sábado, 31 de março de 2012



A FÉ QUE
EXPERIMENTA
MILAGRE NA
COZINHA




INTRODUÇÃO: Texto bíblico: I Reis 17:8-16

1. Quando há muita comida não é fácil sentir necessidade de Deus e nem de exercitar a fé.

2. Quando há comida suficiente não tanto problema se faltam outras coisas, como carro, casa, móveis, etc. A falta de comida na cozinha é o limite da esperança e da vida humana.

3. Quando falta comida o desespero bate à porta, onde encontrar solução? É o que muitos se perguntam, pois a população humana caminha para nove bilhões, previsto para 2043, segundo a ONU. Mantendo os padrões atuais de consumo e as previsões para os próximos anos, os fazendeiros terão de elevar em 60% a produção de grãos para não aumentar o número de pessoas que passam fome no planeta. Isso revela um futuro de fome.

O que fazer?

I. A CRISE NA COZINHA É UM BOM MOMENTO PARA DESENVOLVER A FÉ – I Reis 17:8-14

1. Realidades que conduzem à crise:

a) Perder o marido e com ele o único meio de sustento: A mulher de Sarepta era viúva com um filho para sustentar.

b) Perder todos os meios de obter recursos para adquirir alimento: A terra estava tão seca que nada produzia.

c) Perder a esperança e alguém pedir tudo o que restou para preservar a vida por alguns dias: Elias apareceu e pediu água e pão à viúva pobre, era tudo o que lhe restava.

2. Palavras que dão esperança em meio à crise: Elias fala àquela mulher desesperada palavras que revigoram suas esperanças. A palavra de Deus é forte o suficiente para levantar os abatidos e aflitos.

3. Atitudes que derrotam as crises: Apesar de ter sido pagã desde sua infância, vivendo sob a influencia da religião de Baal e Astarté exerceu fé nas palavras de Elias e fez bolo como ele pediu.

II. A CRISE NA COZINHA É UMA OPORTUNIDADE DE CONHECER A DEUS – I Reis 17:14-15

1. Deus é provedor dos alimentos: Todos os dias que pegava nas panelas para cozinhar, a viúva lembrava das palavras do profeta: “A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará”. Deus proveu comida, pois ela creu. Desde as trevas do paganismo surgiu a viúva com uma fé suficiente para libertá-la da crise e da miséria extrema para viver milagres sem precedentes; assim também pode acontecer com você, que exercer um pouco de fé no Deus todo poderoso.

2. Deus preserva a vida dos que se rendem a Ele: Todas as vezes em que cozinhava, a viúva entendia que devia exercitar sua fé em Deus que supre todas as necessidades vitais. Devemos aprender que fé é crer quando o sentido comum nos diz para não acreditarmos.

3. Deus age em meio às crises da cozinha: Deus agiu quando a viúva agiu com fé em Suas palavras. A maior demonstração de fé não está em acreditar em ideias absurdas e crenças irracionais, mas conhecer a Deus a ponto de confiar plenamente nEle. Assim, esta fé experimentará milagre até na cozinha.

III. A CRISE NA COZINHA É OPORTUNA PARA DEUS REVELAR SEU PODER – I Reis 17:15-16

1. Deus não revela Seu poder só na igreja: A igreja é um lugar onde as pessoas que recebem bênçãos de Deus em sua vida vão para prestar culto e adoração por tudo o que Ele é e faz na vida de quem tem fé.

2. Deus não revela Seu poder apenas em questões espirituais: Deus é Criador do mundo e o Criador de nosso corpo com necessidades físicas, portanto, como provedor está tão disposto a suprir nossas necessidades físicas tanto quanto as espirituais.

3. Deus revela Seu poder até mesmo na cozinha: Deus não está limitado ao tempo, nem ao espaço. Por isso, Elias, a viúva e seu filho comeram do pão do milagre todos os dias. Embora sem condições de cumprir a vontade de Deus de sustentar o profeta Elias, ela se dispôs a exercer fé. Assim, no limite da vida é que a fé entra em ação para ver que é Deus quem provê sustento.

CONCLUSÃO:

1. Deus permite, muitas vezes, que as pessoas cheguem ao limite da incerteza a fim de que aprendam a confiar inteiramente nEle: Quando não falta nada o ser humano fica tão satisfeito que chega a pensar que não precisa de mais nada, nem mesmo de Deus; para que se exerça fé Deus permite que situações desafiadoras nos levem a depender dEle.

2. Deus não precisa de pessoas importantes e ricas para uma missão, mas de pessoas humildes e cheias de fé: Para sustentar Seu servo Deus providenciou não alguém provido de muitas riquezas, mas uma mulher viúva, que procurava gravetos para a última fogueira, que prepararia a última refeição para si e seu filho; e, depois esperaria morrer de fome. A fé é mais valiosa que as muitas riquezas!

3. Deus abençoa aqueles que colocam as necessidades dos outros acima das suas próprias necessidades: Imagine como foi difícil para aquela viúva que, durante muitos dias economizou comida, compartilhar o último bocado com um estrangeiro desconhecido. Todavia, sua atitude demonstra a todos que é possível fazer mais para Deus tendo fé sem recursos, do que recursos sem fé.

APELO:

1. Pela fé aproxime-se de Deus a fim de que reconheças que há bênçãos e milagres apenas para quem confia em Suas promessas.

2. Pela fé faça tudo o que Deus te pede mesmo que não entendas todos os detalhes.

3. Pela fé confie em Deus a ponto de obedecer-Lhe mesmo quando as circunstâncias provam que desobedecer parece mais lógico.


Autor e fonte: Pr. Heber Toth Armí / http://portal-biblico.blogspot.com.br/search/label/SERM%C3%83O%20EXPOSITIVO








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sexta-feira, 30 de março de 2012



Família:
Visão de Deus
para o governo da terra

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar; e da costela que o Senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne. E ambos estavam nus, o homem e sua mulher; e não se envergonhavam.” (Gn 2:7,21-25)




- A Igreja do Senhor Jesus deve promover uma cura completa no espírito, alma e corpo. “E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. (I Ts 5:23). Se estivermos curados, as lutas e os ataques externos em nosso casamento, nossa família se tornarão em nada.

- Deus formou o primeiro casal com um propósito específico: dominar. Este dominar se refere a um governo físico e espiritual.


A pergunta é: como estabelecer o governo através da Família:

1. GANHAR toda a Família

- Vamos cumprir o chamado da Visão Celular no Governo dos 12 começando em casa, fazendo campanhas de oração e jejum em prol de familiares, estabelecendo alvos para ganhar: avós, pais, irmãos, tios, primos. Assim enfraquecemos as forças espirituais e atamos os demônios da idolatria, trazendo a unção de salvação para toda a família.

- Todos os casais envolvidos na Visão Celular têm alcançado conquistas em muitas áreas de suas vidas, inclusive no âmbito familiar.

E para isto é preciso:

1.1. Ganhar a confiança do cônjuge.

- O diabo tem trabalhado na desconfiança. Muitos cônjuges não confiam mais um no outro. Relacionamentos desgastados e enfraquecidos. Podemos compará-los ao alicerce de uma construção, que não estão bem firmados e por isso trazem insegurança.

- Muitos líderes tem credibilidade fora de casa, são tremendos empresários, atletas, grandes líderes espirituais, e dentro de casa não possuem credibilidade, a confiança foi abalada, porque é no dia a dia que conhecemos as pessoas e ninguém melhor do que o cônjuge e os filhos para dizerem quem somos de fato.

- Que Deus nos faça os maiores conquistadores de toda a terra, e principalmente que o cônjuge e os filhos, possam viver uma vida de vitória, com o que vivem no cotidiano.

2. CONSOLIDAR a Família.

- Podemos definir consolidar como entregar-se completamente. A consolidação dentro do lar exige investir tempo com os domésticos da fé. Ninguém consolida discípulos se não se entregar completamente. Não como consolidar a família se não tivermos qualidade de tempo. Precisamos nos importar com as necessidades.

a) Cônjuge

- Separe um tempo do seu dia para a comunicação. Isto fará diferença em seu casamento, sentar juntos para conhecer o coração um do outro, saber quais sãos sonhos do coração de seu amor, quais as maiores dificuldades e o que você pode fazer para ajudar? Estar envolvido um com o outro, nos faz sentir importante e valorizado.

