quarta-feira, 19 de agosto de 2009


A CRUZ
UMA MENSAGEM
DE LIBERTAÇÃO
Is 61:1


· Esse versículo do livro de Isaias refere-se à obra que Jesus veio fazer aqui na Terra e que nós, seus discípulos, anunciamos e continuamos.

· Certa vez, Jesus estava em Nazaré, cidade onde havia sido criado, e lhe deram a oportunidade de falar na sinagoga. Ele, então, leu esse trecho do profeta Isaias e disse que essa Escritura estava se cumprindo naquele dia, em sua vida. Lc 4:14-22

· A obra de Jesus é uma obra completa! Ele veio, através da sua morte na cruz, nos libertar de toda prisão e nos trazer restauração física, emocional e espiritual.
A cruz traz uma mensagem de libertação.

DO QUE JESUS QUER ME LIBERTAR?

1. Jesus quer me libertar do império das trevas - Cl 1.13,14 )

* A Bíblia é clara em mostrar que só há duas opções de governo sobre a sua vida nesse mundo. Ou você está debaixo do império das trevas ou debaixo da autoridade de Jesus. Não há campo neutro.

* O império das trevas é dominado pelo pecado e povoado pelo diabo e os demônios. Já o reino da luz é o reino de Jesus, onde Ele reina e onde estão os seus servos ( a igreja ) e os anjos.

* O que muita gente desconhece é que, todos nós nascemos do lado errado, ou seja, nascemos no império das trevas. Espiritualmente falando, ninguém nasce justificado, filho de Deus, santo.

* Todos nascem pecadores e, por isso, pecam com tanta facilidade, desde a infância, sem que ninguém precise lhes ensinar. O único homem que nasceu do “lado certo” foi Adão, mas ele desobedeceu a Deus e, a partir daí, todos nós nascemos pecadores - (Rm 3:23 ).

* A morte de Jesus na cruz oferece a todas as pessoas a possibilidade de se reconciliar com Deus, através do perdão dos seus pecados.

* A cruz é o passaporte pra você trocar de lugar no mundo espiritual. Abandonar o império das trevas e mudar-se para o reino de Jesus. Você não pode fazer isso por você mesmo. Só através de Jesus!

* Quem não entende e recebe a mensagem da cruz, continua no império das trevas, mesmo que não se aperceba disso.

2. Jesus quer me libertar do domínio do pecado - Rm 6:18

· Você já percebeu como as pessoas que não têm uma aliança com Deus pecam deliberadamente e abundantemente?

· Basta assistir a alguns minutos de telejornal para percebermos como as pessoas têm uma inclinação para a maldade, para o erro, para a corrupção.

· Quantos crimes! Quantos roubos! Quanta imoralidade! E isso não acontece só no nosso país. É assim no mundo inteiro!·
· As pessoas fazem coisas que ofendem a Deus com uma freqüência terrível e, nem se sentem culpadas por isso. Na verdade, elas são escravas do pecado. Mesmo que queiram, não conseguem se libertar.

· É como alguém viciado em álcool ou em drogas que, sabe que está errado, mas não consegue abandonar o vício. É a nossa natureza pecadora, da qual a Bíblia fala em Cl 3:5
·
· Mas, através da cruz, temos libertação. A mensagem da cruz promove em nós ARREPENDIMENTO e quem verdadeiramente se arrepende, não consegue mais repetir o erro.

· A mensagem da cruz também nos dá um forte aliado contra o pecado que é o ESPÍRITO SANTO DE DEUS.

· Quando você decide que Jesus será o seu Senhor, você recebe o Espírito Santo que, dentre outras coisas, nos ajuda a não pecar. Em nós mesmos, não temos forças, mas Deus nos capacita a vivermos de maneira digna e correta.
·
· O pecado não nos domina mais! Temos a opção e a força pra dizer NÃO ao pecado. A cruz nos liberta!


3. Jesus quer nos libertar do medo da morte

* Você tem medo de morrer?

