

 

TEXTO: Lucas 15:25-32

Idéia Central do Texto (ICT): Jesus conta uma parábola visando confrontar os escribas e fariseus que o condenavam por justamente receber publicanos e pecadores e comer com eles. Seu ensino mostra a disposição de Deus em receber pecadores arrependidos.

Objetivo Geral (OG): Devocional

Objetivo Específico (OE): Que cada ouvinte avalie sua vida cristã em três aspectos: se tem praticado o perdão exemplificado por Jesus, se tem exercido a ação de graças por tudo a Deus e, por fim, se tem sido sincero em reconhecer suas limitações diante do Senhor.

Tese: Nós, cristãos, estamos sujeitos a cometer três graves erros: o de negar a prática do perdão como ensinado pelo nosso Senhor; o de murmurar contra o Pai, a exemplo dos judeus no Êxodo e o de deixar-se envaidecer a ponto de não mais reconhecer seus próprios erros.

Sermônica (FS): Textual

INTRODUÇÃO:

- Já aconteceu, alguma vez, de você ter se achado cheio de razão, de ter defendido com absoluta convicção seu ponto de vista, tendo depois descoberto que estava redondamente enganado? Tende lembrar se já passou por isto.

- O texto bíblico que acabamos de ler nos narra a história de um homem que viveu esta experiência. Ele julgou-se completamente cheio de razão. E não estava! Justamente nos três aspectos em que se sentia tão seguro e correto, estava equivocado.

- Jesus contou esta história querendo que um grupo de ouvintes seus se identificasse com este homem “certo” aos seus olhos, porém errado aos olhos do Pai Celestial. Creio que esta palavra de Jesus servirá também para você, querido ouvinte; acredito que você poderá descobrir hoje erros em sua vida - desapercebidos até agora. Certamente, se Deus lhe mostrar seus erros Ele também lhe apontará o caminho do perdão.

Observe e procure identificar o que Deus quer que você reconheça com a narrativa do homem certo que cometeu três erros.

1º Erro do Homem que se Julgava Certo:  Erro ao avaliar seu irmão (v. 30)

“Vindo, porém este TEU filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.”

- Este irmão mais velho errava quando ao julgar seu irmão (a quem nem mais considerava como tal) o condenava como um perdido. Ele não conseguia dimensionar o resultado da experiência que seu irmão vivera, arrependendo-se e buscando a reconciliação com o pai.

- O pai, que via corretamente, discordou do mais velho e afirmou: “Este teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.”

- Aprendamos com nosso Pai a misericórdia. Que seria de Moisés, Davi e Pedro, por exemplo, se nosso Deus não fosse misericordioso e perdoador?

- Você errará gravemente se não aprender a distinguir um pecador perdido de um pecador remido. Jesus deixou bem claro que a nós, cristãos, cabe perdoar como Ele perdoa: vide Mateus 18:21 e 22 (Pedro ouve de Jesus que deverá perdoar “setenta vezes sete”) e 23-35, onde Jesus conta a Parábola do Credor Incompassivo, destacando que quem não perdoa seu próximo deixa de beneficiar-se do perdão de Deus.

Pense bem, há algum irmão para quem você tem negado o perdão?

2º Erro do Homem que se Julgava Certo: Erro ao avaliar o Pai (vs. 28 e 29)

“Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai procurava conciliá-lo... Eis que há tantos anos te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com meus amigos;”

- Este irmão errava novamente, agora ao murmurar contra seu pai. Ele reclamava ser alvo de um tratamento desigual. Sentia-se injustiçado. Claro que o pai respondeu, mostrando-lhe a verdade: “Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.” (v. 31).

- Murmuração. Você sabe o que é isto?

- O Antigo Testamento nos descreve os problemas dos antigos judeus neste mistér. Murmuraram contra Deus no deserto, duvidando se Javé estaria mesmo presente e se Ele realmente cumpriria suas promessas. A Bíblia também alerta para o fato de que nós, o rebanho de Jesus, continuamos correndo o risco de errar no tocante à murmuração contra nosso Pai!

- É exatamente isto que o irmão pode encontrar no capítulo 10 de 1 Coríntios. Observe os versos 10 e 11: “E não murmureis, como alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.”

- Como filho de Deus, como você tem se comportado para com Ele? Confia? É grato? Espera com paciência?

- Lute para não cair no exemplo deste filho que se achava certo, mas que errava gravemente.

- Aprenda a ser misericordioso como Deus é e a ser grato e fiel para com o Pai.

3º Erro do Homem que se Julgava Certo:  Erro ao Avaliar-se (v. 29)

“Há tantos anos te sirvo, sem transgredir uma ordem tua...”

- Este irmão mais velho até parece gêmeo daquele fariseu da parábola contada por Jesus no mesmo Evangelho de Lucas, no capítulo 18. Ele se julgava perfeito, sem erros! E este falso censo de justiça própria é terrivelmente danoso para o indivíduo. Infalível, perfeito, justo... nenhum de nós o é!

- O terceiro erro deste homem que se julgava certo é o de dispensar a humildade. Soberba é avenida para o desastre. Não se deixe dominar por este sentimento. Você já observou que os grandes homens de Deus foram todos humildes?

Moisés: Ex 3:11 “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”

4:10 “Então disse Moisés ao Senhor: Ah Senhor! eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo; pois sou pesado de boca e pesado de língua.”

Gideão: Jz 6:14 e 15, Jeremias 1:5, Pedro em Lucas 5.

- Todos estes homens foram abençoados e serviram ao Senhor com poder porque antes de tudo foram humildes. Souberam reconhecer suas limitações diante de Deus. Lembre-se que Deus resiste ao soberbo, mas dá graça ao humilde.

CONCLUSÃO:

- Estes foram os três erros do homem que se julgava absolutamente certo. Quem sabe você também entrou aqui despreocupado, pensando que tudo estava perfeito em sua vida e descobriu que há algo para mudar. Será que você está com problemas para perdoar alguém?

- Sua comunhão está rompida com algum outro irmão e você tem se negado a desprender perdão?

- Talvez você esteja envolvido no pecado da murmuração: tem duvidado da fidelidade do Senhor, sido ingrato para com Ele, deixado de buscá-lo em primeiro lugar crendo que Ele proverá as demais coisas...

- Ou ainda, pode ser que você esteja sofrendo do mal da soberba. Tem se esquecido de que os méritos da sua salvação advém do sangue do Cordeiro.

Há soberba em teu coração?

Então ore agora e peça ao Espírito Santo para purificá-lo. Saia daqui livre destes erros.

 

 

Autor: Paulo Rogério Petrizi

 

 

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