quarta-feira, 6 de abril de 2011


NOTA DE FALECIMENTO

DE UMA IGREJA



- Faleceu na Igreja dos Negligentes e Frios na Fé, dona "REUNIÃO DE ORAÇÃO", que já estava enferma desde os primeiros séculos da Era Cristã.


- Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado.


- Os médicos relataram que sua doença foi motivada pela "frieza de coração", devido à falta de circulação do sangue de Cristo na fé.


- Constataram ainda: Dureza de Joelhos - não dobravam mais, fraqueza de ânimo e muita falta de boa vontade. Foi medicada, mas erradamente, pois lhe deram grande dose de "ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESA" mudando-lhe o regime. O "XAROPE DE REUNIÕES SOCIAIS" sufocou-a, deram injeções de "competições esportivas", o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, invejas, oba-oba e discórdia entre os mais jovens principalmente.


- Administraram muitos acampamentos e comprimidos de clube de campo. Até cápsulas de GINCANA lhe deram para tomar.


- Resultado: Morreu dona REUNIÃO DE ORAÇÃO. A autópisa revelou falta de alimentação com o "PÃO DA VIDA", carência de "ÁGUA VIVA" e ausência de "VIDA ESPIRITUAL".


- Em sua memória, a igreja dos Negligentes, situada à Rua do Mundanismo, n 666, estará fechada nos cultos de quarta e sextas-feira, e aos Domingos, somente os cultos a tarde, mas somente se não houver jogos do Campeonato Brasileiro ou Estaduais, ou Feriados Prolongados, para não atrapalhar nossas viagens.


- Amados, desconheço o autor dessa nota, mas quero deixar aqui uma pergunta: Será que o leitor não contribuiu para a morte da dona REUNIÃO DE ORAÇÃO???


Um Abraço Pastor Silva



DEZ DIFERENÇAS ENTRE A IGREJA VIVA E A IGREJA MORTA


1. A igreja viva está cheia de pessoas com a Bíblia na mão. Na morta ninguém leva a sua Bíblia.

2. A igreja viva tem um culto intenso e uma adoração profunda. A morta apenas tem rotina.

3. A igreja viva tem problemas de espaço. A morta tem espaço de sobra durante anos.

4. A igreja viva tem juventude “problemática”. A morta não.

5. A igreja viva anda por fé. A morta não tem nenhum tipo de programa.

6. A igreja viva tem como objectivo a sua projecção missionária. A morta apenas pensa nas suas necessidades.

7. A igreja viva dirige o seu ministério para as pessoas. A morta apenas pensa nela própria.

8. A igreja viva está cheia de dadores. A morta está cheia de pedintes.

9. A igreja viva está cheia de amor. Na morta, os rancores são a única motivação.

10. A igreja viva é eminentemente evangelizadora. A morta está fossilizada.



TAG: NOTA DE FALECIMENTO DE UMA IGREJA Fonte: Novo Evangelismo Via: Amigo De Cristo Copyright© 2010 Fonte: http://www.idagospel.com/2010/10/nota-de-falecimento-de-uma-igreja.html




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De Quem

Somos Filhos?

- Jo 8.31-59



Introdução:


- A questão levantada no discurso de Jesus com os judeus discorria sobre de quem eles eram filhos. Enquanto eles insistiam em dizer que eram filhos de Abraão, Jesus afirmava que suas obras testificavam que eles não eram filhos de Abraão e nem de Deus, mas do diabo.

- Ou seja: aqueles judeus incrédulos, por suas ações, revelavam-se filhos do diabo.

Isto por que:

1. OS FILHOS DE DEUS SÃO VERDADEIRAMENTE LIBERTOS PELA PALAVRA DA VERDADE (vs.32-36)

Conhecem a verdade, andam nela e são livres nela, v.32

Possuem a natureza do Pai, pois são discípulos, v.32

De escravos do pecado para filhos do Pai, v.34

Só os filhos permanecem na casa (reino de Deus), os escravos não, v.35

“Permanecer” significa abraçar completamente quem Ele é e submeter-se totalmente a Ele.

