terça-feira, 11 de dezembro de 2012


A cura das enfermidades 
autoproduzidas 

(SL 38) 


 (1) Este salmo revela as enfermidades que acometeram Davi, suas causas e o processo de cura vivenciado por ele. 

 (2) As enfermidades podem chegar até nós de diversas maneiras: como hereditariedade genética, adquiridas, malignas, e derivações da alma (psicossomáticas). 

 1. Davi estava muito enfermo. 

 (1) Ele apresenta vários sintomas de enfermidades, e dá entender que são do tipo “autoproduzidas”, ou seja, sem aparentes causas físicas, uma vez que a fonte reside na alma. 

 (2) Davi sente sintomas de estresse e depressão: taquicardia, sensação de desmaio, desânimo, fraqueza, abatimento, pensamentos autodestrutivos, e ansiedade. 

 (6) Sinto-me encurvado e sobremodo abatido, ando de luto o dia todo. ... 

(8) Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. ... 

(10) Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças, e a luz dos meus olhos, essa mesma já não está comigo. (SL 38) 

 (3) Tanto o estresse como a depressão, se persiste por muito tempo abala o sistema nervoso, afeta os comandos do cérebro, bem como o sistema imunológico, potencializando as enfermidades no físico. 

 (4) Para Davi, essas enfermidades chegaram na forma de erupções, feridas que tomaram seu corpo, acompanhadas de febre e dores reumáticas. (V 3,5,7) 

 (3) Não há parte sã na minha carne, por causa da tua indignação; não há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado. ... 

(5) Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas, por causa da minha loucura. ... 

(7) Ardem-me os lombos, e não há parte sã na minha carne. 

 2. Essas enfermidades foram causadas por pelo menos quatro fatores. 

I. O primeiro fator foi o pecado não confessado que gerou culpa. 

 (1) O peso da culpa enferma a alma e, por conseguinte o físico. Por isso Davi admite o pecado e a culpa como causa das suas enfermidades. (V 3,4,5) 

 (3) Não há parte sã na minha carne, por causa da tua indignação (CULPA); não há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado. 

(4) Pois já se elevam acima de minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados (CULPA), excedem as minhas forças. 

(5) Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas, por causa da minha loucura. 

 (2) O pecado não confessado cobriu Davi de culpa, medo, expectação de juízo; sentimentos esses que promoveram muito desgaste emocional. (V 2,4,5) 

(2) Cravam-se em mim as tuas setas, e a tua mão recai sobre mim. ... 

(4) Pois já se elevam acima de minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças. 

(5) Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas, por causa da minha loucura. 

 (3) Os pecados não assumidos, não confessados, não abandonados abalam os nervos, perturbam as emoções e fazem o corpo adoecer. 

II. O segundo fator foi a ansiedade. 

 (1) Ele admite essa ansiedade. (V 8,9) 

 (8) Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. 

(9) Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não te é oculta. A bíblia afirma que a ansiedade que persiste compromete nossa qualidade de vida. (PV 12:5; 14:30). 

 (2) Muito provavelmente os fatores geradores de sua ansiedade estavam ligados à culpa, ao abandono por parte de amigos e familiares, e a pressão dos inimigos. 

III. O terceiro fator foi a rejeição que sentiu por parte de amigos e parentes. 

 (1) Quando mais precisava deles por perto, mais de longe eles ficavam. Em razão da enfermidade os amigos e parentes se afastaram; e ele piora na medida em que não pode contar com eles, por isso desabafa. (V 11) 

 (11) Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe.  

(2) De fato, poucos são os que conseguem ficar ao lado daqueles que estão enfrentando a dor; geralmente as pessoas fogem da dor e daqueles que estão sendo por ela vitimados. 

 IV. O quarto fator foi em razão da pressão que sofreu por parte dos inimigos. 

 (1) Tratava-se de pessoas que o perseguiam e desejavam seu mal; e tomadas de um ódio sem causa agiam com ingratidão e traição, quando pelo pagamento do bem feito a elas respondiam com o mal. 

 (12) Armam ciladas contra mim os que tramam tirar-me a vida; os que me procuram fazer o mal dizem coisas perniciosas e imaginam engano todo o dia. ... 

(16) Porque eu dizia: Não suceda que se alegrem de mim e contra mim se engrandeçam quando me resvala o pé. ... 

(19) Mas os meus inimigos são vigorosos e fortes, e são muitos os que sem causa me odeiam. 

(20) Da mesma sorte, os que pagam o mal pelo bem são meus adversários, porque eu sigo o que é bom. 

(2) Se não há causa para o ódio, e se pagam o bem com o mal, não rejeitaram Davi pelo que ele fez, mas pelo que ele era (SER). É como viver cercado de emboscadas, maquinações, boicotes e hostilidades, sem merecer. 

