terça-feira, 29 de março de 2011


Quatro maneiras

de tratar

com dificuldades

Ex.14:14


Introdução:

- A história da travessia do mar vermelho é a das mais conhecidas das Escrituras. Com um plano Soberano Deus por meio de seu instrumento Moisés após treze tentativas de ordenar á Faraó deixar o povo ir, o dia chegou. Um longa peregrinação caminha pelo deserto, mais com uma ordem de se acamparem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom é dada por Deus ao povo.

- Talvez para um momento de descanço como também para um momento de reflexão do que Deus tinha lhes feito até ali, e o que ainda havia de acontecer. É bem assim, quando paramos para descansar e refletir, porém alguns cudaidos precisamos tomar neste momento.

- Paulo escreve que muito do que ocorreu com este povo na peregrinação “estão escritas para aviso nosso” (1Co.10:11).

- O capitulo catorze nos trata de um avanço rumo á um grande milagre, e para este milagre, encontramos cinco grandes ASSUNTOS:

• As dificuldades que existem.


• O povo diante do desafio de enfrentar as dificuldades.


• A realidade da furia das dificuldades representada pelos Egipicios.


• Moisés simbolo do homem que se pôe a fazer a sua parte.


• Deus aquele que põe fim a cada dificuldade.

Dentre estes cinco assuntos meditemos em 4 grandes papeis.

1. O PAPEL DE MOISÉS - O LIDER ENTUSIASMADO NAS DIFICULDADES

1.1 - Moisés é o encorajador. “Não temais, estais quietos, vede o livramento, pelejará por vós”

- Aquele que tem não só a palavra, mas entendeu que também era hora de agir.

- Em meio a tantas vozes ele disse ao povo : “O Senhor pelejará por vós e vos calareis”

- O que o povo precisava era de ânimo, fé no Senhor e nas palavras do lider.

- Qualquer que seja a dificuldade, tenha á alguém uma palavra de entusiamo.

2. O PAPEL DOS EGIPICIOS - CAUSADORES DE DIFICULDADES MAS CIENTES DO SEU PROPRIO FIM

- Enquando Israel povo não cria no que seu lider falava, algo tremendo acontecia do lado de fora.

- O texto nos mostra que no momento da perseguição Deus “E tirou-lhes as rodas dos seus carros, e fê-los andar dificultosamente. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor por eles peleja contra os egípcios.” (v.25)

- Note que os de fora viam Deus sendo com o povo, mas o povo mesmo não conseguia enxergar isto.

- Existem muitas pessoas que nos observam e vêm Deus em nós e vez ou outra custa acreditarmos que Deus está agindo. Que possamos olhar as coisas de forma diferente.

3. O PAPEL DO POVO – VENCER AS DIFICULDADES CRENDO EM MOISÉS E EM DEUS, MAS ESCOLHERAM ERRAR

- Quando se está perto do milagre é possivel evitar que erros não sejam cometidos.

- Os erros cometidos por Israel são para nos ensinar que quando Deus faz uma promessa precisamos crer, ainda que circunstâncias provocadas nos permitem moldar-nos para melhor servi-lo.

- Mesmo diante da força de Moisés em suas palavras, acalmando, buscando tranquiliza-los, Israel conseguiu neste momento cometer três grandes erros, onde foram até Moises o tendo como culpado por passarem por tudo aquilo.

3.1 PRIMEIRO ERRO:

“E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirares {de lá}, para que morramos neste deserto?”


I. DE MORAR NO EGITO SEM DEUS ERA MELHOR DO QUE MORAR NO DESERTO COM DEUS

Ii) Israel precisava de uma RENOVAÇÃO NA MENTE

- Para eles era melhor ter de tudo no Egito do que não ter nada no deserto.

Iii) Israel precisava de uma MUDANÇA DE DIREÇÃO

- Para eles estabelecer-se no Egito com Faráo dava mais animo do que no Deserto com Deus.

Iiii) Israel precisava de uma EXPERIÊNCIA COM O DEUS DOS DESERTOS DA VIDA

- Eles não sabiam o que era providencia do Egito. Providência só de conhece no deserto.

3.2 SEGUNDO ERRO:

“...Por que nos fizeste isto, que nos tens tirado do Egito?

II. DE QUE ONDE DEUS OS TIROU NÃO HAVIA OUTRO LUGAR MELHOR

- Israel entre em um verdadeira campo minado com este erro.

