domingo, 31 de julho de 2011



INTIMIDADE
NA ADORAÇÃO




INTRODUÇÃO

- Trata-se de um tema extremamente popularizado no meio evangélico em todo o mundo, requer no entanto, um reflexão mais aprofundada a fim de percebermos em que direção estamos levando a adoração a Deus.

- Nesta mensagem abordaremos o assunto em tres aspectos:

Primeiro, uma reflexão sobre o que tem sido a intimidade na adoração em nossos dias.

Segundo, o que a bíblia ensina sobre a intimidade na adoração.

Terceiro, e por último, as lições que aprendemos com estas reflexões.

I – UMA REFLEXÃO SOBRE O QUE TEM SIDO A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO.

Quando observamos a intimidade na adoração ensinada e praticada em nossos dias, percebemos três problemas.

1. O Problema de Conteúdo
“Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos”
(Jo 4.22)

- Percebemos que muito da intimidade na adoração que se prega hoje, encontra-se reduzido a meros sentimentos, rápidos momentos litúrgicos e pouco conhecimento daquile que se adora.

2. O Problema de Relacionamento

“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mt 15.8).

- Observe o que o próprio Adorado falou sobre a adoração que lhe era dada, “aproxima de mim com a sua boca”, era algo discursivo, verborréico, mas desprovido de verdade.
- É possível interpretar um papel bíblico sem, no entanto crer nas verdades que interpreta.

3. O Problema de Autoridade

“E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje” (Mt 11.23).

- A cidade de Cafarnaum foi a cidade que maior intimidade desfrutou no ministério público com Jesus, vendo milagres que converteriam até as piores cidades, entretando, tal convivênvia produziu certa vaidade e profundo orgulho que condenou Cafarnaum como cidade impenitente.

II – O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO.

- Adoração segundo a bíblia tem significados bem mais profundos do que usualmente percebemos naquilo que se pratica e se chama de adoração.

Vejamos as principais lições bíblicas sobre adoração.

1. A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO TRANSFORMA O ADORADOR.
“Mas todos nós, com rosto descoberto (intimidade), refletindo como um espelho a glória do Senhor (adorando), somos transformados(transformação) de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”
(2 Co 3.18).

2. A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO TEM CONTEÚDO
“Ó SENHOR Deus de Abraão, de Isaque e de Israel” (1 Re 18.36)

3. A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO É EXTENSÃO DE VIDA
“Aquele que me curou, ele próprio disse: Toma o teu leito, e anda” (Jo 5.11).

4. A INTIMIDADE NA ADORAÇÃO INDEPENDE DAS CIRCUNSTÂNCIAS
“E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam” (At 16.25).

III – CONCLUSÕES ADVINDAS DA REFLEXÃO.

- Que conteúdo você estará levando hoje.

- Que mudanças Deus está fazendo em sua vida hoje.







FONTE: http://www.mibs12.com.br/portal20/index.php?option=com_content&view=article&id=214:intimidade-na-adoracao&catid=82:adoracao&Itemid=103


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Preocupação

Filipenses 4:6
Não se preocupem com nada, mas em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido.




- Dois empresários estavam conversando sobre dificuldades econômicas. Jack disse: "Estou quase a perder o meu negócio e a nossa casa está hipotecada; mas isto não me preocupa". Bob, seu amigo, perguntou: "Como você pode não estar preocupado?"
Jack respondeu: "Contratei um preocupador profissional. Ele se preocupa em meu lugar. Por isso, eu não tenho que pensar nisso!" Bob replicou: "Mas é uma idéia fantástica! Quanto custa contratar um preocupador profissional?" "US$ 50.000 por ano", respondeu Jack. "US$ 50.000! E onde você vai arrumar tanto dinheiro?" Jack respondeu: "Eu não sei. Essa preocupação é dele!"

- Preocupar-se é algo que você aprendeu. Não existe o "preocupado de nascença".

- Preocupação é a resposta às circunstâncias da vida, fruto de um aprendizado.

Você aprendeu a se preocupar a partir de duas fontes:

1 - Através da experiência.

- Após anos de enganos, fracassos e expectativas frustradas, você descobriu que nem sempre as coisas caminham como se espera. A partir destas experiências, você adquiriu o hábito de preocupar-se.

2 - Através de exemplos.

- Existem muitos exemplos à sua volta.

- Estudos mostram que as crianças acostumam captar as preocupações de seus pais. Pais ansiosos geram crianças ansiosas.

- Preocupação pode ser desaprendida. A boa notícia é que, uma vez que a preocupação é fruto de um aprendizado e uma resposta às circunstâncias da vida, ela pode ser desaprendida!

- Para se vencer a preocupação é importante tomar consciência de que ela é inútil. Preocupar-se é deixar-se "cozinhar em banho-maria".

- A preocupação não pode alterar o passado. Não tem poder para controlar o futuro. Apenas faz com que você se sinta miserável hoje.

- Preocupação jamais resolveu um problema ou pagou uma conta. Nunca curou uma doença. Ela apenas o paralisa, impedindo-o de trabalhar para encontrar sua solução.

- A preocupação é como o motor de um carro de corrida em ponto neutro, ele não o leva a lugar nenhum, apenas consome combustível. "A ansiedade no coração deixa o homem abatido" (Provérbios 12,25).

- Preocupação exagera o problema. Ela joga com a imaginação. Você já notou que quando se preocupa acerca de um problema ele se avoluma? A cada vez que você o repete em sua mente, a tendência é acrescentar-lhe detalhes, amplificá-lo, o que faz que você se sinta cada vez pior.

Qual a solução?

- Preocupar significa se ocupar com antecedência. Jesus compartilha com esta visão. Ao abordar o assunto no evangelho de Mateus capítulo seis, Ele declarada uma frase conhecida, “buscai, pois’, em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e tudo o mais será acrescentado Mt 6:33”. E disse mais; Mateus 6:34 Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.


- Este é um grande ensinamento, basta a cada dia seu próprio mal, já tenho minhas ocupações hoje e não preciso antecipar as de amanhã.

- Hoje se diz o mesmo de maneira diferente; viva um dia de cada vez! Muitos não valorizam palavras motivacionais como estas, todavia há pessoas que se suicidam diante de certos problemas e outras que dão a volta por cima e resolvem seus problemas.

- Qual é o diferencial de uma e outra pessoa? Muitas podem ser as respostas, mas uma delas é a cosmo-visão, a maneira de ver o mundo.

- Se você tem visto o mundo sob um prisma negativo em meio a preocupações, tente mudar sua cosmovisão.

Veja as várias maneiras de ver o mundo:

- Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.

- Minha função é escolher que tipo de dia que vou ter hoje.

- Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a rua.

- Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

- Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

- Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

- Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.

- Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto que abrigue minha família e meus pertences.

- Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade fazer novas amizades.

- Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

- O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma ao meu dia e ao meu mundo.

Aplicação.

- Tenha foco na solução e não no problema. Viva um dia de cada vez. Olhe para perto de você. Ninguém agrada a todos. Problemas acontecem, sempre é possível recomeçar. Deus tem um projeto de vitória para você

- Se você gastasse tanto tempo orando, quanto gasta se preocupando, teria muito menos com que se preocupar

- Martinho Lutero disse: quando tenho poucas coisas para fazer oro uma ora por dia na madrugada que antecede, porém se tenho muito que fazer oro duas oras por dia.

