quinta-feira, 13 de outubro de 2011



A figueira murcha

Referência: MATEUS 21.17-20



I. Há no mundo casos de profissão promissora, porém infrutífera

a) Pessoas As envolvidas neles superam, em muito, tantas outras – Elas nos impressionam pela conversa, pelos modos . São loquazes na conversa, profundos na especulação teológica.

b) Tais pessoas parecem desafiar as estações do ano – A figueira produz os frutos antes das folhas. Certas pessoas parecem muito adiantadas em comparação com as pessoas ao seu redor, mas é só fachada, só aparência.

c) Tais pessoas ultrapassam a regra comum do crescimento – A regra primeiro figo, depois folha. Essas pessoas professam, proclamam o fruto, mas não o possuem.

d) Tais pessoas usualmente atraem a atenção dos outros – Segundo Mc 11.14 Nosso Senhor viu de longe essa árvore. As demais árvores ainda não tinham folha. Essa árvore era a única que estava em destaque. Essas pessoas não têm nenhuma modéstia, tocam trombetas e anunciam frutos que não possuem.

e) Tais pessoas não somente atraem o olhar, como também freqüentemente atraem o convívio de homens bons – Jesus e os discípulos foram até a figueira. Ela os atraiu. Existem pessoas que fascinam outras pela sua super-espiritualidade de trombeteiam. Parecem ser piedosos, fervorosos, mas é só folhas.

II. Essas pessoas serão inspecionadas pelo Rei Jesus

a) Ele procurará fruto – Ele perscruta profundamente a nossa vida para ver se tem fruto, alguma fé genuína, algum amor verdadeiro, algum fervor na oração. Se ele não ver frutos não ficará satisfeito.

b) Jesus tem o direito de esperar fruto quando Ele vem procurá-lo – Ele tinha direito de encontrar fruto porque o fruto aparece primeiro, depois as folhas. Aquela árvore estava fazendo propagando de algo que ela não possuía. Jesus tem encontrado fruto em você? Conforme João 15.8 o Pai é glorificado quando produzimos muito fruto e essa é a prova de que somos discípulos de Jesus.

c) Fruto e o que o Senhor deseja ardentemente – Jesus teve fome. Ele procurava fruto e não folhas. Ele não se satisfaz com folhas. Ele sente necessidade de sermos santos.

d) Quando Jesus se aproxima de uma alma Ele se aproxima com discernimento agudo – Dele não se zomba. A Ele não podemos enganar. Já pensei ser figo aquilo que não passava de folha. Mas Jesus não comete engano. Ele não julga segundo a aparência.

III. O Resultado da vinda de Cristo será terrível para quem fez uma profissão fervente, mas sem fruto

a) Onde deveria achar fruto, achou somente folhas – Se eu professo a fé sem a possuir não se trata de uma mentira? Se eu professo arrependimento sem tê-lo não é uma mentira? Se eu participo de ceia, mas estou em pecado e não amo aos meus irmãos não é isso uma mentira? A profissão de fé sem a graça divina é a pompa funerária de uma alma morta.

b) Jesus condenou a árvore infrutífera – Jesus não apenas a amaldiçoou, ela já era uma maldição. Ela não servia para o revigoramento de ninguém.

c) Ele pronunciou a sentença contra ela – A sentença foi fica como está, estéril, sem fruto. Continue sem a graça. Jesus dirá no dia final APARTAI-VOS para aqueles que viveram a vida toda apartados.
Continue o imundo sendo imundo.

AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes.






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“LIVRAMENTO”

Texto: Js. 2.1; 8-21; 6.24,25 (texto completos Js. Capítulos 2-6)

Introdução:

Muitas vezes nossas famílias estão sob fortes ameaças:

1) Enfermidades.

2) Problemas de relacionamento.

3) Crises financeiras se levantam com um terrível poder de destruição e, se não tivermos uma intervenção de Deus, não temos como nos livrar.

4) Hoje estudaremos a história de Raabe, uma mulher Cananéia que vivia em Jericó quando a cidade estava para ser destruída por um grande juízo.

Obs.: Veremos como ela e toda a sua família, receberam o livramento a partir do fato de ter aberto sua casa para receber os servos do Senhor.

I. Quem era Raabe e qual a destruição que lhe seria fatal? Js. 6.1-2 (apresentar um histórico resumido).

II. Raabe teve uma grande oportunidade em sua vida e não a desperdiçou!

a. Ela se inteirou sobre o que estava acontecendo. Js. 2.8-11

b. Abriu a porta da sua casa e acolheu os espias. Js. 2.4-6

c. Arriscou sua vida ajudando os servos de Deus naquela missão. Js. 2.3-4 e 6

d. Ao abrir sua casa para os obreiros de Deus esta mulher estava abrindo o seu lar para o próprio Senhor e a sua sorte foi mudada. Js. 6.20,22, 24,25

III. Que lição aprendemos com Raabe sobre nossos familiares.

a. Raabe se empenhou e intercedeu por seus familiares e Deus os socorreu. Js. 2.12-14

b. Raabe cuidou para que os familiares estivessem todos com ela como exigiram os servos de Deus. Js. 2.17-20.

c. Raabe manteve sua aliança com Deus e Deus manteve sua aliança com ela! Js. 6.25

IV. Palavras em destaque no caso de livramento de Raabe.

a. Destaque em Josué 2.21 onde lemos: “... e ela atou o cordão de escarlate na janela” (ato profético com sinal e símbolo).

b. Destaque em Hb. 11.31 e em Mt. 1.5,6 onde lemos (ler na bíblia) Raabe não só recebeu livramento da destruição com sua família, mas, decidiu abandonar a vida pecaminosa e ficar com o povo de Deus. Ela cresceu na fé, estabeleceu família, deixou de ser a prostituta Raabe para ser parte da Genealogia de Jesus.

Conclusão

Temos que reconhecer que há situações ameaçando nossas vidas e famílias que só serão resolvidas com um livramento de Deus, hoje aprendemos que o caminho para isso é fazer aliança e estarmos dispostos a deixar nossas raízes de pecado para comprometer-nos com o Senhor e com o seu povo, deixando o nosso passado para traz.



AUTOR: Pr. Elpídio Lourenço






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