Ii) O campo da INSATISFAÇÃO - Eles queriam estar melhor Locados.

Iii) O campo da INGRATIDÃO - Eles não conseguiam agradecer a mão forte do Senhor.

Iiii) O campo da DESCONFIANÇA - Eles não conseguiam confiar nem em Deus como em Moisés.

3.2 TERCEIRO ERRO:

“Não é esta a palavra que te temos falado no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto”

III. DE QUE TUDO O QUE SE TINHA A GASTAR ERA SÓ PARA O EGITO.

- Israel havia sido oprimido por muitos anos com trabalho forçado, muitos deram suas vidas.

- Muitos gemiam, mas o que parece é que ainda tinham muito para dar no Egito.

- Existem duas coisas que não se pode esquecer de lição que foi esquecido.

IIIa) Israel não aprendeu a lição da PRIORIDADE NO SERVIÇO - Gastar-se primeiro no Egito é coisa para antes do Livramento.

IIIb) Israel não aprendeu a lição do TEMPO EXCEDIDO

- O tempo do Egito passou, mas no coração do povo ainda estava passando.

- Antes Paulo gastava-se em perseguir, mas depois começou á gastar-se por ele 2Co.12:15

4. O PAPEL DE DEUS – AQUELE QUE NOS AJUDA EM TODAS AS DIFICULDADES TUDO PARA QUE SEU NOME SEJA GLORIFICADO

- Porque Deus se interessa por um povo assim?

- Você sabia que está pergunta é feita até hoje?

4.1 - Deus nos ajuda nas dificuldades porque nos tem como filhos.

- Ele é o Pai e nós somos os filhos. - Filhos aprendem do Pai, não ensinam o Pai.

4. 2 - Deus nos ajuda nas dificuldades porque nos ama.


- Ele é amor. Seu olha não é outro para nós.


- Quando pensa em olhar com ira, lembra-te da misericórdia.

4.3 - Deus nos ajuda nas dificuldades porque conhece nossa estrutura

- Ele sabe até onde aguentamos.


- Ele sabe que em meio a nossa infidelidade, Ele permanece fiel.

4.4 - Deus nos ajuda nas dificuldades porque visa glorificar o Seu proprio nome

- Ele disse que seria glorificado em Faraó.

- Deus não tem prazer em dar vitória á ninguém sem que seu nome não seja glorificado.

- Tudo o que Deus fizer, por mim, em mim, através de mim, visa GLORIFICAR O SEU NOME.

- No papel de Moisés, aprendemos a entusiasmar em meio as dificuldades.

- No papel dos Egipicios, aprendemos que Deus pode mostrar a não tementes sinais visiveis de sua ação que não estamos vendo.

- No papel do povo, aprendemos que em meio as promessas de Deus murmurar sempre é a ultima alternativa.

- No papel de Deus, aprendemos que mesmo com nossas infidelidade no crer, Ele se compraz em nos por do Outro Lado do Mar.

Conclusão:

- O favor de Deus está estendido a nós, tudo o que Deus prometeu a Israel e cumpriu, Ele continua o mesmo para cumprir em sua Igreja, Seu Israel.

- Que Sejamos fortalecidos em nossa fé, solidificado em nossas raízes, e com um amor a cada dia mais á Deus pelo que Ele é, e não só do que pode vir a nos dar ou fazer.



Ev. Fernando Cardoso IEAD Ministerio de Perus - SP - Brasil Enviado por: Fernando de Lima Cardoso SAO PAULO - PERUS, SAO PAULO, BRASIL Fonte:
http://www.aigrejaquecresce.com/Artigos/Mensagens/tabid/79/articleType/ArticleView/articleId/1053/Quatro-maneiras-de-tratar-com-dificuldades.aspx



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As glórias do Céu

Referência: Apocalipse 21.1-27 – 22.1-5


INTRODUÇÃO


1. A história já fechou suas cortinas. O juízo final já aconteceu. Os inimigos do Cordeiro e da igreja já foram lançados no lago do fogo. Os remidos já estão na festa das Bodas do Cordeiro.


2. Este texto é a apoteose da revelação. O paraíso perdido é agora o paraíso reconquistado. O homem caído é agora o homem glorificado. O projeto de Deus triunfou.


