quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Evangelho da 
Prosperidade x Mídia 

 Texto: Atos 17.11-13 

 I.) O que é o Evangelho da Prosperidade 

- Está firmado em um tripé: o cristão não deve aceitar doenças, sofrimento e nem pobreza. Se há algum tipo de enfermidade, sofrimento ou pobreza é por falta de fé ou por algum pecado existente. 

- Deus passa a ser nosso servo e nós passamos a ser os senhores! 

Exemplo da “oração” do Filho Pródigo! 

- Palavras que passaram a fazer parte do vocabulário dos crentes: reivindicar, determinar. 

- O que o movimento da confissão positiva tem a nos ensinar de positivo? Orar com fé, orar crendo nas promessas de Deus, ter uma mente positiva, evitando assim o pessimismo (Paulo Romeiro). 

- Divulgadores do Evangelho da Prosperidade mais conhecidos no Brasil: Kenneth Hagin, Benny Hinn, Jorge Tadeu, R. R. Soares, Valnice Milhomens, Miguel Ângelo (segundo P. Romeiro). Poderíamos incluir aqui igrejas neo-pentecostais como Universal, Graça, Mundial, Renascer e seus respectivos líderes. 

- Deveríamos confrontar o ensino destas pessoas? O que o apóstolo Paulo, um ardoroso defensor da sã doutrina, faria se estivesse vendo e ouvindo esta confusão doutrinária? Ver Fp 3.1,2; Gl 1.6-9. 

 II.) O Evangelho da Prosperidade à Luz da Bíblia 

- Brado da Reforma Protestante: sola Scriptura (somente a Escritura). 

- Os cristãos tinham que ter algo que normatizasse as questões de fé. Por isso, cremos que Deus nos deu as Sagradas Escrituras. 

- Questão Enfermidades: 

- Cremos no poder de Deus para curar, oramos por cura divina. Somos contra os abusos. 

- Pergunta: Deus cura todas as pessoas, de todas as enfermidades ou todos os lugares? 

- A experiência mostra que não. Por que? Somente por falta de fé e pecado? 

- A fé é um elemento importante na cura; Algumas enfermidades podem ser conseqüências de pecados; todavia, não deve haver espaço para a soberania de Deus? 

- Eliseu morreu em conseqüência de sua enfermidade. Será que ele não tinha fé ou estava em pecado? Muito pelo contrário. Soldado morto, após ser colocado na sepultura de Eliseu, tocou em seus ossos e ressuscitou (2 Rs 13.14-21). 

- Exemplo de Jó. Ele estava em pecado ou não tinha fé suficiente? O próprio Deus dá testemunho da integridade de Jó. 

- A verdadeira fé se revela nas horas de sofrimento e dor. É muito fácil se dizer que se tem fé para ser curado. Mas e se Deus, em sua soberania, não quiser curar, manteremos a nossa confissão de fé? 

- Há muitas pessoas que estão dispostas a crer em Deus em troca de um belo carro, mansão e outros bens materiais (e saúde perfeita). Poucas estão dispostas a crer nele em meio às adversidades (P. Romeiro). 

- Paulo aconselhou Timóteo a tomar um pouco de vinho por causa de suas constantes enfermidades (1 Tm 5.23). Paulo informa ter deixado Trófimo doente em Mileto (2 Tm 4.20). Paulo fala de um problema pessoal, ou seja, o “espinho na carne” (2 Co 12.7-10). Será que Paulo, Timóteo e Trófimo estavam sem fé ou em pecado? Não haveria espaço para a soberania de Deus? Paulo não falou em confissão positiva a Timóteo, nem recomendou que confessasse, declarasse, decretasse, exigisse sua cura ou ignorasse os sintomas da enfermidade. 

- Orar submetendo a nossa vontade à vontade de Deus. Ver Mt 6.10; 26.42; Mc 14.36; 1 Jo 5.14. Se possível ler trecho das págs. 37 e 38 do livro “Super Crentes”. 

- Questão Pobreza: 

- Será que todo aquele que for pobre o é por estar fora da vontade de Deus, por falta de fé ou pecado? 

- Preocupação de Deus para com os pobres é clara nas Escrituras: Dt 15.11; Mc 14.7; 1 Co 11.22; Gl 2.10. 

