quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012



CORAGEM PARA
REPARAR ERROS


Texto Base: Gálatas 1:17b-24







Há uma máxima que diz: “Errar é humano”, o que não deixa de ser uma grande verdade. A Bíblia diz que todos nós erramos, cometemos pecados.

- O salmista dez que a nossa natureza é pecaminosa.
Salmos 51:5 “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”.

- Paulo diz que todos pecamos.

Romanos 3:23 “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”.
Romanos 5:12 “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

- João afirma que não podemos negarmos a nossa natureza pecaminosa.
1 João 1:8 “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.”

- O que é estarrecedor, é que muitos de nós, não temos tido coragem para repara os erros.

Mateus 27:3-5 “Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo. Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se”

- A Bíblia nos diz que o Apostolo Paulo, após sua converção, foi para o deserto da Arábia.
- Não sabemos ao certo o que Paulo foi fazer na Arábia!

a) Alguns dizem que foi a Arábia para testemunhar da sua fé.

b) Outros dizem que Paulo foi para a Arábia, falar com Deus antes de falar aos homens.


- O importante não é o que Paulo foi fazer na Arábia,
- O mais importante é o que Paulo fez depois que deixou a Arábia.

I - Após deixar a Arábia, Paulo foi para Damasco.
Vs. 17c “mas parti para as regiões da Arábia e voltei, outra vez, para Damasco”.

- Onde havia levado a prisão mulheres e crianças.
Atos 9:1,2 ”E Saulo, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns daquela seita, quer homens, quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém”.

- Paulo teria que passar por Damasco, para reparar seus erros ali cometidos, e dar testemunho de sua fé.

- Paulo não teve vergonha, voltou a Damasco para pedir perdão às suas vitimas.

II - De Damasco Paulo foi para Jerusalém.
Vs. 18 “Depois, passados três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro e fiquei com ele quinze dias”.

- Ali Paulo encontrou alguns amigos, aos quais deveria falar de sua nova vida.
Vs. 23-24 “mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia, agora, a fé que, antes, destruía. E glorificavam a Deus a respeito de mim”.

- Creio que em Jerusalem, Paulo foi a casa de Estevão, e vendo sua esposa, agora viúva, e seus filhos, pediu-lhes perdão, pelo que fizera a Estevão.

Atos 7:54-58 “E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seu coração e rangiam os dentes contra ele. Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus. Mas eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo”.

III - De Jerusalém, Paulo foi a Síria e a Cilícia, onde ficava sua cidade natal, Tarsis.
Vs. 21 “Depois, fui para as partes da Síria e da Cilícia”.

- Ali estavam seus amigos de infância, todos judeus, ele cristão.
- Paulo voltou a Tarsis, sua cidade natal, porque precisava acertar as contas com o passado.

Conclusão:

- Precisamos reconhecer, que existem contas com o passado que ainda não foram acertadas.
1 João 1:8 “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.”

- Precisamos pedir a Deus, que nos conceda o mesmo entendimento concedido a Paulo, a coragem para repararmos os nossos erros.

1 João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.







AUTOR: Antonio Jorge dos Santos







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A OPERAÇÃO DE DEUS
EM NOSSAS VIDAS


Texto Base: Jó 38:1-7; 42:10-17




- Castro Alves, o notável poeta baiano, inicia seu poema, Vozes d’África, com uma pergunta lancinante:
“Deus! Ó Deus! onde estás que não respondes? Em que mundo, em que estrela Tu t’escondes: Embuçado nos céus?”

- O Salmista no Salmo 115 nos fala de sua dolorosa experiência com adversários que insultando-o.

- Nos exemplos acima referidos, fica a impressão de um Deus distante, alheio ao sofrimento e surdo aos clamores. Esta mesma impressão nos é transmitida pela aflitiva experiência de Jó. Mas é só impressão.

- Na verdade, o nosso Deus, o Deus da Bíblia, é o Deus que interfere na história dos homens e dos povos, corrigindo injustiças, proporcionando livramento e revelando Sua majestade.

Nesta mensagem vamos apreciar a operação de Deus. Em dois aspectos.

