quarta-feira, 30 de maio de 2012

VENCENDO A SÍNDROME
DO GAFANHOTO

Texto: Números 13:1,26-33.

1. INTRODUÇÃO

- É lamentável constatar como tantos cristãos vivem dominados pelo complexo de inferioridade, e se encontram esmagados pela baixa auto-estima, com a auto-imagem achatada, e por causa disso, não produzem mais qualquer fruto no reino de Deus.

- Há muitas pessoas que vivem amargando e curtindo um profundo sentimento de autorepúdio e desvalor.

- Há muitos que olham para dentro de si mesmos e enxergam-se com lentes embaçadas e olhos míopes, nutrindo conceitos distorcidos. E assim tornam-se pessoas amargas, que não sentem a vida avançar e progredir.

2. Quem eram os 10 espias de Israel:

- Eles eram príncipes, nobres, homens de valor. Foram escolhidos criteriosamente por serem fortes, inteligentes, líderes.

- Representantes ilustres de suas tribos. Moisés os enviou para conhecerem a terra prometida e depois, com relatos vivos, incentivarem o povo a lutar com bravura na sua conquista. Eles foram. Passaram lá 40 dias.

- Ficaram deslumbrados com a exuberância da terra. Era uma terra fértil, boa, “que manava leite e mel”. Era tudo quanto Deus já havia falado. Eles voltaram da jornada com os frutos excelentes da terra.

- Todavia, na hora de dar o relatório, disseram a Moisés que a terra era boa, mas devorava seus habitantes.

- Disseram que não conseguiriam entrar lá; pelo contrário, morreriam no deserto, comendo pó, pois lá havia gigantes ameaçadores e imbatíveis. E, aos olhos deles, eles eram como gafanhotos. Ex. 13:33

3. Como eles se sentiam:

- Eram príncipes, mas sentiram-se diminuídos diante dos gigantes.

- Eram nobres, mas sentiram-se desprezíveis.

- Eram valorosos, mas sentiram-se como PEQUENOS GAFANHOTOS Foram tomados por um sentimento doentio de auto-desvalorização e, consequentemente, de impotência que chamaremos de SÍNDROME DO GAFANHOTO.

4. Mas o pior em tudo isso foi que eles conseguiram contaminar todo o Israel

- Afetaram com seu pessimismo e toda aquela multidão se alvoroçou rebelada contra Moisés, insurgindo-se contra Deus, porque foi envenenada pela síndrome de gafanhoto.

5. Mas o que esta síndrome produz?

- Vejamos os sintomas desta síndrome do gafanhoto em Nm 13 e 14.

5.1 - Senso de fraqueza, Nm 13.31a.

- Eles começaram a dizer- “Não poderemos subir…” .

- Assim eles anularam a Palavra de Deus, duvidaram do seu poder e só enxergaram os obstáculos.

- Tiraram os olhos de Deus e só olharam para as circunstâncias adversas.

- Naufragaram como Pedro no mar da Galiléia; e estremeceram como Geazi, o servo de Elizeu.

5.2 - Complexo de inferioridade, Nm 13.31b.

- Eles dizem sobre o povo que habitava na terra: “…porque é mais forte do que nós.”

- De fato, as cidades que eles deviam conquistar eram grandes. Mas o Deus deles era o Todo-Poderoso.

- Mas o medo era tão grande que eles se tornaram mensageiros do Caos (Nm 13.32).

- O texto diz que: “…. diante dos filhos de Israel infamaram a terra”.

- É importante perceber que quando as pessoas estão contaminadas pelo maldito vírus do pessimismo, elas difamam a Deus e dispensam suas bênçãos.

- Alguns Escarnecem das promessas divinas e se tornam pregoeiros do desânimo.

- Em nome de Jesus não permitamos que o desanimo tome conta de nossos corações.

5.3 - Baixa auto estima, Nm 13.33a.

- Eles diziam: “…e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos”.

- Eles eram príncipes, mas se encolheram. Sentiram-se como insetos, sob a bata dos gigantes.

- De príncipes a gafanhotos, de filhos do rei a insetos.

- A Baixa auto estima afeta cristãos, fazendo-os se sentir índigos e incapazes de fazer qualquer coisa no reino de Deus.

- Muitos deixam de produzir frutos e servir a Deus por causa da Baixa estima.

- Não perca mais as oportunidades espirituais que Deus coloca diante de você por causa de uma baixa auto estima.

5.4 - Visão distorcida da realidade, Nm 13.33b.

- Os espias: “…éramos como gafanhotos aos seus próprios olhos”.

- Aqueles espias raciocinaram assim: eles são gigantes, e nós pigmeus; Eles são fortes, e nós fracos; eles são muitos, e nós poucos; eles vivem em cidades fortificadas, e nós no deserto; eles são guerreiros, e nós peregrinos.

- Como eles olharam as coisas? Pelo avesso.

- Enxergaram as coisas como o inimigo queria que enxergassem. Por isso, arrastaram-se no pó, sentiram-se indignos, menos que príncipes, menos do que homens, menos do que gente, menos do que gafanhotos, insetos.

- Cuidado: não veja as circunstancias sob a ótica de Satanás, que é uma ótica de derrota, fracasso, pessimismo, desanimo, revolta, e sensação de que tudo esta perdido.

- Peça a Deus: “Senhor abre meus olhos para que eu veja esta situação do modo como o Senhor a vê, com uma visão de vitória, e fé que remove montanhas”.

6. OS EFEITOS DA SÍNDROME DE GAFANHOTO

- Há uma lista grande de consequências da síndrome de gafanhoto que podem ser encontradas no capitulo 14 de números:

1. Induz o povo ao desespero, Nm 14.1:

“…e o povo chorou aquela noite”.

- Toda a congregação chorou. Só viram as impossibilidades e não as possibilidades de Deus.

- Ficaram assombrados, estupefatos, arrasados!
- Não viram saída!
- Não enxergaram uma luz no fim do túnel. Para eles não havia solução. Por isso se entregaram ao choro do desespero e da derrota.

2. Induz o povo à murmuração, Nm 14.2a.:
 “Todos os filhos de Israel murmuravam…” .

- Na hora das dificuldades, em vez do povo se voltar para Deus como libertador, eles o viram como opressor!

