quarta-feira, 1 de dezembro de 2010


O HOMEM

QUE PRECISAVA

VOLTAR PARA CASA

Texto: Marcos 5:1-20

1 Chegaram então ao outro lado do mar, à terra dos gerasenos. E, logo que Jesus saíra do barco, lhe veio ao encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo,
o qual tinha a sua morada nos sepulcros; e nem ainda com cadeias podia alguém prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas; e ninguém o podia domar; e sempre, de dia e de noite, andava pelos sepulcros e pelos montes, gritando, e ferindo-se com pedras.
Vendo, pois, de longe a Jesus, correu e adorou-o;
e, clamando com grande voz, disse: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? conjuro-te por Deus que não me atormentes. Pois Jesus lhe dizia: Sai desse homem, espírito imundo.
E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu-lhe ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
E rogava-lhe muito que não os enviasse para fora da região.
Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos.
Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram.
Nisso fugiram aqueles que os apascentavam, e o anunciaram na cidade e nos campos; e muitos foram ver o que era aquilo que tinha acontecido.
Chegando-se a Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, sentado, vestido, e em perfeito juízo; e temeram.
E os que tinham visto aquilo contaram-lhes como havia acontecido ao endemoninhado, e acerca dos porcos.
Então começaram a rogar-lhe que se retirasse dos seus termos.
E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora ndemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.
Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera Jesus; e todos se admiravam.




Introdução:

História da Região

I – Os níveis de “Possessão” presentes na história:

1. A possessão individual
– “espíritos...” A aquele homem era possesso de uma Legião de espíritos maus.

2. A possessão coletiva – a cumplicidade-essencial-inconsciente! Há mais de 300 anos que a região era objeto de “ocupação”. Geresa vem da raiz de uma palavra semítica “ger”...que expressa opressão, dominação, possessão...

3. A possessão dos principados espirituais. Há um indivíduo possesso, há uma cultura possessa de uma idéia de possessão (300 anos de possessão estrangeira), e há os principados e potestades, que se alimentam da produção da cultura humana: a serpente come o pó da Terra, a produção do caminhar dos humanos.

II – A questão de hoje é: Por que Jesus não deixou o Gadareno seguir - historicamente com Ele?

1. A razão espiritual:
“Conta o que Deus fez por ti”. Deus estava nele? Sim! Deus estava nele. E era por ele. Quando se crê nisto pode-se andar pelo mundo afora...

2. A razão psico-social: O totem tinha que “libertar” Decápolis. Aquele homem era uma espécie de bicho necessário naquela região. Era o único livre numa terra de escravos. Os loucos são livres pelos sãos. Os sãos precisam da loucura dos loucos livres a fim de não enlouquecerem em sua obediência à opressão. Toda sociedade, família, e ajuntamento humano, acaba precisando de um gadareno a fim de poder se sentir menos enlouquecido...Os gaderenos ficam loucos pela coletividade.

3. A razão psico-familiar: “os teus” = um homem que “se perde-de-si”, só volta a si com “os seus”. Saúde humana só se estabelece como real quando pode sobreviver à família...

4. A razão psico-individual: um homem sem Self sadio tem que ser portador da Graça – “Misericórdia” – pois é só na Graça que alguém se “re-apropria” do “eu” sem medo!

III – Lições para hoje:

1. Se o próprio Jesus
– “a melhor companhia” – mandou o homem de “volta para os seus” – significa que melhor para a alma dele que ir adiante, era voltar atrás. Às vezes só se avança de volta para as origens.

2. Quem conhece a Deus carrega em “si” o Senhor e a Palavra, por isto, ele é uma “legião” para os outros. O homem não precisa de multidão, ele era uma multidão. Daí, “o que tiver a legião”, depois de encontrar a Paz, será enviado para os “seus” e para todos!

3. Se para Jesus – que “convidava alguns a segui-lo” – poderia haver a possibilidade de ser melhor para alguém não ir com Ele, o que dizer da Igreja? como ela é? É a “Igreja” um bem necessário para todos os homens?

