quinta-feira, 11 de dezembro de 2008


O SILÊNCIO DE DEUS / (Isaías 42:10-17)

· Todos nós enfrentamos situações de crise nessa vida. E quando passamos por dificuldades, por lutas, por momentos de desespero, como cristãos, o que mais poderia nos trazer alento e conforto seria o falar de Deus ao nosso coração.

· Quando Deus fala – seja através das Escrituras, da pregação ou de um comunicar à nossa consciência – é certo que nos enchemos de ânimo e de esperança, pois assim conseguimos encontrar algumas respostas para os nossos dilemas. Mas precisamos ser realistas: isto nem sempre acontece!

· Em determinadas fases da vida espiritual acabamos por nos deparar unicamente com o silêncio, o silêncio de Deus. Falo daquele tempo em que Deus se cala, em que Deus não nos dá respostas. Falo daquele tempo em que Deus não fala ao nosso coração. E isto nos deixa perplexos, desorientados, sem saber o que fazer.

· Contudo, de antemão posso adiantar que este é apenas uma das vias da espiritualidade, e é precisamente sobre ela que vamos tratar hoje.

i. O silêncio de Deus projeta a realidade da nossa fé

1) Segundo a Bíblia, a dinâmica do falar de Deus e do não falar é um acontecimento sempre presente na vida do povo de Deus.

2) O silêncio de Deus gera em nós o vazio, o sentimento de abandono.

3) Era este vazio e abandono que o povo de Israel experimentava no cativeiro na Babilônia. Foi para este povo que o profeta anunciaria a mensagem de Deus

4) Quando Deus se cala os homens tendem a tomar duas atitudes:
1) Decidir por não mais buscar a Deus; ou
2) Clamar a ele para que fale e não permaneça calado. Com respeito a esta segunda atitude, o salmo 28:1.

5) No silêncio de Deus, os crentes podem desenvolver intensa atividade espiritual.

6) Veremos que o silêncio de Deus tem o poder de trazer à tona o nosso interior. Assim saberemos quem somos, como estamos em Deus ou se estamos em Deus.

7) Nestas circunstâncias trava-se uma batalha pelas respostas de Deus. E nisto, há um grande crescimento no conhecimento de Deus.

8) Nestas situações deixa-se de lado a passividade e o conformismo.

9) Em seu silêncio Deus quer que falemos, que tomemos iniciativas de fé.

10) No silêncio de Deus saberemos da profundidade e da força dos nossos alicerces espirituais.

11) No silêncio de Deus saberemos da realidade da nossa fé, ou seja, se ela esta em atividade ou não.

ii. O silêncio de Deus sempre É SEGUIDO pelo falar de Deus

1) Deus sabe até quando suportamos ficar sem o seu falar ao nosso coração.

2) Após a crise e o silêncio – isto é, quando o homem cai por terra sem recursos – a Bíblia sempre nos mostra de que o Deus misericordioso falará conosco.

3) No texto de Isaías, Deus agora passa a gritar, a berrar como uma mulher em dores de parto (v.14).

4) Deus não se conteve para estabelecer comunicação com seu povo. Essa questão era urgente para ele.

5) Nada impedirá Deus de se comunicar com seus filhos. É como se Deus estivesse dizendo: “Não suporto mais ficar em silêncio, vou falar aos meus, vou gritar e mostrar que estou aqui!”

6) As nossas vidas constituem uma questão urgente para Deus.

7) A fala de Deus ao nosso coração é carregada de esperança, de ânimo, de conforto, de direção.

8) Por isso lemos em Is.43:1.
9) Assim entendemos que Deus fala por meio da palavra pregada, fala à nossa consciência, fala por meio da leitura bíblica trazendo alento aos corações cansados.