- Fale com Deus sobre o que o está preocupando. Ele pode fazer algo em relação ao motivo da sua preocupação.



"Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-lhe Suas respostas. Se fizerem isto, vocês terão experiência do que é a paz de Deus, que é muito mais maravilhosa do que a mente humana pode compreender. Sua paz conservará a mente e o coração de vocês na calma e tranqüilidade, à medida que vocês confiam em Cristo Jesus" (Filipenses 4:4-7.



AUTOR: Vanderlei Cardoso, pastor.
FONTE: http://www.redeapostolica.com.br/Estudos/cura_interior/Preocupacao/






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quinta-feira, 28 de julho de 2011



Um homem poderoso
em palavras e obras




- No dia 6 de fevereiro comemora-se o dia do homem presbiteriano. Por isso, queremos evocar a figura de um homem que foi poderoso em palavras e obras. Ele pode ser nosso exemplo, pois viveu irrepreensivelmente e morreu vitoriosamente.

- Esse homem é Estêvão. Podemos aprender acerca dele em Atos 6 e 7.

Destacamos três verdades sublimes acerca desse diácono pregador, desse homem que viveu de forma maiúscula e deixou para nós um desafiador legado.

Quem foi Estêvão?

1. Um homem de vida irrepreensível

- A palavra que melhor descreve a vida de Estevão é plenitude.

- Ele foi um homem cheio de fé e do Espírito Santo (At 6.5).

- Ele foi um homem cheio de graça e poder (At 6.8).

- Ele foi um homem cheio da Palavra (At 7.2-53) e cheio de perdão (At 7.60).

- Hoje vemos homens cheios de conhecimento, cheios de bens, cheios de diplomas e cheios de compromissos, mas poucos homens vivem na plenitude do Espírito.

- Poucos conhecem o que significa ser cheios de fé. Escasseiam-se aqueles que são cheios de graça e poder.

- Há muitos que estão cheios de mágoas, mas poucos estão cheios de amor e perdão. A vida de Estêvão constitui-se para nós não apenas um exemplo, mas também um desafio. Precisamos de homens que sejam santos em seu proceder.

- Que sejam sólidos na Palavra, mas ao mesmo tempo tenham corações quebrantados, a ponto de perdoarem até mesmo os seus algozes.

2. Um homem de palavras irresistíveis

- Um homem cheio de fé e do Espírito, cheio de graça e poder pode enfrentar os mais hostis inimigos e as mais duras perseguições.

- Estêvão foi atacado não pelos pagãos
, mas pelos religiosos do seu tempo (At 6.9). Esses inimigos de plantão discutiam com Estêvão, mas não podiam sobrepor-se à sabedoria e ao Espírito com que ele falava (At 6.10).

- A sabedoria com que Estêvão falava, não estava em seu refinado conhecimento intelectual nem mesmo em sua eloqüência, mas no apurado conhecimento bíblico, proclamado no poder do Espírito Santo.

- O sermão de Estêvão registrado no capítulo 7 de Atos é o sermão com o maior número de citações bíblicas registrado na Bíblia.

- Estêvão não era um escriba, um teólogo. Diríamos hoje que ele era um leigo. Mas suas palavras eram irresistíveis, porque estavam fundamentadas nas Escrituras. Precisamos de homens cheios do Espírito e cheios da Palavra.

- Precisamos de homens que tenham coragem de pregar a Palavra ainda que isto custe-lhe a própria vida.

3. Um homem de obras inegáveis

- Estêvão conjugava em sua vida palavras e obras, doutrina e piedade, conhecimento e poder.

- Suas palavras não eram vazias. Seu discurso não era teórico. Diz a Escritura: “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At 6.8).

- Suas obras referendavam suas palavras.

- Sua vida era o fundamento do seu ministério.

- Os prodígios e grandes sinais que Estêvão realizava entre o povo não eram, entretanto, a expressão de um poder inerente que possuía. O poder pertence a Deus.

- É Deus quem tem o poder.
- É Deus quem realiza os prodígios e grandes sinais por meio de seus servos.

- Estêvão não era a fonte do poder de Deus, mas seu canal. Hoje, precisamos também de homens que tenham obras dignas de Deus.

- Homens que sejam instrumentos nas mãos de Deus para realizarem a obra de Deus, na dependência de Deus, para a glória de Deus.

- Estevão foi um homem cheio do Espírito na vida e também na hora da morte. Ele morreu como viveu. Seu exemplo transcende os séculos e desafia-nos ainda hoje a vivermos do modo digno de Deus.

Que os homens presbiterianos, à semelhança de Estêvão, tenham vida irrepreensível, palavras irresistíveis e obras inegáveis.

AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes
FONTE: http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/02/um-homem-poderoso-em-palavras-e-obras/





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quarta-feira, 27 de julho de 2011



OS TRISTES RESULTADOS
DE NÃO ORAR





- A série O PECADO NÃO ORAR nos desafiará a viver uma vida mais plena, intensa e constante de oração.

- Vamos entender biblicamente porque devemos orar e porque pecamos quando não oramos.

- Recomendamos a leitura do apaixonante livro “O PECADO DE NÃO ORAR”, de John Richard Rice, com acréscimos e adaptações de Jonathan Santos. Editora Vale da Bênção.



INTRODUÇÃO

1Sm 12.23a - E longe de mim esteja pecar contra o SENHOR, deixando de orar por vocês.

- Existem pecados por comissão e pecados por omissão.

- Não orar é um grave pecado de omissão.

- Não orar é uma forma de INCREDULIDADE.

- Todos os fracassos em nossa vida acontecem por falta de oração

- O maior mal de uma igreja é a falta de oração.

- Também é pecado orar de forma EGOÍSTA.

Tg 4.3 Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres.

- A falta de oração traz consigo a falta de PODER, de FRUTO e GOZO celestial.

- Vamos orar a Deus pedindo perdão por não orarmos, por orarmos pouco ou por orarmos de forma errada.

OS TRISTES RESULTADOS DE NÃO ORAR
VOCÊ NÃO RECEBE O QUE PODERIA RECEBER

- Não têm, porque não pedem. Tiago 4.2

- Não pedem e não recebem. Não buscam e, consequentemente, não acham. Não batem e, como resultado, a porta não se abre. Mt 7.7-8.

- Muitos filhos de Deus vivem neste mundo como órfãos, como se Deus não os amasse.

- Muito fracasso, pobreza, muita derrota e tristeza vêem aos cristãos simplesmente porque não oram.

O exemplo do rei Asa:

12 No trigésimo nono ano de seu reinado, Asa foi atacado por uma doença nos pés. Embora a sua doença fosse grave, não buscou ajuda do SENHOR, mas só dos médicos. 13 Então, no quadragésimo primeiro ano do seu reinado, Asa morreu e descansou com os seus antepassados. 2 Cr 16.12-13

- Deus ouviu a oração de Abraão e salvou a vida de Ló, quando Sodoma foi destruída.

- Ouviu também as orações de Ester, Mardoqueu e seus amigos, para salvar a vida dos judeus.

- O rei Ezequias orou e Deus lhe deu mais 15 anos de vida.

- Porque não oramos perdemos muitas bênçãos.

- Pessoas estão doentes, quando poderiam estar sãs.

- Alguns morrem, quando poderiam viver.

- Negócios fracassam, quando poderiam prosperar.