 3. Como Davi lidou com esses fatores geradores de enfermidades? 

 Primeiro: Davi confessou o seu pecado. 

(V 18) (18) Confesso a minha iniqüidade; suporto tristeza (ARREPENDIMENTO) por causa do meu pecado. 

 (1) Enfermidade como fruto do pecado (CULPA) sara mediante o poder da confissão. Culpa a gente resolve diante de Deus com confissão e verdade. 

 (2) Há culpas ilegítimas e culpas reais; para as reais só há uma solução: o arrependimento. 

-= O processo do arrependimento envolve a constatação do pecado, a confissão e o abandono do mesmo. Porque quem adia o arrependimento, racionalizando o pecado, adia a cura e agrava a enfermidade. (IS 59:1,2) 

 (3) E o sentimento que prevalece na alma de quem encobre a transgressão é o de desamparo do Deus Santo que abomina o pecado embora ame o pecador. (IS 59:1,2) 

 (21) Não me desampares, Senhor; Deus meu, não te ausentes de mim. 

 (4) Há muita gente doente em razão de pecados não confessados. A culpa, os sentimentos destrutivos na alma, a opressão do diabo a quem se deu lugar, o entristecimento do espírito no íntimo, enfermam a alma e o corpo. 

 (5) Quando o pecado é reconhecido, verbalizado, e abandonado, a cura vem. (TG 5:14-16) 

 Segundo: Davi administrou sua ansiedade com oração. 

 (1) Enfermidade como fruto da ansiedade sara mediante uma caminhada de fé e oração. 

 (2) Normalmente a ansiedade é alimentada pelas falsas crenças, pelas mentiras e enganos do diabo e pela incredulidade. Por isso ela é inútil (nada nos acrescenta), desnecessária, uma vez que está focada em coisas que fogem ao nosso controle, irracional (está no mundo imaginário), e danosa porque abala nossa saúde. 

 (3) Se as coisas estão fora do nosso controle, elas precisam ser colocadas nas mãos de Deus. (FL 4:6-7; I PE 5:7) 

 (9) Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não te é oculta. ... 

(21) Não me desampares, Senhor; Deus meu, não te ausentes de mim. 

(22) Apressa-te em socorrer-me, Senhor, salvação minha. 

 Terceiro: Davi processou a rejeição com a aceitação de Deus. 

(1) A enfermidade como fruto da rejeição sara mediante a aceitação de Deus. 

 (2) Davi sabe que não podendo contar com amigos e parentes, ele não precisa estar absolutamente só porque sempre terá com quem falar, a quem pedir ajuda, de quem sentir o amparo e a companhia. (SL 27:10) 

 (21) Não me desampares, Senhor; Deus meu, não te ausentes de mim. 

(22) Apressa-te em socorrer-me, Senhor, salvação minha. 

 Quarto: Davi enfrentou as oposições com três atitudes pacíficas

 (1) Inimigo a gente tem mesmo quando a gente não faz nada para ter, por isso a palavra diz: “no que depender de vós tende paz com todos”, mas às vezes não depende de nós. 

 (2) A enfermidade, como fruto de oposições, sara com atitudes que refletem o espírito do evangelho. E quando isso ocorre os inimigos passam a ser problema deles mesmos. Primeira atitude: ele não dá réplica ao inimigo. 

 (13) Mas eu, como surdo, não ouço e, qual mudo, não abro a boca. 

(14) Sou, com efeito, como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica. Não é sábio responder aos insultos, e alimentar a hostilidade. Isto porque na réplica, a maldade é perpetuada. Então se agarre na sua integridade diante de Deus e não fique dando ouvidos às críticas improcedentes. Porque se você parar de ficar falando sobre o assunto, ele vai morrer. Segunda atitude: ele crê na intervenção de Deus. 

 (15) Pois em ti, Senhor, espero; tu me atenderás, Senhor, Deus meu. 

(16) Porque eu dizia: Não suceda que se alegrem de mim e contra mim se engrandeçam quando me resvala o pé. 

(17) Pois estou prestes a tropeçar; a minha dor está sempre perante mim. Davi sabe que pode contar com a justiça e o livramento de Deus, por isso entrega tudo nas mãos Dele. (SL 37:5-6) 

 Terceira atitude: ele decide perseguir o bem, e fazer o que é bom. 

 (20) Da mesma sorte, os que pagam o mal pelo bem são meus adversários, porque eu sigo o que é bom. 

 (1) Davi toma uma decisão: ele não vai pagar o mal com o mal; não vai se nivelar por baixo; não vai agir no mesmo espírito deles; não vai desistir do bem; não vai deixar que seu coração se corrompa. 

