quinta-feira, 3 de maio de 2012



Onde estão
nossos filhos?


- Na semana passada o Brasil ficou chocado com a notícia da menina que foi encontrada na terça-feira acorrentada, amordaçada e com vários ferimentos pelo corpo, em um apartamento em um setor nobre de Goiânia, em Goiás onde era torturada. Os pais desta menina entregaram a filha para ser criada pela empresária, pois não tinham dinheiro para dar uma “boa criação para a filha”.

- A pergunta que nos inquieta hoje é, onde estão nossos filhos espirituais? Quem está cuidando deles? O que estão comendo? Qual será o seu destino?

No texto de Marcos 6.34-44, Jesus nos da uma grande lição de como devemos nos importar e cuidar de nossos filhos espirituais.

1. Os nossos filhos estão nas trevas, perdidos.

a. Separados de Deus. Is. 59.2 b. Sem pastor. Mc. 6.34

• Ovelhas sem pastor andam desgarradas, perdidas e sujeitas a predadores. c. Estão caminhando para a perdição. MT. 7.14

• No meio desta multidão, neste exato momento, estão nossos filhos espirituais

2. Então, o que devemos fazer como pais espirituais?

a. Ter compaixão. Mc 6.34
• Jesus olhou aquela multidão perdida e foi “possuído de intima compaixão”(MT. 14.14) Qual é o nosso sentimento quando olhamos para a multidão?

b. Pregar a palavra a eles. Mc. 6.34b.

• Jesus, após se compadecer, foi pelo meio da multidão e ensinava.

• Devemos gastar tempo com nossos filhos espirituais, ministrando cura e libertação sobre suas vidas (o tempo que for preciso).

c. Cuidado com os que querem dispersar a multidão. Mc. 6.35,36.

• Alguns discípulos queriam despedir a multidão para que fossem procurar comida, eles não estavam de acordo com a visão de seu líder, Jesus.

• Quando não seguimos a visão de nosso líder, corremos o risco de despedir a multidão para ir procurar comida em outra vila, cidade ou aldeia que os alimente. Mc. 6.36 d. Esta missão é nossa e não de outro. Mc. 6.37, Lc. 22.42. •

 Jesus disse “Dai-lhes vós de comer”, e o mesmo Jesus nos diz: “Daí a vossos filhos espirituais o que comer”.

3. Obedecendo aos mandamentos de Jesus, veremos a multiplicação. Mc. 6.41. Para isso precisamos.

• Entregar tudo nas mãos de Jesus até os cinco pães e dois peixes. Mc. 6.39.

• Colocar o alimento diante do povo. Não nosso pouco, mas o que vem das mãos do mestre Jesus, pois é este alimento que sacia a fome espiritual. Mc 6.42.

• Não devemos temer entregar o tudo nas mãos de Jesus, Ele multiplica e faz sobrar em nossos cestos. Mc. 6.42,43.

Conclusão

- Nossa responsabilidade buscar é cuidar bem de nossos filhos espirituais se não cuidarmos eles serão condenados (Mc. 16.15.16).


- Se fizermos isto as multidões virão até nós e seremos uma família espiritual feliz.

Esta lição está disponível em nosso site: www.igrejabatistanet.com.br
Ouça também as ministrações em áudio dos cultos de quinta, domingo de manhã e noite


AUTOR: Francisco de Oliveira Junior


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O ALTAR DO
SACERDÓCIO
FAMILIAR






Texto Base: I Pedro 02: 05 e 09

Introdução:

- De tempo em tempo o governo realiza em todo país um censo familiar, o qual revela dados importantes na área social e religiosa.

- Se fossem incluídos nesses censos: Os conflitos, a ruína, os desentendimentos, as separações, as destruições e até mesmo os assassinatos, ficaríamos estarrecidos com o resultado.

- A pergunta éSe Deus é o Criador da família, se a família é um projeto de Deus e Ele tem o melhor para ela, qual o motivo de tanta carência e ruína? 