- Muitos têm fome e não têm roupa, quando poderiam estar vestidos e alimentados para a glória de Deus, se somente orássemos.

FALE AGORA PARA DEUS UMA NECESSIDADE SUA.

ORE POR UMA NECESSIDADE DO SEU IRMÃO.
A OBRA DE DEUS SOFRE E ENFRAQUECE

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra. 2 Cr 7.14

- Deus promete ouvir o seu povo quando o buscamos com humildade, oração, súplica e arrependimento.

- Quanto tem perdido a Igreja de Cristo por falta de oração!

- Ministérios fracassam por falta de oração.
- Igrejas dividem por falta de oração.
- Missionários retornam por falta de oração.
- Não há conversões por falta de oração.

ORE AGORA POR UMA NECESSIDADE DA SUA IGREJA.
ORE JUNTO COM OUTRO IRMÃO SOBRE NECESSIDADES DA OBRA DE DEUS.
MILHARES DE ALMAS SE PERDEM

- Milhares de almas estão indo para o inferno porque não estamos orando.

- Ninguém será salvo a não ser pelo Evangelho.

- Quantas almas estão agora no inferno porque ninguém orou por elas!

- Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão. Lc 13.3

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados? Romanos 10.14

ORE AGORA POR UMA PESSOA SEM CRISTO.
ORE COM OUTRA PESSOA AGORA PELA SALVAÇÃO DE VIDAS (citar nomes).


CONCLUSÃO

- Deixar de orar é enfraquecer na fé, é afastar-se da vontade de Deus, é dar brecha para o pecado e para o inimigo em nossas vidas.
- Deus não deixa de nos amar por isso, mas acabamos por esquecer do amor dele, perdemos intimidade com ele, fracassamos e perdemos o melhor de Deus e de suas bênçãos para as nossas vidas.




AUTOR: Pr. Luiz Sanches
Pastor Sênior / SÉRIE: O PECADO DE NÃO ORAR
23/FEVEREIRO/2011

FONTE: http://www.pibjacarei.com/esboco2009/esboco_23_02_2011.html






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Preparando-se para
o grande encontro


1Então, o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. 2E cinco delas eram prudentes, e cinco, loucas. 3As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. 4Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas. 5E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram. 6Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro! 7Então, todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lâmpadas. 8E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. 9Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós. 10E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. 11E, depois, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 12E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. 13Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir. MT. 25. 1-13







INTRODUÇÃO:

Jesus compara o evento da sua segunda vinda a uma alegre procissão de casamento, exemplificando a necessidade do preparo para a sua volta, em ambos os eventos os não preparados não podem entrar.

CONTEXTO:

Um casamento Judeu era sempre precedido de um ritual, isso gerava uma certa expectativa nos participantes que tinham que se preparar com antecedência, todos os passos eram ensaiados várias vezes para que nada desse errado, pois o casamento em si dependia muito desse ritual. Algumas virgens eram selecionadas para serem acompanhantes da noiva, geralmente eram suas amigas, enquanto que alguns amigos do noivo também eram convidados para acompanhá-lo. No dia do casamento a noiva ficava em uma casa com as virgens, suas amigas, preparadas e adornadas, munidas de lâmpadas e azeite. O noivo ficava em outro lugar com os seus amigos e em um certo momento saiam para buscar a noiva com as suas acompanhantes. Todos levavam lâmpada e azeite, era parte do ritual durante todo o percurso as lâmpadas permanecerem acesas, em nenhum momento poderiam apagar-se, e muitas vezes o percurso era longo e para manter as lâmpadas acesas era necessário azeite de reserva. Depois de andar por todo o percurso de ida com as lâmpadas acesas o noivo com os seus amigos chegavam ao lugar onde a noiva com as suas amigas estavam a esperar, então se dava o encontro só que quando o percurso era longo os homens gastavam uma grande parte do seu azeite, então era responsabilidade das mulheres iluminarem o caminho de volta. Após o encontro, o noivo levava a noiva e todos os seus amigos juntos para o evento principal que era a cerimônia de casamento. Porém quando eles entravam na casa para festejarem as portas se fechavam e depois disso qualquer outro que chegasse seria considerado indigno ou não convidado.

ALGUMAS COMPARAÇÕES QUE PODEMOS FAZER:

- A quem se comparam as virgens? São comparadas com os crentes de hoje. (ALGUNS PRUDENTES, ALGUNS NEGLIGENTES)

- A quem se compara o noivo? O noivo é Cristo que vem buscar a sua noiva, a igreja, e aqueles que acompanharão deverão estar preparados.

- O que é o azeite? O azeite é a reserva do crente, assim como as virgens precisavam de azeite além das lâmpadas acesas, o crente precisa ter algo a mais. Não basta apenas ser crente, tem que estar preparado. É o agir do espírito Santo, não a manifestação, como muitos dizem, mas as obras que realizamos através dEle.

QUAIS AS LIÇÕES QUE APRENDEMOS?

1º. lugar - Todos teremos um encontro com Jesus: (II Corintios 5:10)

- Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal. A maneira se Dará o encontro é nisso que devemos pensar.

2º. lugar - Não devemos apenas esperar o dia do encontro, mas prepararmo-nos para esse dia.
V. 4. (II Corintios 11:2,3)

Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.

3º. lugar - O fato de parecer tardia a vinda de cristo, não quer dizer que ele não venha mais, assim como o noivo ele virá numa hora em que ninguém estará esperando, por isso não devemos ficar descuidados, devemos ter sempre a expectativa que ele breve virá! V. 5 – 10. (Apocalipse 16:15)

Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas.

4º. lugar - Estar preparado para o encontro com Jesus implicará em subir com ele na sua vinda e entrar pela porta antes que ela se feche.

- Não estar preparado implicará em ficar de fora, não subir com ele e ter que bater na porta depois.V.11.( Lucas 13:25-27)

Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, SENHOR, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade.

CONCLUSÃO

É fato sim que todos um dia hão de encontrar-se com Jesus, mas em que ordem se dará esse encontro?

Como você quer se encontrar com Ele?

Nas nuvens ou mediante o Seu tribunal para ser julgado? Para receber galardão ou punição?

Para festejar ou lamentar?...

Hoje você pode começar a definir a como se dará o seu encontro com Jesus! (Mateus 10:32-33)

Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.


Autor: Dc. Roberto Basílio

Fonte: http://www.estudosgospel.com.br/esbocos/geral/preparando-se-para-o-grande-encontro.html








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terça-feira, 26 de julho de 2011



A Prática da
Presença de Deus

Mateus 6:25-33




Fomos chamados para andar com Deus todos os dias se nossa vida, em comunhão constante, intimidade, ouvindo sua voz, declarando sua vontade aos homens, glorificando o Senhor em toda maneira de ser e viver nessa terra.

