domingo, 17 de fevereiro de 2013

Significados da Ressurreição de Jesus

 

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Significados da Ressurreição

de Jesus

 

Texto: 1 Co 15.3-8

 

 

Introdução

> A ressurreição de Jesus foi predita no AT – ver Sl 16.10 (Em At 2.27 e 13.35 essas palavras são interpretadas como um anúncio profético da ressurreição de Jesus).

> A ressurreição de Jesus foi predita pelo próprio Senhor Jesus – ver Mc 9.30-32;10.32-34.

> Jesus de fato ressuscitou – Mt 28; Mc 16; Lc 24; Jo 20; 1 Co 15.3-8.

Transição

> A ressurreição de Jesus foi um fato histórico que possui significados espirituais.

> A Bíblia nos ensina quais os significados espirituais da ressurreição de Jesus.

I.) A ressurreição de Jesus atesta que Ele é exatamente quem disse ser – Rm 1.4

> Durante seu ministério terreno por suas ações e palavras Jesus reivindicou divindade. Alguns o querem apenas como um líder moralista. Ou Ele é quem disse ser ou estava enganando as pessoas.

> Se Ele não tivesse ressuscitado, tudo o que Ele disse a respeito de si mesmo perderia a autoridade, mas ao ressuscitar Ele confirma ser quem disse ser!

II.) A ressurreição de Jesus se deu para que fossemos justificados diante de Deus – Rm 4.25

> Ser justificado significa ser aceito por Deus, ser declarado justo diante de Deus.

> Por nossas próprias obras ou justiça própria não podemos nem ser aceitos nem declarados justos diante de Deus. Por melhor que sejamos não temos méritos próprios para ser aceitos diante de Deus.

> Quando confessamos Jesus como nosso Senhor e Salvador, Deus imputa (credita) os méritos de Cristo sobre nós, baseado na obra de Cristo por nós, ou seja, sua morte e ressurreição. Desta forma, pelos méritos de Cristo, somos justificados diante de Deus!

III.) A ressurreição de Jesus deve nos levar a andar em novidade de vida – Rm 6.4; Cl 3.1-4

> Nosso velho homem deve ser crucificado e devemos ressuscitar como novas criaturas em Cristo – 2 Co 5.17

> Falar sobre que Paulo ensina em Colossenses 3: devemos fazer morrer nossa velha natureza e nos revestir da nova natureza em Cristo.

IV.) A ressurreição de Jesus assegura uma posição espiritual de autoridade para a Sua igreja – Ef 1.20-23

> Ao ressuscitar, Jesus assentou-se à direita do Pai nos lugares celestiais acima de todo o poder das trevas. Ef 1.22,23 diz que Jesus é o cabeça e a igreja é o seu corpo. Onde está a cabeça está também o corpo. Logo, espiritualmente estamos assentados em Cristo à direita do Pai acima de todo o poder do maligno.

> Cristo nos outorgou de sua autoridade – ver Lc 10.19; Mt 28.18-20.

V.) A ressurreição de Jesus é a garantia de que nós também ressuscitaremos – 1 Co 15.20-23; 1 Ts 4.14-16

> Elucidar os textos de 1 Co 15 e 1 Ts 4.

> Para o materialista (aquele que só vê matéria, o ateu), a morte é o fim da existência. Isso significa, obviamente, uma existência sem nenhum sentido ou propósito.

> Para nós cristãos, a morte não é o fim, é o início de uma nova vida, de uma vida eterna na presença de Jesus.

> Ele ressuscitou, está vivo; nós também ressuscitaremos!

 

AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra

 

 

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A Fé que Transpõe Obstáculos

 

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A Fé que

transpõe

Obstáculos

 

Texto: Hebreus 11.29; Êxodo 14.1-31

 

Introdução

> Você já esteve diante de obstáculos aparentemente impossíveis de serem transpostos?

Transição

> Através de uma verdadeira fé podemos vencer os grandes obstáculos que surgem em nossa caminhada.

> O texto nos mostra algumas características da verdadeira / genuína fé com a qual podemos atravessar grandes desafios / obstáculos que surgem em nossa caminhada.

I.) A verdadeira fé confia no controle soberano de Deus – v. 1-10

> Foi o próprio Deus que os mandou retroceder – v. 2

> Deus, que sempre esteve no controle, demonstrou seu desejo de trazer ainda uma última manifestação de juízo sobre os egípcios e para tal Ele mesmo endureceria o coração de Faraó.

> Enquanto os egípcios estavam perseguindo os israelitas com todo o aparato militar, Deus continuava no controle! Deus não perdeu o controle de todos os acontecimentos em momento algum!

