sexta-feira, 11 de junho de 2010


LIÇÕES DE
PROSPERIDADE
COM A
VIÚVA POBRE
(Mc 12:41-44)


Introdução

- Mais de 20% de tudo que Jesus ensinou se relaciona a dinheiro.
Esta passagem é um dos exemplos disto. O Senhor quer nos ensinar a respeito das ofertas entregues no templo.

- No entanto, encare oferta também como tudo que você pode dar para Deus (seu tempo, trabalho, talentos)

- Quem diria que com a atitude desta viúva pobre podemos aprender no mínimo sete grandes verdades!
Jesus chamou os seus discípulos para aprenderem com ela! (confira o v. 43)

A PALAVRA DE DEUS ENSINA PRINCÍPIOS QUE DEVEMOS APLICAR AO OFERTARMOS PARA QUE SEJAMOS ABENÇOADOS

LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM A VIÚVA POBRE:

1º) OFERTE A DEUS DA MANEIRA CORRETA (v.41)

- De que maneira você oferta?

1.1 - Oferte com alegria, e não tristeza:

"Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria." (2 Coríntios 9:7 RA)

1.2 - Oferte pela fé, e não com dúvida:

"De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam." (Hebreus 11:6 RA)

1.3 - Oferte por amor, e não obrigação:

Exemplo 1: Moisés recolhendo ofertas para a construção do tabernáculo:

"Tomai, do que vós tendes, uma oferta para o SENHOR; cada um, cujo coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao SENHOR; ouro, e prata, e cobre," (Êxodo 35:5 RC)

Exemplo 2 - Davi recolhendo ofertas para a construção do Templo de Jerusalém: [Ler: 1 Cr 29:3,5b,9,14,17]

"E ainda, porque amo a casa de meu Deus, o ouro e a prata particulares que tenho dou para a casa de meu Deus, afora tudo quanto preparei para o santuário:" (1 Crônicas 29:3 RA)

1.4 - Oferte com generosidade, e não avareza:

"Portanto, julguei conveniente recomendar aos irmãos que me precedessem entre vós e preparassem de antemão a vossa dádiva já anunciada, para que esteja pronta como expressão de generosidade e não de avareza." (2 Coríntios 9:5 RA)

2º) NUNCA DIGA QUE NÃO TEM NADA PARA DAR A DEUS (v.42)

- Aquela mulher - mesmo sendo viúva, mesmo sendo pobre - encontrou duas moedinhas!

2.1 - Deus perguntou pra Moisés: (Ex 4:2)

- O que tens em tuas mãos?
Um cajado (quando ele soltou o cajado, o milagre aconteceu)

2.2 - Eliseu perguntou para a viúva endividada: (2 Rs 4:2)

- O que tens em tua casa?
Apenas uma botija de azeite (e o milagre estava ali!)

2.3 - Jesus perguntou aos discípulos: (Mc 6:38)

- Quantos pães tendes?
Apenas cinco pães e dois peixinhos
(NAS MÃOS DO SENHOR AQUELE POUCO SE MULTIPLICOU!)

2.4 - Reconheça o que Deus já lhe deu e oferte a Ele! (Tempo, talentos, posses, etc...)

- O que Deus já lhe deu é o começo para o seu milagre! Obedeça a Deus.

3º) A OFERTA QUE TEM VALOR PRA VOCÊ, TEM VALOR PRA DEUS (v.43-44)

- E o contrário também: a oferta sem valor pra você é sem valor pra Deus.
- Apesar de pouco, aquelas duas moedinhas representavam o tudo daquela mulher.

"Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor." (Mateus 25:21 RA)

4º) O SENHOR EXALTARÁ SUA OFERTA INCOMUM (v.43a)

- Ele chamou os seus discípulos para exaltar aquela mulher

- Que valor de oferta (segundo as suas condições) faria o Senhor se impressionar com você?

