segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


A escola
do deserto


- Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto.

- O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto.

- O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

- O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós.

- Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

- Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.
Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos - Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

- No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

- No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

- Vida com Deus precede trabalho para Deus.

- Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra.

- O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

– Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

- Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

- Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

- Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer.

- A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar.

- Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

– Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus.

- Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

- Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

- Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

- Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos.

- Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

- Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

- O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes / FONTE:
http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/11/a-escola-do-deserto/



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A Morte do
Velho Homem
Romanos 6:1-13


- A Cruz não é um mero símbolo do Cristianismo. Deus escolheu a cruz como centro de sua revelação amorosa e como a demonstração da experiência genuína da fé cristã.

- A ênfase desta mensagem é a nossa crucificação juntamente com Cristo, pois não há vida ressuscitada sem a operação da cruz, e é falsa toda religiosidade que não trouxer as marcas dos cravos no caráter cristão.

1. Nossa Velha Historia Termina com a Cruz de Cristo; Nossa Nova Historia Começa com a Ressurreição (II Corintios 5:17)

a) Você precisa saber disso... (Rom 6:6)

b) Nossa morte com Cristo é um fato histórico... (Rom 6:1-11)

c) A morte do Senhor Jesus é representativa e inclusiva; na sua morte todos nós morremos (II Cor 5:14)

d) A mesma escritura que diz que Cristo morreu por nós, diz também que nós morremos com Ele (Rom 5:8; 6:6-8) (II Cor 5:14).

e) O sangue de Cristo nos purifica de todo pecado, a Cruz de Cristo golpeia a raiz daquilo que somos – pecadores por natureza (I Jo 1:7; Gal 2:19-20).
f) Em Cristo somos novas Criaturas (I Cor 5:17; Gal 6:15; Efe 2:1; 6)

Ilustrações:

- A lagarta que passa pela metamorfose e torna-se uma borboleta.

- O Filho pródigo... “Este é meu filho estava morte e reviveu (Luc 15:24)”.

g) Deus nos liberta do domínio do pecado, não fortalecendo nosso velho homem, mas crucificando-o. Estou morto e sepultado com Cristo – sim, ressurreto e também elevado às alturas com Ele (Rom 6:4,6,8; Efe 2:6).

2. Precisamos Considerar-nos Mortos para o Pecado (Romanos 6:11)

a) Precisamos crer nessa verdade pela fé...

b) A única maneira de nascer de novo é morrendo (Jo 3:3,14,15; I Cor 15:36).

c) Precisamos de revelação para entender e crermos que fomos crucificados com Cristo (Mat 16:17; Efe 1:17,18; Rom 6:6,11).

d) Precisamos crer na palavra de Deus e vivermos a luz dessa verdade: “Considerai-vos mortos para o pecado” (Rom 6:11)

e) A fé deve levar-nos a dizer: “Graças a Deus, em Cristo estou crucificado”.

Exemplo: Morto não tem mais gostos, vontades, prazeres, tendências, brigas, orgias, pecados...

f) Crer,é permanecer nessa verdade, é o único caminho para a libertação do pecado (I Jo 3:9). Deus o incluiu em seu Filho (II Cor 5:21)

g) A vida de Cristo foi plantada em nós pelo novo nascimento e sua natureza não é caracterizada por cometer pecados (I Jo 3:9)

h) Deus incluiu-nos em Cristo, portanto, tudo que é verdade a respeito dele também se aplica a nós. Precisamos permanecer em Cristo...

i) Se você não viver como morto para o pecado e vivo para Deus, você é apenas um religioso maquiado (Mat 9:16,17).

Exemplo: pintar um urubu de amarelo e achar que ele é um canarinho...

3. É Preciso Oferecer-nos a Deus... (Romanos 6:12-14,19)

a) A cruz de Cristo acaba com tudo aquilo que pertence ao primeiro sistema, a ressurreição é o novo ponto da partida de Deus... (Adão X Cristo)

b) É preciso oferecer-nos a Deus como ressurretos dentre os mortos (Rom 6:13), considerando toda nossa vida consagrada e pertencente ao Senhor.

c) Entrego-me inteiramente a Cristo – isso é santidade ao Senhor, para fazer a Vontade de Deus para sempre.

d) Sem reservas, devemos consagrar-nos a Deus para que Ele faça conosco o que lhe agrada (Rom 6:13).

e) Ao nos entregarmos e nos consagrarmos a Deus sem reservas, muitos ajustes ainda precisam ser feitos, na família, nos negócios, na igreja, na vida pessoal, etc.

f) Ao oferecer-nos a Deus tornando-nos participantes da natureza divina (II Pe 1:4).

g) Nossa consagração permite que Deus efetue em nós tanto o querer como o realizar segundo a sua vontade (Fil 2:12,13).

4. O Caminho para a Vitória é Andar no Espírito (Romanos 8:1-4)

a) Andar no Espírito é estar sujeito a Ele, ser guiado por Ele, e ensinado

por Ele (Rom 8:14)

b) O Espírito Santo faz com que tudo quanto é nosso em Cristo torne-se realidade em nossa vida.

c) O Espírito Santo nos ensina as Escrituras, nos dirige em oração, governa nossa vida, reproduz o caráter de Jesus em nós...

d) Andar no poder do Espírito Santo é a nossa única maneira de viver como ressurretos dentre os mortos

e) O fruto do Espírito Santo é a marca de todos que foram crucificados com Cristo e agora andam em novidade de vida (Gal 5:22).

f) As obras da carne são evidências de que você não está crucificado com Cristo, e ainda não nasceu de novo (Gal 5:19-21).

g) Andar no Espírito é algo espontâneo e natural para todos os que foram crucificados com Cristo...

h) Andar no Espírito é o Caminho para a vitória em Cristo.

O objetivo de Deus é que a igreja seja gloriosa, sem ruga, macula, coisa semelhante, porém santa e sem defeito (efe 5:25-27). Isso só é possível se vivermos essa verdade, de que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, e ele mesmo nos ressuscitou para andarmos em novidade de vida.


Fonte:
http://www.pibmarilia.org.br/sermoes.php?ida6_sermoes=145



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