3. A pregação sobre o céu traz profundas lições morais para a igreja:

1) Jesus alerta para ajuntarmos tesouro no céu;

2) Paulo diz que devemos pensar nas coisas lá do alto;

3) Jesus ensinou que devemos orar: “seja feita a tua vontade na terra como no céu”;

4) O céu nos estimula à santidade (2Pe 3.14);

5) O céu nos ajuda a enfrentar o sofrimento (Rm 8.18); O céu nos livra do medo da morte (Fp 1.21).

I. NO CÉU TEREMOS A RESTAURAÇÃO DO PRÓPRIO UNIVERSO – V. 1

1. A redenção alcançou todo o cosmos – v. 1

- A natureza escravizada pelo pecado (Rm 8.20,21), agora está completamente restaurada.

- Deus não cria um novo céu e uma nova terra, mas torna-os novo, como do nosso corpo, fará um novo corpo. Não é aniquilamento, mas renovação.

2. Não haverá mais nenhuma contaminação – v. 1

“E o mar não mais existirá”. Isso é um símbolo.

- Aqui o mar é o que separa. João foi banido para a Ilha de Patmos. Também o mar é o que contamina (Is 57.20). Do mar surgiu a besta que perseguiu a igreja.

- No novo céu e na nova terra não haverá mais rebelião, contaminação nem pecado.

II. O CÉU É CONHECIDO PELO QUE NÃO EXISTE LÁ – v. 4

1. No céu não haverá dor

- A dor é conseqüência do pecado.

- A dor física, moral, emocional, espiritual não vai entrar no céu.

- Não haverá mais sofrimento, enfermidade, defeito físico, cansaço, fadiga, depressão, traição.

2. No céu não haverá mais lágrima

- Não haverá choro nas ruas da nova Jerusalém.

- Este mundo é um vale de lágrimas. Muitas vezes alagamos o nosso leito com nossas lágrimas.

- Choramos por nós, pelos nossos filhos, pela nossa família, pela nossa igreja, pela nossa pátria.

- Entramos no mundo chorando e saímos dele com lágrimas.

- Mas Deus é quem vai enxugar nossas lágrimas. Não é auto-consolo.

3. No céu não haverá luto nem morte

- A morte foi lançada no lago de fogo (Ap 20.15).

- Ela não pode mais nos atingir. Fomos revestidos da imortalidade. Tragada foi a morte pela vitória.

- No céu não há vestes mortuárias, velórios, enterro, cemitério.

- No céu não há despedida.

- No céu não há separação, acidente, morte, adeus.

III. O CÉU É CONHECIDO POR QUEM VAI ESTAR LÁ – V. 2

1. A cidade santa, a nova Jerusalém, a noiva adornada para o seu esposo

- A igreja glorificada, composta de todos os remidos, de todos os lugares, de todos os tempos, comprada pelo sangue do Cordeiro, amada pelo Pai, selada pelo ES é a cidade santa, a nova Jerusalém em contraste com a grande Babilônia, a cidade do pecado.

- Ela é a noiva adornada para o seu esposo em contraste com a grande Meretriz.

- O Senhor só tem um povo, uma igreja, uma família, uma noiva, uma cidade santa.

2. Essa noiva foi adornada para o seu esposo

- O próprio noivo a purificou, a lavou, a adornou. Ela será apresentada igreja santa, nova pura, imaculada, sem defeito. A

- noiva amada, comprada, amparada, consolada, restaurada e glorificada.

3. Essa noiva vai estar no céu pela graça – v. 6,7

- Feito está! Deus já completou toda a obra da redenção (Jo 19.30; Ap 16.17; Ap 21.6).

- Os sedentos bebem de graça da água da vida.

- Todos os que têm sede podem saciar.

- Todos os que buscam encontram.

- Todos os que vêm a Cristo, ele os acolhe.

IV. O CÉU É CÉU PORQUE LÁ ESTAREMOS EM COMUNHÃO COM DEUS – V. 2,3,7

1. Porque a vida no céu será como uma festa de casamento que nunca termina – v. 2

- As bodas passavam por quatro fases:

1) O compromisso;

2) A Preparação;

3) A vinda do Noivo;

4) A festa. O céu é uma festa. Alegria, celebração, devoção.

- Deleitar-nos-emos em seu amor. Ele se alegrará em nós como o noivo se alegra da sua noiva. Esta festa nunca vai acabar.