- Acusaram a Deus, murmuraram contra Ele.

3. Induz o povo à ingratidão, Nm 14.2b.:
 “…antes tivéssemos morrido no Egito”.

- O povo, alvoroçado, esqueceu-se da bondade de Deus.

- Esqueceu-se dos livramentos do Senhor e das vitórias de Deus.

4. Induz o povo à insolência contra Deus, Nm 14.3a.: “E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada…”.

- Insolência é: atrevimento, grosseria, desaforo.

– Contaminados pela síndrome dos gafanhotos, o povo acusou a Deus. Infamaram o Senhor!

- Insultaram com palavras descaridosas o Deus Todo- Poderoso. Disseram com insolência que Deus era o causador do seu infortúnio e o responsável pela crise que eles estavam vivendo.

5. Induz o povo à apostasia, Nm 14.3b.:
“Não seria melhor voltarmos para o Egito?”

- Não há nada que entristeça mais o coração de Deus do que ver o seu povo arrependido de ter-se arrependido.

- Nada fere mais o coração de Deus do que ver o seu povo ultrajar a sua graça e querer voltar atrás, sentindo saudades do Egito – do seu passado miserável de trevas e escravidão, como se aquilo tivesse algum lampejo de bondade.

- Aquele povo enfastiou-se de Deus, da sua direção, da sua companhia e de seu sustento.

- Eles se esqueceram dos benefícios de Deus e dos açoites dos carrascos egípcios!

6. Induz o povo à amotinação, Nm 14.4.:
“Levantemos um capitão e voltemos para o Egito”.

- O povo, insuflado pelos espias, queria agora outros líderes que os guiassem – mas era de volta para o Egito!

- Eles se rebelaram contra Deus e rejeitaram o conselho de Moisés, 14.5-10.

7. Induz o povo à rebeldia contra Deus, Nm 14.9a.:
“Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor…”.

- Amar mais o Egito do que o Deus da promessa é rebeldia!

- Não crer na Palavra de Deus e se intimidar diante dos gigantes deste mundo é rebeldia!

- Não andar pela fé é rebeldia!

8. Induz o povo à perseguição da liderança instituída por Deus, Nm 14.10.:
“…toda a congregação disse que os apedrejassem”.

- Em vez de obedecer à voz de Deus, o povo rebelde decidiu apedrejar os líderes que Deus havia constituído.

- Na verdade, eles não queriam mudar de vida obedecendo ao que a liderança estava orientando e, por isso, queriam mudar de liderança.

7. O QUE FAZER QUANDO SE CONSTATA QUE O POVO ESTÁ AFETADO PELA SÍNDROME DE GAFANHOTO?

7.1 - Em primeiro lugar é preciso quebrantar-se diante de Deus, Nm 14.5,6.:
“Então Moisés e Arão caíram sobre os seus rostos… e Josué e Calebe rasgaram as suas vestes…”

- Na hora da crise aguda não adiante discutir, brigar, argumentar, fomentar, jogar uns contra os outros e espalhar boatos.

- É preciso quebrantamento, humildade, boca no pó.

7.2 - É necessário firmar-se nas promessas infalíveis de Deus, Nm 14.7.:
“A terra pelo maio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa”.

- Não devemos nos deixar ser influenciados pelos comentários, pelas críticas e pela epidemia do desânimo.

- Pelo contrário, é preciso nos arraigarmos na Palavra de Deus e colocar nela toda a nossa confiança.

- Aprendamos a não permitir que nossas vidas sejam influenciadas negativamente por palavras negativas.

7.3 - É necessário conhecer as estratégias de Deus para a vitória, Nm 14.8,9.:
“Se o Senhor se agradar de nós, Ele nos fará entrar nessa terra…” – v.8.

- Nestas horas precisamos confiar no Senhor, e confiar na sua estratégia.

- Josué precisou confiar na estratégia que Deus estava lhe dando de andar por 07 vezes em torno das muralhas de Jericó.

- Naamã precisou confiar na ordem que Deus lhe dava para mergulhar 07 vezes no rio Jordão para ser purificado.

- Pergunta ao Senhor acerca de qual é a estratégia de vitória que Ele estabeleceu para esta situação em tua vida.

8. CONCLUSÃO

- Como esta sua vida neste instante?

- Como você está se sentindo?

- Você é príncipe ou gafanhoto?

- Lembre-se que Deus tem filhos aos quais Ele deu posição de príncipes. Seus filhos são príncipes porque Ele é o Rei.

- E a terra prometida é o lugar onde os filhos, os príncipes de Deus devem viver!

- Portanto, é hora de tapar nossos ouvidos às vozes agourentas do pessimismo e nos erguer com santa ousadia para uma vida vitoriosa.

- É preciso erradicar do coração esta semente maligna da síndrome de gafanhoto!

- E Há 3 princípios de Deus que você não pode esquecer:

Primeiro: você não é o que pensa que é.

Segundo: você não é o que as pessoas dizem que é.

Terceiro: você é o que Deus diz que você é.


AUTOR: Pr. Josias Moura



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A perda da identidade
do povo de Deus

Texto base:
“Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo”. João 7.17

Introdução:

- Colocamos diante dos caros membros e leitores umas de nossas preocupações, algumas coisas que devemos levar em consideração seriamente, para não perder a identidade de verdadeiros filhos de Deus que ora pertencem ao corpo de Cristo.

- No texto acima, nas palavras de Jesus, existe um meio de identificar quem está na doutrina bíblica. Já dissemos em artigos anteriores que a Doutrina é de Deus, é do Eterno quando a mesma tem fundamento nos pronunciamentos feitos pela divindade. Há muitas coisas a expor, mas deixamos por agora, pois, nem todos estão preparados para alimentos pesados espiritualmente.

- Talvez o nosso tema seja um pouco exagerado, porque é um fato a perda de identidade de muitas denominações. Mas há outras que estão fazendo tudo para não perdê-la: divulgam, ensinam, põe em prática o que está em seu alcance fazer. São defensores da doutrina. Por estes damos graças ao Senhor milhares de vezes. Porque há uma necessidade de legitimar nossa identidade com Seus ensinamentos.

