quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

COMUNICADO

 

Voltarei a POSTAR

Esboços em 2014,

se Deus quiser.

Um abraço fraternal.

 

Robernane, Pr.

 

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domingo, 4 de agosto de 2013

Quando a Vida Chega ao Fim

 

Quando a Vida Chega ao Fim

 

Quebra-gelo: O que faz com que a morte seja preciosa?

Texto: Salmo 116:15

 

Introdução:

- Um dia todos nós morreremos, esse é um destino certo, mas a Bíblia diz que, para Deus, a morte de alguns se torna preciosa. Ela que diz que para Deus a morte dos seus santos é preciosa.

O que faz com que a morte de algumas pessoas seja preciosa para Deus? O que torna a morte preciosa?

1) O dia da morte é o dia que estaremos face a face com o Senhor.

- Sabemos que um dia Jesus voltará e todos estarão face a face com Ele para prestar contas de como utilizaram o presente da vida, mas para as pessoas que morrem esse dia chega antes.

- Quando morremos vamos para estar face a face com Deus e prestar contas da nossa vida. Isso torna o dia da morte um dia precioso, pois é o dia em que passamos a ter intimidade total com o Senhor Jesus Cristo.

2) As escolhas que fazemos em vida tornam a morte preciosa ou não.

- O que torna a morte preciosa aos olhos do Senhor, ou um desperdício, são as escolhas que fazemos em vida.

- Se escolhermos dedicar nossa vida para conhecer e andar com Deus, para conhecer e obedecer a sua vontade, fazemos da nossa existência aqui algo precioso e a nossa morte será preciosa para Deus.

- Se as nossas escolhas nos levam para longe de Deus e da obediência a Sua vontade, nossa vida é um desperdício.

Conclusão:

- Quando a sua vida chegar ao fim sua morte será preciosa aos olhos do Senhor ou você terá desperdiçado sua vida?

- Você tem se afastado de Deus através de suas escolhas ou tem procurado conhecer e andar com Deus?

- Tem entregado sua vida a Jesus para que Ele seja Seu Senhor e Salvador e tem procurado conhecer e fazer Sua vontade? Gostaria disso?

- Gostaria de ter uma vida preciosa para Deus e quando a vida chegar ao fim ir para o céu e estar para sempre com Deus? Levante a mão, vamos orar.

 

Fonte: http://www.imm.com.br/celulas01.php?cod=342

 

 

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Quatro Coisas Que Precisamos Fazer

 

Quatro Coisas Que Precisamos Fazer

 

Quebra-gelo: Você conhece alguém que gosta de deixar para amanhã coisas que devia fazer hoje?

Texto: Salmo 37: 3-7

Introdução:

- Foi feita uma pesquisa que constatou que a maioria das pessoas não tem uma vida melhor como conseqüência de saberem muitas coisas que deveriam fazer, mas que nunca colocaram em prática.

- Deus deseja que, ao lado Dele, tenhamos uma vida melhor, mas não basta Deus querer isso, não nem mesmo nós também querermos isso, se não colocamos em prática as dicas que Deus nos dá para que isso se torne realidade.

O salmista nesse Salmo 37 nos dá umas dicas do que devemos fazer para vivermos melhor.

1) Aprenda a confiar em Deus (versículo 3).

- Não é tão fácil confiar em Deus. Muitas pessoas dizem confiar em Deus, mas a verdade é que quando passam por problemas ficam aflitas e preocupadas porque se sentem inseguras.

- Não sabem se experimentarão o melhor para suas vidas, principalmente se não acontece o que elas gostariam.

- Confiar em Deus é algo que precisamos aprender, nem sempre é fácil, mas pode ser aprendido, desenvolvido.

Quer viver melhor? Desenvolva sua confiança em Deus.

2) Agrade-se do Senhor (versículo 4).

- Aprenda a ter prazer nas coisas de Deus.

- Tem pessoas que entendem que se fizerem o que Deus quer Deus lhes dará o que elas querem. Não é isso que este texto diz.

- O que o salmista nos ensina é que se aprendermos a ter prazer nas coisas de Deus, nos agradarmos de Deus, seremos satisfeitos por Ele.

Quer viver melhor? Faça de Deus e dá Sua vontade o seu maior prazer.

3) Entregue o teu caminho a Deus, descanse e espere (versículos 5 e 7).

- Quer viver melhor?

- Entregue sua vida a Deus, faça o que Ele manda, tenha paciência e espere em Deus.

- No tempo certo (tempo de Deus) você colherá o fruto da sua obediência a Deus.

Conclusão:

- Quer viver melhor?

- Aprenda a confiar em Deus, aprenda a ter prazer na vontade de Deus, entregue sua vida a Deus, obedeça a Ele e espere porque o tempo da sua colheita chegará.

Você quer isso? Levante a mão, vamos orar.

 

Fonte: http://www.imm.com.br/celulas01.php?cod=345

 

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sábado, 3 de agosto de 2013

Fidelidade Coerente

 

Fidelidade

Coerente

 

(II Co. 9:6-15)

Você é um fiel mordomo dos bens do seu Senhor? (Sl.24:1).

- Que resposta você me daria se eu perguntasse sobre o que você tem feito com o carroque Deus lhe emprestou, com a casa na qual Ele lhe permitiu morar, com o dinheiro que lhe é concedido regularmente como expressão da graça dEle, o que você faz ou como administra o tempo que Deus concedeu a você graciosamente nesta terra e o que dizer dos dons e talentos que lhe é proporcionado como meios capacitadores para o serviço.

- Quanto você investe nisto para Deus?

- Numa escala de 1 a 10 que nota você daria nestas áreas específicas que foram citadas aqui?

- Queridos sejamos sinceros, cansa esta idéia tendenciosa de que podemos manipular a Deus com os nossos achismos, justificativas e desculpas para não sermos mordomos fiéis dos bens do nosso Senhor!

- Eu preciso lhes dizer com autoridade na palavra que você precisa mudar de vida!

- Chega de ficar contornando situações que precisam de mudanças, chega de continuar com esta infidelidade aparente que trará sérias conseqüências à sua vida!!! Chega!!!

É ATRAVÉS DE UMA FIDELIDADE COERENTE QUE NOS TORNAMOS BENÇÃOS NA VIDA DOS OUTROS .

CARACTERÍSTICAS DESTA FIDELIDADE COERENTE QUE NOS TORNA BENÇÃO NA VIDA DOS OUTROS :

I - ESTÁ CENTRADA NO PODER DE DEUS (Versículo8)

  • Poder este de onde procede toda a graça que precisamos (Tg. 1:17; I Cr. 29:14)
  • Poder que tem por finalidade nos satisfazer total e plenamente (Jo. 10:10)
  • Onde está centrada tua fidelidade? Em Deus ou em outras coisas que te convém melhor? (Fp. 2:21)

II - TEM O RECONHECIMENTO DO ETERNO (Versículos 9-10)

  • Reconhecimento que nos leva ao impulso de sermos mordomos liberais e piedosos (Lc. 19:8-10)
  • Reconhecimento que produz um investimento seguro e para sempre (Mt. 6:19-21)
  • Será que Deus pode se agradar de você por causa de sua atitude de generosidade? (Lc. 16:10-13)

III - PRODUZ O TESTEMUNHO DE GRATIDÃO DOS HOMENS (V 11)

  • Testemunho que provém de uma riqueza que não se restringe somente ao campo material (Fp. 4:19)
  • Testemunho este que é resultado de uma constante expressão de generosidade (Lc. 12:42-43)
  • Quando as pessoas olham para você enxergam um cristão bondoso e fiel ou vêem um crente mesquinho e avarento? (II Co. 9:5; Hb. 13:5)

IV - PROMOVE UM CULTO GENUINAMENTE CRISTÃO (V 12-14)

  • Culto este que é conseqüência de uma atitude prática assistencial e ministerial (I Co. 4:1-2)
  • Culto este que contem louvor, ações de graças, testemunho, palavra, oração, etc. (Rm. 12:1)
  • O culto que sua vida tem ofertado a Deus é um culto genuinamente cristão? (I Sm. 15:22)

CONCLUSÃO:

- Talvez muitos fiquem irados comigo, e podem ficar sim, mas tenho que dizer algo.

