sexta-feira, 30 de setembro de 2011



“Habacuque -
Quatro lições
importantes
sobre o
profeta Habacuque”

Texto: Hc. 3:16-19

“Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas. Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda.”





- O nome Habacuque significa abraço amoroso ou lutador.

- Há eruditos que pensam que Habacuque é o filho da sunamita de IIRs. 4:16 (“E ele disse: A este tempo determinado, segundo o tempo da vida, abraçarás um filho. E disse ela: Não, meu Senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva.”);

- há outros que pensam ser ele o atalaia de Is. 21:6 (“Porque assim me disse o Senhor: Vai, põe uma sentinela, e ela que diga o que vir.”);

- há outros que pensam que ele foi contemporâneo de Daniel na cova dos leões.

- Esse profeta viveu tempo dificílimo como Jó. Viveu uma época de muitas dificuldades, de injustiça social, de violência, de corrupção e muitas vezes não conseguiu entender corretamente o plano de Deus para seu povo. Sendo ele um profeta do exílio atuou de 612 a 586 a. C e só entendeu plenamente o projeto de Deus para ele e para seu povo após a completa revelação de Deus.

1º) “A Lição das perguntas do profeta Habacuque”

- “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?” - (Hc 1:2)

- Quantos crentes fazem essa pergunta?

- Habacuque perguntava “Por que razão me mostras a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Por que a destruição e a violência estão diante de mim? Por que há também quem suscite a contenda e o litígio?” Hc. 1:3-4

- Por que a esta causa a lei se afrouxa?
- Por que a justiça nunca se manifesta?
- Por que o ímpio cerca o justo?
- Por que a justiça se manifesta distorcida?

- Quantos cristãos estão fazendo estas mesmas perguntas, ou melhor, estão murmurando assim.

- Por que o Senhor olha para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele? Hc. 1:13 (“Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar. Por que olhas para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?”)

- Por que os homens estão como os peixes do mar como os répteis, que não têm quem os governe? Hc. 1:14 (“E por que farias os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?”)

- Quantos cristãos estão perguntando ou dizendo como Habacuque:
- Por que Deus não age?
- Por que Deus não faz justiça?
- Por que Deus se cala?
- Por que o ímpio sai sempre melhor que o justo?

2º) “A Lição da resposta de Deus ao profeta Habacuque”

a) Habacuque teve uma experiência pessoal com Deus, Habacuque teve uma resposta de Deus. Hc. 2:2 (“Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.”)

- Nós os cristãos precisamos buscar experiência pessoal com Deus ao invés de ficarmos perguntando ou comentando assuntos que não são de nossa responsabilidade.

b) Há muitas perguntas na vida dos cristãos que não devem ser feitas.
Exemplos:
- Por que Deus tirou Pedro da prisão e deixou Tiago morrer?
- Por que Deus permite acontecer certas coisas ruins e estranhas com os cristãos?

c) A resposta certa para nossas indagações é a resposta de Deus a Habacuque. Hc. 2:3-4 (“Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. - Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá.”)

PRIMEIRO – Deus tem seu “tempo determinado” para realizar todo propósito e projeto. (Deus usará de seu modo e tempo para fazer tudo).

SEGUNDO – Devemos deixar tudo aos cuidados de Deus e não ficar perguntando. (Aprenda a esperar).

TERCEIRO – O justo viverá pela sua fé.

- “Nós temos que aprender a viver pela fé”. Rm. 1:17 (“Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.”)
- “Nós temos que andar por fé não por vista”. IICo. 5:17 (“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”)
- “Nos não podemos recuar”. Hb. 10:35 (“Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão.”)

3º) “A Lição da Oração do Profeta Habacuque”

a) O profeta antes de orar corretamente ele precisou entender perfeitamente o plano de Deus. Hc. 3:2a (“Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi.”)

- Antes ele só murmurava, agora temia e orava.
- Antes ele só perguntava, agora só buscava a Deus.
- Antes ele só tinha insatisfações, agora só esperança e alegria no Senhor.

b) O profeta antes de orar corretamente precisou ter uma visão correta de Deus, de seu plano e obra.

- Antes ele só via o presente, agora via o futuro.
- Antes ele só via o que o homem fazia, agora ele via o que Deus estava fazendo.
- Antes ele só via naturalmente as coisas, agora ele estava vendo espiritualmente tudo.

c) A oração correta de Habacuque. Hc. 3:2 (“Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.”)

- Habacuque pede avivamento continuo para obra de Deus.
- Habacuque pede para Deus fazer sua obra conhecida dos demais no decurso dos anos.
- Habacuque pede misericórdia, E a graça de Deus para seu povo.

4º) “A Lição da declaração de Fé do Profeta Habacuque” Hc. 3:16-18 (“Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas. Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.”)

PRIMEIRO: precisamos entender que Habacuque só teve esta fé depois que conheceu verdadeiramente o Senhor. Hb. 3:16 (“Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas.”)

- Com isso veio o temor de Deus.
- Com isso veio a esperança em Deus.
- Com isso veio a confiança em Deus.
- Com isso veio a verdadeira fé em Deus.


SEGUNDO: precisamos entender que Habacuque só teve condições de fazer esta declaração após ver o futuro, ver o amanhã, ver a glória de Deus. Hc. 3:17-18 (“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.”)

- A sua alegria e fé estavam em Deus, não nas circunstâncias da vida.
- A sua alegria estava naquilo que esperava de Deus, e não na situação vivida.
- A sua alegria estava na glória que esperava em Deus.

TERCEIRO: Precisamos entender que Habacuque passou a crer e confiar que Deus lhe faria sempre vencedor. Hc. 3:19 (“O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).”)
- Habacuque declarou: “O Senhor é minha força”
- Habacuque declarou: “O Senhor fará os meus pés como os das cervas”
- Nós precisamos crer, confiar, declarar que somos mais do que vencedores. Rm. 8:37 (“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.”)

Conclusão

Quero concluir este estudo te conclamando a partir desse momento, a não ficar de forma inadequada questionando a Deus pela sua vida, mas que você possa como este profeta entender o plano de Deus e declarar sua fé e confiança absoluta em Deus.




AUTOR: Pr. José Vandelô




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“A Simbologia
Bíblica
do Deserto”


Texto: Ex. 14:15-20

“ Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros, E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros. E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.”




Introdução

- Nesta mensagem quero falar sobre o significado espiritual do deserto.

- Todos nós passamos pelo deserto, até mesmo Jesus passou pelo deserto, podemos ver isto em Mt. 4:1-11 (“ Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.”).

- Neste esboço vamos aprender que é necessário passarmos pelo deserto para aprendermos certas lições espirituais e também para conhecermos a Deus melhor. Este deserto pode ser uma situação, uma circunstancia e até mesmo um tempo de Deus para nós.

Vou enumerar aqui alguns significados espirituais do que vem a ser para nós o deserto.

1) Deserto é o lugar de conhecermos o zelo e as promessas de Deus. Gn. 21:14-20

Podemos observar isso na experiência de Agar e Ismael

a) Agar e Ismael são despedidos e andam errantes pelo deserto. Gn. 21:14 (“Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e tomou pão e um odre de água e os deu a Agar, pondo-os sobre o seu ombro; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu, andando errante no deserto de Berseba.”)

b) Deus prova a fé de Agar. Gn. 21:15 e 16 (“E consumida a água do odre, lançou o menino debaixo de uma das árvores. / E foi assentar-se em frente, afastando-se à distância de um tiro de arco; porque dizia: Que eu não veja morrer o menino. E assentou-se em frente, e levantou a sua voz, e chorou.”)

c) Deus ouve a oração de Ismael e consola Agar no deserto. Gn. 21:17 (“E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus a Agar desde os céus, e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está.”)

d) Deus faz promessa a Agar no deserto. Gn. 21:18 (“Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação.”)

e) Deus cuida dele lhe dando água e saciando-lhe a sede no deserto. Gn. 21:19 (“- E abriu-lhe Deus os olhos, e viu um poço de água; e foi encher o odre de água, e deu de beber ao menino.”)

f) Deus estava com o rapaz no deserto. Gn. 21:20 (“E era Deus com o menino, que cresceu; e habitou no deserto, e foi flecheiro”)

2) Deserto é o lugar de recebermos a chamada de Deus

Podemos ver isto na experiência de Moisés:

a) Moisés têm a experiência de fé e é chamado por Deus no deserto. Ex. 3:1 (“E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de Deus, a Horebe.”)

b) Moisés recebe a visão de Deus no deserto. (no Monte Horebe). Ex. 3:2-6 (“E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima. E vendo o Senhor que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui. E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.”)

c) Deus revela para Moisés o estado do seu povo e seu plano de Libertação. Gn. 3:7-9 (“E disse o Senhor: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores. Portanto desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do perizeu, e do heveu, e do jebuseu. E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.”)

d) Moisés é chamado e enviado por Deus. Gn. 3:10 (“Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”)

e) Observemos o preparo de Moisés para ser o líder, libertador e o legislador de Israel.



