terça-feira, 20 de março de 2012



Marcas de
Um Vocacionado

- Mc 1.9-13




Introdução:

- Marcas são identificações. É aquilo que nos identifica como algo.

- Todos nós possuímos marcas. Quando falamos de um vocacionado não seria diferente.

Com base no início do ministério de Jesus quais as marcas que podem identificar um vocacionado?

1. SER HUMILDE (v.9)

• Jesus era maior que João, mas não hesitou em ser batizado por ele.

• Os humildes serão exaltados.

• Na vida tudo começa por baixo.

2. SER IDENTIFICADO (v.10)

Com Deus: A identificação de um vocacionado deve começar com Deus que o chamou.

Com os homens: O batismo de Jesus foi uma identificação com os homens pecadores sobre quem ele ministraria.

Com a missão: O batismo inaugurava sua missão como Messias.

3. TER EXPERIÊNCIA (vs.12-13)

Com Deus. Jesus foi conduzido pelo Espírito, Rm 8.14; Sl 32.8

Na vida. As maiores experiências da vida acontecem num deserto.

Com o mal. Todo crente precisa saber lidar com o adversário, 2 Co 2.10c,11.

4. OBTER A APROVAÇÃO DIVINA (v.11)

• A aprovação divina é a maior marca na vida de um cristão.

Para esta certeza devemos sempre nos perguntar: Qual é à vontade de Deus para minha vida?

• Busquemos acima de tudo a aprovação de Deus.

Conclusão:

Não basta ser chamado. É preciso ser também experimentado e aprovado. Que possamos obter estas marcas.




AUTOR: Pr. Adriano Moreira





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Convicções de
Um Ministério

- Mc 1.1-8




Introdução:

- O evangelho de Marcos, escrito antes dos evangelhos de Mateus e Lucas, tem como tema central retratar Jesus como operador de milagres, como profeta e Messias.

- Nele há uma ausência grande de ensinamentos de Jesus. A tradição eclesiática diz que João Marcos citado em At 15,37; Cl 4.10; 2 Tm 4.11; 1 Pd 5.13 foi o autor deste evangelho.

- A escrita deste evangelho é datada entre 64-67 d.C., da cidade de Roma, com destino aos gentios daquela cidade. Escrito a uma igreja mártir e sofredora, visava fornecer orientação e consolo à igreja em sofrimento.

- Todos nós fomos chamados a exercer um ministério. Creio que é preciso possuir uma consciência correta deste ministério a fim de que possamos cumpri-lo cabalmente.

Em João Batista vejo uma consciência de ministério que o permitia saber:

1. QUE A PROPOSTA DE UM MINISTÉRIO DEVE SER DE MUDANÇA RADICAL (v.4)

• Qual o propósito de ser mais um?

A mensagem de João era de mudança “metanóia”. Expressão usada na marcha dos soldados. Equivalente ao nosso “meia volta volver”.

• Sua mensagem era de mudança total de caráter e personalidade.

• Qual a mensagem de nosso ministério?

2. QUE O MARKETING DE UM MINISTÉRIO DEVE SER A VERDADE (vs.5,6)

• O evangelista Lucas registra os publicanos, os soldados e as multidões vindo para o batismo de João (Lc 3.7,12,14)

• O único marketing de um ministério deve ser a verdade que ele prega. Não necessitamos dos meios hodiernos para atrair pessoas! A verdade ainda atrai pessoas!

• Creio que o ministério de João Batista atraia pessoas por quatro razões: a) Ele vivia sua mensagem; b) Ele pregava o que eles precisavam ouvir; c) Ele era humilde; e d) Ele não pregava sobre si mesmo.

3. QUE A COERENCIA DE UM MINISTÉRIO DEVE CONJUGAR MENSAGEM E VIDA (v.6)

• A simplicidade indumentária de João era uma crítica a luxuosidade e extravagância dos ricos de sua época.

• Ele soube condenar a incoerência de sua época com sua coerência.

• Como podemos denunciar aquilo que praticamos?

• Vale dizer que João não impôs aos seus discípulos seu modo de vestir e comer. Isto porque, coerência não se impõe, se vive.

4. QUE A TRANSITORIEDADE DE UM MINISTÉRIO DÉVE REVELAR QUE ELE NÃO É UM FIM EM SI MESMO (vs.2-3,7-8)

• Todo ministério autêntico é um meio para se chegar a um fim.

• João tinha a consciência de que após ele viria o Messias.

• Há um grande perigo quando pensamos que somos o fim e não o meio.

• A função de João era preparar o caminho.

• A glória de nosso ministério pertence a Ele.

• Nosso ministério só brilha quando apontamos para Ele.

Conclusão:

Que a exemplo de João tenhamos uma consciência correta de nosso ministério, a fim de que possamos cumpri-lo cabalmente como espera aquEle que nos chamou.


AUTOR: Pr. Adriano Moreira






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