- A doutrina desta ou daquela denominação é por conta dela, como também a sua interpretação e a maneira que encara os ensinamentos de Deus, ensina e professa.

- Alguns só aceitam partes das Escrituras de acordo com as conveniências e se atem à profetas posteriores ao cânon bíblico.

- Uns escreveram sua própria bíblia, outros interpretam a sua maneira sem o conhecimento da santidade e severidade da doutrina de Deus e os mandamentos são deixados de lado.

- Outros exageram colocando pesadas cargas sobre seus seguidores. Para alguns, em algum momento, o (A.T) tem autoridade deve ser obedecido como o dízimo e outros ensinos de acordo com as conveniências. Para outros só é valido o (NT).

- O que Deus o Criador falou e deu como mandamento, não tem mais valor. Hoje, não se sabe mais quem é crente e quem não é. Não existe mais uma identidade nos vestuários, no linguajar, nos lugares freqüentados, nos adereços, na moda em geral, nos ritmos. O sincretismo é um mal avassalador.

- Muitos diriam que estão perdendo o tempo de pecar à vontade, guardando alguns pontos e tropeçando em outros, pois não existem mais leis, mandamentos, estatutos, preceitos. São salvos pela graça, (embora a graça não autorize pecar) não precisam de obras, (no sentido de guardar e observar preceitos e mandamentos, leis).

- O que foi dado ao Seu povo como referencial e para o mundo, meios de santificação, já não está mais em vigor, pois, um é o Deus dos antigos e outro é o Deus do chamado novo testamento.

- Um verdadeiro paradoxo que confunde as pessoas, pois a Bíblia é uma só. O chamado (V.T) é à base da revelação, a base da santificação, a base do grande propósito salvífico do Eterno.

- Vamos expor neste artigo algumas considerações e esperamos que o estudante das Escrituras não passasse por alto. Se esforce em ser um bereano, de comprovar se as coisas são realmente como dizem as Escrituras. (At 17.11)

Propósito:

Alertar com respeito à obediência aos mandamentos do Senhor, estatutos, preceitos e ordenanças e não perder a nossa identidade como Seu povo.

Vamos considerar em primeiro lugar:

1) O afastamento das verdades bíblicas:

- Percebemos que a nossa falta de diligência, atenção e sensibilidade às coisas divinas, nos afastam do cumprimento das doutrinas que fazem a diferença entre os que observam e os que não observam; entre os que obedecem e os que não obedecem e colocam pretextos sem fundamentos bíblicos para não cumprir, obedecer e observar.

- (Mt 5.13-16) Alguém que se diz ser luz, suas atitudes são trevas, alguém que se diz ser sal, é insípido.

- Muitas vezes a oração de todos os dias, ministérios, estudos bíblicos que se usam para ensinar os outros, passa a ser uma rotina a qual vai se acostumando e a própria pessoa vai se empedernindo, vai se endurecendo e se tornando insensível. Muito cuidado quando as coisas se tornam rotineiras e vai perdendo a sua santidade e a seriedade que envolve.

- Oramos, porque alguém nos diz que devemos orar. Lemos a Palavra porque o nosso líder de célula, nos manda.

- Congregamos e entregamos os dízimos porque se não constar o nosso nome entre os dizimista alguém vai pedir conta. Fazem-se muitas coisas e se deixa de fazer outras. Deus exige que nada façamos para “vã gloria” .Tudo deve ser feito genuinamente com sinceridade e humildade para Sua gloria e deve ser completo, não pela metade.

- Há pessoas à procura da “Igreja perfeita”, perambula de uma comunidade a outra, encontra os mesmos problemas dos quais fugiu, ou às vezes cria outros tantos, promovem discórdia aonde vão, semeiam oposição contra os ensinamentos, outros querem impor suas formas de compreender sem absorver a visão da Igreja, querem fazer valer suas limitadas compreensão das Escrituras, que muitas vezes são até contra a Bíblia.

- Isto nos lembra dum episódio acontecido com Billy Graham, quando uma irmã lhe disse que ainda estava buscando a Igreja perfeita para se filiar. Ao que ele lhe disse: Irmã quando a senhora encontrar não entre nela para não estragar.

- Em todo tempo encontramos também pessoas sinceras que com afinco, diligencia e sede pela verdade busca o conhecimento genuíno da Palavra, se submetem, obedecem e tem um crescimento espiritual comprovado e são chamadas para compor as colunas sustentadoras da comunidade; pessoas obedientes, humildes que se deixam ajudar, que aceitam a doutrina, são verdadeiros bereanos (Jo 5.39), procurando a Verdade para colocá-las em prática. São verdadeiros referenciais do Reino.

- Quanto às limitações e imperfeições dos outros, procuram ajudar, são pacificadores, ajudam o seu pastor no sustento da pesada carga de administrar a obra. Gloria a Deus mil vezes por estes que não perdem a sua identidade de leais e fieis.

- No entanto há de se entender que a raiz de toda oposição às doutrinas bíblicas é a ignorância, e o vírus do antissemitismo, nunca tiveram acesso às verdades fundamentais, nem as estudam. As que se acentuam como verdade, não são.

- A contradição herdada, imposta pelos “teólogos” comprometidos com o mitraísmo e as decisões dos concílios, tem mais força sobre as verdades ensinadas pelo Eterno, para Ele seja a Gloria e a Honra para todo sempre.

- A mentira ensinada há séculos tem tentado destruir as verdades do Senhor. Educados nas escolas dominicais, nos seminários teológicos, comentários dos mais diversos torcendo a verdade.

- É muito mais fácil praticar o erro do que se sacrificar e viver a verdade que liberta. Bem a palavra diz: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências”. II Tm 4.3

- Existe a Sã doutrina cujo fundamento e arquiteto é Deus. Existem ensinamentos, eivados de sincretismo religioso e outros até pagãos.