1. Quando Você Anda na Presença de Deus, Você não Precisa Ficar Ansioso. Ele Cuida de Cada Detalhe (V.25).

a) Deus alimentou o povo de Israel durante 40 anos no deserto – 2.500.000 pessoas.

b) Deus cuidou de cada detalhe da vida do povo de Israel, saúde, roupas, água, alimento, clima ... etc (Exodo13:21,22; Deut. 8:3,4)

c) Deus alimentou o profeta Elias numa época de seca. (I Reis 17:1-16)

d) Davi testemunhou sobre o cuidado de Deus dizendo: “Fui moço, hoje sou velho, porém nunca vi desamparado o justo...” (Salmo 37:25; Filipenses 4:19)

2. Somos Motivados a Praticar a Presença de Deus, Olhando para a “Fé” dos Pássaros. (V. 26)

a) Deus quer cuidar de nós como um pai de família cuida de seus filhos. Ex: Seu filho não te oferece metade do café da manhã, para que você possa garantir o almoço dele...

b) Deus cuida de cada detalhe de sua criação com um propósito supremo e eterno...

c) Se você já nasceu de novo, você é membro da família de Deus, isso significa que Ele cuida de tudo. (Efésios 2:18-20)

3. A Prática da Presença de Deus Traz Cura para a Ansiedade. (V. 25,28-32)

a) Na presença de Deus você está seguro.

b) Na presença de Deus há abundância, vida, bênção, plenitude de alegria e paz...

c) O seu futuro está nas mãos de Deus, sua aposentadoria, velhice... etc.

d) Jesus disse “Eis que estou convosco todos os dias...” (Mateus 28:20)

e) Deus quer cuidar de sua vida física, psicológica, emocional e espiritual, financeira, profissional ...

f) Deus não se compromete em te tornar rico, mas de cuidar de você e suprir todas as tuas necessidades. (Filipenses 4:19)

4. Quando Você Pratica a Presença de Deus e Busca o seu Reino em 1º Lugar, Ele Abençoa Todas as Áreas de Sua Vida. (V. 33)

a) Você pode praticar a presença de Deus lembrando-se do Senhor pelo menos uma vez por minuto. Cantar, orar, falar, ler, sentir, ajudar alguém, manter a mente ocupada com as coisas do céu... (Col 3:1,2)

b) As bênçãos e o cuidado de Deus dependem da prioridade que damos a Ele. (v. 33).

Ex: Jesus multiplicou os pães e alimentou a multidão, porque eles estavam ouvindo a Jesus desde a manhã até à tarde. (Mateus 14:14-21)

c) Se você buscar a Deus e o Seu Reino em 1º lugar, você não precisará buscar as
bênçãos, pois as bênçãos te acompanharão onde você estiver. (Mateus 6:33; Deuteronômio 28:2-8)

- Somos motivados por Jesus a praticar a presença de Deus em nossas vidas, descansando no Senhor, entregando tudo em suas santas mãos (Salmo 37:4-5). Se não fizermos isso, nos tornaremos escravos das coisas temporais desde mundo.

- O Senhor quer que andemos com Ele, que o amemos, que confiemos n’Ele de todo o nosso coração.

- Andar com Jesus, fazer o que Ele fez, amar como Ele ama, servir como Ele serviu, confiar no Pai como Ele confiou; praticar a presença do Pai como Ele praticou; cultuar como Ele cultuou... Esse é o nosso chamado.

FONTE: http://www.pibmarilia.org.br/sermoes.php?ida6_sermoes=80





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domingo, 24 de julho de 2011



Quando o povo de Deus
desiste de cantar

Referência: Salmos 137.1-9




INTRODUÇÃO

- Um escritor afirmou: “Antigas bênçãos não são suficientes para a vida de hoje nem antigas mágoas devem estragar o presente”.

- Este texto fala do cativeiro babilônico. A gloriosa cidade de Jerusalém havia sido invadida, saqueada e destruída por Nabucodonosor em 586 antes de Cristo. O povo de Judá por não ouvir a voz de Deus e por se corromper moral e espiritualmente foi levado cativo.

- Foi um cerco doloroso. Os jovens foram esmagados e passados ao fio da espada. As crianças esmagadas sob as pedras. As jovens foram forçadas. Os morreram à espada foram mais felizes do que aqueles que morreram de fome dentro das muralhas. Os que tentavam escapar do cerco da morte eram encurralados pelos Edomitas que festejavam a ruína de Jerusalém.

- O povo viveu no cativeiro setenta anos. Aqueles que voltaram estão relembrando o passado. Eles estão vivendo de reminiscências amargas.
- Eles desenterrando o passado de dor. Estão fazendo incursões pelos corredores sombrios das lembranças que um dia os fizeram sofrer.
- Eles se lembram quando deixaram de cantar.
- Eles se lembram quando dependuraram suas harpas. O cativeiro havia passado, mas as memórias amargas não.

- De vez em quando somos também assaltados por crises medonhas. A vida fica estranha.
- Perdemos a doçura da vida.
- Ficamos amargos, azedos, fechados.
- Deixamos que as circunstâncias determinem nossas emoções.
- Deixamos de cantar. Tornamo-nos um poço de amargura.

- É fácil cantar em Sião, os cânticos de Sião. Mas, somos chamados a entoar os cânticos do Senhor no cativeiro, no aperto, debaixo da opressão, na dor, no luto, no prejuízo, na afronta, na enfermidade. Não podemos deixar que a crise nos endureça e nos torne secos.

- Nossa espiritualidade não pode ficar presa só no contexto do sagrado. Tem gente que é uma bênção na igreja, canta os cânticos de Sião com exultação em Sião, mas ficam amargos e duros e praguejam diante da adversidade, dos problemas e do estranho.

- Devemos cantar como Jó: mesmo no prejuízo financeiro, mesmo surrado pela dor luto, mesmo na agonia da enfermidade, mesmo diante da incompreensão conjugal, mesmo que os amigos nos façam acusações levianas.

- Jó disse: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor”.

I. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DAS LEMBRANÇAS AMARGAS DA CRISE (Sl 137.1-4)

- Judá tinha se desviado de Deus. Homens maus se levantaram em Jerusalém como Acaz e Manassés. O povo deixou a lei de Deus.

- Deus levantou profetas, mas o povo perseguiu a uns e matou a outros. A nação se corrompeu. Os ricos oprimiam os pobres; os juízes por suborno vendiam sentenças para oprimir os fracos. Então, Deus trouxe a Babilônia e entregou Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor. O povo foi levado para uma terra estranha. Eles perderam suas terras, sua pátria, sua liberdade, sua famílias. São agora escravos em terra estrangeira.



Que tipo de crise eles enfrentaram?

1. Enfrentaram a crise da desinstalação (Sl 137.1)

“Às margens dos rios da Babilônia”.

- Eles estão onde não gostariam de estar, pisando um chão onde não gostariam de pisar.
- Eles foram arrancados do seu lar. Seus vínculos foram quebrados.
- Tudo que eles amavam foi violentado. Perderam suas raízes.

- A vontade deles não foi respeitada. Não são livres. São tratados como coisas, como objetos. Perderam seus bens, suas casas, suas famílias, seu templo, sua cidade, sua cidadania. Foram despojados.

O verso 3 diz: “… aqueles que nos levaram cativos”. Eles se tornaram impotentes para reverter a situação.

“… os nossos opressores” = Opressão é serviço pesado, ausência de riso, é cerco permanente, é muro por todos os lados, é esgotamento de todos os recursos.

Talvez você também desistiu de cantar e dependurou suas harpas porque você está onde não gostaria de estar, fazendo o que não gostaria de fazer. Sua vida foi virada de cabeça para baixo.

2. Enfrentaram a crise da apatia coletiva (Sl 137.1)

“Nós nos assentávamos…”.

- Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É aceitação passiva da derrota. É a decretação do fracasso. Apatia é desistir de lutar, é se dar por vencido. É aceitar o caos com naturalidade.