 (2) O evangelho não nos ensina a revidar, mas a entregar tudo nas mãos de Deus. (RM 12:17-20) 

Conclusão: 

Se você quer sarar das enfermidades auto produzidas ... 

 (1) Pare com o hábito de empurrar os pecados para baixo do tapete. Arrependa-se: admitindo, confessando e abandonando o pecado. (PV 28:13; SL 51:17; SL 32:3-5) 

 (2) Comece a transformar toda ansiedade num tema de oração. (FL 4:6-7) 

 (3) Rejeite a rejeição, despreze o desprezo por parte dos homens mediante a aceitação de Deus. Creia que quando todos se forem Deus ficará. (II TM 4:16,17) 

 (4) Pare de ficar se relacionando com o mal, não alimente a hostilidade, pague o mal com o bem, e entregue tudo nas mãos de Deus. Ore para que seus inimigos sejam libertos. (GL 6:9) 


 Por Pr. Oswaldo F Gomes - 06 de outubro de 2011





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Três fatores que podem 
nos atrapalhar no momento 
de adoração 


(1) Jesus disse que devemos manifestar nosso amor a Deus de todo o coração, e de toda alma (apaixonadamente), e de todo entendimento (intelectualmente) e de todas as forças (de modo prático) (mc 12:30). 

 (2) Todavia, alguns fatores nos impedem de adorarmos a Deus assim. Você não acha incoerente sermos passionais quando participamos de uma competição esportiva, de um musical, de um filme, de uma comemoração, e sermos tão racionais no momento da adoração? Por que você acha que isso acontece com a gente? 

I. O primeiro fator que pode nos atrapalhar no momento da adoração são OS CONDICIONAMENTOS TEOLÓGICOS E CULTURAIS. 

 1. Os condicionamentos teológicos 

 (1) Os irmãos de Roma estavam se aproximando de Deus com um sentimento de constrangimento, medo e indignidade, porque ainda tinham em mente a maneira como Deus se manifestava na antiga aliança. 

 (2) Todavia o apóstolo Paulo mostra a face do Deus da nova aliança, que em Cristo, se faria pai dos seus adoradores (RM 8:15). 

 (3) Quando temos a compreensão de que pelo sangue de Jesus (interface) podemos entrar na presença de Deus com ousadia; e que o Espírito Santo pode trabalhar na dimensão do nosso espírito, para gerar sentimentos espirituais na adoração, o constrangimento, o medo e a indignidade cedem lugar a alegria, ao júbilo, gratidão e a paz (RM 8:16). 

 (4) Os irmãos de Roma estavam chegando a Deus como quem chega ao Monte Sinai (velha aliança), quando já tinham a prerrogativa de chegarem a Deus como quem chega ao Monte Sião (nova aliança) (HB 12:18-24). 

 (5) No Monte Sinai não havia a “interface” entre Deus santo e o homem pecador (Jesus), por isso o medo. No Monte Sião contamos com o sangue de Jesus e com a testificação do Espírito Santo em nosso espírito. 

 (6) Por isso Jesus falou à mulher samaritana que haveria um tempo em que os adoradores adorariam o Pai em espírito e em verdade (JO 4:20-24). 

 2. Os condicionamentos culturais 

 (1) O evangelho chegou até nós através dos americanos e europeus. Essas culturas não valorizam muito as emoções e os sentimentos. Além disso, somos herdeiros de uma filosofia que valorizava mais a “razão” do que os sentimentos. Inclusive os reformadores se ocuparam somente com a “doutrina certa” (intelecto). 

 (2) E se fomos criados num lar que não nos ensinou expressar sentimentos; e ainda somos herdeiros de uma tradição religiosa que sutilmente inibiu a manifestação de emoções e sentimentos; na hora da adoração nossos sentimentos ficam travados. 

 (3) Todavia uma legítima experiência na presença de Deus em adoração abala nossas estruturas físicas, emocionais, e espirituais, pelo impacto da sua presença abençoadora. 

 (4) Então se ficamos silentes e contidos enquanto adoramos: ou não estamos discernindo e sentido a presença de Deus, ou, estamos bloqueados para manifestar o que discernimos e sentimos. 

 (5) Então precisamos nos render ao Espírito Santo, para que ele quebre esses condicionamentos culturais e teológicos em nossa vida, para que sejamos espontâneos e íntimos de Deus no momento da adoração. 

 (6) Temos um exemplo de um adorador que esquece quem está a sua volta, e da sua posição de rei, e perde-se na presença de Deus. E temos outro exemplo de uma religiosa que estava mais preocupada com a posição do rei do que com a presença de Deus (arca), por isso ridicularizou aquele momento tão sublime de adoração. (2 SM 6:5,14-22) 

-=  Você tem tido dificuldade em expressar suas emoções e sentimentos em adoração? 

