quinta-feira, 6 de setembro de 2012

COMO NOSSA 
VISÃO DE DEUS 
AFETA NOSSA 
ADORAÇÃO 


TEXTO BÍBLICO: Atos 2:42-47 

INTRODUÇÃO 

- Não há como fugir des­te fato: “A visão que tiver­mos de Deus, fatalmente afetará as nossas atitudes de Adoração”! 

- Consideran­do que “Adorar” é “prestar culto”, como poderemos cultuar um Deus que desconhecemos ou então, que conhecemos com uma visão errada? 

- Vamos observar alguns conceitos errados sobre quem é e como age o Senhor; concei­tos que podem ser conscientes ou não, mas que afetam a muitas pessoas negativamente, dificul­tando o seu relacionamento e sua Adoração a Deus. 

1. VISÕES ERRADAS SOBRE DEUS 

- J. B. Phillips, no seu livro “Seu Deus é Pe­queno Demais” (também editado anteriormen­te, com o nome “Deus e deuses", Ed. Mundo Cristão, pp. 9 a 50), nos mostra esta realidade, denunciando os conceitos inadequados que muitos têm sobre o Senhor. 

- Este fato tem gera­do como conseqüência, a decepção com Deus, enfraquecimento da fé e em alguns casos, um distanciamento cada vez maior do Senhor. 

- Adaptamos aqui, alguns dos exemplos ali cita­dos: 

O policial Onipresente - são pessoas que transformam a sua própria consciência, em Deus. 

- Muitas vezes, são demasiadamente seve­ras consigo mesmas e acham que Deus também deve ter a mesma imagem “impiedosa”. 

- E a vi­são de um Senhor “massacrante”, que não usa de misericórdia e compreensão diante dos er­ros, mas sim o juízo, que é utilizado sempre con­tra o faltoso. Tal pai, tal Deus - fazem uma trans­ferência da imagem paterna. 

- Caso seu rela­cionamento com a figura paterna é, ou tenha sido bom, o Senhor é tratado como uma pessoa “maravilhosa”. Mas se o relacionamento é ou foi um “desastre”, imediatamente é feita uma comparação com Deus, que passa a ser encara­do com dificuldade. 

O idoso antiquado - pessoas que tra­tam a Deus com muito respeito (como tratam as pessoas idosas), por tudo o que Ele fez aos nos­sos antepassados. 

- Mas acham que dificilmente conseguiriam se adaptar às correrias e compli­cações do mundo e dos problemas da atualida­de. E como se dissessem : “Deus agiu fortemen­te no passado, mas hoje Ele está enfraquecido”. 

O manso e suave - essa é a imagem que alguns têm de Deus : bonzinho, calmo, que jamais fala algo que os outros não vão gostar. 

- Talvez uma boa imagem fosse a do “Papai Noel”: uma pessoa simpática para todos os que se aproximam. 

- Na verdade, Deus nem sempre é “manso e suave” e quando precisa falar o que é certo, Ele fala, mesmo que as pessoas não gos­tem. 

- Deus é amor, cheio de bondade e miseri­córdia, mas também é JUSTO! (Rm I 1:22). 

O Deus dos 100% - crêem que o Se­nhor quer de nós “perfeição absoluta”. 

- Agem como se Deus não ouvisse suas súplicas e clamores, enquanto não estiverem “ 100% certinhos” diante do Senhor. 

- Deus é na verdade a Perfeição absoluta, mas Ele não é um “perfeccionista doentio”, que não conheça as falhas do ser humano. Ele ama e está disposto a socorrer àquele que O busca, sinceramente ar­rependido pelos pecados cometidos. 

O Deus do escapismo - é o indivíduo que busca a Deus somente para escapar dos pro­blemas. 

- “Usa” o Senhor como uma desculpa para não cumprir suas responsabilidades diante das dificuldades. 