2. Porque o céu será profundamente envolvido pela presença de Deus – v. 3

- O céu é céu porque Deus está presente. Depois que o véu do templo rasgou, Deus não habita mais no templo, mas na igreja.

- O Espírito Santo enche não o templo, mas os crentes.

- Agora somos santuário onde Deus habita.

- Veremos Cristo face a face. Vê-lo-emos como ele é. Ele vai morar conosco. Não vai mais haver separação entre nós e Deus.

- A glória do Senhor vai brilhar sobre nós.

3. Porque no céu teremos profunda comunhão com Deus – v. 3b

- Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus.

- Aqui caem as divisas não só do Israel étnico, como das denominações religiosas.

- Lá não seremos um povo separado, segregado, departamentalizado.

- Lá não seremos presbiterianos, batistas ou assembleianos.

- Seremos a igreja, a noiva, a cidade santa, a família de Deus, povo de Deus.

4. Porque no céu desfrutaremos plenamente da nossa filiação – v. 7

- A igreja é a noiva do Cordeiro e a filha do Pai.

- Tomaremos posse da nossa herança incorruptível.

V. O CÉU É DESCRITO PELO FULGOR DA NOIVA, A NOVA JERUSALÉM – V. 9-27

1. A nova Jerusalém é bonita por fora, ele reflete a glória de Deus – v. 11

- Quando João tentou descrever a glória da cidade, a única coisa que pôde fazer foi falar em termos de pedras preciosas, como quando tentou descrever a presença de Deus no trono (4.3).

- A glória de Deus habita na igreja. Essa glória é indescritível, como indescritível é Deus.

- A igreja é bela por fora. Ela é como uma noiva adornada. Suas vestes são alvas.

2. A nova Jerusalém é bonita por dentro – v. 19,20

- Ninguém coloca pedras preciosas no fundamento. Mas no alicerce dessa cidade estão doze espécies de pedras preciosas.

- Há beleza, nobreza, riqueza e esplendor no seu interior.

- Não há coisa feia nem escondida dentro dessa igreja.

3. A nova Jerusalém é aberta a todos – v. 13,25

- A cidade tem 12 portas: ela tem portas para todos os lados.

- Isso fala da oportunidade abundante de entrar nesse glorioso e maravilhoso companheirismo com Deus.

- Venha de onde vier, as pessoas podem entrar.

- Os habitantes dessa cidade são aqueles que procedem de toda tribo, povo, língua e nação.

- São todos aqueles que foram comprados pelo sangue do Cordeiro.

- Não há preconceito nem acepção de pessoas. Todos podem vir: pobres e ricos; doutores e analfabetos; religiosos e ateus; homens e mulheres.

- A cidade é aberta a todos: Há portas para todos os lados.

- O noivo convida: Vem! A noiva convida: Vem! Quem tem sede recebe a água da vida.

4. A nova Jerusalém não é aberta a tudo – v. 8,12,27

- A cidade tem uma grande e alta muralha.

- Muralha fala de proteção, de segurança.

- Embora haja portas (v. 13) e portas abertas (v. 25), nem todos entrarão nessa cidade (v. 8,27).

- Embora as portas estejam abertas, em cada porta há um anjo (v. 12).

- Os pecadores inconversos não podem entrar no céu (v. 8) – O universalismo está errado.

- A idéia de que toda religião é boa e todo caminho leva a Deus é um engano.

- No céu só entrarão aqueles que se arrependeram de seus pecados, creram em Cristo e foram lavados em seu sangue.

- Só aqueles que têm o nome escrito no Livro da Vida podem entrar!

- O pecado não pode entrar na Nova Jerusalém (v.27) – Embora a igreja é aberta a todos, não é aberta a tudo.

- Muitas vezes, a igreja tem sido aberta a tudo e não a todos (Pedro e Jesus: Arreda Satanás).

5. A nova Jerusalém está construída sobre o fundamento da Verdade – v. 14

- Esse símbolo fala da teologia da igreja.

- A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos.

- A igreja do céu está edificada sobre o fundamento dos apóstolos, sobre a verdade revelada, sobre as Escrituras.

6. A nova Jerusalém tem espaço para todos os remidos – v. 15-17

- A cidade é quadrangular: comprimento, largura e altura iguais. A cidade tem doze mil estádios, ou seja, 2.200 Km de comprimento, de largura e de altura. Não existe nada parecido no planeta.