- Querido líder aprenda a viver cada minuto do seu dia conquistando algo. É hora de consolidação em nosso casamento, vamos voltar a geração Isaque e Rebeca. Isaque orou muitos anos para que Deus abrisse a madre de sua esposa e teve essa postura diante de Deus porque sentia a dor de sua esposa. Deus os honrou e deles saíram os patriarcas das 12 tribos de Israel.

b) Filhos

- Faremos história com nossos filhos, não com as nossas palavras, mas com os nossos atos. Sentar com os filhos, faz toda a diferença. Precisamos saber o que nossos filhos esperam de nós, no que precisamos melhorar, assim estaremos aprendendo e ensinando ao mesmo tempo. Nossos ensinamentos marcarão as vidas de nossos filhos pela eternidade.

“Instrui o criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pv 22:6)

- Quando você chegar em casa sente com os seus filhos, converse, brinque com eles e depois você colherá os frutos.

- Nossos filhos são dádivas de Deus “Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. (Sl 127:3)

- A Bíblia relata várias histórias de patriarcas que foram grandes conquistadores, mas que falharam na família como: Abraão, que foi um excelente líder, mas falhou com os filhos; Davi, o maior rei de Israel, consolidou todo o reino, porém, não viu as necessidades do primogênito Amnom, aquele que seria o herdeiro do trono, por esta falha perdeu muitas coisas.

- É chegado o tempo de vitórias e conquistas. A consolidação familiar nos levará a consolidar as multidões.

3. Discipulado Familiar

- Discipulado se traduz em maturidade, crescimento. Como casal é importante sentarmos juntos para lermos a Bíblia e meditarmos nas suas verdades.

- Vivemos em um tempo de muitas atividades e compromissos, que muitas vezes nos fazem esquecer dos ensinamentos de Deus.

- Precisamos constantemente retornar à Palavra. “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos; e as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas”. (Dt 6:5-9)

- É assim que devemos viver em família, para que todos tenham um conhecimento pleno da Palavra de Deus.

- Todo casal que estuda e pesquisa junto cresce em maturidade espiritual e intelectual e tem mais unção para doutrinar os filhos. Isto fala de discipulado.

4. Enviar em unidade

- Quando falamos em unidade traduzimos em equipe. Toda a família é uma equipe. Quando um casal se une com os filhos no mesmo propósito se tornam uma equipe poderosa e cumprem o Ide de Jesus. Tudo o que fazemos em equipe, realizamos mais rápido.

“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa”. (Ec 4:9-12)

É tempo de nos unirmos em casa e juntos fazermos história, a história de uma família que cumpriu o chamado do Senhor. E então, colheremos as promessas contidas na Palavra.


AUTOR: Pr. Wilson Ayub Jr. - MIR -





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Família Feliz
- Como Conquistá-la?




- Conquistamos uma família quando aprendemos a sonhar corretamente de acordo com a vontade de Deus para nossa vida e família.

- Tudo na vida de um líder começa a existir a partir de um sonho, de uma visão que lhe impulsione a atingir todas as suas metas, que precisam estar bem traçadas.

"Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do trabalho das tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem. Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor. De Sião o Senhor te abençoará; verás a prosperidade de Jerusalém por todos os dias da tua vida, e verás os filhos de teus filhos. A paz seja sobre Israel". (Salmo 128)

- Esse salmo tão bem escrito por Davi, nos dá um perfil de uma família feliz. Desde o princípio o desejo do coração de Deus é que seus filhos tenham famílias estruturadas e felizes.

- Toda família que teme ao Senhor colhe os frutos de sua obediência: um bom casamento e uma família ajustada. Essas são as maiores bênçãos da vida, muito mais que bens materiais.

- Quando um casal entra em aliança, na maioria das vezes ele espera ser feliz, como um interesse próprio. Porém, a Bíblia nos ensina como um princípio que é dando que se recebe. Então, a mentalidade precisa ser mudada e ao entrar em aliança o maior desejo do coração do cônjuge deve ser fazer o outro feliz, quando isso acontece a recíproca torna-se algo natural. Quando fazemos o outro feliz a conseqüência e sermos felizes.

- Cada postura nossa dentro do relacionamento deve ser para frustrar os planos do diabo e engrandecer a vida familiar.

- Somos o modelo para os casais que estão em busca de transformação no seu lar.

- No casamento, temos que ser como José, sonhar e interpretar nossos sonhos para vê-los acontecer, não podemos nos dar por vencidos enquanto não vermos nossa família usufruindo de tudo o que Deus tem para ela. José, apesar de ter enfrentado tantas lutas, jamais abriu mão de seu sonho, ele foi indesístivel, é assim que precisamos ser.

- Quando alcançamos uma família feliz, temos unção para resgatar casais, a partir da nossa casa, que é a base do trono de Deus.

- O casal que sonha ver o cônjuge feliz prospera.

- Mas, para alcançarmos essa plenitude é necessário fecharmos algumas brechas e guardamos algumas portas. Satanás tem trabalhado para destruir as famílias, mas Deus quer nos ensinar a rota da felicidade.

Vejamos algumas brechas que podem ser fechadas se guardarmos as portas de entrada:

I. Olhos - temos que guardar os nossos olhos, pois o que vemos pode ou não determinar se teremos uma família feliz.

- Muitas vezes colocamos nossos olhos em coisas que não agradam o coração de Deus por serem prejudiciais para nossas vidas e famílias.

- Tudo o que vemos e olhamos vai direto para a alma.

- Quantas vezes perdemos tempo em frente à TV e não investimos nem um tempinho que seja para meditarmos na Palavra que tem as fontes de verdade que podem transformar as nossas casas.

Pv 4:25 Dirijam-se os teus olhos para a frente, e olhem as tuas pálpebras diretamente diante de ti. O que você tem olhado?

Dt 6:8 Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por frontais entre os teus olhos; Onde você tem colocado os seus olhos?

Sl 119:37 Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho.


- Como você tem olhado a sua vida e família?
- Todas às vezes que colocamos nossos olhos no que não convém, desviamos nossa visão do foco correto.

- Muitas vezes olhamos para algumas situações na nossa casa e não sabemos nem o que pensar, mas Deus quer nos ensinar a olhar para as situações com a visão da águia, para que vejamos não as situações como se apresentam, mas como serão de acordo com a vontade de Deus.

Mt 5:8 Eu, porém, vos digo que todo aquele que [olhar] para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Quando você olha para o que não é seu você está pecando.

- Desvie seus olhos do mal e não se permita ser tentado. Se você abre brecha para que a tentação entre é como mexer com fogo, você será queimado.
Guarde seus olhos. Eles são para você olhar na direção do trono de Deus e receber todas as estratégias para sua família.

II. Boca - a Bíblia diz que falamos do que o coração está cheio.

- Há pessoas que estão sempre comentando sobre coisas fúteis, mas nunca falam sobre assuntos que possam verdadeiramente edificar.

- Somos advertidos sobre isso em várias passagens da Bíblia como em Efésios 4:29; 5:4 "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem. Nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm; mas antes ações de graças.

- Quantas pessoas não sabem falar e calar na hora certa. Dentro do relacionamento conjugal as piores brigas acontecem porque não sabemos controlar a nossa boca.

- Precisamos pedir a Deus para que Ele nos ensine a guardar os nossos lábios "Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios! (Sl 141:3)

Pv 4:24 Desvia de ti a malignidade da boca, e alonga de ti a perversidade dos lábios.

- Nossa boca foi criada por Deus como um instrumento para profetizar as Suas bênçãos. Na hora da raiva se você tiver vontade de falar, louve.

- Fale bem da sua família, do seu cônjuge e de seus filhos.

III. Ouvido - o que temos escutado pode nos contaminar ou nos abençoar.

- Não fomos chamados para ouvir qualquer coisa. Nossos ouvidos precisam estar sensíveis a voz do Espírito Santo, pois assim não cometeremos erros.

- A fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Deus. Não fomos chamados para ouvir relatórios de catástrofe. Fomos chamados para ouvir as estratégias do coração de Deus, para nossas famílias.

- Não devemos dar ouvidos à conversas que possam comprometer nossos sentimentos em relação à família. Inclusive cuidado com os conselhos que você tem ouvido acerca de sua casa. Eles podem te ajudar ou te prejudicar.

- Alguns cônjuges por darem ouvido a quem não deviam acabam entrando em verdadeiras enrascadas e acabam ouvindo ofensas que só desgastam o relacionamento quando deveriam estar ouvindo o quanto são importantes e amados. Quantos cônjuges estão carentes de ouvirem uma palavra de amor.
IV. Pés - onde temos plantado nossos pés.

- A Palavra de Deus diz que os pés que anunciam as boas novas são formosos.

Sl 25:15 ... pois ele tirará do laço os meus pés. Se você estiver envolvido por um laço há uma promessa de Deus de livramento sobre a sua vida se você decidir estar fechando as brechas e guardando as portas de entrada.

