sábado, 22 de outubro de 2011



As grandes lições
da brilhante
história de Samá

Texto: II Sm. 23:11-12

“E depois dele Samá, filho de Agé, o hararita, quando os filisteus se ajuntaram numa multidão, onde havia um pedaço de terra cheio de lentilhas, e o povo fugira de diante dos filisteus. Este, pois, se pôs no meio daquele pedaço de terra, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o Senhor efetuou um grande livramento.”




Introdução

- O contexto desta história narra o testemunho dos homens valentes de Davi, ou seja, os feitos dos maiores guerreiros de Davi, IISm. 23:8-39

- A lista cita os principais guerreiros de Israel e desta lista os três principais são: Josebe-Bassebete, Eleazar e Samá.

Hoje vamos nos deter na brilhante façanha de Samá.

1) “O significado de Samá”

1º) Uma lavoura de lentilhas.

 Existem algumas espécies de lentilhas rasteiras, trepadeiras.

 Lentilhas são muito nutritivas, tem a semelhança da ervilha.

 Três referências bíblicas sobre lentilhas:

Esaú - “E Jacó deu pão a Esaú e o guisado de lentilhas; e ele comeu, e bebeu, e levantou-se, e saiu. Assim desprezou Esaú a sua primogenitura”. - (Gn 25:34)

Samá - “E depois dele Samá, filho de Agé, o hararita, quando os filisteus se ajuntaram numa multidão, onde havia um pedaço de terra cheio de lentilhas, e o povo fugira de diante dos filisteus”. - (2Sm 23:11)

Ezequiel - “E tu, toma trigo, e cevada, e favas, e lentilhas, e milho e aveia, e coloca-os numa vasilha, e faze deles pão; conforme o número dos dias que tu te deitares sobre o teu lado, trezentos e noventa dias, comerás disso”. - (Ez 4:9)

2º) O valor da lavoura de lentilha para Samá.

 Há coisas que para os outros não tem valor, mas para nós tem um grande valor.

3º) Os filisteus – símbolo dos inimigos e das dificuldades.

 Eram muitos – “Se ajuntaram numa multidão”

4º) Samá determinou defender sua lavoura de lentilhas.

 Todos foram embora.

 Todos o abandonaram.

 Todos fugiram dos filisteus.

 Samá se pôs no meio do seu pedaço de Terra para defendê-lo.

5º) Deus operou um grande livramento.

 Deus opera quando há fé.

 Deus opera quando há confiança.

 Deus opera quando há luta.

 Deus opera quando há dedicação.

 Deus opera quando há esforço.

6º) A simbologia da lavoura de Samá.

 Pode simbolizar o rebanho, a igreja.

 Pode simbolizar o nosso ministério, o dom ministerial.

 Pode simbolizar a família, o lar, o casamento.

 Pode simbolizar os dons ou funções na igreja.

 Pode simbolizar a fé, a salvação.

2) “Quatro causas que o crente precisa defender”

1ª – O crente precisa defender sua fé.

 Os inimigos são muitos.

 A carne – o mundo – o diabo

2ª – O crente precisa defender sua família.

 Valorizar a família

 Ensinar os filhos

 Edificar o lar no Senhor

3ª – O crente precisa defender os seus valores.

 Ter princípios morais.

 Ser honesto, ser sincero, ser homem de verdade, ter transparência, ser fiel.

4ª – O crente precisa defender sua congregação.

 O pastor, os obreiros, os irmãos, as irmãs, os jovens e o ministério local.

3) “Alguns princípios que o crente precisa ter para fazer a obra de Deus.”

1º) Fazer a obra de Deus com alegria.

 Fazer com contentamento, com júbilo e com prazer. IICo 9:7 (“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”)

2º) Fazer a obra de Deus com boa vontade – IICo. 12:15 (“Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.”), Ef.6:6-8 (“Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. Sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre.”)
 Fazer a obra de Deus sem murmurar, sem reclamar, fazer com prazer.

3º) Fazer a obra de Deus com todas as suas forças. Ec. 9:10a (“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças”)
 Devemos fazer a obra de Deus com todas as nossas forças, fazer no nosso limite.

4º) Fazer a obra de Deus com dedicação – Hb. 12:1 (“Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, , porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”)

 Exemplos: Daniel, Samuel, Paulo, Etc.

5º) Fazer a obra de Deus com fidelidade. ICo. 4:1-2 (“Que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.”)

 Seja fiel naquilo que Deus te confiar.

6º) Fazer a obra de Deus com equilíbrio. Js. 1:7 (“Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares.”), ICo. 14:40 (“Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”)



 O obreiro, o crente, o servo de Deus deve ser equilibrado.

Conclusão

Quero concluir este estudo conclamando a todos para ser um valente de Deus, um dos seus principais valentes. Sejamos como Samá, que possamos nos colocar no meio do nosso campo de lentilhas e defendê-lo dos inimigos em nome do Senhor.



AUTOR: PR. JOSÉ VANDELÔ DE ALMEIDA LARA












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