10) Os períodos de silêncio, reafirmando, nos prepararão para o momento sublime do falar de Deus. E este falar de Deus é a única palavra do mundo capaz de nos levantar dos nossos fracassos e nos fazer vencer.

iii. O silêncio de Deus nos prepara para a ação libertadora de Deus

1) Somente palavras não serão suficientes para saciar um coração sedento de respostas.

2) Os filhos e filhas de Deus agradam-se do ouvir, mas se satisfazem ainda mais quando contemplam mudanças ou libertação.

3) Este ponto se torna claro com o episódio do Êxodo: Deus fala a Moisés, mas em seguida liberta o povo do cativeiro egípcio. Neste capítulo de Isaías um novo Êxodo está por acontecer: O povo cativo voltará para a cidade de Jerusalém.

4) O falar esperançoso de Deus, portanto, antecedeu a libertação integral.

5) Com isso podemos ter a certeza que Deus nos conforta e nos enche de esperança por via de sua palavra, mas que igualmente atenderá nossas necessidades físicas, emocionais e espirituais.

6) Tratam-se de ações concretas da parte de Deus que se realizam entre aqueles que crêem.

7) Falo de respostas que lhe serão dadas após o período de silêncio. Tomo como exemplo aquele que permaneceu um bom tempo sem emprego (silêncio de Deus). Quando Deus lhe abre as portas e lhe dá o emprego entendemos que aí está presente uma ação libertadora.

8) O silêncio de Deus, portanto, é um prenúncio do recomeço para o povo de Deus.

9) O silêncio de Deus educa o nosso interior para que possamos desfrutar plenamente a grande ação libertadora da parte de Deus.

CONCLUSÃO:

Por fim podemos dizer que em seu silêncio, Deus está tão presente como se estivesse falando. O silêncio divino não toma a forma de total falta de atividade ou desinteresse por seus filhos. Há um propósito para todas as coisas debaixo do céu, inclusive no calar de Deus. Se experimentamos a ausência de palavras, é certo que simultaneamente poderemos experimentar a presença constante do amor. Afinal, mesmo calado, Deus continua sendo aquele que ama.

AUTOR: Pr. Adilton Foyzer & Silva

QUAL É A ORAÇÃO QUE MOVE O CÉU? - Daniel 9.20-27

1. No capítulo 9, Daniel fez uma grande descoberta ao examinar Jeremias 29:10-14. Ele descobriu que o cativeiro babilônico tinha a duração de 70 anos.

2. Também no capítulo 9, Daniel fez uma grande oração, onde adorou a Deus, fez confissão do seu pecado e dos pecados do povo e pediu a Deus a restauração da sua cidade.

3. Finalmente, no capítulo 9, Daniel recebeu uma grande revelação, acerca das setenta semanas que haveriam de vir sobre o seu povo.

