terça-feira, 8 de maio de 2012



Lavar os Pés
Uns dos Outros

Texto - João 13:1-17

- Este é um mandamento recíproco é deve ser praticado em relação ao próximo.

- Estes mandamentos devem ser experimentados “de uns para com os outros”.

- São os que falam dos deveres mútuos que viabilizam o agir de Deus no meio de Sua igreja.

- Sabemos que os resultados na vida daqueles que praticam, serão: famílias inteiras curadas, vidas transformadas, ministérios frutíferos, prosperidade financeira, etc.

- A nossa meta é crescer, frutificar, multiplicar e governar.

- Estaremos falando nas próximas semanas sobre estes mandamentos que destacam a mutualidade, o serviço, o compromisso em crescer e amadurecer. Recebi do Senhor esta direção, desenvolver nos discípulos e igreja bases para sustentação e crescimento.

- Estes princípios são fundamentais para criar estrutura no relacionamento e maturidade. Por isso é importante que estes sejam praticados, vividos, pois Deus quer fazer de você padrão e modelo para seus discípulos.

- O primeiro que gostaríamos de destacar nesta série de ministrações, refere-se ao lavar os pés uns dos outros.

- Como lemos no texto desta noite, durante a celebração da última Páscoa, Jesus, reunido com seus discípulos, começou a lavar-lhes os pés.

Com esse ato o Senhor Jesus nos ensinou a:

1. Assumir Voluntariamente a Posição de Servo

- Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. (Jo 13:14).

- A responsabilidade de lavar os pés de um convidado naquela época era delegada ao servo da casa.

- Jesus, porém, sendo Senhor sobre todos, assumiu a condição de servo, considerando o próximo, o convidado especial do grande Anfitrião, o Pai celestial. Fazendo assim, Ele tornou-se servo de Deus e dos homens.

“ Em Filipenses 2:7-8 diz: “...antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.”

- A simples consciência de que somos servos e não senhores já nos ajudaria a resolver muitos conflitos de relacionamentos.

- Nos sentimos feridos ou magoados quando as pessoas não nos agradam ou não nos dão a atenção que achamos que merecemos.

- Estamos aqui, no entanto, para servir aos outros e antes de tudo, precisamos ser discípulos comprometidos com o Senhor, submissos e prontos para servir.

- Pratique esta arte de servir aos outros de acordo com os talentos e recursos que você possui.

- Tenha a alegria de sentir-se útil no Reino de Deus servindo ao próximo como Cristo serviu... (isso fala de semeadura)

2. Ajudar o Próximo a Remover a Sujeira do Caminho

- “ Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.” (Jo 13:8).

- Jesus disse que os discípulos não necessitavam banhar-se novamente porque já estavam limpos pela Palavra recebida. Mas os pés precisavam ser lavados constantemente.

- Quando recebemos a Palavra de Deus em nosso coração e nascemos de novo, somos lavados e purificados pelo Senhor.

- Mas, quando caminhamos a cada dia nos sujeitamos à poeira do caminho: o pecado, a mágoa, a ira, as atitudes imaturas, a queda, etc.

- Precisamos nos dispor a lavar os pés daqueles que estão engatinhando na vida cristã e dos mais maduros também; bem como dos que, por algum motivo, caíram na fé.

- Devemos servi-los, pacientemente em amor. Desta forma haverá restauração na nossa vida, na dos nossos companheiros(as) discípulos, irmãos e amigos, temos uma caminhada rumo a vitória, rumo ao êxito......

- O Senhor disse que se Pedro se negasse a ter seus pés lavados, este não poderia ter parte com Ele.

- Os que acumulam a sujeira do pecado em suas vidas vão, gradativamente, perdendo a comunhão com Deus.

- Quando, porém, intervimos com amor, mostrando ao irmão e discípulo o caminho do arrependimento e da restauração, então, estamos cumprindo o mandamento recíproco do lavar os pés ao próximo.

- Esteja à disposição dos que buscarem sua ajuda nessa área.

- Seja bondoso e cheio de compaixão, para que o tratamento seja na vida dos discípulos e de alguém que esteja precisando de ajuda, um ato de graça para restaurar trazendo verdadeira cura que resultará em frutos na vida pessoal e ministerial.

3. Promover Refrigério ao Cansado

- “Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.” (João 13:10).

- A sujeira do caminho pode não se limitar somente ao pecado, mas ao desânimo e sentimentos de tristeza ou fracasso a que alguns são submetidos.

- Não há nada mais confortador do que a água fresca sobre os pés de quem muito caminhou; assim são as palavras de ânimo e de encorajamento ao que já não tem mais nenhum vigor.

- Os que sofrem de inquietações, tentações constantes, dúvida e sentimentos negativos, precisam de verdadeiros amigos cristãos que os ajudem em seus desafios.

- Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Pv 16:24).