I – INTERVENÇÃO REVELADORA

Em torno do sofrimento de Jó muita gente se pronunciou: A esposa, Elifaz, Bildade, Zofar, Eliú; o próprio sofredor emitiu sua opinião, não poucas vezes. Em todos eles houve acertos (exceto na opinião da esposa) e equívocos.

- Em nosso texto, porém, é Deus quem fala, revelando verdades de extraordinária significação. Separaremos apenas duas:

1 – Limitações do Homem.

- Embora criado à imagem e semelhança de Deus, embora superior a todos os demais seres da terra, o homem sempre teve limitações que se agravaram com o pecado.

- Deus se dirige a Jó como quem se dirige a um combatente para um duelo:

• Cinge, pois, os teus lombos como homem Jó havia feito pronunciamentos que se assemelhavam a desafios ao Altíssimo (13:22; 31 :35-37). Aceitando o desafio do patriarca, Deus ordena que ele se prepare para responder.

- Mas na medida em que o Senhor vai falando, vão se evidenciando também, dois aspectos das limitações de Jó e de todo o homem: Sua ignorância ou desconhecimento de muita coisa (38:4-7), e sua incapacidade (38:34, 35).

2 – Sabedoria e Onipotência Divina.

- A indagação contida em 38:2, deixa claro que no sofrimento de Jó, nada aconteceu por acaso, à revelia da vontade de Deus. Não! Tudo se desenrolava dentro dum plano sábio, debaixo da permissão e do controle do Onipotente. A partir daí, todas as questões levantadas pelo Senhor e todos os exemplos mencionados ressaltam a sabedoria e o poder de Deus na criação e manutenção do universo.

- Nos primeiros seis versículos do capítulo 42 verificamos que as revelações feitas por Deus, conduzem o patriarca a uma convicção de pecado sem precedentes. Associada a esta nova consciência de pecado vem, primeiro, uma confiança na providência divina tal como Jó jamais experimentara. O tudo do verso 2 inclui, certamente, o cumprimento, no seu sofrimento, de um benéfico e divino propósito. Cf. Rom. 8:28. Nenhum dos teus pensamentos ou nenhum dos teus propósitos.

•. Jó, o rebelde, desconhecia tal confiança em Deus; mas Jó, o humilde penitente, possuía-a em grande medida.
Em segundo lugar Jó renuncia agora, por completo, ao poder das palavras e da razão humanas. Quem é aquele que sem conhecimento encobre o conselho? (3) é um eco das palavras divinas de 38:2. As suas palavras e a sua sabedoria, das quais ele tanto se orgulhara, não haviam senão lançado uma escura sombra sobre o caminho que Deus, na Sua sabedoria, esboçara para ele.

II – INTERFERÊNCIA RESTAURADORA

– Deus não se deixa apanhar de surpresa por nenhum dos nossos problemas. Por isso mesmo, promoveu a restauração de Jó, mudando-lhe a sorte ou a situação, quando este orava pelos amigos.

Nessa interferência de Deus, va¬le separar alguns aspectos:

1 – Interferiu para outorgar bênçãos maiores que as anterio¬res (42:12).



2 – Interferiu sem qualquer Impedimento (Isa. 43:13).



3 – Interferiu no momento próprio. O relógio de Deus não se atrasa nem se adianta, marca sempre a hora certa.

CONCLUSÃO:

- Alfredo Musset, um dos mais notáveis poetas franceses, diz com muita propriedade que para aqueles que perderam tudo, ainda resta Deus. Foi esta a experiência de Jó. E quanto a nós, descansemos na certeza de que o Senhor que nos guarda não dormitará. Ele vê as nossas lágrimas, ouve a nossa oração e, no momento próprio, transforma a nossa dor num poema. Louvado seja o nome do Senhor, do Senhor da nossa vida.

Aplicação

1 – Nós temos entendido o silêncio de Deus em certas circunstâncias?

2 – Existem exemplos da interferência de Deus na História do povo d’Ele?

3 – Nós Podemos mencionar a interferência do Senhor em nossa vida em alguma ocasião especial?

4 – Nós podemos mencionar alguns exemplos de limitações humanas.
Tudo isto nos ajuda a compreender que o Deus que era, é, e será. Amem!


AUTOR: Fernando Antonio da Costa




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