4. Vamos examinar o texto de Daniel 9:20-17 e ver alguns aspectos importantes da oração que move o céu.

I. É UMA ORAÇÃO RESPONDIDA PRONTAMENTE PELO CÉU – v. 20-23
1. A resposta foi pronta e imediata – v. 20-21

• Daniel pediu urgência na resposta à sua oração (9:19). As orações da Bíblia são feitas com esse senso de urgência: “Senhor, desce depressa antes que o meu filho morra”.
• Somos informados que enquanto Daniel orava, a resposta chegou (Dn 9:20-21). Esta é a promessa de Deus: (Is 65:24).
• Muitas vezes Deus responde nossas orações imediatamente, enquanto oramos. Foi assim com o servo de Abraão, Eleazar (Gn 24:12,15).
• Gabriel informou a Daniel que logo que ele começou a orar, Deus já despachou o seu pedido.
2. A resposta foi através de um anjo – v. 21•
o anjo Gabriel é o mensageiro de Deus (Dn 8:16; 9:21; Lc 1:19,26).
* Gabriel é o anjo que assiste diante de Deus e é o mensageiro de Deus.
* Os anjos são espíritos ministradores em favor dos salvos (Hb 1:14).
* Eles confortaram a Jesus no deserto e no Getsêmani (Mt 4:11; Lc 23:43).
* Ezequias orou e um anjo derrotou os exércitos da Assíria.
* Cornélio orou e um anjo o orientou a enviar um mensageiro a Pedro.
* A igreja de Jerusalém orou e um anjo foi enviado à prisão para libertar Pedro (At 12).
* Eliseu orou para que Deus abrisse os olhos do seu moço a fim de pudesse a hoste de anjos que estavam acampados ao seu redor (2 Rs 6:17).
3. A resposta transcendeu o pedido – v. 20
• Daniel pediu pela cidade e Deus respondeu revelando sobre o próprio Messias que haveria de vir, trazendo gloriosos benefícios (Dn 9:24,25).
Deus dá mais do que pedimos. Ele pode fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
• Daniel orava apenas pela restauração da cidade de Jerusalém (Dn 9:20). Mas a resposta de Deus a ele tratou de coisas mais profundas: não apenas a restauração física da cidade, mas a salvação eterna do seu povo.
II. É UMA ORAÇÃO FEITA POR ALGUÉM AMADO NO CÉU – v. 23
1. Daniel era amado no céu, por isso, foi ouvido rapidamente – v. 23
• A resposta é dada de pronto porque Daniel é um homem muito amado (v. 23).

=> Sabemos que Deus responde suas orações por causa das suas muitas misericórdias e não por causa dos nossos méritos (9:18).
• Entretanto, a Bíblia diz que a oração do ímpio é abominação para Deus, mas a oração do justo o seu deleite. O altar está ligado ao trono. Se há iniquidade no coração, Deus não nos ouve (Sl 66:18).
• Daniel era amado no céu e na terra, por isso sua oração foi prontamente ouvida. Sua piedade moveu rapidamente o céu. A graça de Deus nos torna amados no céu.
2. Daniel era amado no céu, porque viveu piedosamente desde sua juventude – Dn 1:8

• Daniel resolveu firmemente não se contaminar desde jovem. Ele enfrentou os perigos e desafios da vida, mantendo-se íntegro ao seu Deus. Ele andou com Deus como jovem escravo e também como homem idoso. Na pobreza e na riqueza. Na humilhação e na promoção.
3. Daniel era amado no céu, porque tinha intimidade com Deus• Daniel era um homem de oração.
Ele orou sistematicamente. Orou nas horas de dificuldades. Orou quando estava ameaçado de morte. Orou confessando os pecados do seu povo e pedindo livramento para o seu povo. Ele tinha vida de intimidade com Deus.
• Aqueles que prevalecem na oração, são aqueles que têm intimidade com Deus.
CONCLUSÃO
1. Pela oração ligamos a terra ao céu e trazemos o céu à terra;
2. A estreita conexão entre o binômio oração/palavra e o discernimento dos propósitos de Deus na história.

FONTE: Rev. Hernandes Dias Lopes
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=624

A GUERRA ENTRE A IGREJA E O INFERNO (Mt. 16: 18)


· Jesus disse que não veio trazer paz mas sim guerra. E esta guerra está declarada e é real. Ap. 12: 1 a 7.
· A igreja e o inferno são inimigos declarados. Por mais que os homens queiram fazer paz entre a igreja e o inferno, não tem jeito. Não existe paz entre um e outro e nunca haverá.
· Segundo o que Jesus falou, cabe a igreja atacar o inferno, cabe a ela invadir o inferno e saqueá-lo. Mt. 12: 22a 30.
· Se a igreja não atacar o inferno com certeza o inferno vai invadir a igreja e vai saqueá-la.

