sábado, 9 de julho de 2011







A IGREJA PRECISA DE
LÍDERES PREOCUPADOS
COM O MUNDO

Texto Bíblico: Atos 17: 15-34

Propósito: Edificação Cristã/ Crescimento da Igreja








1. INTRODUÇÃO

- No ano de 2004 a cidade de Atenas, na Grécia, foi o centro das atenções do mundo porque hospedou os primeiros jogos olímpicos do terceiro milênio. Contudo, é incomparável a gloria da cidade de Atenas na antiguidade em relação a Atenas dos nossos dias.

- Os historiadores são unânimes em afirmar que a cidade de Atenas era o centro cultural e intelectual do mundo antigo. Era a cidade onde eram divulgadas as idéias de Aristóteles, Platão, Sócrates, Epicuro, Zenão e outros filósofos. No entanto, também era uma cidade cheia de corrupção moral, de licenciosidade, de libertinagem, escrava do materialismos, da ociosidade, da obsessão sexual, dos divertimentos, dos prazeres e das modas.

- Para piorar, Atenas também era uma cidade extremamente idólatra e supersticiosa. O texto que acabamos de ler vai nos mostrar um homem cristão que era uma verdadeiro líder segundo o coração de Deus; ele vai mostrar as atitudes do apostolo Paulo na cidade de Atenas, onde o clima estava caótico em função da idolatria e do pecado.

2. DESENVOLVIMENTO DO SERMÃO (Análise e Aplicação do texto)

I – A IGREJA PRECISA DE LÍDERES QUE VEJAM O MUNDO COM OS OLHOS DE DEUS (verso 16)

1. O apóstolo Paulo era um homem consciente do seu chamado divino. Primeiro, ele sabia que era apóstolo de Jesus Cristo segundo o mandado de Deus, nosso Salvador (I Timóteo 1:1); segundo, ele era obediente a visão que recebeu de Deus para ser um pregador do evangelho santo (Atos 26:19) e terceiro, ele sabia que fora constituído por Deus para ser pregador, apóstolo e doutor dos gentios (II Timóteo 1:11).

2. O verso 16 deixa evidente que o apóstolo Paulo chegou em Atenas e foi dar uma caminhada pela cidade e viu algo chocante: uma cidade escravizada pela idolatria. Você consegue enxergar a idolatria em nossa cidade?

3. O verso 16 afirma que a cidade estava “tão entregue à idolatria” (Kateidolos) que o espírito do apostolo ficou comovido, inconformado. A palavra Kateidolos, usada no verso 16 tem dois sentidos: primeiro, a cidade estava debaixo do domínio dos ídolos. O segundo sentido é que a cidade estava sufocada pelos ídolos Existem cidades escravizadas pelo materialismo, pela corrupção, pela imoralidade e pela mentira.

4. Atenas tinha mais deuses do que a própria Grécia. Não era à toa que os romanos antigos afirmavam que havia mais deuses em Atenas do que homens. E na nossa cidade, quantos deuses existem?

5. Você já tentou olhar a nossa cidade com os olhos de Deus? Você já percebeu que as pessoas da nossa cidade são escravizadas por deuses estranhos? Quais os ídolos que estão sufocando a nossa cidade?

II – A IGREJA PRECISA DE LÍDERES QUE SINTAM TRISTEZA PELOS PECADOS DO MUNDO A SUA VOLTA (verso 16)

1. A Igreja Evangélica da nossa geração precisa formar líderes sensíveis às necessidades deste mundo pecador.

2. O verso 16 diz que quando o apóstolo Paulo viu a cidade de Atenas
dominada pela idolatria a sua alma nobre ficou indignada, inquieta, aflita, revoltada e desafiada por aquele pecado abominável. O verbo usado no texto para expressar o estado de alma do apóstolo foi paroxymo (transtornar-se, indignar-se, ficar extremamente irritado).

3. A Bíblia, versão Almeida Revista e Corrigida (ARC, 1995) afirma que “o seu espírito se comovia em si mesmo” com a realidade idólatra de Atenas.

4. A versão Almeida Revisada (AVR, 1991 reforça essa idéia: “revoltava-se nele o seu espírito” por causa do domínio da idolatria na cidade de Atenas.

5. A Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2001) afirma taxativamente que “Paulo ficou revoltado” ao ver a cidade de Atenas cheia de ídolos.

6. A versão Almeida Contemporânea (ECA, 1990) confirma que “o seu espírito se revoltava em si mesmo” ao ver Atenas entregue à idolatria.