4. Ninguém que um dia perdeu o controle do “Self” encontrará melhor manutenção de cura que em duas coisas:

1. O encontro com o “outro”. “Os teus...os da tua casa...”

2. O testemunho da Graça! “conta o que o Senhor fez por ti...como teve misericórdia de ti...”

Seguem com Jesus no Caminho mesmo com aqueles que não são vistos andando no caminho com Ele.

O Gadareno não era um desviado do Caminho. Ele era apenas um homem para quem o Caminho disse que havia um caminho particular a fazer...

Todos os caminhos levam a Deus quando o caminho de cada um acontece no Caminho...

Há um só Caminho...
e nele há trilhões de pequenos caminho...um deles é o seu...que seja Nele: o Caminho!

Somente vivendo o seu caminho no Caminho você será curado!

Só há sanidade quando não fugimos de nosso caminho, no Caminho!

AUTOR: Reverendo Caio Fábio /
FONTE: http://mvsrj.spaces.live.com/?_c11_BlogPart_BlogPart=blogview&_c=BlogPart&partqs=amonth%3d10%26ayear%3d2005



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O que me atrapalha
de cumprir
o propósito
de Deus
- Religiosidade


Texto Básico: Marcos 7:6 - "Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim". Mateus 23: 13 a 28


Introdução:

 A religiosidade gera na vida de todo cristão duas coisas básicas:

 Hipocrisia e Frieza espiritual

 Os fariseus e escribas tiveram as mesmas atitudes que nós quando nos tornamos religiosos.

 Fariseu era um grupo de judeus religiosos devotos à Torá (Pentateuco) , surgidos no século II a.C. Eles gostavam de manipulam a lei para seu interesse.

 Escribas homens especializados no estudo e na explicação da lei ou Torá. E eram amigos de dos fariseus (a maioria), saduceus (religiosos da época de Jesus)

Desenvolvimento:

1. Hipocrisia

 Repare alguns textos: Mateus 23: 25,26,27,28

 Eles viviam uma mascara.

 Os fariseus e os escribas vivam uma vida de hipocrisia por:

1. Tentar parecer ser o que se não é.
2. Impor a aparência exterior como paradigma para os demais.
3. Viver da arrogância de clonar o ser do outro conforme a nossa própria e falsa aparência.
4. Oferecer-se como representante de Deus entre os homens.


Aplicação

 Todo hipócrita é inseguro.

 Todo hipócrita é invejoso.

 Todo hipócrita é cínico.

 Todo hipócrita não se enxerga.

 Todo hipócrita não tem outro mundo se não o exterior.

 Tem muita gente vivendo uma vida dentro da igreja e outra lá fora.

 Por isso que quando entra dentro da igreja, sai do mesmo jeito.

 Ele vive uma vida sem relacionamento com Deus (oração e leitura da palvra)

 Não tem uma experiência real com Jesus (tem quanto tempo que você não tem comunhão com Deus?)

2. Frieza Espiritual

 Repare alguns textos: Mateus 23: 13,14,15,23

 Falta de amor pelas pessoas (vidas)

 Os fariseus e escribas tinham um coração frio, eram acomodados.

 Os mestres da lei cumpriam a lei sem vida nenhuma.

 A religiosidade nos deixa mais acomodados, sem amor pelas pessoas.

 Os religiosos usavam o poder da religião, ou da moral, ou da ética, ou das etiquetas, como instrumento de poder e opressão sobre os que procuram ajuda.

 Os religiosos manipulavam o saber religioso e fazer dele uma adaptação que justifique as conveniências da própria doença.

Aplicação

 Não dá mais pra ver pessoas entrando dentro (novos) da igreja e nós não importamos.

 Quantos estão envolvidos em ministério e células? Mas não se dispõe a liderar célula, clubinho.