1º PARTE: A IGREJA SAQUEANDO O INFERNO

· A palavra pregada na igreja é uma das formas que há para ela saquear o inferno.
· A palavra pregada como ela é, ela traz espírito e vida para quem a ouve, fazendo com que todas as obras do inferno na vida dos que ouve caiam por terra. Jô. 6: 63.
· O poder de Deus na Sua Palavra, palavras com autoridade, palavra profética, palavra revelada é fundamental para desvendar as obras do inferno oculta na vida de quem ouve, trazendo assim a libertação. ICor. 2: 4, 5.
· A palavra acompanhada dos sinais trazendo cura libertação, sinais e prodígios, são outra arma para saquear o inferno. Sarando os enfermos, e libertando os possuídos por espíritos maliguinos.
· Vencendo assim o inferno na vida daqueles que participam dos cultos. Lc. 10: 19 , 20; Mc. 16: 15 a 18.
· A palavra de ensino, capacitada para destruir os raciocínios libertando assim quem ouve dos entendimentos maliguinos.
· A palavra de Deus em seus pensamentos é outra forma de saquear o inferno. IICor. 10: 3 a 5.
· O ensino da palavra de Deus liberta quem ouve fazendo com que ele tenha mudança de vida. Ele deixa de ser carnal e tornando-se Espiritual. Vindo assim a ter uma experiência pessoal e inesquecível co o Senhor Deus. Rm. 8: 1; I Co 2: 9 a 16.
· Os ensinos das doutrinas bíblicas levam ao arrependimento, ao batismo nas águas; a libertação e a cura pela imposição das mãos, são fundamentais na vitória da igreja contra o inferno. Hb. 6: 1,2.
· O evangelismo é a maior forma da igreja mostrar ao inferno que ela não está para brincadeira, e que as portas do inferno não vai prevalecer contra ela. Lc. 21 a 23; At. 8: 4 a 8.
· Ensinos que levem o crente a levar uma vida de jejum, oração e a ler muito a palavra de Deus é imprescindível; para libertar o crente das obras do inferno. I Ts 5: 7; Sl 119:11; Sl. 35: 13.
· Levar o crente de volta aos tempos apostólicos, tempo em que a igreja atropelava o inferno. Jr. 6: 16

2ª PARTE: O INFERNO INVADINDO A IGREJA

· O inferno possui a suas armas e os seus meios para invadir a igreja.
· _MUNDO_ Cada vez que a igreja deixa o mundo e as suas obras entrar dentro dela o inferno entra junto.
· O mundo tem que ser invadido pela igreja e não ao contrário. IJõ... 5: 19; IJõ.2: 15.
· A igreja hoje em dia vai muito atrás do Marketing, atrás das estratégias do mundo, usa os meios do mundo para encher. Quando ela deveria depender somente do Espírito Santo para fazer a obra. Jô.14: 25, 26; Is. 30:1 a 3.
· As pregações para agradar o crente, pregar o que o crente quer ouvir, isto é pregação humana, não salva e não trás mudança na vida de ninguém. Isto é o inferno dentro da igreja. Mt. 15: 8,9; Mt. 16: 6, 11,12; IICor. 4: 1,2.
· Doutrinas que não trás mudanças, que mais é um jugo pesado.
· Doutrinas que serve mais para a satisfação da carne, isto também é o inferno dentro da igreja, pois o jugo do Senhor é suave, e a doutrina do Senhor é para satisfazer o espírito. Mt. 11: 25 a 30; Cl. 2: 20 a 23.
· Culto irracional, sem a direção do Espírito Santo, onde se tem tempo para tudo e para todos, menos para a Palavra.
· A medida em que estamos tirando a Palavra do culto, estamos abrindo espaço para o inferno entrar. Mat. 4:1 a10; Hb. 4:12,13.
· Neófitos na direção, pessoas sem chamado ministeriais, Sem unção de Deus, pessoas que não foram provadas e nem aprovadas por Deus.
· Hoje se compra até unção para pastor. È Deus quem ungi e separa. À medida que pessoas ocupam estes lugares sem a unção de Deus, isto é o inferno dentro das igrejas. I Tm. 3: 1 a7; IITm.2: 15.
· Hoje as igrejas têm muitos sinais, mas estes sinais não são os sinais que a Palavra fala. Os sinais que acontece nas igrejas precisam testificar com a Palavra, se não testificar é o inferno dentro da igreja. Jô. 15: 26; ITm. 4: 1._
· A igreja não faz trabalho de cura e libertação. O trabalho agora se limita só em palavras persuasivas de sabedoria humana.
· A falta dos sinais já mostra o domínio do inferno dentro da igreja. ICor. 2: 4,5; At. 16: 16 a 18; At 14:7 a 10; Is. 28: 15; Is. 3: 12.
· As igrejas estão acomodadas, a falta de evangelismo, vigília, reunião de oração com autoridade repreendendo as obras do diabo. Tudo isto mostra que a igreja está descansando, acomodada, não quer saber de lutar com o inferno.
· O descanso e a acomodação são o inferno dentro da igreja. Zc. 11: 7 a 15; Mq. 2: !6(a).
· A falta de ensino sobre as atuações do maligno, já mostra o agir do inferno dentro da igreja.
· Pois a igreja tem a obrigação de estudar o inimigo, porque estudar o inimigo é sabedoria.
· Pois se não estudarmos podemos ser surpreendido Por ele. IPd.5: 8; Ef.6: 10 a 20;Ef. 4: 27; IICor.11: 12a 15.