"E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria." (2 Coríntios 9:6-7 RA)

"Um homem dá liberalmente, e se enriquece; outro retém mais do que é justo, e se empobrece. A alma generosa prosperará; o que regar também será regado." (Provérbios 11:24-25 RA)

5º) DEUS CONHECE A SUA SITUAÇÃO FINANCEIRA (v.43-44)

- Ele sabia que os ricos davam do que sobrava e que a viúva havia dado todo o seu sustento

- Então confie em Deus!

"...vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes." (Mateus 6:8 RC)

"Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Mateus 6:31-33 RA)

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6º) A SUA OFERTA É PARA DEUS, NÃO PARA O HOMEM (v.44)

- O nome da viúva não é mencionado. Por quê?

- Porque a oferta foi para Deus. A oferta não foi para impressionar aos homens.

"Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas." (Malaquias 3:8 RA)

"Tu, porém, ao dares a esmola, ignore a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita; para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará." (Mateus 6:3-4 RA)

7º) A OFERTA QUE SAI DA SUA MÃO NÃO SAIRÁ DA SUA VIDA!

- Jesus não impediu aquela pobre viúva de ofertar! Por quê?

- O Senhor sabia que aquele valor seria restituído por Deus! AQUELA MULHER SERIA PRÓSPERA!
É promessa de Deus:

"Honra ao SENHOR com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares." (Provérbios 3:9-10 RA)

"E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades." (Filipenses 4:19 RA)

CONCLUSÃO

- Tudo é de Deus. Por que então Ele manda que ofertemos? Para nos provar! Basta obedecermos a Deus.

- Ofertar é mais que um privilégio, é a grande oportunidade para o início de uma nova e melhor estação em nossa vida.

- Oferte com alegria, fé, amor, generosidade. Exalte a Deus, na certeza de que Ele recompensará você!

Mas deixo uma advertência: [Ler a parábola de Jesus: Lc 12:15-21]

- Que a motivação das suas ofertas jamais seja enriquecer materialmente!

"Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração." (Mateus 6:19-21 RA)


Fonte: http://www.igrejabiblicacrista.com.br/index.php?page=estudos.php&id=1212


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Vida no Deserto
– Tempo de Restauração -
Êxodo 3


- O povo de Israel sofria com a escravidão por 400 longos anos. A vida era dura e os sofrimentos aumentavam a cada dia. Ninguém tinha direito a nada e o tratamento era terrivelmente cruel.

- Mas Deus não se esquecera de sua promessa a Abraão. Em Gn. 12:2,3 “...de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome”.

- Ora, baseado nesta promessa, Deus não trabalharia com um povo escravizado. Certamente Ele lançaria mão de seus planos e os realizaria.
- Amados, temos que entender que o livro de Êxodo e a história dos Hebreus não são apenas um relato isolado na história da humanidade, mas uma profunda lição de vida que nos motiva a reflexão do quanto Deus é soberano e quer nos ensinar que seus métodos e estratégias visam nos habilitar para as conquistas em nossa vida.

Afinal, o que “A vida no Deserto” nos ensina?

1. Reencontro especial com a revelação divina (Ex. 3:1-10)

- Moisés é atraído pelo sobrenatural de Deus;

- Deus se revela a Moisés como Aquele que participava intensamente das crises de Seu povo;

- Deus se revela como o Senhor que coexistiu com os maiores referenciais humanos que deram origem ao seu povo, a saber: Abraão, Isaque e Jacó.

2. Rever a centralidade de Deus na vida do indivíduo (Ex. 13:17-22)

- Quando Deus liberta o povo da escravidão Ele os conduz pelo deserto com a intenção de ensiná-los que o deserto é o lugar onde tudo aquilo que ocupa o espaço de Deus em nossas vidas deve ser quebrado. (Deus torna-se o Centro de tudo e para todos).

