sexta-feira, 16 de novembro de 2012


Divertindo os bodes 

ou chamando 

as ovelhas?

por Mike Riccardi
Mike Riccardi
Mike Riccardi
Mas se o nosso evangelho está encoberto, para os que estão perecendo é que está encoberto. 2 coríntios 4.3
Em 2 Coríntios, Paulo escreve primeiramente para defender seu próprio apostolado contra determinados homens que ele, mais tarde, chamou de falsos apóstolos (2 Coríntios 11.13). Esses homens estavam ensinando que Paulo não era um apóstolo de verdade e estavam dirigindo muitos ataques contra seu caráter e seu ministério, ao ponto que os Coríntios começaram a duvidar de Paulo e, ainda, duvidar do evangelho que ele pregava.
Por exemplo, esses falsos apóstolos acusaram-no de estar sob o juízo de Deus por causa de seus constantes sofrimentos. O pensamento era que, se Paulo foi realmente mandado por Cristo, ele não enfrentaria tal oposição e confusão, mas, ao contrário, Deus o abençoaria. Assim, em 2 Coríntios 1.3-11, Paulo defende-se dizendo que seus sofrimentos pelo Evangelho são, na verdade, uma marca do favor de Deus. Longe de desacreditá-lo como um apóstolo, sofrimentos são um distintivo de sua autenticidade como um ministro de Cristo. Eles também o acusaram de indeciso, e de “propor um acordo com a carne” (2 Coríntios 1.17) por ele ter mudado seus planos de ir a Corinto. Então, em 2 Coríntios 1.15-22, ele se defende dizendo aos Coríntios que sua palavra não é sim ou não, mas sim, bem como todas as promessas de Deus são sim em Cristo. Outra acusação era que ele não tinha credenciais – uma espécie de apóstolo que chegou tardiamente, não fazia parte dos doze originais. Então, em 2 Coríntios 3.2, ele pergunta aos Coríntios: “Precisamos de carta de recomendação para vocês? Vocês são nossa carta de recomendação. O fato de vocês conhecerem Cristo por causa do evangelho que nós pregamos a vocês é evidência de nossa autenticidade”.
No capítulo 4, descobrimos que outra acusação era que sua mensagem era confusa. E isso era uma acusação substancial, porque a cultura de Corinto louvava a sabedoria humana, a inteligência de discursar e a oratória persuasiva. Eles tinham em alta consideração aqueles que eram hábeis na retórica e oratória, e menosprezavam aqueles que não eram. Assim, esses homens estavam dizendo: “Ei, olhe, Paulo, apenas algumas poucas pessoas estão acreditando em sua mensagem. Se fosse verdade, e você fosse realmente enviado por Cristo, mais pessoas acreditariam!”.
Parece um pouco como os dias de hoje, não é? “Se Deus realmente estivesse te abençoando, você teria mais pessoas em sua igreja! Se você realmente tivesse uma doutrina sólida – e se doutrina fosse realmente importante – mais pessoas acreditariam!”.