 Deus o preparou 40 anos no Egito;
 Deus o preparou 40 anos em Mídiã;
 Para estar 40 anos na liderança do seu povo.


3) Deserto é o lugar de termos experiências com Deus



O povo de Deus sai do Egito e passa 40 anos no deserto aprendendo lições importantes com Deus.

a) Deus estava com o povo dia e noite no deserto. Ex. 13:18,20-22 (“Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto do Mar Vermelho; e armados, os filhos de Israel subiram da terra do Egito. / Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto. E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite.- Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite.”)

 Deus cuidou e protegeu o seu povo no deserto, Ele cuida e protege você também no deserto de sua vida.

b) Deus abre o mar para o povo passar. Ex. 14:15,16,19,20 (“Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros, E os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros. E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.”)

 Deus sempre livrou e sempre livrará o seu povo.

c) Deus proveu o maná do céu para o povo no deserto. Ex. 16:3-5 (“E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão. Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não. E acontecerá, no sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia.”)

 Deus sempre proveu e proverá tudo para seu povo.

d) Deus proveu carne para o povo no deserto. Ex. 16:11-13 (“ E o Senhor falou a Moisés, dizendo: Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel. Fala-lhes, dizendo: Entre as duas tardes comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão; e sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus. E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã jazia o orvalho ao redor do arraial.”)

e) Deus fez jorrar água da rocha para o povo no deserto. Ex. 17:3-6 (“Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado? E clamou Moisés ao Senhor, dizendo: Que farei a este povo? Daqui a pouco me apedrejará. Então disse o Senhor a Moisés: Passa diante do povo, e toma contigo alguns dos anciãos de Israel; e toma na tua mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai. Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel.”)

f) Deus fez com que as roupas e sapatos não envelhecessem, não acabassem no deserto.

 Deus nunca abandonou e nem abandonará o seu povo. Deserto é lugar de bênçãos e provisões de Deus.

4) Deserto é o lugar de esperarmos o tempo de Deus para nossa vida

 Davi mesmo depois de ter sido ungido rei, esperou no deserto 18 anos para receber a coroa de Rei.

a) Davi sofre perseguição de Saul e é protegido por Deus. ISm. 23:14 (“E Davi permaneceu no deserto, nos lugares fortes, e ficou em um monte no deserto de Zife; e Saul o buscava todos os dias, porém Deus não o entregou na sua mão.”)

b) Davi recusa matar a Saul. ISm. 24:1-6 (“E SUCEDEU que, voltando Saul de perseguir os filisteus, anunciaram-lhe, dizendo: Eis que Davi está no deserto de En-Gedi. Então tomou Saul três mil homens, escolhidos dentre todo o Israel, e foi em busca de Davi e dos seus homens, até sobre os cumes das penhas das cabras montesas. E chegou a uns currais de ovelhas no caminho, onde estava uma caverna; e entrou nela Saul, a cobrir seus pés; e Davi e os seus homens estavam nos fundos da caverna. Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia, do qual o Senhor te diz: Eis que te dou o teu inimigo nas tuas mãos, e far-lhe-ás como te parecer bem aos teus olhos. E levantou-se Davi, e mansamente cortou a orla do manto de Saul. Sucedeu, porém, que depois o coração doeu a Davi, por ter cortado a orla do manto de Saul. E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, estendendo eu a minha mão contra ele; pois é o ungido do Senhor.”)

c) Segundo alguns eruditos, Davi recebeu a unção de Deus aos 12 anos, e segundo a bíblia ele começou a reinar com 30 anos. IISm. 5:4 (“Da idade de trinta anos era Davi quando começou a reinar; quarenta anos reinou.”)



>> O que fez Davi antes?

 Matou o urso
 Matou o leão
 Expulsou o demônio de Saul
 Matou o gigante Golias
-- Faça como Davi mesmo que esteja no deserto espere o tempo de Deus.

5) Deserto é o lugar de renovação e de concerto com Deus

Posso usar Elias para exemplificar isso:

a) Elias foge para o deserto. IRs. 19:1-4 (“E ACABE fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito, e como totalmente matara todos os profetas à espada. Então Jezabel mandou um mensageiro a Elias, a dizer-lhe: Assim me façam os deuses, e outro tanto, se de certo amanhã a estas horas não puser a tua vida como a de um deles. O que vendo ele, se levantou e, para escapar com vida, se foi, e chegando a Berseba, que é de Judá, deixou ali o seu servo. Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já basta, ó Senhor; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais.”)

Causas que podem levar o homem ao deserto:

Medo, covardia, incredulidade, fraqueza espiritual, negligência ou mesmo provação divina.

b) Deus visita Elias mesmo estando no deserto. IRs. 19:5-6 (“E deitou-se, e dormiu debaixo do zimbro; e eis que então um anjo o tocou, e lhe disse: Levanta-te, come. E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se.”)

c) Deus renovou Elias. IRs. 19:7-8 (“. E o anjo do Senhor tornou segunda vez, e o tocou, e disse: Levanta-te e come, porque te será muito longo o caminho. Levantou-se, pois, e comeu e bebeu; e com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus”)

d) Deus concertou Elias. IRs. 19:15-18 (“E o Senhor lhe disse: Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco; e, chegando lá, unge a Hazael rei sobre a Síria. Também a Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei de Israel; e também a Eliseu, filho de Safate de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar. E há de ser que o que escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú; e o que escapar da espada de Jeú, matá-lo-á Eliseu. Também deixei ficar em Israel sete mil: todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda a boca que não o beijou.”)

e) Elias recebeu força para terminar sua jornada espiritual e cumprir seu ministério. IRs. 19:19 (“Partiu, pois, Elias dali, e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele, e ele estava com a duodécima; e Elias passou por ele, e lançou a sua capa sobre ele.”)

Conclusão

Eu não sei se você já passou ou está passando pelo deserto. Mas entenda que algum propósito contigo Deus tem, Ele quer te dar ricas experiências com Ele. Portanto use o deserto, aproveite o deserto para crescer na graça e no conhecimento do Senhor.



AUTOR: PR. JOSÉ VANDELÔ DE ALMEIDA LARA






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quinta-feira, 29 de setembro de 2011



Reconhecendo
o Exército Inimigo

1 Pedro 5: 6-11


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- Todos estamos envolvidos numa intensa batalha espiritual. Precisamos conhecer bem quem é nosso grande adversário e quais as estratégias por ele utilizadas.

- Neste estudo veremos como se organiza e como age o exército inimigo de nossas almas, “para que Satanás não alcance vantagem sobre nós”, 2Co 2: 11.

I - QUEM É SATANÁS, Is 14: 12-15

a) A origem do nome.

- A palavra Satã é de origem hebraica e significa adversário; o termo “diabo”, porém, é de origem grega e significa acusador. Ambas revelam o terrível caráter do nosso grande inimigo. Esse ser é o líder dos demônios, Mc 3: 22.

- Embora conhecido como dragão, antiga serpente, diabo e Satanás, Ap 20: 2, como sendo um ser do mal e das trevas, ele teve sua origem no reino da luz.

