quinta-feira, 27 de maio de 2010


Pobreza,

Prosperidade e o

Caminho da Mordomia


a. Teologia da pobreza

- O que crê desdenha das posses materiais, pois as consideram um tipo de maldição. Sua escritura favorita é Lc 18.22.

- Acredita que a pobreza é a vontade de Deus para a igreja hoje. O reino é para os pobres e os que se tornam pobres se apoderam dele.

b. Teologia da prosperidade

- A pessoa que crê defende a tese que a prosperidade é a recompensa dos justos. Sua escritura favorita é Lc 6.38.

- Crê que é dono daquilo que possue. Para ela a pobreza não é a vontade de Deus, antes se trata de uma maldição. Se preocupa com dinheiro e têm a vida direcionada para consegui-lo.

c. Teologia da mordomia

- Está entre as duas visões e pega o melhor de ambas. A pessoa vê a prosperidade como um privilégio e a mordomia como uma de suas variadas proporções.

- Sua escritura favorita é Mt 25.15. Essa pessoa dá na proporção do que recebe. Se vê como mordomo de Deus e não donos daquilo que possuem. Os problemas com os que crêem na teologia da pobreza

1. Presumem que pessoas bem sucedidas financeiramente são desonestas

Quando vêem um irmão rico assumem uma de duas posições: presumem que a riqueza foi adquirida de forma desonesta ou eles julgam a pessoa dizendo “se ele realmente amasse a Deus teria dado o dinheiro para missões”. Mas, precisam ler Pv 22.2.

2. Exageram em obras sacrificais Normalmente fazem grandes sacrifícios ministeriais e costumam dizer:

“Deus me ama porque renunciei a tudo”. Mas, Deus não nos ama mais quando renunciamos ou sacrificamos algo e não nos tornamos mais espirituais porque somos pobres.

3. São extremamente ingênuos Normalmente são missionários. São pessoas ingênuas porque não percebem que se todos renunciassem a tudo, não haveria ninguém para sustentá-los.

4. Podem se tornar manipuladores Pessoas podem inconscientemente manipular outras.

Como não têm recursos, se prontificam em falar das suas necessidades. Pedem oração por suas necessidades na esperança de que alguém ouça e os ajude.

Tornam-se sempre dependentes e eventualmente um peso para os amigos. Os problemas com os que crêem na teologia da prosperidade

1. Para eles prosperidade é um sinal da aprovação de Deus Pensam que se você é prospero, é aprovado por Deus.

São arrogantes a respeito da bênção de ter da mesma forma dos teólogos da pobreza são arrogantes por terem renunciado a tudo. Ambos se julgando merecedores da bênção de Deus.

2. Sentem culpa Nada produz mais culpa do que dizer para alguém que se ela realmente servisse a Deus seria próspera.

Essa pessoa pode concluir que não está debaixo da Sua bênção, que não fiz o suficiente para agradar a Deus, ou não possui fé suficiente.

3. Têm motivações erradas Precisamos ser cuidadosos com a nossa motivação, podemos acabar fazendo negócios com Deus.

É possível que sirvam a Deus simplesmente porque alguém lhe prometeu que Ele o faria rico ou que receberia cem vezes mais a oferta que deu.

4. Negam a soberania de Deus O pensamento é que Deus será obrigado a abençoá-lo, por lhe dever algo por algum tipo de transação.

- Mas o Senhor não deve nada a ninguém, tudo o que faz é baseado na Sua graça.

- A mordomia - A teologia da prosperidade diz para sermos canal de bênçãos e semear na vida de outros.

- A teologia da pobreza não está errada quando diz que o discípulo deve renunciar a tudo para segui-lo. Mas, precisamos concordar com a teologia da prosperidade que se pudermos escolher é melhor ser rico do que ser pobre.

- A mordomia toma o melhor dos dois. A mordomia simplesmente pergunta o que temos feito com o que recebemos de Deus.

- O mordomo é generoso por obediência e não por desejar receber algo em troca de Deus.

Princípios da mordomia:

1. Deus é o dono de tudo Como servos temos responsabilidade de administradores, pois não temos nada, tudo pertence ao Senhor (Sl 24.1). Temos um Senhor e na questão financeira isso é absolutamente vital. Sem submissão nunca prosperaremos.

a. Deus tem o direito de fazer o que quiser com aquilo que me dá O proprietário tem o direito, o mordomo ou servo tem a responsabilidade. O proprietário define quanto deseja dar a cada um dos seus servos e estes, por sua vez, devem prestar contas ao Senhor.

b. Os recursos de Deus são para atingir os propósitos dEle A teologia da pobreza não tem por dar, a teologia da prosperidade dá para ganhar mais, mas os mordomos dão porque entendem o propósito porque receberam de Deus.

2. Toda decisão financeira é uma decisão espiritual Devolver o dízimo é importante, mas não traduz nossa submissão. Importa também o que fazemos com os outros 90%.

a. Dinheiro e bens são ferramentas eficientes

- Deus usa as questões financeiras para nos ensinar, levar-nos à maturidade. Ele busca nossa atenção e isso acontece em uma crise financeira.

b. Dinheiro e bens são bons testes

- A forma como lidamos com o dinheiro hoje vai determinar o que receberemos do Senhor no reino.

c. Dinheiro e bens são testemunhos eficientes

- Não somos conhecidos pela nossa atitude com relação ao dinheiro. Ser generoso ou avarento fala a respeito de realidade espiritual.

3. A quantidade não é o mais importante O rico não dá porque pensa que o valor é alto demais e o pobre porque pensa que vai lhe faltar. Deus olha a fidelidade, não o valor.

4. Mordomia requer ação “Eu oferto quando dou meu tempo e meus talentos”. Guarde bem esse conceito: mordomia é mais do que dinheiro, mas nunca menos. Quem diz que serve a Deus e não oferta, está na se enganando.

AUTOR:Pr Aluízio Silva / http://www.igrejabatistaaguaviva.com/sede1/modules/eNoticias/article.php?articleID=667

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