- Como casal precisamos ter nossos pés plantados na casa do Senhor.

- Querido casal, talvez você tenha passado por tantas lutas e tenha esfriado nos sonhos de Deus para sua família. Mas, não desista, apegue-se na Palavra de Deus que tem promessas para sua vida e toda a sua casa.

Isaías 30:21 que diz: "quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai nele;

É tempo de conquistarmos e mantermos uma família feliz!


AUTORA: Pra. Cláudia Ayub - MIR





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quinta-feira, 29 de março de 2012



A importância do louvor
na vida do povo de Deus

Referência:
Neemias 12.1-47




- Em 444 a.C., Neemias levantou os muros de Jerusalém; em 1989 caiu o muro de Berlim. O muro de Berlim era um símbolo da separação e da morte; o muro de Jerusalém de proteção, união e vida. Os muros representam a unidasde de Jerusalém: é uma só cidasde, um só povo.

- Uma grande festa espiritual aconteceu na dedicação dos muros de Jerusalém.



Algumas lições importantes podemos tirar, à guisa de introdução deste texto:

1. Devemos celebrar louvores a Deus pelas nossas vitórias (12:27) – Jerusalém vivera mais de cem anos debaixo de escombros. Agora, a cidade foi restaurada, os muros foram reconstruídos e o povo celebra com grande e intenso júbilo essa conquista. Precisamos celebrar com grande júbilo as nossas conquistas.

2. Devemos celebrar louvores a Deus com união entre os irmãos (12:27-29,43) – Todos os sacerdotes, levitas e cantores deveriam vir de todos os lugares para a grande celebração. A liderança unida, trouxe alegria entre todo o povo (12:43). A união do povo de Deus já grande causa de alegria e símbolo de vitória. Naquela festa os líderes e o todo celebraram ao Senhor.

3. Devemos celebrar louvores a Deus com grande alegria (12:27,43) – A alegria é uma das marcas do povo de Deus. A alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8:10). As celebrações do povo de Deus precisam ser festivas e cheias de grande júbilo.

4. Devemos celebrar louvores a Deus com vidas puras (12:30) – Os sacerdotes e os levitas se purificaram e purificaram o povo. Devemos chegar diante de Deus com vidas limpas e levantar mãos santas. Jamais poderá haver louvor e adoração se não houver dedicação de vidas ao Senhor. Somos uma nação de levitas e sacerdotes chamados para a adoração (1 Pe 2:9).

5. Devemos celebrar louvores a Deus com ordem e arte (12:8,9,24,27,36,42) – Os levitas eram encarregados de celebrar. Dentre eles haviam os cantores, os instrumentistas, os compositores, bem como o regente. Tudo é feito com arte e com ordem. Os netofatitas (v. 28) eram os compositores. Netofatitas = gotejante ou destilar como gotas de orvalho = falar por inspiração. Eles eram poetas, os compositores. Eles tinham uma grande contribuição na restauração do louvor na casa de Deus.

6. Devemos celebrar louvores a Deus com a fidelidade das nossas ofertas (12:44-47) – Há uma conexão entre os lábios e o bolso. Louvamos a Deus com os nossos lábios e honramos a Deus com as primícias de toda a nossa renda.

Qual é o caminho a percorrer para o perfeito louvor e adoração? O caminho percorrido pelos coros, pelos instrumentistas e pelos músicos sugerem-nos muitas lições espirituais.

Vejamos:

I. A PORTA DO MONTURO – v. 31 (quebrantamento)

- Os grupos de louvor e adoração começam a caminhada sobre os muros pela Porta do Monturo. Monturo no hebraico = ruínas, lugar onde se amontoam os lixos da cidade.

- Espiritualmente este texto fala da miséria do homem. Somos pecadores. Precisamos nos humilhar. Antes de louvarmos temos que passar pela Porta do Monturo, do quebrantamento, da humilhação, da convicção de pecado, da confissão.

- É ali que reconhecemos que somos pó e precisamos da misericórdia de Deus. É ali o lugar do exame, onde despojamos-nos de qualquer pretensa vaidade e nos humilhamos sob a poderosa mão de Deus.

- É ali que somos confrontados com o mal que há em nós. É ali que podemos clamar como Davi: “Deus tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama… e pôs nos meus lábios um novo cântico…” (Sl 42:2-3).

II. A PORTA DA FONTE – v. 37 (novo nascimento)

- A fonte é um lugar onde a água brota. É um manancial.

- Deus é esse manancial:

a) Jr 2:13: “A mim me deixaram, o manancial de águas vivas”;

b) Jo 4:14: “A água que eu lhe der será nele uma fonte”.

- Depois da Porta do Monturo, passamos pela Porta da Fonte. Essa é a porta do Novo Nascimento.

- Essa é a porta onde bebemos constantemente de Jesus, a água da vida. Todo o que vem a Jerusalém, à igreja, precisa experimentar o novo nascimento, precisa beber de Jesus e ter a fonte jorrando em si memso. Jesus disse: “Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus” (Jo 3:5).

- Nenhum músico, nenhum adorador pode estar diante de Deus sem passar por esse portal. Deus é a fonte, Cristo é a água da vida e o Espírito Santo são os rios de água viva que fluem do interior. Essa fonte precisa jorrar de dentro de você e então, o louvor brotará de seu coração e se esparramará através de seus lábios.

III. A PORTA DAS ÁGUAS – v. 37 (enchimento do Espírito)

- Enquanto a Porta da Fonte fala do lugar onde brotam águas; a Porta das Águas fala de correntes, rio que leva aos mananciais das águas. Não é uma fonte de onde emana água, mas um llugar de águas correntes.

- Esse é um símbolo do enchimento do Espírito Santo.

Exemplo: A igreja Presbiteriana de Onuri (Seul).

- A Porta das Águas tem a ver com o enchimento constante do Espírito na vida do cristão. É vital que todos os dias nos banhemos nas águas que correm do trono de Deus, antes de nos colocarmos diante dele em adoração e louvor.

- As pessoas que ministram e celebram o louvor precisam deixar aqui na Porta das Águas tudo que é carnal e toda motivação egoísta e buscar a plenitude do Espírito Santo.

IV. A TORRE DOS FORNOS – v. 38 (purificação)

- Para a restauração da vida de louvor e adoração na igreja é necessária a passagem pelo fogo. Não somente a confissão de pecados na Porta do Monturo, o beber de Cristo na Porta da Fonte e a santificação na Porta das Águas, mas também precisamos passar pela Torre dos Fornos.

- Na Torre dos Fornos sentimos o cheiro de coisas que se queimam. Nessa torre tudo é queimado. Nessa torre o fogo de Deus queima todo o entulho, todo lixo, toda impureza. Nessa torre somos batizados com fogo.

- Assim como Isaías foi purificado por uma brasa viva que tocou seus lábios, aqui Deus nos purifica, nos limpa e tira de nós toda escória.

- Deus quer conduzir cada músico, cada cantor e cada adorador até à Torre dos Fornos para purificá-lo. Nenhuma impureza pode ficar. Seremos acrisolados no fogo de Deus e então seremos sacerdotes e levitas santos para o louvor de Deus.

V. O MURO LARGO – v. 38 (exultação)

- Largo – que leva em todas as direções. Lugar espaçoso, em que não há aperto.

- À medida que as coisas andam sobre o muro e passam pelas portas e pela torre, vão chegando ao muro largo. Na vida de louvor da igreja, na restauração dos louvores e na adoração a Deus, encontramos o lugar da liberdade em Cristo.

- O culto não é engessado por formas rígidas, inflexível por liturgias frias e sem condução do Espírito. Há espaço para alegria e exultação no Espírito. Há espaço para o choro e o quebrantamento. Há espaço para a alegria e para o gemido de dor. O ritualismo deixa de existir.

- O culto frio cede lugar a um culto participativo, alegre, jubiloso, envolvendo todos os remidos do Senhor. Não é culto do homem para o homem. Não é show. Não se prioriza a forma, mas a consagração da vida ao Senhor.

VI. A PORTA DE EFRAIM – v. 39 (produção de frutos)

- De acordo com Gn 41:52 Efraim quer dizer: “duplamente frutífero”.

- Temos aqui um marco da nossa dupla frutificação em Cristo. O louvor produz frutos na vida da igreja. O povo de Deus precisa descobrir que o louvor, a adoração e a ministração ao Senhor são tão importantes no culto quanto a Palavra.