Pois observe o que a Bíblia diz em Hebreus 2:14,15.
O medo da morte é um tipo de escravidão.
Mas, veja que coisa tremenda: A MORTE DE JESUS NOS LIBERTA DO MEDO DA MORTE! Jesus venceu a morte e essa é a nossa garantia de vitória.
* Por que as pessoas têm tanto medo da morte? Porque desconhecem o que vem depois.
A insegurança e a incerteza causam um verdadeiro pavor em muitas pessoas que não gostam nem de pensar nesse assunto. Isso é uma escravidão, diz o autor aos Hebreus, porque por mais que “fujamos do assunto”, não poderemos fugir da morte.

* Se Jesus não voltar antes, vamos enfrentar a morte. Pois a mensagem da cruz me dá a CERTEZA DE UMA RESSURREIÇÃO E DE UMA ETERNIDADE COM DEUS.Jesus prometeu que, aqueles que o recebessem como Senhor teriam vida eterna garantida.
O céu não é uma promessa de ilusão, é uma bendita realidade. Há um lugar maravilhoso preparado para os filhos de Deus.

CONCLUSÃO:

- Hoje é dia de libertação na sua vida.
- É dia de você trocar de reino no mundo espiritual: sair do império das trevas e vir pra o Reino de Jesus.
- É dia de você experimentar libertação dos seus pecados e é dia de você não mais viver escravizado com medo da morte.
- Tome posse dessas bênçãos que Jesus conquistou na cruz!


Fonte: Ministério Manancial de Vida para as Nações




terça-feira, 18 de agosto de 2009


O QUE FAZER QUANDO
A CRISE NOS APANHA
DE SURPRESA?
Gênesis 21.8-21



I. A CRISE MUITAS VEZES É GERADA EM MEIO À CELEBRAÇÃO DA VIDA – v. 8-9

1. O que se vê neste texto é que existe espaço no meio do sagrado para celebrar as coisas mais comuns da vida – Abraão deu um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado.

2. Não há nada mais comum do que crescer e ser desmamado. Mas Abraão celebra o comum. Tem tempo na sua agenda sacrossanta para dar tempo ao filho. Abraão se deleita em cada fase da vida do filho e compartilha com os outros a sua alegria.

3. Abraão não tinha uma agenda do sagrado. Tudo é sagrado. A vida para Abraão era uma liturgia. Abraão fecha a agenda e arranja tempo para celebrar o comum com a família.

4. AGORA vamos ver que existe um fio muito tênue entre o projeto da celebração da vida e o projeto de converter a vida numa coisa má, seca, árida e totalmente violenta na relação com os outros.

5. No meio do grande banquete que Abraão estava dando surgiu uma coisa que não estava agendada, que azedou a festa, que estragou a celebração: “Vendo Sara que o filho de Hagar, a egípcia, o qual era dera à luz a Abraão, caçoava de Isaque, disse a Abraão: Rejeita essa escrava e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (Gn 21:9-10).

6. Quando estava todo mundo se alegrando, Sara flagra Ismael fazendo uma brincadeira com Isaque e naquele mundo seu mundo ruiu. Surge um sentimento de agressão e aversão por Ismael e gesta, a partir daí, um dos momentos mais violentos da história de gente envolvida com o sagrado.

7. Sara ficou cheia de ira, empanturrada de ódio, e se move na direção de ser dura, cáustica. A reação de Sara provoca uma crise seríssima na vida de Hagar e de Ismael.

8. Essa é sua crise, a minha crise, a nossa crise, muitas vezes.

II. A CRISE DE SER REJEITADO – v. 10

1. Primeiro, surge a crise de se sentir descartável diante da vida – v. 10

a) “Rejeita” = Escancara o drama de se sentir uma coisa qualquer, que se usa e joga fora. A rejeição é a forma mais violenta de ferir e agredir uma pessoa. A rejeição dói muito.

• A rejeição desarticula a saúde psicológica. Provoca uma desestabilização psicossomática, joga a pessoa num poço fundo de desvalorização humana.