AUTOR: Pr. Ev. Sérgio Lopes

RECABITAS DO SÉCULO XXI – Jr 35

Há algum descendente de italiano em nosso meio?
Tem algum descendente de alemão? Há ucranianos? Onde estão os espanhóis? Temos algum árabe? Onde estão os japoneses?

Onde estão os brasileiros?

Tem, por acaso algum Recabita por aqui? Pois deveria ter.

Vamos tentar entender um pouco este texto:
Num belo dia chega uma caravana formada por um povo estranho em Jerusalém.
Um povo nômade que não fixava residência em lugar nenhum.
Um povo que viera para Jerusalém a fim de se proteger da guerra.
Um povo que chamava a atenção pela sua particularidade e forma singular de viver.
Os Recabitas eram um povo diferente no meio da multidão.
Em nossos dias somos engolidos pela multidão.

A vida deles não era determinada pelas pressões do meio.
Em nossos dias somos levados pelas pressões do meio.

Eles não pautavam a vida pela volúvel cultura humana.
Em nossos dias abandonamos os referenciais do passado.

O povo de Israel tinha muito a aprender com os Recabitas.Nós também temos muito a aprender com os Recabitas.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?

I. Sendo um povo que vive sob a influência divina.

* Os recabitas não viviam sob a influência da multidão.

Jeremias também não vivia sob a influência da multidão.Ele não era um profeta do deserto, era um profeta da cidade.

Os Recabitas também passavam por várias cidades.Mas não eram os costumes locais que determinavam sua prática.

Nós temos um desafio no séc. XXI: viver sob a influência divina.
• As pessoas vivem sob a influência das massas. Se todo mundo faz, deve ser certo.
• As pessoas vivem sob a influência dos números. Se um livro vende milhões de cópias deve ser bom e verdadeiro.
• As pessoas vivem sob a influência do diabo. As pessoas mentem, enganam, fingem, traem, e são indiferentes.Esse é o retrato de uma sociedade sob influências erradas.

O que tem regido sua vida? Deus ou a multidão? Deus ou o diabo? Deus ou a cultura? Deus ou a sociedade?

Limpe sua vida das influências erradas. Vamos deixar que o Senhor modele o nosso íntimo, dirija nossa vida treine nossas percepções, determine nossos pensamentos e forje nosso caráter.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?
II. Sendo um povo determinado a fazer a vontade de Deus.
Deus fala com Jeremias e lhe dá algumas instruções. Jeremias faz exatamente como Deus havia ordenado.

