terça-feira, 15 de março de 2011


Verdades que
não podemos esquecer


- O apóstolo Paulo, em sua primeira carta à igreja de Corinto, no capítulo seis, repete seis vezes a mesma expressão: “Não sabeis?” (1Co 6.2,3,9,15,16,19).

- Com isso, Paulo está enfatizando a necessidade de conhecer algumas verdades absolutas e não esquecê-las jamais.

Que verdades são essas que precisamos tanto conhecer?

1. Não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? (1Co 6.2).

- É vergonhoso quando a igreja perde sua capacidade de resolver seus próprios conflitos e leva suas causas domésticas para fora dos seus portões, para serem julgadas por aqueles que um dia serão julgados pela própria igreja. Isso é inverter os papéis. Isso é um contra senso.

2. Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? (1Co6.3).

- A igreja não apenas será levada para o céu, mas também assentar-se-á em tronos.

- Não apenas estará livre de condenação, mas também julgará o mundo e os anjos.

- Por causa da graça de Deus e da morte expiatória de Cristo na cruz, os crentes deixaram de ser réus para serem juízes.

3. Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? (1Co 6.9).

- Paulo é categórico em afirmar que os impuros, idólatras, adúlteros, homossexuais ativos e passivos, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores não herdarão o reino de Deus.

- Esses indivíduos podem até mesmo receber na terra todos os troféus da fama, conquistar todas as medalhas do sucesso e cruzar todas as passarelas cheias de encanto e beleza, mas jamais entrarão no reino de Deus; podem até mesmo ser aplaudidos pelos homens, mas não entrarão na Cidade Santa.

- A menos que se arrependam de seus pecados, podem até ganhar o mundo inteiro, mas perderão a sua alma.

4. Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? (1Co 6.15).

- Cristo é o cabeça da igreja e a igreja é o corpo de Cristo e nós somos individualmente membros desse corpo.

- Entregar nosso corpo à impureza é arrastar o nome de Cristo para a lama.

- Teríamos nós coragem de tomar os membros de Cristo e fazê-los membros de meretriz?

- Só em pensar nessa grosteca possibilidade já seria consumada blasfêmia. Entretanto, muitos crentes em vez de consagrar seus corpos a Deus e glorificarem a Deus em seu corpo, entregam-se à impureza e desonram o nome de Cristo.

5. Não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? (1Co 6.16).

- A intimidade sexual é uma bênção destinada por Deus aos que se unem legitimamente em casamento.

- O sexo antes do casamento é fornicação e fora dele é adultério. Ambos os pecados são condenados por Deus e atraem o juízo divino.

- A sociedade pode até incentivar essas práticas e tentar apagar das consciências a culpa, mas não pode anular a verdade de Deus, por cujo crivo, um dia todos os homens serão julgados.

6. Não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo? (1Co 6.19).

- Nosso corpo não foi criado para a impureza, mas para o Senhor. Nosso corpo foi comprado por Deus e deve estar a serviço de Deus e promover a glória de Deus.

- Nosso corpo não pode ser mais a morada da iniquidade, pois foi lavado no sangue do Cordeiro de Deus e transformado em santuário do Altíssimo.

- Nosso corpo não é mais o teatro onde o diabo realiza seus shows mais escandalosos, mas o santo dos santos, onde a glória de Deus se manifesta.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes







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POR QUE PELA
GRAÇA SOIS SALVOS

Ef 2.8



- A graça é a realidade mais fascinante de Deus.

- Ao longo dos tempos várias tentativas de definir a graça foram feitas, entretanto, a melhor definição que já li é: “graça não se explica; graça se transmite” (Philip Yancey).

- Nossa sociedade tem a mania de querer explicar tudo porque explicar já é um passo para controlar, contudo, não há como colocar rédeas na fabulosa graça de Deus.

- Infelizmente, vivemos numa atmosfera de crise com a maravilha da graça. Num tempo onde imperam legalismos e promoção da culpa, fica cada vez mais difícil a assimilação da verdadeira graça de Deus.

- Philip Yancey, em seu fantástico “Maravilhosa graça”, afirmou: “Como habitantes das grandes cidades que nem percebem mais o ar poluído, respiramos, inconscientes, a atmosfera letal da não-graça”.

- O teólogo G K Chesterton, disse: “A graça é o amor selvagem de Deus”.

- Brennan Manning, no belíssimo “O evangelho maltrapilho”, escreveu: “Um dos mistérios da tradição do evangelho é essa estranha atração que Jesus tinha pelos que não tinham nada de atraente; esse estranho desejo pelos que não eram em nada desejáveis; esse estranho amor pelos que não tinham nada de amável”.

- Verdades libertadoras da graça (Mq. 7. 18)

- O simples fato de que Deus derrama sua graça sobre nós já é uma verdade libertadora, tranqüilizadora, transformadora, abençoadora e digna de confiança.

Mas, há mais algumas dessas verdades esplêndidas que nos revelam ângulos magníficos do amor e do caráter de Deus:

1. A graça não excepcionaliza ninguém:

- A graça não procura os excepcionais, procura os honestos.

- Seja qual for o seu pecado, a sua crise, seu cárcere, a graça o alcança – é para você! Mas lembre-se: a graça ama a autenticidade.

- Frente à ela somos confrontados para sermos libertos. É quando assumimos quem somos – pecadores – que a graça dá seu espetáculo.

- Um pregador puritano costumava dizer: “Se não estás perdido, de que te serve um salvador?”.

- A graça é para todos porque ela não depende do que nós fizemos para Deus, mas sim, do que Ele já fez por nós.

- O mérito da graça é o mérito que não temos.

- A igreja, como casa da graça, não pode ter privilegiados, prediletos ou caciques e suas excentricidades – ela deve ser de todos.

2. A graça é a resposta para o dilema de Deus: Um Deus santo amando pecadores:

- Deus nos ama, mas nosso comportamento o enoja. Ele é santo, nós pecadores.

- Deus é justo e nós somos absurdamente injustos.

- Como é para Deus lidar com isso?

- Como se aproximar ao máximo de nós se o pecado e sua podridão nos afasta dele?

- Aqui é que entra a graça! A grande graça está no fato marcante e decisivo de que Deus não desistiu e não desiste de nós.

- Na cruz, ele resolve o dilema. Absorve o pecado em Cristo e nos liberta para a plenitude da vida.

3 . A graça nos liberta dos cárceres da alma:

- Não há carrasco pior do que o nosso coração. A graça é capaz de eliminar as toxinas da culpa porque nos garante a assombrosa verdade de que Deus nos ama como somos, sem disfarces ou máscaras, sem as tatuagens da religião, sem as sombras do passado.

- A graça nos liberta para sermos nós mesmos, mas agora transformados por Deus, através do encontro com Cristo.

- Quando Deus nos transforma, não nos faz sermos aquilo que nunca fomos, pois isso seria admitir uma falha no processo primário da nossa criação.

- Quando Deus nos transforma, Ele nos devolve à forma original, a que ele pensou com amor ao nos criar.

- Como escreveu Brennan Manning: “No homem Jesus, vemos a face humana de Deus”. Jesus é a graça encarnada no chão da história.




AUTOR: Alan Brizotti
Alan toca subversão aqui no Genizah

Fonte: http://www.genizahvirtual.com/

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