terça-feira, 21 de dezembro de 2010


Robernane Ferreira Lima
Ministério Palavra Viva

Pastor Presidente da
IGREJA BATISTA EVANGÉLICA
(CBN MG) - Matozinhos MG.

Convites para pregar:

pastor_robernane@yahoo.com.br

AGENDA ABERTA
PARA 2011

No amor do Rei das Nações


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Como confirmar
as suas Direções

Texto: Romanos 12:1-2


Introdução:


- Não somos autómatos, possuímos uma vontade própria. Assim, é possível que façamos coisas que não são da vontade de Deus.

- Provavelmente nada é tão confundido e mal entendido quanto a vontade de Deus. Qualquer coisa que acontece é atribuído como sendo vontade de Deus, mas nem tudo é a vontade de Deus.

- O Senhor Jesus nos ensinou a orar em Mateus 6 para que a vontade de Deus seja feita.

- Se temos que orar para que ela seja feita então é porque ela não é automática. Existe muita coisa acontecendo no mundo que não é a vontade de Deus.

A Sua vontade se manifesta basicamente de três formas:

a. a vontade perfeita de Deus

- A perfeita vontade de Deus é aquela que é boa e agradável.

- Enfermidades e morte de ímpios não é a vontade de Deus (Rm 12.2).

b. a vontade circunstancial de Deus

- Quando estamos fazendo a vontade de Deus pode ser que enfrentemos lutas, oposições e até mesmo tribulações.

- Esse tipo de vontade está condicionada a circunstâncias como a incredulidade e a dureza dos outros.

- Nessas circunstâncias Deus faz com que tudo coopere para o nosso bem (Rm 8.28).

c. a vontade permissiva de Deus

- Nem podemos dizer que essa é uma vontade de Deus. Quando as pessoas obstinadamente desejam fazer algo contrário à vontade dEle, então Ele simplesmente permite.

- Durante quarenta anos o povo de Israel vagou no deserto, mas essa não era a perfeita vontade de Deus, era apenas a Sua vontade permissiva (Sl 106.13-15).

Condições para conhecer a vontade de Deus

Para conhecer a vontade de Deus precisamos ter uma atitude apropriada.

a. ser nascido de novo

Aquele que não nasceu do Espírito não consegue discernir a voz de Deus e nem compreender as coisas do espírito (1Co 2.14).

b. disposição de obedecer

- O processo para conhecer a vontade de Deus começa com rendição e entrega. Se não estamos dispostos a fazer a vontade de Deus mesmo que isso nos contrarie, não conheceremos a Sua vontade (Jo. 6.38).

- Deus não nos revela a Sua vontade simplesmente para satisfazer a nossa curiosidade. Ele o faz para orientar a nossa vida.

- Por isso, para conhecer o que Deus quer, precisamos decidir antecipada¬mente que seremos obedientes ao que Ele nos revelar, não importa o preço que tenhamos de pagar.

c. desejo de fazer a vontade de Deus

- Se houver em nós um coração sincero para conhecer Sua perfeita vontade, é certo que Ele a revelará para nós (Jo.7.17).

d. sensibilidade espiritual

- Nossa comunhão com Deus se estabelece e se mantém a partir de uma vida pura e santificada (Is 59.2).

- Logo, se a nossa vida está contaminada com o pecado, a comunhão com Ele fica bloqueada e a percepção espiritual prejudicada.

Como discernir a vontade de Deus

1. Convicção interior

- A direção do Espírito geralmente vem a nós através de uma testificação interior em nosso espírito. Uma vez que Deus fala ao nosso espírito, ou seja, ao nosso homem interior, é essencial que desenvolva¬mos as faculdades do nosso espírito ao nível mais elevado possível (Pv 20.2).

- Ele nos ilumina em nosso espírito. O seu espírito sabe muitas coisas que a sua mente não sabe, pois Deus já falou ao seu espírito coisas que a sua mente ainda não pode compreender (lCo 2.14).

2. A Palavra e Deus escrita

- A Bíblia é o nosso guia mais confiável e possivelmente o mais simples de se usar.

- A voz interior em nosso espírito é uma experiência um tanto quanto subjetiva e insegura. Ela pode ser influenciada por nossas emoções ou desejos pessoais.

- Precisamos, portanto, submeter experiências assim a um julgamento objetivo e seguro.

- A Bíblia é exatamente a fonte certa para esse julgamento. Podemos, porém, “fazer” com que a Bíblia diga o que queremos que ela diga. É preciso que haja uma integridade de coração em nossa abordagem.