Deus envolve os Recabitas numa lição que queria dar para Israel.Então Jeremias convida os Recabitas para um almoço no templo.
Tinha que ser num lugar onde todo mundo pudesse passar e ver.
Então Jeremias prepara um belo cardápio regado a muito vinho. Ele enche as taças e diz para eles: bebei vinho.

Aparentemente não havia nada de errado nisso. Mas, eles disseram: não beberemos vinho.
Por quê? Porque nosso antepassado nos deu uma ordem. Porque este é um princípio inegociável para o nosso povo.

Essa era uma lição que Deus queria ensinar ao seu povo.

Os Recabitas orientam suas vidas pelas recomendações de Recabe, seu antepassado. Mas, o meu povo não me obedece. O meu povo transige, não faz diferença, absorve a cultura e vive como todo mundo vive.

Deus quer encontrar os Recabitas do séc. XXI.
Quem são eles?

1. São as pessoas que determinam suas práticas pela vontade de Deus.

2. São as pessoas que conduzem suas vidas por uma ordem pessoal e não pelas pressões da massa.

3. São as pessoas que mantém um modo de vida singular sem ser levados pelos modismos da sociedade.

4. São pessoas orientadas pelos antigos mandamentos de Deus e não pelos comportamentos atuais.

COMO PODEMOS MARCAR A NOSSA GERAÇÃO?
III. Sendo um povo que permanece no relacionamento com Deus.

Os Recabitas mantinham um relacionamento com aqueles que consideravam um pai.
Mas, o povo de Deus não mantinha o relacionamento com Ele.

Então Jeremias diz: vocês também têm um pai. O próprio Deus. Mas, o povo Deus já não mantinha um relacionamento com Ele.

Se há uma verdade é a de que Deus quer se relacionar conosco.
Mas, tem muita gente que está distante do pai.Perdeu-se no caminho, tomou atalhos, foi para lugares estranhos.
Mas, o que Deus queria mostrar para o seu povo é que ele estava de braços abertos para recebê-los de volta.

CONCLUSÃO:

Desafios para você acerca do relacionamento com Deus:
• Aprofunde – Vá mais fundo. Lá estão os tesouros.
• Eleve – Voe mais alto. Alcance um degrau a mais.
• Aumente – Dê uma dimensão maior. Migre para um estágio superior. Não permaneça como iniciante.
Como podemos melhorar nosso relacionamento com Deus?
1. Orando – Às vezes a vida tá um caos porque falta oração.
2. Meditando – Absorvendo a palavra de Deus.
3. Participando – Tendo experiências que edificam.
4. Vivendo em sintonia com o Espírito Santo – Deixando o Espírito controlar nossas vidas.
Assim novos Recabitas surgirão para fazer diferença no séc. XXI.

FONTE: http://www.pippg.com.br/html/modules/sections/index.php?op=viewarticle&artid=127

A CONVERSÃO DO PIOR HOMEM DO MUNDO – II Cr 33

· Os anais da história estão repletos de homens que deixaram um rastro sombrio na nossa lembrança: Homens facínoras, assassinos, feiticeiros, monstros bestiais, pervertidos celerados e déspotas sanguinários.
· Homens incendiários como Nero.
· Homens traidores como Judas. Homens perversos como Hitler. Homens truculentos como Mao Tse Tung.
· Mas, talvez, nenhum homem tenha excedido em perversidade a Manassés.
· Esse rei foi o décimo terceiro rei de Judá. Reinou 55 anos, de 697 a 642 a.C.
· Seu nome significa “Aquele que esquece” e ele esqueceu-se de Deus.
· Poderia a graça de Deus alcançar aqueles que descem até às profundezas da degradação?
· Normalmente achamos que há pessoas irrecuperáveis. Que há pecadores que estão fora do alcance da graça.
· A história de Manassés vai nos mostrar que não há poço tão fundo que a graça de Deus não possa ser mais profunda.
· A graça é maior do que o pecado. Onde abundou o pecado superabundou a graça.