• Introjeta-se o sentimento de lixo, de monturo existencial, e começa a partir daí o registro do descartável diante da vida.

Não há nada que fere mais alguém do que ser rejeitado – É o abraço que não pode ser dado; é o toque que não é aceito; é o telefone que é desligado na cara.

• Só se sente desprezado quem já foi prezado. Houve um dia que Hagar serviu para Sara. Seu útero prestou para alguma coisa. Valeu como jardim da vida. Agora ela é jogada fora.

• Exemplos:

Jovens que foram usadas e descartas.
Jovens que caíram na teia da sedução e depois abortaram o fruto da promessa do amor. Maridos rejeitados. Esposas rejeitadas. Filhos rejeitados.
Velhos rejeitados nos asilos. Empregados rejeitados por serem honestos.

2. Segundo, surge a crise de ser tratado como sujeito indefinido da históriaa) “Rejeita essa escrava” = Sara omite o nome de Hagar.

Para ela Hagar não tem nome, não tem valor. Sara só trabalha com a linguagem do desprezo humano.

Ela usa “Essa escrava”, “seu filho”; “dessa”. Ela só se dispõe a usar o nome do seu filho. “Porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (v. 10).

• Para Sara só tem valor e importância o seu filho. Os outros que se danem, que passem fome, que morram de sede. Os outros são descartáveis, são lixo e devem ser rejeitados.

• O nome significa a pessoa. Hagar não tinha valor para Sara. Sara tornou-se oportunista. Usa os outros quando precisa e depois coloca numa cesta de lixo. É a linguagem máxima do desvalor e do desprezo.

3. Terceiro, a crise de sentir-se sem direito, sem vez e sem voz – v. 10

a) “Rejeita essa escrava” = Hagar não tem direito de ter direito. Seus sonhos são amputados, seus projetos bombardeados.

• Porque é escrava não pode se manifestar, não pode opinar, não pode falar. Não pode expressar o que sente. Tem que se conformar. Você não tem voz. Não vem vez. Não tem direitos. Só tem o dever de ficar calado, esmagado, rejeitado.

4. Quarto, Sara mostra que a razão amior de sua rejeição absurda e cruel era a ganância financeira – v. 10

a) “Rejeita essa escra e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho”.

• Toda a questão tem a ver com dinheiro, com bens materiais.

Quantas disputas de família por causa de herança, de partilha de bens.

Quantas brigas entre marido e mulher, entre pais e filhos, entre irmãos por causa de dinheiro.

Quantos casamentos arruinados por causa da ganância.

• Sara vive a doença do possessivismo em tudo. Quando fala de Isaque não usa nosso filho, mas meu filho. Tudo era dela e convergia para ela.

III. A CRISE DE SE SENTIR SEM RUMO NA CAMINHADA – v. 11-14

1. Hagar saiu – v. 14b “Ela saiu...”.

• Hagar sente agora o gemido da ruptura. A morte do passado. Hagar não podia mais ficar ali. Não tinha mais espaço para ela. Por isso saiu.

• Na crise não se vê claro. Fica tudo cinzento. Faz-se um breu psicológico na vida da gente. Dá um curto-circuito na psiquê humana: “Hagar saiu andando errante pelo deserto”.

• Hagar sai na direção de um-lugar-nenhum. Sai na direção de-onde-não-se-chega. Se você não sabe aonde vai, já está perdido antes mesmo de partir.

• Hagar saiu. Cortou as raízes. Rompeu os laços. Não sabe se volta.

2. Hagar saiu andando errante – v. 14b “saiu andando errante”.

• Andar pressupõe um caminhho. Sem um caminho não se pode andar. Sem caminho não há direção. Por isso ela anda errante.

Ela está andando na direção do nada.

Ela está desgovernada na história. Não sabe se direcionar.

3. Hagar saiu andando errante pelo deserto – v. 14b “saiu andando errante pelo deserto de Berseba”.

• O deserto é perigoso. O deserto é seco, árido, ameaçador. É prenúncio de morte. Andar com um menino no deserto é algo que traz medo e grande aflição.