7. A Nova Versão Internacional (NVI, 2003) dá um tom bem forte à reação de Paulo. O texto afirma que “Paulo ficou profundamente indignado” ao ver a cidade de Atenas sufocada pelos ídolos.

8. O Novo Testamento Fácil de Ler (NTFLV, 1999) reforça essa idéia afirmando que “o seu espírito se revoltou” quando viu a cidade cheia de ídolos, sufocada por eles.

9. Você já ficou triste com o crescimento da marginalidade no nosso país? Alguma vez você sentiu uma forte revolta pelo Brasil ter uma população carcerária de mais de 400 mil pessoas? A causa disso é a idolatria.

10. Você alguma vez percebeu que a quantidade de jovens entre 16 e 24 anos de idade que tem se envolvido com o mundo das drogas tem crescido geometricamente? Isso não lhe revolta? A causa disso é o pecado da idolatria.

11. São muitos os ídolos da nossa geração: os vícios, os prazeres, a violência, a insubmissão, o orgulho, a vã cobiça, o materialismo, a mentira, a ingratidão, a inveja, as vaidades, a corrupção, a injustiça, a trapaça, a sexualidade abusiva, etc. A causa de tudo isso é o pecado da idolatria. Será que nada disso causa revolta no coração ou indignação?

12. A igreja da nossa geração precisa formar líderes que tenham em mente o propósito de livrar milhares ou milhões de pessoas do domínio do poder das trevas. Não podemos mais, enquanto igreja de Cristo, permitir que em nossas cidades centenas, milhares e milhões de pessoas continuem escravizadas e sufocadas pelo poder do mal. É hora dos pastores, diáconos, presbíteros, professores da Escola Dominical e membros da igreja de Cristo ficarem indignados com os modismos e com a massificação cultural do inferno em nossas cidades!

III – A IGREJA PRECISA DE LÍDERES PRONTOS PARA CONFRONTAR A REALIDADE PECAMINOSA DO MUNDO (verso 17,18)

1. Assim que o apóstolo Paulo viu a cidade de Atenas dominada pela idolatria se indignou com essa realidade, ele não teve tempo para lamentações, saiu para o confronto direto a esse pecado.

2. A Bíblia diz que depois de se indignar com a idolatria de Atenas, o apóstolo Paulo foi abrir sua boca para testemunhar do Deus vivo da fé Cristã. O verbo usado no verso 17 é muito interessante: dialegomai. Ele significa expor, confrontar, disputar, discutir, argumentar, discursar com a intenção de convencer ou converter alguém.

3. O pecado do mundo a sua volta tem lhe incomodado a alma? O pecado da sua família que prejudica a igreja de Cristo tem sido combatido e denunciado? O pecado dos ímpios tem causado indignação no seu coração? E o pecado dos irmãos da igreja?

4. O verso 17 diz que o primeiro grupo que o apostolo Paulo visou foi o dos judeus e pessoas gregas tementes ao Senhor que freqüentavam as sinagogas. Lá ele discutia, argumentava e esclarecia tudo sobre Deus.

5. O verso 17 esclarece também que o apóstolo Paulo discutia todos os dias na praça principal apresentando as verdades relevantes do evangelho santo. O verso 18 diz também que ele debatia com os epicureus e com os estóicos. Mas quem eram eles?

6. Os epicureus eram aqueles que pregavam a busca do prazer pelo prazer de ter prazer. Eles ensinavam a liberdade sem limites. Eles diziam algo que a nossa geração adora ouvir: “Divirtam-se, comam, bebam e alegrem-se”. Para eles não existem normas morais, não existe nenhum divindade que se preocupe com os seres humanos, não existe vida após a morte nem julgamento divino para as nossas ações e atitudes, porque o mundo está entregue ao acaso, à mercê das circunstâncias. Por conta da filosofia dos epicureus, Atenas era um mar de imoralidade, licenciosidade e libertinagem. E por conta da nossa falta de temor, essa filosofia do inferno tem entrado nas nossa igrejas.

7. Os estóicos eram aquelas pessoas intelectuais da cidade de Atenas. O apostolo Paulo também era um intelectual por isso estava preparado para encará-los. Os estóicos eram racionais, acreditavam na existência de um ser supremo (mesmo não sendo o Deus verdadeiro), pregavam uma conduta ética rigorosa, acreditavam no destino, eram fatalistas e ensinavam que os seres humanos devem suportar os sofrimentos até alcançarem a total indiferença diante da dor. Os estóicos não morreram, ainda estão entre nós. As nossas igrejas estão cheias deles.