- Quero dizer com propriedade que muitos precisam hoje tomar uma decisão; Ser ou não ser fiel, ser ou continuar empurrando com a barriga do seu jeito e não do de Deus, ser ou continuar mostrando uma espiritualidade deficiente sem a marca da fidelidade constante, ser ou não ser fiel, o que você vai escolher hoje para continuar regendo sua vida?

 

FONTE: http://www.ibmanancialmarilia.com.br/?p=113

 

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DEIXANDO MARCAS

 

DEIXANDO MARCAS

 

– Mc. 14:3-9

 

INTRODUÇÃO:

- Como marcar nossa história? Esta é uma pergunta crucial que talvés muitos aqui nunca pararam para refletir e responder.

- A maioria das pessoas ao nosso redor passa pela vida e logo são esquecidas. São pessoas que não deixaram nada que fizessem que aqueles que a cercassem pudessem lembrar-se delas como gente de trajetória relevante e bem sucedida e que construiu algo que faça com que sejam lembradas por algumas gerações seguintes.

- É preciso deixar um legado para as gerações futuras e esta é uma marca imperativa na dinâmica vivencial do evangelho, você não pode ser mais um que passará pela história sem que seja lembrado!

- Em termos espirituais somente aqueles que produzem fatos concretos em sua relação com o Mestre e com as pessoas que o cercam na sua trajetória de vida é que irão produzir marcas na história que irão servir as próximas gerações.

- Você está preocupado com este fato que julgo ser determinante para mostrar quem verdadeiramente dirige sua vida e se constitui em ser o seu Senhor?

- Aprendemos com esta mulher a qual é Maria (irmã de Lázaro e Marta), (Jo. 12:1-8), lições preciosas que permeiam a vida de gente vencedora e que deixam marcas na história, e por isso nossa lição de hoje é:

É JESUS QUEM EXALTA PESSOAS QUE DEIXAM MARCAS NA HISTÓRIA

COISAS QUE CARACTERIZAM PESSOAS QUE DEIXAM MARCAS NA HISTÓRIA:

I - SÃO PESSOAS QUE FAZEM GRANDES INVESTIMENTOS (V 3)

- São pessoas que se aproximam de Jesus para ofertar e não para pedir-lhe algo (Sl. 116:12-14)

- Gente que não é avarenta e egoísta que não medem esforços para fazer o seu maior em função do Mestre (economias referentes a um ano de trabalho) (Lc. 19:8-10)

- São pessoas que exercitam sua devoção como uma expressão de entrega total ao senhorio de Jesus (Lc. 10:41-42)

II - SÃO PESSOAS QUE SABEM LIDAR COM OPOSIÇÕES (V 4-5)

- O fato de ser mulher e a leitura feita por seus opositores era um forte motivo para fazê-la desistir (II Tm. 3:10-12)

- Pois a repreensão recebida por ela foi de uma violência brutal, o que faz com que Jesus saia em sua defesa contra a atitude farisaica (Rm. 8:31-34)

- É gente assim que deixam marcas na história pois sabem lidar com pessoas e situações opostas entregando sua confiança ao Senhor Jesus (At. 4:18-20)

III - SÃO PESSOAS QUE FAZEM O SEU MELHOR (V 6-9)

- Quando fazemos a vontade de Deus praticamos ações seguras e dignas para o nosso Mestre (Mt. 25:37-40)

- As quais sempre deveremos fazê-lo da melhor maneira possível como sendo o nosso melhor (Ec. 9:10)

- Deixando assim a segurança dada pelo nosso Mestre como memorial que marque a nossa trajetória pelo testemunho do evangelho (At. 20:24)

CONCLUSÃO:

- Você já parou para pensar sobre esta realidade do deixar marcas em sua história para as gerações posteriores?

- Será que alguém vai lembrar-se de você daqui a 100 anos?

- Como você quer ser lembrado Quais investimentos você tem feito para que estas marcas possam aparecer?

- Que tipo de influência as oposições exercem para que você possa passar e marcar a história?

Você tem feito o seu melhor como fator marcante na história?

 

 


AUTOR: Pr. Carlos Norberto da Silva

 

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O que quer de Jesus?

 

O que quer

de Jesus?

 

Textos: Mateus 20:32 e João 5:39-40

 

Introdução:

- Existe algo que é básico para se obter o que procura: procurar no lugar certo. E como saber se o lugar onde procuro é o certo ? Depende do que você quer.

- Se quer um parafuso irá a uma loja de ferragens; se quer uma calça irá a uma loja de roupas; se quer comer irá a um restaurante ou lanchonete.

- Por quê ir a Jesus ? O que procuramos que só encontraremos indo a Jesus ? Qual o motivo para buscarmos a Jesus ?

1) Receber uma bênção

- Muitos buscam a Jesus por isso, e recebem a bênção. Mas não é o melhor motivo. Após receber a bênção não temos motivação para continuar buscando a Jesus (não tem por quê).

2) Satisfazer uma necessidade

- A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que buscaram a Jesus por este motivo, e conseguiram o que queriam; mas perderam o melhor, porque logo após foram embora.

Ex: 9 dos 10 leprosos (Lc.17:12-19), só um voltou.

3) Curiosidade

- Existem pessoas que vêem a transformação de outros e ficam curiosas por saber o que causou tamanha mudança, ou que ouvem muita coisa sobre o que Jesus fez e faz e ficam curiosas por ver, e então buscam a Jesus para satisfazer a curiosidade.

Ex: Habitantes de Sicar que ouviram o testemunho da mulher (João 4:28-30).

Mas qual o melhor motivo para buscarmos a Jesus?

4) Conhecê-lo, aprender Dele e receber “vida”. (João 5:39-40)

Por receber vida entendemos receber sentido, direção, força e motivação para viver.

Conclusão:

O que você quer de Jesus?

- Não perca o melhor, o busque para conhecê-lo e receber vida. Persevere nesse propósito.

É o que você quer? Levante a mão. Vamos orar.

 

Fonte: http://www.imm.com.br/celulas01.php?cod=349

 

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O que nós queremos?

 

O que nós queremos?

 

Quebra-gelo:

- Você já lutou para conquistar algumas coisas que não lhe deram o que você pensava?

Texto: João 5:6-8 e Marcos 10:51

 

Introdução:

- O presente para crianças é fácil de ser adquirido.

- Se quisermos saber a opinião da criança é um brinquedo, na opinião da mãe é roupa. O problema é saber a quem agradar porque o que a criança quer é diferente do que a mãe quer.

- Conosco não é diferente. Temos visto, em vários estudos, o propósito de Deus para nossas vidas; o que Ele quer de nós. Mas e nós, o que queremos?

Nem sempre o que queremos é o que precisamos, vemos essa diferença clara no texto de João 5:6-8.

1º) O paralítico queria ser posto no tanque

- Por causa da história do anjo que mexia a água, e de que o primeiro enfermo que entrasse no tanque seria curado; o paralítico quer entrar no tanque.

- Muitas vezes buscamos muitas coisas (queremos muitas coisas) porque pensamos que podem tornar nossa vida melhor, ou menos sofrida.

2º) O paralítico precisava ser curado

- O paralítico não precisava ser posto no tanque, precisava ser curado. É lógico que o homem queria ser curado, mas condicionou sua cura a entrada do tanque.

- Achamos que teremos uma vida melhor se conseguirmos o que queremos. Não é verdade.

Conclusão:

- O que nós queremos? Uma vida com alegria e paz?

- Então o que nós precisamos é conhecer e andar com Deus.

- Você quer uma vida melhor?

- Você precisa de Deus. Quer a Ele? Levante a mão, vamos orar.

 

Fonte: http://www.imm.com.br/celulas01.php?cod=351

 

 

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Relacionando-se com o Pai

 

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Relacionando-se

com o Pai.

