segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O DEUS DA CONQUISTA 

 Números 13:26-33;Josué 5:13:6-27 



INTRODUÇÃO 

 - Estamos hoje chegando ao final da fase 3 desta série Descobertas. Vamos encontrar com o povo de Israel depois de dois anos de peregrinação e treinamento pelo deserto. Eles estão numa região chamada kades Barbeia. Chegou a hora de tomar posse da promessa de Deus que os faria entrar numa terra que mana leite e mel. 

- Hoje vamos ver o povo de Israel em dois locais diferente. Kades Barneia e Jerico. Os desafios eram os mesmos, os obstáculos os mesmos, o mais importante de tudo sendo o mesmo Deus, mas a abordagem que escolheram foi muito diferente de uma situação para outra. 

 - Você já se sentiu diante de um obstáculo intransponível? 
-  O que você fez? 
- Você precisa de Deus quando o obstáculo é intransponível? 
- Qual o obstáculo mais difícil, o obstáculo externo como saúde precária, salário insuficiente, casamento se desfazendo ou o obstáculo interno do desanimo, da apatia, do medo, da desconfiança, etc? 

Estou certo que os eventos que veremos hoje vão nos apontar para mais descobertas sobre a pessoa de Deus, O DEUS DA CONQUISTA. 

 - Dois anos haviam se passado desde a saída do Egito. Foram dois anos de treinamento, de testes, dois anos suficiente para fazer descobertas sobre a pessoa e o poder de Deus. Deus havia prometido uma terra, uma terra onde manaria leite e mel. Agora o povo estava preparado para conquistar a terra. Moisés relembra o povo que Deus havia prometido aquela terra. Era somentente prosseguir e possuir. Mas, o povo tinha medo e pede para que espias sejam enviados (Deuteronômio 1:22) Deus, então, pede para Moises separar um homem de cada tribo de Israel e monta uma equipe de espias. Eles iriam ver a terra que seria conquistada, trazer um relatório e daí certamente Deus daria o plano de guerra. 

 - A tropa é montada, enviada e talvez ansiosamente esperada. Como seria o presente que Deus estava para entregar? Imagino como muitos casais sonharam... Vamos ter nosso sitio, vamos poder cuidar das nossas crianças com o melhor que tivermos. Era o sonho da casa própria, da terra própria, etc. Mas, o retorno da tropa de espias não foi tão encorajador... 

OS OBSTACULOS PARECIAM ENORMES, DESALENTADORES. 

- E agora? 
- Onde estava o Deus da promessa? 
- Onde estava o Deus da conquista? 

COMO ENFRENTAR OS OBSTÁCULOS? 

 - Abra comigo em Números 13. O contexto é o relatório dos espias sobre o que viram em Canaã, conforme vimos no mapa. 

 I – DEUS ESPERA QUE CONFIEMOS NELE A DESPEITO DE QUALQUER OBSTÁCULO – Números 13:28-31; 14:11. 

 - O povo de Israel cai diante dos obstáculos (a experiência Kades Barnéia) 

 - Coloque-se no lugar deste povo. Como você se sentiria com um relatório deste em contraste com os sonhos que você tinha para sua vida na própria terra. Eles estão em Kades Barneia, esta vai ser a experiência em Kades Barnéia. O povo cai em Kades Barnéia, mas por que caiu? 

 - Porque focou no tamanho dos obstáculos em vez de confiar no tamanho do poder de Deus (13:28 cf. 14:1-5) O relatório dos espias foi verdadeiro. Em outras palavras, eles mostraram que o DESAFIO ERA GRANDIOSO. Só que em vez olharem como um desafio, os espias olharam como um grande obstáculo. Sim, era um obstáculo porque estavam olhando apenas de uma perspectiva estratégica esquecendo o lado espiritual. O problema foi que em vez de reconhecerem o tamanho do obstáculo e focar no tamanho de Deus, eles esqueceram do tamanho do Deus deles. Quando focamos apenas no tamanho do problema, deixamos de ver o tamanho daquele que deixou o problema aparecer diante de nós ou do tamanho daquele que está conosco para nos ajudar enfrentar o obstáculo. 