- Quando Jesus foi apresentado no templo, seus pais levaram a oferta do pobre (Lc 2.24 com Lv 12.8). Lhes faltava fé, estavam em pecado ou debaixo de maldição? 

- Jesus pediu uma moeda para ilustrar uma resposta (Mc 12.14-16). Afirmou não ter onde reclinar a cabeça (Lc 9.58). 

- O que Pedro disse ao paralítico: “Não possuo nem prata e nem ouro …” (At 3.1-8). E o homem foi curado. Naturalmente Pedro e João não estavam debaixo de qualquer maldição, em pecado ou sem fé, só porque não tinham prata nem ouro. Eles tinham algo melhor, a graça e o poder de Deus. 

- O evangelho de Jesus Cristo não é acumulação de riquezas. O evangelho da prosperidade parece ser uma maneira de adaptar o evangelho de Jesus Cristo a uma mentalidade capitalista moderna. Ver ainda Mt 6.19-21, 24-34; Pv 15.27; Ec 5.10; 1 Tm 6.10. 

- Creio ser necessário ter muito mais fé para sofrer pelo evangelho do que para desfrutar de suas bênçãos … confissão positiva prepara seus adeptos para a prosperidade e se esquece de prepará-los para as adversidades da vida, que poderão vir, na maioria das vezes, de forma inesperada … Devemos buscar a Deus muito mais pelo que Ele é do que por aquilo que Ele pode nos dar (P. Romeiro). 

- Diferença entre adversidade e prosperidade. Ler declaração de C. Swindoll pág. 48 do “Super Crentes”. 

- Questão do Sofrimento: 

- O sofrimento serve para nos fazer amadurecer, nos treinar, nos burilar, nos aproximar de Deus. 

- C. S. Lewis: “O sofrimento é o mega-fone de Deus para despertar um mundo surdo … Deus sussurra em nossos prazeres, fala em nossa consciência, mas grita em nossos sofrimentos” 

- Deus usou o sofrimento para trabalhar nas vidas de José, Davi, Daniel, Paulo, etc. 

- P. Yancey fala sobre a dádiva da dor. Poderíamos falar também da dádiva do sofrimento. 

- Será que, à luz da Bíblia, é correto não aceitar o sofrimento? Não estou querendo dizer que você deva se acomodar a ele, mas buscar aprender aquilo que Deus quer nos ensinar em todo esse processo. Ver Rm 8.28; Jr 29.11. 

 III.) O Evangelho da Prosperidade na Mídia 

- Não sou contra que o evangelho seja pregado através das mídias existentes, todavia, a maior parte do que está na mídia não é o evangelho genuíno ensinado por Cristo e os apóstolos. 

- Mídia tem um foco que a dirige: o “IBOPE”, audiência. Programação da TV muda rapidamente. 

- Igreja e pregadores que estão na mídia são tentados a oferecer aquilo que dá “IBOPE”, que dá audiência, aquilo que as pessoas querem ouvir e não aquilo que Deus quer que seja pregado! 

- Ver 2 Tm 4.1-5; Jr 1.7,17. 

- “Pesca no aquário”. A maior parte dos programas de mídia estão visando mais atrair pessoas já crentes para suas igrejas do que buscar almas não convertidas. 

- Divulga-se mais o nome da igreja ou ministério do que o nome de Cristo! 

- Causa confusão na cabeça dos crentes. Cada um ensina uma coisa. 

- Apelação financeira: constroem-se “impérios”, estruturas que depois precisam ser sustentados. Aí, se apela para a boa fé das pessoas! 

- Está gerando uma geração de cristãos que começam a achar a igreja como algo dispensável: “Vou ser crente em casa mesmo”! 

 IV.) O Que Fazer Diante do Quadro Que se Nos Apresenta 

- Devemos estar abertos a mudanças (ex. do homem que não soltou a corda), desde que estas não alterem a essência da proclamação cristã. Não mudar a mensagem, mas a forma de transmitir a mensagem. Não a essência, mas o rótulo, a embalagem. 

- Não se pode querer trabalhar com os adolescentes e jovens hoje como há vários anos atrás! 

- Temos de entender que estamos na era da tecnologia. 

- Não podemos dar qualquer coisa ao nosso povo! Eles tem a Internet! 