O propósito da Igreja definido pelo propósito de Deus

O que há de tão interessante para mim é como a resposta extremamente instrutiva de Paulo a essa acusação é de como a Igreja pode ser testemunha fiel de Cristo em nossas várias esferas da vida. Ele fala aos falsos apóstolos: vocês não entendem a doutrina da eleição. Pode ser que nosso evangelho seja encoberto – isto é, certamente: há muitos que não crêem em nossa mensagem – mas nosso evangelho é encoberto apenas para aqueles que estão perecendo.
Ele diz algo parecido em 2 Coríntios 2.14-16: “porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância de vida”. Paulo faz uma ligação entre a pregação do evangelho e o exalar de um aroma que encontra seu caminho nas narinas de todas as pessoas.  E entre aqueles que escutam o evangelho, há dois tipos de pessoas: (a) aqueles que estão sendo salvos e (b) aqueles que estão perecendo; (a) aqueles que Deus escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, e (b) aqueles que Deus não escolheu.
A mensagem da cruz é loucura para “os que estão perecendo”, mas para “aqueles estão sendo salvos” – os chamados (1 Coríntios 1.24) – é o poder de Deus para a salvação (1 Coríntios 1.18). Assim, quando o eleito de Deus tem a fragrância do Evangelho, é para ele um aroma de vida que leva à vida. Mas quando o não eleito a escuta, é um aroma de morte que leva à morte, porque a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo.
O próprio Cristo disse a mesma coisa aos judeus em João 10.26-27. Ele disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e eu dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer. Mas vocês não acreditam porquenão são minhas ovelhas”.  Entenda isso. Não é: “Vocês não são minhas ovelhas porque não crêem”, mas “vocês não acreditam porque não são das minhas ovelhas. Vocês não são aqueles que o Pai me deu” (cf. João 6.37,39).
Então a defesa de Paulo contra a acusação de que pessoas não o suficiente estão crendo em sua mensagem é simples: opropósito da Igreja no evangelismo – e em todas as facetas do ministério do Evangelho – é chamar as ovelhas de Cristo, não os bodes, para o rebanho. Vocês não devem esperar que os bodes creiam no evangelho; apenas as ovelhas escutem a voz do Pastor.

As Implicações

Considere as implicações que essa doutrina tem para nosso ministério do Evangelho – para a forma em que nós “praticamos igreja”. Se continuarmos a levar o Evangelho inalterado, bíblico, ao mundo, e eles continuarem a rejeitá-lo, não é sinal de fraqueza da mensagem. Nem mesmo necessariamente um sinal de fraqueza do mensageiro. Ao contrário, é o desenrolar do propósito de Deus de redimir um povo em particular: aquelas ovelhas que o Pai deu ao Filho.
Assim, se pregamos o Evangelho Bíblico aos nossos vizinhos e aos nossos colegas de trabalho e nossas comunidades com a paciência e compaixão de Jesus, e eles parecerem desinteressados, não devemos concluir que precisamos deixar crescer uma barbicha, começar a tocar rock secular, ter shows de luz, fazer esquetes e passar vídeos na igreja para atraí-los. A igreja não é chamada a entreter os bodes. Nossa tarefa é soar, quão claramente quanto pudermos, a voz do Pastor na mensagem do Evangelho e chamar suas ovelhas que conhecem essa voz para seu rebanho. O chamado da voz do Pastor é o meio pelo qual o rebanho de Cristo é trazido para dentro de seu aprisco.  Um estranho elas simplesmente não seguirão, mas fugirão dele, porque não conhecem a voz de estranhos. Então por que adotaríamos uma metodologia de ministério que não está de acordo com a voz do pastor na pregação de sua palavra? Por que implementaríamos algo mais – algo que a Escritura promete que não atrairá as ovelhas de Cristo, mas os bodes? Talvez seja porque falhamos em entender as implicações de 2 Coríntios 4.3.
Nosso evangelho é, de fato, encoberto para aqueles que estão perecendo.
Assim, um princípio para o ministério do Evangelho fiel que Paulo dá à Igreja de Cristo neste texto é: sucesso no ministério do evangelho é medido não por números, mas por fidelidade à mensagem. Portanto, naquilo que parecer uma temporada de falhas externas, devemos buscar não o que oferece maior apelo, o que irá preencher mais lugares, ou o que terá mais “influência”. Temos que perguntar: “entendemos o evangelho corretamente? Estamos pregando a mensagem que recebemos? Estamos soando a voz do Grande Pastor, ou a voz de um estranho?”.
Traduzido por Carla Ventura | iPródigo.com | Original aqui


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O que procurar 
em uma igreja? 



Clareza sobre o evangelho da 

graça.

- Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. 

- Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. 

- Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante.

- A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho. 

Pregação centralizada em Cristo.

- Talvez você esperasse que eu dissesse “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. 

- Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. 

- A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado. 

Adoração pública teologicamente informada. 

- Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? 

- Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. 

- Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar. 

Pessoas hospitaleiras. 

- Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. 

- O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando. 

Disciplina da igreja. 

- A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. 

- A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça. 

Compaixão para com os pobres. 

- 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. 

- Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10). 

