quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Esperando em Deus

Texto – Salmo 62: 5-7


INTRODUÇÃO


1. Nessa vida precisamos manter a esperança.

- Com ela os nossos sonhos se tornam algo que vale a pena lutar. A esperança nos dar propósito naquilo que fazermos.

- Todavia, alguém pode viver sem propósito se aquilo que faz não lhe dar esperança de dias melhores.

2. A esperança precisa ser posta naquilo em que podemos estar seguros.

- Esperança sem certeza é utopia. Muitos de nós vivemos uma utopia por que confiamos na riqueza, nos homens e tantos outros que não podem nos garantir o que o nosso coração almeja.

3. Os cristãos mantêm sua esperança em Deus. Ele é a verdade. Só nele a nossa alma espera segura.

Então, de que forma podemos manter a nossa esperança em Deus?
O salmista Davi nos mostra algumas atitudes que precisam ser tomadas por quem deseja permanecer firme no Senhor.

Em primeiro lugar precisamos:

I. Manter a esperança exclusivamente em Deus.

1. O salmista encontrou consolo unicamente em Deus (“Somente em Deus...” v.5; v. 6 “Só ele...”; v. 7 “De Deus...”).

- Deus é a fonte segura de confiança do seu povo. Não podemos dividir seu auxílio com as nossas forças. As expectativas dos cristãos devem estar todas em Deus.

2. Ninguém poderia dar a Davi uma segura esperança.

- A sua alma descansava em Deus e nele estava depositada toda a sua expectativa (“... porque dele vem a minha esperança” v.5).

Ilustração:

Abraão e Ana esperaram exclusivamente no Senhor – embora Abraão tenha se adiantado aos planos de Deus, tendo um filho com Agar.

Em segundo lugar, além depositar em Deus toda nossa esperança precisamos:

II. Nutrir as expectativas com aquilo que Deus é.

1. O salmista lembra a si mesmo quem é o seu Deus (“Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu refúgio...” v. 6).

- Em Deus estava sua firmeza, sua libertação, sua proteção. Esses são privilégios das qualidades inerentes ao relacionamento dos cristãos e o seu Senhor.

- Quem deseja manter sua esperança no Senhor precisa conhecê-lo intimamente.

2. Os atributos de Deus lhe davam confiança a ponto de lhe fazer inabalável (“... jamais serei abalado” v. 6).

- A esperança do cristão vem daquilo que Deus é para ele.

- O relacionamento que possuímos com Deus nos torna confiantes do seu auxílio.

Por fim, para mantermos a nossa esperança em Deus precisamos:

III. Confiar no seu agir soberano.

1. Davi sabia que a sua honra e a sua salvação dependiam da vontade de Deus (“De Deus depende...”v. 7).

- A salvação era uma questão de escolha divina e não sua. O modo de Deus agir vai além do que podemos imaginar.

- No entanto, mesmo que não entendamos podemos confiar que ele sempre agirá para o nosso bem (Romanos, 8: 28).

- Quem possui uma firme esperança espera na vontade de Deus e não na sua.

CONCLUSÃO

- Em meio às intempéries que enfrentamos nessa vida, a esperança em Deus é o fundamento que nos firma os pés.

- Portanto, lancemos as nossas vidas nas mãos do Senhor na certeza de que, independente das dificuldades, sempre teremos a esperança em seu cuidado. Amém!

Fonte: Leonardo J. N. Félix /
http://sermoes1.blogspot.com/2010/08/esperando-em-deus.html





++++++++++++++

+++++++++++++

++++++++++++

+++++++++++

++++++++++

++++++++

++++++


As Virtudes de
um Servo Humilde
Texto – Marcos 1:1-8


INTRODUÇÃO

1. O nosso convívio em comunidade tem muitas semelhanças com a atividade de um corpo.

- Cada membro recebe uma função específica no corpo. Da mesma forma cada filho de Deus recebe um ministério que precisa ser exercido para a saúde da igreja.

2. Entretanto, os nossos ministérios precisam estar resguardados de todo orgulho.

- Pois o que recebemos não pertence a nós, mas a Deus. Por isso, a humildade é uma marca distintiva dos servos de Deus.

- De que forma podemos aprender com João Batista a ter um coração humilde em nossos ministérios?

- Marcos nos revela em seu evangelho algumas virtudes de João Batista que fazem parte da uma vida de um servo humilde.


A primeira virtude é:

I. Submissão ao chamado de Deus.

1. João Batista foi submisso à vontade de Deus e não hesitou em cumprir o seu chamado
(v. 4 “apareceu João Batista no deserto [...]”). Seu ministério havia sido profetizado pelo profeta Isaías (v. 2 “Conforme está escrito na profecia de Isaías [...]”).

- Deus tem um plano no seu reino para cada um de nós. Precisamos estar dispostos a obedecer ao ministério que ele tem revelado para nossas vidas.

2. Submissão requer de nós disposição para agir para o estabelecimento do que recebemos.

- João percorreu a região da Judéia pregando e batizando aqueles que se arrependiam (v.5).

- Quem recebeu um dom de Deus não pode permanecer na inatividade. Aqueles que enterram o seu talento estão em desobediência a Deus. A sua omissão prejudica o desenvolvimento do corpo de Cristo.

- É visível a submissão daqueles que são servos humildes, que decidiram agir ao invés de esconder o seu dom.

A segunda virtude que podemos notar em João Batista é:

II. Fidelidade ao ministério que recebeu de Deus.

1. João recebeu de Deus uma mensagem que consistia num rito atrelado a uma mensagem de perdão
(v. 4 “apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados”).

- Seu dever era levar aos aflitos por causa do pecado uma mensagem de perdão. Ele não misturou o seu ministério com quaisquer outro ensino.

- Não podemos prostituir os nossos ministérios. O que Deus colocou sob nossa responsabilidade devemos cumprir como nos foi dado. Caso contrário estaremos agindo sem fé e com soberba.

- O servo humilde do Senhor é fiel e não macula o seu ministério.

Por fim, João Batista nos ensina outra virtude importantíssima nos servos humildes:

III. Reconhecimento das suas limitações.

1. Embora pregasse o perdão, João sabia que não possuía o poder de expiar pecados
(v. 7 “E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desatar-lhe as correias das sandálias”).

- O maior poder estava para ser revelado em Jesus. Este tiraria de uma vez por todas a culpa do pecado sobre aqueles que cressem (João 1:29).

- João reconheceu isso e se submeteu.

- Precisamos ter a capacidade de reconhecer que não somos poderosos como pensamos. Todo o poder de nossas vidas vem de Cristo (João 15:5 “... sem mim nada podeis fazer”).

CONCLUSÃO

- A humildade de João é um exemplo do que Deus espera de todos aqueles que lhe servem.

- Para isso precisamos anular o nosso ego e nos submeter à vocação que recebemos do Senhor. Agindo com fidelidade para com Deus, reconhecendo que dependemos exclusivamente de Cristo para a realização da nossa vocação nessa vida.

- Portanto, busquemos o lugar de servos humildes. Amém!

Fonte: Leonardo J. N. Félix /
http://sermoes1.blogspot.com/2010_09_01_archive.html






############

============

++++++++++

:::::::::