- O nome do atual anjo rebelde era Lúcifer, que significa ‘portador da luz’, uma tradução do verbo usado em Is 14: 12 que quer dizer brilhante. Essa passagem tem paralelos no Novo Testamento, Lc 10: 18; Ap 9: 1; 12: 9, levando muitos estudiosos à aplicação desse título a Satanás. Ele é mencionado na Bíblia como o originador do pecado, Gn 3: 1, 4; Jo 8: 44; 2Co 11: 3.

b) A queda de um querubim.

- O profeta Ezequiel, em 28: 1-19, repreende severamente o orgulho do rei de Tiro, Itobaal II, mas, a certa altura da profecia, faz referências sobre-humanas, visando a outra pessoa que estaria por detrás do rei de Tiro: especificamente Satanás.

- E é nesse texto que Deus, através de Ezequiel, revela ao homem, nos versos 12-19, a perfeição, sabedoria e beleza originais do querubim que se tornou no diabo, bem como declara seu julgamento.

O que induziu criatura tão bela e perfeita a tal apostasia?


Conforme o profeta Isaías, cinco motivos levaram Lúcifer à queda:

- Violenta oposição a Deus, 14: 13: ‘subirei ao céu’ - desejo de dominar a morada divina;

- Auto-exaltação, 14: 13: ‘acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono’ - desejo de dominar todos os seres angelicais;

- Sede de poder, 14: 13: ‘no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte’. (O Norte, na literatura dos tempos de Isaías, significava a morada dos deuses, mas não o céu dos céus, e sim o universo. Lúcifer desejou o domínio do universo.);

- Desejo de glória, 14: 14: ‘subirei acima das mais altas nuvens’. Lendo Êx 16: 10 e Is 19: 1, percebe-se que “nuvem” está intimamente ligada à glória de Deus. Lúcifer desejou a glória que só pertence ao Criador, Is 48: 11;

Mania de grandeza e subversão total, Is 14: 14: ‘serei semelhante ao Altíssimo’.

II - O EXÉRCITO DE SATANÁS, Ap 12: 3-4.

a) Os demônios existem e Satanás é o seu líder.

- Satanás não está sozinho em seu domínio, nas trevas. Ele é o líder de um exército de renegados. Embora sejam criaturas de Deus, não foram criados como anjos maus. O que aconteceu foi que eles não mantiveram a condição original que o Criador lhes concedeu, porém caíram do estado em que haviam sido criados, 2Pe 2: 4; Jd 6. Alguns demônios estão confinados, outros estão ativos no mundo, Mt 12: 43-45.

b) Os demônios e os ídolos.

- Paulo, em 1Co 10: 19-20, parece entender que as deidades adoradas por Israel, relatadas no Antigo Testamento, não eram verdadeiros deuses, mas, na realidade, demônios.

- O apóstolo fala acerca dos ídolos como representantes dos demônios. Veja também Ap 9: 20. Esses demônios causam danos físicos, Mt 9: 33, e podem vir a possuir o corpo de homens e animais, Mt 4: 24; Mc 5: 13. É o que se chama de possessão demoníaca.

c) Os demônios se opõem a Deus.

- O Novo Testamento deixa claro que os demônios são seres espirituais que têm prazer em opor-se a Deus e combater Sua obra, tendo Belzebu como seu príncipe, Mc 3: 22.

- Eles buscam frustrar os propósitos de Deus, Ef 6: 11-12. O apóstolo Paulo ensina que eles desejam impor seu próprio sistema de doutrina, 1Tm 4: 1-5.
III - SATANÁS FOI DERROTADO

- Todo cristão vive entre o já e o ainda não.

- Que quer dizer isso? Por um lado, já somos salvos pelo Senhor Jesus Cristo e já vencemos Satanás, mas ainda não estamos totalmente livres de seus ataques. Esse é o período mais perigoso de toda a batalha espiritual.

- O cristão é o combatente que vive exatamente nesse período. A batalha decisiva foi travada e ganha no Calvário, Cl 2: 13-15. Mas daí até o final de toda a guerra ocorre o intervalo em que o cristão tem de mostrar sua firmeza e confiança na Palavra, Jo 16: 33, 1Co 3: 10-15.

Mas, sempre temos de nos lembrar de que:

a) O inimigo está vencido.

- Ele opõe-se ao Evangelho, Mt 13: 19; cega e engana, Lc 22: 3, 2Co 4: 4; aflige, Jó 1: 12 e tenta o povo de Deus, 1Ts 3: 5. Mas Jesus já o venceu na cruz, 1Jo 3: 8.

b) O inimigo é limitado.

- Ele não é onipotente, onipresente e nem onisciente, atributos unicamente divinos, Is 40: 12-15; Sl 139: 1-16; Jr 23: 23,24.

c) Há vitória no sangue de Jesus, Ap 12: 11.

- Você deve, portanto, assumir sua posição de guerreiro e expulsar toda influência de Satanás de sua vida, Tg 4: 7-8; Mt 12: 25-29.

- A armadura de Deus mantém o crente firme contra as ciladas do diabo e lhe dá condições de vencer essa batalha de fé, Ef 6: 10-20.





Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia






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Opressão e possessão

Marcos 5: 1-20

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- A ação de Satanás para atingir os filhos de Deus não é novidade para nós, cristãos. A Palavra está repleta de versículos e relatos que falam acerca das constantes tentativas do diabo de derrotar os salvos.

- Jesus preparou seus discípulos para que tivessem vitória na luta
contra o inimigo, Mt 26: 41. Neste estudo vamos analisar dois assuntos
de grande interesse relacionados à batalha espiritual: opressão
e possessão demoníaca.

São estratégias do inimigo para ir assumindo o controle
da vida das pessoas.

I - OPRESSÃO

- Opressão é a presença de demônios em determinados ambientes e sua influência direta sobre as pessoas.

- Há no Novo Testamento diversas referências à opressão demoníaca, Lc 4: 18; At 10: 38. As forças do mal invadem o local e o tornam pesado e carregado.

- Os demônios assediam as pessoas que moram ou freqüentam aquele lugar, exercendo pressão sobre elas e, muitas vezes, as levam à exaustão e à depressão.

Essa invasão maligna só ocorre quando se dá lugar à ação do diabo.
a) Os demônios procuram nossos pontos mais vulneráveis.

- Com isso, enfraquecem nossa resistência moral e espiritual. Eles trazem a preguiça, o desânimo, as incertezas, a indiferença, a desobediência, etc.

- Para trazer males à igreja, o inimigo procura agir com freqüência na família. E muitas abrem as portas para o tentador.

- Quantas que, quando se reúnem, o que mais gostam de fazer é falar mal dos outros. São lares onde as palavras são instrumentos de destruição, ao invés de bênção e edificação.

b) Todos os seres humanos, inclusive o crente, estão sujeitos à opressão. A opressão pode atingir qualquer área da vida.



As mais afetadas são as seguintes:

- moral, levando à mentira, prostituição, roubos, assassinatos, etc;

- física, causando enfermidades e doenças.O diabo oprimiu Jó e, mediante permissão de Deus, trouxe-lhe enfermidade. No entanto, nem todas as enfermidades e doenças são de origem maligna;

- material, levando o homem à obsessão por bens, dinheiro, cargos, etc;

- espiritual, induzindo à idolatria, à prática de ocultismo.

c) Como obter vitória?

- O crente que luta contra essa ação do maligno é vencedor, porque seus pés estão firmados na Rocha Eterna, Sl 40: 2.

- A maneira que Jesus ensinou para vencermos o maligno é atacá-lo pela oração, jejuns e proclamação da Palavra, destruindo suas armas de engano e tentação demoníacas, Mt 17: 21.

II - POSSESSÃO

- Se a opressão é a presença de demônios em torno da pessoa, a possessão é a presença de um ou mais demônios dentro dela, Mc 5: 9-13.

- A opressão opera de fora para dentro, já a possessão, de dentro para fora. É sinal de que o diabo alcançou grande domínio sobre a vida da pessoa.

a) Demônios controlam reações.