 A INCREDULIDADE TENDE A AUMENTAR O TAMANHO DO PROBLEMA. A FÉ AUMENTA A VISÃO DE DEUS AGINDO NO PROBLEMA 

 - No oeste da terra prometida estavam povos fortes militarmente falando. Povos que não tinham misericórdia com seus inimigos. Mas, Deus não explicara ainda o plano de guerra. Deus que daria. Eles tinham apenas que saber como era o lado de lá. Na precipitação e ansiedade olharam para si mesmos. Eles não eram um povo de guerra. Foram escravos, se tornaram andarilhos em um deserto onde não tiveram que enfrentar grandes desafios militares. Mas, esqueceram da presença de Deus entre eles. O problema não é que eram despreparados para a guerra. O problema é que não focaram em Deus, mas em suas deficiências. Olharam para suas incapacidades e inabilidades em vez de focarem em Deus. O importante não era o tamanho do obstáculo, mas quem estava com eles. Quando esqueceram de Deus, caíram, mesmo diante de Deus. 

 - Porque focou no tamanho do inimigo em vez de confiar no poder de Deus (13:32, 33) – O problema ainda tornou-se maior. Ao esquecerem da presença de Deus com eles, esqueceram do tamanho e poder de Deus e focaram no poder de fogo do inimigo. Eles perceberam o aspecto causticante da terra, isto é, seria difícil dominar aquela região porque era uma região fortemente militarizada e ao mesmo tempo os homens eram maiores do que os Israelitas. Não é interessante que eles se comparam com os habitantes da terra? Eles se vêem de menor estatura, se sentem impotentes e se sentem como se fossem gafanhotos diante de uma águia. Se eles tivessem focado em Deus teria realmente visto o inimigo como viram. Mas, teriam entendido que por causa do poder de Deus quem era gafanhoto era o inimigo de não eles. Quando confiamos em Deus, ele transforma os gigantes em gafanhotos e os gafanhotos em gigantes. (Números 13:33) - Porque deixou que o gigante da incredulidade se tornasse maior que o Deus da conquista. O que os fez se sentirem pequenos? O que os fez se sentirem pequenos não foi o tamanho dos inimigos, ou o tamanho dos obstáculos. O maior obstáculo estava dentro deles. O maior obstáculo foi a desconfiança. 

 O medo foi fruto da desconfiança, SERÁ QUE DEUS REALMENE VAI CONOSCO? 

- O povo de Israel perdeu o privilégio de ver e viver na terra prometida. (13:20-25) - Apenas dois homens viram os obstáculos com os olhos de Deus. Josué e Calebe. Creio que duas coisas acontecerem que geraram a incredulidade. 

Primeiro, eles esqueceram as experiências no deserto. Eles esqueceram as histórias que Deus deixou que vivessem simplesmente para que entendessem o poder de Deus e do que o amor de Deus era capaz. Deus já havia se revelado o Deus todo poderoso. Deus havia aberto o mar vermelho. Que obstáculo poderia ser maior do que aqueles. No deserto havia sentido falta de água, Deus deu água. Teve fome, Deus deu o maná e “frango a passarinho”. Tudo isto para que na hora do aperto pudessem dizer, SIM, DEUS TEMOS MEDO, SOMOS PEQUENOS, MAS CONFIAMOS NO SENHOR. O SENHOR É GRANDE E PODEROSO, É SOB TUA BANDEIRA QUE SEGUIREMOS. Deus havia falado através de Moisés que iria com o povo. Mesmo depois de o povo ter se alarmado com o resultado da expedição (Deuteronômio 1:30, “O Senhor irá à frente de vocês, lutará por vocês diante dos seus olhos como fez no Egito”). Josué e Calebe creram nisto, mas os demais não. Por isso, o resultado para os demais foi funesto. 

