sábado, 19 de junho de 2010


COMUNHÃO,
IMPOSSÍVEL
SEM AMOR



Texto:

I João 1:3

“O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.”

Introdução:

1. A fim de; a verdadeira comunhão existir, alguns elementos devem estar presentes.

2. Um desses elementos é o amor.

I. O amor a Deus.

A. Nossa comunhão com os cristãos é dependente de nosso relacionamento com Deus.

B. Ninguém pode manter comunhão com os cristãos, sem manter comunhão com Deus.

- Observe I João 1:5-7. “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”

C. Não se pode desfrutar da comunhão com os filhos de Deus sem ser filho de Deus.

- João 3:3-5, Romanos 8:13-17, - “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.”

- Gálatas 3:26 - “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus;”

II. O amor à verdade.

A. Aqueles que possuem um amor pela verdade, a palavra de Deus (João 17:17), vai aderir à palavra de Deus como a única autoridade em matéria de comunhão.

B. Como cristãos, devemos estender a comunhão unicamente para aqueles que ensinam a verdade.

- II João 9-11 – “Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más.”

C. Devemos marcar aqueles que praticam uma doutrina contrária à encontrada na Bíblia.

- Romanos 16:17-18 – “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, e sim a seu próprio ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos.”

D. Aqueles que praticam tal doutrina, pôe em perigo a alma deles, assim como as almas dos outros.

III. O amor a igreja.

A. Paulo descreveu a igreja como uma virgem desposada com Cristo.

- II Coríntios 11:2 - “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.”

- A igreja deve direcionar suas afeições para Cristo ao invés do mundo.

B. A igreja é para ser mantida santa e sem defeito, sem qualquer mancha, ruga, nem coisa semelhante.

- Efésios 5:27 - “para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.”

C. A comunhão uns com os outros é possível porque nós (cristãos) somos todos membros de um corpo.

- I Coríntios 12:20 - “O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.”

IV. O amor ao próximo.

A. Somos ordenados a amar a irmandade.

- I Pedro 2:17 - “Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei.”

B. O amor ordenado, não uma emoção, mas um desejo de procurar e realizar o que está no melhor interesse do outro.

C. Devido a equívocos comuns sobre o amor, a ordem para retirar-se da desordem é frequentemente ignorado.

Conclusão:

1. A verdadeira comunhão não pode existir sem amor:

a. Para com Deus.
b. Para com a verdade.
c. Para com a igreja.
d. Para com o homem.


AUTOR: Pr. Aldenir Araújo /
http://opregadorfiel.blogspot.com/2010/06/comunhao-impossivel-sem-amor.html



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O pródigo
amor
de Deus


- Deus é amor.

- Ele nos ama com amor eterno e imutável. A causa do seu amor está nele mesmo e não em nós.

- Ele nos ama, não por causa de nós, mas apesar de nós. Seu amor transcende todas as palavras humanas.

- O poeta, num arroubo de entusiasmo escreveu:

“Ainda que todos os mares fossem tinta e todas as nuvens fossem papel; ainda que todas as árvores fossem penas e todos os homens escritores, nem mesmo assim se poderia descrever o amor de Deus”.

- A Bíblia diz que Deus amou o mundo de tal maneira a ponto de dar seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

- O Senhor Jesus, em Lucas 15.1-24 contou três parábolas para enaltecer o amor de Deus.

Nelas podemos destacar três aspectos desse sublime amor.

1. O amor que procura

Deus é representado pelo pastor que procura a ovelha perdida, pela mulher que diligentemente procura a dracma perdida e pelo pai que corre para abraçar e beijar o filho que retorna ao lar.

- O amor de Deus é incansável no propósito de buscar o perdido.

- Deus nos atrai para si com cordas de amor.

- Ele não abre mão de direito que tem de nos ter para si.

- Deus não abdica do direito que tem de nos conquistar com seu amor. Fato digno de nota é que Deus nos busca mesmo quando não o buscamos.

- Deus nos ama mesmo quando não devotamos a ele nenhum amor. Seu amor é incondicional.

2. O amor que perdoa

A parábola do Filho Pródigo é o clímax das três parábolas. Ela retrata a triste trajetória do filho, que insatisfeito saiu da casa do pai e foi para um país distante, onde dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.

- Atraído pelos encantos do mundo, bebeu todas as taças dos prazeres, cercado de amigos. Porém, sua aparente felicidade transformou-se em solidão amarga, em pobreza extrema e em fome assoladora. Foi parar no fundo do poço, ou seja, num chiqueiro de porcos.

- Ali estava só, faminto e maltrapilho. Então, lembrou-se de seu pai e tomou a decisão de voltar; agora, não mais como filho, mas apenas como um empregado.

- Para sua surpresa, o pai o avistou de longe, correu, abraçou-o, beijou-o, mandou colocar nele a melhor roupa, o anel no dedo e as sandálias nos pés. O pai lhe perdoou e lhe restaurou, dando-lhe a dignidade de filho. É assim o amor de Deus por nós. Ele nos perdoa e nos restaura.

- Perdoa completa e incondicionalmente. Deus apaga as nossas transgressões e desfaz os nossos pecados como a névoa. Ele sepulta nossos pecados nas profundezas do mar, nos recebe e nos restaura como filhos amados.

3. O amor que celebra

Nas três parábolas:

- da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido encontramos o mesmo desfecho, a celebração festiva pelo encontro do que estava perdido.

- O pastor chamou seus vizinhos e amigos para festejar com ele (Lc 15.6). A mulher igualmente chamou suas vizinhas e amigas para celebrar com ela (Lc 15.9) e o pai mandou preparar um banquete, dizendo: "… comamos e regozijemos-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” (Lc 15.23,24).

- Há mais alegria por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove que pensam que não precisam de arrependimento (Lc 15.7).

- Há júbilo diante dos anjos de Deus por um só pecador que se arrepende (Lc 15.10).

- Há festa na casa do pai, quando o pródigo volta ao lar (Lc 15.23,24).

- Deus festeja e celebra a nossa volta para ele. Que grande amor! Que imenso amor! Que sublime amor, o amor de Deus!


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes



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