- O louvor deve ser resultado da vida frutífera da igreja. As pessoas louvam e adoram porque têm vida e não porque há um bloco de louvor e outro de pregação. Louvor sem vida é barulho intolerável aos ouvidos de Deus (Am 5:20-21).

- A igreja cresce no louvor. A música tem o poder de trazer quebrantamento (Sl 40:3).

VII. A PORTA VELHA – v. 39 (experiência)

- Porta Velha = veterana, experimentada. A Porta Velha fala de experiência. Uma porta que presenciara lutas, vitórias. Teria resistido ao poder e à queda de reis. Gerações passaram e a Porta Velha adquiriu experiência e sabedoria.
- Essa porta pode significar muito a respeito da experiência da restauração dos hinos antigos na vida da igreja. Temos a tendência de nos apegar somente ao novo. Mas há elementos do passado que não podem ser jogados fora. Há hinos e cânticos antigos que precisam ser ensinados aos filhos, aos jovens e perpetuados às gerações.

- Nesta marcha de louvores sobre os muros de Jerusalém, a Porta Velha restaura o que de bom e melhor Deus preservou no decorrer dos séculos. Na Porta Velha dobramo-nos ao Senhor da igreja e restauramos as veredas antigas.

- Estejamos sempre abertos ao que é novo sem contudo, abandonar a herança de Deus para a igreja.

VIII. A PORTA DO PEIXE – v. 39 (crescimento numérico)

- Peixe no Novo Testamento está ligado à vocação. Aparece ligado ao chamamento dos discípulos (Lc 5; Jo 21).

- Assim como o peixe tem a capacidade de alta reprodutividade, somos chamados também a produzirmos muito fruto.

- O louvor além de trazer a bênção dobrada à igreja como na Porta de Efraim, leva a igreja ao crescimento numérico na Porta do Peixe. A igreja que louva e adora cresce rapidamente. O louvor cativa os homens. Traz os jovens para Deus. Atrai as pessoas para o Reino e as leva a um confronto diante das exigências da Palavra. Muitas pessoas foram ganhas para Jesus pelo louvor.

- Uma congregação que louva verdadeiramente produzirá mutiios frutos (Sl 40:3).

IX. A TORRE DE HANANEEL – v. 39 (a graça e a misericórdia de Deus)

- Essa Torre fala da graça e da misericórdia de Deus. Nessa caminhada do louvor, temos de confessar que somente pela graça é que somos capacitados a andar juntos.

- Não há ministério mais atacado pelo diabo na igreja que o ministério de louvor. Aí surgem as maiores polêmicas, os maiores atritos, os maiores descontentamentos, as maiores divisões.

- O diabo não gosta de ver o povo de Deus louvando e tributando vitória ao Senhor, por isso ele ataca os corais, os conjuntos e a música na igreja.

- Muitas vezes somos tentados a desanimar ao ver nossos esforços fragmentados. Mas essa torre é um lugar de parada, de reflexão. Precisamos recobrar o ânimo e saber que a misericórdia de Deus deve ser nossa motivação para o louvor.

- Devemos cantar sempre: “Foi graça, graça, superabundante graça. Foi só pela graça de Jesus que venci e cheguei aqui.”

X. A TORRE DOS CEM – v. 39 (a Palavra de Deus)

- Esta palavra é a mesma de Gn 26:12 que fala da multiplicação dos graos, alimento para o homem. “…porque o Senhor o abençoava”. A multiplicação é associada à bênção do Senhor”.

- O que dizer sobre a Torre dos Cem? O louvor que deve ser cantado na igreja deve ser baseado na Palavra de Deus, que é alimento para o homem. Nessa base, a Palavra de Deus traz sua bênção à vida de louvor da igreja.

- Há muita música e muito cântico no meio evangélico que são mera história de homens, apelos, emoções, sem qualquer base na Palavra. Cantar a Palavra ou cantar segundo a Palavra é que produz frutos dignos de Deus.

- Na Torre dos Cem encontramos a Palavra de Deus produzindo a cem por um. É uma Plavra que não só reproduz-se em nosso interior, mas também frutifica na vida da igreja. Leva-nos de volta à Palavra.

- Louvor é a Palavra fluindo na reunião da igreja. É a pregação cantada pelo povo de Deus. Cantar textos inspirados por Deus é levar a Palavra a multiplicar-se nas vidas.

XI. A PORTA DO GADO – v. 39 (rebanho de Deus)

- Este texto fala da igreja como rebanho de Deus. Todos nós temos que estar sob o comandando da sua vara e de seu cajado (Sl 23:4). Nenhuma pessoa pode louvar e adorar sem que sua vida esteja totalmente submissa ao cajado e à vara de Deus.

- É uma pessoa que sente o amor, a proteção, o cuidado, a correção. Sabe que é tratada quando vacila ou incorre em desobediência.

- Louvamos a Deus não como bastardos, como filhos que são disiciplinados. A Porta das Ovelhas é o lugar onde nós nos colocamos sob o governo e a ordem do Supremo Pastor.

XII. A PORTA DA GUARDA – v. 39 (passados em revista)

- Porta da Guarda fala de inspeção, vigilância, juízo. Traz a idéia de registro e inspeção. Este é o lugar onde somos passados em revista. Esta é uma parada obrigatória para todos. Aqui os dois coros encontram-se antes de descer à Casa de Deus.

- Aqui alguns ficam retidos por não apresentarem as condições exigidas. É feita uma inspeção para avaliar a condição espiritual de cada adorador.

- Para entrar em comunhão com Deus, na Casa de Deus, é preciso examinar a própria vida (Sl 15).

- Somente os aprovados entrarão na intimidade de Deus. É preciso passasr pelo exame de Deus. Deus olha para o coração. Deus exige consagração, verdade no íntimo.

- É preciso um exame de consciência. Deus quer que nossa vida seja sondada e só então, vamos entrar no santo dos santos da adoração. Só então vamos entrar para adorar verdadeiramente.

- Sem pasar por estes passos, nosso louvor não agrada a Deus. É preciso restaurar o lovuor do Senhor. É preciso entrar na Casa de Deus e ter prazer no seu altar. Casa de Deus é mais do que o templo. Somos a morada de Deus. Deus glorificar a Deus no nosso corpo.

CONCLUSÃO

Quando o povo de Deus se consagra:

a) Deus os alegra – v. 43

b) Há integração no louvor – v. 43

c) A alegria do povo de Deus torna-se contagiante – v. 43

d) Os dízimos são devolvidos, os ministros do templo são reintegrados na obra e a igreja se enche de santa alegria – v. 44

Implicações:

a) Os ministros se tornaram mais cuidadosos do que tinham sido na obra – v. 45

b) O povo se tornou mais cuidadoso do que tinham sido na manutenção dos ministros de Deus – v. 44.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes






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A fidelidade de Deus
e a infidelidade
de seu povo

Referência: Neemias 9.16-37




INTRODUÇÃO

1. Esta oração dos levitas é uma síntese da história do povo de Israel, desde sua origem com a eleição de Abraão até a restauração dos muros de Jerusalém.

2. Esta oração é uma confissão da glória e da graça de Deus e da ingratidão do homem.

3. Esta oração é resultado da leitura, exposição e aplicação da Palavra de Deus, durante 21 dias.

4. Quem não aprende com a história está fadado a repetir os seus erros. Em 1 Coríntios 10:1-13, Paulo faz esse mesmo relato e diz: “Estas cousas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado”.

5. Patrick Henry atestou a importância da história, dizendo: “Não tenho luz para iluminar o caminho do futuro salvo aquela que está sobre meus ombros vinda do passado”.

6. Este texto pode ser dividido em três partes: a bondade de Deus e a ingratidão do povo; a disciplina de Deus e a inconstância do povo; a justiça de Deus e um clamor pela misericórdia.