- Quando os demônios não apenas dominam o ambiente, mas passam a controlar uma pessoa, existe um típico caso de possessão.

- Em Mc 5: 1-20 há um exemplo disso.

- O homem andava sempre nu, Lc 8: 27, de noite e de dia clamando entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras. Quando uma pessoa está possessa, ela perde o controle de si mesma.

- O homem gadareno (Marcos 5) tinha o corpo dominado e usado por demônios, vv. 1-4; perdera a sensibilidade física (não sentia dor, frio, fome), v. 5, bem como o controle das faculdades: voz, ação, locomoção, vv. 6-7. No entanto, depois de libertado por Jesus, foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo. Outros casos de possessão demoníaca podem ser vistos em Mc 9: 17-27; Mt 9: 32, 33; 12: 22. Alguns deles estão ligados a enfermidades.

b) Opressão e possessão podem atingir o crente?

- Quanto à opressão, o crente deve estar atento, pois o inimigo vai persegui-lo a cada dia, a cada esquina, a cada passo, para tentar derrubá-lo ou desviar de seu propósito de busca de santidade e da consequente comunhão com o Senhor. Ele anda ao derredor. Apenas ao derredor.

- Quanto à possessão, Ef. 1: 13 diz que o verdadeiro crente é selado com o Espírito Santo e a Palavra também ensina que luz e trevas não têm como coexistir, Jo 8:12; 1:5; 12:46.

- O crente tem um só Senhor vivendo em seu coração e dirigindo sua vida. Assim, onde a luz entrou, as trevas desapareceram.

- Quando o Espírito Santo entra na vida do cristão, transforma seu caráter e seu estado anterior de trevas, substituindo-os pela luz. Neste caso, a presença do Espírito Santo no crente, afasta a possibilidade de que as trevas tornem a dominar sua vida material e espiritual, At 26:18.

- Na verdade, nossa batalha contra falhas pessoais e aberturas de brechas para que o inimigo possa atirar uma seta deve ser constante.

- Que nossas atitudes e as palavras que proferimos venham a se constituir em bênção a todos, Ef 4: 29; que confessemos a vitória, Fp 4: 3; que vigiemos e oremos em todo tempo, Mc 14: 38; Lc 22: 40.

- Maior é o que está em nós. Deus nos chamou para abençoar a todos indistintamente. Abençoar é declarar o bem das pessoas, crendo que Deus endossará as nossas palavras. Abençoar é clamar a Deus em nosso benefício ou de alguém, Nm 22: 6.

III - A VITÓRIA EM CRISTO, Fp 3: 12-14

- Cristo libertou-nos para que pudéssemos apresentar a Deus, voluntariamente, nossa adoração, reverência, fé, amor e esperança. Jesus nos devolveu a alegria de uma comunhão sincera com Deus.

- Nosso espírito está livre. Nossa alma, outrora escravizada pelo inimigo, estava oprimida, desfalecida. Contudo, agora, liberta por Deus, ela libera:

- a força do seu intelecto. Servimos a Deus com inteligência, Rm 12: 2;

- a força emotiva. Antes, chorávamos de tristeza; agora choramos de alegria pela presença de Jesus, Sl 126: 3;

- a força da memória. Esquecemo-nos do que ficou para trás, prosseguindo para o alvo da nossa vocação, isto é, do chamado por Deus, Fp 3: 13;

- a força da consciência, fazendo tudo para agradar a Deus, de livre e espontânea vontade, 1Jo 3: 22;

- a força do seu raciocínio, meditando e agradecendo a Deus pela grande salvação e libertação oferecidas por Jesus Cristo, Hb 2: 3.



Fonte:
Revista de Estudos Bíblicos Aleluia






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quarta-feira, 28 de setembro de 2011



O que Jesus
quer de mim?

Que eu Ore
e nunca desanime.

Texto: Lucas 18.1.




Introdução.

- Jesus deseja formar um povo que ora. Ele sendo o filho de Deus orava. Seu exemplo é digno de ser seguido.

Ele levantava-se de madrugada para orar. Marcos 1. 35.
Ele procurava oportunidades para estar sozinho. Mateus 14. 23.
Ele passava noites em oração. Lucas 6.12.
Ele se preparava em oração par os embates da vida. Lucas 22. 41, 52.

- Paul Meyer disse: “Das coisas mais importantes da vida orar é a principal delas”.


Vamos responder quatro perguntas nesta manha:

I – Por quê?

- A razão é dupla:

1. Devemos orar para que Deus seja glorificado.

- “E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho”. João 14. 13.

- A oração glorifica a Deus porque nos posiciona como sedentos e coloca Deus na posição de fonte que sacia nossa sede.

2. Devemos orar para termos alegria.

- Quando somos contemplados com a resposta da oração, temos alegria.

- João 16.24. “Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra”.

II – Como?

- Certamente mais importante que nossa oração é a atitude com a qual oramos e as palavras com as quais expressamos nossa atitude.

- “Atitude é tudo”. Nossas atitudes são determinadas pelos nossos pensamentos.

- O que está regando o nosso pensamento, nosso coração, determinará qual será nossa atitude. Nossa atitude afeta nossa crença em Deus.

- Nossa atitude afeta a maneira como enfrentamos os problemas.
- Nossa atitude determina nosso grau de confiança.
- Nossa atitude afeta nossa visão, de Deus e das oportunidades
.

- Devemos orar com atitude certa. Quais?

1. Com Simplicidade.

- Mateus 6. 7-8. “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. 8 Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes.”


Deus não se interessa por orações complicadas.

2. Com perseverança.

- Romanos 12:12 “alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração”.

- O objetivo da perseverança não é vencer a resistência de Deus, mas...

* Entender a Sabedoria divina quanto ao meio e ao tempo da resposta à oração.

- A perseverança demonstra a confiança de que Deus é a nossa única esperança e que ele agirá da melhor maneira, no tempo oportuno, para responder às orações persistentes.

3. Por meio da morte de Jesus e em nome de Jesus.

- Marcos 15:38 “E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo”.

- O véu entre o santo lugar e o lugar santíssimo.

- No passado somente um sacerdote, uma vez ao ano, sem pecado podia entrar no lugar santíssimo. Agora, a barreira foi eliminada e todos os sacerdotes, podem chegar a qualquer hora no nome de Jesus na presença gloriosa de Deus Pai.

- Eis a razão, por que nossas orações devem ser encerradas no nome de Jesus. Foi Ele quem nos abriu o Novo e Vivo caminho ao Pai.

4. Com Fé.

- Mateus 21.22. diz “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.
- Fé, não é pensamento positivo. Isto seria fé na fé.

- Mas a Bíblia diz que devemos ter fé em Deus. Mc 11.22.

- Existe um filtro para que nossos pedidos sejam atendidos.

- João 15. 7. “Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido”.

- A fé verdadeira nos leva a falarmos com Deus, sustentados pela sua própria palavra. Deus tem prazer nos seus filhos. Ele não lhes dará pedra se pedirem pão e nem pão embolorado. Todavia, as vezes nos dá comida com gosto de remédio, pois é o que precisamos.

- Deus não dá simplesmente o que desejamos, mas sim o que necessitamos.
5. Não para recebermos elogios.

- Mateus 6. 5,6. “E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. 6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.”

- Devemos orar para sermos aceitos por Deus e não bajulados pelos homens. A oração que tem valor para Deus não é a oração bonita, mas a oração contrita.

III – Por quem?

- Não há segredos aqui e nem pegadinhas.

- Devemos orar por nós mesmos, em primeiro lugar.

- “Vocês orem assim... Pai nosso”. Mat 6. 9.

- Precisamos da oração.
- Precisamos falar com Deus.
- Precisamos de Deus.

- Paul J. Meyer dá cinco razões das suas orações, em seu livro: 25 Chaves Para o Sucesso.

