sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012



ESTÁGIOS AO LONGO
DO CAMINHO


Texto: 1 João 2.12-14




Introdução

- Falar de adultos que continuam a agir como crianças por causa de pais dominadores que nunca aprenderam a deixar os filhos partir.

- Desafiam um princípio básico da natureza: o objetivo da paternidade é criar adultos saudáveis, e não crianças dependentes.

- O autor divide os seus leitores em três grupos. Ele está indicando, não as suas idades físicas, como pensam alguns, mas estágios em seu desenvolvimento espiritual, pois a família de Deus, como toda família humana, tem membros de diferentes maturidade. Representam três diferentes estágios da peregrinação espiritual.

Transição

- A Bíblia nos mostra três estágios ao longo do caminho do amadurecimento espiritual.

I.) Crianças (Filhinhos)

- Os filhinhos são os recém-nascidos em Cristo.

- Cristãos que estão iniciando sua peregrinação ou que estão estagnados no estágio de criança.

- Mateus 18.3 – Devemos ser como crianças no sentido de ter uma fé simples, mas não no sentido de ter uma fé imatura, infantil, caracterizada por fanfarronice, competitividade, choramingo, manha, etc.

- Ver 1 Co 3.1-3; Ef 4.14; Hb 5.11-14.

II.) Adultos (Jovens)

- Os jovens (adultos) são cristãos mais desenvolvidos, fortes e vitoriosos na luta espiritual.

- O relacionamento adulto revela o que Deus sempre buscou nos seres humanos: não o amor dependente de uma criança sem escolha, mas o compromisso adulto e espontâneo de uma pessoa que ama.

- Deus nos “suporta” enquanto somos crianças espirituais dependentes que precisam de regras específicas para viver. Mas o objetivo de Deus é que nos tornemos adultos que optem por um compromisso espontâneo, baseado no amor.

- 1 Co 13.11; 14.20.

III.) Pais

- Os pais possuem a profundidade e a estabilidade da experiência cristã amadurecida.

- Os pais sacrificam voluntariamente a liberdade por amor ao outro; se sacrificam em favor dos filhos.

- Maior exemplo desse tipo de maturidade é Jesus – Mc 10.45; Jo 15.13

- Apóstolo Paulo também é exemplo – Gl 4.19

Conclusão

- O que temos sido em nossa caminhada com Deus?

- Crianças, Adultos ou Pais?

- Devido ao tempo decorrido, o que deveríamos ser?




AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra com ajuda do livro “O Deus (In)visível” (P. Yancey)




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RESULTADO DA
BUSCA GENUÍNA

Texto: 2 Crônicas 20.13-17




Introdução

- Houve busca genuína por parte de Josafá e do povo – relembrar os versos 3-13.

- O que é busca genuína? Ver Jr 29.13; Sl 51.17; 2 Cr 7.14

- Até as crianças buscaram! Precisamos ensinar nossos filhos a buscarem a Deus. Principalmente quando e enquanto são pequenos não podemos deixá-los decidir se querem ou não estar na igreja. É nossa responsabilidade trazê-los e ensiná-los.

- O que acontece quando há busca genuína?

Transição

- Não só nos momentos de aperto, devemos empreender uma busca genuína de Deus

O texto nos mostra alguns resultados da busca genuína.

I.) Quando há busca genuína, o Espírito Santo sempre vem – v. 14

- Que coisa gloriosa quando o Espírito Santo vem!

O que acontece quando o Espírito Santo vem?


- Os corações endurecidos são quebrantados;

- há arrependimento verdadeiro;

- as pessoas são convertidas e não apenas convencidas;

- há mudança de vida;

- há vida com Deus;

- há sede por oração, santificação, conhecimento e prática da Palavra;

- as pessoas passam a viver uma vida cristã autêntica;

- há testemunho ousado do poder transformador de Cristo;

- há amor, respeito, consideração, honra;

- há reverência para com as coisas de Deus;

- há renovação;

- há distribuição de dons espirituais.

- Ver Ez 37.9; Lc 11.13

II.) Quando há busca genuína, Deus nos conforta – v. 15, 17

- Deus nos conforta: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão …” (v. 15); “ Não temais, nem vos assusteis … o SENHOR é convosco” (v. 17).

- Deus nos conforta e está conosco – ver Is 43.2; Mt 28.20

III.) Quando há busca genuína, Deus assume as nossas pelejas – v. 15, 17

- Deus assume as nossas guerras: “… a peleja não é vossa, mas de Deus …” (v. 15); “Neste encontro não tereis de pelejar …” (v. 17).

- Deus luta as nossas guerras – ver Rm 8.31; Ex 14.14 (travessia do Mar Vermelho)

- Se você está em luta e sua causa é justa fique tranqüilo; Deus está com você lhe confortando e assume como dEle a sua causa!

IV.) Quando há busca genuína, Deus nos dá toda a estratégia para a vitória – v. 16, 17

- Nos revela o tempo da vitória: “…amanhã…”(v. 16); “…amanhã…” (v. 17). Não é no nosso tempo, é no tempo de Deus; não se precipite; as coisas fora do tempo de Deus deixam de ser benção!

- Nos revela as estratégias do inimigo (v. 16). Na Sua Palavra, Deus nos ensina todas as estratégias que o nosso inimigo usa: intimidação; distorce a Palavra de Deus; usa pessoas para nos atingir. Se conhecermos bem a Palavra, conheceremos as estratégias do inimigo e as armas das quais dispomos para derrotá-lo!

- Nos revela qual deve ser nossa postura (v. 17).


As posturas a seguir parecem ser contraditórias:

- Tomar posição: vida com Deus, oração, meditação na Palavra, congregar, fechar as “brechas”, se alinhar, não dar ocasião à carne e ao diabo, viver em santidade.

- Ficar parados e ver o livramento: deixar Deus agir, não querer agir no lugar de Deus, não querer “tomar a frente de Deus”. Ver Sl 46.10.

Conclusão

- Você está buscando a Deus de forma genuína?

- Está verdadeiramente contrito? Quebrantado?

- Demonstra não só no discurso, mas na prática que depende de Deus? Ler 2 Cr 7.14


AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra






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