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É um teste da fé cristã autêntica 
que a igreja se preocupe com os pobres 

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Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal. 

-  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. 

- Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos. 


por R. W. Glenn

Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com | 




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AS SETE MENSAGENS 
DE JESUS NA CRUZ 



1) PAI, PERDOA-LHES PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM (Lc 23:34). 

- Esta é a mensagem do perdão. 

- É a voz do sumo Sacerdote perante o Altar de Deus oferecendo-se a Si mesmo em sacrifício. 

- É o momento que Jesus se impôs como o Grande intercessor – o oferecimento do grande sacrifício por nós. 

- Esta foi a oração feita por Jesus, rogando perdão para os seus inimigos. 

- Este é o preço do Calvário: implora o nosso perdão; chora por nós e conosco; pede que o Pai nos perdoe, porque não sabemos o que fazemos. 

- Nesta prece de Jesus, não há apenas intercessão, há mais do que isto; há uma demonstração do Seu amor e do nosso dever. 

- Este apelo de Jesus revela a grandiosidade do seu amor que é imensurável e incondicional.

 Jesus é o único Mediador entre nós e Deus. Devemos sempre perdoar, porque Ele nos perdoou primeiro. 

2) HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO NO PARAISO (Lc 23:43). 

- Esta é a mensagem da salvação. É uma promessa de Cristo ao assaltante arrependido. 

- Apesar de indigno, cheio de pecado, ele, que há um momento atrás blasfemava contra o Senhor, volta-se para Jesus. 

- O que lhe deu esperança? – A grandiosidade do amor de Deus revelado em Cristo no Calvário. 

- Jesus olha para ele, responde ao seu pedido como Deus o faria, porque Jesus é Deus! 

“Hoje estarás comigo no paraíso”. Jesus é a nossa Salvação, só Ele nos concede a vida eterna. <! 

3) MULHER, EIS AI TEU FILHO; FILHO, EIS AI SUA MÃE (Jo 19;26-27). 

- Esta é a mensagem da família, mensagem da entrega. 

- A entrega de sua mãe aos cuidados do discípulo amado. 

- Esta é uma nova agonia de Jesus: a lembrança do lar. Maria permanecia diante da cruz. Ficou ali parada, muda, olhando aquele amor, que era maior do que se podia compreender. 

- Mãe de coração quebrantado, que tem tristezas, provações em seu lar, separação, solidão. 

- João também olhou para Jesus e este lhe disse: “Eis ai tua mãe”

- João era seu amigo.

- Um amigo fiel, um amigo que sente, que entende, que ajuda, compreende e crê. Um amigo nunca abandona. 

- Um amigo ampara, é forte na morte, nunca trai, sempre perdoa.

- Jesus santificou a amizade em Sua Paixão. João era seu amigo de verdade. 

- Há amigo mais chegado do que um irmão. 

- Havia permanecido perto de Jesus e naquele último momento, quando Ele devia ser deixado só, deu a João, num amor altruísta – a benção mais preciosa que Ele tivera nesse mundo – sua mãe. 

4) DEUS MEU, DEUS MEU, PORQUE ME DESAMPARASTE? (Mt 27:46; Mc 15:34). 

- Esta é a mensagem da oração, do clamor. 

- Pouco antes de Sua morte, houve o clamor de desamparo, de solidão, de deserto, de dor. O horror pela escuridão cai sobre eles. 

- Há silêncio ao redor da cruz, exceto o ruído do Precioso sangue pingando da cruz em resgate da humanidade, o sangue-vida de Deus em Cristo, está caindo no chão. 

- Este é o único som que se houve ao redor da cruz. E eis que dali sai uma voz, como um murmúrio pelo silêncio de Deus. Não é um grito de misericórdia, não é um grito de dor; mas é um grito cheio de angústia. 

- Aqui Jesus fala como homem. Falando como homem, nenhuma gota de sofrimento lhe é poupada. 

- Ouça este grito de angústia e lembre-se que nunca um grito de dor ou de agonia sai de você, sem que encontre eco no coração de Deus. 

- Naquele momento de escuridão, com as nuvens e a obscuridade ao redor Dele, Jesus estava experimentando as agonias do inferno – a separação de Deus. 