- Muitas vezes, as pessoas propositadamente procuram por uma passagem bíblica que apoie o que elas querem crer. Isso é conhecido como “torcer” as Escrituras, algo danoso à fé e ao julgamento correto.

- O Espírito de Deus nunca discorda da Sua Palavra. O Espírito Santo nunca lhe diria para fazer algo que é condenado pela Bíblia. Ele nunca o conduziria contrariamente aos claros princípios expres¬sos na Bíblia.

3. A paz de Deus (Cl 3.15)

- No original, a palavra traduzida por “domine”, nesse versículo, é “juiz” ou “árbitro”. Imagine um jogo de futebol. Enquanto tudo está indo de acordo com as regras o apito do árbitro está em silêncio, porém, quando há uma infração das regras, ouve-se o apito, e é preciso que o jogo pare imediatamente.

- Os jogadores, então, olham para o árbitro para descobrirem o que aconteceu de errado e qual é a sua decisão naquela situação. Assim que ele der a “sentença”, o jogo pode prosseguir novamente.
É assim também com a paz de Deus em nossos corações.

- Quando as coisas estão fluindo no propósito de Deus, há uma paz interior profunda em nossos corações. Se por acaso perdemos essa paz, então precisaremos olhar para o Espírito Santo para descobrirmos o erro.

- Por que perdi a minha paz? Ele nos mostrará onde estamos errados e como corrigir a situação.

- Quando fizermos isso, pedindo perdão a Deus e voltando ao caminho certo outra vez, a nossa paz será restaurada.

4. Um aconselhamento maduro (Cl 3.15)

- Devemos submeter as nossas impressões ao discernimento de outros membros do Corpo. Isso pode ser feito no meio dos crentes nascidos de novo, aos quais você se uniu como Igreja.

- Coloque o assunto diante do grupo e, se houver uma resposta de paz unânime, então você pode ficar certo de que Deus está confirmando a direção que você recebeu (Pv 11.4; 15.22).

- Procure o aconselhamento de pessoas espiritualmente maduras que tenham uma credibilidade provada com relação à sabedoria.

- Pedir conselhos a pessoas espiritualmente imaturas somente lhe trará mais confusão e incerteza.

5. As circunstâncias

- É importante entender como as circunstâncias podem nos servir também de luz para a nossa navegação a fim de estarmos sempre no centro da vontade de Deus.

- Há ocasiões em que você tem que se esquecer de todas as circunstâncias e obedecer a voz de Deus.

- Todas as circunstâncias podem ser contrárias e ainda não invalidar a orientação que Deus lhe tem dado.

- Na maior parte das vezes, porém, ao andar no centro da vontade de Deus, você notará que as circunstâncias confirmam a sua orientação.

- Agora é importante relembrar que nem sempre ocorre assim. Há ocasiões em que todas as circunstâncias são contrárias, mas você tem a Palavra de Deus bem clara no seu coração.

- O fato de ter um Mar Vermelho à sua frente não significa que você não conseguirá atravessá-lo. Deus o trouxe até esse ponto e ele mesmo há de providenciar um meio para você passar.

- Mas eu gostaria também de dar uma advertência: é possível entrar no rio Jordão e afogar! Porque, se você não tiver a Palavra do Senhor, não adianta tentar mudar as circunstâncias.

- Sem a certeza da direção de Deus, não é fé ir em frente sem olhar para evidências externas, é presunção!

6. A providência de Deus

- Quando Deus lhe diz para fazer alguma coisa, você pode contar que Ele começará a abrir as portas para que você a realize.

- Se Ele estiver guiando você numa determinada área, então as Suas providências começarão a surgir a você naquela área. Comece a andar e você receberá uma direção.

- Creio que um apoio bíblico para esse conceito está em Génesis na passagem em que o servo de Isaque é enviado para buscar uma esposa para o seu mestre (Gn 24.27).

- Em outras palavras, uma vez que ele havia partido em sua jornada, Deus lhe deu a direção (Sl 37.23).

- Se você ficar sentado esperando por uma revelação, talvez você fique assim para sempre.

- Se você começar a se mover e estiver indo na direção errada, o Senhor lhe dirá.

- Ao começar a se mover em harmonia com a vontade de Deus, os suprimentos surgirão diante de você, dando-lhe uma certeza e confiança interior.

- Lembre-se que as circunstâncias somente servem de confirmação se você honestamente estiver buscando fazer a vontade de Deus.