I. A BONDADE DE DEUS E A INGRATIDÃO DO POVO – v. 16-25

1. A Bondade de Deus

a) O cuidado de Deus é baseado em quem Deus é e não em quem nós somos (v. 17) – Se Deus nos tratasse como merecemos estaríamos desamparados. Suas misericórdias são a causa de não sermos consumidos. Somos poupados porque Deus é perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-se e grande em bondade (v. 17b,19).

b) A direção de Deus na vida do seu povo é fruto da sua imensa misericórdia (v. 19) – O povo foi rebelde o todo tempo na peregrinação do deserto. Eles murmuraram. Eles blasfemaram. Eles fizeram ídolos e os adoraram. Eles cometeram toda sorte de devassidão. Mas, por causa da multidão das misericórdias divinas, não faltou ao povo direção: a coluna de nuvem e a coluna de fogo.

c) A bondade de Deus revela-se na provisão espiritual (v. 20) – Deus lhes concedeu o Espírito Santo para os ensinar. Deus lhes deu a si mesmo. Deus mesmo os ensinou. Não os deixou na ignorância, nas trevas.

d) A bondade de Deus revela-se na provisão material (v. 20b,21) – Deus deu maná, água, vestes, calcaçados. Isso durante quarenta anos. Nada lhes faltou, exceto a gratidão.

e) A bondade de Deus revela-se na família (v. 23) – Os filhos são herança de Deus. Eles são flechas nas mãos do guerreiro. Eles são símbolo da bênção de Deus. Eles tiveram filhos que saíram do cativeiro e entraram na terra da promessa. Seus filhos foram libertos, e foram vitoriosos.

f) A bondade de Deus revela-se na herança imerecida (v. 22,24,25) – Deus exerceu o seu juízo sobre as nações ímpias que viviam naquela terra e deu essa terra aos filhos de Israel. Eles não conquistaram, eles receberam por herança. Foi graça. Herdamos o céu por herança. É graça!

2. A Ingratidão do Povo

a) Desobediência ostensiva à Palavra de Deus (v. 16) – Diante das bênçãos especiais de Deus descritas em Neemias 9:1-15, o povo reage com soberba, dura cerviz e desobediência ostensiva à Palavra de Deus. Deus lhes havia dado libertação do cativeiro, livramento do inimigo, direção no deserto e Palavra do céu, mas o povo desprezou a Deus e à sua Palavra.

b) Deliberado esquecimento dos milagres de Deus (v. 17) – Eles responderam as milagrosas maravilhas de Deus com total descaso. Eles se esqueceram dos milagres que lhes fizera. A ingratidão fere o coração de Deus. Não reconhecer os milagres de Deus na nossa vida é um grande pecado. “Nada lhes faltou (v. 21), mas nada lhes inspirou gratidão (v. 17).

c) Saudade do passado de escravidão (v. 17) – Eles se cansaram de Deus. Eles ficaram enfadados de Deus. Cansaram de ser um povo santo. Eles se rebelaram e buscaram um líder espúrio para reconduzi-los à terra da servidão. No coração eles voltaram ao Egito. Eles saíram do Egito, mas o Egito não saiu deles. Eles carregam o Egito no coração. Muitos estão na igreja, mas o coração está no mundo. Têm saudade de seus pecados.

d) A apostasia da adoração (v. 18) – Trocaram Deus por um ídolo feito por suas próprias mãos. A idolatria é um pecado que ofende a santidade de Deus. A idolatria despreza a Deus. Ela torna as pessoas obtusas (Sl 115:4-8). Os idólatras não entram no reino de Deus (Ap 21:8). Não podemos colocar ninguém no lugar de Deus. Exemplo: O Papa (usurpa o lugar de Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo).

II. A DISCIPLINA DE DEUS E A INCONSTÂNCIA DO POVO – v. 26-31

1. A Inconstância do Povo

a) Rejeição de Deus, da mensagem e do mensageiro (v. 26)

Quando o homem rejeita a Deus, também rejeita a sua Palavra e quando rejeita a Palavra, rejeita o mensageiro. Eles se revoltaram contra Deus, viraram as costas à lei e mataram os profetas. Isaías foi serrado ao meio. Jeremias foi preso e jogado numa cova.

Hoje muitos rejeitam a Deus e sua mensagem: quando negam a sua veracidade – liberalismo.

Outros rejeitam a Deus e a sua mensagem: quando negam a sua suficiência – misticismo pragmático.

b) Uma volta para Deus superficial e utilitária (v. 27,28)

Eles queriam se livras das consequências de seus pecados e não de seus pecados.

Eles buscavam a Deus não por causa de Deus, mas para serem livres da aflição. Deus era apenas um instrumento para satisfazer a sua vontade e não o prazer e deleite da sua alma.

A volta para Deus era algo raso, superficial, com motivação humanista e antropocêntrica.

Eles só buscavam a Deus na hora do aperto. Mas esqueciam-se de Deus na hora da fartura.

2. A disciplina de Deus

a) Quem não obedece a Palavra, é disciplinado por Deus (v. 27,28,30)

Quem não escuta a voz do amor, experimenta a dor da vara da disciplina. Somos guiados pela Bíblia ou pela chibata. Israel foi entregue nas mãos da Assíria, da Babilônia. Agora, estão sendo dominados pelo Reino Medo-Persa.

Foi Deus quem os entregou. Eles foram derrotados pelos seus pecados e não pela força do adversário.

Até mesmo a disciplina foi um ato do amor responsável de Deus pelo seu povo.

b) Quem se volta para Deus arrependido, sempre é perdoado (v. 27,28,30,31)

Na hora da angústia, quando o povo clamava ao Senhor, ele os ouvia, os perdoava e enviava-lhes um libertador (v. 27).

Deus, pelas suas misericórdias, livrou o povo muitas vezes (v. 28).

Os levitas disseram que Deus é perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-se e grande em bondade (v. 17).

Deus aturou o seu povo por muitos anos (v. 30).

Deus não acabou com o povo e o preservou por causa da sua misericórdia (v. 31).

III. A JUSTIÇA DE DEUS E O CLAMOR POR MISERICÓRDIA DO POVO – v. 32-37

1. A justiça de Deus – v. 32,33

Eles reconhecem que Deus tem agido sempre com justiça (v. 34). Deus entregou o povo de Israel nas mãos de seus inimigos. Eles foram levados cativos pela Assíria em 722 a.C., e pela Babilônia em 586 a.C. Perderam sua terra, seu templo, suas casas, suas famílias, sua liberdade.

Agora, são escravos em sua própria terra. Eles não agradeceram a Deus pela herança da terra, agora, eles trabalham na terra, mas para dar o melhor àqueles que dominam sobre eles.

O pecado produz escravidão. O pecado nos enfraquece e nos aflige.

2. Um clamor por misericórdia – v. 32-37

a) O reconhecimento tardio de quem é Deus (v. 32-33) – O povo de Israel sabia também que Deus é grande, poderoso, temível, fiel e justo, mas desafiou a Deus, rebelou-se contra ele, tapou os ouvidos à sua lei, matou os seus profetas e no coração desprezou ao Senhor. Eles tinham uma teologia e outra prática. Eles professavam uma fé e viviam em desacordo com essa fé.

b) O reconhecimento que o pecado se estende aos líderes políticos e religiosos (v. 34) – Na verdade, o pecado começa com esses líderes. Nada de ideologia totalitária, nacionalismo doentio ou triunfalismo religioso. Todos eram culpados do pecado da: soberba (v. 16), desobediência (v. 17), idolatria (v. 18), assassinato (v. 26), ingratidão (v.35).

c) O reconhecimento de uma grande ingratidão (v. 35) – Nada lhes faltou (v. 21), exceto a gratidão (v. 35). Deus lhes deu a terra e fartura, mas eles não serviram a Deus nem se converteram de suas más obras (v. 35). Agora, estão nessa mesma terra como escravos, debaixo de grande angústia (v. 37). Sempre que o povo recebia as bênçãos de Deus seu coração se apartava de Deus. Substituia Deus pelas suas bênçãos.

d) O reconhecimento de uma servidão assoladora (v. 36-37) – O pecado trouxe escravidão.

A escravidão alcançou:

1) A terra;

2) Seus corpos;

3) Seus bens;

4) O fruto de seu trabalho.

e) O reconhecimento acerca da necessidade de um profundo clamor (v. 32,33,34,37b) –

1) “Não menosprezes toda a aflição que nos sobreveio” (v. 32);

2) “Pois tu fielmente procedeste, e nós, perversamente” (v. 33);

3) “Os nossos reis [...] não guardaram a tua lei [...] (v. 34)”;

4) “Estamos em grande angústia” (v. 37). Só a volta a terra não basta, se continuarmos oprimidos.

CONCLUSÃO

Algumas lições práticas:

1. O conhecimento das Escrituras provocou o arrependimento – (baseado nos padrões da lei).

2. O conhecimento das Escrituras provocou uma nova esperança – (baseado nas promessas da lei). Daniel Webster comentou: “Se vivermos segundo os princípios ensinados na Bíblia, nosso país continuará a prosperar, mas se nós e nossa posteridade negligenciarmos sua instrução e autoridade, nenhum homem poderá dizer quão repentinamente pode uma catástrofe vencer-nos e enterrar nossa glória na obscuridade profunda”.