- A resposta é: Que Os princípios estabelecidos por Deus para o bem estar da família tem sido negligenciados.

• Um dos princípios de Deus para o bem estar da família é a prática do sacerdócio do lar.

O altar do sacerdócio familiar tem sido quebrado em muitos lares.

• A aliança e o sacerdócio da família andam de mãos dadas e quando um é negligenciado o outro é abalado e quem sofre as conseqüências é a família.
Deus em sua bondade e misericórdia esta convocando seus filhos para uma renovação da aliança e do sacerdócio, porque Ele quer abençoar a família e quer que ela seja abençoadora.


I. Entendendo o Sacerdócio

1. A palavra de ordem nessas mensagens que estamos ministrando é: Precisamos estar aliançados com Deus.

2. Na palavra de hoje diremos: devemos estar aliançados com Deus na prática do sacerdócio do lar.

3. Deus nos fala de um reino sacerdotal – Ex 19:04-06

4. Deus nos fala de um privilégio sacerdotal – Gn 47:22

5. Deus nos fala de um excelência sacerdotal – Gn 14:18 e 19

6. El-Eliom (Deus Altíssimo)

7. Deus nos fala de um privilégio sem igual – I Pd 02: 09

8. Aqui o privilégio tem quatro aspectos:

a) Povo adquirido
b) Geração eleita
c) Nação santa
d) Sacerdócio real


II. Praticando o Sacerdócio

Viver e praticar o sacerdócio real é um privilégio concedido aos santos em Cristo Jesus

1. O sacerdote hoje é aquele que:

a) Procura viver uma vida exemplar com Deus e por isso é uma benção em sua casa...

b) Ora e intercede por seus filhos...

c) Ministra a Palavra de Deus aos filhos partindo de seu exemplo – Dt 06:05-08

2. Os pais devem ter uma vida reta, de testemunho verdadeiro diante dos filhos para que possam falar com Paulo“Sede meus imitadores...” I Co 11:01, pois:

a) A integridade dos pais (e aqui entra também a sacerdotisa) traz felicidade para os filhos – Pv. 20:07

b) O temor dos pais traz refúgio para os filhos – Pv 14:26

3. Os pais devem viver o sacerdócio e consagrar os filhos a Deus;

Consagrar significa: Dedicar ao serviço do Senhor, tendo como exemplo a sua própria vida no altar de Deus.

a) A família tem que ser sacerdotal
b) Marido, mulher e filhos precisam praticar o sacerdócio do lar...

4. Se de um lado os pais devem ser exemplos para os filhos, esses por sua vez devem ser obedientes a Deus, aos pais, andando no santo caminho do Senhor...

a) O apóstolo Paulo ensina: “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, por que isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.” Ef 06:01-03

b) Os filhos devem seguir o exemplo de inúmeros filhos dos quais a Bíblia fala, que foram fiéis a Deus e a Sua Palavra, como:
Davi, Daniel, Samuel, José, Timóteo, Tito e muitos outros que viveram no plano sacerdotal de Deus; assim devem os filhos assumir seu papel no sacerdócio do lar.

5. Os cônjuges tem um papel de relevância no sacerdócio; O apóstolo René Terra Nova em seu livro “Minha Casa um Pedacinho do Céu”, faz as seguintes afirmações:

a) Deus chamou os cônjuges para que cuidassem um do outro e ambos cuidassem dos filhos.

b) O cônjuge é aquele que protege, pois esta ligado ao outro pelo vinculo do matrimônio. O marido vai proteger a esposa, a esposa vai proteger o marido, ambos vão se proteger e proteger seu filhos, e o inimigo não entrará nesta casa.

c) A concordância do marido e da mulher é a chave que abre as portas dos céus...

d) Essa concordância faz com que as bênçãos do trono sejam desatadas mais rapidamente.

e) Quando marido e mulher, entram em concordância, a maldição é removida...

f) A falta de entendimento entre os cônjuges faz com que as bênçãos sejam retidas...

g) É necessário que o casal entre em concordância para que as maravilhas de Deus fluam mais rapidamente na família.