- Devemos nos manter fiéis à pregação do genuíno evangelho de Jesus Cristo – 2 Tm 2.15; 3.10-15. 

- Devemos enfatizar e praticar o modelo bíblico de divulgação do evangelho: o discipulado (Mt 28.18-20). 

Discipular alguém significa caminhar junto, reproduzir Cristo na vida da pessoa que está sendo discipulada. Me parece que isso não se pode fazer através do relacionamento frio da mídia! 



AUTOR:  Pr. Ronaldo Guedes Beserra





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Conselho ao 
jovem cristão



 “Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos” (Tt 2.6). 

I. Ter um compromisso sério com Deus – Isto é fundamental para o jovem cristão. 

- O compromisso com Deus é demonstrado através da sua fé, da sua confiança no Senhor e do seu modo de viver. 

- A leitura constante da Bíblia, a vida de oração, o prazer pelos momentos de culto, o bom testemunho diante de Deus, da Igreja e do mundo, a obediência a Deus e à sua palavra, a fidelidade às doutrinas bíblicas, o respeito e obediência aos pais e superiores, “no Senhor” (Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). Tudo isso ilustra o alcance do compromisso que o jovem, deve ter com Deus. 

- Ele deve assumir e viver este compromisso com alegria, coragem, determinação e ousadia. É verdade que as barreiras são muitas, mas a Palavra diz: “maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1Jo 4.4). 

II. Ter cuidado com os amigos – Nunca ter como amigo íntimo alguém que não seja amigo de Deus (Pv 17.17). 

- Seguir o exemplo de Davi: “Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos” (Sl 119.63). Ler também Pv 13.20 e 1Co 15.33. 

III. Ser obediente aos pais ou responsáveis, no Senhor – Nenhum jovem deve sair de casa, para realizar qualquer tarefa, sem a bênção e aprovação dos pais. 

- Os pais têm o direito e o dever de participar das decisões importantes na vida dos filhos. 

- Os filhos que honram os pais serão honrados por Deus (Ex 20.12; Ef 6.1-3; Pv 10.1; 23.22). 

- Por outro lado, os pais ou responsáveis que não conhecem o Senhor podem não compreender as decisões de um jovem cristão comprometido nessas situações, o jovem deve ser prudente, paciente e confiar inteiramente na ação de Deus (1Pe 1.13), mas só obedecer “no Senhor” (Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). 

- Obedecer “no Senhor” é agir sempre de forma a agradá-lo. Os pais ou responsáveis não podem apoiar os filhos na prática de atos ímpios e pecaminosos. 

IV. Ter cuidado com os sentimentos – Ter cuidado com seus próprios sentimentos e com o das outras pessoas. 

- O jovem precisa reconhecer que tem valor próprio e também que cada jovem, que vê ao seu lado, tem virtudes que são únicas e valiosas. 

- Não zombar de ninguém, não fazer piadas e gracejos depreciativos com o fim de ridicularizar características e atitudes pessoais de qualquer pessoa. “Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31). 

V. Ser fiel cumpridor dos compromissos assumidos – Ser firme no cumprimento dos deveres é atitude que agrada e honra ao Deus que serve, como jovem cristão, além de ser uma postura de grande valor para a vida inteira. 

- É triste saber de jovens – ou de qualquer outra pessoa – que não gozam da confiança dos outros ao redor. 

- Ser honesto e sempre falar o que é verdadeiro (Ef 4.25, 28; Mt 5.37). 

VI.  Ser vigilante com suas palavras e hábitos – As palavras refletem o que está na alma (Mt 12.34). 

- Precisamos falar o que agrada ao Senhor. Expressões chulas e pornográficas, bem como palavras levianas e grosseiras não podem estar nos lábios do jovem cristão (Sl 141.3; Mt 12. 36-37; Cl 1.6). 

- Submeter seus hábitos à palavra de Deus. Levar em conta o bom-senso cristão. 

- O desejo do Senhor é que todos sejamos uma luz que reflita a sua Glória no mundo (Mt 5.16; 1Co 6.12; 10.23). 

VII. Ter um namoro que agrade a Deus – Namorar é natural, é normal, mas deve ser um ato agradável ao Senhor. 

- O namoro é uma experiência bonita, no entanto tem que ser coerente com os ensinos da palavra de Deus. 