3. O conhecimento das Escrituras provocou um claro entendimento da ação de Deus na história – Deus está ativo na história do seu povo e na história das nações pagãs. Os reis da terra são apenas instrumentos em suas mãos para cumprir o seu propósito na vida do seu povo.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes




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quarta-feira, 28 de março de 2012



Os fracos
mais fortes
do mundo!





(II Corintios 4:7) - Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.

A maior característica do vaso de barro é sua flexibilidade, ele é moldável e sensível pois quebra com facilidade.

Um bom vaso, para ser formado, precisa passar por algumas fases:

1. PRIMEIRA FASE

- Fase da Escolha: Deus escolhe o barro! Dentre 200 tipos de barros conhecidos, somente 8 servem para fazer o vaso ou jarro!

- Sabe o que isso significa? Se você foi escolhido por Deus, isso significa que você é um barro bom.

(João 15:16) - Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.

2. SEGUNDA FASE

- Fase do curtimento: É uma das fases mais importantes, porque o vaso tem que ficar no curtimento.

- É aquela época em que parece que Deus fala com todo mundo, menos com você.

3. TERCEIRA FASE

- Fase do Pisamento: É quando o barro é retirado do curtimento, talvez depois de muito tempo, e colocado em um local para ser pisado, para que todo ar seja retirado.

- Deus permite que você seja humilhado, pisado para poder tirar todo orgulho, vaidade...

4. QUARTA FASE

- Fase da Mistura: Agora o vaso precisa ser misturado com a palha fina, pedra triturada e resto de cerâmica.

- Um vaso sem esses implementos é um vaso muito fraco e quebra fácil.

- São as provas que passamos no mundo, as dificuldades. Servem para nos fortalecer.

5. QUINTA FASE

- O barro é transformado em vaso: Agora depois de todo este processo, o oleiro leva o barro para ser moldado e virar vaso.

6. SEXTA FASE:

- O vaso é levado ao fogo: Talvez aqui é o momento mais difícil, muitos vasos não aguentam as provas do fogo e se quebram.

(Romanos 9:20) - Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?
(Romanos 9:21) - Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?

DEPOIS QUE O VASO PASSA PELO FOGO, DENTRO DO VASO É COLOCADO O TESOURO (ESPÍRITO SANTO)

COMO A GLÓRIA DO SENHOR VAI APARECER?

(II Corintios 4:8) - Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

a) Atribulados = Problemas, Dificuldades, Provas,

b) Porém não Angustiados = Não serão consumidos pela tristeza, pela dor na alma, pela vontade de morrer...

c) Perplexos = Sem entender o porquê ou a causa dos acontecimentos,...

d) Porém não Desanimados = Não viverão sem esperança, Sem perspectiva de vitória, Sem vontade de prosseguir...

(II Corintios 4:9) - Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

e) Perseguidos = Sofrer acusações, Calúnias, Desejar a sua queda, Querer o seu mal...

f) Mas não Desamparados = Não estará sozinho, Sem ajuda, Sem socorro, Sem amigos...

g) Abatidos = Caídos no chão, Vencidos, Derrotados...

h) Porém não Destruídos = Não serão exterminados, Tirados de circulação, Aniquilado, Eliminado... NÃO SERÃO

(II Corintios 4:10) - Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;

VOCÊ VAI MORRER PARA O PECADO, SEUS DESEJOS, SEUS PENSAMENTOS, SEUS PRAZERES CARNAIS...

PARA QUE DIREÇÃO DEVEMOS ESTAR ATENTOS?

(II Corintios 4:17) - Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;

(II Corintios 4:18) - Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

SE AS PROVAÇÕES FOREM INTENSAS, AO PONTO DE NOS LEVAREM À MORTE FÍSICA, VEJA O QUE DEUS DIZ:

(II Corintios 5:1) - PORQUE sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.

(II Corintios 5:2) - E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu;

No amor de Cristo

AUTOR: Pr. Maucir Lehn





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Verdadeiros filhos

(Romanos 8:14) - Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.

(Romanos 8:15) - Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.

(Romanos 8:16) - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.




- Você já reparou na quantidade de produtos falsificados que se encontra para vender hoje em dia?

- A quantidade de roupas e tênis de grife a venda a preços bem razoáveis. Todos os produtos eram falsificados. É bem possível que tenhamos aqui mesmo na congregação pessoas usando objetos adquiridos nestas condições!

- Assim também, existe o cristão verdadeiro e o cristão falso.

- Cristão verdadeiro, autêntico". significa "aprovado, genuíno, resistente, não falsificado, confiável, digno, sincero".

Infelizmente, há muitos cristãos falsificados hoje em dia.

I - OS VERDADEIROS FILHOS RECONHECEM SEUS PAIS:

- Há muitas crianças órfãos no mundo. Desorientadas, fracassadas, sofridas, abandonadas, etc. Falta paternidade.

- Assim acontece dentro das igrejas. Deus é o nosso Pai, mas Ele colocou outros pais espirituais sobre as nossas vidas.

- Pastor vem de protetor, apascentar, pai e autoridade espiritual.

- Muitos crentes estão dentro das igrejas mas não aceitam os pais espirituais que Deus colocou.

- Honra o teu pai espiritual. SAULO = ANANIAS – PAULO = PEDRO

II - OS FILHOS SÃO HERDEIROS DO PAI:

(Romanos 8:17) - E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.

1. FILHO AUTÊNTICO HERDOU O DNA DO PAI = Somos a imagem e semelhança de Deus.

(Romanos 8:16) - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.

a. RESISTÊNCIA = Permanece firme em meio as tempestades. (Resiste em meio as lutas, tempestades, vendavais, vulcões...)

b. DURABILIDADE = Permanece firme o tempo que passar. (O verdadeiro não é vencido pela corrosão, pelo tempo pelas provas.

2. O VERDADEIRO FILHO PASSA PELO CONTROLE DE QUALIDADE

(Romanos 8:33) - Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.

Quem poderá dizer que o verdadeiro filho é falso, não presta, não vale nada? É Deus quem assina embaixo...

(Romanos 8:34) - Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.

(Romanos 8:35) - Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

3. O FILHO AUTÊNTICO HERDOU AS RIQUEZAS DO PAI:

(Romanos 8:32) - Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

III - OS VERDADEIROS FILHOS TEM A SEGURANÇA DO PAI:

(Romanos 8:1) - PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.

(Romanos 8:38) - Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,

(Romanos 8:39) - Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

No amor de Cristo!

AUTOR: Pr. Maucir Lehn






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terça-feira, 27 de março de 2012



AS CAVERNAS DA VIDA

(1 Reis 19.9-11; Gênesis 50.13,14 e 1º Samuel 22.1-5)




- O animal mais medroso da natureza é o avestruz, que se assusta até com uma simples borboleta. Muito veloz, chega a correr 65 quilômetros por hora. Pode pesar entre 90 e 130 kg. É uma ave dócil, mas extremamente grande e forte, que pode suportar o peso de uma pessoa adulta, porém quando se vê diante de um perigo eminente, e não vê saída, simplesmente esconde a cabeça em um buraco na terra.

- Em toda a nossa trajetória passamos por situações diversas que tendem a mexer com toda nossa estrutura. Somos atingidos por diversos males e problemas que nos fazem muitas vezes fugir, esconder, ou em último caso até mesmo querer morrer. Escondemos nossas cabeças num buraco, esperando que as coisas se resolvam.

- Muitos homens e mulheres de Deus registrados na Palavra passaram por grandes conflitos e em muitos momentos recuaram, se esconderam, e desejaram até mesmo a morte. A dinâmica do milagre nem sempre exige de nós uma explicação racional para nossa fé, pois na maioria das vezes não há explicação lógica para tais milagres.

- De acordo com os textos que lemos, que falam sobre cavernas, encontramos três personagens que tiveram que se depararam com cavernas durante suas vidas ou ao final delas: Elias, Jacó e Davi. Eles tiveram de enfrentar suas cavernas. As cavernas que a Bíblia registra, são citadas em momentos específicos e em contextos situacionais que marcaram a vida desses homens e mulheres.

- Nós hoje também devemos enfrentar as cavernas da vida, e essas cavernas podem exercer uma influência muito positiva ou muito negativa dependendo do desfecho que tem nossos enredos.

- Você já deve ter se sentido assim, como um avestruz: com vontade de enfiar sua cabeça em um profundo buraco, ou de fugir para alguma caverna. As cavernas são inevitáveis, porém elas precisam nos ensinar que o Senhor Jesus está presente e trata conosco enquanto passamos por essas cavernas. Na maioria das vezes os homens de Deus que entraram em cavernas saíram, exceto Jacó que faleceu e foi sepultado na caverna de Macpela.

- Ainda que passamos por diversas cavernas, a ordem do Senhor é que nós saiamos e cumpramos com nossa missão.