-= A que você pode atribuir essa dificuldade? 

II. O segundo fator que pode nos atrapalhar no momento da adoração é A FALTA DE PERCEPÇÃO DO AMBIENTE DE ADORAÇÃO 

 (1) O autor de hebreus revela uma transcendência no ambiente de adoração (HB 12:18-24). 

 (2) Ele revela que no momento de adoração há harmonia entre Deus e o universo espiritual (anjos e salvos), Deus e o mundo visível (Igreja). Estamos presente mesmo ambiente Abraão, Isaque, Jacó, Isaías, Davi, Paulo, João, Lutero, Calvino, ... Deus, Jesus, e anjos. 

 (3) Nós adoramos nesse ambiente onde temos um Deus justo assentado num trono e ao seu lado temos nosso advogado intercede por nós como mediador da nova aliança, é por isso que esse não é um ambiente de pânico, desespero e medo, como era no Monte Sinai. 

 (4) Tivéssemos nós entendimento maior desse ambiente da adoração nós não seriamos tão displicentes, não ficaríamos tão enfadados, não seríamos tão desatentos nos momentos de adoração.  

(5) De lá do céu podemos estar sendo avaliados assim: vocês estão percebendo o júbilo, a alegria, o quebrantamento, a espontaneidade desse povo? Eles me adoram em espírito e em verdade. 

 (6) Ou assim: vocês estão percebendo a inquietação, a displicência, a irreverência, a insensibilidade desse povo que diz que Me ama, mas tem pressa em sair da Minha presença? 

 (7) O sangue de Jesus é o fundamento desse ambiente de adoração; tudo o que vai daqui para Deus passa pelo o sangue; tudo o que vem de Deus para nós passa pelo sangue (graça). 

 (8) É num ambiente de adoração genuína que Deus manifesta a sua presença. A onipresença de Deus é diferente da presença manifesta de Deus. Deus sempre está presente (onipresença), mas nem sempre ele manifesta a sua presença. (EX 33:7-11)  

(9) É muito bom quando discernimos a presença de Deus (crendo), melhor ainda é quando podemos além de discernir (crer) sentir a presença Dele no momento da adoração. 

-= O que significa para você o momento de adoração comunitária? 

III. O terceiro fator que pode nos atrapalhar no momento da adoração é a RELIGIOSIDADE. 

 (1) Chamamos de adoração “religiosa” aquela feita com os lábios divorciados do coração (IS 29:13). 

 (2) Alguém já disse que as maiores mentiras que contamos para Deus são aquelas ditas numa adoração religiosa. 

 (3) Quando manifestamos uma fé discursiva desprovida de vida; ou cantamos uma coisa vivemos outra; ou enquanto cantamos nossa mente divaga por todos os lugares menos para o trono de Deus. 

(4) Quando focamos nossa mente, nossas emoções, nossa força vital em Deus enquanto adoramos, começamos a descobrir a diferença entre cantar e adorar, assistir culto e cultuar, entre a onipresença e a presença manifesta de Deus. (GN 28:16) 

-=  Você tem focado sua atenção em Deus enquanto adora? 

-= Você tem meditado naquilo que canta? 

 Conclusão 

 (1) Podemos entrar na presença de Deus sem medo. (HB 10:19) 

 (2) Porque Jesus faz a interface entre o Deus santo e o homem pecador (nova aliança, HB 10:20,21); 

(3) Podemos entrar crendo (inteira certeza de fé) e sentindo (verdadeiro coração), mas não podemos entrar de qualquer maneira (HB 10:22). 

 Seis conselhos práticos para que você avance na adoração: 

 (1) Peça a Deus que revele os bloqueios que impedem você de manifestar seus sentimentos, de ser espontâneo e íntimo de Deus no momento da adoração. 

 (2) Quando em adoração você estiver apático, frio, indiferente, peça ao Espírito Santo que gere em seu coração sentimentos espirituais. (alegria, júbilo, contentamento, gratidão, quebrantamento). 

 (3) Comece a meditar naquilo que você canta enquanto adora, trazendo o seu coração para a adoração. 

 (4) Esqueça as pessoas ao lado, e não fique distraído, foque sua atenção em Deus e não tenha pressa para sair da presença de Deus. 

 (5) Não chegue atrasado ao culto para não perder o tempo de adoração. “quando nosso culto começa apenas 50% dos membros estão presentes; essa realidade passa a idéia de que o momento de adoração não é importante”. 

 (6) Obedeça aos comandos do ministro de adoração, porque ele está ali para ajudar você na adoração. 


 Por Pr. Oswaldo F Gomes - 20 de outubro de 2011



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