- O período de namoro serve para inspirar afeto, carinho e respeito entre os namorados. 

- Por outro lado, longe da Palavra de Deus, o namoro pode resultar em decepção, vergonha e traumas para a vida toda. 

Observemos alguns princípios que agradam a Deus: 

 a) não namorar por lazer – Namorar não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante na construção de um relacionamento duradouro e feliz; 

 b) não namorar alguém que não serve ao Senhor (2Co 6.14-18) 

– Iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura, pode resultar em um casamento equivocado e muito perigoso. 

- É preciso cuidado até mesmo com as pessoas que freqüentam as igrejas, pois podem não ser verdadeiramente convertidas ou não levarem o relacionamento com Deus a sério. Tais pessoas podem, na verdade, serem lobos devoradores; 

 c) impor limites no relacionamento – O namoro “moderno”, seguindo o padrão dos incrédulos, está deformado. 

- Neste, a intimidade sexual ou as práticas que levam a uma intimidade crescente, são normais. Mas o namoro do cristão não pode ser assim. 

- O aconchego é prejudicial, pois pode levar ao “abrasamento” (virar brasa; muito quente). 

- É muito difícil que os jovens namorados “abrasados” não terminem por chegar ao ato sexual, coisa que é pecado sério diante de Deus. 

=> Lembre-se: o sexo é bênção de Deus para os casados. Fora do casamento, as práticas sexuais são fontes de impureza, vergonha, pecado e colheitas desagradáveis. Trazem muitos danos; 

 d) adotar práticas devocionais no namoro – O jovem deve: conversar com Deus sobre sua vida, orar, ler a Bíblia, freqüentar os cultos e reuniões da Igreja. 

- Muitos jovens, quando começam a namorar, param de ir à igreja, se afastam, se isolam dos irmãos na fé. O namoro cristão não pode ser assim; 

 e) namorar com dignidade e respeito – No namoro equilibrado prevalece o tratamento recíproco de dignidade, respeito, fidelidade e valorização do outro. 

- A bendita Palavra de Deus, diz: “O amor não trata com leviandade” (1 Co 13.4). 

- Se alguém se demonstrar leviano para com você, fuja! Além de não te amar, vai te causar danos.

 f) esperar o tempo certo e a pessoa certa para namorar e casar 

– Qual seria o tempo certo para namorar e casar? O tempo certo é o da maturidade. É quando há maturidade física e mental (ou psicológica), para assumir os compromissos com responsabilidade. 

- Jovens muito novos são, potencialmente, imaturos para o namoro. Os pais ou responsáveis não deviam estimular ou tratar com naturalidade os casos de precocidade no interesse de jovens – ainda crianças – pelo namoro. Por outro lado, cada jovem (ou cada solteiro) precisa esperar encontrar a pessoa certa para o namoro e casamento. 

- Não basta ser cristão e agradar à vista. É preciso que Deus confirme essa aproximação e amizade. 

- Também não é certo alimentar um sentimento de aflição e ansiedade pela demora em encontrar uma companhia para o namoro e, conseqüentemente, para o casamento, mas, sim, procurar confiar e esperar em Deus! (Sl 84.11). 

 g) Não desprezar as orientações do seu pastor 

– Conversar sempre com o pastor sobre seus planos, é fator importantíssimo para a vida do jovem. 

- Ele é ministro de Deus e foi constituído para orientar o povo de Deus, segundo os princípios da Bíblia Sagrada e do bom-senso cristão. 

- É uma perda quando o pastor da Igreja não tem conhecimento dos planos, das dúvidas, das expectativas, das decisões, das experiências, dos namoros, relacionados aos jovens do seu rebanho. 

- Os pais cristãos, por sua vez, devem recomendar que os filhos procurem o pastor sobre seus problemas (Hb 13.17), sem abrir mão do seu dever de orientar os filhos no caminho do Senhor (Ef 6.4). 

 Finalmente, o jovem cristão deve ser forte sempre, não desprezar a lei de Deus, não desistir da certeza de que Deus tem o melhor plano para sua vida, esperar nele com confiança e paciência. 

- Guardar no coração a Palavra do Senhor, que diz: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o (observando o seu caminho) segundo a tua palavra” (Sl 119.9). 




