quarta-feira, 28 de setembro de 2011



O que Jesus
quer de mim?

Que eu Ore
e nunca desanime.

Texto: Lucas 18.1.




Introdução.

- Jesus deseja formar um povo que ora. Ele sendo o filho de Deus orava. Seu exemplo é digno de ser seguido.

Ele levantava-se de madrugada para orar. Marcos 1. 35.
Ele procurava oportunidades para estar sozinho. Mateus 14. 23.
Ele passava noites em oração. Lucas 6.12.
Ele se preparava em oração par os embates da vida. Lucas 22. 41, 52.

- Paul Meyer disse: “Das coisas mais importantes da vida orar é a principal delas”.


Vamos responder quatro perguntas nesta manha:

I – Por quê?

- A razão é dupla:

1. Devemos orar para que Deus seja glorificado.

- “E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho”. João 14. 13.

- A oração glorifica a Deus porque nos posiciona como sedentos e coloca Deus na posição de fonte que sacia nossa sede.

2. Devemos orar para termos alegria.

- Quando somos contemplados com a resposta da oração, temos alegria.

- João 16.24. “Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra”.

II – Como?

- Certamente mais importante que nossa oração é a atitude com a qual oramos e as palavras com as quais expressamos nossa atitude.

- “Atitude é tudo”. Nossas atitudes são determinadas pelos nossos pensamentos.

- O que está regando o nosso pensamento, nosso coração, determinará qual será nossa atitude. Nossa atitude afeta nossa crença em Deus.

- Nossa atitude afeta a maneira como enfrentamos os problemas.
- Nossa atitude determina nosso grau de confiança.
- Nossa atitude afeta nossa visão, de Deus e das oportunidades
.

- Devemos orar com atitude certa. Quais?

1. Com Simplicidade.

- Mateus 6. 7-8. “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. 8 Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes.”


Deus não se interessa por orações complicadas.

2. Com perseverança.

- Romanos 12:12 “alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração”.

- O objetivo da perseverança não é vencer a resistência de Deus, mas...

* Entender a Sabedoria divina quanto ao meio e ao tempo da resposta à oração.

- A perseverança demonstra a confiança de que Deus é a nossa única esperança e que ele agirá da melhor maneira, no tempo oportuno, para responder às orações persistentes.

3. Por meio da morte de Jesus e em nome de Jesus.

- Marcos 15:38 “E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo”.

- O véu entre o santo lugar e o lugar santíssimo.

- No passado somente um sacerdote, uma vez ao ano, sem pecado podia entrar no lugar santíssimo. Agora, a barreira foi eliminada e todos os sacerdotes, podem chegar a qualquer hora no nome de Jesus na presença gloriosa de Deus Pai.

- Eis a razão, por que nossas orações devem ser encerradas no nome de Jesus. Foi Ele quem nos abriu o Novo e Vivo caminho ao Pai.

4. Com Fé.

- Mateus 21.22. diz “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.
- Fé, não é pensamento positivo. Isto seria fé na fé.

- Mas a Bíblia diz que devemos ter fé em Deus. Mc 11.22.

- Existe um filtro para que nossos pedidos sejam atendidos.

- João 15. 7. “Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”.

- A fé verdadeira nos leva a falarmos com Deus, sustentados pela sua própria palavra. Deus tem prazer nos seus filhos. Ele não lhes dará pedra se pedirem pão e nem pão embolorado. Todavia, as vezes nos dá comida com gosto de remédio, pois é o que precisamos.

- Deus não dá simplesmente o que desejamos, mas sim o que necessitamos.
5. Não para recebermos elogios.

- Mateus 6. 5,6. “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. 6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.”

- Devemos orar para sermos aceitos por Deus e não bajulados pelos homens. A oração que tem valor para Deus não é a oração bonita, mas a oração contrita.

III – Por quem?

- Não há segredos aqui e nem pegadinhas.

- Devemos orar por nós mesmos, em primeiro lugar.

- “Vocês orem assim... Pai nosso”. Mat 6. 9.

- Precisamos da oração.
- Precisamos falar com Deus.
- Precisamos de Deus.

- Paul J. Meyer dá cinco razões das suas orações, em seu livro: 25 Chaves Para o Sucesso.

1. Eu amo orar. Orar é falar com o Pai. Amo falar com meu Pai.
2. Eu não estou no controle. Deus está.
3. Eu preciso de Ajuda. Deus pode me ajudar.
4. Eu desejo que as coisas mudem. Deus pode mudá-las.
5. Eu preciso fazer a vontade de Deus. Quero ajustar-me a sua vontade. Note, ele ora por si mesmo.