- Escondem-se nesta atitude, até que passem os perigos. O Senhor certamente é o nosso “refúgio seguro” na hora da angústia. Mas não podemos “usar” a Deus como “fuga”, para não fazer a nossa parte diante dos proble­mas. 

O Deus capturado - são pessoas que agem, como se Deus só pudesse se manifes­tar com intensidade através da sua comuni­dade. 

- E como se estas pessoas houvessem “cap­turado Deus" entre as 4 paredes de sua igreja, achando que só eles são objetos do Seu amor. 

- Na verdade estes indivíduos praticam o “igrejismo”, ao invés do cristianismo bíblico. 

O Deus Diretor-Presidente - estes, consideram o Senhor como Aquele que é “gran­de demais” e “ocupado demais” para se impor­tar com pequenos problemas como os deles. 

- Geralmente são pessoas que acabam se distan­ciando de Deus, devido a essa postura de achar que Ele não irá atendê-los em suas dificuldades. 

- Embora Deus seja o Senhor do Universo, Ele está interessado em nós ! Por isso, enviou Jesus para ser o Caminho de reaproximação entre o homem e Deus. 

O Deus “de segunda-mão” - o co­nhecimento que essas pessoas têm de Deus mui­tas vezes não é o fruto de uma experiência pes­soal, mas sim resultado do que ouvem de outras pessoas. 

- Crescem em um ambiente, onde a fé se desenvolve de uma determinada forma, e dizem: “Eu creio dessa forma, porque a minha família crê assim”. Mas a amizade com Deus, exige uma busca pessoal. 

- O testemunho de outras pesso­as é muito edificante, mas só terá real efeito quan­do a experiência relatada nos motivar a estar­mos diante do Senhor, vivenciando nossas pró­prias experiências com Ele. 

O Deus “da decepção” - alguns crê­em que o Senhor é o culpado por uma decep­ção, ou uma oração não respondida, ou respon­sável por uma tragédia imerecida. 

- Tratam a Deus como um “desmancha-prazeres”. Muitas decep­ções do passado podem ser inexplicáveis. No entanto, grande parte delas quando analisadas friamente, têm como maiores responsáveis os seres humanos. Mas, como um “mecanismo de defesa”, lançam a culpa no Criador. 

- Tantas são as vezes que Deus nos consola, protege, livra e conforta … 

- Devemos fugir da ingratidão. Não podemos esquecer o quanto o Senhor já fez por nós. 

O Deus “Negativo” - pessoas que têm um “masoquismo espiritual”, achando que Deus não lhes permitirá serem expansivos, alegres e bem sucedidos. 

- Tornam-se pessoas isoladas, sé­rias, rígidas consigo e com os outros, com fei­ções tensas e com grandes dificuldades de ga­nhar almas para Cristo, pois dificilmente esta postura transmitiria a “verdadeira alegria da Boa Nova do Evangelho”. 

- Quem age de ma­neira tão negativa, deveria lembrar de um dos menores e mais completos versículos da Bíblia: 2 Ts 5:16 “Alegrem-se sempre”. 

Imagem Projetada - enxergam Deus através da imagem que têm de si próprios. 

- Quan­do estão de “bom humor” e com a auto-estima em alta, acham que “Deus é maravilhoso e fan­tástico”. 

- Caso estejam num dia difícil e com bai­xa auto-estima, esbravejam contra Deus, dizen­do que “Ele é o culpado pelas desgraças do mundo” etc. 

- Sua imaturidade é perigosa, pois sua atitude pode desencaminhar a muitos, prin­cipalmente os que são novos na fé em Jesus. 

O Deus “da barganha” - são pesso­as que esperam “negociar” com Deus. 

- Só obe­decem a Ele se lhes fizer algo que desejam. Não percebem o ridículo de estarem querendo “ven­der a Deus” a sua fidelidade, ou o seu trabalho, ou seu louvor, em troca de benefícios que Ele possa conceder. 

- O Senhor “sonda e conhece” o íntimo do coração do homem e sabe detectar suas verdadeiras intenções (SI 139:1 -4). 

