quarta-feira, 15 de dezembro de 2010


COMO SER

UMA IGREJA

QUE CRESCE?

Texto: II Pedro 3:18



Introdução:


- Deus quer a nossa igreja seja uma igreja forte.

- Ela pode ser uma igreja que vai fazer grandes coisas para Deus, mas só se nós, como seus membros, fazermos as mesmas coisas.

- Ela é o que fazemos dela. Se ela deve ser a igreja que Deus quer que ela seja, ela deve cumprir determinadas condições que Deus exige.

Vamos olhar para essas condições.

I. Uma igreja que testemunha.

Para sermos uma igreja que cresce, temos de ser uma igreja que testemunha.

1. Deus requer que façamos a Sua obra.

a. Parábola dos dez talentos (Mateus 25:14-30).

b. De acordo com a nossa capacidade (Lucas 12:48).

2. Onde e como testemunhar.

a. No lar (Marcos 5:19-20).

b. Na Igreja (Efésios 5:19).

c. Em todo o mundo (Mateus 28:19-20).

d. Sem vergonha ou medo (II Timóteo 1:8).

e. Sempre pronto (I Pedro 3:15).


II. Uma Igreja que serve.

Antes de uma igreja ser uma igreja que testemunha, ela primeiro deve ser uma igreja que serve.

1. Deus exige (Deuteronômio 10:12).

2. Imediato serviço (Marcos 1:16-20, Lucas 19:5-6).

3. Não servir com a mente dividida ou coração dividido (Lucas 16:13).

4. Servir com convicção ou certeza (Lucas 9:62).

III. Uma Igreja unida.

Antes de uma igreja ser uma igreja que serve, ela primeiro deve ser uma Igreja unida.

1. Na oração (Mateus 18:19).

2. Em Cristo (Romanos 12:5).

3. Foi o desejo de Jesus e a oração para a Sua igreja (João 17:21).

4. Para levar os homens a Cristo (Marcos 2:3-12).

Conclusão:


Deus quer que sejamos esta igreja neste ano.

- Você já fez sua parte para tornar a nossa igreja a igreja que Deus quer que ela seja? Se não, faça o compromisso com Deus agora.





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A sensibilidade
de Cristo

Marcos 10.13-16


- Estamos estudando neste mês os princípios para vivermos uma vida na dimensão de aliança proposta e vivida por Cristo. Na semana passada meditamos no Princípio da Disponibilidade.

- A narrativa do texto de Marcos traz um singelo episódio que reflete a grande capacidade de Cristo em se envolver emocionalmente com aquelas pessoas que não eram contadas, consideradas, nem levadas a sério.

- Nosso Mestre ensina a seus discípulos algo desafiador: o Princípio da Sensibilidade ao outro.

1. Sensibilidade nos conduz a fazer a coisa certa

– Brutos, indiferentes, grosseiros, ou até desumanos. Esses são alguns adjetivos que poderiam caracterizar aqueles discípulos que estavam enxotando as pequenas crianças que queriam se aproximar de Jesus, como se estivessem expulsando cachorros.

- Jesus fica profundamente indignado e os repreende veementemente, como que dizendo “vocês estão fazendo a coisa errada ao serem tão insensíveis.

- O certo a fazer é deixar que as crianças venham até a minha presença” . Ora, toda vez que desprezamos, ou ignoramos, corremos o risco de nos comportarmos de maneira detestável aos olhos de Cristo. Devemos deixar que nossa sensibilidade pelos outros aflore. Como tratamos as pessoas que são “menores” que nós?

2. Sensibilidade nos mantém com a motivação certa

– Além de repreender a atitude externa, Jesus exorta que deveriam ter um mundo interior como daquelas crianças.

- O reino de Deus é propriedade daqueles que são semelhantes aos pequeninos e não dos grandes e poderosos. Com isso quer dizer que deveriam buscar pureza de coração, sinceridade de expressão, alegria sem fingimento, leveza no olhar, desprendimento no caminhar.

- Precisavam revisar os motivos que guardavam escondidos em seus corações. Olhar para fora é o caminho para mudar lá dentro.

- Desenvolver a sensibilidade pelo outro é o que corrige a motivação dentro de si.

- Qual nossa motivação nos relacionamentos que desenvolvemos?

3. Sensibilidade nos inspira a fazer da maneira certa

– Finalmente o mestre revela seu coração vazando sensibilidade pelos poros, transpirando empatia, demonstrando ternura. Toma aquelas crianças nos braços, toca seus corações, ministra palavras de vida eterna, compartilha sua alegria, contagia com seu amor.

- A vida daqueles pequeninos nunca mais seria a mesma.

- A vida daqueles discípulos também nunca mais seria a mesma.

- Aprenderam a viver mais um princípio de uma nova vida, que nada tem a ver com o que conheciam.

- Qual nossa última experiência de ter tocado o coração de alguém, consolando, animando, fortalecendo?

- Da mesma maneira que Jesus ensinou seus discípulos, quer nos ensinar nos dias de hoje.

- Temos um grande desafio de desenvolvermos nossos relacionamentos com o outro, dispondo-nos a ser sensíveis e nos importar com a sua real necessidade, alegrando-nos com a sua alegria e chorando com o seu choro.

- Isso é totalmente possível, pois Cristo habita em nossos corações. Vamos deixá-lo governar nossas vidas!

AUTOR: Rodolfo Montosa
FONTE:
http://www.ipilon.org.br/mensagens.asp?s=1&id=115




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