 

1. BOAS VINDAS E QUEBRA-GELO (10 minutos)

  • Quando Deus começou a ser mais do que uma palavra para você? (o líder começa).

2. ORAÇÃO INICIAL, LOUVOR E OFERTAS (15 minutos)

3. LEITURA BÍBLICA E REFLEXÃO – Lucas 10:38-42 (50 minutos)

  • O que nos faz agir como Marta e o que é necessário acontecer para que possamos agir como Maria?
  • Os seus sentimentos de valor próprio surgem de suas realizações e conquistas ou de relacionamentos e experiências?
  • Quais as “muitas coisas” que distraem, preocupam e aborrecem você a ponto de não poder concentrar-se nas “melhores coisas”?
  • O que precisa acontecer em sua vida para que você tenha a atitude de Maria em relação a Cristo?

- Comentário do assunto (Este texto é para que o facilitador estude o assunto a fim de que não se perca o foco durante a reflexão. Não é necessário ministrar todo o conteúdo novamente, apenas use-o para observações e complementos necessários).

- Toda a palavra de Deus é uma história de relacionamentos: o desejo de Deus de Se relacionar com o homem, a quebra desse relacionamento pelo pecado e a restauração por meio de Jesus.

- À semelhança de outros relacionamentos, relacionar-se com Deus implica em comunicação, e isso demanda tempo. Deus Se comunica conosco de duas formas fundamentais: através da Sua palavra e da oração. Quando meditamos na palavra de Deus recebemos revelação da Sua vontade para nossa vida, que é sempre boa, perfeita e agradável.

- A oração, por sua vez, é um convite a intimidade. Não é uma formalidade sem vida ou uma simples recitação memorizada de uma lista de petições a Deus. É um diálogo, uma conversa. De fato, precisamos de habilidade para escutar a Deus, não apenas para atender nossas necessidades, mas também para interceder por outras pessoas.

- As células só funcionam se houver um relacionamento adequado de todos com Deus e uns com os outros. Sem o devido relacionamento, as células se reunirão apenas para um programa social no nível da alma e não do espírito. A presença de Jesus numa reunião é resultado de um estilo de vida de relacionamento!

- Quando os membros da célula têm o hábito de entrar diariamente em seus “quartos de escuta” com a célula em mente, certamente a reunião se torna sobrenatural! Para que os crentes se tornem canais de edificação, devem estar primeiro em contato com a Fonte. O ouvir precede o ministrar, como ocorria com o Senhor. (João 5:19, 20).

- Entender nosso relacionamento com Deus e como devemos vivenciá-lo fará toda a diferença do mundo numa célula. Existem, na realidade, duas abordagens a respeito da vida na célula: a de Marta e a de Maria (Lucas 10:38-42).

- A de Marta é a do desempenho. Marta queria impressionar a Jesus pelas suas obras. Ela representa as pessoas que trocam os valores: ao se ocuparem tanto com as “coisas de Deus” chegam a ponto de se distraírem. Acham que são as únicas que trabalham e criticam os que, a seu ver, não produzem nada para Deus. Para elas, realizar a tarefa é mais importante, mesmo que os relacionamentos sofram com isso.

- A abordagem de Maria tem seu foco na Pessoa de Jesus. Seu maior desejo é ouvir a voz de Cristo. São as pessoas que recebem cura de suas feridas e descanso para a alma ao priorizar o estar com Ele. Jesus disse que Maria escolhera a melhor parte, sendo a única necessária. Esta não lhe seria tirada – produz essência, traz edificação, gera fruto espiritual. Nossa dificuldade é nos convencermos de que esta é a parte mais importante, diante de tantas necessidades a serem supridas e tanto trabalho a fazer!

4. APLICAÇÃO (10 minutos)

Dois a dois, confessem suas dificuldades de entrarem diariamente no “quarto de escuta”. Orem um pelo outro.

Aplicação entre os parceiros (próxima semana):

  • Como você tem se sentido em relação à célula? Reservem alguns minutos para intercederem juntos por cada membro e também pelos afastados.

5. EVANGELISMO (10 minutos)

O propósito de toda célula é crescer e multiplicar, do contrário ela morre!

Facilitador, enfatize este assunto e permita que os discípulos compartilhem sobre as pessoas que têm como alvo.

Intercedam juntos por esses nomes, lembrando que cada célula está sendo desafiada a alcançar uma pessoa e levá-la ao próximo Encontro.

 

FONTE: http://aguasquesaram.com.br/2010/05/relacionando-se-com-o-pai/

 

 

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UMA FAMÍLIA COMPARTILHANDO SEM MEDO

 

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UMA FAMÍLIA COMPARTILHANDO SEM MEDO

 

1. BOAS VINDAS E QUEBRA-GELO (10 minutos)

  • Qual é o seu maior medo?

2. ORAÇÃO INICIAL, LOUVOR E OFERTAS (15 minutos)

3. LEITURA BÍBLICA E REFLEXÃO (50 minutos)

  • Como deve ser uma reunião de célula? (I Coríntios 14:26; Efésios 5:19; Colossenses 3:16; Hebreus 10:24, 25).
  • O que faz com que o compartilhamento se torne superficial?
  • Qual a única maneira da célula vencer os medos de compartilhar? (I João 4:18).
  • O que o amor promove no ambiente da célula?

Comentário do assunto (Este texto é para que o facilitador estude o assunto a fim de que não se perca o foco durante a reflexão. Não é necessário ministrar todo o conteúdo novamente, apenas use-o para observações e complementos necessários).

Certamente Deus tinha e tem um propósito ao nos criar para vivermos em comunidade. A comunhão em um grupo pequeno, que chamamos de célula, é uma comunidade na qual podemos crescer e amadurecer. É a casa espiritual (a palavra bíblica é oikos, do grego), na qual cada um de nós é uma pedra espiritual. Só Deus pode fazer uma semente brotar, mas cabe a nós plantar e regar, proporcionar o ambiente favorável (I Coríntios 3:6, 9). A célula, quando saudável, é este ambiente adequado ao crescimento; ao se reunir, todos edificam uns aos outros por meio de salmos, hinos e cânticos, palavra, ensino, exortação, adoração… (I Coríntios 14:26; Efésios 5:19; Colossenses 3:16). É também um ambiente estimulador, onde os irmãos exortam uns aos outros a permanecerem na fé e a se fortalecerem na prática da palavra (Hebreus 10:24, 25).

Todos nós fomos feridos em nossa trajetória de vida, pois as pessoas que nos cercam são imperfeitas! Os traumas produzem medos e criam mecanismos de defesa, prejudicando os relacionamentos. Então, nossa tendência é usar máscaras. Quando as pessoas nos perguntam como estamos indo, respondemos superficialmente: “Bem!”, não importa se é verdade ou não. As máscaras são mecanismos de proteção… Não queremos correr o risco de sermos criticados, julgados, rejeitados…

Existem três principais medos que impedem o relacionamento:

Medo da rejeição (“o que vão pensar de mim?”);

medo das confidências violadas (“todo mundo vai ficar sabendo!”);

e medo da manipulação (“não admito ser controlado por ninguém!”). Estes medos matam a comunhão e quebram o compartilhamento, tornando-o superficial; é quando os integrantes não falam de si mesmos, seus sentimentos, crises, dores e defeitos… O compartilhamento gira em torno de pessoas e fatos, de assuntos corriqueiros, e de simples teorias bíblicas, sem a devida aplicação prática.

Uma célula doente é centrada nos interesses pessoais. Cria-se uma expectativa em pessoas e não em Cristo! O ambiente diz: Não confie! Não sinta! Não se abra! Os medos se proliferam, as máscaras se tornam regra e as conquistas pelos próprios esforços denunciam o desejo de atenção e de ser aceito.

Uma célula saudável é centrada em Cristo. Por estarmos sob a graça somos aceitos, perdoados, amados e livres! Conscientes de que somos, todos, igualmente, pecadores, frágeis e limitados, temos a liberdade para compartilhar e, ao mesmo tempo, acolher, compreender e aceitar os irmãos em amor incondicional.