- Mas Jesus ensinou também a orarmos:

1. Pelos outros (salvos). 1 Samuel 12:23 “E, quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito”.

2. Pelo mundo perdido. Lucas 6. 28. “Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam”.

IV – Pelo que.

- Há seis motivos específicos que devem ser mencionados em nossas orações.

1. Santificado seja o teu nome. “Seja glorificado o nome do Senhor”.

2. Venha o teu reino. “Ora vem Senhor Jesus”.

3. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

4. Dá-nos hoje nosso pão de cada dia.
“Sustenta-nos Senhor”.

5. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.

6. E não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal.

Conclusão.

- Devemos orar sempre, desistir nunca.

- Muitas serão as vezes que oraremos por coisas que levarão anos para serem respondidas, mas nunca devemos orar sem crer que a resposta virá.

- O tempo de orar é agora, não quando a crise, os problemas, as dificuldades chegarem.

- Ore sempre sem nunca desanimar. Quando o tempo certo chegar, a resposta de Deus virá. Amém.

Adaptado do Livro: O que Jesus espera de seus seguidores: Jonh Piper.

FONTE: http://www.ibvilateixeira.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=82&Itemid=98






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O Profeta
Que não Queria
Profetizar.

Texto: Jonas 1.1-3.




Introdução.

- Dentre todos os livros proféticos do Antigo Testamento, este é um dos mais interessantes, apesar de ter apenas quatro capítulos somente, ele é muito comovente e pedagógico. Nele encontramos a história do profeta que não queria profetizar.

- Esta história é muito viva em nossos dias, pois continuamente encontramos mensageiros de Deus (os salvos em Cristo) que por alguma razão também tem se recusado a pregar o santo evangelho. Talvez as razões não sejam as mesmas, mas a omissão tem sido bem semelhante. Por esta causa temos muito a aprender com esta escritura do Senhor para nós.

Vamos examiná-la por alguns dias e vamos crescer no conhecimento de Deus através dele e especialmente, vamos deixar Deus aquecer nosso coração para que não sejamos profetas que não profetizam (pregadores que não pregam).

I – Em primeiro lugar, quem é Jonas? V1.

- Jonas é um homem com identidade e com família. Ele não é fruto de uma imaginação criativa como os das histórias em quadrinhos.

1. Jonas tem comprovante de endereço. Seu pai é citado. Em 2 Reis 14.25, está registrado que ele era natural de Gate-Hefer, região da Galiléia.

2. Jonas tem família. 1.1. Jonas é Judeu. Ele não é um mal amado, para viver de forma ranzinza. Ele não tem razões emocionais para viver emburrado e desprezando quem quer que seja.

3. Jonas tem Deus. Ele é um servo de Deus.

1.1. “Veio a palavra do Senhor a Jonas”. Deus o escolhera par ser portador dos seus recados aos povos. Na verdade, houve um tempo que Jonas andava suficientemente perto de Deus para lhe ser confiada a profecia de Deus ao povo de Deus e aos Gentios.

- Não há razões para um crente viver de outra forma senão, com a beleza de Cristo estampada em seu rosto. Ele é fruto da graça, da provisão e do cuidado de Deus. Nós somos fruto da graça e da misericórdia de Deus.

- Devemos lembrar disso para vivermos como Habacuque. 3. “Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, 18 todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.”.

II – Em segundo lugar, Jonas tem um chamado e não quer obedecer.

- 1.1-3. “Veio a palavra de Deus a Jonas”.

- É assim que começam as histórias dos profetas. Deus lhes falando.

- Há duas coisas importantes no chamado de Jonas:

1. Jonas é o primeiro pregador aos Gentios. Os demais pregaram ao seu próprio povo. Jonas vai pregar àqueles que estão longe de Deus. 1.2. Jonas é um missionário de missões mundiais.

2. Jonas ao se levantar após o chamado, levanta-se par “fugir de diante da presença do Senhor”.

1.3. Por quê? A Razão é explicada em 4.1-2.

- Jonas não queria a conversão da cidade de Nínive.
- Jonas é o único profeta que não quer que sua pregação seja bem sucedida. Ele é o único pregador que se entristece com o seu sucesso.
- Jonas não quer que as almas dos Ninivitas sejam salvas. Qual a razão?

2. Razões:

Primeira, Nínive foi fundada por Ninrode. Gênesis 10.11.

- Ninrode foi o primeiro escravista.
- Ninrode foi o primeiro homem a tentar dominar o mundo. Igual a Hitler.
- Ninrode era pagão.

Segunda, Nínive é a tradução do Assírio Ninua, transliteração do antigo Sumério Nina. Nina é o nome da deusa Ishtar, chamada em Jeremias 7. 18 de Rainha dos céus. Era a rainha das guerras e do sexo.