- Hoje se escuta até de “macumba evangélica”, se ouve até falar em sacrifício de galinhas em rituais “cristãos” que vão penetrando e corroem a maneira certa de servir a Deus e fazer a Sua vontade. Necessidade há que se volte aos antigos caminhos. (Jr 6.16)

- Vamos citar uma das doutrinas jogadas para fora do seu sentido santo e que deve ser observado estritamente, entre outros, pois queira ou não é LEI, é MANDAMENTO, a boca do Todo Poderoso as proferiu e os dedos do Grande Nome, Hashem, as gravou em tabuas de pedra e posteriormente como diz Paulo (Shaul) em nossos corações. (II Cor 3.3)

- O que foi escrito a Tito? “Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” ( Tt 1.9 e 2.1) “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina”. - A sã doutrina começa na Torá, no Pentateuco e termina em Apocalipse. A sã doutrina tem o seu originador, que é Deus o Pai, HASHEM, o Elohim de Israel, o Criador dos céus e da terra.

- Tem um povo que a observa que espalhou pelo mundo todo o monoteísmo e as verdades da Tora, e Jesus Cristo foi o continuador com os seus apóstolos, o facilitador de todo esse compendio de ensinamentos, que hoje identifica seu povo, que remiu com o seu sangue e virá em breve buscar.

- A doutrina, ensinamento, instrução, há a que é Sã e a que não é Sã. Está doente, enferma, está contaminada com o vírus da mentira, da tradição, para dar corda ao bel prazer de contradizer, desobedecer e profanar as coisas santificadas pelo Eterno.

- A burrice humana é tanta que procuram tirar a santidade dada por Deus e torná-la comum, como se faz com o Sétimo dia, o sábado.

2) A observância do santo sábado de repouso e sua transgressão

- O sétimo dia, o sábado, não foi invenção de Moisés, nem dos Judeus, nem dos sacerdotes ou dos profetas, muito menos de Cristo e os seus apóstolos.

- Ela é uma instituição do próprio Elohim, o Criador dos céus e da terra, o Pai de Yeshua há Mashiach= Jesus o Messias; uma das suas últimas obras criadoras, Ele separou o sétimo dia, o abençoou e o santificou. (Gn 2.1-3). O único mandamento que traz o carimbo do Criador, no qual Ele se identifica.

- Diante de tamanha determinação divina, o selo de santidade dada pelo Eterno, não perderia jamais sua benção e separação através dos séculos. Não poderíamos duvidar e muito menos transgredir ou não levar em conta como muitos hoje fazem.

- O sábado está sendo transgredidos na casa dos crentes, de todas as formas, dos que se dizem guardadores do sábado: Abastecendo seus veículos, comprando depois do por do sol de sexta-feira, (mesmo para as festas da Igreja), pagando, vendendo, tratando de coisas que profanam o santo sábado. Varrem, lavam roupa e louça, viajam com fins de lazer, falam em negocio, fazem pequenos consertos, vão ao restaurante. Isto e outras coisas que são feitas, não é obediência completa.

- Tudo o que é para Deus deve ser completo, não pode ser como o Rei Saul que disse para Samuel: Eu guardei, eu fui eu fiz, mas não era para perdoar o rei Agague nem trazer a oferta do espólio das anátemas que é abominação. Perdeu o reinado pela sua obediência incompleta. (I Samuel 15) Alguém diz: do meu lucro de sábado dou uma oferta gorda na Igreja. Não vale de jeito nenhum!

- O sábado figura em (Êxodo 16.22-30) como algo que Deus prima, tem zelo por ele, razão das Suas orientações de como na sexta feira, dia da preparação, se deve receber o sábado: A preparação dos alimentos, a preparação do espírito, o vestuário. - Com isto podemos entender que tudo deve ser preparado na sexta feira, para que no dia sagrado não se transgrida e seja profanada a sua santidade. - Muitas desculpas são apresentadas, totalmente do foro humano. Dificuldades em cumprir com o mandado Divino. Mas é Ele quem ordena. Que desculpa poderia eu apresentar a Deus? Como disse Eliú para Jó (33.12-13). - Nesse mesmo livro no capitulo 20, ele é incluído no decálogo como decreto universal, versículos (8 a 11), vem caracterizado como lei, mandamento, ordem, estatuto perpétuo, isto é permanente. Jesus disse que o sábado foi feito por causa do homem, assim como a mulher, enquanto o ser humano existir, estas duas coisas vão co-existir, sábado e mulher. - O grande dever do homem é respeitar. O mandamento e sua observância estarão em pé como dever do homem. Embora o malho dos contradizentes lhe desfira os golpes para esmigalhá-lo, esta firmada como rocha inalterável. - O selo da santidade de Deus esta nele reluzente, homem nenhum pode tirar. Ele é repetido em (Deuteronômio 5.12.15).

- Nesta passagem ainda tem algo mais: a cada sábado comemoramos nossa libertação do Egito (o mundo) do cativeiro de Faraó (o diabo). “Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhum trabalho nele, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro que está dentro de tuas portas; para que o teu servo e a tua serva descansem como tu; Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado”.

- A doutrina da santificação do Shabat atravessa a Bíblia, chega até a época de Yeshua há Mashiach – Jesus o Messias – Ele observava, era seu costume, fazia as obras que no dia de sábado devem ser feitos; não é dedicar-se às obras matérias dos dias de semana, mas sim curar, ensinar, libertar os oprimidos.

- Após sua morte os seus discípulos continuaram a observância do sétimo dia. Nunca Jesus mudaria o que o Seu Pai santificou, abençoou e separou. Nem Deus, nem o Ruach Hakodesh = Espírito Santo, orientou para que se fizesse qualquer mudança. Os homens, sim o fizeram, profanando, transgredindo e ensinando outras pessoas a desobediência, em total oposição a Deus que disse: “Eu sou o Senhor vosso Deus; andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos, e executai-os. E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saiba que eu sou o Senhor vosso Deus”. (Ez 20-19-20).

- Diante desses textos: Que sinal de Deus você tem se não observa, não santifica o que Ele separou, abençoou e santificou? Quem é o teu Deus? Constantino, os chamados “pai da Igreja” apóstatas? Embora entre eles houvessem quem observasse este precioso mandamento entre os outros nove. Quem subestima a guarda do sábado, subestima o próprio Deus. Quando a pessoa respeita e guarda, honra o Deus que honra o sábado.