III. Desfrutando as bênçãos do Sacerdócio

1) São inúmeras as passagens bíblicas que falam das bênçãos de Deus aos obedientes, aos que praticam o sacerdócio estabelecido por Deus

2) Vejamos algumas dessas passagens:

a) A maior de todas as bênçãos – I Pe 02:10

b) A bênção da segurança e descanso – Pv 01:33

c) A bênção da habitação dos justos – Pv 03:33

d) A bênção da família bendita – Gn 12:01-02

e) A bênção da casa inabalável – Mt 07:25

f) A benção do sacerdócio temente a Deus – Sl 128:01-06

g) Como disse o apóstolo René: Quando a família é sacerdotal, as bênçãos são desatas.

Conclusão

• Aliançados com Deus deve ser o nosso lema

• Marido e mulher devem estar unidos no aliançamento com Deus...

• Os filhos precisam estar coesos com os pais no aliançamento com Deus

• O sacerdote fiel pode profetizar as bênçãos de Deus em sua casa...

• Os cônjuges – marido e esposa fieis em seu sacerdócio, plantam fidelidade e benção em suas gerações

Que o Senhor nos de graças para que vivamos assim – Amém.



AUTOR: Pr. Elpídio Lourençocelulael@terra.com.br





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Meu Pai, Meu Pai!
O Grito de Um
Eminente Órfão

Texto base: 2 Rs 13: 14


- Estando Eliseu padecendo da enfermidade de que havia de morrer, Jeoás, rei de Israel, desceu a visitá-lo, chorou sobre ele e disse: Meu pai, meu pai! Carros de Israel e seus cavaleiros!

Introdução

- Num mundo modernizado onde a paternidade foi em muito transferida para o entretenimento da televisão, joguinhos eletrônicos e internet, tem se agravado uma crise relacionada com paternidade.

- As feridas de alma causadas pelos pais nos filhos, são as mais doloridas e que mais determinam o comportamento humano.

- Os processos de cura interior que mais manifestam machucaduras são os processos que envolvem os pais.

- Em 2 Rs 13:14 é descrito o drama de uma pessoa que representava uma nação inteira dando um grito do fundo de sua alma pela eminente orfandade que estava chegando. È como o grito de nossa geração que cresceu muito carente de alguém que realmente assumisse a função de pai e atuasse nos verdadeiros papéis da paternidade.

- Há um grito na alma do povo por um verdadeiro pai. O rei Jeoás olhou para o pai espiritual Elizeu em sua eminente morte e começou a chorar dizendo: meu pai, meu pai! Era como se ele dissesse: como será nosso futuro sem um pai? Estamos ficando sem chão para pisar.

- O futuro sem um pai é tão escuro! Pv 29:18 diz que se não houver sábia direção o povo se corrompe. Se não houver um pai orientando para o caminho certo os filhos se corrompem. Este era o sentimento do rei e seu povo, sem o pai Elizeu o futuro era incerto.

- Uma pesquisa americana citada no livro “Paredes do meu coração” de Bruce e Bárbara Thompson mostrou que os filhos cujos pais estiveram ausentes enquanto serviram o exército em períodos de guerra, tiveram basicamente as mesmas reações e mesmas problemáticas sociais do que os filhos cujos pais morreram.

- Esta pesquisa mostra que é possível um filho ser órfão mesmo tendo pais vivos, mesmo que o pai esteja por perto fisicamente, se ele não fizer o papel de pai adequadamente gerando assim rejeição e carência afetiva no filho, esta relação de paternidade é problemática e um grito de orfandade emana da alma deste filho. Como se não bastasse essa constatação, a conclusão foi que os filhos de pais vivos, porém bêbados, abusadores, violentos, imorais tinham maior prejuízo em sua alma e personalidade do que os filhos que cresciam sem um pai. Assim esta nossa geração! Dando este mesmo grito de orfandade que Jeoás deu.