- O povo precisava aprender que para andar com Deus e gozar de suas benesses, tinha que aceitar a regência divina sem nenhuma reserva (o deserto tirava do homem qualquer possibilidade de independência e o levava a uma relação de interdependência com Deus)

3. Reavaliar conceitos e preconceitos que balizam a nossa fé (14, 15)

- No encontro com Deus, os nossos conceitos e preconceitos são substituídos pela verdade de quem realmente governa a história humana e a administra com mão forte todas as circunstâncias.

- Podemos vivenciar a experiência de Jó; “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora meus olhos te vêem” (Jó. 42:5).

4. Avaliar nossas estruturas diante dos desafios (Ex. 33:13,18)

- Além do deserto ser um lugar de encontro com Deus, é também um lugar de encontro com nós mesmos.
- É no deserto que conhecemos a Deus de maneira íntima, porém, no deserto nos conhecemos de maneira legítima.

5. Reconhecer que o nome e a presença de Deus confirmam as Suas promessas (Ex. 6 : 2 a 9)

- Devemos reconhecer isso de maneira enfática, só assim andaremos firmemente na presença de Deus, obedecendo-o e aguardando sua provisão e o cumprimento de suas promessas.


AUTOR: Pr. Joiadas Soares de Souza



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A ESTRUTURA
DO CRISTÃO

Cl.1.13-23

Introdução

- O salvo em Jesus Cristo em sua existência enfrentará situações difíceis como: Enfermidades, incompreensões, perseguições, oposições, lutas, conflitos internos, insegurança, dúvidas, que procurarão abalar a sua fé e tirá-lo dos caminhos do Senhor.

- Por isso o cristão precisa estar firmado na fé; tendo uma boa estrutura na sua formação cristã, tendo uma base bem fundada em Cristo Jesus, para que nenhuma situação adversa o afaste da presença do Senhor.

- Uma casa bem construída tem alicerces profundos e colunas firmes, que dão estabilidade e segurança para que a casa não se abale diante de chuvas e vendavais.

- Assim deve ser a vida do cristão, tendo raízes profundas e firmes, que o sustentarão diante das tempestades que possa enfrentar.

I - O Cristão Precisa Ser uma Construção Sólida.
- A Bíblia diz que nós somos um edifício de Deus.

I Co.3.9- Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
- Esse edifício continua sendo edificado; por isso precisamos de um bom alicerce.

Lc.6.47,48- Qualquer que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante.

- É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre rocha.

- A nossa casa espiritual, o seu alicerce precisa ser bem fundo, firmado sobre a Rocha, que é Jesus.

- Quando o cristão tem uma boa estrutura, ele tem uma fé sólida; não baseada em circunstâncias externas, mas na sua fé e convicções.
Rm.8.35-39- Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir.
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
II - As Bases da Estrutura do Cristão.
- Quatro são as bases da estrutura do cristão, ou seja, a espinha dorsal do seu cristianismo, que lhe sustentarão em dias difíceis:
1 - A Obra do Espírito Santo em Sua Vida.
- A primeira estrutura do cristão é a sua conversão; o novo nascimento; a sua regeneração; a obra que o Espírito Santo de Deus fez em sua vida.

- Se o crente não for convertido, não tendo uma vida transformada, ele ficará perdido em meio as tempestades da vida.

- Ele não terá no que se apegar, no que se segurar na hora da adversidade.

Rm.8.16- O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.

- O primeiro pensamento que nos vem a mente na hora da tempestade, é se Deus está conosco; se temos a ajuda de Deus nessa hora.

I Jo.5.4- Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo a nossa fé.

- Aqui diz todo o que é nascido de Deus vence o mundo.

- Todo aquele que é convertido e não convencido.

- Aquele que não é convertido, na hora da tempestade, ele some da igreja, se esconde. Pois não tem a base do novo nascimento para se sustentar.

- A ação do Espírito Santo em nossa vida, operando a Graça de Deus, nos diferencia das pessoas do mundo.

I Co.2.12- Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.