- Não se podem apresentar desculpas: Só na china há um milhão de guardadores do sábado. Trinta milhões de pessoas observam o santo sábado no mundo, isso só de uma denominação. Você faz parte destes? O que você tem feito para observar o dia santo do Senhor, diante de milhões de pessoas que não morrem de fome e até nos países onde não há liberdade religiosa, santificam o dia do Senhor? Quem é o teu Deus? O meu Deus é esse que santificou o sétimo dia, que deixou em Sua santa lei escrita pelo Seu dedo este estatuto perpétuo.

3) Identificando as características do afastamento das doutrinas:

- Temos um grave problema, hoje atestado em algumas entidades guardadoras do sábado: as pessoas estão se afastando do culto maior, que é observar o dia do Senhor e congregar, ir ao templo, pois no sábado de manhã se deve participar da Escola Bíblica, levar as crianças em sua escolinha, os jovens em suas classes, os adultos com suas lições e classes.

- Onde estão os que dizem que observam este mandamento no sétimo dia? Estão nos seus sítios, nos seus almoços familiares, no seu lazer, pescarias, churrascos com amigos, viagens ou cuidando de suas empresas? Estão atrás dos trocados que recebem a mais, que não são abençoados, porquanto os adquirem profanando a santidade do sétimo dia? As desculpas são muitas em detrimento da santificação, da obediência, do submetimento à ordem divina.

- Precisa-se entender que no sábado ir à reunião ir ao templo, ir ao adoratório, Deus chama de “SANTA CONVOCAÇÃO” – Vamos entender como uma obrigação:

- Leia o texto e entenda: “Seis dias trabalho se fará, mas o sétimo dia será o sábado do descanso, santa convocação; nenhum trabalho fará; sábado do Senhor é em todas as vossas habitações”. Lev. 23.3

- Isto é mandamento, isto é para ser obedecido, isto é para ser cumprido no dia de sábado. O sábado não é nosso é do Senhor. Ele assim o ordena. Não podemos contradizê-Lo. Somos convocados, chamados, convidados a nos reunir! Leia os Salmos do Shabat: (29, 92, 93, 95,96,97,98,99,), esses salmos são os salmos cantados no sábado no judaísmo messiânico e ortodoxo. Ler e extrair as verdades nessas poesias é fantástico.

- Para os guardadores de sábado, a santa convocação é no sábado de manha, é o maior dia de festa, de adoração, louvores, testemunhos, ensinamentos através das lições bíblicas ministradas, congraçamento do povo de Deus.

- É o encontro da grande família de Deus, da comunidade, pais e filhos indo adorar ao Senhor, incutindo em seus filhos o santo costume de guardar e santificar com suas ações e atitudes. Nesse dia nossos adereços no vestuário devem ser recatados. O sábado não é um dia comum. É dia de santidade mais do que nos outros dias. Para as mulheres e homens, roupa decente, não com o seu umbigo de fora. Todos precisam estar com roupa limpas, corpo banhado, se possível perfumado, roupas de santidade – Santidade ao Senhor. Mas esta não é a realidade. Observem como as pessoas se estão apresentando nas Igrejas. Agrada-se Deus de nossos sacrilégios? Há insensibilidade na relação à santidade do dia e a maneira de se apresentar no templo, há muito tempo foi abandonado, ou simplesmente as pessoas nada entendem de santificar o que foi santificado pelo Eterno e o que é ser santo.

- O lugar de muitos que se dizem lideres ou pretendem ser, seu lugar no Adoratório está vazio no sábado. Por esta razão temos outros grandes problemas de mau testemunho. Os novos seguem o mesmo exemplo de desobediência, quebra de compromisso com Deus, falta de pontualidade, fidelidade, lealdade. Quando no batismo responde SIM, SIM a todas as perguntas de doutrina, mas no decorrer dos dias o Sim se transforma em Não. Profana a santidade do sábado e atrás disso vem outras transgressões.

- Alguns se afastam e dizem: nesta Igreja é muito difícil servir a Deus, o sábado é um cativeiro, é um jugo pesado Deixam de vir, se esquecem do seu Sim, de guardar o dia do Senhor. O sábado lhe é um pesado fardo, alguns chegam a dizer: não podemos ser oprimidos pelo sábado. Nós não ditamos as leis, a ordem vem de cima. Quem pode questionar Deus, pela ordem que Ele deu? Para muitos é jugo pesado por falta da confiança nEle, por falta de compreender o que é santificar. Não conhece Deus que deu o mandamento, que também dá o sustento, mas aquele que pela fé sacrifica e se abstém de profanar, sem transgrediu, está nas mãos do Eterno. Sua recompensa é receber a maior benção de Deus em sua vida. Além do mais, tem a consciência tranquila perante o Senhor. É identificado como filho, luz, sal referencial do Reino.

- O sábado é santo? Há jeito de negar isso? Só arrancando as folhas da bíblia e virando ateu. O sábado é mandamento, é lei do Eterno, quando Ele escreveu isso na pedra com o Seu dedo. Há dúvida disso, ou é uma fábula, um conto para incautos e menos favorecidos pelo conhecimento bíblico que aceitam os embustes?

- O sábado, o sétimo dia, é dia do Senhor, Ele o santificou. Você faz parte da família de Deus, tem parte com Abraão, Isaque, Jacó, com a semente de Davi? Tens parte com Jesus e os apóstolos? Queres a bem aventurança de Ap 22.14? Então vamos reagir pela nossa santificação e obediência. Que dizer das palavras de Isaías 56.4-8 e 58.13? Serias capaz de ler esses textos e entender o zelo do Senhor? E como entender o sentido escatológico de Is. 66.23. Tanta pergunta não é? O negócio é aceitar e obedecer.

4) Compromisso com a nossa identidade doutrinaria, vamos criar raízes e ser fiel e leal:

- O que nos diz as Escrituras Sagradas sobre criar raízes, sobre nossa edificação com seus devidos fundamentos? “Arraigados e sobre edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças” (Cl 2.7 )- “Para que Cristo habite pela fé nos vossos corações; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura e o comprimento, e altura e a profundidade”.(Ef. 3.17-18). - É necessário que as raízes espirituais de cada indivíduo penetrem profundamente no conhecimento das doutrinas dadas pelo Eterno para que nossa identidade com a família de Deus não seja perdida.

