quarta-feira, 14 de março de 2012



AS FORTES CONSEQUÊNCIAS
DO PECADO

Texto: Gênesis 38.1-26; ler inicialmente v. 1-5.




Introdução

- Caso do jogador Ronaldo “fenômeno” e o seu envolvimento com travestis, situação que lhe causou grande constrangimento público!

- Essa narrativa ocorre como uma rude interrupção da história de José. As duas histórias (da família de Judá e a história de José) formam um grande contraste.

- Você conhece alguém que tenha colhido tristes conseqüências em função de suas escolhas erradas, em função de seus pecados?

Transição

- Pecados sempre trazem conseqüências fortes, tristes e até mesmo fatais.

- O texto nos mostra alguns pecados a serem evitados e suas tristes conseqüências.

I.) Perversidade – v. 7

- ARA: “Er … era perverso perante o SENHOR”;

- NTLH: “O SENHOR Deus não gostava da vida perversa que Er levava”;

- NVI: “O SENHOR reprovou a conduta perversa de Er;

- Contemporânea: “Er … era mau aos olhos do Senhor”;

- Definições: corrupção, depravação, crueldade, maldade, impiedade, malignidade, malvadez, etc.

- Conseqüência do pecado de Er: morte. Algumas vezes, a morte prematura pode ser um sinal do juízo divino. Ver Pv 10.27; Gl 6.7; Hb 10.30,31

- Muitas vezes, vemos os acontecimentos que nos cercam como meras casualidades ou coincidências. A mão de Deus, o controle de Deus, não está e não pode estar por detrás dos acontecimentos? Sabemos que em alguns casos, os acontecimentos são meramente o encaminhar-se normal e natural da vida, todavia em outros, a mão de Deus pode estar por detrás!

II.) Egoísmo – v. 8-10

- No caso da lei do levirato, muitas vezes este regulamento poderia ser mal recebido, principalmente devido ao fato de que o doador entrava com grande porção para a herança da família – menos para a sua própria parte.

- Onã foi egoísta, pensou somente em si mesmo; não pensou na memória de seu irmão e ultrajou a viúva de seu irmão.

- Não devemos ser egoístas – Ver 1 Co 10.24; Fp 2.4.

- Conseqüência do pecado de Onã: morte também!

III.) Insinceridade, Injustiça – v. 11, 14b

- Fica claro que Judá havia decidido que Tamar era fatídica, e ele não tinha a intenção de arriscar a sorte do último filho que lhe restava – nem de enfrentar a ira de Tamar dizendo-lhe isso.

- Judá foi insincero pois ficou protelando dar Selá a Tamar, pois temia que seu terceiro filho também morresse no contato com Tamar, mas também não falou a Tamar de seu temor (talvez porque temesse sua reação) e a ficou iludindo com uma possibilidade que ele já havia descartado. Isso foi insinceridade!

- O próprio Judá reconheceu que havia sido injusto com Tamar – v. 26.

- A sinceridade e a justiça devem ser partes integrantes de nosso caráter!

- Conseqüência do pecado de Judá: Foi enganado por Tamar e teve de suportar grande vergonha.

IV.) Incredulidade – v. 12-19

- Tamar estava totalmente interessada em seu direito de matriarca da linhagem de Judá. Prova disto foi o risco que ela correu – v. 24

- Ela demonstrou um espírito indômito (embora num gesto desesperado) para vencer a injustiça da qual estava sendo vítima.

- Não obstante a tudo isso, ela poderia ter demonstrado uma fé inabalável na justiça e na ação de Deus, esperando que, ao invés dela agir por si mesma, Deus agisse em favor dela, assim como José esperou em Deus e creu em Deus.

- Não é por acaso que a história de Judá e Tamar está incrustada na história de José para que esta sirva de exemplos que aquela deveria ter imitado (em relação a temor a Deus, fé e comportamento moral).

- José sofreu apertos muito piores do que os que Tamar sofreu. Todavia não foi incrédulo nem agiu por si mesmo, mas creu que Deus estava no controle de todas as coisas e que Deus faria justiça e agiria no tempo certo.

- Conseqüência do pecado de Tamar: teve de se expor ao papel de uma prostituta, e quase morreu queimada!

- Precisamos nos entregar à soberania de Deus e deixar que naquilo que compete a Ele, Ele venha a agir no tempo e da maneira certa! (ver Rm 12.19).

- Você está sendo incrédulo, procurando agir por si mesmo? Ou está crendo em Deus, esperando em Deus, em sua ação, em sua justiça?

V.) Impureza Sexual – v. 15-26

- Aqui, o pecado em si, bem como suas conseqüências, serão comentados juntamente.

- Uma pessoa (principalmente um homem) cega pelo desejo sexual é capaz de abrir mão
de coisas de muito valor por 5 minutos de prazer! – v. 15-18

- Coisas de muito valor: além de valores como família, reputação e espiritualidade, aquele que está cego de desejo muitas vezes termina abrindo mão de coisas materiais também – no caso de Judá deixou com a suposta prostituta como penhor, seu selo, usado num cordão levado ao pescoço (uma espécie de sinete que fazia parte do vestuário de todo homem de posição), e o seu cajado (freqüentemente entalhado, era também distintivo do seu dono).