8. Você esta pronto para confrontar os pecadores desta geração? Você sabe abordá-los cuidadosamente? Você tem se preparado para ser usado por Deus aqui, no Brasil e em qualquer lugar do mundo? Você tem agido como um líder necessário? Você tem lembrado que os lideres são agentes de Deus na vida da igreja? Você compreende que a sua liderança é importante para confrontar os pecados do mundo?

3. CONCLUSÃO

- O mundo pós-moderno, onde vivemos, precisa ver uma igreja de Cristo mais operante que produza uma liderança inteligente, sábia, sensível e eficaz na sua atuação, que não tenha medo de desafios espirituais ou concretos.

- A nossa geração precisa de lideres conscientes da sua vocação, apaixonados pelo reino de Deus e preocupados com o destino das pessoas que estão ao alcance das suas vozes.

- Deus precisa de lideres na sua igreja compromissados com o evangelho da graça, que sintam indignação com a realidade pecaminosa do mundo; que não se acostumem com os erros e tendências ideológicas, culturais, religiosas, morais ou éticas deste mundo que fazem oposição às Sagradas Escrituras (a Bíblia).





AUTOR: Pr. Paulo Vicente Ferreira das Neves

4. BIBLIOGRAFIA ESTUDADA PARA ELABORAR O SERMÃO

a) Versões Bíblicas Relevantes:

1.Bíblia Sagradas: Versão Almeida Revista e Corrigida. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1995.
2.Bíblia Sagrada. Versão Almeida Revisada. Rio de Janeiro: Imprensa Bíblica Brasileira, 1991.
3.Bíblia Sagrada. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2001.
4.Bíblia Sagrada. Edição Contemporânea de Almeida. São Paulo: Vida, 1990.
5.Bíblia Sagrada. Nova Versão Internacional. São Paulo: Vida, 2003.
6.Novo Testamento. Versão Fácil de Ler com Vocabulário. São Paulo: Vida, 2003.
b) Comentários Bíblicos Interessantes:

1.MARSHALL, I. Howard. Atos: introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão / Vida Nova, 1991.
2.STOTT, John R. A Mensagem de Atos. São Paulo: ABU, 1994.
3.WILLIAMS, David J. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo de Atos. São Paulo: Vida, 1996.










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UMA IGREJA DESAFIADA

POR DEUS

Texto Bíblico: I Coríntios 15:58

Propósito: Edificação Cristã/ Crescimento da Igreja





1. INTRODUÇÃO

- Não tem sido fácil lidar com as mudanças sociais que tem afetado as nossa igrejas.

- Há cinco anos atrás estive num congresso nacional de pastores e conversei com vários lideres espirituais que não sabiam mais o que fazerem para vencerem os modismos culturais, tais como: tatuagens, piercing, cabelos com cores bizarras, brincos estilizados para homens, vida sexual ativa entre namorados, freqüência às danceterias e o consumo crescente de bebidas alcoólicas entre os jovens. Foi grande o numero de pastores que estavam pensando até em abandonar o ministério porque não estavam sabendo lidar com as mudanças radicais que o mundo levou para dentro das igrejas.

- Hoje, percebo que as igrejas evangélicas precisam enfrentar seus desafios em duas esferas: os desafios do mundo e os desafios de Deus. Não sei quais são os mais difíceis, mas não podemos ignorá-los. Os desafios do mundo são impostos pela globalização, pela cultura e pela sociedade. Os desafios de Deus são impostos pela Bíblia, pelo Espírito Santo e pelo Senhor Jesus Cristo.

Estudando o texto bíblico lido, percebi quatro (4) desafios de Deus para nós, igreja desta geração.

Vamos analisá-los com cuidado?

2. DESENVOLVIMENTO DO SERMÃO (Análise e Aplicação do Texto)

I – PRIMEIRO DESAFIO: PRECISAMOS SER IRMÃOS AMADOS SEMPRE

1. O amor é o mandamento mais importante de Jesus. O amor é o dom mais importante do reino de Deus. O amor é o fruto do Espírito que mais se destaca na vida dos crentes. O amor jamais acaba (I Coríntios 13: 8,13), porque Deus é amor (I João 4:8)

2. A expressão paulina que mais se destaca no verso 58 é “irmãos amados” (adelphói agapeitói), que significa irmãos queridos, irmãos do coração, irmãos amigos, companheiros inseparáveis.