- É uma necessidade urgente levar esta palavra até você. Preciso eu mudar, você também, pois se a nossa raiz não se aprofunda, os vendavais, as tormentas, os temporais avassaladores podem nos destruir, um inimigo feroz, a assimilação.

- Infelizmente muitos vão ouvir naquele dia: “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. (Mt 7.23).

– Que decepção seria isto depois de tanta dedicação, tanto empenho, mas não foi completa a obediência, perdeu-se a identidade que caracteriza os que guardam Seus mandamentos e tem o seu testemunho.

- Nosso edifício espiritual está sobre o que diz a Palavra: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina”. (Ef 2.20) – Poe sentido na pedra. Nossa identificação doutrinária esta enraizada, fundamentada sobre: Os Profetas (Moisés está incluído como um dos maiores profetas que recebeu os oráculos do Eterno), os apóstolos, (guardadores do santo sábado, inclusive Shaul = Paulo apostolo) e de Jesus Cristo a principal pedra da esquina, que veio não para destruir, trocar, substituir, mas veio sim, dar o entendimento necessário para que nós saibamos cumprir.

- Louvamos a Deus pelos membros féis, homens e mulheres, jovens e até crianças; pelos abençoados guerreiros que se sacrificam em toda a sua atividade, com suas células, dão conta de suas responsabilidades, no ministério da música, da dança, do ministério para casais, dos ministros da Palavra, pastores, pastoras, presbíteros, diáconos e diaconisas, dos companheiros da oração no monte, dos que evidenciam no seu comportamento e conduta de praticarem a sã doutrina, são identificados como os que são alimentados com a seiva que vem da Oliveira que Deus plantou. (Romanos 11.17-19). Amém

AUTOR: Pr. Juan Pablo Leguizamon


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terça-feira, 29 de maio de 2012

Como podemos ter
paz no vale  

- A verdadeira paz existe e pode ser experimentada!

- Essa paz não se encontra nas farmácias nem nos boutiques famosas. Não está nas agências bancárias nem nas casas de shows.

- Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa nem numa noitada de aventuras.

- Essa paz está centralizada em Deus. Ela vem do céu. É sobrenatural.

Como poderemos experimentar essa paz, ainda que cruzando os vales da vida?

Em primeiro lugar, conhecendo o Deus e Pai de toda consolação.

- Deus é a fonte de todo consolo.

- Quando ele nos permite passar pelo vale, é para fortalecer nossa fé e nos aperfeiçoar em santidade.

- Quando ele nos leva para o deserto, nossas experiências tornam-se ferramentas em suas mão para consolar outras pessoas.

- É Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é o ginásio de Deus, onde ele treina seus filhos e, equipa-os para grandes projetos.

- Quando somos consolados, aprendemos a ser consoladores. Alimentamo-nos da fonte consoladora e tornamo-nos canais dessa consolação para os aflitos.

- Não há paz fora de Deus.
- Não há descanso para a alma senão quando nos voltamos para Deus.
- Não há consolo para o coração aflito fora de Deus, pois só ele é o Deus e Pai de toda consolação, que nos consola em toda a nossa angústia, para consolarmos outros, com a mesma consolação com que somos consolados.

Em segundo lugar, conhecendo a Jesus, a verdadeira paz.

- A paz não é ausência de problema, é confiança no meio da tempestade.

- A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos.

- A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida.

- A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina.

- Nossa paz é Jesus. Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus.

- Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo o entendimento. Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento.

- A paz de Deus é resultado da paz com Deus. Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus.

- Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte.

-  Essa é a paz que excede todo o entendimento.

- Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar.

- Essa é a paz vinda do céu, a paz que emana do trono de Deus, fruto do Espírito Santo.

- Você conhece essa paz?
- Já desfruta dessa paz?
- Tem sido inundado por ela? Essa paz está à sua disposição agora mesmo. É só entregar-se ao Senhor Jesus!

Em terceiro lugar, conhecendo o Espírito Santo como o nosso consolador.

- A vida é uma jornada cheia de tempestades. É uma viagem por mares revoltos.

- Nessa aventura singramos as águas turbulentas do mar da vida, cruzamos desertos tórridos, subimos montanhas íngremes, descemos vales escuros e atravessamos pinguelas estreitas.

- São muitos os perigos, enormes as aflições, dramáticos os problemas que enfrentamos nessa caminhada. A vida não é indolor. Mas, nessa estrada juncada de espinhos não caminhamos sozinhos.

- Temos um consolador. Jesus, nosso Redentor, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação.

- Venceu o diabo e desbaratou o inferno.
- Triunfou sobre a morte e deu-nos vitória sobre o pecado.
- Voltou ao céu e enviou o Espírito Santo para estar para sempre conosco.

- Ele é o Espírito de Cristo, que veio para exaltar o Filho de Deus.
- Ele é o Espírito da verdade, que veio para nos ensinar e nos fazer lembrar tudo o que Cristo nos ensinou.
- Ele é o outro consolador, aquele que nos refrigera a alma, nos alegra o coração e nos faz cantar mesmo no vale do sofrimento.

- O consolo não vem de dentro, vem de cima.
- Não vem do homem, vem de Deus.
- Não vem da terra, vem do céu.
- Não é resultado de autoajuda, mas da ajuda do alto!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes


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segunda-feira, 28 de maio de 2012

4 Lições da vida
do profeta Elias!

Texto: I Reis 19.1-12

Tópicos

1 - Do Monte Carmelo para o Vale Berseba

* Berseba, é lugar de recordação;

* Berseba, é caminho do deserto;

* Berseba é caminho dos poços entulhados;

* Berseba é o caminho mais facil;

* Berseba é lugar de se esconder e de derrota;

2 - Do Vale Berseba para Zimbro no Deserto

* Berseba não foi suficiente para se esconder;

* Achava que no deserto ninguém o acharia;

* Zimbro tem poucas folhas, é solitário;

* Esta foi uma trilha de fracasso, mas se tornou uma trilha de revelações. Reviveu, refletiu e reorganizou.