- Porque apenas Josué e Calebe viram os obstáculos da forma correta? Não focaram no tamanho do problema ou do obstáculo, mas com certeza relembraram que foi Deus quem os enviou. Se foi quem prometeu nos dar a terra, É DEUS QUEM DARÁ CONTA DE VENCER OS INIMIGOS. Em 13:30 eles são assertivos, VAMOS VENCER. Em 14:8 ele reafirmam a confiança em Deus – Deus se agradando de nós, venceremos. Deus havia dito que a terra era deles, eles tinha apenas que confiar. O povo esqueceu das lições do deserto, das histórias do deserto, mas eles não. Por isso, puderam prosseguir para a Terra Prometida. Em suma, a historia de Deus com eles fortaleceu a fé que precisaram para ver os obstáculos com os olhos da confiança e não com os olhos da desconfiança. 

 - O resultado foi funesto – em 13.11 Deus discute com Moisés, “até quando este povo me desrespeitará?” Deus queria destruir o povo e começar um outro. Moisés se opõe, Deus resolve não destruir. Mas, a murmuração e incredulidade custaram um preço alto, Os de vinte anos para cima morreriam no deserto e não veriam a terra prometido. 

 - Tudo isto simplesmente porque focaram em suas habilidades e tamanho desprezível em vez de confiarem no tamanho do poder de Deus que era infinito. O povo em geral, preferiu ouvir o relatório dos espias com as interpretações deles em vez de confiarem no que Deus havia dito – EU VOU LHES DAR A TERRA PROMETIDA? O povo esqueceu as histórias e lições do deserto e por isso perderam a confiança em Deus. Em vez de prosseguirem para a Terra prometida, por causa da murmuração e desconfiança, O POVO CAIU EM KADES BARNÉIA. 

 - Você está vivendo alguma agonia hoje? 
-  O medo de ficar só? 
- O medo de amanha não encontrar trabalho? 
- O medo de não terminar seu curso? 

 - Seja o que for hoje você precisa escolher focar no tamanho do obstáculo ou no tamanho de Deus. 

-  Relembrar o que Deus fez no passado ajudarão você olhar para o futuro com mais confiança nele. As suas histórias de vida se tornam uma manancial de fé, pois o mesmo Deus do passado é o Deus que se revelará a você no meio da pressão de kades Barnéia. 

- Você e eu sempre em tempos de crise e desertos, permanecer em Kades Barnéia ou prosseguir para a terra prometida. 

 II – O DEUS DA CONQUISTA TEM SEMPRE UM PLANO DE VITÓRIA PARA NOSSAS VIDAS – Josué 5:9-12; 5:13-6:27. 

- O povo de Israel conquista a Terra Prometida (a experiência Jericó) 

 - Quarenta anos se passaram. A experiência de Kades Barnéia ficou para trás. A geração acima de 20 anos de idade que não crera que Deus os abençoaria e os capacitaria para tomar possa da terra juá havia falecido. Eles não foram punidos porque não creram. A punição foi por causa da murmuração, uma murmuração que tinha a ver com a falta de fé. Mas, a despeito da incredulidade daquela geração, Deus os sustentou no deserto. Eles continuaram comendo o maná e codornizes todos os dias e da mesma forma nem a roupa nem as sandálias se desgastaram. 

 - Também Moisés morrera. Ele também não entrou terra prometida. Em Números 20 Moisés desobedece a Deus e perde o direito de entrar na terra. Mas, sua morte é misteriosa, pois nunca se achou o local do seu sepultamento. Quem sabe viraria um ídolo. 

 - Em sua vida, Moisés preparou um substituto, Josué. 40 anos antes Josué fez parte da expedição para olhar a terra prometida. Junto com Calebe foi o único que não murmurou e resolveu confiar em Deus para a com quista da Terra prometida. 

 - Agora Josué era o líder e Deus o engrandeceu diante de Israel. Sob Josué, o povo viu o rio Jordão abrir para que o povo passasse a pés enxutos. Era a época da colheita, e embora durante boa parte do ano o rio tivesse um nível baixo de água, no local onde povo teria que atravessa-lo para entrar na terra prometido, o rio costumava estar com um nível alto, cerca de 5 metros de profundidade. 

- Certamente, como parte do processe de crescimento na fé visando a entrada na terra, Deus abriu o Jordão perante o povo. Agora, depois do Jordão, viria um GRANDE DESAFIO. CONQUISTAR JERICÓ. 