– Não ter Deus por perto, não falar com Ele, não sentir Sua presença, não ser capaz de chamá-lo, eis a conseqüência do pecado. 

- Jesus, para que pudéssemos ganhar a salvação, e nos arrebatar dos tormentos do inferno, arremessou-se na escuridão onde Ele foi esquecido, para que nós nunca o fôssemos por Deus. 

5) TENHO SÊDE (Jo 19:28). 

- Esta é a mensagem da necessidade. 

- É o grito de angústia física. Este pedido de Jesus foi seu primeiro grito de dor física. 

- A dor é a coisa mais profunda que conhecemos nesta vida. Todos nós a experimentamos, mais cedo ou mais tarde. 

- Saber que Deus pode sentir os sofrimentos da dor, é saber que o maior de todos se une ao menor, é saber que o Altíssimo se inclina ao mais baixo, é saber que Deus ama o homem. 

- O fim está chegando! 

- O pobre doente vira, abre os olhos e diz fracamente: “Tenho sede! Tenho muita sede!” - Seu pobre corpo estava fraco e abatido. 

- Tenho sede, sede causada pela febre, pelas dores cruciantes, Seus lábios estavam totalmente ressequidos. 

- Era não só a sede de água, mas também sede de alma, sede da salvação dos pecadores. 

- A sede da alma piedosa de Jesus, não pôde ser saciada a não ser com lágrimas das nossas almas arrependidas. 

- Nós fomos feitos para saciar a Sua sede, para atender aos Seus rogos.  

6) ESTÁ CONSUMADO (Jo 19:30).

-  Esta é a mensagem da vitória, da Obra completada.

- É o grito de vitória por Ter obedecido até a morte, e morte de cruz. Combateu o bom combate e completou a carreira. 

-Esta é a mensagem da fidelidade, da obediência.

- A última cena da vida do Senhor Jesus está perante nós. 

- Chegamos ao fim, quando o Senhor Jesus murmura as últimas palavras sacrificiais: “Está Consumado!” A profecia está consumada. A Obra está consumada. A verdade está consumada. O exemplo é consumado! 

- O caráter perfeito, a união da ternura e da força são coroados pela perseverança. 

- A batalha está consumada. A vitória está ganha. A Igreja está consumada. O Corpo de Jesus está edificado. A redenção está consumada. Os sofrimentos do Mestre chegaram ao fim. 

7) PAI, EM TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO (Lc 23:44-48). 

- Esta é a mensagem da comunhão. É o grito de resignação. 

- A Obra Sacerdotal já estava consumada. Jesus, o Homem, termina finalmente Sua carreira de tristeza. 

- A alma humana estava deixando o corpo. 
- Os rostos pálidos olham além da escuridão, mas os lábios não nos falam e não nos contam nada a respeito daquele mistério. 

- Mas há uma voz que soa além-túmulo, uma voz de poder e de amor, a voz Daquele que venceu a morte, a mesma voz que disse naquele dia do Calvário – “Nas Tuas mãos entrego o Meu espírito”. 

- A morte de Jesus é a revelação desta última compaixão. O mistério da morte de Jesus é o mistério de Seu excessivo amor. 

- O mistério da morte de Jesus é o mistério da compaixão humana. Isto tudo é a revelação da resignação à vontade de Deus. 

 Que com estas sete mensagens de Jesus na cruz, você possa tirar grandes lições para aplicar em sua vida. Amém! 



 Publicado (By Bispo Hermes da Gama)



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CINCO PROPÓSITOS 
DE DEUS PARA 
A SUA VIDA! 



 1) VOCÊ FOI PLANEJADO PARA AGRADAR A DEUS, (Is. 61:3). 

-  Você existe para benefício, glória, propósito e prazer de Deus. 

- Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração. 

- Quando adoramos, nosso objetivo é agradar a Deus, não a nós mesmos. 

- Nossa motivação é glorificar e agradar ao nosso Criador. 

 2) VOCÊ FOI FORMADO PARA FAZER PARTE DA FAMÍLIA DE DEUS, (Jo. 15:5). 

