sexta-feira, 30 de novembro de 2012



O SEGREDO PARA 
SER BEM SUCEDIDO 
NA OBRA DO SENHOR 

 Texto: I Co 15:58 

 -= Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.  

-= Este versículo contém uma promessa: “sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”. Que privilégio poder trabalhar para o Senhor em Sua Obra! Ser um ceifeiro na Sua seara, ainda mais sabendo que a “seara é grande e poucos são os ceifeiros” (Mt 9:37). 

 -= Como toda em promessa, há condições. Ou seja, se as condições não forem satisfeitas, o resultado esperado não se obterá. Há muitos que reinvidicam as bênçãos sem se prestarem a cumprir as condições. Terminam frustrados. 

 Vejamos as condições para que se tenha a bênção de ser bem sucedido na obra do Senhor: 

 1ª. Condição: SANTIDADE! 

 -= A santidade é conseqüência da graça de Deus em nós. É obra do Espírito Santo e, para tanto, basta que queiramos e deixemos Ele nos santificar. 

-= Nossa vontade é a porta através da qual o Espírito age para nos santificar: Efésios 4:30 afirma: “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.” E no capítulo seguinte, o apóstolo recomenda: “enchei-vos do Espírito” (Ef 5:18). 

 -= Quando falta a santidade todo esforço se torna vão! É isto que aprendemos em Isaías 1: 

 (11) “de que me serve a mim a multidão dos vossos sacrifícios?” 
 (12) “quem requereu de vós isto, que viésseis pisar os meus átrios?” 
(13) “não continueis a trazer ofertas vãs...” 
(15) “quando estenderdes as vossas mãos, esconderei de vós o meu rosto...” 
(16) (o apelo pela santidade) “lavai-vos, purificai-vos; tirai de diante dos meus olhos a maldade dos vossos atos; cessai de fazer o mal”. 

-= A história de Josué bem realça esta condição: 

 Js 3:5 “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” 

 Js 6:18 (qdo Jericó é tomada) “guardai-vos do anátema, para que, depois de o terdes feito tal, não tomeis dele coisa alguma, e não façais anátema o arraial de Israel, e o perturbeis”. 

 Js 7:21 (Acã trouxe pecado para Israel e derrota frente à cidade de Ai) “uma capa babilônica, duzentos siclos de prata (3kg) e uma cunha de ouro do peso de cinqüenta siclos (750g)”. 

2ª. Condição: PERSEVERANÇA! 

 “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes...” 

 -= Este versículo completa toda uma argumentação exposta ao longo do capítulo 15 da Epístola. Podemos dizer que o versículo 58 é a conclusão: “à luz disto tudo...”. E qual é o assunto enfocado pelo apóstolo? A ressurreição de Jesus Cristo, sua vitória sobre a morte e os efeitos dela em nossas vidas. 

 -= Nos versos 17 e 19, Paulo afirma: “E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. (...) Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima.”. 

 -= Cristo ressuscitou! Isto é testificado pelas inúmeras testemunhas referidas pelo apóstolo na parte inicial do capítulo. Assim, não esperamos em Cristo somente nesta vida. Nosso futuro, em Cristo, é glorioso, como bem o apóstolo explica nos versos 51 e 52 e de 55 a 57. 

 -= É à luz disto que o apóstolo Paulo recomenda a perseverança: “sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor”. Depois da santidade, a perseverança é outra condição fundamental para sermos bem sucedidos na obra do Senhor. Vale realçar que ser bem sucedido é produzir frutos abundantes, permanentes, que não se perdem por serem gloriosos para Deus. 

 -= No capítulo 15 do Evangelho de João o verbo permanecer é conjugado algumas vezes por Jesus. Ele é a Videira Verdadeira, o Pai é o agricultor e nós, os ramos. O ideal é que, nEle, produzamos frutos (“fruto” é mencionado 6 vezes nos versos de 1 a 8). Nos versos de 1 a 11 o verbo permanecer é conjugado onze vezes! Permanecer ou perseverar nEle é condição fundamental para que os frutos ocorram. 

 -= Em Jo 15:6, Jesus declara que quem não persevera nEle é como um ramo seco da videira, que nenhum fruto consegue produzir. É preciso perseverança para que o trabalho não seja vão! 

 -= A perseverança é a qualidade de quem é firme e constante, determinado, de quem sabe o que quer. No capítulo 16 de I Coríntios encontramos um indicativo do porque desta qualidade ser tão necessária. No verso 9 o apóstolo conta: “porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”. Este é o cotidiano dos servos de Deus, entrar por portas desafiadoras, enfrentando dificuldades tremendas – principalmente a oposição do reino das trevas. 