2. CONHECENDO VERDADEIRAMENTE A DEUS 

- Quando temos uma visão deturpada sobre Deus, nossa adoração será distorcida. 

- Precisa­mos conhecer Sua natureza e caráter, para adorá-Lo de maneira mais significativa. 

- Ralph Martin, em “Adoração na Igreja Primitiva” (Ed. Vida Nova), mostra que os princípios fundamen­tais da Adoração bíblica, começam na doutrina sobre “Quem é Deus”. 

- Ele resume esta doutrina em 3 pontos principais: Deus Existe: Seu Caráter Foi Re­velado. Foi o próprio Deus, quem decidiu revelar Seu caráter e Sua natureza. Ele o fez como mani­festação de Sua Graça, levantando homens que foram inspirados por Ele, para escreverem as páginas da Bíblia. Ela é a base segura, que deter­mina o conhecimento do Senhor. 

- Algumas “facetas principais” desta auto-revelação atra­vés da Bíblia, são: Ele é majestoso em Sua santidade: A santidade de Deus, que nos inspira a um reve­rente temor, é uma instrução que percorre toda a Bíblia. 

- Nossa aproximação diante dEle será feita na consciência de nossa fraqueza e da ne­cessidade da Sua graça e perdão (Hb 12:28-29). 

- Ele é Todo-poderoso, mas também Todo-gracioso: O mesmo Senhor que é o Cria­dor de tudo o que há, decidiu ser o Deus de toda a graça (I Pe 5:10). 

- Ele assegura o acesso diante do Seu Trono, a todo o que tem a Jesus como o Senhor de sua vida (Hb 10:19-22). 

- Ele é o único Deus: deve ser adorado com exclusividade. A idolatria é um crime con­tra Deus, por tentar dar a Sua glória a qualquer coisa ou pessoa que pretende ser, mas nunca será Deus. (Êx 20:3-5; Is 42:8). 

- Deus dá: Suas dádivas são graciosas. Sabe por que devemos adorar a Deus? 

- Porque desejamos dar-lhe nossas ações de gra­ças, por tantas dádivas que nos ofereceu. Tg.1:17 revela que “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. 

- Sua maior dádiva, foi dar Seu Filho Jesus, em resgate pelos nossos pecados. Ele o fez por amar o ser huma­no, que nem sempre O reconhece como Deus (Jo 3:16; Rm 5:7-8). 

- Deus Espera: Nosso Louvor e Ado­ração. Por tudo o que fez por nós (amou-nos, salvou-nos, abençoou-nos, conservou-nos) e ainda continua fazendo, devemos a Ele o oferecimento de nossos tributos de louvor e adoração, como “Culto racional” (Rm 12:1). 

- Deus reivindica a nossa adoração, pois ela é a resposta apropria­da a quem como nós, temos tanto a agradecer. 

- Essa adoração não será com murmuração, mas num desejo profundo de exaltar a Quem tanto nos amou. 

3. CONSEQUENCIAS DE UMA VISÃO CORRETA DE DEUS NA ADORAÇÃO. 

- Segurança- a adoração fortalece a confiança íntima (Fp 4:6-7). 

- E uma “terapia” que levanta nossos olhos para o horizonte e nos faz andar confiantes e esperançosos (SI 3 7:5; Pv 3:5- 6). 

- Comunhão - a adoração nos aproxi­ma de Deus e das pessoas (I Jo. 1:3). Faz desapa­recer as barreiras entre os irmãos (At 2:42,46- 47). 

Visão Transformada- quando vive­mos na presença do Senhor, temos nossa visão do mundo mudada. 

- O resultado da íntima co­munhão com Ele cria em nós o desejo de colo­car a honra de Deus, acima da própria seguran­ça física. 

- Mesmo diante dos dramas da vida, sa­bemos que a nossa esperança está no Senhor, que é Soberano sobre qualquer situação (At 16:25-26; Mt 19:26; Mc 10:27; Lc 1:37). 