3. O grande desafio de Deus para nós é exercitarmos a graça de ser uma família em Jesus Cristo. O Termo”irmãos” (adelphói) significa irmãos de sangue. Você já percebeu o que isto significa? Significa que quando entramos para a igreja de Cristo devemos tratar a todos como irmãos de sangue. A Igreja é um grupo de pessoas salvas pelo sangue de Jesus, que foram adotadas como filhos de Deus em Cristo (Gálatas 3:26).

4. As igrejas da nossa geração estão sendo desafiadas por Deus a se tornarem uma família onde as pessoas se amam, se respeitam e cuidam uma das outras. Deus exige de nós profundo amor e diz que não podemos fingir para os nosso irmãos em Cristo (Romanos 12:9, I João 4:7,8).

5. A nossa igreja precisa ser uma família, um grupo de pessoas que se ama de coração, uma comunidade de pessoas companheiras que se tratam como irmãos e irmãs, como amigos inseparáveis. Isto não é impossível porque é o Espírito Santo que nos mantém unidos como irmãos.

II – SEGUNDO DESAFIO: PRECISAMOS SER UM GRUPO INABALÁVEL SEMPRE

1. No Novo Testamento Grego a expressão “sede firmes” (hedraiói guinesthe) significa tornai-vos inabaláveis, mantenham-se firmes.

2. Quando o apostolo Paulo disse: “sede firmes”, sabia que Satanás, o mundo, o pecado e a carne poderiam atrair, conquistar e dominar a igreja de Corinto da mesma forma como tem acontecido com as igreja da nossa geração.

3. O que Deus deseja da nossa igreja é que sejamos uma família unida, comprometida com os princípios bíblicos e com os valores supratemporais do seu reino.

4. Valores supratemporais são aqueles que resistem as tendências e modismos dos tempos porque são eternos, divinos, absolutos, imutáveis, persuasivos, coerente e desafiadores.

5. A nossa igreja só será um grupo inabalável quando formos pessoas mais constantes no exercício da fé cristã, quando tivermos a consciência objetiva de que Satanás, o mundo, o pecado e a carne nos são uma ameaça real através das fofocas, das disputas entre lideres, das guerras entre famílias e das celeumas, entre jovens e adultos.

III – TERCEIRO DESAFIO: PRECISAMOS SER UMA IGREJA COMPROMISSADA COM O REINO DE DEUS

1. O apostolo Paulo ensina que devemos ser crentes “constantes” (ametakinetói), ou seja, inabaláveis, irremoviveis da nossa base, bem firmes num propósito, aqueles que não abrem mão dos seus compromissos assumidos e confirmados.

2. Deus espera que a igreja da nossa geração assuma um compromisso de vida e morte com o Senhor Jesus Cristo, com a sua Palavra e com o seu reino. Quando uma igreja abre mão dos princípios, valores e praticas do reino de Deus, ela não consegue enfrentar os desafios do mundo (globalização, pós-modernidade, urbanização, profissionalização, interação social, pluralismo ideológico e secularização).

3. Estamos sendo desafiados por Deus a ser uma igreja viva, apaixonada e comprometida com as verdades do seu reino. A nossa igreja esta sendo desafiada a não deixar que as rixas, as brigas, os desentendimentos, as fofocas, as panelinhas e as disputas pessoais comprometam o nosso foco existencial (nossa unidade, nosso propósito e nosso esforço conjunto).

4. Nós não somos uma igreja perfeita, mas precisamos abraçar o seguinte compromisso: de ser uma igreja preocupada com os nossos irmãos e com a comunidade onde estamos plantados. O nosso lema precisa ser “UMA IGREJA PREOCUPADA COM VOCÊ”, ou seja, com as pessoas de dentro e de fora.

5. A nossa cidade, o nosso estado, o nosso país e o mundo, esperam que sejamos uma igreja viva, apaixonada e comprometida com o reino de Deus, simplesmente porque foi este o compromisso que assumimos com o Senhor Jesus Cristo no dia da nossa conversão.

6. Você é comprometido com o reino de Deus o suficiente para ficar tranqüilo no Juízo Final?

IV – QUARTO DESAFIO: PRECISAMOS SER UMA IGREJA MAIS DEDICADA À OBRA DO REINO DE DEUS

1. O apóstolo Paulo nos ensina no verso 58 que, enquanto igreja de Cristo, precisamos ser crentes “sempre abundantes” (perisseountes) na obra do Senhor, ou seja, ilimitados no nosso esforço, dedicados incondicionalmente, rico em obras, extremamente produtivos, trabalhadores incansáveis.