- Estes tipos de pecado sempre deixam vestígios (v. 20-23). Judá mandou o cabrito para reaver seus pertences, mas a suposta prostituta não foi encontrada. Alguém estava de posse de seus objetos hiper pessoais. Seu pecado havia deixado marcas, vestígios!

- Estes tipos de pecado, se descobertos causam grande vergonha: “… para que não nos tornemos em opróbrio …” (v. 23).

- Nada há encoberto que não venha a ser revelado (v. 24-26). Ex.: Ananias e Safira (At 5.1-11). Deus revelou o pecado oculto deles! Deus pode revelar pecados ocultos!

- Deus dá oportunidades e advertências para arrependimento, confissão e mudança! Que estas advertências e oportunidades sejam aproveitadas enquanto é tempo (Pv 28.13,14).

- Judá reconheceu seu erro (v. 26). Nestas horas não adianta tentar esconder ou mentir. Judá poderia ter caluniado Tamar, dizendo que ela estava mentindo ou poderia tentar inventar uma mentira para explicar o fato, e poderia ter mandado matá-la, mas isso só pioraria a situação! Não se sabe se Judá se arrependeu, mas pelo menos ele admitiu que tinha feito o que realmente fez!

- Devemos tomar muito cuidado com a imoralidade sexual – ver 1 Co 6.18-20.

Conclusão

- Pecado é desagradar a Deus, é desobedecer às leis de Deus, é se revelar contra a vontade de Deus. E pecados sempre trazem fortes, tristes e até mesmo fatais conseqüências! Evitemos o pecado a todo custo. Evitemos o pecado tal como evitaríamos uma epidemia, uma peste ou pestilência! Vamos nos consagrar ao Senhor!



AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra com algumas citações de Derek Kidner






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PASSOS PARA A QUEDA

Texto:

1 Samuel 15.1-23




Introdução

- Exemplo do jogador Adriano da seleção que tem se envolvido em festas (orgias), tem problemas com a bebida, tem se envolvido com péssimas amizades, tem vivido uma mentira e está seriamente ameaçado de perder sua vaga entre os convocados do técnico Dunga que vão à Copa do Mundo de Futebol.

- Temos de tomar este exemplo para aplicá-lo em relação às verdades espirituais.

Transição

(AT) A possibilidade de alguém ser reprovado por Deus é uma possibilidade real.

(ST) O texto nos mostra alguns motivos que levam uma pessoa (uma liderança) a ser rejeitada (reprovada) por Deus.

I.) Obediência Parcial, Desobediência – v. 7-9

- Por causa da desobediência, Adão e Eva ficaram fora do Jardim do Éden (Gn 3.6,11), Moisés ficou fora da Terra Prometida (Nm 20.7-12), Saul perdeu o seu reinado e Jonas foi engolido por um grande peixe (Jn 1.1-17).

II.) Auto-Exaltação, Orgulho, Altivez, Soberba, Arrogância – v. 12

- Saul construiu um monumento em sua própria homenagem, não reconhecendo que a vitória na batalha havia vindo do Senhor!

- Ver Pv 11.2; 16.5,18; Mt 23.12.

III.) Auto-Engano, Teimosia, Falta de Transparência, Falta de Isenção – v. 13,20

- Através de sua atitude Saul se enganava a si próprio. Muitas vezes através de nossas atitudes estamos nos enganando a nós mesmos!

- Ele foi teimoso. Samuel dizia que ele não havia obedecido e ele teimava em afirmar que havia obedecido. Não sejamos teimosos. Não vamos procurar defender o indefensável. Não enganemos a nós mesmos. Rendamos nossa vontade rebelde ao Senhor!

- Faltou transparência e honestidade em Saul para fazer uma auto-avaliação honesta! Ele não foi isento em fazer uma avaliação de sua própria conduta. Precisamos aprender a fazer uma avaliação transparente, honesta e isenta de nossa conduta para sabermos se temos agradado a Deus realmente, se temos agido corretamente para com todas as pessoas que nos cercam!

IV.) Não Assumir a Culpa que nos Cabe Jogando-a Sobre Outros – v. 15, 21

- Ao invés de assumir a culpa como quem recebeu diretamente as ordens e como líder, Saul jogou-a sobre o povo!

- Essa é uma tendência natural do ser humano desde a queda (Gn 3.11-13).

- Precisamos aprender a dizer: “Eu errei, me perdoe”, seja para Deus, seja para as pessoas com as quais nos relacionamos! Os que se humilham serão exaltados (Mt 23.12)!

V.) Espiritualidade Vazia, Falsa, Exterior – v. 15,21-23

- Saul disse que o fruto de sua desobediência era oferta ao Senhor!

- Saul demonstrou uma fé de fachada. Sua atitude parecia muito espiritual, mas desagradava profundamente a Deus! Aparência bonita, essência horrível!

- A essência da verdadeira espiritualidade – ver v. 22

- Notar a gravidade da rebelião e da obstinação (orgulho) – ver v. 23

Conclusão

- Ver v. 23 b. Busquemos a aprovação do Senhor!




AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra




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