2. OS FILHOS DE DEUS SÃO RECEPTIVOS A PALAVRA DO EVANGELHO (vs.37-47)

• A palavra não entra em quem não é filho de Deus.

• Suas obras os revelam como filhos do diabo, e, não como filhos de Deus, vs.38-44.

• Os filhos de Deus amam a Deus e ao próximo, v.42. Veja 1 Jo 4.8.

• Os filhos de Deus escutam, crêem na verdade e a entendem, vs.43,45,46.

3. OS FILHOS DE DEUS SÃO NASCIDOS DA FÉ; NÃO DA TRADIÇÃO RELIGIOSA (vs.48-59)

• Quem não é nascido da fé não recebe a palavra da verdade.

• Quem não é nascido da fé recebe os que a proclamam como herege, vs.48-52,59. Fazem inversão de valores, Is 5.20.

• Os filhos do diabo não discernem a diferença existente entre as dimensões históricas e espirituais, v.57.

• Jesus é maior que a tradição histórica religiosa, vs.53,56,58

CONCLUSÃO:

De quem você é filho?

Você sabe?



AUTOR: Pr. Adriano Moreira






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Por Que as

Pessoas Sofrem?

- Jo 9.1-41




Introdução:


- Esta é a pergunta universal: “Por que as pessoas sofrem?”.

- A resposta kardecista diz: “pecou em outra vida”;


- a explicação da Teologia da maldição hereditária, afirma: “Os pais pecaram”;


- a Teologia de Causa e Efeito assevera: “Cometeu um pecado gravíssimo”.

- Todavia, a preocupação da Bíblia em explicar é nenhuma. A de Jesus, também é nenhuma. Esta seria a oportunidade ideal para Jesus explicar o problema do bem e do mal; a origem do mal; e, o sofrimento universal. Isto por que:

1. O SOFRIMENTO É REALIDADE DE UM MUNDO CAÍDO E IMPERFEITO

Segundo Jesus, o sofrimento humano não é um juízo divino por um pecado específico do sofredor, Lc 13.1-5

• O terremoto no Haiti, a catástrofe em Angra dos Reis e o terremoto no Chile não podem ser explicados como juízo divino sobre os habitantes destes lugares.

2. TODO SOFRIMENTO DEVE SER TRATADO COM HUMANIDADE

Jesus trata sofrimento com humanidade, Jo 11.35. Por isso Jesus chora.

• O que Jesus ensina é que nesta hora não se fazem perguntas (v.2); se socorre (v.6), cf. Jó 6.14.

3. CADA SOFRIMENTO TEM SUA ORIGEM PARTICULAR

Não há pacote universal doutrinário. Não há uma explicação universal para o mal universal.

A resposta de Jesus a este caso é particular: “Deus tem algo com este moço”.

• Há apenas uma resposta para cada um em particular. Ainda que esta resposta seja simplesmente “para que nele se manifeste a glória de Deus” (v.3).

O sofrimento do paralítico do tanque de Betesta tinha como origem o seu pecado, Jo 5.14.

O sofrimento de Jonas tinha como origem seus atos inconseqüentes, Jn 1.3,4

O sofrimento de Jó tinha como origem a tentação do diabo e a provação de Deus, Jó 1.6-12

O sofrimento deste cego tinha como origem a inexplicabilidade da vida, Ec 9.2,11.

4. CADA SOFRIMENTO TRAZ CONSIGO UMA EXPERIÊNCIA PESSOAL DE CRESCIMENTO

• Este cego teve mais maturidade do que seus pais e os fariseus, que o questionavam-no sobre quem o curou (vs.25, 30-32,39).

• É o que Paulo declara em Rm 5.3-5.

• É o que afirma Tiago em sua epístola (1.3).

CONCLUSÃO:

- Portanto, diante de todo e qualquer sofrimento, a atitude mais sábia sempre será a de adorar e crer (v.38).

- Esta foi a atitude de Jó (1.20-22).



AUTOR: Pr. Adriano Moreira



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