sábado, 25 de agosto de 2012

Tomar a sua cruz 

 Marcos 8:34 

 Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. 

Introdução 

- Com dissemos anteriormente, o pecado se centraliza no amor-próprio, confiança própria e autoafirmação. 

- A cruz significa o oposto. Significa confiança em Deus, amor a Deus, entrega a Deus, e não ao eu. 

- Jesus insistiu na necessidade do caminho da cruz, não apenas para si mesmo, mas também para os seus seguidores. 

- A cruz poderia ser literal para os discípulos, como o seria para o mestre. Quer literal, quer não, ela representa uma verdadeira forma de vida através da “morte do eu” em cada discípulo. 

- A cruz era um cruel meio de execução, que os romanos haviam tomado emprestado dos cartagineses, e empregado para a humilhante e torturante execução. Exigia-se do condenado que carregasse a barra transversal da cruz, que, no lugar da execução, iria ser afixada à peça vertical. 

Jesus fez da cruz um símbolo da vitória. 

 1) Cidadãos deste mundo não aceitam ser crucificados. 

-  Nos dias de Jesus, só eram crucificados os condenados que não fossem cidadãos romanos. Ser cidadão romano era ser cidadão do mundo, pois o império romano dominava o mundo. 

- A afirmação feita por Jesus escandalizava os romanos, pois aceitar o que Jesus ensinou era negar a si o direito à cidadania romana. 

- Da mesma forma, podemos afirmar que aceitar a mensagem de Jesus hoje, é negar ser cidadão deste mundo para se tornar cidadão dos céus. 

- Cidadãos deste mundo rejeitam a mensagem do evangelho esquecido, pois não estão dispostos a negarem a si mesmos, todos os direitos que adquiram neste mundo. 

 2) O que significa tomar a sua cruz? 

- A cruz é a completa autonegação e autodoação, primeiramente no próprio Jesus, e depois como um princípio transformador naqueles que nEle confiam. 

- Cada pessoa encontra a verdadeira vida, quando a submete a Cristo, ou perde-a por causa da confiança própria, amor próprio e auto-afirmação. 

- Tomar a cruz, tanto para o judeu quanto para o romano, não era apenas um fardo ou um problema; era um instrumento de tortura. 

- A vítima era obrigada a carregar a sua cruz até o lugar de sua execução, portanto, tomar a cruz exige uma dedicação absoluta até a morte. 

- Quem cuida da sua própria segurança está perdido, mas se alguém se percebe perdido, por amor de Cristo e do evangelho, estará salvo. 

 Conclusão 

-  O evangelho esquecido não tem meios termos. Para ser discípulo é preciso negar-se a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir a Cristo. 

- O apóstolo Paulo nos diz: “Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl. 2:19,20) 


 FONTE: http://pastorzico.blogspot.com.br/search/label/Esbo%C3%A7o%20de%20Serm%C3%B5es






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