Como podemos vencer o medo? João diz: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo…” (I João 4:18). As atitudes de amor deflagrarão um processo de confronto ao inimigo da comunhão chamado medo. Jesus disse: “E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós, também” (Lucas 6:31). O que cada pessoa deseja, no íntimo, em relação ao grupo é amor, aceitação, segurança, empatia, encorajamento, direção, abertura, honestidade, liberdade de expressão…

4. APLICAÇÃO (10 minutos)

Facilitador, dê liberdade para quem queira compartilhar seus medos de relacionamento. Orem uns pelos outros, dois a dois.

Aplicação entre os parceiros (próxima semana):

  • Como posso melhorar minha participação na célula?

5. EVANGELISMO (10 minutos)

Facilitador, NÃO NEGLIGENCIE ESTE MOMENTO! Se a célula não evangelizar ela morre! Permita que os participantes compartilhem sobre as pessoas pelas quais estão orando e investindo. Orem nominalmente por elas, como também pelas que estão no processo através da Aliança de Oração!

 

FONTE: http://aguasquesaram.com.br/2010/06/uma-familia-compartilhando-sem-medo/

 

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O QUE É G12?

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O QUE É G12?

Esta é uma pergunta extensa para responder, porque esta Visão já alcançou os sete continentes da terra. Um grande crescimento da igreja se deu ao redor do mundo porque o Senhor soprou vida à multiplicação de Seu reino. Este artigo lhe explicará tudo o que Deus está fazendo através da Visão G12.

G12 significa: Governo dos 12

É uma estratégia de evangelismo e multiplicação. Esta estratégia se baseia na compaixão pelas almas e pelo amor ao Jesus. Ela nasce da Grande Comissão que Jesus nos deu: “portanto, vão, e façam discípulos a todas as nações, batizando-os no nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo; lhes ensinando que guardem todas as coisas que lhes tenho mandado…” (Mateus 28:19-20a).

É uma Visão que consiste em formar discípulos que tenham o coração de Jesus, o qual se conquista primeiro em oração, pedindo e intercedendo por cada pessoa individualmente.
O maior desejo é ver vidas totalmente transformadas pelo poder do Sangue de Jesus, sabendo que a mensagem central para ver vidas transformadas é, a cruz.

G12 não é uma Denominação, pelo qual nunca expressou o desejo de tirar ninguém de sua atual denominação, pelo contrário o G12 apóia a cada denominação e ministério.

 

COMO NASCEU O G12?

A estratégia da Visão G12 nasceu em Bogotá na Colômbia, dentro da igreja Missão Carismática Internacional. Uma igreja que atualmente é a maior da América Latina, com mais de 200,000 membros e 45,000 células na cidade de Bogotá.

O Pastor César Castellanos a tem pastoreado por mais de 25 anos. Durante os primeiros 10 anos não conseguia ver o fruto de seu ministério. As pessoas chegavam à igreja pela porta da frente, mas saíam pela porta de trás. Não conseguia reter as almas que ganhava. O Pastor Castellanos sempre considerou ao Dr. Paul Yonggi Cho como seu professor e pastor. Ao visitar seu ministério na Coréia e  ver como esse homem tinha acreditado em Deus sem importar as circunstâncias, ficando muito impactado. Depois de ter visto  a maior igreja do mundo o Pastor Castellanos sentiu em seu coração o desejo de desenvolver os grupos de células em sua igreja. À medida que passava o tempo Deus permitiu à igreja enxergar a Visão G12. É um conceito muito simples: Deus revelou em Sua Palavra como Jesus se dedicou a treinar 12 discípulos, onde de igual maneira  começou a fazer na Missão Carismática Internacional.

 

O GOVERNO DOS 12 SE TRATA DE RESTAURAR

Na época de Elías, quando o povo se entregou à idolatria e caiu na apostasia. O profeta  com grande zelo espiritual desafia aos profetas do Baal a demonstrar o poder de seus ídolos ante o povo  ou senão  que o Deus verdadeiro responderia com fogo, aceitando o sacrifício para o holocausto. O profeta inicia as obras de reconstrução do altar de Deus que estava em ruínas. “E tomando Elías doze pedras, conforme ao número das tribos dos filhos do Jacó, edificou com as pedras um altar em nome de Deus” (1 Reis 18:31,32). Preparado o holocausto, procedeu a oferecê-lo a Deus em sacrifício e Ele não demorou em responder ao profeta; por este ato, veio a reconciliação do povo com Deus. O Governo dos Doze nos leva a restaurar o altar arruinado de Deus.
O altar de Deus estava em cinzas; o mesmo acontece na maioria das nações da terra. Se necessitavam homens e mulheres com Seu zelo, dedicados a trabalhar não nas paredes ou estruturas de algum edifício a não ser nas pessoas, pelo qual Cristo derramou até a última gota de Seu sangue, já que o altar de Deus está caído em seus corações pelo mau testemunho de certos líderes religiosos. Por isso, muitos se afastam do Senhor ao sentir-se defraudados em sua fé.

O Governo Dos Doze, Implementado Para Reconciliar

Não é casualidade que as últimas palavras do último livro do Antigo Testamento expressem a manifestação do ministério de Elías, dizendo: “Eis aqui, eu vos envio o profeta Elías, antes que venha o dia do Senhor, grande e terrível. Ele fará tornar o coração dos pais para os filhos e o coração dos filhos aos  pais,   para que Eu venha e fira a terra com maldição” (Malaquías 4:5,6).
Temos a plena certeza de que o tempo no qual vivemos é o fim dos tempos, onde Deus desatará a unção de Elías que cairá como um manto sobre toda a terra, movendo aos líderes cristãos em diferentes lugares do mundo a atuar com o mesmo espírito do profeta, sendo a reconciliação familiar a prioridade. Deus quer que cada líder seja instrumento em Suas mãos para trazer paz aos lares que hoje estão a bordo de um colapso, devido à perda dos valores espirituais.

 

G12 SE TRATA DE SEGUIR A JESUS

Jesus investiu a maior parte de Seu tempo na formação de doze discípulos. Não se dedicou a ensinar e discipular às multidões. Seu contato com elas era esporádico. Ao estar entre as multidões, Ele supria suas necessidades, sarava-os, liberava-os, os ministrava, mas não os formava. É mais fácil formar doze pessoas, que formar a quem escutou o sermão do monte. Jesus se concentrou em formar doze homens, pois tinha como objetivo reproduzir Seu caráter na vida deles; para que isto acontecesse, devia quebrar muitos esquemas religiosos.
Jesus se afastou do convencional. Não procurou Seus doze nas melhores escolas de teologia; escolheu-os em uma noite de oração. Não se pode escolher aos discípulos por serem simpáticos, por sua capacidade intelectual, por sua oratória, pelas suas habilidades ou talentos humanos. Devem ser escolhidos, porque o Espírito Santo testemunha ao seu espírito que eles têm um coração fiel. De igual maneira, sendo um hábil artesão, como faz o oleiro com o barro, Jesus tomou-os em Suas mãos e foi formando-os. Por três anos e meio trabalhou no caráter de cada um; com Seus ensinos os descontaminava de impurezas e lhes compartilhava verdades eternas para que, quando já não estivesse, eles pudessem viver em total dependência do Espírito Santo, tal como Ele viveu. Os doze de Jesus foram as colunas sólidas sobre as que descansaria grande parte da fé cristã. Ele trabalhou em suas vidas, e este é o pastoreio mais eficaz. Ganhou-os em oração, consolidou-os, discipulou-os e os enviou.