> Seja qual for a situação pela qual passarmos, Deus jamais perde o controle. Muitas situações são até mesmo forjadas por Ele devido a algum propósito específico que Ele tenha em mente.

II.) A verdadeira fé não se acomoda a uma zona de conforto medíocre – v. 11,12

> Primeiro que a fé verdadeira não se presta à murmuração.

> Como é difícil sair de nossa zona de conforto. Para eles era melhor terem ficado escravos a vida toda sem grandes desafios, sem grandes perigos, do que se tornarem livres e enfrentarem o preço da liberdade.

> Se ansiamos por sair das circunstâncias que nos “prendem”, temos que entender que os desafios virão, que teremos de enfrentar circunstâncias desafiadoras.

> Às vezes ficamos presos a uma zona de conforto na qual não saímos da mediocridade.

> Se você pretende sair da zona de conforto em que está, não imagine que tudo será um “mar de rosas”.

> Talvez alguns já saíram da zona de conforto em que estavam e estão vendo que os desafios estão aparecendo (um mar a ser atravessado em sua frente e inimigos perseguindo atrás).

O que fazer? Seguir em frente enfrentando os inimigos, as dificuldades e as circunstâncias e solidificar a liberdade e conquistar a terra, ou ficar murmurando e voltar atrás para a zona de conforto medíocre da qual já saímos?

III.) A verdadeira fé não dá lugar ao medo e em silêncio aguarda o agir de Deus – v. 13,14

> Nossa tendência é ficarmos ansiosos, amedrontados, mas a Palavra do Senhor para nós é “Não temais”!

> O Senhor nos manda aquietar-se. Quanto mais falamos, quanto mais reclamamos ou murmuramos, mais a incredulidade se agiganta e a fé se apequena. Nos momentos de lutas, aquietar-se é de fundamental importância (ou seja, você não corre o risco de usar suas próprias palavras contra você mesmo) e demonstra fé e confiança em Deus. Ver Sl 46.10; Lm 3.26.

> Deus os estava levando àquela situação para que o “fantasma” dos israelitas (que eram os egípcios) fosse definitivamente tratado (v. 13b). Não seria bom enfrentar uma situação mesmo que difícil, para que aquilo que nos tem perseguido há anos fosse definitivamente resolvido?

> Você tem estado ansioso, com medo? Tem estado falando demais? Essas não são características da fé verdadeira!

IV.) A verdadeira fé nos leva à ação, à mobilização – v. 15,16

> A fé verdadeira sabe discernir o momento de orar e o momento de agir.

> O povo deveria marchar e Moisés deveria levantar o seu bordão, estender a mão sobre o mar e dividi-lo!

> Deus faria o milagre, mas não sem que o povo e Moisés tomassem as atitudes necessárias. Era como se Deus dissesse: “Enquanto vocês não se levantarem do lugar as coisas não vão acontecer. Vocês vão fazer as coisas acontecerem e Eu vou fazer o milagre!”

> Ex. Senador Magno Malta. Como igreja está agindo, levantando sua voz contra a injustiça da pedofilia.

> A oração precisa ser acompanhada da ação! A ação está subentendida na palavra oração: oração!

> A sua fé tem te levado a agir ou a ficar apenas de braços cruzados esperando as coisas acontecerem!

V.) A verdadeira fé espera e crê no sobrenatural de Deus – v. 19-30

> Veja tudo o que o texto diz que Deus fez. Acaso há algo demasiadamente difícil para Deus? Acaso há algo de que você precisa que Ele não tenha poder para realizar? Há algum inimigo a ser vencido? Algum mar a ser aberto? O Senhor é o Deus do sobrenatural!

> Notar os v. 26,27. Deus tem poder para fazer tudo independentemente do homem, mas escolheu agir em parceria com ele. Nada acontecia sem que Moisés fizesse o que se esperava que ele fizesse!

VI.) A verdadeira fé entende que as crises surgem para que aumentem e cresçam o nosso temor ao Senhor e a nossa confiança nEle – v. 31

> Crises, ou seja, problemas, circunstâncias difíceis, desafios, etc.

> O momento da crise em si não é nada agradável, mas depois de vencermos a crise e testemunharmos a ação de Deus, nosso temor e confiança no Senhor crescem!

> Uma palavra para os líderes: Depois desta crise, o povo passou a confiar também em Moisés.

Quando passamos por um momento de crise em nossa liderança, se nos mantivermos dentro da vontade do Senhor, o Senhor usará esta crise para nos honrar diante de nossos liderados, para confirmar nossa liderança e para desenvolver a confiança de nossos liderados para conosco!

 

 

AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra

 

 

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