 -= Sem perseverança não há como alcançar as vitórias que Deus tem para nós. Daí o apóstolo incluir nas recomendações finais da Epístola aos Coríntios: (16:13) “Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente, sede fortes”. 

 3ª. Condição: AMOR. 

 -= Tão crucial quanto a santidade e a perseverança é o amor para que você seja bem sucedido na obra do Senhor. Tão fundamental que o apóstolo Paulo recomendou: “Todas as vossas obras sejam feitas em amor” (16:14). E o que dizer, então, do capítulo 13? 
 Há alguma chance de se obter frutos abundantes em algum ministério sem este ingrediente? 

 -= Se faltar amor, todo o trabalho é desperdiçado: pode-se falar todas as línguas, dos anjos e dos homens, pode-se exercer o dom da profecia, possuir o conhecimento de todos os mistérios e da ciência, ter uma fé possível de transportar montes, distribuir todos os bens para o sustento dos pobres, ou mesmo ser martirizado numa fogueira... “se não tivesse amor, nada disso me aproveitaria” (v. 3). 

 -= Há quatro textos principais no Novo Testamento que nos ensinam acerca dos dons espirituais. O primeiro é Romanos 12:4-8, onde temos uma relação de dons do Espírito. O segundo é I Coríntios 12, onde há um extenso ensino acerca dos dons. O terceiro é Efésios 4:1-16, onde temos outra lista de dons e o quarto, I Pedro 4:8-11, onde o apóstolo reforça o ensino de que cada crente deve exercer o dom que recebeu. Em cada um destes textos bíblicos encontramos a necessidade de ter o amor. 

 -= Em Romanos 12:9 e 10: “O amor seja não fingido... Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal...”. Em I Coríntios, após o capítulo 12, sobre o uso dos dons, vem o capítulo 13, acerca do amor, o dom mais excelente. Em Efésios 4, no mesmo contexto do ensino dos dons, o apóstolo escreveu: “Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (v. 15). Pedro, em I Pe 4, referindo-se ao trabalho que devemos prestar aos irmãos, escreveu: “tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados” (v. 8). 

 CONCLUSÃO: 

 -= Eis as três condições para que os frutos abundantes ocorram no ministério que você desempenha na Obra do Senhor. Sem estas, todo o trabalho que você insistir em fazer será vão. A santidade, a perseverança e o amor são imprescindíveis. Talvez agora você entenda o porque da frustração e do insucesso no trabalho que você ou sua Igreja faz. 

 -= Se no seu caso os frutos não têm aparecido, saiba que é tempo de mudar. Deixe o Espírito Santo santificar sua vida, consagre-se e permaneça fiel naquilo que Deus pedir ou colocar em suas mãos para fazer. E, por fim, peça ao Espírito Santo uma unção de amor em favor daqueles a quem você ministra. Assim, certamente, os resultados serão maravilhosos. 



AUTOR:  Paulo Rogério Petrizi


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FIQUE ATENTO! 
SATANÁS IRÁ CIRANDÁ-LO 

 Texto: Lucas 22:31-34 

 -= Jesus inicia suas graves palavras a Simão Pedro com a repetição do nome: “Simão, Simão...” (v. 31).  

-= Isto realça a preocupação de Jesus com Pedro. A causa desta preocupação: o ataque que Satanás estava para desfechar contra Pedro e seus companheiros. 

 -= “Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo” (v. 31). Pediu a quem? A Deus, claro. E Deus permitiu! Calma, não fique chocado, ainda. Ainda que o Maligno possa “cirandar” servos do Senhor, observe que ele não o faz sem a permissão de Deus. Louvado seja o Deus Eterno, que tem o Diabo sob controle: o poder de Satanás é limitado, tanto em relação ao tempo quanto ao seu alcance. Tanto é que a derrota de Satanás já está decretada e seu final descrito no Apocalipse (Ap 20:10). 

 -= Na experiência de João, o Diabo pleiteou autorização para, inicialmente, tocar nos bens de João. Depois na saúde. O Maligno agiu dentro do limite estabelecido por Deus. 

 -= O verbo usado por Jesus, “cirandar”, significa “peneirar” e descreve o processo de provas pelo qual o genuíno é separado do falso, o bom do mau. Jesus alertou a Pedro de que problemas viriam e que Satanás estaria atacando os apóstolos. 

 -= Observe que, antes de qualquer reação de Pedro, Jesus acrescentou: “mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (v. 32). Vemos aqui o cumprimento do que João escreveu em I Jo 2:1: Jesus é nosso advogado. Jesus orou por Pedro para que este se recobrasse após as turbulências que viriam. O Senhor sabia das três negativas que Simão cometeria e que isto seria superado: “e tu, quando te converteres, fortalece teus irmãos” (v. 32). Pedro foi o primeiro dos doze a se encontrar com Jesus ressurreto e a entender o fato da ressurreição (Lucas 24:34). 

