quarta-feira, 20 de junho de 2012

IGREJA,
LUGAR DE VIDA

- A igreja é o povo chamado por Deus das trevas para a luz, da escravidão para a liberdade, do pecado para a santidade, da perdição para a salvação.

- O homem natural está longe de Deus, é rebelde contra Deus, e está morto em seus delitos e pecados.

- Ninguém vem a Deus por si mesmo.
- Ninguém pode vir a Cristo se o Pai não o trouxer.

- É Deus quem opera no homem tanto o querer quanto o realizar.
- É Deus quem tira a viseira dos seus olhos e o tampão dos seus ouvidos.
- É Deus quem abre o coração e dá o arrependimento para a vida.
- É Deus quem dá a fé salvadora e justifica o pecador.

- A igreja é o povo chamado do mundo para um relacionamento particular com Deus.

- Somos adotados na família de Deus.
- Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo.

- Fomos chamados para um lugar de vida e não para as sombras da morte.

- Fomos chamados para vivermos de forma abundante e superlativa e não para nos apresentarmos no palco do mundo com um arremedo de vida.

- Fomos chamados para a liberdade em Cristo e não para colocarmos novamente nosso pescoço no jugo da escravidão.

A igreja é um lugar de vida, e nós podemos usufruir essa vida abundante, por três razões:

Em primeiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o passado têm convicção de que seus pecados foram perdoados.

- Todo aquele que pela fé veio a Cristo, e o recebeu como Salvador, foi justificado e não pesa mais sobre ele nenhuma condenação.

- Com respeito à justificação foi liberto da condenação do pecado. Seus pecados foram cancelados. Sua dívida foi paga.

- A lei foi plenamente cumprida e as demandas da justiça satisfeitas.

- Quem está em Cristo é nova criatura. Recebe um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria.

- Nosso passado foi passado a limpo e fomos lavados no sangue de Jesus e, agora, temos uma nova vida, sem as peias da culpa.

Em segundo lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o presente têm convicção de que podem viver estribados no poder de Deus.

- Aquele que está em Cristo não está mais debaixo do poder do pecado. Não é mais escravo do pecado.

- O poder que opera nele não é mais o poder da morte, mas o poder da ressurreição. Nele habita plenamente a palavra de Cristo.

- Ele foi feito templo do Espírito Santo. Cristo habita em seu coração pela fé.
- Ele morreu para o pecado e, agora, está vivo para Deus.

- A suprema grandeza do poder de Deus está à sua disposição para viver vitoriosamente, pois com respeito à santificação foi liberto do poder do pecado.

Em terceiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o futuro têm convicção de que caminham para a glória.

- O nosso futuro já está determinado. E determinado não por um destino cego, mas pelo Deus onipotente.

- Aqueles que Deus conheceu, predestinou, chamou e justificou, a esses Deus também glorificou.

- Nossa glorificação é um fato futuro, mas na mente de Deus e nos decretos de Deus já está consumado.

- Não caminhamos para um ocaso lúgubre, mas para a eternidade bendita.

- Não marchamos para um túmulo gelado, mas para a ressurreição gloriosa.

- Não nos assombramos diante de um futuro incerto, mas gloriamo-nos na esperança da glória de Deus.

- Receberemos um corpo semelhante ao corpo da glória de Cristo.

- Viveremos e reinaremos com Cristo por toda a eternidade.

Deus, então, enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, porque com respeito à glorificação seremos libertos da presença do pecado.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes

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Generosidade,
o fundamento da
prosperidade

- A generosidade é o caminho da prosperidade.

- Quando abrimos o coração e as mãos para socorrer os aflitos, Deus abre sobre nós as janelas dos céus.

- A generosidade e não a usura é a fonte da verdadeira prosperidade.

Vejamos três aspectos da generosidade cristã:

Em primeiro lugar, a generosidade é uma semeadura que produz farta colheita.

- A Palavra de Deus diz: “A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda” (Pv 11.24).

- Na economia de Deus, você tem o que dá e perde o que retém.

- O dinheiro é como uma semente, só se multiplica quando é semeado. A semente que se multiplica não é a que comemos nem a que guardamos, mas a que semeamos.

- A semeadura generosa terá uma colheita farta, pois quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais.

- É o próprio Deus quem multiplica a nossa semente e faz prosperar a nossa sementeira, quando abrimos a mão para abençoar.

- Mãos abertas produzem bolsos cheios. O contrário, também, é verdadeiro. Ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda. Vasa entre os dedos. É como receber salário e colocá-lo num saco furado.

- Aqueles que acumulam com avareza o que poderia socorrer o aflito, descobre que esse dinheiro acumulado não pode lhes dar felicidade nem segurança.

- Aqueles que ajuntaram fortunas e viveram no fausto e no luxo, deixando à míngua o próximo à sua porta, descobrem que, quando a morte chegar, não poderão levar sequer um centavo.

- Não há caminhão de mudança em enterro nem gaveta em caixão. Mas aquilo que você dá com generosidade, é como uma semente bendita que se multiplica e alimenta a milhares.

Em segundo lugar, a generosidade é uma dádiva que produz prosperidade.

- A Palavra de Deus é clara em afirmar: “A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado” (Pv 11.25).

- A prosperidade não é resultado da usura, mas da generosidade.

- A avareza é a mãe da pobreza, mas a generosidade é a genetriz da prosperidade.

- Aqueles cujos corações foram abertos por Deus, têm mãos e bolsos abertos para socorrer os necessitados.

- Jesus Cristo disse que mais bem-aventurado é dar do que receber.

- A contribuição não é um favor que fazemos às pessoas, mas uma graça que recebemos de Deus.

- Quando abrimos a mão para ofertar estamos investindo em nós mesmos e semeando em nosso próprio campo.

- Quem dá ao pobre empresta a Deus e ele jamais fica em débito com ninguém. Deus multiplica a sementeira daquele que semeia na vida dos seus irmãos.

- Quem dá alívio aos outros, alívio receberá. Quando damos a beber a quem tem sede, dessedentamos a nós mesmos. O bem que fazemos aos outros, retorna para nós em dobro.

Em terceiro lugar, a generosidade é um empréstimo a Deus, que a ninguém fica devendo.

- A Palavra de Deus é enfática: “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício” (Pv 19.17).

- Deus sempre demonstra um cuidado especial aos pobres. Deus, porém, faz tanto o rico quanto o pobre.

- Se o pobre é um mistério divino, o rico tem um ministério divino.

- O rico não deve acumular sua riqueza com avareza, mas distribui-la com generosidade.

- Deve ser rico de boas obras e ter consciência de que, o que recebe de Deus com abundância, deve ser compartilhado com generosidade.

- Isso é como emprestar a Deus, pois Deus é o fiador do pobre. Deus nunca fica em dívida com ninguém. Ele não dá calote.

- Sua justiça é perfeita e sua misericórdia não tem fim. Ele é a fonte de todo o bem. Tudo o que temos e somos vem de Deus.

- Riquezas e glórias vêm das suas mãos.

- É ele quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos semeando na vida do nosso próximo.
- É ele quem nos faz prosperar como fruto da generosidade.
- É ele quem nos paga em dobro tudo quanto ofertamos ao pobre.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias lopes


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