O Governo Dos Doze É De Relacionamento

É fundamental reunir-se uma vez por semana. É um tempo focado em fortalecer o relacionamento entre a equipe; Nestas reuniões não se deve tratar de temas de negócios, mas sim dar importância aos valores espirituais da equipe e ao desenvolvimento ministerial, mantendo-se sensível ao direcionamento do Espírito, quanto ao que for ministrar a qualquer um da equipe. Jesus tinha uma relação permanente com Seus doze e podia detectar o que estava fora de ordem. Este contato o levou a conhecê-los de uma maneira pessoal e é essencial uma ministração contínua. Todos passam por um processo de cura interior e libertação, pois devem romper-se cadeias e esquemas tradicionais, quebrantar toda opressão demoníaca. Quem não é ministrado, não poderá ministrar.

Selecione Aos Que Dão Fruto

Ao selecionar os doze, você não deve escolhê-los por amizade ou por tempo de igreja, mas sim pelos frutos. Primeiro formamos a célula; os líderes que mais se destaquem nela, que reproduzem doze células em um ano e seguem fielmente o processo, qualificarão para serem nossos doze. Estão ganhando a liderança por mérito, não por amizade. Devemos buscar desde um princípio, que os nossos doze sejam pessoas que dêem fruto dentro da obra, que tenham captado a visão e que se estão multiplicando.

 

Todos São Ganhadores De Almas

Os doze, devem conhecer muito bem o que é o trabalho evangelístico, devem saber alcançar as almas. Onde estão? Como ministrá-los? Dirigir estratégias de evangelismo para achegar-se às pessoas.

Desenvolvem Seu Trabalho De Uma Maneira Homogênea

As redes representam os grupos homogêneos: Homens, mulheres e jovens, tendo também uma mensagem especial para as crianças. O propósito da conformação dos grupos homogêneos é chegar à necessidade de cada pessoa. A mensagem dos homens vai dirigido aos homens; as mulheres são ministradas em suas necessidades; os jovens são fortalecidos e motivados para que consigam superar seus desafios. Para chegar diretamente ao coração das crianças conformamos grupos por idades: 5-7 anos, 8-10 anos e de 11-13 anos.

 

Fortalece-Se O Pastoreio

Para o pastor, os doze são seus pastores assistentes. Trabalham em harmonia, não há temor de que um líder dos doze queira passar a perna no pastor, mas sim são uma equipe, todos lutando por fazer a visão. É interessante que o Senhor tenha permitido que sejamos como uma família que guarda um afeto profundo e respeito uns pelos outros. Um grupo apóia ao outro grupo, e o que está forte apóia ao fraco.

 

NOSSA VISÃO

Há algo interessante em relação ao ministério do Jesus que o livro do Mateus declara: “Percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e sarando toda enfermidade e toda doença no povo, ao ver as multidões, teve compaixão delas; porque estavam desamparadas e dispersas como ovelhas que não têm pastor”. “Então chamando aos seus doze discípulos, deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos, para que os expulsar, e para sarar toda enfermidade e toda doença” (Mateus 9:35,36; 10:1).

Ao estabelecer os doze, o Senhor Jesus o fez com quatro propósitos definidos que se expõem a seguir.

 

Mostrar Compaixão Pela Gente

Vendo a gente desorientada e como ovelhas sem pastor, Jesus se compadeceu (Mateus 9:35). Firmou este princípio em Seus discípulos, lhes ensinando a interessar-se pelas necessidades das multidões. “Eles não têm necessidade de ir-se; lhes dêem vós de comer” (Mateus 14:15,16). Através de Seus doze, Ele mostrou Sua compaixão.

As pessoas de hoje em dia vive perdida, com muitos problemas e conflitos sem saber a quem acudir. A Visão G12 lhes dá o cuidado pessoal e direto que eles necessitam. Através da Visão G12, as pessoas são conduzidas à salvação, visitadas em seus lares, desta maneira são conhecidas suas necessidades, se ora por elas e se ajuda a seguir adiante nas diferentes situações que enfrentam. O G12 é a manifestação da compaixão de Deus para as pessoas por meio da liderança.

 

Pastorear As Multidões

Jesus liderou a doze pessoas, ensinando-nos que esse é o número de pessoas sobre o qual um líder pode exercer um pastoreio direto, genuíno e completo. Ao desenvolver a Visão G12, embora haja uma grande igreja, ela é dirigida por uma pequena parte dela, que é a equipe de doze.

Quando uma igreja passa de duzentos membros ou se tornam em congregações muito grandes, as pessoas dificilmente tem acesso ao pastor. Este privilégio fica reservado para o corpo de diáconos, professores de escola dominical e um que outro líder, mas com a visão G12 todos são pastoreados, já que a equipe de doze facilita as relações interpessoais e o cuidado direto do discípulo.

 

Exercer Autoridade Sobre O Inimigo

O Senhor ministrou permanentemente às multidões e deu autoridade a Seus doze discípulos para expulsar fora todo espírito imundo, sarar toda enfermidade e repreender as obras das trevas. A igreja deve ser treinada para ministrar cura física, libertação, cura interior e ensinar a Palavra de Deus: “E estes sinais seguirão aos que acreditam: Em meu nome expulsarão fora demônios; falarão novas línguas; pegarão nas mãos serpentes, e se beberem coisa mortífera, não lhes fará mal; sobre os doentes porão suas mãos, e sararão“ (Marcos 16:17,18).

Quando toda a igreja está capacitada para exercer sua autoridade sobre as forças adversas é surpreendente o nível de influência espiritual que podem alcançar. A Visão G12 cria o ambiente propício para que isto seja uma realidade. Nos Encontros que realizamos, a unção de libertação se manifesta e as pessoas são sobrenaturalmente livres de maldições e ataduras.

Reproduzir Os Ensinos De Jesus

O caráter de Cristo se reproduz na vida do novo convertido através dos doze: “E se congregaram ali todo um ano com a igreja, e ensinaram a muita gente; e aos discípulos lhes chamou cristãos pela primeira vez em Antioquia” (Atos 11:26); “lhes ensinando que guardem todas as coisas que lhes ordenei” (Mateus 28:20). A Visão G12 “portanto, vão, e façam discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (V19). A unção do Espírito Santo “E havendo dito isto, soprou, e lhes disse: Recebam o Espírito Santo”; “pois nosso evangelho não chegou a vós em palavras somente, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (João 20:22; 1 Tessalonicenses 1:5).

Jesus orou por Seus doze discípulos, e disse: “Mas não rogo somente por estes, mas também pelos que hão de acreditar em mim pela palavra deles” (João 17:20). O Senhor pensava nos que acreditariam. Deus anela que você se prepare para ensinar aos que Ele trará para seu ministério, pois é um poderoso instrumento Dele.

 

COMO FUNCIONA G12?

G12 tem 4 passos fundamentais: ganhar, consolidar, discipular, e enviar, o qual se denomina A ESCADA DO SUCESSO.

 

Ganhar

Orar pela pessoa não convertida e levá-la à célula.
A seguinte meta é que a pessoa comece a ir à igreja no dia da reunião.
Há diferentes estratégias de como ganhar uma pessoa, mas o que deve ser enfatizado é a oração, pois por meio dela Deus move o mundo espiritual para que a pessoa escute a Palavra.
Quando ela já é parte de uma célula, começa a receber os ensinos do Pré-Encontro, o qual lhe permitirá preparar o coração para que consiga ter um verdadeiro Encontro com Deus

 

Consolidar

Durante esta parte do processo, se ora especificamente para que as pessoas ganhas participem de um Encontro. O Encontro é um retiro espiritual de três dias no qual a pessoa se afasta da vida cotidiana para encontrar-se com Deus; o propósito principal deste tempo é que ela receba a revelação da Cruz. Logo após se começa o processo de ser discipulado.

 

Treinar - Discipular

Toda pessoa que participa de um Encontro, sai muito apaixonada por Jesus e com um desejo no coração de lhe servir. Este é um momento em que se deve reforçar cada ensino recebido no Encontro, com o Pós-Encontro, para que possam se firmar em Deus, como verdadeiros cristãos. O próximo passo de formação é a Escola de Líderes

 

Enviar

A meta da igreja que desenvolve a Visão do Governo dos doze, é fazer de cada membro um líder. Logo depois de um processo de oito meses a um ano aproximadamente, a pessoa que chegou a uma célula se converte em um líder que pode agora liderar sua própria célula.