1. Eu amo orar. Orar é falar com o Pai. Amo falar com meu Pai.
2. Eu não estou no controle. Deus está.
3. Eu preciso de Ajuda. Deus pode me ajudar.
4. Eu desejo que as coisas mudem. Deus pode mudá-las.
5. Eu preciso fazer a vontade de Deus. Quero ajustar-me a sua vontade. Note, ele ora por si mesmo.

- Mas Jesus ensinou também a orarmos:

1. Pelos outros (salvos). 1 Samuel 12:23 “E, quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito”.

2. Pelo mundo perdido. Lucas 6. 28. “Bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam”.

IV – Pelo que.

- Há seis motivos específicos que devem ser mencionados em nossas orações.

1. Santificado seja o teu nome. “Seja glorificado o nome do Senhor”.

2. Venha o teu reino. “Ora vem Senhor Jesus”.

3. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

4. Dá-nos hoje nosso pão de cada dia.
“Sustenta-nos Senhor”.

5. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores.

6. E não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal.

Conclusão.

- Devemos orar sempre, desistir nunca.

- Muitas serão as vezes que oraremos por coisas que levarão anos para serem respondidas, mas nunca devemos orar sem crer que a resposta virá.

- O tempo de orar é agora, não quando a crise, os problemas, as dificuldades chegarem.

- Ore sempre sem nunca desanimar. Quando o tempo certo chegar, a resposta de Deus virá. Amém.

Adaptado do Livro: O que Jesus espera de seus seguidores: Jonh Piper.

FONTE: http://www.ibvilateixeira.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=82&Itemid=98






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O Profeta
Que não Queria
Profetizar.

Texto: Jonas 1.1-3.




Introdução.

- Dentre todos os livros proféticos do Antigo Testamento, este é um dos mais interessantes, apesar de ter apenas quatro capítulos somente, ele é muito comovente e pedagógico. Nele encontramos a história do profeta que não queria profetizar.

- Esta história é muito viva em nossos dias, pois continuamente encontramos mensageiros de Deus (os salvos em Cristo) que por alguma razão também tem se recusado a pregar o santo evangelho. Talvez as razões não sejam as mesmas, mas a omissão tem sido bem semelhante. Por esta causa temos muito a aprender com esta escritura do Senhor para nós.

Vamos examiná-la por alguns dias e vamos crescer no conhecimento de Deus através dele e especialmente, vamos deixar Deus aquecer nosso coração para que não sejamos profetas que não profetizam (pregadores que não pregam).

I – Em primeiro lugar, quem é Jonas? V1.

- Jonas é um homem com identidade e com família. Ele não é fruto de uma imaginação criativa como os das histórias em quadrinhos.

1. Jonas tem comprovante de endereço. Seu pai é citado. Em 2 Reis 14.25, está registrado que ele era natural de Gate-Hefer, região da Galiléia.

2. Jonas tem família. 1.1. Jonas é Judeu. Ele não é um mal amado, para viver de forma ranzinza. Ele não tem razões emocionais para viver emburrado e desprezando quem quer que seja.

3. Jonas tem Deus. Ele é um servo de Deus.

1.1. “Veio a palavra do Senhor a Jonas”. Deus o escolhera par ser portador dos seus recados aos povos. Na verdade, houve um tempo que Jonas andava suficientemente perto de Deus para lhe ser confiada a profecia de Deus ao povo de Deus e aos Gentios.

- Não há razões para um crente viver de outra forma senão, com a beleza de Cristo estampada em seu rosto. Ele é fruto da graça, da provisão e do cuidado de Deus. Nós somos fruto da graça e da misericórdia de Deus.

- Devemos lembrar disso para vivermos como Habacuque. 3. “Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, 18 todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.”.

II – Em segundo lugar, Jonas tem um chamado e não quer obedecer.

- 1.1-3. “Veio a palavra de Deus a Jonas”.

- É assim que começam as histórias dos profetas. Deus lhes falando.

- Há duas coisas importantes no chamado de Jonas:

1. Jonas é o primeiro pregador aos Gentios. Os demais pregaram ao seu próprio povo. Jonas vai pregar àqueles que estão longe de Deus. 1.2. Jonas é um missionário de missões mundiais.

2. Jonas ao se levantar após o chamado, levanta-se par “fugir de diante da presença do Senhor”.

1.3. Por quê? A Razão é explicada em 4.1-2.

- Jonas não queria a conversão da cidade de Nínive.
- Jonas é o único profeta que não quer que sua pregação seja bem sucedida. Ele é o único pregador que se entristece com o seu sucesso.
- Jonas não quer que as almas dos Ninivitas sejam salvas. Qual a razão?

2. Razões:

Primeira, Nínive foi fundada por Ninrode. Gênesis 10.11.

- Ninrode foi o primeiro escravista.
- Ninrode foi o primeiro homem a tentar dominar o mundo. Igual a Hitler.
- Ninrode era pagão.

Segunda, Nínive é a tradução do Assírio Ninua, transliteração do antigo Sumério Nina. Nina é o nome da deusa Ishtar, chamada em Jeremias 7. 18 de Rainha dos céus. Era a rainha das guerras e do sexo.

- Ninive era uma cidade marcada pela violência e imoralidade.
- Quando os Ninivitas capturavam seus inimigos, seus métodos de torturas incluíam: decepar as mãos, vazar os olhos, estacamento, etc. Os Ninivitas chegaram a cobrar impostos de Israel, reino do norte e por fim destruiu Israel. 2 Rs 17.

- Jonas nunca tinha ido a Nínive, mas sabe da fama da cidade.

- Na cabeça de Jonas, Este povo não merecia nenhuma oportunidade. Jonas conhece Nínive e sua fama. Mas, Jonas conhece Deus e sabe que Ele é misericordioso, longânimo e grande em benignidade.

4.2. Jonas sabe que se houver conversão, haverá perdão. Deus vai dar oportunidade. Por isso, levanta-se para fugir de diante da face do Senhor. Jonas é chamado, mas seu orgulho, vaidade, valores pessoais, convicções religiosas, não o querem permitir pregar a mensagem de Deus aos Ninivitas.

- Nada pode impedir nosso amor pela obra e pelas almas. Jesus não veio para os sãos, mas para os doentes. Estes precisam de médico.

III – Em terceiro lugar, Jonas se escusa de sua responsabilidade. V3.

- Enquanto Isaías se oferece para ir, Jonas quer fugir de sua missão.

- Ele não quer ir.
- Ele escolhe Társis como seu esconderijo.

Porquê?

1. Tárcis ficava no fim do mundo. Isaías 66. 19.

2. Isaías 66.19 diz que Társis é o lugar onde a Palavra de Deus não está. Então, o homem que deve pregar a Palavra de Deus, quer se distanciar dela. Mas, Deus vai frustrá-lo. Jonas não vai para Társis. Vai para Nínive. Goste ou não, Jonas vai para Nínive. Deus quer assim. E a soberania de Deus é muito bem acentuada no Livro. Então Jonas começa a se movimentar. Seu movimento é descendente. Jonas desce para Jope.

- Jonas desce para dentro do Navio.
- Jonas desce para o porão do Navio.
- Jonas desce para o fundo dos mares. O caminho de Jonas é o caminho de todos os que voltam as costas para Deus.
- Jonas está agindo igual à Caim: “da tua presença ficarei escondido”. Gn 4.14. Caim, no entanto, lamentou ter que ficar escondido.
- Jonas quer ficar escondido. Um servo de Deus não deve retroceder.

Por quê?

1. Porque ele se torna uma pessoa perigosa de se ficar perto. Ele é como uma bomba relógio. Ele está na mira de Deus. Logo os marinheiros vão experimentar isto.

2. Porque, quem retrocede vai ser repreendido pelo mundo. Os marinheiros vão repreender Jonas. Como os escarnecedores, repreenderam Pedro.

3. Porque Deus levará esta pessoa, ao mais profundo abismo se necessário, para tratar com ela. Esta é a razão porque somos orientados a não comer com aqueles que afastando-se do caminho, pisam o sangue de Cristo.