Quero então compartilhar com os amados sobre três cavernas da vida, nas quais Elias, Jacó e Davi passaram, e que nos trazem lições valiosíssimas:

I) A CAVERNA DO DESESPERO – Caverna de Horebe (1 Reis 19.9-11)

- Meus queridos, Elias ao derrotar os profetas de Baal, eliminando seus sacerdotes profanos, pouco depois de orar e proporcionar chuva na terra, recebeu o recado de Jezabel: Amanhã te garanto que você será morto, e que os deuses me castiguem se eu não o fizer.

- Elias se sentiu acuado, pressionado, pois sabia que essa mulher havia matado a maioria dos profetas que se levantaram em sua geração. Elias agora se desespera. Totalmente esgotado, ameaçado e ultrajado, se dirige até uma caverna situada nas regiões adjacentes do monte Horebe e lá se esconde.

- Há pessoas fugindo e se escondendo de seus problemas. Há pessoas derrotadas e totalmente desanimadas, e não conseguem vencer o desânimo e o desespero.

- O diálogo justificativo dele com Deus revela sua depressão, desânimo e desespero. Deus lhe pergunta: que fazes aí meu servo?

- A caverna do desespero não é lugar para o servo de Deus. Deus manda Elias sair e manda eu e você sairmos também de nossas cavernas. Deus é soberano, reina sobre tudo e sobre todos. Não precisamos temer as circunstâncias que nos cercam, porque Ele tem cuidado de nós. Saia da caverna do desespero.

II) A CAVERNA DA MORTE – Caverna de Macpela (Gênesis 50.13 e 14)

- Meus amados irmãos, esse pequeno texto registra o ofício fúnebre do 3º principal patriarca de Israel: Jacó. Após o período de pranto e luto, Jacó é transportado para uma região chamada Macpela e lá depositado em uma caverna. Essa caverna na verdade é uma sepultura construída para esse fim.

- A morte encerra todas as nossas atividades e toda a nossa existência. Jacó não saiu da caverna porque morreu. Mas há pessoas vivas dentro da caverna da morte. Entraram dentro dessa caverna sombria e terrível e ali sepultaram sua esperança, seus sonhos, seus relacionamentos, sua comunhão com Deus.

- Se Jesus teve poder para ressuscitar a Lázaro tirando-o da sepultura-caverna, da mesma forma ele pode tirar seus sonhos da caverna da morte. Talvez você já tenha entregado os pontos e desistido de sua caminhada.

- Mas o Senhor pode mudar isso. Ele pode remover a pedra que sepulta você embora você ainda esteja vivo. Jesus resgata aquilo que consideramos perdido. Ele resgata tudo o que para nós acabou e se encontra sepultado. Saia da caverna da morte.

III) A CAVERNA DA VITÓRIA – Caverna de Adulão (1º Samuel 22.1-5)

- Diferente das duas cavernas que mencionamos, a caverna de Adulão era um lugar não para se esconder e fugir dos problemas. Mas sim, um lugar de refúgio, um lugar de recuperação, um lugar de refrigério. Diferente de Elias que se sentiu sozinho na caverna de Horebe, Jacó que foi depositado morto na caverna de Macpela, Davi não estava sozinho na caverna de Adulão. Davi era fugitivo e com ele se agrupou todos os homens que atravessavam crises terríveis. Deus os restaurou na caverna de Adulão.

- Os que se achavam em aperto, todos os endividados, todos os amargurados de espírito se uniram a Davi, e ficaram algum tempo ali nessa caverna. Deus os visitou, os guardou ali, e ali passaram pelo tratamento de Deus. Esses homens fugitivos foram os primeiros soldados de Davi que fizeram parte de seu exército quando ele assentou no trono.

- Foram homens oprimidos, amedrontados, que tiveram de deixar suas famílias e se abrigarem num lugar seguro. Mas foram transformados por Deus fazendo parte do exército dos valentes de Davi.

- Deus nos transforma na caverna de Adulão, embora as outras cavernas nos ensinem que não há situação que Jesus não possa intervir. Jesus é aquele que nos dá esperança no desespero; Jesus é aquele que traz vida quando tudo é morte; Jesus é aquele que transforma derrotados e fugitivos em vitoriosos.

- Meu amado reflita sobre isso nessa noite: Jesus é nossa esperança. Saia da caverna do desespero. Jesus é a vida e veio trazer vida em abundância. Saia da caverna da morte. Jesus é nossa vitória. Entre a caverna de Adulão e saia de lá mais que vencedor. Seja um dos valentes de Jesus. Saia da caverna lute e vença, em nome de Jesus.


AUTOR: Reverendo Adeir Goulart da Cruz





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Lições da Caverna




- Davi estava em uma caverna, possivelmente na caverna de Adulão (1Sm. 22:1). Ungido para ser rei de Israel, no entanto agora ele está em um período muito difícil de sua vida. Ele está fugindo e se escondendo de Saul. São dias difíceis pelos quais passava.

- Às vezes nós mesmos nos encontramos assim, em uma caverna existencial.


- A caverna é aquele momento que Davi chama de tribulação (v.2), esmorecimento do espírito, desânimo, medo (v.3), de solidão (v.4), de impotência diante das pessoas e das circunstâncias (v.5,6), de um sentimento de prisão, de cadeias (v.7).

- No dia a dia de cada um de nós a caverna de Adulão é um tempo quando nos sentimos desanimados, frustrados, depressivos, solitários, cheios de dúvidas, de medo.


- Na caverna nos sentimos sem esperança, desmotivados, cansados, sem capacidade para mudar as circunstâncias.

- Mas na caverna há lições preciosas. A caverna tem suas singularidades, suas preciosidades, seus ensinamentos. O melhor de nós foi formado em um tempo de sofrimento, de adversidade, de luta espiritual. A nossa melhor versão foi feita no quarto secreto, no recôndito.

Que lições aprendemos com Davi?
O que o tempo na caverna, no quarto secreto nos ensina?

I – A ORAR COM MAIS INTENSIDADE

- A oração deixa de ser somente “silenciosa” e “discreta”. Davi ergue a voz (v.1). Ele “clama”.

- O clamor é a oração de quem não tem outra saída diante da circunstância. É diferente de pedir ou buscar. Ele diz: Atende ao meu clamor(v.7)

- Paulo nos ensina a prática da súplica como antídoto contra a ansiedade (Fl 4:6).

- Ele se humilha, se derrama (v.2) diante de Deus. Dá uma idéia de humildade extrema, de rendição intensa.

- Oramos melhor quando sofremos mais. O sofrimento nos convoca à oração mais intensa, mais pura, mais verdadeira, mais veemente.

- “Bons homens geralmente são grandes sofredores” W. Plumer.

- O próprio Senhor Jesus orou com mais intensidade quando sofria no Getsêmani. O texto de Lucas 22:44 diz assim: E, estando em agonia, orava mais intensamente.

- Em tempos de “caverna” devemos orar mais, orar muito e suplicar as misericórdias de Deus.

II – A VER A DEUS COM MAIS CONFIANÇA

- Davi se sente muito sozinho(v.4). Em 1 Samuel 22 lemos que algumas pessoas se agregaram a ele posteriormente mas quando o salmo é escrito ele está só. Ele não tem o amparo humano (v.4).

- Parece que é neste momento que Deus mais age, quando o recurso humano é falho, quando o conforto humano não nos é suficiente.

- Davi ora e confia pois a oração é posse por antecipação (v.5). Às vezes podemos a confiar em pessoas, em médicos, em bancos, em amigos, m nossos pais, mas existem circunstancias em que os mais achegados, os mais íntimos, não nos podem ajudar
Aqui Davi está sozinho e é aqui, na caverna que ele entende que o seu único bem, o seu bem verdadeiro, o seu quinhão na terra dos viventes é Deus (v.5).

- Aqui ele entende que Deus é o maior tesouro que uma pessoa pode achar. Ele confia no Senhor e isto o consola. Nos seus salmos ele demonstra como esta confiança era real (Sl 56:4; 71:4).

- A comunhão mais deliciosa com Deus acontece quando nos abstraímos do conforto e socorro humano. O tempo do refúgio secreto fez bem a Davi e faz bem a nós também. Ele se sentia muito confortável se ouvisse o Senhor Jesus convidando os cansados para irem a Ele:

- Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma; Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. (Mt. 11:28-30).