IV. A CRISE DE ESPERAR O QUE SÓ FAZ DESESPERAR – v. 15-16

1. Em primeiro lugar, o esgotamento dos recursos humanos diante da necessidade imediata pela permanência da vida – v.15

• Enquanto existia água, existia a luta pela sobrevivência da vida. Água significa resistência ao caos. No deserto a água é a maior riqueza. Quando acaba a água, acaba a esperança. Sem água não se caminha pelo deserto. Sem água não se chega a lugar nenhum.

• Hagar chegou ao fim do túnel, ao fundo do poço. Todos os recursos esgotaram-se. Surge o cansaço da caminhada. Já não consegue ficar de pé. Os passos estão trôpegos. Ismael já está desidratado, desmaiando de sede. O sol é implacável. As areias esbraseantes férem seus pés. O cenário é de desespero. Ela só espera o fim, a morte.

• Hagar arrasta o filho e o coloca debaixo de um arbusto. Faz daquele lugar sua UTI. Coloca Ismael no leito da morte e se afasta. E pela primeira vez ela fala.

• Mas sua fala é negativa. É pessimista: “Assim, não verei morrer o menino...” (v. 16). O Não é a sonegação de todo sonho. Ela verbaliza um futuro carimbado de desesperança.

• Ela revela sua fragilidade. Ela chora. O choro é o discurso silencioso da fragilidade, da crise que nos pegou para valer. Hagar perdeu tudo: o lar, o abrigo, o nome, o direito, a liberdade, o pão, a água, o teto, o sentido da vida, agora o filho.


2. Em segundo lugar, Hagar experimenta a crise de esperar o que só faz desesperar, porque não consegue enxergar Deus naquela situação – v. 17

• “Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Hagar e lhe disse: Que tens Hagar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está”.

• Hagar chora, mas não ora. Quem olha para a vida como se fosse tragada pela morte não ora, mas só chora. Chorar sem orar é a configuração do mais alto pessimismo humano.

• Hagar não trabalhou para a reversão da situação orando (Exemplo: Pedro na prisão).

V. A CRISE COMO UM PROJETO LIBERTADOR DE DEUS NA VIDA – v. 17-21

• A crise é uma encruzilhada: um tempo de oportunidade, de purificação, de experiência com Deus.

• Os grandes homens são formados na urdidura da crise: José, Davi, Daniel, Jeremias, Paulo, Jesus.

• Deus agenda um encontro conosco na crise: Não podemos gerenciar as desordens da nossa própria vida. Na crise Deus pode nos levantar um novo relacionamento com ele: Salmos 116:1-4.

• Vejamos quatro gestos de Deus na crise de Hagar que mudaram sua vida:
1. Deus afasta de nós o sentimento de desprezo e de rejeição – v. 17 – “... Que tens Hagar?”

• Durante toda a caminhada pelo deserto Hagar sentira-se ninguém, sem nome, sem identidade, sem direitos, sem voz.

Era apenas “essa escrava”. Era só uma coisa, uma matéria descartável.

• De repente, tudo se inverte. Existe um ALGUÉM que sabe que Hagar não é uma NINGUÉM. Deus sasber o valor de Hagar. Deus se importa com Hagar. Deus tem um arquivo vivo de Hagar.


• Deus pronuncia seu nome. Para Deus Hagar tem nome, valor. Para Deus Hagar faz diferença.

• “Que tens Hagar?” = Hagar que ficara calada até agora, sufocada, sem vez, sem voz; agora pode falar, pode desabafar. Deus quer ouvi-la. Isso é terapia divina. Ela recebe a cura da “escravização do silêncio imposto”: “O que tens?” é a carta de alforria que ela tanto precisava.

• O nome de Hagar é pronunciado do céu, num contexto de milagre = Deus mostrou que Hagar é importante para a História. É o Senhor do Universo que dá valor a ela. Para Deus Hagar tem nome, tem cor, tem voz, tem vez! Você não precisa se sentir esse, essa. Você tem valor para Deus!