 -= Ainda hoje, somos alvos do mesmo tipo de ação do Maligno. Sabendo quem somos em Cristo e da grande responsabilidade que temos junto à Igreja do nosso Senhor, o Inimigo do Povo de Deus se lança na mesma obra de “cirandar” os crentes. 

 Eis o que podemos fazer para não cairmos nas artimanhas do Maligno: 

 1º.) O Inimigo terá facilidade em cirandá-lo se você sentir-se PRONTO (v. 33) 

 -= Observe no verso 33 a resposta de Pedro ao alerta de Jesus: “Senhor, estou PRONTO a ir contigo tanto para a prisão como para a morte”. Simão estava completamente equivocado quanto à sua condição; ele estava superestimando-se. O Senhor Jesus discordou de Pedro e o alertou de que naquele mesmo dia, antes que o galo cantasse, três vezes Pedro o negaria. 

 -= Você oferecerá muitas facilidades ao Inimigo toda vez que sentir-se suficiente, superior, infalível, grande, indestrutível, perfeito... Lembre-se de quantas vezes a Palavra de Deus nos alerta para o perigo da soberba! A soberba, sempre, precede a ruína! (Pv 16:18). 

 -= Pedro se dizia PRONTO. Ele nem fazia idéia do quanto teria ainda que percorrer... do quanto faltava Deus fazer em sua vida. 

 -= Tamanha era a segurança de Pedro que, conforme Mateus 26:33-35, ele declarou: “ainda que todos se escandalizem de ti, EU NUNCA me escandalizarei”. Conforme Mateus, após Jesus revelar as três negativas que ocorreriam dentro de algumas horas, Pedro rebateu: : “DE MODO ALGUM te negarei!”. 

-= O Evangelho de Marcos registra que Pedro “repetia com veemência...” tais palavras (Mc 14:31). Ou seja, Pedro teimava com Jesus de que sua lealdade resistiria a qualquer prova. 

 2º.) O Inimigo terá facilidade em cirandá-lo se você tiver uma VISÃO MÍOPE do Reino de Deus 

 -= O problema de Pedro, basicamente, era de não comungar da visão de Jesus. Quando Jesus descrevia o Reino, Pedro imaginava outra coisa: poder e grandeza terrenos! Ele estava disposto a morrer por este “poder”! Jesus sabia que logo Pedro descobriria a verdade, por isso disse: “quanto te converteres, fortalece teus irmãos” (v. 32). 

 -= A miopia espiritual de Pedro fica realçada no episódio das duas espadas, conforme Lucas 22:35-38. Simão era o detentor de pelo menos uma das duas espadas apresentadas ao Senhor. Apesar da reprimenda de Jesus, Pedro a utilizou, conforme João 18:10: “Então Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco.”

 -= Quantas pessoas, hoje, oferecem facilidades ao Inimigo porque ignoram a natureza do Reino de Deus e os verdadeiros propósitos da Igreja. Não é raro que pessoas confundam a Igreja com algo parecido com uma empresa, um shopping, um circo, um negócio, um ringue... 

 -= O Inimigo procurará de diversas formas ciranda-lo. 

-=  Louvado seja Deus pela Sua Palavra e pela experiência de Simão Pedro, que nos alerta. 

 Se você depositar sua confiança no Senhor e depender dEle, o inimigo não encontrará lugar em sua vida. 



AUTOR: Paulo Rogério Petrizi



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quinta-feira, 29 de novembro de 2012



VALORIZANDO A NOSSA 
CONDIÇÃO DE FILHOS  

Texto: Lucas 15.11-24 


 Introdução: 

-  Mostrar que a palavra pródigo significa esbanjador. 

- Mostrar que só esbanja quem não dá valor às coisas. 

- Mostrar que o filho pródigo não valorizou o que possuía: um lar, riquezas, segurança. 

- Mostrar que muitas vezes nós assumimos a personagem do filho pródigo e não valorizamos a nossa condição de filhos de Deus. 

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 Proposição: 

- Precisamos valorizar a nossa condição de filhos, pois a mesma foi adquirida através do sacrifício de Cristo, na cruz do calvário, por nós. 

Às vezes como o filho pródigo: 

I. SOMOS INDIVIDUALISTAS 

-  O filho pródigo foi individualista. Só pensou em si mesmo. Não pensou no sofrimento que estava infringindo ao pai, não pensou que estava desrespeitando a primogenitura do irmão, não pensou na falta que faria àquele lar. 