Fonte: http://www.ipjc.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=633:conselho-ao-jovem-cristao&catid=44:palavra-do-pastor&Itemid=13



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O REFLEXO DA 
GLÓRIA DE DEUS 

-  Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. (II Coríntios 3:18) 

-  É preciso compreender um pouco o que significa de fato um espelho no contexto bíblico 

Este termo aparece três vezes - 

·I CORINTIOS (cap. 13)· 12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. 

·TIAGO (cap. 1)· 23 Pois se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante a um homem que contempla no espelho o seu rosto natural; 

- E o texto de hoje 
 É preciso entender que um espelho nos tempos bíblicos não é como um espelho nos dias de hoje Espelhos naquele tempo eram raros e feitos de bronze polido 

- Então não refletia uma imagem muito nítida 

- Outro aspecto de um espelho é que ele sempre reflete ao contrário 

 O que o texto quer nos dizer então: 

 1. Se alguém quer se ver no espelho não adianta ir com o rosto encoberto 

- Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus. 

 O que pode ficar entre nós e o Senhor? 

 * Preconceito – Deus é livre para agir da maneira que quiser e não da maneira que eu quiser – Ele é soberano – Ele pode fazer o que quiser e quando quiser sem me perguntar nada, Ele diz: Eu sou Deus; também de hoje em diante, eu o sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?(Is. 43.13) 

 - Penso que muitas vezes Deus não age mais porque nos não queremos sair da caixinha 

* Tradicionalismo 
- Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura. (Gálatas 6:15) 

 - O tradicionalismo está intimamente ligado ao preconceito - Mas é mais terrível que este 

 - O tradicionalismo, ou a religiosidade impedem o agir de Deus também porque não será da maneira descrita por aquilo que estou acostumado. 

 - Minha religião é assim. 

 - O culto tem que começar com um hino, ter mais dois depois, os avisos, etc... 

 * Frieza Espiritual 
(Apocalipse 3:16 à Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca

 * Pecado 
(Isaías 59:2 à Porque as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades

* Incredulidade - Vede, irmãos, que nunca se ache em qualquer de vós um perverso coração de incredulidade, para se apartar do Deus vivo (Hb 3.12) 

- Mas tenho uma boa notícia – Jesus Rasgou o véu e temos livre aceso a Ele para nos desfazermos destas coisas - Agora a Glória de Deus pode estar novamente sobre nossa vida - Imperfeita, é claro, por isso Paulo fala que é como um espelho (de bronze) 

- O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo - Nós só temos que desfrutar 

 2. Sou um reflexo da Glória de Deus, então devo estar limpo Estória da janela suja 

 - O salmista diz: quem entrará no teu santuário? – Quem tem as mãos limpas (Sl. 24:4) 

- Não devemos olhar somente para os outros, mas para nós mesmos 

- Paulo mesmo falou que dentre os pecadores ele era o maior 

- Possamos nós também pensar da mesma forma 

- Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos purificar as nossas vidas à Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto (Sl. 51:10) 

 3. Sou um reflexo da Glória de Deus, então devo estar bem posicionado 

- Obviamente, se você quer ser refletido no espelho deve estar em frente ao espelho 

- Isto implica em estarmos de acordo coma vontade de Deus, no lugar certo

 - Quer saber o local onde deve estar, peça ao Senhor 

- Se não estiver em sintonia com Deus, irei refletir outras imagens 

- Só é possível refletir a Glória de Cristo direcionando o olhar para Jesus, autor e consumador de toda a fé (Hb 12:2) 

- Quanto mais olharmos pra Jesus, mais refletiremos sua glória 

- Estar na presença de Jesus nos faz ter mais vontade de estar com Ele Concluindo 

 - Não sou Jesus, sou apenas um reflexo dEle (Orgulho) 

- Tenho então que reconhecer minhas fraquezas 

 - Mas sou um reflexo dEle, isto significa que sou muito mais que um nada 

- O espelho é o local onde refletimos a glória de Cristo - SE quero refletir, tenho que saber o plano de Deus 

- Confiemos no Senhor e não em nós mesmos Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! Jeremias 17:5 . 



AUTOR:  Sidinei Egon Simon - Adaptado


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