I. OS PRIVILÉGIOS DE MANASSÉS
1. Ele era filho de um pai piedoso

· Ele cresceu bebendo o leite da verdade e sugando o néctar da piedade.
· Ele cresceu num lar onde Deus era conhecido e amado. Mas a piedade dos pais não é garantia que os filhos seguirão o mesmo caminho.
· Manassés tinha exemplo. Tinha modelo dentro de casa. Seu pai promoveu uma grande reforma espiritual em Judá depois do desastrado reinado de Acaz. Ele limpou a casa de Deus.2. Ele assumiu o trono ainda jovem – v. 1
· Manassés nasceu num berço de ouro e começou e assumiu o trono de Jerusalém com doze anos de idade.
· Ele só teve privilégios na vida. Ele esbanjou suas oportunidades. Ele desperdiçou todas as coisas boas que Deus estava lhe dando desde cedo na vida.3. Ele teve o reinado mais longo de Judá – v. 1
· Ele teve muito tempo para andar com Deus, para fazer o que era certo e para arrepender-se dos seus pecados.
· Ele governou 55 anos e nesse tempo ele fez o que era mau perante o Senhor.
· Ele entupiu Jerusalém e a Casa de Deus de idolatria e se prostrou em altares de estranhos deuses, provocando o Senhor à ira.4. Ele teve a advertência de Deus – v. 10
· Deus não o deixou errar sem advertência. Deus o alertou, o corrigiu.
· Enviou-lhe profetas, mas ele e o povo não quiseram ouvir a voz de Deus. Fecharam o coração. Endureceram a cerviz. Taparam os ouvidos à Palavra e à voz da consciência.

II. OS PECADOS DE MANASSÉS
1. Ele liderou o povo a pecar contra Deus - v. 2,9

· Manassés foi um líder mau. Ele usou sua influência para desviar as pessoas de Deus.
· Ele levou sua nação a fazer coisas piores do que as nações pagãs (v. 9).
· Ele tornou a edificar os altos, liderou o povo na adoração de Baal.
· Ele se prostrou diante de todo o exército dos céus (v. 3). Ele adorava as estrelas. Ele tornou-se um viciado em astrologia.
· Ele tornou-se um místico inveterado. Tornou-se um apóstata, um náufrago na fé.
2. Manassés profanou a Casa de Deus – v. 4,5,7
· Ele fez pior que Acaz que fechou a casa de Deus.
· Ele introduziu ídolos abomináveis dentro da Casa de Deus.
· Ele profanou a Casa de Deus. Ele insultou a santidade de Deus e do culto.

3. Ele se tornou um feiticeiro inveterado – v. 6

· A feitiçaria de Manassés chegou a ponto dele sacrificar seus próprios filhos a Moloque.
· Ele era adivinho. Era agoureiro. Praticava feitiçaria. Tratava com necromantes. Ele consultava os mortos. Ele era feiticeiro, espírita, pai de santo. Ele provocava o Senhor à ira.
· Há muitas pessoas mergulhadas até o pescoço com feitiçaria, com espiritismo, com astrologia, com consulta aos mortos, com misticismo pagão. 4. Ele derramou muito sangue inocente – 2 Rs 21.16
· Ele matou seus próprios filhos. Matou filhos de outras pessoas.
· Ele mandou cerrar ao meio o profeta Isaías.
· Flávio Josefo diz que todos os dias se sacrificavam pessoas em Jerusalém a mando de Manassés.
· Ele era um homem mau, virulento, truculento, assassino e sanguinário.

III. O JUÍZO DE DEUS SOBRE MANASSÉS

1. A prisão de Manassés – v. 11

· Quem não escuta a voz da Palavra, escuta a voz da chibata.
· Quem não atende a voz do amor, é arrastado pela dor.
· O rei da Assíria prende Manassés com ganchos, amarra-o com cadeias e o leva cativo para a Babilônia.