- Às vezes nós também não valorizamos o amor do Pai (Jo 3.16; Ro 8.38,39), não valorizamos o sacrifício de Jesus (Fp. 2.5ss), não valorizamos o corpo de Cristo (Jo 17.21) 

 II. ESTAMOS INSATISFEITOS 

-  Insatisfação fala de desagrado, falta de satisfação. O fato do filho pródigo ter se ausentado de seu lar demonstra que ele estava insatisfeito. 

 Referências: Hino “Satisfação”, Hino 83 HC, Pv 19.23. 

III. QUEREMOS SER INDEPENDENTES 

-  Que não depende, que não se sujeita, que está livre de qualquer laço ou compromisso. 

- O filho pródigo queria ser livre, não queria mais estar debaixo da autoridade do seu pai. 

 Referências: Jo 15.5, Lc 12.20, Tg 4.13 

 Conclusão: 

- Ainda que muitas vezes assumamos o papel de filho pródigo e sejamos individualistas, insatisfeitos e independentes o Pai nos espera de braços abertos, disposto a nos restaurar! 


 FONTE: http://evfabiomagalhaes.blogspot.com.br/search/label/Esbo%C3%A7os%20de%20Serm%C3%B5es%20e%20Ilustra%C3%A7%C3%B5es



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ENTENDENDO E ENFRENTANDO 
AS TEMPESTADES DA VIDA 

 Texto: Salmo 55.6-8, João 16.33 


 Introdução: 

- Nós, seres humanos que somos, temos grande dificuldade em lidarmos com os problemas da vida. 

- Esta verdade está evidenciada na expressão usada pelo salmista no salmo 55, em que ele expressa o desejo de escapar da tempestade. 

-  O dicionário da língua portuguesa define tempestade como: agitação violenta do ar com vento, chuva e trovoada. 

- A palavra tempestade é oriunda do latim, tempestus, e significa “mau tempo”. 

- Na Bíblia Sagrada as tempestades são símbolos de momentos críticos, de dificuldades, que se apresentam em nossas vidas. 

-  Como dissemos, temos uma tendência a fugirmos das tempestades, mas nesta noite o Espírito Santo quer ajudar-nos a mudarmos de atitude, e a entendermos e enfrentarmos as tempestades da vida. 

- Por isso nesta noite estaremos meditando neste assunto: 
“Entendendo e enfrentando as tempestades da vida”. 

 Proposição: 

- Querido irmão, não sei que tipo de tempestade você está enfrentando, mas o Espírito Santo te trouxe aqui para te lembrar que no mundo teremos aflições, mas não devemos perder o ânimo! 

 Vejamos alguns fatos que nos ajudarão a entendermos e enfrentarmos as tempestades da vida: 

 1 - O fato de estarmos na direção de Deus, e em comunhão com o Senhor, não isentam-nos de passarmos por tempestades. 

-  O Evangelho segundo escreveu Mateus, no capítulo, 8, verso 23, diz que ”Jesus entrou no barco e os seus discípulos o seguiram”; isso fala que os discípulos estavam na direção do Senhor, Ele estava à frente. O verso 24 mostra que Jesus estava no barco, com os discípulos, isso fala de comunhão. 

- No entanto o texto diz que “levantou-se uma tão grande tempestade, que o barco era coberto pelas ondas”.

- Se você está está na direção de Deus, e em comunhão com o Senhor, e está enfrentado tempestades, não se assuste!

- As tempestades nos dão oportunidade de crescer e amadurecer! 

-  As tempestades que ocorrem em nossa vida podem produzir resultados positivos: 
Paciência, Experiência e Esperança (Rm 5.3-5); 
Compreensão da Palavra de Deus (Sl 119.71); 
Transformação dos nossos relacionamentos (Jó 1.5; 2.9; 16.2; 42.5) 
Corrigir os nossos defeitos (II Co 12.7ss) 

 2 – Há tempestades que nós mesmos provocamos! 

- O texto bíblico nos revela que o profeta Jonas recebeu uma missão do Senhor: ir a cidade de Nínive e pregar contra ela. 

- Sabemos que o profeta Jonas, não querendo cumprir a missão que recebeu, tomou o rumo oposto. 

- Em Jonas 1.4 vemos que o Senhor mandou ao mar um grande vento e fez-se uma grande tempestade. 

- Às vezes tomamos decisões equivocadas, ou em algum momento da vida deixamos de fazer o que deveríamos fazer, e o resultado são as tempestades que sobrevêm sobre nós! 