 

Alcançar Aos Doze

No início, todos os membros são parte de uma célula na igreja; à medida que percorrem a Escada do Sucesso fazem parte de uma equipe de doze. Sua meta deve ser transformar sua célula em uma equipe de doze. A célula é um grupo aberto, onde qualquer pessoa pode participar. A reunião de doze é um grupo fechado, deve realizar-se uma vez por semana e é um tempo de formação e ministração.

 

A Reunião De G12, Um Pequeno Centro De Ensino:

O Senhor Jesus se reuniu com seus discípulos diariamente durante três anos e cada momento que compartilhava com eles, imprimia neles um ensino em suas vidas. Devemos entender a importância de que o líder se reúna com sua equipe pelo menos uma vez na semana. O ensino no grupo de G12 deve ser simples e prático, colaborando com a edificação dos membros da equipe. Esta forma de trabalho permite um pastoreio mais personalizado. Antes de cada reunião com sua equipe, você deve ter a palavra rhema para eles. É vital recordar que os laços de amizade se fortalecem no grupo de doze e isto dá a base para a multiplicação.

 

Vantagens Da Reunião De G12:

1. O líder dá continuidade à visão de seu pastor, que é fazer discípulos.
2. O líder motiva seus discípulos ao crescimento, para que sejam verdadeiros operários na obra de Deus.
3. Todos são motivados a implementar corretamente a visão.
4. Permite trabalhar lado a lado com o pastor.
5. Dá ao líder um ambiente adequado para projetar com sua equipe as metas de crescimento.
6. Ajuda a cumprir os propósitos.
7. O líder treina seus doze para que possam ministrar os seus discípulos.
8. Forjam-se laços de amizade.
9. Permite que todos falem a mesma linguagem.
10. O líder se esforça pelo êxito ministerial de seus discípulos.
11. Fortalece o ministério, assim como a unidade e a visão da igreja.
12. Cria um ambiente propício para o crescimento, baseado no trabalho e na confiança de uns para com outros.

Os Grupos De G12 Ajudam A:

- Fortalecer a unidade da igreja.
- Fortalecer a visão da igreja.
- Trabalhar baseados na confiança de uns com outros.
- Criar um ambiente propício para o crescimento da equipe e igreja.
- Fortalecer o ministério e a igreja local.

UMA ESCADA ATÉ O SUCESSO!

O processo da Visão G12 em sua essência:
A aplicação dos princípios da Visão permite obter bons resultados, e o Senhor nos há levado a criar um processo que garante o êxito a toda pessoa disposta a se consagrar no trabalho celular, este processo chama-se: Escada do sucesso. São quatro passos, que são identificados como degraus, que conduzem em forma crescente, a fazer de cada novo crente um líder e convertê-lo em mais um agente de multiplicação capacitado para expandir a Visão com a mensagem de Cristo. Estes quatro degraus interagem entre si, são eles: Ganhar, Consolidar, Discipular e Enviar.

GANHAR

“Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, vão, e façam discípulos em todas as nações” (Mateus 28:18-19).
Em termos simples, o evangelismo, que é bem realizado, pode ser feito de forma pessoal, quando estabelecemos contato direto com as vidas que aspiramos ganhar para Cristo, aproveitando toda circunstância possível; o evangelismo também pode ser feito de forma massiva nas celebrações, mediante o chamado ao altar. O evangelismo é a primeira etapa da escada que consiste em ganhar almas, o qual começa a oferecer garantias de sucesso na Visão. Se não há evangelismo, então não se terá a quem vincular às células.
Algo que o Senhor tem em seu coração é a salvação das almas, ganhar almas tem que ser uma arte na qual se misturam: O tempo de Deus, a unção divina, e a sensibilidade ao Espírito Santo para se mover na dimensão do sobrenatural. O Senhor Jesus Cristo disse que há vida eterna, porém enfatizou: “Esta é a vida eterna: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviou” (João 17:3).

A tarefa de ganhar os perdidos é um mandato que todo aquele que acredita em Cristo deve cumprir, é o cumprimento da Grande Comissão dada por Ele aos Seus discípulos antes de subir ao céu.

GANHAR NA CÉLULA
As células são grupos pequenos, integrados por pessoas que se reúnem mínimo uma vez por semana, com o ânimo de desenvolver um crescimento integral centrado na Palavra de Deus. As células constituem pequenos centros de ensino das Escrituras de uma maneira simples e prática, onde os participantes são edificados, incluindo aos que semana após semana são ganhos para Cristo. Este princípio celular se conserva desde os tempos da igreja primitiva quando o crescimento das congregações se deu a partir das células. Por isso, a Palavra de Deus diz: “E crescia a Palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava o numero dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé". “...Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e nas casas”. "Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo". (Atos 6:7; 20:20,21).
Ao falar da célula nos referimos a um dos micro organismos mais pequenos que existem em qualquer organismo. No caso das células da igreja, o interessante é que, embora no começo sejam pequenas, podem se multiplicar facilmente. Quando o pastor César Castellanos começou a Visão o fez com oito pessoas; fez um trabalho estratégico para que de essa célula original surgissem outras e experimentou que a célula principal marca a pauta, pois, de acordo com o seu desenvolvimento, marcará o comportamento das demais células.

Da onde surgem os líderes de doze?

A célula é uma eficaz fonte de formação e escolha da equipe de doze; é dizer, das pessoas que se reúnem semanalmente numa casa, um escritório, uma oficina, etc., se pode selecionar aos que tenham mais êxito dando fruto e formar a equipe de líderes que lhe apoiará ministerialmente (Lucas 6:12-17).
Jesus ganhou doze homens nos quais reproduziu Seu caráter e se converteriam em Seus representantes no mundo inteiro. Transmitiu a Visão aos doze para que, por sua vez, o transmitissem aos outros doze e desta maneira conseguissem a multiplicação.

Oração de três por um mês:

Por que Satanás inspirou aos inimigos de Daniel para qe fizessem um plano para lhe impedir de orar por um mês? (Daniel 6:7). Porque isso significaría a morte espiritual do profeta. Assim como não orar traz morte, o orar por trinta dias com perseverança desata vida. Quando nos comprometemos a orar por pessoas que ainda não são convertidas, por um mês, o Espírito de Deus estenderá Sua misericórdia e lhes dará vida.
O líder que quer formar uma célula, deve buscar três pessoas mais que orem com ele. Cada uma delas, em oração, seleciona outras três pessoas (não convertidas) pelas quais todos orarão pelo transcurso de 30 dias. Todos os dias, estarão orando pelas nove pessoas; uma vez por semana se reunirão, durante uma hora para orar com o líder especificamente pela conversão delas.
Depois dos trinta dias de oração, se contacta a cada pessoa pela que se tem orado para lhes mostrar o interesse pelo seu bem estar, para compartilhar o amor de Deus para sua vida através das “Quatro Preciosas Oportunidades”.
> Oportunidade de um encontro (Jeremias 29:13).
> Oportunidade de reconciliação (Lucas 15: 18,19).
> Oportunidade de restauração (Romanos 5:8; Lucas 15:24).
> Oportunidade de frutificação (João 1:12).

Se lhes convida a visitar a célula e/ou à igreja, sabendo que se tem orado por esta vida durante um mês.

CONSOLIDAR

Consolidação é “O cuidado e a atenção que devemos dar ao novo convertido para reproduzir nele o caráter de Cristo, de maneira que sua vida cumpra com o propósito de Deus: Dar fruto que perdure”. É um processo eficaz para formar discípulos, e a etapa onde o novo reafirma sua decisão pessoal por Jesus Cristo, o qual se consegue mediante o cuidado que se dá a pessoa desde o mesmo momento de sua entrega.
O processo de Consolidação se inicia quando o novo faz sua decisão por Cristo. Este é um processo que esteve muito presente na igreja primitiva. “..Fortalecendo os discípulos e encorajando-os a permanecer na fé, dizendo: É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus” (Atos 14:22).