- Evangelização - um culto digno do Senhor, faz crescer em nós o desejo de testemu­nhar de Jesus Cristo e anunciar as boas novas. 

- Jesus convidou os discípulos a seguirem-No (Mt 4:19; Mc 1:17; Lc 5:10), mas os enviou sem obrigá-los a ir (At. 1:8). 

- A comunhão com Ele e o Seu poder motivou toda a realização da tarefa missionária. 

- A visão correta sobre a pessoa de Deus não nos faz criaturas “doentes e problemáticas”, mas nos torna cada vez mais saudáveis e pro­dutivas. 

- Nossa vida pessoal é beneficiada, nos­sa comunhão com o Senhor e com os irmãos é revigorada e há uma explosão de amor, onde o nosso maior desejo é o de comunicar Jesus às outras pessoas. 


 AUTOR: Pr. Josias Moura






FUGINDO DE DEUS 

 Jonas 1.3 

Propósito Geral: Consagratório. 

 Tema Específico: A Vontade de Deus 

 Afirmação Teológica: Uma das maiores verdades deste texto bíblico é esta: DEUS FAZ DE TUDO PARA EVITAR QUE SAIAMOS DO CENTRO DA SUA VONTADE.  

- Como Ele faz isso? 

De várias MANEIRAS: 

 1. DEUS FALA COM O SEU POVO  

1.1-2 - Fale de como a Palavra de Deus nos aproxima do próprio Deus (Salmo 1, Salmo 119). 

 2. DEUS DEIXA O SEU POVO "QUEBRAR A CARA"  

1.4-17 - Fale de como, muitas vezes, Deus permite que "quebremos a cara" pois sabe que quando nos sobrevierem as conseqüências dos nossos atos de rebeldia iremos desejar uma rápida reaproximação com Ele. 

 Nota: Jonas passou pela Tempestade de Deus, foi para o "porão" (dormência/depressão), foi humilhado pelos demais passageiros e tripulantes, foi rejeitado (lançado ao mar) e, finalmente, foi ao fundo do poço (engolido por um grande peixe, com algas marinhas enroscadas em sua cabeça). 

 3. DEUS LIBERTA O SEU POVO, QUANDO ELE CLAMA POR SUA MISERICÓRDIA

2.1-10 - Fale de como as misericórdias do Senhor nos reaproximam Dele. 

 Conclusão: 

Deus faz de tudo para evitar que saiamos do centro da sua vontade: - Ele fala conosco; - Ele nos deixa "quebrar a cara"; - Prontamente, Ele nos liberta quando, arrependidos, clamamos misericórdia. 


Autoria: Enoque José Barbosa





O que faz um 
bom administrador? 

- O ato de administrar é muito antigo. A profissão já era exercida e praticada desde a criação do mundo. Mas a profissão foi regulamentada e reconhecida há pouco tempo, em 9 de setembro de 1965. 

-  O maior administrador é Jesus. Ele é administrador dos administradores, tudo Ele criou e muito bem. Jesus criou, ordenou, coordenou e gerencia com eficácia. 

- Um bom administrador é um artista, costumo dizer, pois para administrar é necessário ter o dom de Deus, ter visão de águia, ser humilde, mas prudente, ter o perfil de inovação, empreendedor e ajudar a orientar, coordenar os empresários, as pessoas para o bom andamento com sucesso. 

-  Temos vários tipos de administradores, como em qualquer outra profissão, bons e maus. Podemos observar no cenário político de nossa nação, com vários administradores públicos que envergonham a nação brasileira. Mas isso também não é de hoje, também é antigo. 

- Vejamos uma passagem bíblica, “A parábola do mordomo infiel”, que se encontra registrado no livro de: Lucas 16: 2-4: "Então, chamando-o, lhe disse: Que é isto que ouço de ti? Dá contas da tua administração, porque já não poderá ser meu administrador. O administrador disse consigo: Agora, que farei? O meu senhor me tira o emprego. Cavar, não posso, e mendigar, tenho vergonha. Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for demitido da administração, me recebem em suas casa..." 