- A Bíblia Sagrada traz um grandes exemplos: A desavença nos lares de Abraão, Isaque e Jacó devido a atitudes equivocadas que tomaram. (Gn 16 -37). 

-  Quando enfrentamos tempestades, que nós mesmos provocamos, só há dois caminhos: Arrependimento (Jn 2); correção dos erros (Jn 3) 

 3 – Às vezes enfrentamos tempestades por não querermos acatar bons conselhos 

-  O Livro de Atos dos Apóstolos nos relata que quando o Apóstolo Paulo estava sendo conduzido à Roma, juntamente com outros prisioneiros, o Senhor lhe mostrara que a viagem seria perigosa. 

- Apesar do conselho do apóstolo Paulo, o Centurião não o ouviu; o resultado foi que tiveram que enfrentar uma grande tempestade, e o navio acabou naufragando. 

- (At 27 9.ss) Encontramos ainda o caso de Roboão, que por não ouvir um bom conselho perdeu a maior parte do seu reino (I Rs 12) 

-  Agora que entendemos as tempestades, vejamos como enfrentá-las: 

=> Precisamos recorrer a Jesus, pois Ele está no barco! (Mt 8.25) 
=> Precisamos entender que Jesus está nos vendo (Mt 14.23) 
=> Precisamos manter o equilíbrio (Mt 14.26) 
=> Precisamos vencer a dúvida (Mt 14.31) 

 Conclusão: 

- Não importa qual tipo de tempestade temos enfrentado, nunca podemos esquecer que servimos a um Deus que tem poder para transformar qualquer tempestade em bonança.



Fonte: http://evfabiomagalhaes.blogspot.com.br/search/label/Esbo%C3%A7os%20de%20Serm%C3%B5es%20e%20Ilustra%C3%A7%C3%B5es



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quarta-feira, 28 de novembro de 2012


Lições da vida de Josué 



INTRODUÇÃO 

-  A Bíblia Sagrada conta a história de muitos heróis que nos deixaram exemplos de coragem e integridade diante de Deus e dos homens. 

- Um deles foi Josué, sucessor de Moisés, de cuja vida poderemos extrair importantes lições para o nosso viver diário. 

-  HERÓI É: Um homem extraordinário por seus feitos guerreiros, sua coragem e sua capacidade de sacrificar-se pelos outros. Diz-se da pessoa que, por qualquer motivo, é o centro das atenções. 

- O herói pode ser também o protagonista de uma obra literária. 

 I. JOSUÉ RECONHECEU E RESPEITOU A AUTORIDADE ESPIRITUAL DE MOISÉS. 

TANTO QUE: 

 1.1 — Era obediente Moisés deu uma ordem, e Josué obedeceu (Êxodo 17.9,10). A obediência, portanto, caracteriza toda pessoa que reconhece a autoridade espiritual de outra. 

1.2 — Tinha predisposição para servir embora fosse comandante do recém-formado exército de Israel, Josué servia a Moisés (Êxodo 24.13). Ele entendia e respeitava a autoridade espiritual. 

1.3 — Era submisso Josué estava sempre perto de Moisés (Êxodo 24.13; 32.17 etc.), pois reconhecia sua autoridade espiritual. 

1.4— Era fiel Não compactuou da rebelião de Coré, Datã e Abirão (Números 16.1-35) nem se juntou a grupos rebeldes. 

 II. JOSUÉ SE SUBMETEU À AUTORIDADE ESPIRITUAL. POR ISSO ELE: 

 2.1 —Alcançou vitória Josué venceu os exércitos inimigos porque estava debaixo da autoridade espiritual de Moisés. 

2.2 — Tornou-se autoridade espiritual Josué se tornou autoridade espiritual sobre outras pessoas (Êxodo 17.9). 

2.3 — Recebeu algo especial de Deus Josué foi cheio de sabedoria, porque Moisés impôs as mãos sobre ele (Deuteronômio 34.9). 

2.4 — Foi reconhecido Josué foi reconhecido diante do povo porque se submeteu à autoridade espiritual de Moisés (Deuteronômio 34.9). 

 III. OUTRAS EXPERIÊNCIAS QUE MARCARAM A VIDA DE JOSUÉ: 

 3.1 — Ele obteve experiências espirituais Josué subiu e desceu o monte em companhia de Moisés (Êxodo 24.13 e 32.17). 

3.2 — Tornou-se autoridade espiritual O Senhor o escolheu para dirigir o povo de Israel (Josué 1.1,2). 

3.3 — Foi submisso à autoridade de Deus Quem se submete à autoridade espiritual aqui na terra, não terá nenhuma dificuldade de submeter-se à autoridade absoluta, que é Deus (Josué 24.15). 