- Apatia é apostar que a crise é imutável, que as tragédias são irremediáveis, que nada nem ninguém dá jeito no caos.

- Eles não se assentam para formularem uma estratégia de reação diante do barbarismo histórico. Eles se assentam para contemplarem a tragédia, para flertarem com a miséria. Eles só olham na direção do nada. Eles se assentam para achar que não existe mais solução; não existe mais volta nem retorno.

- Falta sonho para sonhar. Falta esperança para esperar. Falta amanhã na tragédia do hoje. Sentar-se desse jeito é adaptar-se ao desespero, é acomodar-se a um suicídio cotidiano.

- A apatia era coletiva. Não é uma pessoa apenas, mas todos estão apáticos. Não existe ninguém para desneurotizar essa gente. Todos estão desanimados.

3. Enfrentaram a crise da melancolia (Sl 137.1)

“… e chorávamos”.

- Tudo ao redor deles estava empapuçado de dor e tensão. Juntos, eles fazem o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantam. Eles não sonham. Eles não planejam. Eles não reagem. Eles se entregam. Eles se capitulam. Eles só sabem curtir a sua dor incurável.

- Tem gente que não reage diante da dor da vida. Só vive lamentando, chorando, curtindo suas mágoas.

4. Enfrentaram a crise da nostalgia (Sl 137.1)

“… lembrando-nos de Sião”.

- Esses israelitas não fizeram como Daniel. Este deixou marcas de Deus na terra da idolatria. Daniel resolveu ser uma bênção da Babilônia antes da Babilônia azedar sua alma. A espiritualidade de Daniel não era geográfica. Não se limitava a Sião, à igreja, ao templo. Ele não vivia de saudosismo. Ele não sacralizou o passado nem satanizou o presente. Ele resolveu andar com Deus na Babilônia e cantar os cânticos do Senhor em terra estranha.

- Os israelitas deixaram de cantar e testemunhar na Babilônia porque a nostalgia de Sião os dominou. Eles estão amargos com o presente porque não deixaram o passado no passado.

- Deixar de cantar na crise é negar a fé, é renunciar o testemunho, é viver o projeto da anti-espiritualidade.

II. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DA FALTA DE PERDÃO (Sl 137.5-9)

- Se a minha espiritualidade interrompe o meu cântico diante da injustiça e da opressão;
se dependuro minhas harpas em terra estranha; se minha liturgia só é prestada dentro dos muros de Sião, ela não passa de uma espiritualidade teatral e cênica.

- Há muitos hoje que vivem uma espiritualidade mística, de monte, de vigília, de acampamento, de congressos, mas que não traduz essa espiritualidade em vida na hora da opressão. Só cantam os cânticos de Sião em Sião.

- Os versículos 5-9 revelam que eles desistem de cantar porque desistem de perdoar. O texto está empapuçado de violência, do desejo de vingança. Eles ficaram amargos, revoltados, cheios de ódio. Até seus opressores pediram para eles serem alegres. Eles estão como um boldo existencial, vivendo a espiritualidade do absinto.

- Eles vivem em função do que foi, do que era, do que passou, aconteceu, mas que já deixou de ser.

- Eles moram na SAUDADE. Vivem de reminiscências. Só curtem o passado, enfurnados num tempo que o vento levou. Agora tudo está sem gosto. Eles vivem o saudosismo de Casimiro de Abreu:

Oh! Que saudades que eu tenho

Da aurora da minha vida

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais.

- Tem gente que vive só do passado. A lembrança nostálgica do ontem lhes rouba o entusiasmo para viver hoje. Nada mais vale a pena, nada desafia. Entra-se na neurose da lembrança de pessoas, de circunstâncias e de coisas que já não voltam mais.

- O povo judeu tinha uma religiosidade forte. Tinha o melhor sistema doutrinário do mundo. Tinha uma teologia da História. Conhecia as intervenções libertárias de Deus, mas agora, sua religiosidade está morta, não cantam na crise.

- Eles só cantam em Sião quando tudo está bem. Eles não sabem cantar em terra estranha. Eles não sabem celebrar no aperto da história.

No versículo 2, eles aposentam as harpas, instrumentos usados para cantar canções de alegria e festividade. A fé deles é circunstancial. Só cantam em Sião.

1. A primeira vez que olham para o futuro é para desejar a tragédia e destruição de seus inimigos (Sl 137.8)

- Eles viviam o tempo todo ligados à nostalgia (v. 1), lembrando de Sião.

- Eles agora olham para o amanhã e fazem do mesmo sócio da tragédia = querem que o amanhã chegue de mãos dadas com o que mata, arrasa, destrói. Eles querem um HOLOCAUSTO.

- Seu futuro é de ódio. Por isso profetizam o trágico, de forma irremediável. “Que hás de ser destruída”.

- Eles não deixam a possibilidade de mudança de arrependimento para a Babilônia.

- Eles sonham com o caos irremediável. Eles se colocam na contramão de toda espiritualidade. Eles perdem a capacidade de amar e perdoar.

2. Eles registram psicologicamente o trágico e vivem presos historicamente a ele (Sl 137.7)

“… do dia de Jerusalém”.

- Eles estão presos ao DIA da tragédia, ao dia da dor, do saque, da espoliação, do massacre, da desinstalação de Sião. Eles se lembram da covardia dos Edomitas que os esperavam nas encruzilhadas para matá-las em sua fuga desesperada. Eles se lembravam das palavras de alegria dos Edomitas enquanto eles eram perseguidos e mortos.

- Eles não perdoam. Eles não têm paz. Eles não esquecem esse dia que foram agredidos. A ferida está aberta e sangrando.

3. Eles registram não apenas o dia da tragédia como também as verbalizações de agressividade dirigidas a eles (Sl 137.7b)

“… arrasai, arrasai-a até os fundamentos”.

Eles guardaram no cofre da psique tudo que foi falada contra eles.

Hoje tem muita gente presa ao DIA em que o marido agrediu, bateu, machucou, saiu de casa. Gente presa ao dia em que descobriu que a esposa tinha um caso, que o filho estava envolvido com drogas, que o amigo tinha traído, que o sócio deu um prejuízo.

Tem gente que vive agendando o dia da desgraça na vida dos outros.

4. Eles acabam tendo um conceito estúpido do que significa ser feliz na vida (Sl 137.8,9)

A violência é motivo para chorar, para se entristecer, e não para ficar alegre e feliz.

Essa é uma inversão de valores e da espiritualidade. Os israelitas tornaram-se duros, desumanos, cruéis, iguais aos seus inimigos.

a) Eles vivem a neurose da vingança (Sl 137.8)

Eles querem vencer o mal com o mal.

Eles querem pagar o ódio com o ódio.

Quem odeia, quem não perdoa não consegue cantar.

b) Eles desejam o mal até mesmo contra quem não tinha feito nada contra eles (Sl 137.9)

Eles querem que os filhos dos babilônicos sejam trucidados, esquartejados. Eles transferem seu ódio para uma outra geração. Eles projetam sua mágoa para aqueles que não lhes fizera nenhum mal.

Quem nutre ódio não sabe nada de louvor ao Deus de amor.