- Hoje quantos agem dessa forma, querem fazer de tudo para beneficio próprio, sem pensar no seu próximo, como cliente, colaboradores e pessoas. Ali quem vem a diferença do bom profissional, onde ele faz de tudo para ajudar, para que seu cliente prospere, e vá tudo bem. Aqui entra a responsabilidade, a honestidade e a capacidade do profissional. Mesmo se o profissional não sabe tudo, porque ninguém humano sabe tudo, mas esforça para tratar da melhor maneira seu cliente, com amor, humildade. Mas o que sabe passa para o seu próximo, usa de seus conhecimentos e habilidades para desempenhar o seu papel de um administrador. 

- Seja um bom administrador, para que aja diferença em nosso Brasil, seja fiel, porque Deus é fiel. Um bom administrador coloca Jesus na frente de seu caminho, Ele é o maior Administrador do mundo. 

 Propomos uma reflexão em 10 pontos cruciais para a formação de um bom gestor. 

 1. Ser objetivo, justo e basear em fatos: A decisão deve ser sempre baseada em fatos, indicadores, relatórios, etc. 

 2. Deixar a sua equipe participar das decisões difíceis: Muito importante. 

- Contar com o apoio da equipe é fundamental em épocas difíceis. Algumas idéias simples podem gerar resultados fantásticos. 

- Conversar com todos da equipe pode se traduzir em redução de despesas, organização mais clara para o trabalho, entre outras questões. Exercite isto. Converse com a pessoa que serve o café. 

- Converse com quem faxina. Converse com o colega mais quieto do escritório. Leve-os para uma sala separada dos demais e converse abertamente. Deixe eles se manifestarem. Verás que muitas idéias vem daqueles que quase nunca são ouvidos. 

 3. Fale com frequência e pessoalmente: Muitas vezes a comunicação é falha. 

- Bastava uma ligação, uma simples ordem direta e pronto, tudo resolvido. Mas, a direção muitas vezes age como se o funcionário soubesse do que se trata e na verdade não sabe. Não estamos menosprezando ninguém, contudo, quem lida na operação precisa de subsídios. Fale! Não mande e-mails! 

- Muitas vezes os gestores passam o tempo inteiro em suas salas fechadas disparando ordens por e-mails, bilhetes, ordenando a um para ordenar para outro, ou seja, a comunicação é sempre indireta. Não permita isto. 

- Converse francamente com seus funcionários. Pessoalmente de preferência. Por obvio que nem sempre isto é possível. Mas, não deixe que a rotina não permita uma “passeada” pelo escritório com sorriso aberto, cumprimentando a equipe e ouvindo um pouco seus anseios. Esta é uma atitude líder! 

 4. Caminhe pela empresa: Você confia apenas no que diz seu funcionário? Ande pela empresa. 

- Faça-se presente. Sinta os ânimos. Isto traz mais confiança aos funcionários. Além disto, numa simples caminhada, verás pessoas brabas, alegres, infantis, perceberás que estás rodeados de pessoas diferentes e poderás entender as qualidades de cada um para serem melhor aproveitadas. Além, claro, de que ver o “dono” da empresa ao seu lado e ouvir dele um bom dia, gostei da sua gravata, etc, é um incentivo que não tem preço. 

 5. Seja criativo na redução de custos: Para reduzir custos nem sempre é necessário demitir pessoas. 

- Comece por outras áreas e deixe a área pessoal por último. 

- Faça campanhas de diminuição de papel, luz, água, telefone. 

- Premie as equipes que conseguirem reduzir as despesas. 

- Só há uma maneira de reduzir custos: Englobar, incentivar e fazer toda a empresa participar deste processo! 