 IV. RECEITA DE JOSUÉ PARA UMA VIDA DE VITÓRIAS: 

 4.1 — Sair da inércia e começar a agir (Josué 1.2); 

4.2 — Empregar toda a energia (Josué 1.6,7,9); 

4.3 — Ser forte e corajoso (Josué 14.11); 

4.4 — Deixar Deus agir (Isaías 43.13). 

 CONCLUSÃO 

-  Falemos com Deus, perguntemos o que Ele quer para a nossa vida,obedeçamos à Sua direção, sujeitemo-nos à autoridade espiritual. 

- Façamos aquilo que Deus nos mandar fazer com convicção, por meio dos sinais que Ele nos mostrar. 

- Não tomemos atitudes precipitadas nem desobedeçamos àqueles a quem Deus constituiu como responsáveis por Sua Igreja. 

Imitemos o bom exemplo de Josué, o sucessor de Moisés. 


FONTE:  Read more: http://www.mefibosete.com/2012/11/esboco-sobre-josue.html#ixzz2DWSJ56On




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LIÇÕES DA HISTÓRIA 
DE JEFTÉ 


Introdução: 

- Todas as vezes que um presidente de uma nação visita outro país, é da cerimônia protocolar levar flores ao Túmulo do Soldado Desconhecido. 

-  Por que honrar um desconhecido? Porque boa parte da batalha foi travada por homens que nunca saberemos o nome, mas que foram imprescindíveis na guerra. 

SOMOS UM SOLDADO SEM NOME. 

- Lutamos diariamente contra nós mesmos, medos, traumas, marcas que as feridas da vida deixaram em nós, imprecações malditas de um destino maldito assombram a nossa porta. 

- Hoje gostaríamos de extrair algumas lições da história de um homem chamado Jefté, eu quero provar para você que o destino de sua origem ou de seu meio não precisa ser terminal na sua existência. 

- Esta é a história de um menino judeu que nasceu “na zona” e terminou “na corte”! Nasceu e viveu sem dignidade, mas acabou a vida como JUIZ DO SEU POVO, o mais alto cargo daquela época! 

Vejamos sua trajetória e suas lições! 

 Elucidação da História de Jefté: 

 1. Jefté era um homem que carregava consigo uma marca que não queria cicatrizar, pelo menos aos olhos do mundo ao seu redor: ERA FILHO DA PROSTITUTA! 

2. Era um guerreiro corajoso, mas ERA FILHO DA PROSTITUTA. 

- Currículo pesado para quem quisesse ser grande na vida! 

3. Seus irmãos o rejeitaram e o expulsaram de casa por que ERA FILHO DA PROSTITUTA 

4. Foi obrigado a viver entre marginais, pois só ali havia lugar para um rejeitado filho da prostituta; filho do pecado, filho da iniqüidade, do preconceito, do desamor, da crueldade humana que vende e compra o corpo humano como um objeto. 

5. Mas um dia o sol da justiça raiou na vida de Jefté. 

- Os terríveis amonitas fizeram guerra contra Israel e assim como nos tempo de Davi e Golias, não havia quem liderasse o povo judeu. 

- Jefté aceitou a oferta desde que fosse feito Juiz de Israel após a vitória. Deus lhe deu a vitória e Jefté venceu o estigma do destino. 

6. O Novo Testamento lhe coloca na galeria dos heróis da fé! 

 OS QUATRO ERROS DO SEU JULGAMENTO: 

 1. Foi julgado pela sorte de sua origem e não pelo seu caráter. 

1.1 – Era filho de uma prostituta, mas era incapaz de ser insincero, vivia no meio de homens levianos, mas não se deixou influenciar. É um desafio a psicologia comportamentalista (behaviorismo)... 

1.2 – Quantos filhos de papais matam e roubam e a sociedade cala a boca, porque ele é filho de fulano, mas Jefté era filho da Prostituta, qualquer erro seu seria hiper dimensionado como destino certo. 

 2. Foi julgado com desprezo por ter uma desvantagem na arena da vida 

2.1 – Como ele muitos de nós nascemos com desvantagens, negros, cegos, coxos, nordestino, matuto, brasileiro, pobre, filho de pobres iletrados, filho de ladrões, prostitutas, mas Jefté foi abandonado pelos próprios irmãos por parte de pai... 

2.2 – Hoje em dia o dinheiro nos divide. 

- A sociedade tem a tendência de excluir aqueles que de uma forma ou de outra não se incluem, não se conectam conosco, não nos interessam. É como em um avião. Primeira classe tem tudo até banheiro demais. 

2.3 – Inteligência Artificial de Steven Spielberg é uma crítica a esta desumanização. 