- Jonas, não quer cumprir sua missão: Ir e pregar a mensagem que Deus lhe havia dado. Jonas no capítulo 2, cita várias passagens do livro de Salmos. Parece que conhecia bem alguns deles. Mas se conhecia, ignorou o Salmo 139. 7, 8: “Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também”.

- Jonas conhece a Palavra de Deus, mas ele não quer aplicá-la a sua vida. Aprendemos aqui que é possível uma pessoa saber verdades bíblicas e, no entanto, viver em desarmonia com elas.

- Conhecer não significa, necessariamente, praticar. Uma pessoa pode ter muitas informações sobre Deus e assim mesmo não viver em conformidade com essas informações.

Conclusão.

- Jonas, é o profeta que não queria profetizar. Quem é Ele?

* Ele é um homem como nós. Tem família. Tem comprovante de endereço.
* Ele é um servo de Deus. Tem um chamado, uma missão a cumprir.
* Ele é um profeta que se escusa de sua responsabilidade. Não quer pregar.


- Há muitas coisas em comum entre Jonas e nós, não é? Também temos uma família, a família de Deus. Também somos chamados e comissionados a pregar.

- Também temos uma responsabilidade. Não devemos fugir dela. Terminamos esta primeira mensagem olhando para Jonas. E lá vai ele para a sua viagem. Seus planos foram muito bem organizados.

- Planejamento é garantia de meio sucesso. No entanto, vai meter-se numa terrível enrascada, a típica enrascada em que se envolvem os desobedientes.

- Que Deus nos ajude a não fugirmos da nossa tarefa. Que Deus nos ajude a temermos o seu nome.Que Deus nos ajude a fazer aquilo que Deus nos confiou para fazer. Ir e pregar o evangelho. Amém.

FONTE: http://www.ibvilateixeira.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=80&Itemid=95





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terça-feira, 27 de setembro de 2011



O que fazer
quando todos
os fundamentos
são destruídos?

Referência: Salmos 11.1-7




INTRODUÇÃO

1. Os fundamentos da nossa civilização estão destruídos

1. Inversão de Valores

- Estamos vivendo a inversão dos valores na sociedade contemporânea: chamam o mal de bem e o bem de mal; chamam luz de trevas e trevas de luz; chamam o doce de amargo e o amargo de doce (Is 5.20).

- A profecia de Rui Barbosa está se cumprindo: As pessoas parecem que têm vergonha de ser honestas.

- Esta semana vimos o principal traficante do Brasil sendo transportado de jato particular debaixo dos holofotes da imprensa para uma audiência, num gasto de R$ 41.000,00 reais sendo que as pessoas honestas são desamparadas e morrem à míngua.

- A violência chegou a um nível insuportável. No Rio de Janeiro quatro jovens arrastaram um menino de seis anos pelas ruas da cidade preso ao sinto de segurança por sete quilômetros. Detalhe: o menino era da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca e o líder dos bandidos freqüentava igreja evangélica. Uma gangue invadiu esta semana uma escola pública da nossa cidade para matar três alunos. As igrejas estão sendo hoje um dos principais alvos dos bandidos para assaltos.

1. Vivemos numa sociedade onde a criminalidade parece estar fora de controle. O tráfico é um poder paralelo que desafio o Estado de direito.

2. O mundo fala de paz, mas gasta mais com a guerra.

3. As nações poderosas se fortalecem explorando as pobres.

2. A infidelidade

4. Vivemos numa sociedade onde a fidelidade parece ser uma virtude pré-histórica.

- A infidelidade conjugal está chegando a níveis intoleráveis. Onde escasseiam as famílias onde reina a harmonia, onde um deputado acaba de se eleger por um partido e muda de partido no dia seguinte.

3.A corrupção moral

5. Vivemos num país onde a corrupção é endêmica e sistêmica a ponto da três classes que deveriam ser o principal referencial de ética no país, são as três classes mais desacreditadas da nação: POLÍTICOS, POLÍCIA E PASTORES.

6. O homossexualismo que até a poucos anos era um assunto escondido, hoje a televisão faz apologia em suas novelas e documentários.

4. A decadência espiritual das igrejas

7. As igrejas evangélicas até alguns anos eram guardiãs dos valores absolutos, hoje muitas igrejas tornam-se covil de salteadores. A igreja está sendo mais conhecida nas páginas policiais do que pela sua vida piedosa.

8. O povo chamado cristão era considerado até a alguns anos como referência de honestidade, hoje ser evangélico está se tornando sinônimo de caloteiro, de mal pagador, de mau caráter. Muitas empresas já ficam com o pé atrás de contratar funcionários crentes.

5. Quando os fundamentos estão destruídos, a população se desespera

9. Davi estava sendo perseguido por Saul. Saul queria matar Davi e o procurava pelas cidades, campos, desertos e cavernas.

- Ele era o rei, ele era a lei, ele era a força.
- Ele não tinha a quem prestar contas.
- Ele era absoluto.
- Ele oprimiu, perseguiu e matou.
- Ele estava acima da lei. Quando reina a opressão, o povo se desespera. Quando faltam critérios de justiça o povo geme. Quando os valores estão invertidos, a população se desespera.

10. No Brasil alguns políticos, que foram acusados de corrupção, com provas fartas de sua implicação, foram reconduzidos ao poder, alguns com uma votação majestosa. Estamos ensinando as novas gerações que o crime compensa.

I. O PROCESSO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMENTOS

- Toda a era moderna foi uma tentativa de destruir os fundamentos antigos e erigir em seu lugar novos fundamentos.

- Jesus, porém, alertou: “Aquele que ouve a sua Palavra e não a coloca em prática é como um homem que constrói sua casa sobre a areia”.

- A HISTÓRIA DO PENSAMENTO MODERNO consiste na sucessão de fundamentos:

1) DO RACIONALISMO AO ILUMINISMO;
2) DO EMOCIONALISMO AO EXISTENCIALISMO;
3) DO EXISTENCIALISMO AO EXPERIENCIALISMO.
Mas, quando a chuva cai, o vento sopra e os rios batem nesses alicerces eles entram em colapso.

- A era moderna durou apenas 200 anos: Da queda da Bastilha em 1789 a 1989 com queda do Muro de Berlim. Desde 1989 nós vivemos o tempo da Pós-Modernidade: PLURALIZAÇÃO, PRIVATIZAÇÃO E SECULARIZAÇÃO. A proposta da pós-modernidade é construir sem fundamentos, construir sobre o caos.

- Nossa sociedade não tem verdade absoluta.
- Acabaram os limites.
- Acabaram os princípios. Os marcos antigos foram removidos.

- Voltamos ao período dos Juízes de Israel, cada um faz o acha que deve fazer. A própria Igreja Evangélica está confusa.

- Na década de 1990 a 2000 crescemos 58% no Brasil, mas o país não mudou. As pessoas entram na igreja, mas não são transformadas. Constroem sobre a areia. O evangelho não está presente mais nos púlpitos. Os pregadores estão atrás de aplausos e riqueza em vez de buscarem a glória de Deus e a salvação dos perdidos.

- No passado, as pessoas argumentavam em torno do que é certo e errado; do que é verdadeiro e falso.

- Hoje as pessoas negam o conceito de moralidade e verdade. Eles colocam seus sentimentos acima da verdade de Deus.

- O PRAGMATISMO domina a ação do governo, das instituições de ensino e também das igrejas.

- O importante é levar vantagem.
- O importante é o sucesso.
- O que importa é não é a verdade, mas o que funciona. Não me interesso pelo certo, mas pelo que dá certo.
- O que importa é fazer a igreja crescer, mesmo que para isso eu precise mudar a mensagem.
- O que importa é agradar a clientela, mas que para isso eu sacrifique a verdade.

- O pragmatismo está dominando as igrejas. Estamos vendo hoje o evangelho de consumo. As pessoas pregam o que o povo quer ouvir. Não há mais pregação poderosa; o povo quer testemunhos. As pessoas não querem mais a exposição das Escrituras, mas a revelação profética das últimas novidades.