 6. Seja você mesmo: Muitas vezes para termos tempo somos duros, fechamos a cara, etc. 

- Seja você mesmo! Curta a vida enquanto trabalha. Não quer dizer ir trabalhar de pijama, mas quer dizer que um sorriso não faz mal a ninguém. Por óbvio, há momentos e momentos. 

- Não podemos estar sorrindo se a produtividade está caindo. Mas, podemos demonstrar o otimismo, felicidade em estarmos na empresa, ou seja, liderarmos porque estamos visualizando os objetivos da empresa e não apenas por estar hierarquicamente dando ordens. 

 7. Do direito das demissões: Se tiver que demitir, faça-o com propriedade, informando a equipe sobre o porque de fazê-lo. 

- Faça cinco perguntas antes de demitir: O quê, quem, como, porque e onde. 

- Veja: “Primeiramente vamos analisar o quê: Parece simples, afinal estamos falando de uma simples demissão, certo? Errado. Demitir é tão ou mais complexo que contratar. Se na contratação queremos a certeza de fidelidade, garra, continuidade e inovação do profissional, na demissão, temos que analisar o contexto em que este processo de demissão está relacionado. Comece com a seguinte pergunta: Ele está relacionado a situações ou pessoas? Se for em relação a situações que aconteceram, por exemplo, a perda de um prazo, o mais importante é verificar como isto aconteceu, ou seja, uma análise racional dos fatos e “erros” que podem ter levado a situação. Também se destaca que pode ser o primeiro ou o décimo quinto erro da mesma natureza… Bom, tudo isto deve ser levado em conta. Agora, se for em relação a comentários de colegas, ou situações de pessoas, faça uma análise racional da mesma e jamais caia no engodo de fazer uma análise emotiva. Sempre digo que quando usamos a razão em nossas decisões somente nos resta duas escolhas: Sim ou não. Tire as emoções e somente restará um sim ou não. Agora que entendemos a complexidade, vamos analisar o fator quem: Esta pessoa que está no processo demissional é quem dentro da empresa? Mais um advogado? Mais um estagiário? Mais um gerente? Se você pensa assim, cuidado. Em 99% dos casos em que pensamos se tratar de apenas mais um, percebemos que após a saída deste profissional as falhas apontadas pelos outros aumentaram, contudo não percebemos que a falta dele no trabalho também foi sentida. Não pela pessoa que ele representa, que no meu ponto de vista igualmente deve ser levado em conta, afinal uma liderança no trabalho - sendo a mesma positiva - tem o seu valor. Mas, porque normalmente não sabemos tudo que este profissional faz antes de demiti-lo. Simplesmente achamos que ele somente fazia prazos. Mas, somente aquele colega que trabalha com ele sabe que além de fazer prazos ele cuidava da agenda, preparava relatórios, solucionava problemas na impressora e a baixa produtividade dele era justamente por ter muitas tarefas adjacentes e não conseguia dar conta da principal. Se como consultor ganhasse por cada vez que enfrentei este tipo de situação em escritórios, ficava rico. Isto é tão comum, e pior, mais comum é a direção pensar que este funcionário é apenas mais um. Certifique-se de quem é esta pessoa realmente. Tarefas, contatos, etc. Quer uma dica? Ao invés de demitir sumariamente, converse longamente e peça para que ele te relate todas as atividades, verifique tarefas que estão em contradição, etc. Terás uma boa oportunidade de ver quem ele é. Visto isto, temos o como: Se é contratado pela CLT, demite via CLT. Se associado, rescinde o contrato. Estamos em um momento em que o futuro depende das nossas relações sociais. Se estiveres diante de um líder e este não esta mais servindo aos propósitos da empresa, demiti-lo é correto? Sim, óbvio. Mas, a forma, o como fazê-lo. Converse longamente sobre os objetivos e fatos que ocasionaram a saída. Informe a ele que a porta ficou aberta para conversarem, estreitarem negócios, etc. Este ex-funcionário pode ser o decisor de uma grande empresa amanhã. E vai se lembrar das lições de experiência que passaste neste momento de ruptura. Podemos não lembrar de muitas coisas, mas nunca esquecemos daqueles que nos apoiam em situações adversa. Mude sua forma de agir. Pense no como fazer. Este tópico é complexo: O porque: Neste quesito ressalto o aspecto que a decisão deve ser racional e nunca, em hipótese nenhuma, deve ser emocional. Devemos basear em fatos concretos, analisados, com a métrica do tempo, para tomarmos uma decisão escorreita. Ou seja, não é uma perda de um prazo que irá ocasionar numa demissão (até pode, mas igualmente não precisa ser), porque errar faz parte da vida do ser humano, e ver como sair do erro é que diferencia o profissional competente do profissional medíocre. Então, antes de formar a convicção do porque, monte uma espécie de dossiê administrativo deste processo de demissão, com fatos concretos, verdadeiros e sem emoções. Mais, antes de demitir, certifique-se que alguém da direção ou do poder decisório como gerente, supervisor, facilitador, etc, conversou com este funcionário alertando sobre as falhas que foram levantadas. Não permita que um bom profissional seja massacrado sem ter a chance de defesa. Lembre-se do adágio popular: “ninguém atira pedras no chão. Se estão atirando pedras, é porque esta pessoa está se sobressaindo”. Onde: Não estamos apenas referindo ao local. Este tópico também deve ser analisado em relação ao tempo. Passei o processo demissional e cheguei a conclusão que sim, vou demitir. Mas, quando? Preferencialmente quando a empresa já tiver um substituto. A maioria prefere contratar após a demissão e isto faz contratações com pressa, sem análise de muitos requisitos, afinal a vaga está aberta, estamos “tapando buracos” e não temos como esperar. Então, porque demitiu com pressa? A análise tem que ser da direção. Ou seja, abrimos um processo seletivo, verificamos um profissional adequado e posteriormente demitirmos àquele(s) que não estão adequados ao perfil da empresa.” Analise com cautela uma demissão e passe ela sob a ótica das cinco perguntas. O resultado pode ser surpreendente… 