- Se você se humilhar e se entregar diante dele ele certamente abrirá as portas diante de você.

7. Confirmação profética

- Uma declaração profética pode ser dada a alguém para confirmar algo que já foi recebido do Espírito.

- As declarações proféticas deveriam servir para confirmar algo que alguém já recebeu de Deus em seu espírito.

- Deveríamos sempre ser cautelosos em relação a profecias aparentes que tendem a iniciar alguma coisa, ao invés de simplesmente confirmá-la.

- Se Deus quiser falar-lhe algo, Ele falará com você primeiramente, dentro do seu próprio espírito.

- Mais tarde Ele poderá confirmá-lo através de profecia. Nunca faça nada simplesmente porque alguém “profetizou” que você deveria fazer.

- Obtenha a sua própria direção de Deus primeiramente. Todavia, não despreze profecias como ensina a Palavra de Deus (1Ts 5.20).



AUTOR: Pr. Manoel
FONTE:
http://www.ibavrp.com/modules/soapbox/article.php?articleID=321




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ABRINDO A PORTA

PARA O IMPOSSÍVEL

Textos: Luc.10:38/ II Rs.4:8ª10



Introdução:


- Nesses dois textos vemos pessoas recebendo em seus lares, Eliseu e Jesus.

- Essas pessoas mais do que receber, abriram suas portas para o encontro do sobrenatural: A ressurreição de seus entes queridos.

O que temos que fazer para receber isso em nossas casas hoje?

1) Ambientação para presença e morada

- Não há como ficar num lugar sem ter um ambiente favorável para estadia e habitação. Só conseguimos ficar num ambiente favorável sociologicamente, psicologicamente e fisicamente.

- Eliseu tornou-se um morador na casa da sunamita, recebendo um tratamento vip, tendo um canto de sua casa ocupado por ele, construído e doado bondosamente pela mulher, que reconheceu nele um homem de Deus.

- Jesus tornou-se hóspede habitual na casa de Marta e Maria em Betânia, tendo seus dois lados satisfeitos ali: Humano e Divino. Marta ocupava-se do lado humano, cuidando da alimentação e acomodação do Mestre e Maria do divino, assentada aos seus pés ouvindo embevecida seus ensinos.
2) Ter comunhão mais do que interesse

- A Sunamita nunca reivindicou nada pelo favor feito ao profeta. Tudo o que fez foi por querer uma comunhão mais próxima de Deus, e julgou que o profeta ali na sua casa seria um canal de transmissão dessa presença santa. Quando o profeta lhe oferece a oportunidade de um benefício ela rejeita, mostrando que tudo que fez, foi pelo prazer de servir e não pelo desejo de retribuição (II Rs.4: 13).

- Maria aprendeu esse princípio primeiro do que Marta. Ela entendeu logo de cara que Jesus não estava reivindicando ali um banquete. Uma comida simples estava bom demais. O que Jesus queria não era um ativismo desenfreado sem tempo para ouvi-lo. Enquanto Marta correu para cozinha, Maria foi para seus pés ouvi-lo, e Jesus disse que a parte principal foi Maria quem escolheu (Luc.10:41e42).

3) Saber aguardar na sala de espera

- Ambos os casos, os personagens arrolados foram vítimas de uma terrível tragédia. A Sunamita perdeu seu filho único e Marta e Maria perderam seu irmão Lázaro.

- Quando o filho da Sunamita morreu, Elizeu estava longe de casa e quando chegou, entrou sozinho no quarto e a deixou na “sala de espera”, na expectativa de um milagre. Enquanto esperamos não pode haver questionamentos nem dúvidas, mas aguardar em silêncio enquanto Deus trabalha.

- Quando Lázaro morreu Jesus demorou quatro dias para atendê-las, mostrando que intimidade não dá direitos a privilégios. Esses quatro dias foram a sala de espera daquelas irmãs desesperadas e aflitas, que viam a cada dia que passava qualquer esperança fugir. Sala de espera sempre antevê o momento de um grande milagre.

4) Recebendo o impossível

- A sunamita teve seu filho de volta, ressuscitado por Eliseu, dando continuidade em sua história.

- Marta e Maria receberam a Lázaro, não terminando assim seus dias como mendigas em Israel.

Conclusão:

- Faça o ambiente para a morada divina, cuidando de o servir sem nenhum interesse, aguardando na sala de espera o milagre que vai acontecer. Amém.


AUTOR:
Pr. Josias Almeida
FONTE:
http://www.josiasalmeida.blogspot.com/



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