3 - Do zimbro para Caverna

* Lugar escuro, frio;

* Representa os nossos medos, inseguranças;

* Simboliza que fomos vencidos por nossas fragilidades internas;

* Porém, mesmo no fundo da caverna, podemos ouvir a voz de Deus;

4 - Da Caverna para o caminho da vontade de Deus

* É preciso sair da caverna;

* Viver e deixar as velhas emoções;

* Voltar a crer nas promessas de Deus;

* Buscar ouvir a voz de Deus;

Conclusão:

- Precisamos ter a coragem de retornar ao caminho proposto pelo Senhor, por mais difícil que seja.

- Mesmo que você esteja vivendo algum destes estágio, saiba que assim como Deus foi com Elias, também quer ser com você.

- Clame a Deus neste dia, e Deus lhe fará retornar ao caminho certo, e obterá bons resultados.

Fonte: Ivan Tadeu Panicio Junior


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3 Verdades do
Salmo 46

PRIMEIRA VERDADE

- DEUS É

a) Refúgio

1. Lugar seguro onde alguém se refugia.

2. Asilo para quem foge ou se sente perseguido.

3. Meio de que se serve o perseguido para escapar ao perigo.

4. Abrigo, amparo, asilo, defesa, proteção.

5. Recolhimento.

6. Pessoa a quem se pede amparo ou proteção.

7. Recurso, remédio.

R. marítimo, Dir: acesso a portos de nações neutras e mesmo inimigas permitido a navios beligerantes em perigo extremo, atingidos por avarias graves, tempestades ou perseguidos por inimigos, sem que as autoridades locais lhes prestem auxílio, embora não os hostilizem. · Em tempos de difíceis podemos nos refugiar Nele.

b) Fortaleza

1 Qualidade de ser forte; vigor, robustez.
2 Uma das quatro virtudes cardeais, que consiste em não se deixar abater por reveses e infortúnios.
3 Segurança.
4 Solidez.
5 Energia.
6 Constância.
7 Mil Fortificação, praça de guerra, castelo, forte.

F. voadora: avião pesado de bombardeio. Em tempos de fraqueza podemos nos fortalecer Nele. Castelo forte é o nosso Deus;

c) Socorro

1 Ação ou efeito de socorrer; ajuda, auxílio; apoio, alimento; assistência com o fim de favorecer; proteção, recurso, remédio.
2 O que se dá para auxiliar ou socorrer alguém.
3 Esmola.
4 Mil ant Abono em dinheiro ou em espécie, que era dado às praças de pré quando estavam doentes no hospital.

Pl: socorros (ó). Em tempos de perigo, podemos nos refugiar Nele.

SEGUNDA VERDADE

- DEUS ESTÁ

a) No meio (v5)

Jesus é a segunda pessoa da trindade (meio); Jesus quando esteve na terra chamava os marginalizados para o meio; Jesus prometeu que onde estivesse 2 ou 3 ali Ele estaria no meio; Jesus fora crucificado, estava no meio; E depois de sua ressurreição enviou o Espírito Santo, que nos concede o fruto do Espírito, o equilíbrio, que no faz viver no equilíbrio. Meio; E se vc chegou aqui na margem, Deus te chama para: Centro da vontade de Deus; Centro da adoração; Centro das realizações; Centro das conquistas;

b) Conosco (v7 e v11)

Conta-se a história de um pastor de uma região rural que estava pregando, quando entrou um jagunço da fazenda ao lado. E Deus revelou a vida daquele jagunço ai Pastor, e ele disse coisas que só o jagunço sabia. Então o jagunço ficou furioso, querendo saber quem havia contado tudo aquilo para o pastor. E propôs no seu coração de matar ao Pastor. Sabia onde o pastor passava para ir embora e ficou esperando. Quando lá na frente vinha o pastor, o jagunço apareceu e o pastor logo o saudou com boa noite e disse, apareça mais vezes na Igreja. E foi embora, e o pastor ficou ouvindo o jagunço falar: Boa noite, Boa noite, boa noite... SeM saber de nada foi para casa. Mas no outro dia correu na região uma fala do jagunço. Esse pastor é importante, eu estava esperando ele passar para matá-lo, mas junto dele tinha uma tropa do exercito.

TERCEIRA VERDADE

- DEUS FAZ Faz o fraco, ficar forte,
- Faz o pobre, ficar rico,
- Faz o triste, ficar alegre,
- Faz o enfermo, ficar curado,
- Faz o ignorante, ficar sábio;
- Faz o preso, ser livre,
- Faz o amargo, ficar doce,
- Faz o pequeno, virar gigante,
- Faz o frívolo, ficar fervoroso,
- Faz o pecador, ficar santo;
- Faz o Atribulado, ficar em paz;
- Faz o perdido, encontrar direção; E vai fazer de você um vencedor nesta noite.

a) Faz cessar as guerras · (Deus da Paz)

b) Quebra o arco e corta a lança · (Deus da Vitória)

c) Queima os carros no fogo · (Deus do fogo)


Postado por Ivan Tadeu Panicio Junior


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sábado, 26 de maio de 2012


SEGREDOS DO
EVANGELHO
NO LIVRO DE
APOCALIPSE

INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Apocalipse 1:4-6

1. O Livro de Apocalipse revela segredos do Evangelho da parte do Pai, do Espírito Santo e do Filho.

2. O livro de Apocalipse amplia a mensagem do Evangelho focado na pessoa de Cristo.

3. O livro do Apocalipse apresenta o Evangelho depois do Evangelho.

I. TRÊS TÍTULOS DE CRISTO: TRÊS ASPECTOS DO EVANGELHO – Apocalipse 1:5

1. A Fiel Testemunha: Esse título revela a encarnação de Cristo a este mundo para revelar fielmente o caráter amoroso, misericordioso e compassivo do Pai.

2. O Primogênito dos mortos: Jesus foi o primeiro que morreu o tipo de morte que morreu – a segunda morte. Embora essa segunda morte seja eterna, que não tem mais volta, Jesus venceu e ressuscitou.

3. O Soberano dos reis da Terra: Jesus é Rei dos reis e Senhor dos senhores, pois depois de sua vitória na cruz Ele recebeu todo o poder tanto no Céu como na terra.