 8. Não desista do desenvolvimento profissional: Continue investindo na equipe e na empresa. 

- Crise não é sinônimo de não ter investimento. Justamente quem sairá com sucesso dela é quem estiver melhor preparado. 

- Quanto mais a equipe estiver preparada para atender bem, conhecer o foco de atuação, criar inteligência emocional, mais fácil ela alcançará o sucesso. É uma cadeia - se não investir em atendimento, não terás bons funcionários atendendo, seus clientes ficarão insatisfeitos e procurarão outro profissional - ou seja, desenvolver a equipe é sinônimo de sucesso! 

 9. Mantenha-se no planejamento: Quer dizer, analise o foco da empresa e faça as redefinições necessárias, contudo, mantenha-se alinhados as tendências de mercado. 

- Isto quer dizer que se você planejou ir pelo caminho “A” e o mercado, situação e indicadores não afirmam isto, saia do caminho “A”. 

- Manter-se no planejamento significa estar alinhado as tendências de mercado e de futuro, reinventando todos os dias. 

 10. Olhe para o futuro: Não fique lamentando o desempenho de ontem, analise e foque nos resultados de curto e médio prazo. 

- Busque indicadores mais apurados, invista em tecnologia inteligente (ou seja, tecnologia que vá agregar valor ao negócio e não apenas para bonito), busque pessoas inteligentes e criativas para incrementar o negócio. 

- É inovando que o sucesso aparece! Por óbvio estas idéias não esgotam o assunto, mas demonstram claramente que para ser um bom gestor tem que se ter um misto de visão criativa, de vanguarda, tecnologica e investimento. 

Tenha a mente nas nuvens para criar alternativas e soluções. Mãos a obra e DEUS te abençoe! 


 Fonte: http://www.ipjc.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=650:o-que-faz-um-bom-administrador&catid=44:palavra-do-pastor&Itemid=13