2. As igrejas evangélicas da nossa geração precisam ser mais dedicadas a causa do Senhor Jesus neste mundo. Dedicação exige envolvimento, paixão, compromisso, consagração, lealdade e submissão a alguém superior que determina as regras da ação.

3. Se fossemos uma igreja dedicada incondicionalmente à causa de Deus não teríamos tempo para as vaidades pessoais, fofocas, intrigas, discussões inúteis, disputas fúteis, panelas ou apelações carnais. Ser igreja de Jesus não é fácil.

4. É desafiador ser um grupo dedicado a causa do reino de Deus. Infelizmente não sabemos o que significa a expressão “sempre abundantes” (perisseountes), por isso não damos a produção que o reino de Deus exige e estamos sempre abaixo da média.

5. Só se dedica de corpo e alma ao reino de Deus quem ama apaixonadamente o Senhor Jesus, quem é grato a Deus e quem foi transformado e incendiado pelo Espírito Santo. Deus quer que os nossos frutos sejam de qualidade, conforme a orientação de Jesus (João 15:16). Você quer pagar o preço?

6. O texto lido também diz: “sabendo que o vosso trabalha não é vão no Senhor”. A palavra usada para trabalho não é ergon (oficio) e sim, kópos (esforço cansativo de suar camisa). A palavra usada para vão (kenos), significa vazio, sem sentido, sem valor, inútil, insignificante. Resumindo: Deus espera que nós, a sua igreja, trabalhemos até suar a camisa sabendo que todo o nosso esforço no reino dele não será inútil ou sem valor.

7. Deus está desafiando a igreja desta geração (você e eu) para trabalhar com mais dedicação e vontade, para queimar a sua vida altar do serviço, a não medir esforços para salvar a muitos da condenação eterna. Você consegue entender este desafio? Você está disposto a abraçar este desafio?

3. CONCLUSÃO

Deus está nos desafiando a ser irmãos amados e companheiros inseparáveis. Deus está nos desafiando a ser uma igreja inabalável, uma igreja comprometida com o seu reino nos mínimos detalhes.

O que Deus espera da nossa igreja é: profundo amor entre os irmãos, unanimidade de propósito, compromisso extremo e produtividade inteligente e coerente. Que Deus nos ajude hoje, amanhã e sempre. Amém.





4. BIBLIOGRAFIA ESTUDADA

a) Comentários Interessantes:

<!--[if !supportLists]-->1. <!--[endif]-->CALVINO, João. Exposição de Primeira Coríntios. São Paulo: Paracletos, 1996.

<!--[if !supportLists]-->2. <!--[endif]-->OLIVER, Ben. Coríntios Fala Hoje: Comentário Exegético de I Coríntios. Belo Horizonte: Missão, 1994.

<!--[if !supportLists]-->3. <!--[endif]-->GETZ, Gene A. Igreja: Forma e essência. São Paulo: Vida Nova, 1994.

<!--[if !supportLists]-->4. <!--[endif]-->MORRIS, Linus. Uma igreja de alto impacto. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.

b) Versões Bíblicas Findamentais:

<!--[if !supportLists]-->5. <!--[endif]-->Novo Testamento Trilíngue (Grego-Português-Inglês). São Paulo: Vida Nova, 1998.

<!--[if !supportLists]-->6. <!--[endif]-->RIENECKER, Fritz; ROGERS, Cleon. Chave lingüística do Novo Testamento grego. São Paulo: Vida Nova, 1995.

<!--[if !supportLists]-->7. <!--[endif]-->Bíblia Sagrada. Nova Versão Internacional. São Paulo: Vida, 2003.

<!--[if !supportLists]-->8. <!--[endif]-->Bíblia Sagrada. Edição Contemporânea de Almeida. São Paulo: vida, 1993.

<!--[if !supportLists]-->9. <!--[endif]-->Bíblia Sagrada. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2001.

<!--[if !supportLists]-->10. <!--[endif]-->Bíblia Viva. Versão Paráfrase. São Paulo: Mundo Cristão, 1984.


FONTE: http://www.pibhortolandia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6:uma-igreja-desafiada-por-deus&catid=3:2005&Itemid=12






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