- Observe que é o mesmo povo, o mesmo Deus, obstáculos grandiosos, mas, O QUE CAUSOU A DIFERENÇA NO RESULTADO DE UM EVENTO E OUTRO? 

 - Antes da conquista o povo celebrou a páscoa – era o fim o deserto (Josué 5:9-12) –Antes dar as instruções sobre a conquista de Jericó, o povo teve uma experiência significativo. Em Josué 5:1-12. A geração que crescera no deserto não fora circuncidada. A circuncisão era o sinal externo de que uma pessoa era uma pessoa de Israel. Assim, antes de iniciar a campanha de Jericó, Deus manda o povo ser circuncidado. Como isto faria sentido na cabeça deles. Como ser circuncidado sabendo que dali a alguns dias enfrentaria uma tremenda batalha? MAS, ERA DEUS QUEM ESTAVA MANDANDO. Não precisavam temer, Deus era o Deus da conquista e sabia o que era melhor para eles. 

- Outro evento significativo aconteceria antes da tomada de Jericó. Na realidade é um ritual de passagem, pois em seguida eles deixaram de receber o Maná e passaram a comer do fruto da terra que Deus estava dando para eles. O Maná era um dos símbolos do deserto. O deserto terminara, uma nova fase de vida passaria a experimentar. 

DEUS TEM SEMPRE O FIM DO DESERTO PARA NÓS. 

Porém, o que é mais importante notar é que o povo celebrou a páscoa. O que estava acontecendo tinha totalmente haver com o que acontecer 40 anos no Egito. Um cordeiro inocente morreu para que eles fossem libertos. Da mesma forma que Jesus morreu para que fossemos libertos do domínio do pecado e de qualquer faraó que queira nos separar de Deus. 

 - No fim deste capitulo Deus aparece para Josué – É o Deus da conquista que vai trazer o plano de guerra. O anjo trás a mensagem de Deus e como eles deveriam proceder. 

 - O povo estava fortalecido pelo que vira Deus fazendo no Jordão (Josué 6:3-5; 6:20) 

- Note que o povo estava fortalecido pelo que vira três dias antes. Se Deus fizera aquilo, Deus os ajudaria e estaria com eles diante de qualquer obstáculo que surgisse. Ao receber o plano de guerra Josué e ouviu e repassou ao povo. Suponho que alguma coisa deve ter voltado à mente dele, coisas de 40 anos atrás quando ele esteve em Canaã como um espia. Era o mesmo Deus. O plano era meu estranho. Como se ganha uma batalha ou se derruba uma cidade simplesmente andando ao redor dela. MAS, ERA DEUS QUEM ESTAVA MANDANDO. 

- O povo obedeceu as simples ordens de Deus – (Josué 6:20) Porque era Deus quem estava mandando, o povo simplesmente obedeceu. Não reclamou, não murmurou, apenas obedeceu. Começaram dando uma volta por dia ao redor da cidade. Do lado de dentro apenas silencio. Do lado de fora apenas silencia. Talvez a única coisa que era possível era o barulho da obediência. O povo foi paciente para obedecer a uma estranha estratégia de guerra (Josué 6:5) – Imagine fazer a mesma coisa por seis dias seguidos. Fazer em silencio. Não podiam falar alto, não podiam gritar, não podiam dizer, ALELUIA!DECLARAMOS QUE O SENHOR NOS DEU A CIDADE. Não, o povo havia aprendido – Deus mandou em silencio, será em silencio. Deus mandou que fosse uma vez por dia por seis dias, então será assim.

- O povo viu o fruto da obediência – (Josué 6:20) – Agora chegara o dia. Seriam sete voltas e o silencio daria lugar ao barulho. As trombetas soarão e o povo gritou. Eles não ficaram preocupados como o que poderiam encontrar quando as paredes caíssem. E se eles encontrassem um exercito dez mais forte que eles? Não, isto não foi item de preocupação. DEUS MANDOU. O que vai acontecer é responsabilidade de Deus. Deus não havia tirado-os do Egito para deixá-los morrer na porta da terra prometida. ISTO ERA FÉ. O auto do livro Hebreus diz que foi pela fé que as muralhas caíram. 