- Ninive era uma cidade marcada pela violência e imoralidade.
- Quando os Ninivitas capturavam seus inimigos, seus métodos de torturas incluíam: decepar as mãos, vazar os olhos, estacamento, etc. Os Ninivitas chegaram a cobrar impostos de Israel, reino do norte e por fim destruiu Israel. 2 Rs 17.

- Jonas nunca tinha ido a Nínive, mas sabe da fama da cidade.

- Na cabeça de Jonas, Este povo não merecia nenhuma oportunidade. Jonas conhece Nínive e sua fama. Mas, Jonas conhece Deus e sabe que Ele é misericordioso, longânimo e grande em benignidade.

4.2. Jonas sabe que se houver conversão, haverá perdão. Deus vai dar oportunidade. Por isso, levanta-se para fugir de diante da face do Senhor. Jonas é chamado, mas seu orgulho, vaidade, valores pessoais, convicções religiosas, não o querem permitir pregar a mensagem de Deus aos Ninivitas.

- Nada pode impedir nosso amor pela obra e pelas almas. Jesus não veio para os sãos, mas para os doentes. Estes precisam de médico.

III – Em terceiro lugar, Jonas se escusa de sua responsabilidade. V3.

- Enquanto Isaías se oferece para ir, Jonas quer fugir de sua missão.

- Ele não quer ir.
- Ele escolhe Társis como seu esconderijo.

Porquê?

1. Tárcis ficava no fim do mundo. Isaías 66. 19.

2. Isaías 66.19 diz que Társis é o lugar onde a Palavra de Deus não está. Então, o homem que deve pregar a Palavra de Deus, quer se distanciar dela. Mas, Deus vai frustrá-lo. Jonas não vai para Társis. Vai para Nínive. Goste ou não, Jonas vai para Nínive. Deus quer assim. E a soberania de Deus é muito bem acentuada no Livro. Então Jonas começa a se movimentar. Seu movimento é descendente. Jonas desce para Jope.

- Jonas desce para dentro do Navio.
- Jonas desce para o porão do Navio.
- Jonas desce para o fundo dos mares. O caminho de Jonas é o caminho de todos os que voltam as costas para Deus.
- Jonas está agindo igual à Caim: “da tua presença ficarei escondido”. Gn 4.14. Caim, no entanto, lamentou ter que ficar escondido.
- Jonas quer ficar escondido. Um servo de Deus não deve retroceder.

Por quê?

1. Porque ele se torna uma pessoa perigosa de se ficar perto. Ele é como uma bomba relógio. Ele está na mira de Deus. Logo os marinheiros vão experimentar isto.

2. Porque, quem retrocede vai ser repreendido pelo mundo. Os marinheiros vão repreender Jonas. Como os escarnecedores, repreenderam Pedro.

3. Porque Deus levará esta pessoa, ao mais profundo abismo se necessário, para tratar com ela. Esta é a razão porque somos orientados a não comer com aqueles que afastando-se do caminho, pisam o sangue de Cristo.

- Jonas, não quer cumprir sua missão: Ir e pregar a mensagem que Deus lhe havia dado. Jonas no capítulo 2, cita várias passagens do livro de Salmos. Parece que conhecia bem alguns deles. Mas se conhecia, ignorou o Salmo 139. 7, 8: “Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também”.

- Jonas conhece a Palavra de Deus, mas ele não quer aplicá-la a sua vida. Aprendemos aqui que é possível uma pessoa saber verdades bíblicas e, no entanto, viver em desarmonia com elas.

- Conhecer não significa, necessariamente, praticar. Uma pessoa pode ter muitas informações sobre Deus e assim mesmo não viver em conformidade com essas informações.

Conclusão.

- Jonas, é o profeta que não queria profetizar. Quem é Ele?

* Ele é um homem como nós. Tem família. Tem comprovante de endereço.
* Ele é um servo de Deus. Tem um chamado, uma missão a cumprir.
* Ele é um profeta que se escusa de sua responsabilidade. Não quer pregar.


- Há muitas coisas em comum entre Jonas e nós, não é? Também temos uma família, a família de Deus. Também somos chamados e comissionados a pregar.

- Também temos uma responsabilidade. Não devemos fugir dela. Terminamos esta primeira mensagem olhando para Jonas. E lá vai ele para a sua viagem. Seus planos foram muito bem organizados.

- Planejamento é garantia de meio sucesso. No entanto, vai meter-se numa terrível enrascada, a típica enrascada em que se envolvem os desobedientes.

- Que Deus nos ajude a não fugirmos da nossa tarefa. Que Deus nos ajude a temermos o seu nome.Que Deus nos ajude a fazer aquilo que Deus nos confiou para fazer. Ir e pregar o evangelho. Amém.

FONTE: http://www.ibvilateixeira.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=80&Itemid=95





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