II. TRÊS AÇÕES DE CRISTO: TRÊS SIGNIFICADOS DO EVANGELHO – Apocalipse 1:5-6

1. A Fiel Testemunha te ama: Tudo o que Jesus fez foi motivado por um grande amor por você. Tudo o que Ele fez e ensinou é para te beneficiar, não para te prejudicar.

2. O Primogênito dos mortos te libertou: Jesus morreu a morte que era tua, pois tomou os pecados que eram teus, pagando assim o preço da tua libertação dos pecados e da morte.

3. O Soberano dos reis da Terra te torna rei e sacerdote: É só quem tem todo o poder pode compartilhar poder, e Jesus escolheu compartilhar Seu poder com você.

III. TRÊS REAÇÕES À CRISTO: TRÊS RESPOSTAS AO EVANGELHO – Apocalipse 1:6

1. Dar glórias a Cristo: Todos deveriam glorificar a Cristo por ser a Fiel testemunha que ama e intercede diante de Deus testemunhando da atitude dos que O aceitam.

2. Dar honras a Cristo: Todos deveriam reconhecer o poder de Cristo e submeter-se a Seu senhorio, pois Ele compartilha Seu reino com pessoas que se convertem a Ele.

3. Dar sempre honras e glórias a Cristo: A lealdade dos cristãos ao Salvador deve ser constante, dentro e fora da igreja, nos dias de cultos e nos outros dias também, em casa e no trabalho.

CONCLUSÃO:

1. O Apocalipse é a coroação do Evangelho.

2. O Apocalipse é a conclusão perfeita do Evangelho.

3. O Apocalipse é o auge da revelação do Evangelho.

APELO:

1. Glorifique sempre à Fiel Testemunha.

2. Vitorie sempre o Primogênito dos mortos.

3. Honre sempre o Soberano dos reis da Terra.


AUTOR E FONTE: Pr. Heber Toth Armí / http://portal-biblico.blogspot.com.br/search/label/SERM%C3%83O%20EXPOSITIVO


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O CORAÇÃO TEM RAZÕES
QUE ATÉ A RAZÃO
DESCONHECE

INTRODUÇÃO:

Texto bíblico: Jeremias 17:5-10

1. Na hora da dificuldade o coração pede para recorrer às próprias forças para livrar-te rapidamente do sofrimento.

2. Nos períodos de angústia o coração suplica ajuda de alguém mais forte do que nós, pessoas mais experientes, mais talentosas, mais estudadas, que possuam mais recursos, etc.

3. Nos momentos críticos o coração precisa ser dominado pela razão e estar ciente de que tua vida depende de onde você deposita tua confiança.

I. QUAL A DESVANTAGEM DE VIVER LONGE DE DEUS? ACARRETA MALDIÇÕES – Jeremias 17:5-6

1. Toda a pessoa que tenta viver a vida à sua maneira sofrerá as terríveis consequências, pois quem vive à própria moda impede as bênçãos de Deus; consequentemente, as maldições resultam de uma vida sem Deus.

2. Toda a pessoa que deposita sua confiança em qualquer coisa ou em qualquer pessoa que não seja em Deus, terá uma vida sem vigor, sem paz, vazia e péssima: angústia no coração.

3. Toda vez que uma pessoa luta para sobreviver à parte de Deus brota no coração a arrogância, o orgulho, o egoísmo, a autossuficiência que promovem a descrença e a desgraça, ou seja, maldição.

II. QUAL A VANTAGEM DE VIVER PERTO DE DEUS? ATRAI GRANDES BÊNÇÃOS – Jeremias 17:7-8

1. Toda pessoa que confia no Senhor será forte como árvore frondosa plantado junto as águas, diferente de quem confia no coração!

2. Toda pessoa que espera no Senhor viverá profundamente enraizado nas Suas maravilhosas promessas, para isso terá que dizer "não" para o coração!

3. Toda pessoa que confie e espera no Senhor não teme os verões e os invernos da vida, nem deixa de produzir bons frutos quando há racionalização deles.

III. POR QUE NÃO É BOM CONFIAR NO CORAÇÃO? – Jeremias 17:9

1. O pecado surge no coração, incentiva os desejo, sensibiliza os sentimentos, bloqueia a razão e parte para a ação destrutiva.

2. O coração é tão enganos que suas melhores intenções tende a destruir seu dono, ou seja, ele é a fonte dos desejos pecaminosos e destrutivos.

3. O coração tem suas razões que a própria razão desconhece, pois ele age por instinto e seu instinto está corrompido e contaminado com o pecado que o arruinou.

IV. POR QUE É MELHOR CONFIAR EM DEUS DO QUE NO CORAÇÃO? – Jeremias 17:10

1. Deus é o único que faz um Raio X verdadeiro do coração humano e diz que não há concerto, que é incorrigível.

2. Deus e não o homem que julga e analisa o coração humano e declara que é mais enganoso e corruto de tudo o que há na terra.

3. Deus não é corrupto como o coração e nem enganoso; além disso, Ele dá a cada um segundo os seus caminhos:

a) Se você caminhar sem Deus colherás os frutos de suas ações pecaminosas: Maldição.

b) Se você caminhar com Deus colherás os frutos concedidos por Ele: Bênçãos.

CONCLUSÃO:

1. Cuidado ao fazer as coisas que te agradam, atente para as coisas que agradam a Deus. Não confie no teu coração, ele engana e não duvide!

2. Cuidado onde você deposita tuas esperanças, pois Cristo é a única esperança real para todo e qualquer ser humano. Não confie no coração, ele está corrompido!

3. Cuidado em diagnosticar teu próprio coração, ele pode enganar até a ti mesmo, pois só Deus pode diagnosticá-lo corretamente. Não siga o teu coração, ele falsifica sentimentos e desejos que irão te trair e destruir!

APELO:

1. Creia em Deus, mais do que em teu coração.

2. Confie em Deus, mais do que em tuas próprias forças.

3. Espere em Deus, mais do que em qualquer outra coisa.

AUTOR E FONTE: Heber Toth Armí / http://portal-biblico.blogspot.com.br/search/label/SERM%C3%83O%20EXPOSITIVO


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