2. A crise torna-se degrau da vitória porque Deus encontra conosco exatamente onde a história parecia ter chegado ao fim – v. 17,18 “Deus, porém, ouviu...”.

• O Porém faz total dirença em tudo que está acontecendo. Significa mudança radical no rumo de tudo.

• Deus intervém no caos, na crise. Este “porém”, indica que Deus chegou na crise, que acaba de tocar a campainha, acaba de bater na porta do nosso caos e que está chegando para reverter o precesso da morte em vida. Como?

a) Mudança posicional de Hagar – Ergue-te – É preciso reagir diante do caos. Sair da posição de pessimismo e derrota.

b) Mudança de atitude em relação ao filho – Levanta o rapaz – Lute pelo seu filho. Não o entregue à morte. Salva o seu filho.

c) Mudança de atitude em relação ao futuro – Farei dele uma grande nação – Hagar olhou para o futuro do seu filho e viu o fim imediato: a morte.

Deus olhou para o seu filho e viu uma grande nação!

Deus pode também mudar o seu futuro. Mesmo que você já tenha decretado falência, Deus pode fazer grandes milagres na sua vida.


3. Deus muda tudo na crise porque providencia escapes milagrosos para quem está falido de recursos – v. 19

• Deus abriu um poço no deserto. Ele converte terra seca em manancial. Ele é o Jeová-Jiré: ele abre o mar vermelho, tira água da rocha, com um toque derruba as muralhas de Jericó, abre os olhos ao cego, cura quem está com o pé na cova, faz com que a estéril seja alegre mãe de filhos, transforma dilúvios em arco-íris, vales em mananciais.4. Olhe para a crise com os olhos de Deus – v. 12,13

• A nossa crise não apanha a Deus de surpresa. Ele conhece o fim desde o começo.

• Pode ser que as coisas pareçam de ponta cabeça diante de nós: o casamento, o trabalho, a saúde, as finanças, a situação dos filhos. Mas Deus transforma o mal em bem porque ele dirige o nosso destino.

• O Deus de Hagar sempre chega na hora H.


AUTOR: Rev. Hernandes Dias Lopes


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sexta-feira, 7 de agosto de 2009


PAI DE VERDADE


=> Pai de verdade mesmo sabe que ser pai não é simplesmenterecolher o fruto de um momento de prazer, mas sim percebero quanto pode ainda estar verde e ajudá-lo a amadurecer.

=> Pai de verdade mesmo não só ergue o filho do chão quando ele cai,mas também o faz perceber que a cada queda é possível levantar.

=> Ele não é simplesmente quem atende a caprichos: ele sabe perceberquando existe verdadeira necessidade nos pedidos.

=> Pai de verdade mesmo não é aquele que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o conhecimento.

=> Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstraque em cada experiência existe uma lição a ser aprendida.

=> Pai de verdade mesmo não coloca modelos de conduta, mas apontaaqueles cujas condutas não devem ser seguidas.

=> Ele não sonha com determinada profissão para o filho, mas desejagrande e verdadeiro sucesso com sua real vocação.

=> Ele não quer que o filho tenha tudo que ele não teve, mas que tenhatudo aquilo que merecer e realmente desejar.

=> Pai de verdade mesmo não está ali só para colocar a mão no bolsopara pagar as despesas: ele coloca a mão na consciência e percebeaté que ponto está alimentando um espírito de dependência.

=> Ele não é um condutor de destinos, mas sim o farol que aponta paraum caminho de honestidade e de Bem.

=> Pai de verdade mesmo não diz " Faça isto " ou " faça aquilo " , mas sim" tente fazer o melhor de acordo com o que você já sabe " .

=> Ele não acusa de erros e nem sempre aplaude os acertos, mas perguntase houve percepção dos caminhos que levaram o filho a esses fins.

=> Pai de verdade mesmo é o Amigo sempre presente,atento e amoroso - com a alma de joelhos - pedindo a Deus que o oriente na hora de dar conselhos ...


Texto de Silvia Schmidt


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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

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