Quando começa o processo de consolidação

Começa quando a pessoa fez sua profissão de fé na igreja. Recolhem-se todos os dados e, ao chegar à casa, tem-se um tempo de intercessão, apresentando ante Deus em favor das almas que Lhe confiou. Ao recolher os dados, começa o processo da consolidação. O líder não pode permitir que uma pessoa que fez sua decisão por Cristo fique sem assistência imediata. Essa pessoa precisa sentir-se importante; seu amor e seu interesse mostrarão a essa vida o quão valiosa ela é.

LOCALIZAÇÃO

Repartem-se os cartões à equipe atribuída. Deve-se localizar ao novo convertido na célula mais próxima a sua moradia. Nunca trate os cartões com superficialidade, pois representam almas às quais devemos cuidar.

FONOVISITA

A fonovisita é uma ligação Telefónica que se realiza entre as primeiras 24hs e 48hs após da pessoa haver feito sua decisão por Cristo. O propósito deste telefonema é lhe reafirmar que a Igreja está orando por ele e concretizar uma visita durante esta mesma semana.

VISITA

Ministrar uma palavra, de acordo à necessidade que o recém convertido compartilhou no dia de sua entrega ao Senhor. Visitar um lar, traz a presença de Cristo a essa família, pois tem o mesmo valor de como se Jesus o fizesse. O propósito da visita é encaixar à pessoa em uma célula e motivá-lo a participar de um Encontro.

PRÉ-ENCONTRO

O novo discípulo é encaminhado à classe do Pré-encontro, onde se preparará para o Encontro de três dias. É fundamental passar pelo Pré-encontro para que o Encontro dê o resultado mais que esperado.

O QUE É UM ENCONTRO?

É um retiro espiritual de três dias. É a primeira experiência de confrontação que o novo convertido tem cara a cara com Deus, com sua palavra, consigo mesmo e com seu passado; ali ele obterá a graça de Deus para arrancar o pecado totalmente de sua vida; poderá refletir em seu diário viver e a projetar-se com fé à conquistar um futuro melhor.

Objetivos:
• Ter plena segurança de sua salvação.
• Experimentar um genuíno arrependimento.
• Romper ataduras que o ligavam ao seu passado.
• Receber cura em seu coração.
• Receber e experimentar a plenitude do Espírito Santo em sua vida.
• Ter bem clara a visão G12.

DISCIPULAR

Na Visão, o processo implica em que cada pessoa que tem um encontro pessoal com Jesus Cristo, seja formada em seu caráter. O que fez Jesus? Formou doze discípulos com Seus ensinos, com Suas palavras, com Sua própria vida e com Seu exemplo, durante três anos e meio. Assim como Deus tomou o barro e com Suas mãos foi moldando-o, Jesus tomou Seus doze e com Sua sabedoria e Seus ensinos foi formando-os. Os discípulos chamaram Jesus de “Mestre”, porque o Mestre forma, instrui e orienta. Jesus disse: “Vocês me chamam Mestre e Senhor e dizem bem, porque o sou” (João 13:13). Mas Deus, depois de formá-lo, soprou no homem fôlego de vida. Jesus, depois de formar Seus doze, reuniu-os e, pouco antes de subir ao céu, soprou sobre eles e disse: “Recebam o Espírito Santo” (João 20:22).

O processo de discipular consiste em preparar aos líderes de células de uma maneira eficiente, para que cultivem a habilidade de ganhar vidas para Cristo e logo continuar nos novos o processo da Visão até que se convertam em líderes de êxito. O processo de discipular se leva a cabo na Escola de Formação G12.

O que é a Escola de Formação G12?

É um programa de ensino simples, que orienta questões práticas, e motiva a cada um dos alunos a autoformação. O treinamento se realiza especificamente nas salas de aula. O aluno poderá praticá-lo através das células. Este programa de discipulado está destinado especificamente aos novos convertidos.

Quem pode participar?

Aqueles que participaram do Encontro e das palestras do Pós-encontro. Embora trabalhemos com as diferentes redes, a doutrina é a mesma em todas elas.

Como está composta?

* Pós-Encontro: É onde se firma ao novo convertido que participou do Encontro. Deste nível depende o crescimento das Escolas de Líderes.

* Escola de Líderes: Um dos maiores compromissos da Visão é “fazer de cada crente um líder”.

* Escola Ministerial. É um nível mais profundo e teológico do trabalho da Visão.

* Escola de Mestres. Prepara os futuros mestres das escolas de líderes, pois eles são um importante e vital pilar na bem-sucedida formação de líderes.

PÓS-ENCONTRO
É um curso aberto – rotativo, quer dizer, que sempre está recebendo pessoas que participaram ao Encontro.

OBJETIVO

Ensinar ao novo discípulo que acaba de sair do Encontro, a lidar com os contra-ataques de Satanás, e a
como relacionar-se com o mundo, amigos, confrontar os problemas, como vencer e escapar da tentação, vencer os desejos da carne, do pecado, do mundo e do diabo.

A ESCOLA DE LÍDERES

Um dos pilares fundamentais desta Visão é a “ESCOLA DE LIDERES”, a qual tem como objetivo a formação de discípulos. Este material constitui um apoio fundamental para cada pessoa que deseja fazer uma realidade o desejo de ir e fazer discípulos. Tem a duração de 3 períodos de 10 aulas cada um. Em cada aula se dita uma disciplina de seminário e outra de doutrina.

ESCOLA MINISTERIAL

Conscientes que dentro da Visão G12, a Escola de Líderes dá uma motivação inicial aos estudantes para que comecem a exercer uma liderança dentro das células, a Escola Ministerial é o complemento para que o líder desenvolva a Visão G12 corretamente dentro da célula.

Poderíamos dizer que a Escola de Líderes lhe diz ao estudante O QUE TEM QUE FAZER, e a Escola Ministerial lhe diz ao líder COMO FAZÊ-LO. É conformado de três níveis, cada um abrange duas disciplinas em um nível mais elevado, os quais se complementam mutuamente: Doutrina e Seminário

ENCONTROS MATRIMONIAIS

Através dos Encontros Matrimoniais Deus deseja redimir matrimônios e famílias para restaurá-los ao Seu plano original. Este tempo trará esperança àqueles que viveram decepções; sarará feridas, acenderá novamente a chama do romanticismo, avivará o amor mútuo e lhes ensinará como criar filhos no propósito de Deus.

ENVIAR

Os novos crentes são discipulados na Escola de Líderes onde são treinados para ir e ganhar os perdidos, e exercer uma liderança de influência positiva sobre eles, reproduzindo o caráter de Cristo em cada um.
É um ciclo contínuo onde todo o que recebe a Cristo, se capacita, para que outros vivam a mesma experiência e assim sucessivamente. Alcançamos que cada crente seja um líder quando o envolvemos em um processo de formação teológica e de captação do caráter de Cristo para que eles sejam um fiel reflexo do Mestre. A Grande Comissão nos indica que devemos “ir e fazer discípulos... lhes ensinando que guardem todas as coisas que Jesus mandou”.

A meta da pessoa que esteve sendo discipulada é abrir sua própria célula, mas logo essa célula deve converter-se em um grupo de doze. Isto se faz nos meses em que as pessoas estão na Escola de Líderes. O objetivo é que em um ano, de uma célula saiam novas doze células; a isso chamamos unção de multiplicação. Quando uma igreja se duplica o crescimento é lento; mas quando se multiplica, fazendo que de uma célula saiam doze, isso é verdadeiramente um fato poderoso.

 

Fonte: http://g12.me/en/g12/33-o-que-e-g12-portuguese

 

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

A VISÃO DO PROFETA ISAÍAS

 

A VISÃO DO PROFETA

ISAÍAS

 

Introdução

- O Todo-poderoso nos conhece, vê os nossos problemas e as nossas necessidades, e deseja agir na nossa vida.

- Ele não está inerte diante de nossas aflições e dilemas. No entanto, é necessário que confessemos, com o nosso coração arrependido, os nossos pecados e as nossas fragilidades. Você só verá a glória de Deus se disser: “Eis-me aqui, Senhor”, como fez o profeta Isaías.