ESSA QUESTÃO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMEMNTOS NÃO É UMA QUESTÃO NOVA

11. Na época de Davi os fundamentos estavam sendo destruídos. Saul era a lei e agia ao arrepio da lei.

12. Na época do Império Romano a sociedade era pluralista. Os romanos eram tolerantes com todas as religiões. Os cristãos só foram perseguidos porque criam numa verdade absoluta.

13. Durante o período do Iluminismo o mundo passou a desprezar a Bíblia. Muitas igrejas deixaram de crer no sobrenatural.

14. No século XIX o Liberalismo devastou os fundamentos e desprezou a infalibilidade, a inerrância e a suficiência das Escrituras.

15. No Século XX o Misticismo tomou conta das igrejas. As pessoas correm atrás de experiências, de milagres, de sinais, de profetas, de cura, de prosperidade. Buscam sentir-se bem e não a Deus. Estão atrás de emoções fortes e não da verdade. Estão centradas no homem e não em Cristo. Os fundamentos estão sendo destruídos.

16. No Século XXI temos assistido um esforço concentrado de pseudo-cientistas e escritores cheios de empáfia lançar seu veneno contra a fidedignidade dos relatos bíblicos, sobretudo, acerca de Jesus.

II. O CONSELHO INSENSATO DOS MEDROSOS (V.2)

17. Os amigos de Davi lhe aconselham: FUJA! ESCAPE! Não enfrente o inimigo, esta é uma causa perdida. Não há chance de sair vitorioso. Muitas vezes somos tentados a desistir, a desanimar, a entregar os pontos, a parar de lutar. Somos tentados a fugir como os soldados de Saul fugiram de Golias, fugir da escola, do trabalho, da empresa, da igreja, do casamento, da cidade, do país.

18. Os conselheiros de Davi argumentam com FATOS:

1) A violência do inimigo é implacável – Eles já armaram o arco e estão com a flecha pronta para atirar;

2) A política do inimigo é enganadora – Eles agem traiçoeiramente, na escuridão. É uma conspiração velada. É uma trama invisível. É uma armadilha fatal;

3) A ação do inimigo é demolidora – Os ímpios destruíram os fundamentos. Eles colocaram por terra os valores absolutos. Eles arrancaram os marcos antigos. Eles viveram os valores de ponta cabeça.

19. Fugir não é solução:

1) O profeta Jeremias queria fugir do ministério: “eu não vou mais falar no teu nome” (20.9).

2) O profeta Elias queria fugir da perseguição de Jezabel (19.10).

3) Jonas tentou fugir de Deus indo para Társis.

4) Pedro tentou levar Jesus a fugir da cruz.

III. O QUE FAZER QUANDO OS FUNDAMENTOS ESTÃO SENDO DESTRUÍDOS (v. 4-7)

20. Este Salmo fala de duas teologias:

1) A SEGURANÇA SÓ PODE SER ENCONTRADA NA FUGA – Se você está ameaçado, abandone as causas justas e fuja. Salve a sua pele. Proteja-se;

2) A SEGURANÇA É ENCONTRADA PELA CONFIANÇA NO CUIDADO PROTETOR DE DEUS (v.1)

– Fugir é covardia. É negar nossa confiança em Deus. Davi encontrou quatro razões para triunfar sobre o medo. A cena sombria dos versos a 1 a 3 se desfaz diante do Senhor. Esse Rei está ocupando o seu lugar e não refugiado. Sua cidade tem alicerces (Hb 11.10). Quais são as razões que a fé encontra para triunfar sobre o medo?

1. A soberania de Deus (v. 4)

- A resposta de Davi diante do conselho dos amigos para fugir e se esconder é que Deus reina.

- Ele está no trono.
- Ele não apenas reina no céu e a partir do céu. Mas também ele reina na terra.
- Ele está no seu santo templo, a igreja.
- Ele habita com a igreja e na igreja.

- Ainda que a cultura destrua os fundamentos da sociedade, o povo de Deus está seguro. Deus está presente e não fugindo.
- Ele está no trono.
- Ele governa.
- Ele reina. A história não é uma nave espacial sem rumo. Deus está no controle de todas as coisas.

- Deus conhece nossos inimigos, conhece suas estratégias. Ele nos guarda e nos dá a vitória. O mal não triunfará para sempre. Os ímpios não prevalecerão.

- O Salmista olha os fundamentos destruídos debaixo dos seus pés, mas vê o trono inabalável de Deus acima da sua cabeça. A terra pode estar em crise, mas não o céu. O mundo pode estar transtornado, mas não o trono do Deus Todo-poderoso.

2. O conhecimento de Deus (v. 5)

O senhor prova os corações dos homens. Ele conhece suas intenções, seus projetos. Ninguém escapará do escrutínio de Deus e do seu julgamento.

a) O Senhor põe à prova ao justo para abençoá-lo – Deus fez isto com Abraão, Deus fez isto com os amigos de Daniel, Deus fez isto com Jó. O Senhor nos prova para nos fortalecer e nos colocar mais perto dele e mais dependentes dele.

b) O Senhor põe à prova o ímpio e sua alma o abomina – As intenções do ímpio são arrogantes e Deus resiste ao soberbo.

3. O juízo de Deus (v. 6)

- Os ímpios que tramam, que corrompem, que destroem os fundamentos não escaparão do juízo de Deus. Podem escapar do juízo dos homens, mas jamais do juízo divino.

- Eles serão banidos para sempre da face de Deus para o fogo eterno. Fogo e enxofre é uma alusão à destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24). Enquanto o Senhor distingue os justos e lhes dá morada eterna e comunhão, os ímpios recebem a chuva do juízo.

- Deus mandou o seu juízo no dilúvio, em Sodoma, na Torre de Babel, no desalojamento das nações cananitas, na queda de Jerusalém, na queda da Babilônia, dos grandes impérios. Ah, mas o maior juízo de Deus será derramado no dia do juízo final. Todos vão ter que comparecer perante o tribunal de Deus e terão ser julgados segundo as suas obras.

4. A recompensa de Deus (v. 7)

- O Salmo termina como começou, com o Senhor. Sua soberania, sua intervenção e suas recompensas são uma resposta ao medo do verso 3 e à frustração do verso 3b.

- Davi olhou não para a sociedade sem fundamentos, mas para Deus. Ele viu não o poder do inimigo, mas a majestade de Deus. Em vez de buscar falsos refúgios, buscou a Deus.

- Davi encontrou paz no meio da tempestade.

Ilustração:
Um dia de domingo eu cheguei na igreja e vi dois pássaros cantando na copa da mangueira defronte do nosso templo. Então, comecei a meditar sobre o que estavam cantando. Um conversava com outro ao ver os crentes entrando para o templo preocupados, ansiosos e com medo. Um perguntou: Por que eles estão preocupados e com medo? O outro respondeu: É por que eles não têm o Pai que nós temos ou pensam que não têm.

A maior recompensa do salvo é contemplar a face daquele que nos contempla todos os dias e nos sonda. Veremos o Senhor face a face e reinaremos com ele. Ah! O seu trono jamais será abalado e nessa cidade onde vamos morar os fundamentos jamais serão destruídos!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes





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domingo, 25 de setembro de 2011



A SABEDORIA
QUE PODE
TORNAR-TE SÁBIO




INTRODUÇÃO:

Texto bíblico do sermão: Provérbios 2:1-10


1. Falta de sabedoria: Decepções, tristezas, altos e baixos, aflições e angústia caracterizam a vida de quem não tem a verdadeira sabedoria.

2. Importância da sabedoria: Há um convite fervoroso na Bíblia, escrito por Salomão que apresenta a importância de ser sábio para se viver bem.

3. Procure a sabedoria:

- Em um ambiente social de injustiças, imoralidades e ignorância se tornam desafiadora a busca pela verdadeira sabedoria, mas todos a podem encontrar. E, como diz um provérbio chinês “Uma jornada de mil léguas começa com o primeiro passo”.

I. A SABEDORIA REQUER PESQUISA INTENSA – Provérbios 2:1-4

O sábio rei Salomão declarou que apesar da sabedoria estar à disposição de todos e ser a melhor aquisição realizada por alguém, ela é fruto de muito esforço e perseverança.