5. Eles estão com as harpas dependuradas, sem os cânticos de Sião, cheios de ódio e desejo de vingança porque tinham uma relação institucional com Deus e não pessoal (Sl 137.5,6)

- Eles vivem a institucionalização da fé. Tudo tem a ver com Jerusalém, com Sião. A maior alegria deles não é Deus, é Jerusalém. A saudade deles não é de Deus, é de Sião (v.1).

- A destruição de Jerusalém passou por uma confiança errada e falsa no templo, no culto, nas cerimônias em vez de colocarem sua confiança em Deus (Jr 7.4-7).

- A única vez que eles se lembram de Deus é para pedir destruição para fazê-lo sócio de seus sonhos de vingança (v. 7).

- Tem muita gente amarga hoje, que morre pela igreja, mas não vive para o Senhor. Defende até à morte sua religião, mas desempenha uma intimidade com Deus.



Exemplo: Os fariseus acusavam Jesus de querem a lei, curando no sábado na sinagoga mas não se apercebiam que estavam cheios de ódio tramando a morte de Jesus na sinagoga.

Ilustração: Dona Beija em Araxá, MG, recebe de sua desafeta uma. Bandeja de estrume e devolve um bouquet de flor, com o bilhete: “Querida, na vida cada um dá o que tem”.

III. OBSERVANDO MOTIVOS NA VIDA PARA CANTAR

1. Eles estavam às margens dos rios da Babilônia (Sl 137.1)

- Eles não estavam num deserto. Estavam perto dos rios (Eufrates e Tigre), lugares férteis, cheios de verdor e de fartura. A vida não estava tão dura assim. Eles é que estavam duros. Estavam olhando para a vida de forma vesga.

- Os recursos não haviam se esgotado. Eles tinham água, tinham vida, tinha sobrevivência.

2. Eles tinham sombra para o descanso (Sl 137.2)

Eles tinham sombra, descanso, refrigério. Os salgueiros eram árvores frondosas das grandes e úmidas planícies da Babilônia. Eles não vêem a bondade de Deus nem discernem o propósito da disciplina de Deus.

Olhe ao seu redor. Deixe de reclamar. Pare de murmurar. Dê um basta nesta hemorragia de murmuração.

Isaías 54.1 diz: “Canta alegremente, ó estéril” = Deus nos convida a cantar no estranho, na agenda do absurdo.

Marcos 14.22-26, Jesus cantou um hino na cena da Ceia. A hora era dramática. Era o momento dele entregar seu corpo, dar o seu sangue, enfrentar a traição, viver a ausência da amizade, ser escarnecido, espancado. Ainda assim, ele canta em vez de praguejar.

Atos 16.25 = Paulo e Silas mesmo surrados, esfolados e agredidos cantam na cadeia sem mágoa porque sabiam que Deus converte até as tragédias para o nosso bem.

A última palavra é de Deus e não do carrasco. Não perca a doçura da vida. Deus é quem dirige tudo. Faça da vida uma canção de glória ao Salvador. Tire agora mesmo as suas harpas dos salgueiros e entoe uma canção ao Senhor!







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sexta-feira, 22 de julho de 2011



ELE ESTÁ COMIGO
NA PROVAÇÃO

Texto: “Não foram três os homens amarrados que nós atiramos no fogo? Eles responderam: “Sim, ó rei”. E o rei exclamou: “Olhem! Estou vendo quatro homens, desamarrados e ilesos, andando pelo fogo, e o quarto se parece com um filho dos deuses” (Daniel 3.24b-25 – NVI).




Introdução:

- No mês de dezembro estamos celebrando o natal de Jesus, também chamado pelo nome de Emanuel, que significa “Deus conosco” (Mateus 1.23).

- Fazendo aplicação pessoal, já vimos que ele está comigo na solidão; hoje, veremos que está comigo na provação.

- Em três passagens bíblicas que relatam experiências históricas, veremos como se manifesta a presença de Jesus, mesmo no Antigo Testamento, antes da sua encarnação (João 8.58), como o Cristo que “ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 13.8).

1. A presença de Jesus como o Redentor do aflito e oprimido.

- Jó era um “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava o mal” (Jó 1.1), mas foi provado e perdeu todos os seus bens (1.14-17), todos os seus filhos (1.18-19), a sua saúde (2.7), o companheirismo da esposa (2.9-10) e a compreensão dos seus amigos (16.2).

- No meio do sofrimento e das lamentações, nasce uma esperança! “Eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (19.25-26).

- Tiago aplica: “Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo (Tiago 5.11. Ler Jó 42.5-6, 12).

2. A presença de Jesus como libertador na fornalha ardente.

- Os três amigos de Daniel: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, não se curvaram nem adoraram o ídolo construído pelo poderoso Nabucodonosor (Daniel 3.1-18). Por isso, foram amarrados e lançados na fornalha de fogo ardente (Daniel 3.19-23).
“Então, o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa, e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses” (Daniel 3.24-25).

- O quarto homem, na revelação bíblica, é Jesus, o Filho do Deus vivo! Mesmo o rei pagão reconheceu que “não há outro deus que possa livrar como este” (Daniel 3.28-30). Nem sempre Jesus nos livra da fornalha, mas está conosco na fornalha.

3. A presença de Jesus como o intercessor.

- Os inimigos do Evangelho, não podendo resistir à sabedoria do Espírito através de Estevão, o condenaram à morte por apedrejamento (Atos 6.8-15; 7.57-59), mas ele permaneceu fiel até à morte (7.59), perdoou seus algozes (7.60) e relatou a causa da sua vitória: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus” (Atos 7.56).

Conclusão:

A presença de Jesus é o segredo de nos sentirmos felizes nas provações, pois elas contribuem para o nosso amadurecimento (Tiago 1.2-4).










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quinta-feira, 21 de julho de 2011



A Morte do

Velho Homem
Romanos 6:1-13




- A Cruz não é um mero símbolo do Cristianismo. Deus escolheu a cruz como centro de sua revelação amorosa e como a demonstração da experiência genuína da fé cristã.

- A ênfase desta mensagem é a nossa crucificação juntamente com Cristo, pois não há vida ressuscitada sem a operação da cruz, e é falsa toda religiosidade que não trouxer as marcas dos cravos no caráter cristão.

1. Nossa Velha Historia Termina com a Cruz de Cristo; Nossa Nova Historia Começa com a Ressurreição (II Corintios 5:17)

a) Você precisa saber disso... (Rom 6:6)

b) Nossa morte com Cristo é um fato histórico... (Rom 6:1-11)

c) A morte do Senhor Jesus é representativa e inclusiva; na sua morte todos nós morremos (II Cor 5:14)

d) A mesma escritura que diz que Cristo morreu por nós, diz também que nós morremos com Ele (Rom 5:8; 6:6-8) (II Cor 5:14).

e) O sangue de Cristo nos purifica de todo pecado, a Cruz de Cristo golpeia a raiz daquilo que somos – pecadores por natureza (I Jo 1:7; Gal 2:19-20).

f) Em Cristo somos novas Criaturas (I Cor 5:17; Gal 6:15; Efe 2:1; 6)

Ilustrações: -A lagarta que passa pela metamorfose e torna-se uma borboleta.

-O Filho pródigo... “Este é meu filho estava morte e reviveu (Luc 15:24)”.

g) Deus nos liberta do domínio do pecado, não fortalecendo nosso velho homem, mas crucificando-o. Estou morto e sepultado com Cristo – sim, ressurreto e também elevado às alturas com Ele (Rom 6:4,6,8; Efe 2:6).