- O Espírito Santo de Deus opera em nossas vidas, nos dando a certeza da ação de Deus em nossa vida, e nos fazendo conhecer o que o salvo tem gratuitamente por Deus.

2 - As Convicções da Sua Crença.
Outra coisa que dá sustentação ao salvo, são as convicções da sua fé, daquilo que ele crê.
II Tm.1.12- Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.

- Paulo passou por provas e perseguições tremendas; e o que o sustentou na obra de Deus, foi a sua estrutura cristã, a sua convicção de fé na salvação em Jesus Cristo.

- O crente não pode ter dúvidas ou desconhecer as razões da sua salvação.
- Temos que ter convicções:
a) Que o nosso Deus é um Deus Trino.

b) Que somos salvos pela Graça mediante o sacrifício expiatório de Cristo.

c) Que Jesus voltará para buscar a sua Igreja.

d) Que o Batismo com o Espírito Santo é uma promessa para o crente.

e) Nos Dons Espirituais.

f) Na cura divina.

g) Na eternidade com Deus.

- Essas são convicções e seguranças que temos que ter como cristãos; para não sermos iludidos, enganados por nenhuma doutrina falsa.
Cl.2.8- Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.

- As convicções no que o crente crê, vão lhe dar estrutura de fé.

- E isso é tão importante, que faz o crente saber o que ele está fazendo na Igreja; porque participar da Escola Dominical, do culto de doutrina e outros trabalhos.

- Isso é servir a Deus com racionalidade e não apenas emocionalmente.

3 - A Palavra de Deus.
A Palavra de Deus é a nossa bússola, a nossa orientadora, em todo o caminho da verdade.
- O cristão não pode ter uma vida de fé, baseada no que os outros dizem, ou no que os outros vivem.
- A nossa fé deve estar baseada na Palavra de Deus.

Sl.119.105- Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.

Hb.4.12- Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

- A Palavra de Deus é poderosa para operar em nossa vida.

- A nossa fé é despertada ouvindo a Palavra de Deus.

- Somos orientados e aconselhados pala Palavra de Deus.

- O crente não pode abrir mão de meditar todos os dias na Palavra de Deus.
- A Palavra de Deus vai dar estrutura segura ao crente.

Sl.119.97- Oh. Quanto amo a tua lei. É a minha meditação em todo o dia.

- O crente precisa amar a Palavra de Deus.

- Ter prazer em estudar a Palavra de Deus.

- Tem muito crente sem estrutura porque desconhece a Palavra de Deus.

Mt.22.29- Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.

- Procure saber o que Deus fala pela sua Palavra.

4 - As Experiências com Deus.
- Há uma frase que falamos que diz: O verdadeiro cristianismo consiste em experiências com Deus.
- Essas experiências acontecem em meio as lutas; em meio as enfermidades; em respostas as nossas orações; em meio a adoração a Deus.

- Essas experiências com Deus fortalecem o nosso espírito; aumentam a nossa fé, aumentam as nossas convicções e nos dão sustentação nas horas de crises.

- As experiências com Deus fortalece a nossa estrutura de cristão.

Rm.5.3-5- E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência.

- E a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.

- E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.

- O cristão não consegue viver o cristianismo somente com o conhecimento, com a teoria, com as convicções; precisamos também ter experiências com Deus.
- As experiências com Deus vão nos ajudar na nossa estrutura como cristãos.

- Na coluna dorsal de nosso cristianismo, as experiências com Deus se destacam.

- O Apóstolo Paulo vivia um cristianismo estruturado pelas suas experiências.

Fp.4.12,13- Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.

Posso todas as coisas naquele que me fortalece.

Conclusão:

Que nós como cristãos possamos ter uma estrutura baseada na obra do Espírito Santo em nossa vida, nas convicções da nossa crença, na Palavra de Deus e nas experiências com Deus; para que nada venha abalar a nossa confiança em Deus, e a nossa fé no Senhor Jesus.


AUTOR - Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo



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