1. A busca pela sabedoria requer muito esforço, devido a tanta ignorância entre os seres humanos (versos 1 e 2).

a) Devido à ignorância atual nos seres humanos, a negligência nesta busca é evidente. Por isso, o alvo de muitas pessoas é adquirir riquezas, mas não sabedoria.

b) Devido à negligência de esforçar-se por adquirir sabedoria, há uma universal conformação com a ignorância; todavia, não percebem que ser rico sem ser sábio é pura loucura.

c) Devido à exigência da sabedoria, muitos seres humanos atrofiam seus cérebros na superficialidade do mero conhecimento humano a ainda se gabam orgulhosamente do pouco que sabem. Eis a maior prova de tamanha ignorância!

2. A busca pela sabedoria deve começar cedo na vida e exige toda a habilidade e força jovial para clamar em alta voz por ela (verso 3).

3. A busca pela sabedoria é comparada a escavar profundamente com a perseverança de quem procura ouro e diamante (verso 4).

II. A SABEDORIA É UM DOM DE DEUS – Provérbios 2:5-6

Tudo o que é bom vem de Deus. Como a sabedoria é melhor que prata e ouro ela é de Deus e vem de Deus. Desta forma, os seres humanos podem adquirir sabedoria, porém não independentes de Deus nem de Seu sagrado livro, que é Sua revelação da sabedoria verdadeira.

1. A natureza revela sabedoria e é a criação de Deus: “A criação não apenas existe, ela também destila verdade” (Von Rad).

- Quando o ser humano deseja aprender sabedoria, ele recorre à ciência e à natureza, que refletem a sabedoria do Criador; pois Ele a criou num contexto de sabedoria.

- Quando a ciência chega em seu limite, só Deus tem a resposta; assim, quem se esforça, persevera e clama pela sabedoria verdadeira entenderá o temor do Senhor e achará o conhecimento de Deus (verso 5).

2. A Bíblia é fonte da mais pura sabedoria e é revelação de Deus:

- Muitos cristãos fazem leituras bíblicas superficiais, rápidas, sem pesquisa e sem estudo intenso. Apenas para o ávido pesquisador que se aventurar e se aprofundar nas Sagradas Palavras da Bíblia verá um universo de sabedoria celestial se abrir para ele.

- As pessoas podem obter informações científicas, mas a menos que obtenham conhecimento da Bíblia e de Deus não possuem a verdadeira sabedoria.

3. A sabedoria pertence a Deus e Ele a dá a quem realmente deseja obtê-la:
- Quando arrogantemente o ser humano se jacta de seu conhecimento ou quando elimina Deus de suas teorias, passa-se a acreditar em coisas absurdamente ridículas; pois, a verdadeira sabedoria está infinitamente além da sabedoria mundana, e esta só Deus tem para doar.

III. A SABEDORIA RESULTA EM GRANDES RECOMPENSAS – Provérbios 2:7-10

1. A busca pela sabedoria traz o conhecimento de Deus:

- A superficialidade sapiencial não leva a Deus, mas quem se aprofunda na busca pela sabedoria encontrará a certeza da existência de um Deus poderoso.

2. A aquisição da sabedoria não se compara com as riquezas das minas terrestres:

- Não há dúvidas que a prata e os tesouros da terra são valiosos, mas a sabedoria divina supera em valor a qualquer riqueza deste mundo.

3. A sabedoria protege o ser humano das burrices da vida:

- A busca pela verdadeira sabedoria fortalece a memória, estimula o intelecto mais do que qualquer outra coisa.

- O estudo da Bíblia e o encontro com Deus tornam as pessoas corretas, virtuosas, sensatas, justas e alegres (versos 7-10).

CONCLUSÃO:

1. A verdadeira busca pela sabedoria leva o pesquisador ávido pela verdade ao conhecimento de Deus (verso 5).

2. A verdadeira busca pela sabedoria conduz o pesquisador pelas veredas da justiça, da retidão e da santidade que o livrará das conseqüências da perversidade, corrupção e imoralidade (versos 7-8) .

3. A verdadeira sabedoria obtida por quem a procura perseverantemente enobrecerá o caráter e a vida do sábio (versos 9-10).

APELO:

1. Atente à sabedoria o teu ouvido, e verás que vale a pena (verso 1).


2. Incline o coração ao entendimento, e serás inteligente, intelectual (verso 2).


3. Busque sabedoria mais do que riquezas, e serás ricamente sábio (verso 4).


AUTOR E FONTE: Pr. Heber Toth Armí / http://portal-biblico.blogspot.com/search/label/SERM%C3%83O%20EXPOSITIVO





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sábado, 24 de setembro de 2011



ELEMENTOS DE UMA
ORAÇÃO EFICAZ


Texto: 2 Crônicas 20.5-12




Introdução

> Para se fazer uma comida gostosa (um bolo, por exemplo) alguns ingredientes são necessários.

> Para se fazer algo comum basta se utilizar o corriqueiro, mas para se fazer algo especial existem alguns segredos, alguns ingredientes que não podem faltar.

> Respeitando-se as devidas proporções, o mesmo acontece com a oração!

Transição

(AT) Toda oração eficaz é composta de elementos indispensáveis.

(ST) A partir desta oração de Josafá, o texto nos mostra alguns elementos indispensáveis a uma oração eficaz.

I.) Reconheça a soberania, o domínio, a força e o poder de Deus – v. 6

> Nosso Deus é o Deus da providência; sempre esteve, está e sempre estará no controle de todas as coisas.

> Ver 1 Cr 29.12; Sl 62.11; 115.3; Is 43.13.

II.) Relembre os feitos e as promessas de Deus – v. 7

> Para que a nossa própria fé seja fortalecida enquanto oramos, devemos falar em oração dos grandes feitos e das promessas de Deus!

> Relembre feitos e promessas de Deus específicos relativos à sua vida.
III.) Relembre os votos e propósitos feitos ao Senhor – v. 8, 9

> Os votos feitos ao Senhor devem ser cumpridos – Nm 30.2; Dt 23.21; Ec 5.4,5.

> O povo havia feito o voto e o propósito de que quando estivessem em sérios problemas buscariam a Deus. Agora deviam cumprir o propósito.

> Muitos têm feito votos e propósitos de servir a Deus e não tem cumprido! Votos de serem dizimistas, de participarem de uma campanha de oração, de se envolverem em ministérios, de participarem das atividades da igreja, etc.


> Ao relembrar os votos e propósitos feitos pelo povo diante do Senhor, Josafá também relembra da eficácia que existe no caminho da contrição e do arrependimento. Um coração contrito e quebrantado Deus não desprezará (Sl 51.17).

IV.) Apresente a causa, a situação, o problema, a necessidade a Deus – v. 10, 11

> Exponha o seu problema de forma especifica e clara a Deus! Se abra honestamente com Deus! Desabafe com Deus!

V.) Clame pela justiça de Deus – v. 12 a

> Não queira fazer e nem faça justiça com suas próprias mãos – Rm 12.19

> Deus é o Justo Juiz – Gn 18.25; Sl 58.18; 96.13; Ec 3.17; Hb 12.23

VI.) Reconheça a sua limitação – v. 12 b

> Enquanto nos escudarmos em nossa própria capacidade, em nossas forças, jamais seremos vitoriosos!

> Somos limitados e devemos reconhecer isso – Sl 49.12; 78.39; 103.14; Is 64.6; Mt 5.36; 6.27

VII.) Declare sua total confiança em Deus e sua completa dependência dEle – v. 12 c

> Confie em Deus – Sl 118.8; Is 26.4; 50.10

> Dependa de Deus – Sl 127.1; Jo 15.5; 2 Co 3.5

Conclusão

> Que possamos priorizar e melhorar a qualidade de nossa vida de oração!

> Se seguirmos estes elementos, certamente nossa oração será uma oração eficaz!


AUTOR: Pr. Ronaldo Guedes Beserra





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