2. Precisamos Considerar-nos Mortos para o Pecado (Romanos 6:11)

a) Precisamos crer nessa verdade pela fé...

b) A única maneira de nascer de novo é morrendo (Jo 3:3,14,15; I Cor 15:36).

c) Precisamos de revelação para entender e crermos que fomos crucificados com Cristo (Mat 16:17; Efe 1:17,18; Rom 6:6,11).

d) Precisamos crer na palavra de Deus e vivermos a luz dessa verdade: “Considerai-vos mortos para o pecado” (Rom 6:11)

e) A fé deve levar-nos a dizer: “Graças a Deus, em Cristo estou crucificado”.
Exemplo: Morto não tem mais gostos, vontades, prazeres, tendências, brigas, orgias, pecados...

f) Crer,é permanecer nessa verdade, é o único caminho para a libertação do pecado (I Jo 3:9). Deus o incluiu em seu Filho (II Cor 5:21)

g) A vida de Cristo foi plantada em nós pelo novo nascimento e sua natureza não é caracterizada por cometer pecados (I Jo 3:9)

h) Deus incluiu-nos em Cristo, portanto, tudo que é verdade a respeito dele também se aplica a nós. Precisamos permanecer em Cristo...

i) Se você não viver como morto para o pecado e vivo para Deus, você é apenas um religioso maquiado (Mat 9:16,17).

Exemplo: pintar um urubu de amarelo e achar que ele é um canarinho...

3. É Preciso Oferecer-nos a Deus... (Romanos 6:12-14,19)

a) A cruz de Cristo acaba com tudo aquilo que pertence ao primeiro sistema, a ressurreição é o novo ponto da partida de Deus... (Adão X Cristo)

b) É preciso oferecer-nos a Deus como ressurretos dentre os mortos (Rom 6:13), considerando toda nossa vida consagrada e pertencente ao Senhor.

c) Entrego-me inteiramente a Cristo – isso é santidade ao Senhor, para fazer a Vontade de Deus para sempre.

d) Sem reservas, devemos consagrar-nos a Deus para que Ele faça conosco o que lhe agrada (Rom 6:13).

e) Ao nos entregarmos e nos consagrarmos a Deus sem reservas, muitos ajustes ainda precisam ser feitos, na família, nos negócios, na igreja, na vida pessoal, etc.

f) Ao oferecer-nos a Deus tornando-nos participantes da natureza divina (II Pe 1:4).

g) Nossa consagração permite que Deus efetue em nós tanto o querer como o realizar segundo a sua vontade (Fil 2:12,13).

4. O Caminho para a Vitória é Andar no Espírito (Romanos 8:1-4)

a) Andar no Espírito é estar sujeito a Ele, ser guiado por Ele, e ensinado por Ele (Rom 8:14)

b) O Espírito Santo faz com que tudo quanto é nosso em Cristo torne-se realidade em nossa vida.

c) O Espírito Santo nos ensina as Escrituras, nos dirige em oração, governa nossa vida, reproduz o caráter de Jesus em nós...

d) Andar no poder do Espírito Santo é a nossa única maneira de viver como ressurretos dentre os mortos

e) O fruto do Espírito Santo é a marca de todos que foram crucificados com Cristo e agora andam em novidade de vida (Gal 5:22).

f) As obras da carne são evidências de que você não está crucificado com Cristo, e ainda não nasceu de novo (Gal 5:19-21).

g) Andar no Espírito é algo espontâneo e natural para todos os que foram crucificados com Cristo...

h) Andar no Espírito é o Caminho para a vitória em Cristo.

O objetivo de Deus é que a igreja seja gloriosa, sem ruga, macula, coisa semelhante, porém santa e sem defeito (efe 5:25-27). Isso só é possível se vivermos essa verdade, de que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, e ele mesmo nos ressuscitou para andarmos em novidade de vida.


FONTE: http://www.pibmarilia.org.br/sermoes.php?ida6_sermoes=145





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quarta-feira, 20 de julho de 2011



O MEDO CEGA!
Mateus 14.13-21




Propósito Geral: Exortativo.

Tema Específico: As conseqüências do medo.

Idéia Central do Sermão:

O MEDO DOS GRANDES DESAFIOS QUE DEUS COLOCADO À NOSSA FRENTE TEM NOS LEVADO À CEGUEIRA ESPIRITUAL.

- Quando os discípulos "lembraram" Jesus de despedir as multidões, não estavam preocupados com o bem estar daquelas pessoas, ao contrário, estavam preocupados consigo mesmos, pois, como promotores daquele evento, eles poderiam ser acusados de serem irresponsáveis por atrair tanta gente para um lugar deserto, sem água nem comida. E se a situação ficasse tensa, quem poderia conter a fúria de uma multidão com fome?

- Lembre-se que este fato ocorrreu logo após a decapitação de João Batista (Mateus 14.1-12) e eles talvez estivessem com receio de que algo ruim também pudesse lhes acontecer.

- Alimentar aquelas multidões era um tremendo desafio, do qual os discípulos tinham medo.


Suas ATITUDES revelam o quanto o medo dos desafios pode nos cegar:

1. FALSIDADE - vs 15.

- O discurso deles era muito bonito ("O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer").

- Mas, o que realmente eles queriam dizer era: "Jesus, livre-se dessa gente, antes que tenhamos problemas".

- O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com falsidade. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma desculpa para não se envolver com as pessoas que precisam dele.

- Jesus combate esta atitude dizendo: "Eles não precisam ir embora".

2. DESAMOR

- O versículo 21 nos fala que havia mulheres e crianças naquela multidão.

- Quanto desamor por parte dos discípulos, não é mesmo?

- Como puderam pensar que o Nosso Senhor Jesus fosse permitir que homens, mulheres e crianças famintas voltassem à noite, caminhando em vão atrás de alimento em lugares desertos e pequenas vilas sem recurso?

- É dessa falta de amor que nos fala Tiago: "Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma".

- O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com desamor. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma maneira de se livrar das pessoas o mais rápido possível, sem realmente se importar como elas irão resolver os problemas mais imediatos que as afligem.

- Jesus combate esta atitude dizendo: "Dai-lhes vós de comer".

3. PERDA DO FOCO

- Ao invés de fixar os olhos na solução (Jesus), olharam o problema (a fome da multidão).

- Ao invés de fixar os olhos nos recursos ilimitados de Deus (Jesus - O Pão que desceu do céu), olharam seus míseros cinco pães e dois peixes.

- Ao invés de fixar os olhos na maravilhosa oportunidade de testemunhar do grande amor de Deus, olharam para seus próprios umbigos, preocupando-se consigo mesmos (com medo de se darem mal).

- O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos perdendo o foco do cristianismo genuíno. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma manobra para deixar passar as oportunidades que surgem à sua frente de testemunhar do amor e do poder de Deus.

- Jesus combate esta atitude dizendo: "Trazei-mos aqui (os vossos poucos recursos eu multiplicarei)".

CONCLUSÃO:

- O medo dos grandes desafios que Deus têm colocado à nossa frente nos leva à falsidade, ao desamor e a perder o foco do cristianismo genuíno. Mas, graças a Deus, Jesus sempre age em sentido contrário, fazendo-nos enfrentar as situações e incentivando-nos a aproveitá-las para darmos testemunho do amor e do poder de Deus.