 Crente que não dá fruto dá trabalho. Começa a inventar de mais. (Zuar de mais, só quer curtir, só na amizade)

 Quanto tempo você não ganha alguém pra Jesus? Você tem orado por alguém para que a pessoa aceite a Cristo?

 Alguns entraram aqui como um clube, praça de convivência, oportunidade de fazer amigos. Menos uma igreja onde nos reunimos para adorar, e servir ao Senhor.

 Alguns acham que servir a Deus é só, quando estou em ministério ou participo de uma célula.

 Porque é tão difícil arrumar um líder de célula, ou pessoas que liderem clubinhos evangelísticos nas escolas, cursinhos e faculdades, trabalhar na fonovisita, recepção dos novos na igreja, missões.

 Porque temos tantos adolescentes conversando na hora do culto, e nós não nos aproximamos daqueles para orar. Porque tem pessoas novas chegando e nós vivemos no nosso mundinho, e não nos aproximamos.

 Deveríamos ter uma fila de gente para receber os novos, as igrejas não deviam caber de gente que se converte. Só que nós vivemos a nossa vidinha, nosso mundinho, aonde vir à igreja é muito cômodo, enquanto outros precisam de Cristo.

 Não esperem dos lideres, façam. Não dependam da igreja, façam. Essa foi à ordem de Jesus: “Vocês foram chamados para fazer discípulos”. Tenham sede de vidas. Mateus. 28: 19 ”Ide e fazei discípulos de todas as nações”.

 Se viermos à igreja só para cumprirmos uma obrigação, para um desencargo de consciência, ou encontramos amigos, tudo isso é pura religiosidade. Marcos. 7:6: “Este povo com os lábios, mas o seu coração está longe de mim”.

 Nossa vida só tem motivo quando nós estamos vivendo para o louvor da glória de Deus.

 Servir a Deus não é está dentro da igreja o dia todo, mas levar o nome para lugar que eu for.

 Muitos estão acomodados, passivos ao seu chamado como cristão (fazer discípulos).

 João 15:2; Apocalipse. 3:15,16, estes versos falam o que acontecerá com aqueles que não dão fruto.

Conclusão

 Oração de reconciliação
 Desafio de alcançar vidas


Autor do texto:
Pr. Bruno Bacelar Dias




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Não existem
super heróis

Texto Base: I Reis 19: 1 – 13


Introdução:

 Crescemos vendo super-heróis na TV, eles eram perfeitos com seus poderes.

 A humanidade busca homens perfeitos, que nunca erram.

 Crescemos mas continuamos, buscamos esses super-heróis. Cobramos daqueles que são autoridades sobre nós, uma perfeição sob humana. Lideres Pastores, Chefes, professoras, e principalmente os nossos pais.

 Não suportamos ou não sabemos lidar com o erro de quem estão sobre nós, às autoridades.

 Tudo isso, não justifica as falhas, os erros. E não tira a responsabilidade dos erros das pessoas. Existe uma diferença entre erro moral e erro comportamental (comportamentos que adquirimos ao longo da nossa vida)
 Mas este sermão serve para alertar, para estimular o amor e o perdão e considerar aqueles que são lideres sobre as nossas vidas. Além disso, evita que alguns crentes saiam da igreja por decepções.

Desenvolvimento:

Contexto do texto:

 Elias era profeta de Israel

 Acabe e Jezabel eram reis em Israel

 Baal era o deus adorado.

 No capítulo 18:20 conta a história de Elias e profetas de Baal.
 No Capítulo 18:40 conta história que Elias orou para que viesse chuva sobre a terra.

 Elias era um homem de Deus que foi usado por Deus de uma forma maravilhosa.

 Ele foi arrebatado, não morreu – II Reis 2:9

 Quando analisamos a história deste homem de Deus, parece que não conseguimos ver erro.

1 - Cada um tem seu limite. Versos 1 a 4

 Jezabel ficou sabendo de tudo que Elias fez no monte Carmelo com os profetas de Baal. Ela mandou dizer a ele que iria dar o troco.