- O resultado foi glorioso – Lá em Kades Barnéia o resultado fora funesto. Incredulidade gerou murmuração que gerou rebelião que gerou o povo não entrar na terra prometida. Agora em Jerico, os problemas eram semelhantes. Um grande obstáculo, enfrentar um povo preparado para a guerra, quando Israel não era preparado para a guerra. O exercito tinha 20 anos de idade em média. As paredes de Jericó eram quase que instransponíveis. 

QUAL A DIFERENÇA DAQUELA GERACAO QUE CAIU EM KADES BARNEA PARA A GERACAO QUE ENTROU EM JERICÓ? 

 O Deus era o mesmo, os problemas era quase os mesmos. A diferença estava no coração-CRERAM NAS PROMESSAS DE DEUS. Por isso as paredes de Jerico foram derrubadas. Com certeza andando pelo deserto por 40 anos fez com a nova geração ouvisse a respeito dos feitos de Deus no passado. Com certeza a experiência do Jordão contribuira para o crescimento da fé do povo. 

MAS, EM ULTIMA ANÁLISE, CRERAM QUE O DEUS DA CONQUISTA ESTARIA COM ELES. 

A geração de 40 anos atrás viu a mesma terra, viu as mesmas muralhas, viu os mesmos gigantes. Mas tiveram fé. A fé não nos faz pessoas cegas. A fé não é ser otimista. A fé encara a realidade, mas não parte da realidade para agir. A Fé parte de Deus para enxergar a dura realidade que se descortina. 

 A FÉ RECONHECE DEUS NA SITUAÇAO. 

Então, se Deus está aqui, existe uma saída. O povo havia acabado de atravessar o Jordão antes de enfrentar Jericó. Da mesma forma, a geração passada havia acabado de atravessar o Mar Vermelho. Deus preparou as duas da mesma forma. Mas, coração a primeira geração estava mais ligada ao próprio ego e bem estar. A segunda estava ligada na confiança em Deus. 

 - O Deus da conquista tem sempre o plano de vitória para nos mostrar. Precisamos de paciência e agira pacientemente dentro do que Ele nos mostrar 

APLICAÇÃO FINAL 

 - Qual o obstáculo que você precisa vencer hoje? 

 - O ponto destas histórias aplicadas ao dia hoje não significa que Deus vai lhe dar tudo o que você deseja. 

- O ponto é que obstáculo você precisa vencer e como você vai vencer. 

- Você vai deixar-se vencer ou vai recorrer a Deus para encontrar o caminho da vitória. 

- Algumas vezes você perdeu da sua perspectiva. 

-  Ana, mãe de Samuel, talvez tenha se sentido uma perdedora a vida inteira até ficar grávida do menino Samuel. 

- Davi se viu humilhado por Saul, até que o deserto terminou. Mas, o mesmo David orou e seu filho com Bate Seba não sobreviveu. Ele perdeu? A vitória esteve em como enfrentar a perda. 

- Talvez em sua vida a conquista não seja ver o final de um problema resolvido da forma como você gostaria. Mas, a conquista está em sair do senso de derrota, ser confortado por Deus e descobrir os planos para você através daquilo. Durante a dor de uma derrota eu posso concentra no tamanho da derrota ou concentrar no tamanho de Deus para livrar curar-me da dor da derrota. 

 - Qual seu obstáculo de hoje 
 - Desanimo 
- Desconfiança 
- Solidão? 

- Hoje você se sente em Kades Barnéia ou está a caminho de Jericó? 

 - A escolha é sua, ficar em KADES BARNEA OU PARTIR PARA JERICÓ. 

 - Para partir para Jericó... 

 - Relembre os feitos de Deus no passado 

- Resolva continuar confiando, crendo que um dia o deserto termina. 

- Ó Deus, da-me a graça para sobreviver hoje no deserto. Não quero ficar em Kades Barnéia, mas partir para Jericó. Da-me o mana para hoje a fim de esperar pelo dia que me instruirás como será o fim do meu deserto. Em Jesus, amém. 


AUTOR: Pr. Lisânias Moura



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