III – A LOUVAR COM MAIS GRATIDÃO (V. 7)

- O salmista quer sair da caverna, quer se livrar do “cárcere”, mas ele não busca apenas o seu bem estar. Ele quer que o bem que Deus fará a ele atraia os justos para Deus. Ele quer louvar a Deus com os justos. Ele quer compartilhar os feitos do Senhor. Aliás, Davi sempre se preocupou em testemunhar após a intervenção de Deus.

- No salmo 51 ele entende que o perdão de seus pecados e sua restauração, atrairão os pecadores a Deus (Sl. 51:13).

- No salmo 40, verso 3, ele diz que quando o Senhor o livrasse do lamaçal, muitos veriam temeriam e confiariam no Senhor, o que resultou em um hino de louvor ao Senhor.

- Paulo nos orienta a louvar ao Senhor mesmo em período de ansiedade, quando diz que no meio da súplica deveria haver ações de graças (Fl. 4:6).

- Talvez a lição mais preciosa deste salmo seja a de que devemos permitir que o Senhor intervenha em nossa vida, nos visite na caverna existencial, para que os que estão ao nosso redor vejam, temam, confiem e louvem ao Senhor. Quando o Senhor nos faz bem os que estão conosco o louvam. Os que nos conhecem vêem a ação de Deus em nós e aprendem a confiar mais no Senhor.

- No Salmo 126 o salmista fala das grandes coisas que o Senhor fez pelo seu povo e isto era uma testemunho para as nações (v.2).

- Em nossos momentos difíceis somos tentados a pecar contra Deus, a lastimar, a reclamar, a murmurar, mas não nos esqueçamos que nestes tempos podemos, além de suplicar, agradecer ao Senhor por tudo( 1 Ts 5:18), e testemunhar aos outros o seu cuidado.

CONCLUSÃO

- Davi teve uma experiência maravilhosa com Deus naqueles dias. Deus o honrou tanto que dali ele saiu para reinar e o que ele aprendeu ali ninguém podia retirar dele. Foram experiências maravilhosas com Deus.

- Que Deus nos visite hoje mesmo, no lugar onde estamos na condição em que nos encontramos. Que oremos com mais intensidade, que vejamos a Deus com mais confiança, que louvemos com mais gratidão.

- Que nos tempos que precisarmos estar recolhidos, circunscritos, abnegados, nos apeguemos mais ao Senhor. Ele é o Deus dos vales da sombra da morte, assim como é a Deus cujas misericórdias se renovam a cada manhã.

- Que em tempos de sofrimento, de dor, de chateações, de angustia, de ansiedade, conheçamos mais ao Senhor, supliquemos com mais força, louvemos com mais intensidade e testemunhemos com mais zelo.



AUTOR: Pr. Luiz César Nunes de Araújo





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segunda-feira, 26 de março de 2012



Malaquias
conclama
à sinceridade
e à santidade

Malaquias 2: 1-9




- A tarefa dos pregadores não é outra senão a de transmitir a justa vontade de Deus aos homens. Através de Malaquias, Deus estava exigindo de Israel sinceridade e santidade, por ser a nação que Ele separou entre todas para que as bênçãos prometidas fossem derramadas sobre o seu povo.

- Desta forma, tanto as colheitas como o bem-estar econômico da nação haveriam de ser prósperos. Neste estudo, abordaremos algumas das atualíssimas mensagens desse profeta.

I - O PROBLEMA DA INGRATIDÃO, 1: 1-5

- O amor de Deus por Israel é o ponto de partida da mensagem profética de Malaquias. Deus deu muitas e infalíveis provas de seu amor por Israel. Todo o A.T. é prova disso, mas o povo parecia não perceber e questionava: “Em que nos amaste? 1: 2.

a) A ingratidão e a insensibilidade reinantes em Israel eram causadas pela falta de consciência da grande distância que estavam da vontade e do caminho do Senhor.

- Faltava também reverência. Sentiam-se povo do Senhor, mas o desprezavam. Estavam tão cegos que, quando seus horrores eram desmascarados, não viam neles mal algum, e ainda questionavam quando acusados de pecado: “Em quê?", 1: 6, 7.

- Ingratidão ou inconsciência, esse era o seu pecado! Infelizmente, é ainda o que ocorre hoje.

- Esquecemos facilmente os livramentos, as bênçãos e o cuidado diário. Muitos são tão incrédulos que nem percebem o grande milagre que é a salvação, a transformação de vidas, que está acontecendo a todo momento.

b) O período pós-exílico - Os dias de Malaquias não eram fáceis.

- O povo sofria aflições. Mas seria isso motivo para duvidar do amor divino? Ou, como fizeram, chegar ao ponto de acusar Deus de ser infiel às promessas da Aliança?

- Então, através do profeta, Deus vai dialogando com seu povo, mostrando um contraste que eles bem conheciam: o que havia acontecido com seu vizinho Edom que eram descendentes de Esaú, v. 3.

- O fato de Israel ter sido resgatado do exílio, embora não merecesse, mostra a graça, a bondade de Deus em seu favor, o que não acontecera com Esaú, que fora destruído, 1: 3. Mas, Malaquias diz que Israel não compreendia isso.

II - PECADOS DENUNCIADOS, 1: 6-3: 15

- Não foi nada fácil para o profeta Malaquias entregar a mensagem de Deus, começando por aqueles que eram responsáveis pelo altar, indo até ao povo, apontando severamente toda ordem de pecados que estavam corrompendo o povo que fora vocacionado para ser uma nação separada.

a) Negligência na vida espiritual, 1: 6-14

- “Ofereceis sobre meu altar pão imundo”; e, pior que isso, nem percebendo que estavam falhando, indagam: “Em que desprezamos nós o teu nome? 1: 6; Em que te havemos profanados? 1: 7.

- Será que nós não temos sido igualmente negligentes com o culto, a EBD e a obra missionária?

b) Ensino corrupto, 2: 1-9

- O verdadeiro dever dos sacerdotes era ensinar a Lei de Deus ao povo, 2: 5-7. Mas eles haviam corrompido o ministério. Esse perigo existe sempre que a Bíblia é deixada de lado em nossa vida.

c) Jugo desigual, 2: 10-12 - Israel havia profanado a santidade do Senhor e o pacto que Ele fizera com os seus pais, 2: 10. Não se pode fazer acordo com o mundo, Rm 12: 2.

d) Divórcio, 2: 13, 16 - O divórcio aborrece o Senhor. Muitos eram infiéis com a esposa (“com a qual foste desleal”, 14) e divorciavam por motivos egoístas, 2: 14. Para o estudo do divórcio hoje veja o que Jesus esclareceu em Mt 5: 32; 19: 9 e ainda Rm 7: 2-3.

e) Roubo - 3: 7-12

- A situação espiritual era tão ruim que tentavam enganar a Deus até nos dízimos. As condenação é dura e na mesma linha das demais. Ela mostra como Deus classifica os infiéis no dízimo: desviados.

- O verso 7 diz: “vos desviastes”, e chama-os a voltar, porém o povo faz de conta que não sabia de nada e pergunta: “Em que havemos de tornar? Então, no v. 8, Deus diz que o povo estava roubando-o nos dízimos e nas ofertas. Veja Dt 14: 22-29 e 26: 12-15.

f) A incredulidade, 3: 13-15, dos sacerdotes era tal, 2: 17, que suas palavras se tornaram insuportáveis a Deus.

- Chegaram ao ponto de dizer ser “inútil servir a Deus”, 3: 14. Pessoas agem assim quando pensam que são mais que Deus.

- O nome certo para esse pecado é presunção, insolência. Um coração assim precisa de arrependimento.

III - UM REMANESCENTE FIEL, 3: 16-18

- Sempre, em todo tempo, em todo lugar, Deus pôde contar com um povo que louva seu nome e glorifica seus atos poderosos, permanecendo fiel aos princípios da Palavra, vivenciando seus ensinamentos.

a) Sinceridade no temor a Deus - O profeta deixa claro que há um memorial escrito diante de Deus, Ml 3: 16, onde estão registrados palavras e atos daqueles que são tementes e se lembram do nome do Senhor.

b) Sinceridade na submissão - A falência espiritual de alguns é contrabalançada pela dedicação piedosa dos que se aproximam mais e mais dele. “Serão meus, diz o Senhor dos Exércitos”, 3: 17.

c) A sinceridade na fé - A diferença entre o “justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não o serve”, 3: 18, será verificada naquele dia. Ninguém se iluda porque haverá um julgamento para todos. Nele os justos serão poupados, como um filho é poupado por seu pai amoroso, pois age seu “particular tesouro”, 3: 17. Há um abismo estabelecido entre os que pertencem a Deus e os que não são dEle, Lc 16: 26. Vale a pena ser fiel.



Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia





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