-  Toda a Bíblia é a história de Deus formando uma família que irá amá-lo, honrá-lo e reinar com Ele para sempre. 

- A família de Deus inclui todos aqueles que crêem, todos os crentes do passado, do presente e do futuro. 

- Todos são filhos de Deus mediante a féem Cristo Jesus.

- Sua família espiritual é ainda mais importante que sua família física, porque durará para sempre. 

- Ser incluído na família de Deus é a maior honra e o maior privilégio que se pode receber. 

 3) VOCÊ FOI CRIADO PARA SE TORNAR SEMELHANTE A CRISTO, (Col. 2:7). 

- Em toda a criação, somente o homem foi feito “à imagem de Deus”. Jesus é a imagem de Deus. Ele quer que você cresça espiritualmente e se torne semelhante a Cristo. 

- Deus nos dá o nosso tempo na terra para construirmos e fortalecermos nosso caráter para o céu. É tarefa do Espírito Santo produzir um caráter semelhante ao de Cristo em você. 

- Deus está muito mais interessado no que você é do que no que você faz. 

- Deus se preocupa muito mais com seu caráter do que com sua carreira, porque você levará o caráter para a eternidade, mas não a carreira. 

 4) VOCÊ FOI MOLDADO PARA SERVIR A DEUS, (I Co. 3:5-6). 

-  Deus cuidadosamente molda você para o Seu propósito. 

- Você foi posto neste planeta para uma missão especial. 

- Você foi criado para servir a Deus. No Reino de Deus você tem um lugar, um propósito, um papel e uma função a cumprir. 

- Pela salvação em Cristo Jesus, nosso passado foi perdoado, nosso presente faz sentido e nosso futuro é seguro. 

- Somos salvos para servir. Ele nos deixa aqui para cumprir seus propósitos. 

- Você foi criado, salvo e chamado para servir a Deus. Todo cristão é chamado para servir. 

- Quanto do seu tempo vem sendo utilizado a serviço de Deus? 

- Se você não está servindo, está apenas existindo. É através do servir a Deus que descobrimos o significado da vida. 

- Deus quer trabalhar, fazer as coisas por meio de você. Qual é a sua desculpa? 

- Abraão era velho, Jacó era inseguro, Lia era sem atrativos, José foi maltratado, Moisés gaguejava, Gideão era pobre, Sansão era co-dependente, Raabe era imoral, Davi teve uma amante e todo tipo de problema familiar, Elias tinha tendências suicidas, Jeremias era depressivo, Jonas era relutante, Noemi era viúva, João Batista era excêntrico para dizer o mínimo, Pedro era impulsivo e temperamental, Marta se preocupava demais, a mulher samaritana teve vários casamentos fracassados, Zaquel era indesejado, Tomé tinha dúvidas, Paulo tinha saúde fraca e Timóteo era tímido. 

- Aí está uma boa variedade de desajustes, mas Deus usou cada um deles a Seu serviço. 

- Ele também usará você, se deixar de dar desculpas. 

- Eles ERAM, mas tiveram o caráter transformado pelo Senhor e se tornaram vasos de bênçãos nas mãos de Deus. 

 5) VOCÊ FOI FEITO PARA UMA MISSÃO, (Pv. 11:30). 

-  Deus quer que você cumpra a sua missão. 

- Ser cristão inclui ser enviado ao mundo como representante de Jesus Cristo. 

- Jesus disse: “Assim como o Pai me enviou, Eu os envio”. 

- A missão de Jesus na terra agora é nossa missão. 

- Que missão é essa? Apresentar Deus às pessoas! Somos mensageiros de Deus e espalhamos as boas-novas de Seu amor e de Seus propósitos para o mundo. 

- Sua missão é uma continuação da missão de Jesus sobre a terra. O valor de sua missão é a eternidade. 

- Tudo nesse mundo é passageiro, só Deus é eterno e o Reino que Ele estabeleceu para os seus. 

Quanto lhe custará cumprir sua missão? 



 (Esboço extraído do livro “Uma vida com propósitos” de Rich Warren)/ Birpo Hermes da Gama



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