- O contrário do que falamos acima são as palavras destituídas de graça, ou seja, aquelas que trazem pesar ao coração do próximo e não edificam.

- A crítica, o julgamento, a condenação e tantas outras atitudes negativas em relação ao outro, não edificam nem servem aos propósitos divinos.

- Esta palavra nos mostra a importância e o propósito do servir, nos mostra também que devemos estar prontos para abrir nosso coração para ser cuidado, discipulado, perdoados, ministrados e curados.

- Esse é o propósito de Deus na sua vida, como seus filhos, como igreja, como discípulos e discipuladores, como Célula e como família.

- Você descobrirá quando examinar o seu passado que momentos realmente vividos foram aqueles em que fez coisas com um espírito de amor.

- O amor ao nosso próximo é a única porta que permite sair do calabouço do interesse próprio! Isso nos libera para prosperar e servir com alegria. Vamos compartilhar com alegria e fervor, sua participação é muito importante!

1. Você tem experimentado isso na sua vida aqui na IACC, família Penha? 

2. Você está disposto a viver e praticar esse mandamento do Senhor? 

3. Essa palavra ministrou ao seu coração?

Um Grande abraço e um beijo no coração! Deus te Abençoe! No amor de Cristo!!!


AUTORES: Paistores Eliezer e Zenita

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Como podemos
 ter paz no vale


- A verdadeira paz existe e pode ser experimentada!

- Essa paz não se encontra nas farmácias nem nos boutiques famosas. Não está nas agências bancárias nem nas casas de shows.

- Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa nem numa noitada de aventuras.

- Essa paz está centralizada em Deus. Ela vem do céu. É sobrenatural.

Como poderemos experimentar essa paz, ainda que cruzando os vales da vida?

Em primeiro lugar, conhecendo o Deus e Pai de toda consolação.

- Deus é a fonte de todo consolo.

- Quando ele nos permite passar pelo vale, é para fortalecer nossa fé e nos aperfeiçoar em santidade.

- Quando ele nos leva para o deserto, nossas experiências tornam-se ferramentas em suas mão para consolar outras pessoas.

- É Deus quem nos matricula na escola do deserto.
- O deserto é o ginásio de Deus, onde ele treina seus filhos e, equipa-os para grandes projetos.

- Quando somos consolados, aprendemos a ser consoladores. Alimentamo-nos da fonte consoladora e tornamo-nos canais dessa consolação para os aflitos.

- Não há paz fora de Deus.
- Não há descanso para a alma senão quando nos voltamos para Deus.
- Não há consolo para o coração aflito fora de Deus, pois só ele é o Deus e Pai de toda consolação, que nos consola em toda a nossa angústia, para consolarmos outros, com a mesma consolação com que somos consolados.

Em segundo lugar, conhecendo a Jesus, a verdadeira paz.

- A paz não é ausência de problema, é confiança no meio da tempestade.

- A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos.

- A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida.

-  A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina. Nossa paz é Jesus.

- Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus.

- Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo o entendimento.

- Paz com Deus tem a ver com relacionamento.
- Paz de Deus tem a ver com sentimento.

- A paz de Deus é resultado da paz com Deus.

- Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus.

- Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte.

- Essa é a paz que excede todo o entendimento.

- Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar.

- Essa é a paz vinda do céu, a paz que emana do trono de Deus, fruto do Espírito Santo.

- Você conhece essa paz? Já desfruta dessa paz? Tem sido inundado por ela?

- Essa paz está à sua disposição agora mesmo. É só entregar-se ao Senhor Jesus!

E terceiro lugar, conhecendo o Espírito Santo como o nosso consolador.

- A vida é uma jornada cheia de tempestades. É uma viagem por mares revoltos.

- Nessa aventura singramos as águas turbulentas do mar da vida, cruzamos desertos tórridos, subimos montanhas íngremes, descemos vales escuros e atravessamos pinguelas estreitas.

- São muitos os perigos, enormes as aflições, dramáticos os problemas que enfrentamos nessa caminhada.

- A vida não é indolor. Mas, nessa estrada juncada de espinhos não caminhamos sozinhos.

- Temos um consolador. Jesus, nosso Redentor, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação.

- Venceu o diabo e desbaratou o inferno. Triunfou sobre a morte e deu-nos vitória sobre o pecado.

- Voltou ao céu e enviou o Espírito Santo para estar para sempre conosco.

- Ele é o Espírito de Cristo, que veio para exaltar o Filho de Deus.
- Ele é o Espírito da verdade, que veio para nos ensinar e nos fazer lembrar tudo o que Cristo nos ensinou.
- Ele é o outro consolador, aquele que nos refrigera a alma, nos alegra o coração e nos faz cantar mesmo no vale do sofrimento.

- O consolo não vem de dentro, vem de cima. Não vem do homem, vem de Deus.

- Não vem da terra, vem do céu.
- Não é resultado de autoajuda, mas da ajuda do alto!

AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes

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