- Quando os robôs são considerados obsoletos, são jogados fora, assim como acontece conosco hoje! 

 3. Foi Julgado Prematuramente 

3.1 – Expulsaram o futuro Líder do seu povo... 

- O mesmo se você olhasse para o Lula há 30 anos atrás e dissesse “este rapaz vai terminar numa favela traficando crack...” 

3.2 – Einstein foi reprovado em Física um dia e seu professor disse “esse menino é burro demais pra física...” 

3.3 – Não diga aos 17 o que vai acontecer aos quarenta... 

 4. Foi julgado como se Deus o tivesse esquecido 

 4.1 – Deus tem preferências – Lia diante de Raquel...Davi em meio aos seus irmãos fortes e bonitos 

4.2 – A preferência de Deus é pelos rejeitados....Deus pega o barro jogado fora e transforma no futuro rei do sue povo.... 

4.3 – Por isso Jesus disse, Alegrai-vos quando vos rejeitarem e perseguirem e disserem todo mal contra vós... 

 TRÊS CONSELHOS BÁSICOS AOS JEFTÉS DA VIDA 

1. NÃO SE DEIXE ARRASAR PELAS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA PELAS QUAIS VOCÊ NÃO É O RESPONSÁVELA 

a. Se eu não pedi isto para minha vida eu não devo me arrasar por isto. Jefté não se limitou por seu filho de uma prostituta. Vamos construir um templo, pode achar que é pretensão de paraibano metido... 

b. Francis Bacon, poeta e filósofo inglês, “Não se pode negar que elementos externos influenciam nossas vidas. São favores, oportunidades, mortes, ocasiões apropriadas; mas o molde básico do destino de cada um está em suas próprias mãos” 

c. Não permita que as circunstâncias sejam determinantes para seu futuro. A vida não pode lhe derrotar se você chamar Deus para sua frente e lutar com ânimo...”eu venci o mundo...” 

d. A maioria das pessoas está presa a sua sorte...sou feio, sou baixinho, nariz muito grande, filho de um pai alcoólatra, mãe prostitua. Seu papel é mostrar que as forças do destino cruel não prevalecem na sua história. 

e. O Que Deus honra ninguém desonra...não seja um Jefté de braços cruzados 

f. Winston Churchill – O mando de campo é nosso e chegamos nas finais – agora é nós e eles somente! Avante! 04 anos depois Hitler se suicidava. 

 2. NÃO DESPREZE O TEMPO DE EXÍLIO 

a. Jefté usa o tempo entre os marginais para aprender a lutar com eles. O que você tem aprendido no exílio da vida, quando pessoas lhe menosprezam? 

 3. QUANDO DEUS ABRIR A PORTA QUEIRA O MELHOR 

- Jefté bradou, Quero ser Líder, quero ser cabeça. 

- E você? 


FONTE: http://www.mefibosete.com/2011/07/jefte-um-homem-valoroso-esbocos-e.html#ixzz2DVzcTTUZ




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terça-feira, 27 de novembro de 2012



Vivendo para 
ser e fazer 
discípulos: 

A CONSUMAÇÃO DO PLANO 



Texto Básico: Gl 4.4,5; Fp 2.5-8 

Texto Áureo: Jo 19.30 

Texto Devocional: Jo 17.1-5 



INTRODUÇÃO 


- Na cruz, diz a Bíblia, Jesus rendeu o espírito. Antes, disse uma expressão que sacudiu o inferno de pavor: "Está consumado!" (Jo 19.30 – o nosso texto áureo). 

- Este fato his­tórico ocorreu no começo da era cristã e teve conseqüências diretas na ordem natural e sobrenatural. 

- Jesus morreu para consumar, terminar ou completar o plano que Deus o encarregou de cumprir, visando a salva­ção do homem condenado pelo pecado. 

- O plano teve início, na sua etapa terrena, em Belém da Judéia (Lc 2.6,7). Tudo aconteceu no momento previsto por Deus. 

- O apóstolo Paulo escreveu: "Vindo, porém, a plenitude do tem­po, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar…" (Gl 4.4,5). 

I. ENTÃO, O SENHOR TEM UM PLANO 

1. Os céus e a terra pertencem ao Senhor. 

- Há maravilhas sem conta no planeta em que habitamos. Perten­cem, por direito de criação, ao nosso Deus. Seres e coisas são do Senhor (SI 24.1). 

- O homem foi criado para adminis­trar o patrimônio divino. O pecado prejudicou este plano original. 

2. Houve necessidade de Jesus fazer uma re­conciliação. 

- Em 2Co 5.18-20, temos a revelação de que Deus nos confiou uma obra. 