DEUS SEJA LOUVADO!


Este esboço foi concebido na Oficina de Pregação de São José dos Pinhais, em 15/07/06.
Participantes deste encontro: Pr Franco, Presb Vanderlei, Cooperador Fernando e irmão José.
FONTE: http://www.sitedopastor.com.br/esbocos/omedocega.htm






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O SAL DA TERRA
Mateus 5.13




Propósito Geral: Exortativo.

Tema Específico: Os efeitos da presença dos cristãos.

Idéia Central do Sermão:

SOMENTE OS CRISTÃOS VERDADEIROS SÃO CONSIDERADOS POR DEUS O SAL DA TERRA.

Não basta uma pessoa querer ser "sal", ou pensar e dizer que é "sal".


O sal verdadeiro é inconfundível, devido às suas QUALIDADES:

1. SUA CAPACIDADE DE CONSERVAR

- O sal foi o primeiro conservante utilizado pela humanidade.

- Todo cristão verdadeiro é um CONSERVADOR.

- Ele crê na Bíblia e condena todas as formas de pecado que ela denuncia, não importando se a sociedade o considera politicamente incorreto, retrógrado, careta ou coisas semelhantes.

- Ele repudia tudo aquilo o que a Bíblia denuncia, coisas tais como o adultério, a fornicação, a pornografia, as piadas indecentes, o homossexualismo, o ódio, a fofoca, etc.

2. SUA FACILIDADE EM DAR SABOR

- Uma das grandes busca do ser humano é por sabor. Sabor na vida, na existência. E, nesta sua busca por sabor, enganado e iludido pelo Diabo, ele acaba experimentando vários "sabores" estragados, contaminados, venenosos.

- Todo cristão verdadeiro tem o SABOR DE CRISTO e é capaz de dar um tempero especial à vida das pessoas ao seu redor.

3. SEU VALOR INTRÍNSECO

- Não é à tôa que a palavra "salário" vem de sal, pois, nos tempos de Jesus, o sal era tão valioso que era usado como moeda.
- Todo cristão verdadeiro tem VALOR INTRÍNSECO, pois o Espírito Santo de Deus produz em seu íntimo uma série de qualidades inigualáveis, conforme nos relata Gálatas 5.22:

- Amor
- Alegria
- Paz
- Longanimidade
- Benignidade
- Bondade
- Fidelidade
- Mansidão
- Domínio próprio

Conclusão:

- Se algum cristão não é Conservador, não é capaz da dar sabor à vida das pessoas ao seu redor nem tem valor intrínseco, NÃO É CRISTÃO.

- O cristão verdadeiro, aquele que um dia se arrependeu de seus pecados e abriu seu coração para Jesus, este, sim, tem estas qualidades e é considerado por Deus (e também pelos homens) o SAL DA TERRA!


Deus seja louvado!


Autoria: Pr Ronaldo Alves Franco
Fonte: http://www.sitedopastor.com.br/esbocos/osaldaterra.htm






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terça-feira, 19 de julho de 2011



O QUARTETO DO DIABO

Hb 12:1




Veremos neste estudo, 4 armas utilizadas pelo inimigo para embaraçar a vida espiritual do servo de Deus




I. NÃO TEM PERIGO (1° tenor)

- Tem uma voz bem aguda. Alcança as notas mais altas.
- Tem voz doce e agradável.

1. Começou a cantar lá no Éden

2. Não se preocupe com Deus, Ele te entende

3. Isto não é tão grave assim...

II. SÓ MAIS UMA VEZ (2° tenor)

- A mais aguda das vozes masculinas.
- Em geral ele canta solos maravilhosos, como o famoso tenor Luciano Pavarotti

1. Só mais uma vez, depois vou parar

2. “Mais uma vez” formará um hábito difícil de quebrá-lo

3. “Jovens! Dêem uma polegada ao demônio e ele tomará uma milha; dêem-lhe um segundo e ele tomará uma vida; dêem-lhe uma palavra e ele escreverá um livro; dêem-lhe um pensamento e ele formará uma personalidade.”(John R. Bisagno)

III. TODOS ESTÃO FAZENDO (barítono)
- Voz masculina entre o tenor e o baixo.
- O barítono possui um som profundo e encorpado.
Ele tem uma voz grave, porém suave.

1. Uma espécie de justificativa

2. Tem tantos casais se separando; tem tantos jovens fornicando; vários obreiros já caíram...; eu não serei o primeiro...; se outros caem, por que não, eu?;

3. E o pior, tem sempre alguém que fez algo pior; “pior mesmo foi o que a irmã fulana fez”;

IV. AGORA NÃO, MAIS TARDE (baixo)

- Apreciamos ouvir um “baixo” bem profundo.
- Aquele que alcança as notas mais graves.
- Um quarteto que não tem um baixo bem profundo
parece que falta alguma coisa.

1. Deixe para amanhã

2. Assim que eu puder eu vou estudar;

3. Assim que eu puder eu vou orar / ler a Bíblia;

4. Assim que eu puder eu vou visitar minha tia;

5. Assim que eu puder eu vou ler um livro...


Em Cristo,Sandoval Juliano, O Presbítero - 11.03.2009.

FONTE: http://www.sandovaljuliano.com.br/site/estudos-biblicos/22-esbocos-de-sermoes/90-o-quarteto-do-diabo







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AS CARACTERÍSTICAS
DAS PROMESSAS
DE DEUS

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra - Hebreus 11.13.




Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões... - Hebreus 11.33.

I. TODAS AS PROMESSAS TÊM NELE "O SIM"

"Pois todas quantas forem as promessas de Deus, nele está o sim; portanto é por ele o amém..." - 2 Coríntios 1.20.

1. As promessas de Deus estão fundamentadas no caráter do próprio Deus;

2. Ele jurou por si mesmo que cumpriria todas as suas promessas - Hb 6.16,16;

3. Deixar de cumprir uma promessa, para Deus, seria como se Ele pudesse negar a Si mesmo, o que Ele jamais o fará.

II. TODAS AS PROMESSAS DE DEUS SERÃO CUMPRIDAS NO KAYRÓS

- Kairos (καιρός) é uma antiga palavra grega que significa "o momento certo" ou "oportuno".

- Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico, ou sequencial, esse último é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece.

- É usada também em teologia para descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", enquanto chronos é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens".

1. No Versículo 13 e no 33 de Hebreus 11, citados no início deste sermão, diz que:

a) Não alcançaram, mas viram de longe

b) Creram, abraçaram e confessaram...

2. A verdadeira fé não se baseia no que está ao alcance dos olhos

a) Exemplos: Moisés e Davi

3. Quem confia no Senhor sabe que mesmo que venha a morrer, Deus cumprirá suas promessas, no tempo dEle -

"Ainda que ele me mate, nele esperarei; contudo os meus caminhos defenderei diante dele" - Jó 13.15

III. AS PROMESSAS DE DEUS SE TORNAM UMA HERANÇA PARA A FAMÍLIA

"Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas". - Hebreus 6.12

1. A promessa feita para um pai alcança, por herança aos seus filhos - Hb 11.9;

2.Quem se enquadra no perfil, ou quem faz jus, quem permanece, se torna herdeiro - 2 Co 7.1

3. Somos uma geração que desfruta das promessas de Deus feitas aos pais da igreja no início do século passado.







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