1. Deus é o Senhor da vida

Podemos extrair algumas lições práticas das experiências de Isaías.

1.1 — O impedimento à manifestação da glória de Deus precisou ser removido (Is 6.1)

A visão de Isaías aconteceu logo após a morte de Uzias, um rei ativo que contraiu lepra por desobedecer ao Todo-poderoso.

1.2 — A experiência de Isaías com Deus fez diferença (Is 6.5)

O profeta Isaías viu a glória de Deus, e isso fez toda a diferença em sua vida e em seu ministério. Ele percebeu que ia morrendo, pois era um homem de lábios impuros.

1.3 — Isaías teve uma experiência pessoal com Deus (Is 6.1)

O profeta disse: Eu vi ao Senhor. Ninguém lhe contou; Isaías vivenciou o fato. É de extrema importância que o cristão tenha experiências pessoais com Deus.

Geração afastada do Criador — a falta de experiência pessoal com Deus fez com que Israel se afastasse do Senhor (Os 6.4,6; conf. Jz 2.7,10).

II. Deus deseja revelar-se

O Senhor quer revelar o Seu caráter, o Seu amor e a Sua vontade a nós, a fim de que Ele seja tratado como o nosso Deus. Para que isso aconteça, devemos:

2.1 — Olhar para nós mesmos

Quando Isaías contemplou a glória e a santidade de Deus, automaticamente percebeu sua condição, e disse: Ai de mim, que vou perecendo! (Is 6.5a). Saulo também teve de mudar de rumo quando viu o Senhor no caminho para Damasco (At 9.3-6). E nós também precisamos olhar para nós mesmos (2Jol.8).

2.2 — Confessar os pecados

As declarações de Isaías (Is 6.5) levam-nos a entender que esse profeta fez uma auto-analise, constatando que era um homem de lábios impuros. Quando as transgressões são confessadas, o Pai as joga nas profundezasdo mar (Mq 7.18,19). Devemos confessar as nossas culpas uns aos outros, para que saremos (Tg 5.16).

III. Discernimento espiritual

O profeta também se deu conta de que habitava no meio de um povo de impuros lábios (Is 6.5). Sendo assim, entendemos que:

3.1 — As experiências de Isaías foram reais e concretas

Ele viu ao Senhor assentado em um alto e sublime trono (v. 1) e ouviu os serafins clamando uns para os outros: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos

Exércitos (v. 3). Depois disso ele ainda foi tocado pelo Senhor (v. 6,7).

3.2 — Em Deus há muitos depois

Depois disso, ouvi a voz do Senhor (Is 6.8a). Deus falou ao profeta, revelando lhe coisas tremendas. Ele tem muito a manifestar e revelar a nós, inclusive inúmeros planos para a nossa vida.

IV. Deus fala conosco

Deus falou com Isaías depois de fazer o Seu servo passar por profundas experiências (Is 6.8). Deus também fala conosco por meio de Sua Palavra, de fatos, de milagres e de outras pessoas, a fim de confirmar o que Ele nos disse e alimentar a nossa fé (ver Jo 5.39; 10.25; Hb 2.4; 1 Pe 5.12; 1 Jo 5.7).

Porém:

Cuidado com o perigo das falsas profecias — Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas (Mt 7.15a). Jesus alertou que surgirão muitos falsos cristos (Mt 24.24), e Pedro disse que houve entre o povo falsos profetas (2 Pe 2.1). João ensinou-nos a não crer em todo espírito (1 Jo 4.1), e Paulo disse: Não desprezeis as profecias (1 Ts 5.20 — ver 1 Ts 5.19-22).

Saiba que Deus se manifesta de forma variada — Não podemos determinar a maneira como o Pai falará conosco, se pela Palavra, pelo Seu Espírito tocando o nosso espírito, por intermédio de alguém usado em profecia, por uma revelação em um sonho. A José, filho de Jacó e Raquel, o Senhor revelou, por meio de sonhos, que ele seria um grande líder (Gn 37.6,7,9). Mas Deus pode comunicar-se de forma mais sobrenatural, como fez com Moisés (Êx 3.2-4).

Ouça a voz do Senhor — O relacionamento com Deus não é unilateral; nem a oração é um monólogo, é diálogo. No episódio de Isaías  vemos como Deus conversou com esse profeta de maneira educada, perguntando: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? (Is 6.8a). Deus esperou uma resposta de Isaías para depois revelar a Sua vontade. Isaías disse: Eis-me aqui. Envia me a mim Cv. 8h). Só então Deus revelou a Sua vontade: Vai e dize a este povo (Is 6.9a).

V. Deus age considerando o indivíduo

Atentemos para o que Deus disse a Isaías: a quem enviarei e quem há de ir por nós? Observe que o sujeito parece indeterminado: quem. Mas Isaías sabia que o Senhor falava com ele, e prontificou-se: Eis-me aqui. Essa passagem deixa claro que Deus se dirige do coletivo para o individual. Sendo assim, devemos:

5.1 — Colocar-nos no centro da vontade de Deus

Devemos perguntar a nós mesmos: O que o Senhor deseja da nossa vida? A que precisamos renunciar? O que é necessário abandonar? Para onde devem os ir? Às vezes, Deus nos põe no deserto das aflições porque deseja fazer-nos passar por novas experiências, como fez com Israel, que foi guiado por uma coluna de fogo e urna coluna de nuvem (Êx 13.20-22).

5.2 — Buscar um encontro com Deus

Confiemos em Deus e lancemos sobre Ele toda a nossa ansiedade, pois Ele nos fez uma grande promessa de estar conosco todos os dias (Mt 28.20b). A Palavra de Deus diz que bendito será o varão que confiar no Senhor (Jr 17.7,8), e que Ele é o Senhor, e fora dele não há Salvador (Is 43.11-13).

Conclusão

As experiências com o Senhor não ficam no abstrato, refletindo-se no mundo concreto. Isaías contemplou a glória de Deus, depois de ter reconhecido que era um pecador, e isso gerou grande mudança em sua vida. Nós também precisamos viver profundas experiências que nos transformem e nos façam verdadeiros profetas, para a glória de Deus.

 

 

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RETORNO À CASA PATERNA

 

RETORNO

À CASA

PATERNA.

TEXTO — LUCAS 15: 11-23.

 

I. INTRODUÇÃO

— Há somente duas condições nas quais cada ser humano se encontra em relação ao seu destino eterno; ou ele está perdido ou foi achado.

TEMA — O Filho Pródigo

OT — Pode Um Filho Pródigo Retornar à Casa Paterna?

OT — Consideraremos a seguir a situação de um filho pródigo e a reação de seu pai.

II - Três passos rumo à perdição—vs. 12,13

a) Abandonou a casa paterna.

b) Esbanjou todos os seus bens.

c) Viveu dissolutamente.

III. Conseqüências da Desobediência — Vs. 14—16

a) Consumiu sua herança — vs. 14

b) Passou Necessidade — vs. 14

c) Ficou cuidando de porcos — vs. 15

d) Passou Fome—vs.16

e) Não recebeu ajuda de ninguém — vs. 16

IV. Cinco passos para o Retorno — vs. 17—21

a) Caiu em si—vs. 17

b) Reconheceu o seu estado — vs. 17

c) Decidiu voltar — vs. 18

d) Arrependeu — se — vs. 18—20

e) Confessou o seu pecado — vs. 18—21

V. A Reação do pai — vs. 20—23

a) Compadeceu — vs. 20

b) Recebeu com amor — vs. 20

c) Deu-lhe a melhor roupa — vs. 22

d) Deu-lhe um anel e calçados — vs. 22

e) Realizou uma festa — vs. 22,23

Conclusão:

- Discorrer sobre a situação do filho pródigo longe da casa paterna comparando com a situação do pecador longe de Deus, destacando a escolha do pródigo em retornar.

 

Autor e Referencia:

Mefibosete Esboços

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