- É uma cidade que vai de São Paulo a Aracaju.

- Na Nova Jerusalém, a maior montanha da terra, o pico Everest, desaparece mais de 240 vezes.

- Essa cidade é um verdadeiro cosmos de glória e santidade.

- É óbvio que esses números representam a simetria, a perfeição, a vastidão e a totalidade da Nova Jerusalém.

- Não existem bairros ricos e pobres nessa cidade.

- Não existem casebres.

- Existem mansões, feitas não por mãos.

- Deus é o arquiteto e fundador dessa cidade.

7. A nova Jerusalém é lugar onde se vive em total integridade – v. 18,21b

- Não apenas a cidade é de ouro puro, mas a praça da cidade, o lugar central, onde as pessoas vivem é de ouro puro, como vidro transparente.

- Tudo ali vive na luz.

- Tudo está a descoberto. Nada escondido.

8. A nova Jerusalém é o lugar de plena comunhão com Deus – v. 22

- No Velho Testamento a presença de Deus estava no Tabernáculo, depois no Templo. Mas, agora, Deus habita na igreja.

- Na Nova Jerusalém não haverá templo, porque a igreja habitará em Deus e Deus habitará com a igreja. Isso é plena comunhão.

- A cidade será iluminada não mais pela luz do sol ou pela lua. A glória de Deus a iluminará.

9. A nova Jerusalém é o paraíso perdido, onde corre o rio da Vida – 22.1-2

- A Nova Jerusalém é uma cidade, um jardim, uma noiva.

- O jardim perdido no Éden é o jardim reconquistado no céu.

- Lá o homem foi impedido pelo pecado de comer a árvore da vida, aqui ele pode se alimentar da árvore da vida.

- Lá ele adoeceu pelo pecado, aqui ele é curado do pecado.

- Lá ele foi sentenciado à morte, aqui ele toma posse da vida eterna.

- No Jardim do Éden havia quatro rios. Nesse Jardim Celestial, há um único rio, o rio da Vida.

- Ele flui do trono de Deus.

- Ele simboliza a vida eterna, a salvação perfeita e gratuita, o dom da soberana graça de Deus.

- Por ele passa ele traz vida, cura e salvação.

10. A nova Jerusalém é onde está o trono de Deus – 22.3-5

- O trono fala da soberania e do governo de Deus. O Senhor governa sobre essa igreja.

- Na nova Jerusalém vamos ter propósito. “Os seus servos o servirão”. Nosso trabalho será deleitoso.

- Vamos servir àquele que nos serviu e deu sua vida por nós.

- Os salvos entrarão no descanso de Deus (Hb 4.9).

- Os salvos descansarão de suas fadigas (Ap 14.13), no porém do seu serviço.

- Na ova Jerusalém vamos ter intimidade com o Senhor. “Contemplarão a sua face”.

- O que mais ambicionamos no céu não são as ruas de ouro, os muros de jaspes luzentes, nem as mansões ornadas de pedras preciosas, mas contemplar a face de Jesus! O céu é intimidade com Deus.

- Na nova Jerusalém vamos reinar com Cristo eternamente – “e reinarão com ele para sempre”.

- Deus nos salvou não apenas para irmos para o céu, mas para reinarmos com ele no céu. Ele não apenas nos levará para a glória, mas também para o trono.

- Nós seremos não apenas servos no céu, mas reis.

- Cristo vai compartilhar com sua noiva sua glória, sua autoridade e seu poder.

CONCLUSÃO

1. Você já é um habitante dessa cidade santa? Seu lugar já está preparado nessa cidade?

2. Onde você tem colocado o seu coração? Na nova Jerusalém ou na grande Babilônia?

3. A qual igreja você pertence: à Noiva ou à grande Meretriz?

4. Qual é o seu destino: o paraíso ou o lago de fogo?

5. Para onde você está indo: para o Casa do Pai, onde o Cordeiro é a lâmpada eterna ou para as trevas exteriores?

6. Onde está o seu prazer: em servir a Deus ou deleitar-se no pecado?

7. Hoje é o dia da sua escolha, da sua decisão. Escolha a vida para que você viva eternamente!



AUTOR: Rev Hernandes Dias Lopes







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