 Com muito medo Elias foge para Berseba, ele andou aproximadamente 210 km e depois foi o deserto.

 Lá ele assentou debaixo de um zimbro, pegou um sobra, e pediu a morte.

 Elias afinou para Jezabel. Ele se sentiu só. E errou em não confiar em Deus.

Aplicação:


 Muitas vezes cobramos que as pessoas não errem. E quando elas erram não aceitamos

 Lideres, Pastores - se decepcionam e até desviam por causa dos erros. A Bíblia diz em Jeremias 17:5 “Maldito o homem que confia no homem”. Outra coisa que acontece é que achamos que os lideres são perfeitos, como super-heróis.

 Pais - Alguns magoam com palavras, ficam muito nervosos, fazem diferença entre os irmãos. Cobram demais, exigem tudo (estudo, casa, trabalho, irmãos). Além disso, descontam em problemas pessoais nos filhos. Nunca tem tempo para estar com os filhos, substitui a companhia dos filhos por outras coisas.

Quero outro pai, outra mãe. Não agüento mais meus pais, não quero morar em casa.
Então o ódio, a raiva, o rancor e magoa tomam conta do coração

 Professores, Patrões – com esses não temos tanta relação. Mas temos muitas dificuldades, pois eles também erram. Falam sem saber ficam de marcação.

2 - Procure considerar. Versos 5 a 8

 Elias teve seu limite

 Deus buscou ajudá-lo no momento de agonia

 1º anjo tocou e deu comida

 2º anjo do Senhor veio para mandar Elias comer e beber (sua função era proteger e salvar)

 Essa parte do texto mostra o cuidado, o zelo e a paciência de Deus com ele.

Aplicação

 Procure compreender os limites, cada um tem o seu. Entender, considerar, passar por cima.

 Algumas coisas a considerar:
o Busque entender o momento (crise finaceira, problema no trabalho, TPM, pressão, tristeza)

o Você também erra, porque eles não podem errar

o Busque considerar a história (familiar, as formas de amor que recebeu, sofrimento da vida, problemas em casa)

o Procure enxergar as coisas boas também.

o Quando consideramos algumas para entender o outro, você entende a linguagem de amor, e outras coisas como de maneira cobrar de amor e alguns defeitos.

o Não é fácil ser mãe, pai, padrasto, madrasta, líder, pastor, professor, patrão.

3 - Perdão e Amor . Versos 9 a 13

 Depois de tudo, Deus ainda fala com Elias

 Elias foi para Horebe, mandado por Deus. Ele é levado para que Deus se revelasse, e assim ele iria voltar aos momentos de origem do seu ministério como profeta.

 Deus se revela a Elias através de um ciclo suave.

 Deus não queria que Elias estivesse naquela situação.

 O amor e o perdão são marcas fortes na atitude de Deus com Elias.

Aplicação

 “O amor encobre as multidões de pecados”.

 Existem coisas que só o amor e o perdão podem resolver.

 Encarar, discutir, ódio, rancor, responder mal, não resolve.

 Ame apesar do erro. Pai, mãe não deixam de ser seus pais por causa dos erros.

 Lideres, pastores, professores não deixarão de ser autoridades por causa do erro deles.

 As autoridades não agüentam tudo, como você também. Mesmo que às vezes eles se mostram como super- heróis.

 Se coloque um minuto no se lugar, e você será um pouco mais compreensivo.

Conclusão:

 Como tem sido a minha relação com as autoridades que tenho em minha vida?

 Será que tenho buscado nas autoridades que tenho uma atitude de super –herois?

 Seja mais compreensivo, paciente, amoroso, considere algumas coisas.
 Perdão e amor são atitudes que devem ser presente na sua relação com as pessoas.

 A cura para qualquer dor e trauma familiar passa pelo perdão.

 Os maiores problemas que temos são dentro família. Se você crescer, busque o perdão como remédio.


AUTOR: Pr. Bruno Bacelar Dias



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