A cura da ferida da falta de uma paternidade saudável e passos de crescimento.

a) Assimilando a paternidade do Pai Celestial.

- Nós precisamos suprir esta carência e resolvermos nossa orfandade. Como suprir nossa carência de Pai?

- Salmos 27:10 Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá.

- A solução está justamente em algo muito difícil, pois como a pessoa não teve uma boa referência de pai natural tem dificuldade de ver a Deus como um Pai, porém justamente em adotar a Deus como Pai se encontra a solução para a orfandade gerada na alma. É preciso desligar a figura de Deus como Pai Celestial do pai natural.

b) Adotar um pai espiritual dentre o povo de Deus.

- O pai espiritual pode ser o pastor, pastora, líder de célula, ou pessoa mais madura na fé. O tempo não cura ferida gerada por problemas de paternidade.

- Certa vez um senhor de idade foi ministrado pela equipe da Rede Apostólica Cristã. Enquanto a cura interior era ministrada este velhinho falava sobre seu pai, chorava como se fosse um adolescente. Quem o ministrou tinha idade para ser neto, todavia o velhinho o adotou como pai e viveu dois anos de muito gozo no Senhor, curado interiormente e sendo cuidado, discipulado, amado pelo seu pai/neto. Tão velhinho era que dois anos após o Senhor o chamou para junto de Si. Ele foi para glória com uma expressão paz e alegria.

c) Tornando-se um pai.

- Você pode e deve ser um pai para muitos que estão gritando e chorando. Talvez você pense que estas coisas acontecem muito longe, porém se você pudesse ver o íntimo de cada pessoa, se você pudesse ver o interior de muitas pessoas que parecem tão duronas e resolvidas, você veria uma alma gritando: “meu pai, meu pai.

- Onde encontrarei um pai para me guiar”, Quem sabe você se comoveria e diria: “vem que eu te guio. Não sei muita coisa, mas posso te amar, posso te mostrar o caminho, posso te guiar por onde estou sendo guiado e sei que este é o caminho certo, Jesus é o caminho certo”.

d) A paternidade é substituível e transferível.

- O grito da alma de Jeoás não era apenas por causa de uma pessoa querida que estava morrendo. O grito era porque a paternidade estava acabando na nação.

- Se Eliseu tivesse transferido a paternidade de si para um de seus discípulos como Elias fez com ele o desespero de Jeoás seria menor. Logo após uma pessoa ter seu grito da alma calado pelo suprimento de uma paternidade, pode ser transferido para esta pessoa atribuições de paternidade.

- Pessoas e suas peculiaridades são insubstituíveis, mas as funções são passíveis de substituição. Elias como pessoa era insubstituível, mas sua paternidade na nação de Israel teve Elizeu como substituto que, a propósito, o fez muito bem. Elias havia passado a paternidade para Elizeu para não deixar ninguém órfão. Elizeu não passou a capa de autoridade e paternidade para ninguém apesar de ter centenas de aprendizes de profetas.

- Moisés transferiu a paternidade para Josué e o projeto de Deus continuou. Josué não transferiu a paternidade a outro líder, quando ele morreu o povo ficou órfão e a bíblia descreve como o povo vivia alguns anos após sua morte: Juízes 21:25 Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que bem queria. Não havia pai espiritual em Israel e cada um fazia o que bem queria.

- Imagine uma família onde cada um faz o que quer! Imagine uma sociedade sem uma figura de paternidade que lhes dê o norte! Sem uma figura de pai para ser exemplo! Vira um caos. Todavia, assim estão muitas famílias, assim está em grande parte nossa sociedade. Aplicação. Deus precisa de que se levantem pais espirituais para dar o norte a uma geração orfanada. Adote um pai espiritual e siga-o.

- Quem é seu pai espiritual? Seu pastor, pastora, líder? Depois seja pai para outros. Seja filho bem amado e cuidado. Seja um pai amoroso e que cuida de seus filhos.

AUTOR: Vanderlei Cardoso, pastor


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