2. A humilhação de Manassés – v. 11,12

· Manassés desceu ao fundo do poço. Ele é arrancado do trono, de Jerusalém.
· É levado como um bicho, com canga no pescoço, em anzóis em sua boca e jogado numa prisão.
· Ele é levado para a Babilônia, o centro da feitiçaria do mundo. Os ídolos da Babilônia que ele adorava não puderam livrá-lo.

3. A angústia de Manassés – v. 12

· O pecado não compensa. Quem zomba do pecado é louco.
· O homem será apanhado pelas próprias cordas do seu pecado. Manassés está cativo, algemado, angustiado.
· Quem não escuta a voz, escuta a vara.

IV. A CONVERSÃO DE MANASSÉS

1. A humilhação de Manassés – v. 12

· A conversão começa com o arrependimento, com a tristeza pelo pecado, com a consciência de que temos feito o que é mau perante o Senhor.
· Manassés muito se humilhou perante Deus. Ele caiu em si. Ele reconheceu seu erro. Ele não se justificou, nem endureceu seu coração. Ele se curvou, se humilhou. Arrependeu-se.

2. A oração de Manassés – v. 13

Manassés vivera toda a sua vida invocando os mortos, adorando os ídolos, levantando altares aos deuses pagãos.
· Mas, agora, na hora do aperto, ele ora ao Deus do céu e este atende ao seu clamor.
· Clame por Deus. Grite por socorro. Levante a sua voz. Ainda há esperança para a sua alma.

3. A salvação de Manassés – v. 13

Quando Manassés voltou-se para Deus, Deus voltou-se para ele. Restaurou sua vida, seu reino, sua alma.
· Manassés, então reconheceu que o Senhor é Deus. Deus o aceitou. Deus o restaurou. Deus o levantou. Deus restituiu o seu reino. 4. As provas do arrependimento de Manassés – v. 13-16

a) Aceitação – (v. 13) –
· Os ouvidos de Deus estão abertos, suas mãos estão estendidas para você.
· O Pai está pronto a receber o pródigo de volta e fazer uma festa.
Não importa quão longe você tenha ido e quando profundo o poço que você tenha caído, Deus está pronto a perdoar você e aceitar você de volta para ele.

b) Iluminação – (v. 13) - “Então reconheceu Manassés que o Senhor era Deus”.
· Deus pode abrir os olhos da sua alma nesta noite.
Ele pode abrir seu coração para crer.
Ele pode tirar a cortina dos seus olhos.
Ele pode dar a você entendimento espiritual.
Ele pode revelar a você a glória do seu Filho Jesus Cristo.

c) Reforma – (v. 15) – Manassés fez uma faxina na Casa de Deus e na sua vida.
Ele tirou toda a abominação que ele mesmo tinha colocado na Casa de Deus.
Arrependimento implica em mudança.
d) Consagração – (v. 16) – Manassés não apenas tirou o que estava errado, mas restaurou o altar do Senhor.
Ele começou a buscar a Deus novamente.
Ele se voltou para Deus de todo o seu coração.
Ele foi convertido a Deus e passou a consagrar-se a Deus, liderando sua nação a voltar-se para o Senhor.

CONCLUSÃO

Vamos ver algumas lições:

1) A piedade dos pais não é garantia que os filhos vão andar com Deus;
2) A vida longa não é segurança do favor de Deus;
3) Não há grau de impiedade que esteja além do alcance da graça de Deus e do perdão de Deus;
4) Não espere uma tragédia em sua vida para você voltar-se para Deus.
5) O pecado é algo que Deus abomina e jamais ficará sem julgamento;
6) Hoje é o dia de você voltar-se para Deus de todo o seu coração;
7) Se você voltar-se para ele nesta noite, agora mesmo, ele ouvirá seu clamor e restaurará a sua alma, dando-lhe a salvação!

FONTE: Rev. Hernandes Dias Lopes
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=476