- Somos embaixadores, enviados em nome de Cristo, para a obra de reconciliação. Isto faz parte do plano de Deus. 

II. COMO SERVIR NO PLANO DE DEUS 

1. Não há lugar para o orgulho. 

- O desejo de ocupar a primei­ra posição, o lugar destacado, pode ser até normal. 

- O problema surge quando isto ocorre com a exclusão do outro. Na obra do Senhor não deve ser assim. 

- E uma fraqueza humana que fere a ética bíblica. 

- E uma situação antiga, existente na igreja primitiva. 

- Estão lembrados do estra­nho pedido da mãe de Tiago e João, provavelmente Salomé, irmã de Maria? Solicitou honrarias exclusivas para os seus filhos. Jesus ouviu a mãe que assim procedia, observou a justa indignação dos outros discí­pulos e comentou, condenando o orgulho: 
"…quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mt 20.27,28). 

2. O Mestre tinha autoridade para falar. 

- Em Mt 11.29, Jesus convida a aprender com Ele lições de mansidão e humildade. 

- Aquele que estava no princípio com Deus, e que teve o poder de fazer todas as coisas (Jo 1.2,3), agora estava entre nós, preparando os continuadores da sua obra. 

- Alertou contra as ciladas do maligno, uma das quais é o cultivo da vaidade. 

- Jesus foi o Modelo perfeito. 

- O apóstolo Paulo lembrou aos filipenses, que Jesus "a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp 2.8). 

3. O registro de Marcos. 

- O evangelista Marcos também regis­trou o pedido de Salomé. Indicou, a propósito, o ensino de Jesus. 

- O exer­cício da autoridade no Reino de Deus não pode ter o mesmo sentido do existente na área secular. 

"Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva" (Mc 10.43). 

III. COMO É O PLANO DO BOM PASTOR 

1. Deus nos vê como ovelhas. 

- No Salmo 78, de Asafe, temos lições sobre a providência de Deus. Uma delas, Israel, como povo, era um rebanho de ovelhas preciosas, sua herança. Por isso, escolheu Davi, para ser o " pastor de Jacó" (vs. 70-72). 

- Como se dá no tempo da igreja, da Revelação do Novo Testamento, no olhar de Deus? 

- Da mesma forma. O apóstolo João disse que Jesus, o enviado de Deus para a consumação da obra de reconciliação, veio como o bom Pastor. 

- Registrou as palavras incisivas do Mestre: "Em verdade, em verdade vos digo: O que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador" (Jo 10.1). 

- A segunda parte do versículo é uma advertência contra os falsos mestres, que tentam desviar o rebanho do Senhor, a igre­ja fiel. 

2. O falso líder.

- Pode parecer estranho um líder ser um instru­mento da morte. Mas esse tipo existe. 

- O líder que não é verdadeiro. O líder disfarçado. Em Jerusalém, Jesus disse que os judeus examinavam as Escrituras cuidando ter nelas a vida eterna. 

- Jesus e a Bíblia são as fontes da vida eterna (Jo 5.39,40). 

- Como o Bom Pastor, Ele vai até onde é necessário (Jo 10.11). Jesus é o Bom Pastor, fiel e verdadeiro, que con­sumou a obra que recebeu do Pai. Para salvar suas ovelhas, realizou milagres, repreendeu os espíritos malignos, ensinou o caminho, orientou com verdade (Jo 14.6). 

- Como suas ovelhas, ouvimos sua voz e suas pa­lavras de vida eterna. O plano foi assegurado. 

- O plano foi consumado. Aleluia! 

CONCLUSÃO 

- Jesus recebeu do Pai uma missão e a cumpriu cabalmente. 

- Quan­do estava pregado na cruz, ao exclamar: "Está consumado!" 

- Jesus estava dizendo que nada mais havia que precisasse ser feito. Como Salvador, Jesus é perfeito, fez uma obra completa. 

- E nós, seus discípulos, temos a missão de testificar de seu plano eterno de salva­ção, para o mundo. Jesus nos vê como ovelhas. 

- Trata-nos como ovelhas, sendo Ele o Supremo Pastor, que deu a sua vida pelo rebanho. 

PERGUNTAS DA LIÇÃO 

1. Qual é o significado de Gaiatas 4.4? 

2. Que ligação existe entre o plano de Jesus e a Reconciliação? 

3. Apresente duas passagens bíblicas que mostrem Jesus como Modelo de humildade. 

4. Qual é a mensagem final do Salmo 78? 

5. Por que Jesus deu a vida por suas ovelhas?



AUTOR: Pr. Josias Moura de Menezes



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